Manifesto | Hora do reencontro

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Aproxima-se o momento do reencontro dos brasileiros com o Brasil.

Apesar da “grande mídia” insistir que existe uma disputa Lula x Bolsonaro, essa disputa não existe bastando sair as ruas para constatar a enorme distância que separa os 2 candidatos, na preferência do cidadão.

Criaram essa cortina de fumaça para esconder a verdadeira batalha que se trava no Brasil, desde 2013.

A verdade é que existem 2 brasis, o real, composto de pessoas simples, que trabalham e produzem, que querem sustentar suas famílias com o suor do seu trabalho, que querem viver em paz, que aceitam pagar impostos, que não querem que o estado fique metendo sua colher enferrujada onde não deve, que não quer ser humilhado por ninguém, muito menos por quem nada faz, nem produz.

Este é o país real que Machado de Assis, Darcy Ribeiro, Roberto Damatta, Nelson Rodrigues e tantos outros perceberam e louvaram.

Doutro lado, em contrapartida existe o país oficial, composto de veículos de comunicação que sempre viveram às custas do dinheiro público (dos pesados impostos pagos pelo país real) apelidados de “verbas publicitárias “, e que atualmente rareou; composto de maus e despreparados agentes públicos/políticos que, além de nada produzir, são perdulários, gastando dinheiro público para satisfazer interesses corporativistas ilegítimos, banqueteando-se com lagostas e vinhos importados e caros.

Composto ainda de pessoas despreparadas usando as relevantes funções públicas para dar vazão a seus instintos autoritários, gerando insegurança jurídica para os cidadãos.

Este é o país oficial tão bem percebido pelos pensadores acima citados.

Estes 2 brasis sempre estiveram na nossa história; a diferença é que desde 2013, naquelas legítimas e soberanas manifestações populares, o país real, produtivo, provedor, ordeiro e pacífico avisou que não mais tolerará e nem sustentará o país oficial-paquidérmico, mastodante, ineficiente, improdutivo, preguiçoso e arrogante.

Acontece que o Brasil dos verdadeiros brasileiros acordou, e isso gerou o desespero do país oficial que agoniza, derrotado pela cupidez, despudor, mesquinhez, sordidez, torpeza, arrogância e vilania que apodreceram suas vigas.

Para a pútrida “grande mídia”, ventríloquo e porta voz do país oficial, reconhecer que a guerra verdadeira travada hoje é entre o país real e oficial, significaria antecipar a derrota certa desse país oficial de parasitas e apátridas, assim alcunhados por Darcy Ribeiro, ou caricatos e burlescos conforme lecionado por Machado de Assis.

Talvez isso explique porque o país oficial tem tanto medo de manifestações, principalmente as da independência, pois eles sabem que soberano é a vontade popular, e quando nas ruas, elas sabem exercer a sua soberania, sem se deixar ludibriar por linguajar rebuscado de palavras difíceis que só servem para alimentar o ego e a arrogância de seus indigentes intelectuais numa masturbação sociológica, também conhecida como ativismo.

Isto posto, óbvio que o divórcio já aconteceu, faltando apenas o juiz de Berlim homologar.
Não se deixe enganar: a briga não é bolsonaro x Lula. A batalha é muito maior, é entre o país real, dos brasileiros trabalhadores, provedores, ordeiros, pacíficos e o país oficial, dos parasitas, apátridas, ineficientes e paquidérmicos.

Viva o Brasil real e único.

Brasília, 30 de agosto de 2022.

Acilino de Almeida Neto

Alberto Jorge Ribeiro Leite

Amilton Figueiredo

André Luís Nunes Gomes

Cristiano Caiado

Dulce Teresinha Barros Mendes de Morais

Fátima Bispo

Francisca Aires

Guilherme Pontes

Ivan Rodrigues Rocha

João Bosco Santana

Jorge Mauricio Rodrigues da Silva

Kaydher Alasmar

Lisbeth Vidal de Negreiros Bastos

Márcia Lygia Ribeiro de Almeida Camargo

Mário Sérgio Costa Ramos

Paulo Kramer

Raimundo Ribeiro

Ricardo Callado

Ronan Carlos Meira Ramirez

Cidadãos conscientes

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