Ao sancionar a lei de criação do Instituto Hospital de Base, o governador Rodrigo Rollemberg bateu duro nos sindicatos que fizeram campanha contrária ao projeto. Ele afirmou o novo modelo de gestão do hospital é apoiado pela “maior parte da população”, embora haja resistência dos sindicatos da Saúde. “Foi um enfrentamento muito duro com a direção dos sindicatos, que buscam preservar o interesse próprio e não o interesse da população do DF.”
Para Rollemberg, o que existe hoje é uma realidade no Brasil que as lideranças sindicais são dispensadas do trabalho e ficam apenas por conta disso. Muitas vezes, segundo o governador, isso cria uma distorção na sociedade porque fica parecendo que aquelas pessoas que ocupam as galerias defendem o interesse da sociedade.
Entre outros pontos, o decreto vai deixar claro como será dado o apoio inicial (tanto material, financeiro ou de mão de obra) da Secretaria de Saúde ao instituto. Também vai explicar com detalhes como será composto o conselho que deve gerir o “novo” hospital.
Por exemplo, a lei fala de participação de entidades que representam a área de saúde. O decreto vai definir quais entidades serão. A regulamentação também vai apresentar diretrizes sobre as regras orçamentárias do instituto e como deverá ser feito o contrato de gestão.



