A decisão do governo Lula de elevar o IOF, aprovada pelo ministro Alexandre de Moraes do STF penaliza especialmente os mais pobres, pois encarece operações financeiras cotidianas como crédito, câmbio e seguro, afetando diretamente o custo de vida de quem já enfrenta fragilidade econômica.
Apesar do argumento do governo de que o aumento visa combater a evasão fiscal dos mais ricos e preservar programas sociais, a medida onera pequenos consumidores, muitas vezes sem alternativas financeiras acessíveis. Para famílias de baixa renda, qualquer aumento tributário em transações essenciais representa sacrifício real no orçamento doméstico.
É urgente que o Congresso retome seu papel fiscalizador, avaliando cortes de despesas antes de aprofundar medidas que penalizam quem menos pode pagar. A população espera transparência e equilíbrio nas decisões econômicas — especialmente quando impostos atingem diretamente os mais vulneráveis.
Luiza Carvalho
Recanto das Emas – Brasília/DF



