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Deputado do DF é convidado para participar de Conferência da ONU

Eduardo Pedrosa irá mediar um painel e apresentar os resultados do trabalho realizado no Distrito Federal de apoio a pessoas com Síndrome de Down

O deputado distrital Eduardo Pedrosa (União) foi convidado para participar da 13ª Conferência do Dia Internacional da Síndrome de Down, na sede das Nações Unidas (ONU), em Nova York (EUA), que acontece nesta quinta-feira (21). Eduardo irá mediar um painel e apresentar os resultados do trabalho realizado no Distrito Federal.

O distrital é responsável pela criação de uma política distrital de apoio a pessoas com Síndrome de Down. No DF, também foi realizada a primeira pesquisa amostral para conhecer melhor esse público, suas demandas por região, os recursos provenientes de emenda parlamentar.

Eduardo também irá falar do CrisDown e a institucionalização do CrisDown. ‘’O governador Ibaneis Rocha concordou em fazer essa institucionalização do CrisDown e agora teremos um programa permanente, independente de governo. Este é um programa do qual devemos nos orgulhar; no DF, não há fila na rede de atendimento da Secretaria de Saúde. É um serviço de excelência e referência no Brasil’’, comemora Eduardo.

Como representante da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos e da Atenção à Pessoa com Síndrome de Down, Pedrosa pretende fortalecer a agenda de promoção, inclusão e garantia dos direitos das pessoas com deficiência. A conferência, segundo o distrital, é uma oportunidade de compartilhar experiências para aprimorar as ações do Poder Legislativo voltadas ao desenvolvimento do protagonismo, dignidade e autoestima das pessoas com a síndrome.

Aumentar a conscientização e criar uma voz única, global, para defender os direitos, a inclusão e o bem-estar dessa população, além de disseminar informações para promover a inclusão desse segmento, são as principais bandeiras do parlamentar neste encontro.

Haná Restaurante Japonês: oferece opções de pratos rápidos para o dia a dia

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Para a rotina atribulada na cidade, a escolha perfeita para quem quer sabor e praticidade

Rodizio Hana (Foto Romulo Juracy)

O horário do almoço nem sempre é suficiente para desfrutar de uma refeição saborosa e completa. Pensando nisso, o Haná, localizado na 408 Sul, oferece uma experiência prática e deliciosa, ideal para quem tem pouco tempo, mas não abre mão de um bom paladar.

O Haná é um dos restaurantes de gastronomia japonesa mais queridos do quadradinho, um local ideal para aquela reunião de negócios ou o almoço rápido com os colegas de trabalho. A casa também se destaca pelo ambiente aconchegante e atendimento impecável. A equipe do restaurante está sempre pronta para receber com cordialidade e ajudar os clientes na escolha dos melhores pratos.

Com um mix bem variado, que agrada a todos os paladares, o Haná oferece diversos sushis, sashimis, temakis, combinados, pratos quentes e muito mais. Tudo é preparado com ingredientes frescos e de alta qualidade, garantindo um sabor inigualável.

Para quem busca praticidade sem abrir mão do sabor, a casa oferece duas opções imperdíveis e disponíveis no almoço e no jantar:

O Rodízio Premium é ideal para quem deseja saborear o melhor da culinária japonesa sem se preocupar com o tempo. Uma experiência completa com mais de 40 peças de sushi, 11 pratos quentes, além de sashimis, carpaccios, robatas, temakis, grelhados e especialidades preparados na hora pelos sushimen da casa.

O toque final fica por conta dos “especiaizinhos”, que são criações exclusivas feitas pela equipe de sushimen da casa. É a união perfeita de ingredientes frescos e escolhidos a dedo com um quê inovador que agrada a todos os paladares. No cardápio, peças feitas com camarão, ovas negras, ovas laranjas, anchova defumada, azeite trufado e outras delícias para deixar todo mundo com água na boca!  Tudo isso por R$ 124,90, por pessoa.

