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Por que você não está perdendo peso? Seis erros ocultos em dietas

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Head de nutrição da Puravida esclarece como certas escolhas podem impactar de forma negativa na perda de peso, quando administradas de forma incorreta

Você consome nozes para manter o coração saudável e adora regar sua salada com um bom azeite de oliva. Tudo indica que você está no caminho certo para uma vida saudável, certo? No entanto, a balança insiste em mostrar os números indesejados. Parece um paradoxo, mas a verdade é que certas escolhas alimentares têm suas armadilhas.

Segundo Alessandra Feltre, Head de nutrição da Puravida, “as boas escolhas podem ser prejudiciais quando mal administradas. E isso pode ser um obstáculo significativo na jornada de perder peso”, afirma.

Comecemos pelas nozes e frutas secas, conhecidas por suas vitaminas saudáveis e antioxidantes. Uma revisão sistemática na revista Nutrients as credita com benefícios diversos para a saúde, desde a prevenção de doenças cardíacas até a redução da inflamação.

“É muito fácil exagerar. Nozes são densas em calorias, então quando consumidas em excesso, as calorias se acumulam rapidamente. Imagine que 100 gramas de nozes podem conter até 688 quilocalorias”, adverte a nutricionista.

O mesmo vale para o azeite de oliva. Sim, ele é rico em gorduras monoinsaturadas e vitamina E. Uma colher adiciona, aproximadamente, 100 calorias ao seu prato. O excesso, nesse caso, também é seu inimigo.

E aqueles molhos e condimentos que você adiciona às suas refeições para dar um ‘toque final’? “Muitas pessoas não percebem que certos molhos podem ser uma bomba calórica”, afirma. Por exemplo, uma maionese contém 685 quilocalorias para cada 100 gramas. E não pense que a versão ‘light’ vai salvar sua dieta. “Ela também pode ser enganosa e contribuir para o ganho de peso”, alerta.

Outro grande problema são os sucos de frutas e smoothies, que carregam grandes quantidades de açúcar e calorias. Essa forma de consumo diminui as fibras que ajudam na sensação de saciedade. O resultado pode ser um pico de insulina seguido por uma queda rápida, levando a mais fome e possivelmente a mais calorias consumidas ao longo do dia.

Por último, mas não menos importante, estão as porções. Sobre esse tópico, Alessandra Feltre é clara. “Não importa o quão natural seja a comida; o tamanho da porção é crucial. Uma salada de frutas é saudável, mas não se você comer uma quantidade suficiente para cinco pessoas”.

Para reverter os erros, o mais indicado é procurar ajuda profissional para ter a ingestão de nutrientes adequados ao organismo. Isso faz com que o corpo não tenha carência nutricional e funcione da maneira correta, estando mais protegido de doenças e mais saudável.

Sobre a Puravida:

A Puravida é uma empresa brasileira de produtos naturais, que nasceu com o propósito de facilitar um estilo de vida saudável e a prática do cuidado da saúde como um projeto de longo prazo. O portfólio da Puravida é composto por mais de 200 produtos obtidos de maneira sustentável, entre alimentos naturais, suplementos concentrados e nutrientes fundamentais para que qualquer pessoa, mesmo a mais ocupada, possa introduzir qualidade em sua nutrição, rituais diários e cuidados pessoais.

Pdad 2023 é ampliada e incluirá Água Quente, Arapoanga e municípios do Entorno

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Novo formato da pesquisa é a combinação de três estudos para mapear com mais abrangência as características da população e da infraestrutura do DF e de 12 cidades da Ride

A partir de novembro, os agentes de coleta farão visitas às residências do Distrito Federal e do Entorno para extrair informações da população e da infraestrutura das 35 regiões administrativas da capital e de 12 municípios goianos que integram a Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal (Ride). Serão de quatro a seis meses em campo para mapear o perfil socioeconômico a ser publicado na Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios Ampliada (Pdad-A). A meta é visitar 25 mil domicílios que gerarão informações para representar um universo de 75 mil residências.

