
Túmulos mais visitados são os da família Kubitschek e de Joaquim Roriz
Por Mariana Tokarnia
Roriz morreu em 27 de setembro deste ano, aos 82 anos, em Brasília. Ele estava internado no Hospital Brasília devido a uma pneumonia e faleceu em consequência de um infarto do miocárdio.
Enquanto a reportagem esteve no local, era o túmulo do ex-governador do Distrito Federal, Joaquim Roriz, que atraia os visitantes. O cemitério não tem mausoléus. O túmulo do ex-governador segue o padrão, mas as pedras brancas, que foram um grande retângulo chamam atenção. Os comentários eram os mais diversos. “Ficou imponente” e “está caprichado” eram algumas das frases mais ouvidas.
A aposentada Conceição de Bessa, 73 anos, não estava apenas de passagem pelo cemitério. Sem parentes enterrados no Campo da Esperança, foi ao local só para visitar tanto a lápide de JK quanto a de Roriz. “Eu trabalhava para o Roriz, ele foi um pai para mim”, diz. O marido trabalhou para JK: “Eu conheci o presidente, gostava muito dele. Vim aqui só para visitar os dois”.
Além da família Kubitschek e de Roriz, estão enterrados no cemitério pessoas notáveis, como a atriz Dulcina de Moraes e um dos fundadores do Correio Braziliensee da TV Brasília, Edilson Cid Varela. Está também no cemitério a sepultura de Ana Lídia Braga, assassinada aos 7 anos, em 1973. O crime permanece sem resolução.
A previsão do tempo para a capital hoje, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), é de tempo nublado com pancadas e trovoadas isoladas. A temperatura varia de 18 a 28 graus Celsius.