Outro destaque é o Buffet Light. São mais de 40 peças de sushis, 11 pratos quentes à vontade, dentre eles, preparos que levam frutos do mar, peixes e algumas sugestões de sobremesas. Além de serem extremamente saborosos, são variedades leves e com toque marcante no paladar. A opção está disponível todos os dias, tanto no almoço como no jantar. O valor é de R$94,90, por pessoa.

Para combinar com aquele almoço pratico, a casa ainda oferece uma vasta carta de vinhos nacionais e importados, com opções que harmonizam com o buffet light e o rodízio premium.

Serviço:
Haná Restaurante Japonês
Endereço: 407 Sul, Bloco C, Loja 22 – Brasília, DF
Telefone: (61) 3244-9999
Instagram: @hanajapones
Facebook: /restaurantehanabsb

Horário de funcionamento:
Almoço: Segunda a sexta-feira das 12h às 15h / Sábados e domingos das 12h às 16h
Jantar: De domingo a quinta-feira das 18h30 às 23h / Sexta e sábado das 18h30 à 0h00

Trombose: Brasil bate recorde de internações em decorrência da doença

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Especialista alerta para o tratamento e diagnóstico precoce 

Em 2023, o Brasil registrou um aumento nos casos de trombose venosa. Durante os primeiros oito meses do ano, uma média de 165 pessoas por dia precisaram de hospitalização na rede pública de saúde para tratar essa condição, de acordo com uma análise inédita realizada pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), utilizando dados fornecidos pelo Ministério da Saúde.

Ainda segundo o levantamento, entre janeiro de 2012 e agosto de 2023, mais de 489 mil brasileiros foram internados para tratar da doença. Para especialistas , os dados evidenciam a necessidade de conscientização da sociedade sobre hábitos mais saudáveis, além de cuidados diários relacionados à saúde vascular.

Dra Camila Helena Oliveira, que é angiologista e cirurgiã vascular da clínica Venous, explica que a trombose é uma condição vascular que ocorre quando coágulos sanguíneos causam a interrupção do fluxo de sangue. “Existem dois tipos principais de trombose: a trombose venosa profunda (TVP), que se desenvolve nas veias profundas das pernas, e a trombose arterial, que ocorre nas artérias, geralmente devido ao acúmulo de placas de gordura, conhecida como aterosclerose. A TVP pode ser causada por fatores como: imobilidade prolongada, cirurgia, trauma, predisposição genética, câncer, uso de hormônios, gestação, pós parto e obesidade, enquanto a trombose arterial está frequentemente associada ao tabagismo, diabetes, hipertensão arterial e colesterol alto, que são fatores de risco para aterosclerose.”

A especialista também ressalta a importância do diagnóstico, e alerta sobre as consequências da trombose, que podem ser severas quando não diagnosticadas precocemente. “Quando um coágulo de uma veia se solta e anda pela corrente sanguínea, pode obstruir o fluxo da circulação do pulmão, resultando em condição potencialmente fatal chamada embolia pulmonar, assim como a trombose venosa não tratada pode levar a inchaço crônico e úlceras na pele, enquanto a trombose arterial pode causar amputação de perna, infarto agudo do miocárdio ou acidente vascular cerebral”, afirma a médica.

Segundo a Dra Camila, a trombose, muitas vezes, tem sintomas silenciosos, passando despercebidos ou confundidos com outras doenças. “As pessoas podem ignorar os primeiros sinais, o que pode agravar ainda mais a situação. É de extrema importância que todos estejam conscientes dos sintomas típicos da trombose para procurar um médico especialista, que fará o diagnóstico com o ecodoppler vascular, um ultrassom que avalia o fluxo sanguíneo nas veias e artérias” explica a cirurgiã vascular.

A especialista destaca alguns sintomas associados a trombose venosa:

  • Dor e inchaço nas pernas: Muitas vezes, a trombose venosa profunda começa com dor e inchaço na perna afetada.

