
Os cargos ainda não foram divulgados, mas a previsão é de oportunidades para as principais carreiras do banco. Os primeiros aprovados, segundo a instituição, devem ser convocados em 2019. Para o professor de conhecimentos bancários Juca Siade, do IMP Concursos, o primeiro passo é analisar as provas anteriores do concurso ou de algum outro da mesma banca organizadora, para conhecer o grau de profundidade das questões cobradas.
“Primeiramente, é necessário conhecer a área do Banco em que o candidato vai querer atuar. A dica é iniciar pelas disciplinas que o concursando tenha maior familiaridade. É preciso fazer revisões e avaliações em quantidades adequadas para reforçar o conhecimento adquirido. Isso evitará que trace um plano de estudo muito superficial ou muito complexo, evitando perda de tempo e favorecendo a eficácia nos estudos”, indica.
No penúltimo concurso, realizado em 2011, para o cargo de escrituário, a disciplina com o maior número de questões foi conhecimentos bancários. O professor indica os conteúdos mais importantes da área. “Sem sombra de dúvidas é a Estrutura do Sistema Financeiro Nacional, com as atribuições e características peculiares de cada um dos entes que a compõe. Nessa parte é exigido do candidato conhecer o Conselho Monetário Nacional (CMN), o Banco Central do Brasil (Bacen), a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), dentre outros órgãos e instituições”, indica.
Para Siade, a maior dificuldade dos concursandos é a falta de planejamento e não o conteúdo em si. “Muitos não se conscientizam que precisam modificar suas agendas diárias para obterem tempo de qualidade para o aprendizado. O que vejo nesses anos como professor na área de concursos públicos é que os alunos apenas acrescentam às suas rotinas mais um item que é “frequentar as aulas”. Essa é uma prática altamente nociva para quem realmente quer passar em um concurso público”.
Diferente das últimas edições, o novo certame deve exigir também mais conteúdos e competências ligados à inovação e ao mundo digital. Para o professor de informática Jorge Fernando, do IMP Concursos, a disciplina tem um peso importante em qualquer concurso bancário. “O banco, e isso inclui o BRB, é feito praticamente de tecnologia. Se a informática é boa, o banco é bom. Neste concurso do BRB, espero um alto nível das questões, como de costume, e apontamentos quanto a assuntos atuais: novidades de computação em nuvem, tecnologias de recursos de segurança e informática em dispositivos móveis”, explica.
Com a previsão de aplicação das provas em abril, os concursandos precisam otimizar o tempo. “O aluno deve começar procurando um curso preparatório de confiança e estudar com um especialista. Informática não é a matéria mais difícil, mas, se estudada sem a orientação de um professor, pode ser um grande problema para o aluno, pois o candidato corre o risco de estudar muita informação que não cai na prova e assim perderá muito tempo e produtividade”, aconselha.
Em relação ao conteúdo a ser priorizado, o professor aponta Segurança da Informação como o principal. “Quase todo conteúdo de informática é conectado e tem muita lógica. O aluno tem que ter uma boa noção de tudo. Atualmente, os assuntos mais cobrados são os conceitos, ferramentas, aplicativos e procedimentos de Internet e Intranet. Esse assunto, automaticamente, pode ser relacionado com todo o resto do conteúdo e, por isso, é o mais cobrado”.
Os inúmeros benefícios oferecidos pela instituição tornam a carreira atrativa. Entre eles, a jornada de trabalho de 30 horas semanais – o que permite ter mais tempo para estudar, para se dedicar a uma prática esportiva ou ainda ter mais tempo com a família, por exemplo. Possibilidade de ascensão profissional; Incentivos financeiros para se especializar ou mesmo fazer um curso de idiomas; Bom ambiente de trabalho; Salário atrativo; Benefícios, tais como auxílio alimentação, auxílio creche, vale cultura, dentre outros. Participação nos lucros da empresa e estabilidade.