“A Pdad é uma pesquisa que foi estabelecida pelo governo por meio de um decreto [nº 39.403/2018]. Ela é realizada a cada dois anos para fazer um diagnóstico mais detalhado da realidade da nossa cidade em comparação com o que o Censo faz em nível nacional”, revela o presidente do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), Manoel Clementino Barros Neto.

“O questionário é mais completo, em que abordamos vários temas como renda, moradia, trabalho, nível educacional, transporte, saúde. Tudo isso para que o gestor público, com base nessa informação, possa formular ações e políticas públicas para resolver os problemas da nossa população”, explica o presidente.

Neste ano, o estudo terá um formato ampliado e novos sistemas metodológicos e logísticos. O objetivo é aumentar a abrangência dos dados, garantindo melhores insumos para a criação de políticas públicas e decisões governamentais. A primeira novidade é que o estudo combina três outras pesquisas produzidas pelo IPEDF: Pdad, Pdad Rural e Pesquisa Metropolitana por Amostra de Domicílios (Pmad).

“A Pdad é uma pesquisa que foi estabelecida pelo governo por meio de um decreto. Ela é realizada a cada dois anos para fazer um diagnóstico mais detalhado da realidade da nossa cidade em comparação com o que o Censo faz em nível nacional”Manoel Clementino Barros Neto, presidente do IPEDF

Outra mudança será a inclusão das duas regiões administrativas mais recentes do DF – Água Quente e Arapoanga – e de 12 cidades de Goiás que têm relação próxima com a capital. São elas: Águas Lindas de Goiás, Alexânia, Cidade Ocidental, Cocalzinho de Goiás, Cristalina, Formosa, Luziânia, Novo Gama, Padre Bernardo, Planaltina de Goiás, Santo Antônio do Descoberto e Valparaíso.

“Nós temos no DF uma relação muito próxima em todos os aspectos econômicos e sociais com a chamada área metropolitana de Brasília. A proposta dessa Pdad é agrupar outras pesquisas que eram realizadas somente no DF urbano e na área rural e em parte do Entorno, que não eram muito detalhadas. A ideia é agrupar esses dados para conhecer o perfil da população tanto do DF quanto do Entorno, para que o governo possa tomar decisões”, afirma o presidente do IPEDF.

Alguns novos temas também estão sendo inseridos na pesquisa, como identidade de gênero e insegurança alimentar. Além disso, todos os questionários que forem coletados serão checados em uma parceria do instituto com o 156 (a Central de Atendimento do Cidadão) do GDF. A medida visa dar robustez aos dados. Anteriormente, a checagem era feita apenas em uma amostragem sorteada.

Arte: Agência Brasília

Preparação

“Essa reunião é importantíssima, porque vamos explicar aos administradores regionais que é uma pesquisa para fins científicos e de gestão pública. Que eles possam passar a mensagem para os moradores de que não é preciso ter desconfiança e que os dados são sigilosos e importantes para garantir o desenvolvimento de cada região”Dea Guerra Fioravante, diretora de Estatística e Pesquisas Socioeconômicas do IPEDF

Por conta das mudanças da Pdad-A 2023, está sendo realizada uma série de reuniões e treinamentos com o objetivo de preparar os envolvidos.

“São várias fases: o treinamento para cadastrar o pesquisador para trabalhar no software que gera o questionário e no sentido de abordagem ao entrevistado, como esclarecer as perguntas, o que fazer quando o entrevistado não quiser responder e quais são as estratégias para não perder um domicílio. No caso de desistência, é preciso fazer um novo sorteio de amostragem”, explica a diretora de Estatística e Pesquisas Socioeconômicas do IPEDF, Dea Guerra Fioravante.

O IPEDF também tem se reunido com outras entidades de pesquisa, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que elaborou recentemente o Censo no DF, e órgãos do GDF. Os administradores regionais terão um encontro com representantes do instituto nesta terça-feira (10). O objetivo é tornar os titulares das regiões incentivadores da pesquisa em cada cidade do DF.

“Essa reunião é importantíssima, porque vamos explicar aos administradores regionais que é uma pesquisa para fins científicos e de gestão pública, que eles podem passar a mensagem para os moradores de que não é preciso ter desconfiança e que os dados são sigilosos e importantes para garantir o desenvolvimento de cada região”, ressalta.