  • Vermelhidão no trajeto da veia: quando a trombose afeta as veias mais superficiais, quadro conhecido como tromboflebite, onde o trajeto da veia fica vermelho e endurecido.

  • Falta de Ar e Dor no Peito: Em casos mais graves, a trombose pode levar à embolia pulmonar, causando falta de ar, dor no peito e até mesmo a morte.

  • Sensação de peso nas pernas

São sintomas relacionados à trombose arterial:

  • Dor ou sensibilidade na perna afetada, que pode ser constante ou aumentar ao caminhar, causando interrupção da caminhada ou mesmo acordar o paciente durante o sono devido a dor.

  • Frialdade, palidez e coloração arroxeada dos dedos dos pés ou mãos.

  • Perda de Função do Órgão: Se a trombose arterial ocorrer em um órgão vital, como o coração, cérebro ou rins, pode levar a sintomas relacionados à disfunção desse órgão, como infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral ou insuficiência renal.

Prevenção e Conscientização

A prevenção e conscientização são peças chave na batalha contra a trombose. É fundamental que as pessoas estejam bem informadas sobre os fatores de risco e os sinais de alerta associados a essa condição vascular séria.  “Em caso de suspeita de trombose ou na presença de fatores de risco, é aconselhado uma consulta médica sem demora”, adverte Camila. A angiologista também acrescenta algumas medidas eficazes que podem auxiliar na redução do risco de trombose. “Primeiramente, é importante movimentar-se regularmente, evitando permanecer sentado ou em pé por longos períodos, sobretudo durante viagens prolongadas. Manter-se bem hidratado é fundamental para garantir o adequado fluxo sanguíneo. Para aqueles com risco elevado, o uso de meias de compressão pode ser recomendado com orientação médica. Controlar fatores de risco, como a obesidade, o tabagismo e o uso de anticoncepcionais hormonais, também é essencial”.

Omissões em editais e correções robotizadas levam concurseiros ao judiciário para garantir aprovação

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Com a retomada dos concursos públicos pelo atual governo – em 2023, foram abertas mais de 9 mil vagas e este ano o “Enem” dos concursos tem o mês de maio para aplicação das provas -, juristas dão como certo o aumento da intervenção judicial para garantir o controle de atos administrativos. Isso porque tem sido cada vez mais recorrente nas provas dos certames questões controversas, viciadas ou eivadas de nulidade, e recursos indeferidos de maneira genérica. Como consequência das omissões e das correções mecanizadas, os concurseiros que se sentem prejudicados têm buscado a via judicial.

“Nas correções de prova de concursos públicos, embora afastada a possibilidade de o Poder Judiciário substituir a banca examinadora para avaliar as respostas dos candidatos e as notas a eles atribuídas, o Judiciário pode intervir quando há ilegalidades e verificar a compatibilidade do conteúdo das questões com o espelho de correção e com o que está previsto no Edital do certame”, explica Pedro Auar, advogado especialista em advocacia para concursos públicos e para o Exame da Ordem dos Advogados.

Segundo Pedro Auar, os problemas com as questões de provas, sobretudo com os recursos administrativos, têm sido mais e mais frequentes e levado bancas examinadoras, entes federativos e autarquias, ao polo passivo de ações judiciais.

Quanto às provas, os principais problemas apontados por Auar são os relacionados à cobrança de temas não especificados no edital, questões erradas, com dupla resposta ou mesmo sem resposta, questões que não estão pacificadas em tribunais superiores, que ofendem a lei ou a jurisprudência, e as que não trazem elementos mínimos necessários para sua resolução. “Isso ofende o edital, traz insegurança jurídica e coloca em xeque a qualidade do concurso”, afirma o advogado.

