Esquerda brasiliense em pânico com perseguição de Lula ao DF

Mais em

Com Lula intensificando ataques ao Distrito Federal, a esquerda enfrenta desespero nos bastidores, prevendo derrota esmagadora para Celina, Ibaneis e Michelle nas eleições de 2026

Nos bastidores da política brasiliense, a esquerda está em estado de alerta vermelho. A estratégia de perseguição do governo Lula ao Distrito Federal, marcada por bloqueios de recursos federais, apoio a decisões judiciais controversas do Supremo Tribunal Federal (STF) e tentativas de enfraquecer lideranças locais de direita, está desmoronando as chances do PT e de outros partidos de esquerda para as eleições de 2026.

Fontes próximas ao PSB e PT-DF, conforme apurado por este colunista, revelam um clima de desespero: a esquerda já contabiliza uma derrota “acachapante” frente ao favoritismo consolidado de Celina Leão para o governo do DF, Ibaneis Rocha para o Senado e Michelle Bolsonaro como um curinga eleitoral, pavimentando uma vitória esmagadora da centro-direita.

A desaprovação de Lula no DF, que atingiu 59,7% em agosto segundo o Paraná Pesquisas, reflete a rejeição à sua postura de confronto com a gestão de Ibaneis Rocha, vista como uma das mais bem-sucedidas da história do DF. Ações como atrasos em repasses federais para infraestrutura e saúde, interpretados como retaliação à articulação de Ibaneis com governadores de direita.

A população brasiliense acusa Lula de “asfixiar o DF para punir Ibaneis e Celina, enquanto a militância de esquerda teme que essa estratégia fortaleça ainda mais a oposição. A crise é agravada pelas decisões de Alexandre de Moraes e Flávio Dino no STF, que, ao mirarem Jair Bolsonaro e aliados com medidas como a prisão domiciliar e a liminar contra sanções estrangeiras, são vistas como tentativas de eliminar adversários políticos, afastando eleitores moderados do DF.

A esquerda brasiliense, já fragmentada, enfrenta um racha interno que sela seu destino. O PSB de Rodrigo Rollemberg, cuja gestão é lembrada como um desastre, tenta impor Ricardo Cappelli como candidato ao governo, desprezando Leandro Grass (PT) e isolando o PT-DF. Líderes como Chico Vigilante e Érika Kokay, em reuniões tensas relatadas pelo Correio Braziliense, expressam frustração com a interferência de Washington Quaquá e do Planalto, que oscilam entre apoiar Grass e tolerar Cappelli.

“É um suicídio eleitoral”, desabafou um petista, prevendo que a divisão entregará a vitória à centro-direita sem esforço.

O trio imbatível

Enquanto a esquerda se autodestrói, Celina Leão, Ibaneis Rocha e Michelle Bolsonaro consolidam-se como favoritos para 2026. Celina, vice-governadora e líder nas pesquisas com 36,6% para o governo do DF, é aclamada por sua atuação em projetos sociais, como o Espaço Acolher, que já realizou 16,6 mil atendimentos a vítimas de violência doméstica em 2024. Sua garra e conexão com as mulheres brasilienses a tornam imbatível contra nomes da esquerda.

Ibaneis, com 35,6% para o Senado, capitaliza o sucesso de sua gestão – redução histórica de homicídios e lucro recorde do BRB (R$ 518 milhões no primeiro semestre de 2025) – e sua articulação nacional, como na carta a Trump defendendo diálogo diplomático. Michelle Bolsonaro, com 36% para o Senado, traz o peso do bolsonarismo, atraindo eleitores conservadores que rejeitam a esquerda após anos de gestões petistas fracassadas no DF, como a de Agnelo Queiroz.

A esquerda, que já amargou derrotas em 2018 e 2022, enfrenta um cenário terminal. O PT-DF, sem nomes competitivos e com a militância desmotivada, vê sua base encolher diante da eficiência da gestão Ibaneis-Celina e da popularidade de Michelle. Nas redes sociais, internautas celebram que “o PT e o PSB cavaram a própria cova ao apoiar a perseguição de Lula ao DF”.

A crise é tão grave que até aliados de Lula, como o ex-deputado Geraldo Magela, admitem nos bastidores que a esquerda “não tem chance” contra o trio da direita. A insistência em táticas como as de Moraes e Dino, que alimentam a percepção de autoritarismo, só reforça a rejeição: o PT, com apenas 27,1% de apoio no DF contra 36,8% de Bolsonaro, está a um passo do abismo.

Enquanto o Brasil clama por pacificação, a esquerda brasiliense, ao endossar a perseguição de Lula ao DF, entrega de bandeja a vitória à centro-direita. A articulação de Ibaneis com governadores como Ronaldo Caiado, que também enfrenta pressões federais em Goiás, fortalece a narrativa de resistência à intolerância da esquerda. Para 2026, Celina, Ibaneis e Michelle não apenas lideram as pesquisas, mas representam a esperança de um DF livre de revanchismos, onde a voz do povo prevalece sobre a imposição política.

spot_img

Últimas Notícias