A maior preparação será com o piloto a ser iniciado no dia 13 deste mês. Os agentes irão a campo para aplicar questionários em formato de teste. O objetivo é avaliar o conteúdo e perceber se é necessário fazer ajustes ou mudanças para o início da coleta efetiva em novembro.

Participação dos moradores

A Pdad-A 2023 vai mapear não apenas o perfil socioeconômico do Distrito Federal, como de 12 cidades de Goiás que têm relação próxima com a capital | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

Incentivar a participação da população é outro trabalho da preparação da pesquisa. Estão sendo criados cartazes e ações de publicidade ampla. Todos os 25 mil domicílios sorteados receberão uma carta explicativa sobre a pesquisa, a importância de contribuir com as informações, a forma como os dados serão usados e a garantia do sigilo, conforme a Lei Geral de Dados, prevista na lei nº 13.709/2018.

“É uma pesquisa que, no fundo, tem como resultado final melhorar a qualidade de vida das pessoas em diversos aspectos. É uma etapa fundamental para conhecer a população. Não dá para tomar ações efetivas e assertivas sem conhecer e ter os dados. Todos ganham – o governo e, principalmente, a população”, avalia o presidente do IPEDF.

Um sistema também foi criado para que os entrevistados possam se sentir seguros. Os agentes de coleta portarão um crachá com nome, foto e um QR Code, em que o entrevistado poderá acessar o link que valida a identidade do pesquisador. Mais informações sobre a pesquisa podem ser consultadas no site oficial.

FPM: projeto de lei complementar garante repasse extra de R$ 27 bilhões aos municípios

Já aprovado no Senado e enviado à sanção presidencial, o Projeto de Lei Complementar 136/2023, do Executivo, vai compensar a União, estados e municípios pela desoneração dos combustíveis em 2022

Uma compensação de R$27 bilhões para União, estados e municípios. É o que prevê o projeto de lei complementar 136/23, já aprovado pelo Senado e que aguarda sanção pelo Executivo, autor da proposta. A compensação é motivada pela perda de arrecadação provocada pela redução do ICMS sobre combustíveis — que ficou em vigor de junho a dezembro do ano passado — e impactou a receita.

Na prática, será repassada uma parcela extra do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) que deve garantir às cidades o mesmo valor do ano passado. O projeto ainda garante a recomposição do ICMS, como explica o assessor de orçamento César Lima.

“Na questão do FPM isso deve gerar aproximadamente R$ 336 milhões de reais a ser distribuídos entre os municípios, enquanto que no tocante ao ICMS, o total a ser passado aos municípios, o valor deve chegar a R$ 6,7 bilhões.”

Municípios planejam o futuro

A prefeita de Serra Talhada (PE) e presidente da AMUPE (Associação Municipalista de Pernambuco) Maria Conrado Araújo, comemora a aprovação da PEC — considerada um respiro para as contas dos municípios nesse momento emergencial  — e a distribuição de R$2,3 bilhões de reais para as cidades brasileiras. Mas, segundo a gestora, é preciso pensar em soluções definitivas para os municípios.

“Ao mesmo tempo, fica firmado o compromisso de, ao longo do tempo, fazermos estudos pois preciso de uma arrecadação maior para os municípios, 80% deles sobrevivem de FPM (Fundo de Participação dos Municípios), precisamos dar a eles mais autonomia, à medida que os serviços aumentam nos municípios.”

O relator do projeto, senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), que já foi prefeito de Campina Grande (PB), disse que compreende a situação econômica que os municípios vêm enfrentando.

“É com alegria que aprovamos esse projeto, sobretudo para dar mais tranquilidade aos gestores, já que as quedas sistemáticas de arrecadação trouxeram preocupações e prejuízos dos mais variados para a gestão pública.”

Valor do 1° decêndio de outubro referente ao FPM será repassado nesta terça-feira (10)

Nesta terça-feira (10), os municípios brasileiros devem receber da União um montante de R$ 4.105.723.849,37. O valor é referente à parcela do primeiro decêndio de outubro, do Fundo de Participação dos Municípios. A quantia é 11% maior se comparado ao primeiro decêndio de setembro deste ano.