Sobre os recursos, ainda na via administrativa, previstos no instrumento convocatório, as falhas estão, majoritariamente, nas respostas-padrão às impugnações dos candidatos. “É um direito do candidato ou examinando ter o seu recurso enfrentado. E é um dever da banca analisar e dar a efetiva contraprestação no que se refere às respostas a esses recursos, sob pena de infringir o artigo 5º da Constituição Federal, o Tema 485 do STF e o devido processo legal, quanto ao duplo grau administrativo”, ressalta Auar.

De acordo com o advogado, candidatos ou examinandos que se sintam prejudicados, inclusive cotistas e PCDs, podem se valer de uma gama de instrumentos judiciais, a depender da natureza da violação, para garantir a proteção de seus direitos. “O Ministério Público Federal ou o Ministério Público Estadual, enquanto guardião dos direitos coletivos e difusos, pode ser acionado e a notícia de um fato virar um inquérito civil para apurar irregularidades em um concurso ou mesmo se transformar em uma ação civil pública. Associações que defendem os interesses dos concurseiros e a Defensoria Pública também são alternativas, dependendo da violação do direito e da esfera do certame”, diz o especialista.

Para Auar, o candidato precisa estar atento, especialmente se o concurso contar com mais de uma fase, dando prioridade à leitura e ao entendimento do edital e seus aditivos, já que o documento faz lei entre as partes.

Embora a falta de recurso administrativo não impeça a ação judicial, o advogado encoraja os concurseiros a recorrerem junto à banca examinadora do certame e dá uma dica: “Na hora da interposição do recurso, o candidato ou examinando precisa casar a argumentação com as cláusulas do edital, mostrando não apenas a incorreção, mas como o erro e/ou a questão ofendem o edital. Por parte das bancas examinadoras, a prova e o recurso precisam ser tratados com o devido esmero, cabendo decisões sempre motivadas.”

Importante também destacar que na esfera administrativa, os recursos têm efeito amplo, dito “erga omnes”, ou seja, o que vale para um candidato vale para todos. Pelo Judiciário, porém, os efeitos são interpartes, valendo-se do benefício de uma sentença favorável apenas o candidato ou examinando que ajuizou a ação.

Mais sobre o Escritório Auar Advogados

Pedro Luiz Moreira Auar Pinto está à frente do Escritório Auar Advogados desde 2017, atuando de forma destacada na prestação de serviços jurídicos, como especialista na advocacia para concursos públicos e exames da Ordem dos Advogados do Brasil. Com uma equipe de profissionais dedicada para prestar assistência a seus constituintes, o Escritório Auar Advogados oferece as melhores estratégias para candidatos e examinandos recorrerem judicialmente de decisões administrativas injustificadas. Para saber mais sobre como o Escritório Auar Advogados pode ajudar na solução de conflitos, acesse https://linktr.ee/pedroauar e siga @pedroauar no Instagram. Por meio de lives, Pedro Auar auxilia gratuitamente concurseiros de todo o País no ErrosPcerj (@errospcerj) e no ErrosExameOab (@errosexameoab).

Celina participa da posse do Conselho Regional de Contabilidade do DF

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O novo presidente do biênio e os conselheiros do quadriênio assumiram os mandatos em cerimônia nesta quarta-feira (20) no auditório da Câmara Legislativa

O novo presidente do Conselho Diretor e os novos conselheiros efetivos e suplentes do Conselho Regional de Contabilidade do Distrito Federal (CRCDF) tomaram posse, nesta quarta-feira (20), em cerimônia no auditório da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). A solenidade contou com a participação da vice-governadora do DF, Celina Leão.

“O GDF está de portas abertas para discutir com a categoria os gargalos do dia a dia. Sabemos o que vocês significam para nós, nos dando segurança jurídica”

Celina Leão, vice-governadora do DF

“Num país onde o direito tributário e as legislações mudam quase todos os dias, é realmente uma carreira de se valorizar e hoje eu vim aqui trazer o abraço do governador Ibaneis Rocha”, afirmou Celina Leão.

