Coluna do Fluminense | Derrota da diretoria

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POR RAIMUNDO RIBEIRO

Desfalcado de meio time (Nino, Manoel, Alexsander, André e Ganso), o Fluminense visitou o SP num Morumbi superlotado, e a partida começou muito equilibrada com ambos os times tentando se impor.

O SP conseguia jogar mais no nosso setor defensivo, mas não conseguia criar oportunidades.

Por sua vez, o Fluminense tentava sair jogando na defesa com toques, mas sempre errava.
O registro negativo é a fraqueza da diretoria do Fluminense em aceitar que um soprador de apito, Anderson Daronco que nos prejudicou em todos os jogos que atuou.

É inacreditável a omissão da nossa diretoria que não sabe se impor e lutar por uma arbitragem imparcial.

Voltamos para o segundo tempo com 3 jogadores atuando como volantes, buscando proteger a zaga improvisada, e deixando a criação apenas com Árias.

O Fluminense insistia em sair jogando na defesa com toques de bola, mas não conseguia passar do meio campo, e com isso o SP rondava perigosamente a nossa defesa.

Já passou da hora de Diniz encontrar uma saída de jogo alternativa.

O Fluminense mostra um conformismo inaceitável para quem briga por título.

Aos 12 minutos sai Felipe Melo entrando Felipe Andrade.

Aos 18 minutos entra Lelê, saindo Pirani e com isso buscamos equilibrar a partida.

O Fluminense não consegue sair jogando, e assim fica encaixotado no nosso campo defensivo.

É incrível como o time do Fluminense mudou tanto, perdendo o padrão de jogo que encantou a todos no primeiro semestre.

Não tendo adversário na frente, os defensores do SP avançavam e alugavam meio campo.

Quando conseguiu passar o meio campo, o Fluminense obrigou o goleiro adversário a fazer 2 milagres.

Aos 36 minutos, entram JK e Guga, saindo Keno e Marcelo.

A pressão era insuportável e aos 42 minutos, num lance de duplo impedimento, o SP faz 1×0, gol naturalmente confirmado pelo sopradores de apito.

Apesar da derrota merecida, da atuação horrível, essa derrota deve ser atribuída a diretoria que assiste passivamente a escalação de sopradores de apito que entram em campo com o propósito confesso de prejudicar a equipe.

Mas fazer o quê? É o que se tem aí.

Agora é aproveitar a folga de uma semana para corrigir os erros que se repetem, principalmente encontrar saídas de jogo a partir da intermediária da defesa, recuperar os jogadores contundidos, e receber o Internacional no próximo domingo, às 16 horas no Maracanã em busca do reencontro com a vitória.

Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺

Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

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