Quando a comparação é feira com o mesmo período de 2022, o repasse do FPM segue a tendência de queda. Nesta transferência a redução foi de 13%. No ano passado, o valor pago nesta mesma época foi de R$ 4.734.554.97.

O consultor de orçamento César Lima considera que, apesar da queda em relação ao ano passado, esse repasse mostra uma retomada do crescimento.

“A boa impressão que passa é que nós estamos numa curva ascendente, que vem se retomando o crescimento da arrecadação — e isso se refletindo no FPM. O que é muito bom para os municípios que vêm passando por grandes dificuldades fiscais nesse início de segundo semestre”, destaca.

Fonte: Brasil 61

548 vagas de emprego disponíveis nas agências do trabalhador nesta segunda

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Entre os destaques estão 109 oportunidades para repositor de mercadorias destinadas a pessoas com deficiência

As agências do trabalhador do Distrito Federal terão 548 vagas de emprego nesta segunda-feira (9). As oportunidades contemplam diferentes perfis de candidatos, com salários que variam de R$ 1.320 a R$ 2.400, mais benefícios.

O grande destaque entre as oportunidades é para o cargo de repositor de mercadoria, que tem o maior número de vagas. São 109 chances destinadas a pessoas com deficiência que tenham o ensino médio completo. Não é necessário ter experiência na função. O salário previsto é de R$ 1.399. Outro cargo com muitas vagas é de atendente de lojas e mercado. Com salário de R$ 1.442, a função não necessita de experiência, basta o candidato ter o ensino fundamental completo.

Mesmo que o candidato não tenha interesse por nenhuma vaga do dia, ele pode se cadastrar para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram

Já o destaque entre os salários está o ofício de carpinteiro. São duas chances disponíveis no Riacho Fundo. A função não exige experiência e nem nível de escolaridade. Há ainda dez vagas para carpinteiro no Guará com salário de R$ 2,2 mil. Também não é preciso já ter atuado na função e nem ter uma escolaridade específica.

Todas as vagas contam com benefícios para além do salário. Os interessados podem cadastrar o currículo no aplicativo Sine Fácil ou ir a uma das 14 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que o candidato não tenha interesse por nenhuma vaga do dia, ele pode se cadastrar para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores que desejarem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar nas unidades e pelo aplicativo Sine Fácil. Também é possível solicitar atendimento pelo e-mail gcv@setrab.df.gov.br. Há, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Trabalho.

Coluna do Fluminense | Derrota de Diniz

Por Raimundo Ribeiro

Derrota de Diniz O Fluminense foi para o clássico contra o Botafogo com uma formação ofensiva (5 atacantes) e apenas um volante (André).

Isso trás um deserto no nosso meio campo defensivo cujos espaços são muito bem aproveitados pelo Botafogo que, em 22 minutos abriu 2×0 no placar.

Aos 25 minutos, Diniz tira Marlon e coloca Alexsander tentando melhorar o nosso desempenho defensivo.

Se percebe que Diniz está experimentando formas de jogar, enquanto o Botafogo está jogando para vencer o campeonato.

A alteração melhorou muito pouco, mas ainda assim o Fluminense passou a levar perigo ao adversário.

Apesar da pequena melhora, o problema defensivo nosso é a péssima atuação de ganso, que além de não criar nada, também não consegue auxiliar André na marcação, e com isso o Botafogo desfila pelo deserto que são nossas laterais.

Aos 41 minutos, JK perde gol feito.

Talvez a melhor alteração seja a entrada de Diogo Barbosa e a saída de Ganso, deslocando Marcelo para o meio, e Diniz se convencer que a formação com ganso como volante não é boa pois expõe muito o nosso setor defensivo.

Voltamos para o segundo tempo com Lima no lugar de Ganso, corrigindo o erro de escalação inicial.

O Fluminense passou a ocupar o setor ofensivo pressionando em busca de diminuir a diferença.

Apesar da enorme visão de jogo, Marcelo tem errado muitos passes.