A vice-governadora também deixou o Governo do Distrito Federal à disposição da categoria. “O GDF está de portas abertas para discutir com a categoria os gargalos do dia a dia. Sabemos o que vocês significam para nós, nos dando segurança jurídica”, completou.

Em solenidade que contou com a participação da vice-governadora do DF Celina Leão, os novos presidente do Conselho Diretor e conselheiros efetivos e suplentes do CRCDF tomaram posse nesta quarta-feira (20), no auditório da CLDF (Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília)

Os novos membros da diretoria foram eleitos em 4 de janeiro na primeira reunião ordinária do ano. A presidência do Conselho Diretor do CRCDF ficou com o contador Darlan Lima de Barbosa. Ele assume o biênio de 2024/2025, enquanto os conselheiros estarão no cargo pelo quadriênio de 2024/2027.

“A profissão contábil é muito importante, porque permeia todas as áreas da economia. Para mim, representar a classe contábil no DF é uma honra. O desafio é mobilizar e unir a classe em busca de valorização e reconhecimento”, destacou o presidente do CRCDF.

“Num país onde o direito tributário e as legislações mudam quase todos os dias, é realmente uma carreira de se valorizar e hoje eu vim aqui trazer o abraço do governador Ibaneis Rocha”, disse a vice-governadora Celina Leão em saudação aos novos membros da diretoria do CRCDF

Darlan de Lima Barbosa tem ampla experiência contábil. Foi presidente do Conselho Deliberativo da Fundação de Previdência Complementar dos Servidores Públicos do Distrito Federal (DF-Previcom) e atuou como consultor técnico-legislativo na CLDF.

Também estiveram presentes na solenidade os secretários de Governo, José Humberto Pires de Araújo, e de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz.

Relação com o governo

Algumas semanas antes da cerimônia de posse, o governador Ibaneis Rocha recebeu o novo presidente do Conselho Regional de Contabilidade. A visita do novo gestor teve como objetivo fortalecer ainda mais a relação institucional. Atualmente, o DF conta com mais de 15 mil contabilistas vinculados ao CRCDF.

“Fui me apresentar e, mais do que isso, colocar a classe contábil à disposição do governo para desenvolver políticas, projetos e iniciativas que possam contribuir com o desenvolvimento econômico, social e sustentável do DF”, explicou Darlan Barbosa.

Ao longo do ano passado, o GDF promoveu reuniões com o conselho para debater e apresentar o novo sistema de Gestão, Fiscalização e Arrecadação do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS). A plataforma trouxe segurança fiscal e contribuiu para o pagamento de tributos.

A ferramenta abriga declaração de serviços prestados, livro fiscal de registro, geração de guias, declarações especiais e emissão e cancelamento gratuitos da Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e).

Projeto que põe fim às “saidinhas” de presos é aprovado pela Câmara

Proposta segue para sanção presidencial após votação no Congresso

Da Redação

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (20), um projeto de lei que encerra as chamadas “saidinhas” de presos durante feriados. A medida, agora, aguarda a sanção presidencial para entrar em vigor.

O relator do projeto é o deputado Guilherme Derrite (PL-SP), que se licenciou do cargo de Secretário de Segurança Pública de São Paulo para conduzir a aprovação da pauta. Após a votação do projeto, ele retornará ao cargo como secretário.

Atualmente, as saídas temporárias permitem que os detentos do regime semiaberto realizem visitas à família, frequentem cursos profissionalizantes e participem de atividades sociais. No entanto, o projeto restringe essa concessão, mantendo a exceção apenas para detentos de baixa periculosidade que forem realizar cursos estudantis ou profissionalizantes.

O relator argumentou que a sociedade se opõe ao benefício das saídas temporárias, citando estatísticas que indicam um aumento no número de ocorrências criminais após essas saídas, especialmente em datas comemorativas.

