Rollemberg lança o Orla Livre e promete participação popular no projeto

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O Plano Orla Livre é um conjunto de ações que vai revitalizar 38 quilômetros de margem do Lago Paranoá

O governador Rodrigo Rollemberg lançou, na tarde desta quinta-feira (08), por decreto, o projeto Orla Livre. A participação popular para desenvolver a ideia é uma das novidades apresentadas. O brasiliense pode enviar sugestões pelo site www.orlalivre.df.gov.br.

 

O Orla Livre é um conjunto de ações que vai revitalizar 38 quilômetros de margem do Lago Paranoá. E o cidadão é que vai dizer como vai quer que o espaço seja usado.

 

Pelo site Orla Livre, o cidadão poderá contribuir com sugestões até 8 de janeiro de 2017. Uma enquete com 15 perguntas está disponível para que o cidadão diga quais equipamentos públicos e serviços quer ver instalados na orla.

 

Segundo Rollemberg, “um dos objetivos é subsidiar a proteção e recuperação do meio ambiente por meio de iniciativas sustentáveis, estimular o desenvolvimento de pequenos e novos negócios, fomentar o turismo na região e colocar à disposição dos brasilienses espaços para a prática de esportes e para o lazer”.

 

O governador detalhou o projeto e explicou que são ações de curto, médio e longo prazos. Algumas já estão em andamento, como a construção da trilha de 14 quilômetros que vai do Parque da Asa Delta, na QL 12 do Lago Sul, ao Deck Sul.

 

A trilha é toda pavimentada, sinalizada e será dividida entre ciclistas e pedestres. Ainda estão previstos banheiros públicos, postes de iluminação e revegetação. As obras estão a cargo da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e vão custar em torno de R$ 3 milhões.

 

O Lago Paranoá tem uma orla com 80 quilômetros. Desses, 38 receberão intervenções do Orla Livre. Os outros 42 não serão objeto do plano.

 

 

As intervenções do Plano Orla Livre serão possíveis graças às operações do governo de Brasília para desobstruir as margens do Lago Paranoá ocupadas irregularmente.

 

Desde o início de 2015, as ações coordenadas pela Agência de Fiscalização (Agefis) na orla devolveram à população de Brasília 231,7 mil metros quadrados de terras públicas.

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