O Fluminense erra muitos passes no setor ofensivo, permitindo contra ataques perigosos.
Péssima atuação também de Keno, que sai para entrada de Diogo Barbosa.

Aos 25 minutos saem Samuel Xavier e Marcelo para entrada de Léo Fernandes e Yony González.

Se Diniz foi um dos responsáveis pela classificação para a final da Libertadores, neste jogo foi o professor pardal, inventando o que não corria o risco de dar certo.

O Botafogo não tem nada com isso, foi lá e jogou com a seriedade que o clássico exigia, ganhando merecidamente.

Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺

Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

 

Alimentação escolar de 43 mil alunos do DF contará com produtos orgânicos

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Em iniciativa pioneira no Brasil, projeto-piloto será implementado em 53 escolas no Guará e em São Sebastião para incluir gêneros produzidos pela agricultura familiar local nos cardápios

Oferecer uma alimentação ainda mais saudável aos estudantes do ensino público do Distrito Federal é o objetivo do projeto-piloto que será implantado este ano pelo governo em 53 escolas públicas localizadas no Guará (28) e em São Sebastião (25). Nos próximos meses, as instituições passarão a contar em seus cardápios com gêneros alimentícios orgânicos produzidos pela agricultura familiar, beneficiando 43.249 alunos e cerca de 80 produtores.

“Sabemos que a plantação orgânica não usa defensivos agrícolas e nem agrotóxicos. É uma forma de produção mais sustentável. Assim, chegamos a cardápios mais saudáveis e mais diversificados para os nossos estudantes, além de estarmos contribuindo para o meio ambiente e para toda uma cadeia produtiva que passa a ter um comprador certo”Juliene Santos, diretora de Alimentação Escolar

Serão investidos aproximadamente R$ 3 milhões dos R$ 23,3 milhões do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) na primeira compra de alimentos orgânicos do Distrito Federal, cumprindo a determinação da Lei (distrital) 7.075/2022 , que dispõe sobre a obrigatoriedade da inclusão de alimentos orgânicos ou de base agroecológica na alimentação escolar nas unidades da rede de ensino público do DF, e tornando a unidade da federação pioneira na iniciativa.

“Sabemos que a plantação orgânica não usa defensivos agrícolas e nem agrotóxicos. É uma forma de produção mais sustentável. Assim, chegamos a cardápios mais saudáveis e mais diversificados para os nossos estudantes, além de estarmos contribuindo para o meio ambiente e para toda uma cadeia produtiva que passa a ter um comprador certo”, analisa a diretora de Alimentação Escolar da Secretaria de Educação (SEEDF) e responsável técnica pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) do DF, Juliene Santos.

O chamamento público da aquisição foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) e contemplou três associações de produtores nos assentamentos Chapadinha (Sobradinho), 15 de Agosto (São Sebastião) e em Santa Maria, que ficarão responsáveis pela distribuição dos produtos às instituições de ensino.

O contrato das organizações com o Governo do Distrito Federal (GDF) está em fase de oficialização.

Escolha das regionais

Por se tratar da primeira compra oficial de orgânicos para alimentação escolar, o processo será em formato piloto para que seja analisada a experiência em relação à melhor forma de execução do contrato, a aceitabilidade dos gêneros pelos estudantes e a capacidade de produção dos agricultores em relação aos gêneros alimentícios.

O processo será em formato piloto para que seja analisada a experiência em relação à melhor forma de execução do contrato, a aceitabilidade dos gêneros pelos estudantes e a capacidade de produção dos agricultores

Para essa primeira fase, foram selecionadas duas regionais de ensino que já recebiam gêneros orgânicos das associações que tinham contratos regulares de agricultura familiar. A decisão partiu de reuniões de um grupo de trabalho composto pelas secretarias de Educação e de Agricultura (Seagri-DF) e pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF).“Desde que o DF adotou a agricultura familiar, as associações que entregavam para essas regionais (Guará e São Sebastião) já ofereciam gêneros alimentícios orgânicos. Elas faziam as entregas, mas não tinham um pagamento diferenciado. Então, sabíamos da facilidade e capacidade de produção para essas escolas”, revela Juliene Santos.

