Mobilização de povos tradicionais ocupa Congresso no Dia da Amazônia

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As lideranças apresentarão três documentos-chave ao governo e ao Legislativo, cobrando compromissos concretos para a proteção dos territórios e para a transição climática

Entre 1º e 5 de setembro, Brasília será palco da Semana da Sociobiodiversidade 2025, encontro que reunirá comunidades extrativistas de todo o Brasil para debater políticas públicas.

Especialmente no dia 4, estarão reunidos mais de 300 participantes — entre coletivos e organizações que atuam nos segmentos da borracha, pirarucu, castanha-da-Amazônia e pesca artesanal costeira e marinha em reservas extrativistas do litoral brasileiro, além da juventude extrativista organizada — incluindo indígenas, quilombolas, ribeirinhos, organizações socioambientais, instituições governamentais e representantes do poder público para debater estratégias de fortalecimento das economias da floresta e do mar. Neste mesmo dia haverá uma sessão solene no Congresso Nacional com ato público em defesa da Amazônia, na Esplanada dos Ministérios, em alusão ao Dia da Amazônia. Também será realizada a manifestação “A Resposta Somos Nós”, na Praça dos Três Poderes, conectará a agenda da sociobiodiversidade à mobilização global pela COP30.

As lideranças apresentarão três documentos-chave ao governo e ao Legislativo, cobrando compromissos concretos para a proteção dos territórios e para a transição climática.

Organizada pelo Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS) e pela Comissão Nacional de Fortalecimento das Reservas Extrativistas Costeiras e Marinhas (CONFREM), em parceria com o Observatório das Economias da Sociobiodiversidade (ÓSocioBio) e diversas instituições, a iniciativa busca abrir diálogo direto com Executivo, Legislativo e Judiciário.

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