Decisão de Moraes é silenciamento de Bolsonaro, diz Rogério Marinho

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Coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro criticou proibição de visitas políticas ao ex-presidente até o fim das eleições

Da Redação
O coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, Rogério Marinho (PL-RN), criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiu visitas políticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) até o fim das eleições.
Segundo Marinho, a medida é “extravagante”, “inusitada” e sem precedentes, configurando uma tentativa de silenciamento político. A decisão foi tomada após Flávio Bolsonaro ler publicamente uma carta escrita pelo pai, o que Moraes considerou violação das medidas cautelares impostas a Bolsonaro.
Na última decisão, Moraes manteve a proibição de visitas políticas por 30 dias e reforçou que apenas médicos, fisioterapeutas e advogados (exceto Flávio) poderão ter acesso ao ex-presidente nesse período. O magistrado também negou o pedido de visita do presidente da Argentina, Javier Milei.
Na nota, Marinho defendeu a eleição de um “Senado forte” para restabelecer a normalidade democrática e exercer o controle sobre autoridades por crimes de responsabilidade.

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