A nova forma de contrato também prevê a aquisição de todos os 32 itens provenientes da agricultura familiar. Entre os produtos estão morango, maracujá, abóbora e hortaliças folhosas. Entre as novidades, as escolas poderão contar com berinjela, batata-inglesa e alho, que eram itens que costumavam entrar no pregão normal de fornecedor.

“Dando tudo certo com essa experiência piloto, queremos incentivar que outras cooperativas comecem a plantar orgânicos para que possamos apoiar ainda mais agricultores e expandir as possibilidades dentro da rede pública”, acrescenta a diretora de Alimentação Escolar da SEEDF.

ITA deve impulsionar desenvolvimento tecnológico no Nordeste

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Será instalada uma unidade do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) em Fortaleza

A instalação de uma unidade do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) em Fortaleza, no Ceará, deverá impulsionar o desenvolvimento tecnológico de todo o Nordeste e ajudar a dar mais equilíbrio no desenvolvimento do país, disse Suzeley Kalil, pesquisadora e professora da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e do Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas.“A instalação do ITA traz a promessa de desenvolvimento realizada pela implantação do instituto na cidade de São José dos Campos (SP), que passou a ser atrativa para empresas de alta tecnologia. Porém, se olharmos para outros centros de ensino, verificamos que não o ITA em si, mas a presença de centros de pesquisa de alta complexidade é que traz o desenvolvimento. Assim, penso que a instalação de qualquer centro de pesquisa no Nordeste é de grande importância, não apenas para o desenvolvimento regional, mas também para promover maior equilíbrio no desenvolvimento do país”, acrescentou.

História

A primeira escola de formação de engenheiros aeronáuticos do Brasil surgiu em 1950 na cidade de São José dos Campos, no interior paulista. Considerado referência no ensino de engenharia do Brasil, o ITA é uma instituição universitária pública, mas ligado ao Comando da Aeronáutica.

Hoje, ele oferece seis cursos de graduação nessa unidade. E, agora, essa escola deve se expandir para o Nordeste, com o anúncio feito recentemente pelo governo federal. Essa nova unidade deverá ter cursos voltados a estudos sobre energia.

Para a professora, a criação de uma unidade do ITA no Ceará pode ter sido motivada pela grande aprovação de alunos do estado nas vagas oferecidas pelo instituto. Um levantamento feito pelo ITA mostrou que mais de 36% dos aprovados na instituição estudaram em Fortaleza.

“Creio que este fato impactou na decisão do governo de criar uma nova unidade, mas não deve ser o único motivo. É provável que tenha havido demanda por parte do próprio estado do Ceará nessa direção. Também deve ter pesado a expressiva votação de [do presidente da República] Lula na região. É bom lembrar ainda que os governos anteriores de Lula e Dilma [Rousseff, ex-presidente da República] alimentaram uma visão de desenvolvimento e de educação melhor distribuída no território”, disse ela.

Outra razão que poderia explicar a instalação de uma unidade do ITA no Ceará, disse Suzeley, é o fato de que o idealizador e verdadeiro construtor do ITA, Casimiro Montenegro, era natural do Ceará.

Um desses alunos cearenses aprovados no ITA foi Leonardo Bruno Pedroza Lima. Hoje, ele leciona Física e é supervisor pedagógico do Colégio Ari de Sá Cavalcante, em Fortaleza, que tem turmas voltadas para a preparação ao vestibular do ITA e do Instituto Militar de Engenharia (IME).

“Eu sou engenheiro de computação formado no ITA. Sou cearense e me preparei para o ITA na escola em que hoje trabalho, o colégio Ari de Sá. É uma enorme satisfação poder ajudar outras pessoas a realizar o sonho de ingressar no ITA”, disse ele, em entrevista à Agência Brasil.

Segundo Leonardo, as turmas voltadas para o vestibular do ITA e do IME no Colégio Ari de Sá Cavalcante tem alta procura e são frequentadas por cerca de 350 alunos a cada ano. Além desse colégio, há muitos outros cursos preparatórios voltados para o ITA na região Nordeste. E para o professor, esse mercado deve crescer nos próximos anos, caso a nova unidade do instituto seja, de fato, instalada no Ceará.

