Por Millena Lopes, da coluna Ponto do Servidor – Faixas espalhadas por todo o DF manifestam a opinião dos servidores públicos do DF com a possibilidade de organizações sociais passarem a gerir os hospitais públicos da capital federal, a exemplo do Estado de Goiás. Lá, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego) tem lutado contra a possibilidade de a gestão da educação pública do estado passar a ser executada por organização social, conforme proposta do governador Marconi Perillo (PSDB) – a Secretaria de Educação de Goiás já publicou o chamamento destinado à seleção das OS’s que irão gerenciar 23 escolas públicas do estado.
Qualificação – “A educação pública, não apenas em Goiás, mas no Brasil, necessita de um olhar diferenciado, uma maior qualificação dos profissionais da área, realização de concursos públicos e aumento no investimento destinado à educação”, afirma Iêda Leal, vice-presidente do sindicato goiano.
Proposta também no DF – Em Brasília, conforme o Sindicato dos Professores do DF (Sinpro-DF), o governador Rodrigo Rollemberg chegou a sugerir a implementação de PS na educação pública infantil até cinco anos de idade. “A oferta foi duramente rebatida pelos professores”, diz a entidade.
Gratificação – O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde do DF (SindSaúde-DF) tenta, junto à Secretaria de Saúde do DF, criar uma gratificação para os servidores lotados em pronto-socorro e pronto atendimento da rede pública de saúde que não são beneficiados pela Gratificação de Condições Especiais de Trabalho (GCET) ou Gratificação de Atendimento Móvel de Urgência (Gamu).
Reconhecimento – “A Gratificação de Incentivo às Ações de Emergência é um reconhecimento que exigimos a Secretaria de Saúde aos servidores, que sempre foram excluídos, e que tem o improviso como instrumento de trabalho. Esse não é um favor que a secretaria faz, mas sim justiça por eles não serem reconhecidos por seu trabalho”, argumenta Marli Rodrigues, presidente do SindSaúde, reiterando que instituir a gratificação significa corrigir uma injustiça cometida por todos os governos e ex-secretários de Saúde, “que se fizeram de desentendidos”.