Além de abolir as “saidinhas”, o projeto trata da progressão de regime, condicionando-a à realização de exame criminológico favorável e ao bom comportamento do preso. Também prevê o uso de tornozeleira eletrônica no regime aberto e estabelece novas exigências para a progressão para esse regime.

No entanto, houve críticas à proposta. O autor do projeto, deputado Pedro Paulo (PSD-RJ), argumentou que o texto final acaba com o mecanismo de ressocialização de presos, ressaltando que apenas sair para estudar e trabalhar não é suficiente para promover a reinserção social.

O debate sobre o projeto dividiu opiniões entre os parlamentares, com alguns defendendo o fim das saídas temporárias como uma medida necessária para combater a impunidade, enquanto outros questionaram a eficácia da proposta e seus impactos sobre a ressocialização dos detentos.

Agora, resta aguardar a sanção presidencial para que as novas medidas entrem em vigor e possam repercutir no sistema prisional brasileiro.

Chico Vigilante apoia campanha salarial de professores do DF

No plenário da CLDF, o deputado também se referiu à campanha salarial dos vigilantes, cuja data-base é 1º de janeiro

Ao reportar assembleia da categoria realizada nesta quarta-feira (20), o deputado Chico Vigilante (PT) ratificou apoio aos professores da rede pública do Distrito Federal. “Foi a primeira assembleia do ano, na qual é retomada a campanha salarial e a luta pelo cumprimento do acordo firmado com o GDF no ano passado, que tem uma série de pontos não atendidos”, disse o distrital da tribuna da Câmara Legislativa.

Os docentes pedem 19,8% de reajuste. “A categoria já foi a mais bem remunerada do pais, hoje estão em sexto lugar”, completou.

O deputado também se referiu à campanha salarial dos vigilantes, cuja data-base é 1º de janeiro. “O sindicato patronal devia ter encaminhado uma proposta e não o fez, apesar de todos os esforços dos trabalhadores. E assim, por intransigência dos empresários, foi instaurado dissídio coletivo e os desembargadores irão analisar o pleito”, comentou.

Segundo Chico Vigilante, a categoria está disposta a fazer greve “para ter seus direitos respeitados”.

Câmara Legislativa homenageia servidoras da Casa

De autoria da deputada Dayse Amarilio (PSB), a cerimônia contou com a presença dos deputados Paula Belmonte (Cidadania) e Pepa (PP)

A Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Legislativa realizou, nesta quarta (20), solenidade para homenagear servidoras efetivas, comissionadas e terceirizadas que atuam na Casa. De autoria da deputada Dayse Amarilio (PSB), a cerimônia contou com a presença dos deputados Paula Belmonte (Cidadania) e Pepa (PP).

Na solenidade, foram entregues moções de louvor como forma de tributo às funcionárias da CLDF pelos serviços prestados. Segundo Dayse Amarilio, a solenidade é uma iniciativa de conscientização a respeito da importância das mulheres na transformação política e no fortalecimento da autoestima do público feminino.

“Nós queremos ouvir as mulheres que estão nesses espaços. Mulheres de fibra, que estão por trás, muitas vezes, dos mandatos e que ninguém vê”, afirmou a parlamentar. “Sabemos que há um mar de mulheres que estão na política, seja direta ou indiretamente. E a gente sabe que a política não é simples, não é fácil, principalmente para as mulheres”, frisou.

Durante a cerimônia, além de abordar a relevância de medidas para atender necessidades específicas das mulheres, Paula Belmonte destacou a proposta aprovada recentemente, que fiscaliza recursos destinados à primeira infância. “Não adianta falarmos de mulheres e de crianças se não tiver dinheiro de política pública”, salientou a parlamentar.

A solenidade encerra a 1ª Semana da Mulher: Fortalecendo Laços e Construindo Futuro, uma iniciativa com objetivo de celebrar e fortalecer o papel da mulher na sociedade. O evento disponibilizou serviços gratuitos à comunidade, como orientação jurídica para ações de divórcio e pensão alimentícia.