“Há cursos específicos para a preparação para o vestibular do ITA em Fortaleza, Teresina, Recife e Salvador. Em Fortaleza, há sete escolas que possuem turmas específicas voltadas para o vestibular do ITA. Na região Sudeste, o principal curso que prepara para o ITA fica em São José dos Campos (SP), a mesma cidade onde fica o ITA. Tudo indica que a instalação de uma unidade do ITA aqui no Ceará fará com que este mercado cresça ainda mais”, disse.

Para o professor e supervisor do cursinho preparatório para o ITA, a instalação de uma unidade no Ceará pode também contribuir para a permanência desses talentos na região.

“Uma parcela significativa das nossas mentes mais brilhantes é enviada para São Paulo e, após se formar,  acaba sendo absorvida pelo mercado de trabalho da região Sudeste. Com um ITA aqui no Ceará, aqui na região Nordeste, seguramente teremos mais chances de reter esses talentos e criar as condições para que eles contribuam para o desenvolvimento da região, se envolvendo nos problemas que temos por aqui e olhando para os potenciais do Nordeste que podem ser desenvolvidos, como por exemplo, a indústria das energias renováveis”, opinou.

Em setembro, durante uma visita do ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, o reitor do ITA, Anderson Ribeiro Correia, também falou sobre o avanço que a nova unidade poderá trazer para a região. “Será uma oportunidade de reter mentes brilhantes, que, historicamente, vêm sendo aprovadas nos vestibulares para o ITA, e aproveitá-las na contribuição para esse desenvolvimento”, disse ele, na ocasião.

Modelo avançado

Suzeley Kalil afirmou que o modelo de educação proposto pelo ITA – com a formação de engenheiros militares e civis – é avançado, mas com poucos exemplos pelo mundo.

“O ITA traz em si uma visão de desenvolvimento muito particular, que visa a autonomia do país e que tem no estado seu grande pilar. Tal visão é o reverso da concepção liberal que é majoritária no Brasil. Os anos que separam a inauguração do ITA sudestino para o nordestino estão basicamente relacionados com uma visão vira lata de país – a função do Brasil no mundo é produzir commodities – e preconceituosa de seu povo – o brasileiro é preguiçoso e indolente”, avaliou.

Para ela, o ITA não se encaixa como uma escola militar, mas como um centro de pesquisa, que deveria ser um exemplo para o país.

“A educação militar deveria ter no ITA seu padrão, isto é, defendo que não deveriam existir escolas apenas para a formação de oficiais das Forças Armadas, mas escolas que formassem cidadãos e academias de tempo parcial para treinamento específico militar. Assim, penso que se tivéssemos mais escolas como o ITA não teríamos Forças Armadas apartadas da sociedade, como são as nossas Forças Armadas hoje”, disse ela. E finalizou: “As escolas militares são celeiro de autonomia militar, desenvolvendo militares que acreditam ter como missão tutelar a sociedade”.

Hospital de Samambaia amplia média mensal de cirurgias eletivas em 2023

Até o fim de julho, foram feitos mais de 2,5 mil procedimentos, cerca de 361 ao mês – média 12% superior à de 2022. Unidade é referência em retirada de vesícula e correção de hérnias

Samambaia, 7 de outubro de 2023 – Centro de referência para realização de cirurgias eletivas da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), o Hospital Regional de Samambaia (HRSam) ampliou a média mensal de procedimentos realizados em 2023. Até o fim de julho, a unidade somou 2.531 cirurgias eletivas, uma média de 361 ao mês. No ano passado, foram cerca de 322 a cada mês.

De acordo com o diretor do HRSAm, Josinaldo Cruz, a unidade conta com o chamado Hospital Modular Acoplado, estrutura inaugurada em 2021 com foco no combate à covid-19 atualmente voltada para a clínica cirúrgica. “A transferência de todo o serviço para uma mesma estrutura moderna e de alta qualidade tem influenciado muito positivamente no tratamento e na recuperação dos pacientes”, destaca.

