Coluna do Fluminense | Será que aprende?

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POR RAIMUNDO RIBEIRO

Neste domingo o Fluminense foi a São Paulo enfrentar o flamengo depois de 4 partidas sem vitória.

Pra variar, começou jogando errado marcando (mal) a partir da intermediária defensiva.

Com essa postura chamou o adversário pro nosso campo e passou 45 minutos correndo atrás da bola.

Alguém podia avisar ao Roger que a bola corre mais que qualquer atleta e quando você abdica da posse de bola você tem que correr mais que o adversário para recuperá-la.

Independente dos erros do Roger e sua tática suicida, o primeiro tempo terminou sem gols.

No segundo tempo o time repetia os erros, até que Roger trocou Cazares por Nenê, Fred por Lucca, Caio Paulista por Luiz Henrique e no final Biel por Kayke e Martinelli por André.

Com as 3 primeiras trocas o Fluminense passou a atacar mais e perder gols incríveis.

Com a entrada de Kayke e André, tomamos conta do jogo e só isso basta para explicar a vitória nascida de um passe de Kayke para Luiz Henrique que passou como quis por 2 defensores adversários e cruzou rasteiro para o volante André decretar a justa vitória.

Vitória esta que vem da base de xerém onde os meninos tricolores são acostumados a ganhar do adversário numa longa e extensa freguesia.

Essa vitória também escancara os erros primários de Roger, principalmente quando tenta armar uma equipe defensiva e reativa quando dispõe de jogadores com características ofensivas e tecnicamente superiores ao adversário, senão vejamos:

O lateral direito, os 02 da zaga, os 02 volantes e Fred e Biel são tecnicamente superiores aos jogadores adversários, isto é na comparação individual, temos 7 jogadores tecnicamente superiores.

Isso, sem contar que Kayke é superior a todos, mas só entra em campo poucos minutos por opção errada do Roger.
Por isso o título deste artigo: “Será que aprende?”; isto é, será que Roger vai aprender que tendo jogadores ofensivos, com boa técnica, não pode jogar recuado e reativo oferecendo a iniciativa do jogo para o adversário, ao contrário, tem que armar o time para explorar a vocação ofensiva dos jogadores propondo a iniciativa do jogo.

É hora de largar o complexo de vira-latas e atuar se impondo aos adversários.

Alguns que se contentam com opiniões de torcedores fantasiados de “comentaristas” devem ter estranhado a afirmativa de que o Fluminense é tecnicamente superior ao adversário mas não brigo com números e eles mostram que já tivemos 5 flaxflu este ano, ganhamos 3, empatamos 1 e perdemos 1. Isto não é narrativa, são números, sem contar na base onde a superioridade é gigantesca.

Enfim, fazendo justiça, Egídio e Luiz Henrique foram bem, valendo destacar que foram bem exatamente pela ofensividade de Luiz Henrique que foi premiado pela grande jogada que resultou no gol do volante André dentro da pequena área.

Que Roger assista esse jogo 10 vezes a partir dos 15 minutos do segundo tempo e seja apresentado ao time, para parar de querer inventar e deixe o time jogar.

Corrigindo a marcação e jogando pra ganhar, possivelmente venceremos o Ceará na próxima quarta-feira.

Bora FLUZÃO 🇧🇬🇧🇬🇧🇬

Raimundo Ribeiro é apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

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