MI Novas Mídias têm mais dois integrantes: Donny Silva e Orlando Pontes

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O Movimento Independente (MI) Novas Mídias recebeu a adesão de mais dois profissionais de comunicação, os jornalistas Donny Silva (Blog do Donny Silva) e Orlando Pontes (Portal e Jornal Brasília Capital). Os dois vêm  somar ao grupo que já conta com Carlos Honorato, Delmo Menezes, Ederson Marques, Edson Sombra, Elton Santos, Luciano Lima, Marcos Machado, Maurílio Macedo, Odir Ribeiro, Renato Riella e Ricardo Callado.

O MI Novas Mídias foi lançado em maio deste ano. No manifesto de apresentação, o grupo explica que não pretende construir uma hegemonia, tampouco substituir esse ou aquele meio de comunicação. “Estamos aqui para ocupar o nosso espaço como alternativa e dar a nossa contribuição à informação e à sociedade”, explica.

O MI Novas Mídias não tem a pretensão de protagonismo. Não se trata de uma entidade cartorial pautada na burocracia. É um movimento político-social. “Somos livres, independentes e nosso compromisso é com a notícia e a opinião, seja ela através de blogs, portais, redes sociais, vídeos ou qualquer meio de comunicação que faça chegar informação aos cidadãos”, diz o manifesto.

 

VEJA O MANIFESTO

Movimento Independente – MI Novas Mídias

 

Ao pensar as relações entre as novas mídias e a comunicação, forma-se uma sociedade em rede. Essa sociedade, que se desenvolve a partir das novas tecnologias, cria formas de agrupamento e de coordenação ativa.

 

Não viemos para construir uma hegemonia, tampouco para substituir esse ou aquele meio de comunicação. Estamos aqui para ocupar o nosso espaço como alternativa e dar a nossa contribuição à informação e à sociedade.

 

Quem somos? O Movimento Independente de Novas Mídias não tem a pretensão de protagonismo.

 

Não somos uma entidade cartorial pautada na burocracia. Somos um movimento. Não temos caciques. Somos todos iguais.

 

Somos livres, independentes e nosso compromisso é com a notícia e a opinião, seja ela através de blogs, portais, redes sociais, vídeos ou qualquer meio de comunicação que faça chegar informação aos cidadãos.

 

Qual o conceito de velha e de nova mídia?

 

Nesse caso, mais do que situar-nos em uma dessas definições, o importante é diferenciar duas formas de encarar essa questão. Uma delas é tecnológica, a outra é política. O velho e o novo.

 

A definição tecnológica trata como velha mídia os chamados meios tradicionais, especialmente os impressos, mas também televisão e rádio; e chama de nova mídia a internet, especificamente blogs e redes sociais.

 

Esse tipo de definição carrega problemas políticos que constroem a perspectiva excludente da mídia. Isso porque o adjetivo “velho”, especialmente quando confrontado diretamente com a ideia de “novo”, carrega forte carga negativa, como algo superado, que já não serve mais. Essa noção é equivocada.

 

Não consideramos isso. Todos os meios precisam se reinventar para levar a informação honesta da melhor forma e é isso que vem acontecendo.

 

A internet pode, sim, ser mais um caminho para atender à necessidade de obter informações.

 

Não é a internet que vai construir a transformação. São as pessoas, apropriando-se de todas as ferramentas e facilidades disponíveis para isso – inclusive a internet. São as pessoas que precisam mudar. É o homem novo que precisa ser construído e, a partir dele, e com ele, uma nova mídia.

 

Agindo sobre essas bases conceituais teremos maior capacidade de entender quem somos e o papel que podemos cumprir enquanto construtores dessa nova mídia e, com ela, de uma nova sociedade.

 

O MI Novas Mídias veio para contribuir neste debate!

 

 

 

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