COLUNA DO FLUMINENSE | Roger: velhos e repetidos erros

Mais em

POR RAIMUNDO RIBEIRO

O Fluminense foi a Bragança Paulista e conseguiu um suado empate por 2×2; Jogando totalmente errado desde o início, perdeu o primeiro tempo por 2×0 com 02 gols nascidos de erro de passe no nosso campo de defesa.

Este é um velho erro que cansamos de mostrar: O time só começa a marcar, e mal, a distância, a partir do nosso campo.

Ora, marcando no nosso campo, perto da nossa área, é óbvio que qualquer erro se torna um perigo e foi isso que aconteceu no primeiro tempo.

Todos os times do mundo já se modernizaram e começam a marcação na saída do goleiro adversário, com 02 atacantes evitando a saída de jogo pelas laterais e 04 jogadores no meio pela intermediária, ficando 04 defensores no meio do campo.

Com isso, imprensa seu adversário no próprio campo e qualquer erro nos permite criar chances de gol no campo adversário.

E se o adversário tiver que tentar sair com chutão, temos 04 defensores onde a bola chegará que é a nossa intermediária próxima do meio do campo.

Simples né, só falta saber quando o Roger fará o simples e óbvio.

Em todos os jogos, o time faz um primeiro tempo ruim, com esse esquema reativo entregando a iniciativa do jogo para o adversário e quase sempre saímos perdendo, para correr atrás do resultado no segundo tempo.

E hoje essa receita suicida aconteceu novamente: o time entra em campo mal armado, leva 02 gols porque “prefere” jogar no próprio campo e ao cometer o erro primário de troca de passes, o adversário nem precisa correr muito para fazer os gols, afinal retoma a bola no nosso campo à convite de Roger.

No segundo tempo, perdendo por 2×0, naturalmente o time passou a atacar, jogando o tempo todo no campo adversário e com isso chegou ao empate; óbvio, só faz gol quem ataca, né! Precisa alguém falar isso para o Roger.

Os 2 jogos que tivemos boas atuações foram contra o River Plate e o São Paulo, ambos fora de casa e isso aconteceu porque o time jogou os 2 tempos atacando de forma organizada e sem “convidar” o adversário para desfilar no nosso campo defensivo.

É tão difícil assim enxergar o óbvio, Roger?

Pare de teimosia e libere o time para jogar sem medo, perseguindo a vitória do início ao fim do jogo.

Mais uma dica: Dê férias perpétuas para o Egídio pois ele nunca poderia vestir nenhuma camisa de um time de futebol, muito menos do Fluminense, senão vejamos os números:

1. Todos os ataques perigosos do Bragantino tinham o mesmo desenho: pela nossa lateral esquerda (Egídio), o atacante cortava pro meio driblando Egídio com facilidade e criando situação de gol;

2. Quantos escanteios Egídio bateu e errou? Todos.

3. Quantos cruzamentos Egídio fez e errou? Todos

Ora, se não sabe marcar, se não sabe cruzar e se não sabe bater escanteio, Egídio serve pra que numa equipe? Pra atrapalhar os demais jogadores e nos fazer perder jogos. Simples assim, né!

Boa estréia de David Braz, Samuel Xavier foi o melhor da defesa, muita luta de Yago, Caio Paulista e Abel Hernandez. Kayke pode entrar mais cedo pois tem uma técnica diferenciada.

Todos os outros apenas correram (na maioria das vezes errado), e Egídio é isso que já descrevi.

Os erros se repetem e se Roger não corrigi-los já no próximo jogo, certamente será cobrado pelos torcedores, pois o futebol não tem segredo e é isso que o torna apaixonante.

Quinta-feira é obrigação ganhar do time mirim do Santos.

Bora Fluzão

Raimundo Ribeiro é apreciador do futebol e naturalmente, torcedor do Fluminense

spot_img

Últimas Notícias