O diretor do HRSAm, Josinaldo Cruz, ressalta que equipamentos usados na pandemia de covid-19 hoje estão voltados para a clínica cirúrgica | Fotos: Jhonatan Cantarelle/ Agência Saúde-DF

Em 2023, o HRSam também foi beneficiado com a aquisição de um novo foco cirúrgico, ativado no centro obstétrico, e de “carrinhos de anestesia”, como são chamados os equipamentos necessários para a realização das cirurgias.

A coordenadora de atenção especializada à saúde da SES-DF, Bianca Lima, explica que, enquanto os hospitais regionais de Taguatinga e de Ceilândia são referência para atendimentos de urgência, inclusive com necessidade de cirurgias não planejadas, o HRSam fica dedicado aos procedimentos com marcação prévia.

“O hospital é referência para cirurgias eletivas de média e baixa complexidade em hérnias e vesículas”, explica. Também são realizados outros procedimentos, como histerectomias, laqueaduras, retirada e reconstrução de mamas.

O HRSAm mantém o atendimento 24 horas a mulheres em trabalho de parto, com uma média superior a 300 partos por mês. Outro destaque é a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), atualmente com 27 leitos ocupados tanto por pacientes que deram entrada no hospital quanto por transferidos de outras unidades do DF. Por meio do contrato de manutenção predial da SES-DF, foram iniciados serviços de adequação para ativação de mais três leitos de UTI.

IgesDF promove seminário sobre prevenção e combate ao assédio

Durante o evento, realizado nesta sexta (6), o Instituto lançou política para nortear os colaboradores acerca das melhores práticas no ambiente corporativo

Brasília, 7 de outubro de 2023 – Aproximadamente 200 colaboradores do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) participaram do II Seminário de Prevenção e Combate ao Assédio do IgesDF, realizado no Auditório Valderia da Silva Barbosa, no edifício-sede da direção-geral da Polícia Civil do DF (PCDF). Foram realizadas palestras para apresentar características, consequências e medidas preventivas acerca do assédio, bem como temas relacionados à construção da cultura de saúde mental nas organizações.

O diretor-presidente do IgesDF, Juracy Cavalcanti, o diretor vice-presidente, Caio Falcão, e o coordenador de Compliance e Governança, Eduardo Corrêa, participaram da abertura do seminário e realizaram o lançamento da Política de Prevenção e Combate ao Assédio do Instituto, bem como reforçaram o compromisso da administração do IgesDF acerca das ações de combate e prevenção ao assédio.

“O lançamento da Política de Prevenção e Combate ao Assédio é um importante avanço no processo de implantação do Programa de Integridade do IgesDF, a fim de normatizar, bem como nortear os colaboradores acerca das melhores práticas no ambiente corporativo”, disse Eduardo Corrêa.

Novo decreto regulamenta concessão de serviços de iluminação pública no DF

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Ato normativo estabelece 60 dias para que GDF e CEB celebrem contrato de prestação de serviço

decreto nº 45.033/23 foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) para regulamentar a lei distrital nº 7.275/23, que outorga à CEB Iluminação Pública e Serviços SA (CEB Ipes) a prestação dos serviços de iluminação pública no DF, mediante concessão.

O Distrito Federal e a CEB têm 60 dias para assinar contrato que vai regular a prestação de serviços por 30 anos. Após a assinatura, a companhia passa a ser responsável pelo planejamento, investimento, gestão, melhoramento, expansão e manutenção do sistema de iluminação pública.

O normativo também estabelece que o valor da Contribuição de Iluminação Pública (CIP) será repassado para a CEB descontadas as quantias usadas para o pagamento de energia consumida pela iluminação pública e a desvinculação de receitas de estados e municípios. O restante será usado para investimentos e manutenções no parque de iluminação.

“Estamos focados no nosso desafio de modernizar todo o parque de iluminação pública nos próximos três anos, com a substituição de todas as 365 mil luminárias por modelos LED”, anuncia o presidente da CEB, Edison Garcia. “Além de ser mais eficiente e econômica, a iluminação de LED gera sensação de segurança”. O decreto ainda determina mecanismos de fiscalização, transparência e prestação de contas.