Houve, ainda, atendimentos para imunização contra doenças infecciosas, prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e assistência a vítimas de violência. A Semana da Mulher contou com apoio de secretarias de Estado e Desenvolvimento, Defensoria Pública e Polícia Civil do DF, além dos agentes Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e Serviço Social do Comércio (Sesc).

Artistas com Síndrome de Down contrariam previsões e viram inspirações

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Entidades sem fins lucrativos e especializadas como as Apaes entendem que a cultura e o esporte são fundamentais para inclusão de pessoas com Down

As tintas que saem das mãos e dos pincéis do artista plástico brasiliense Lúcio Piantino, de 28 anos, trazem uma linguagem abstrata e de sentido humano e inclusivo concreto. O rapaz, multiartista, também atua, dança e faz do palco uma própria casa. Ali, ele encarna palhaço, drag queen e amando tudo o que faz. No momento, outra felicidade é que está no caminho de concluir o ensino médio, que chegou a desistir no passado porque viu em escolas lugares hostis para pessoas com Síndrome de Down como ele.

“Eu sofri preconceito dentro da escola por ter síndrome de Down. Quando eu era adolescente, minha mãe me levou a pintar. E eu comecei a minha carreira de artista plástico”, afirmou Piantino em entrevista àAgência Brasil. Aliás, o momento de dificuldades é relembrado como um “marco” pela mãe, a produtora cultural e professora Lurdinha Danezy, de 65 anos.

Ela recorda que, aos 12 anos de idade, o menino pediu uma reunião familiar para se queixar da escola.

“Ele disse que não queria mais sofrer. Aí, eu o levei para o meu ateliê e comecei a dar material para ele pintar”. O artista nunca mais parou. Em telas, lonas, muros…“O primeiro quadro que eu pintei foi o Homem Quebrado. Eu peguei uma lona grande, de dois metros”, recorda o rapaz.

E acrescenta: “quando recebi o diagnóstico da síndrome de Down, me falaram que ele iria demorar para andar e falar, e que dificilmente iria conseguir estudar. Eu aceitei o diagnóstico, mas recusei terminantemente o prognóstico de deficiência”, recorda a mãe.

Segundo a Biblioteca Virtual em Saúde, a Síndrome de Down é genética e determinada pelo fato de a pessoa nascer com um cromossomo a mais (47 e não 46). Entre os traços característicos, estão olhos semelhantes aos orientais, nariz menor e rosto arredondado, além de orelhas e mãos pequenas e pescoço curto e grosso.

Lurdinha lembra que o filho teve um desenvolvimento motor muito próximo das crianças da idade dele. “Ele começou a ler com quatro anos de idade. Com seis, ele  estava alfabetizado. Mas tivemos muitos problemas em escolas privadas”. Ela lamenta, inclusive, que o filho tenha sido recusado em colégios de Brasília.

Peculiaridades

A trajetória do garoto artista foi descrita pela mãe em dois livros. Uma parceira de pesquisa foi a psicóloga Elizabeth Tunes, com quem escreveu Cadê a Síndrome de Down que estava aqui? No ano passado, lançou o livro Meu Filho é um Artista. Lutas, Vivências e Conquistas na Síndrome de Down. Já são quatro edições.

A psicóloga enfatiza que toda pessoa tem sua peculiaridade. “Cada aluno é de um jeito. O grande mestre da criança em casa é o exemplo. Então, se você tem pais leitores, a chance de você ter filhos leitores é altíssima. Criação só existe em estado de liberdade”, afirma a pesquisadora. Ela analisa que é necessário não priorizar a síndrome, mas sim a criança.  Nós precisamos só organizar o ambiente para que ela [a criança] tenha todos os estímulos para percorrer os caminhos que escolheu”.

Neste mesmo sentido, entidades sem fins lucrativos e especializadas como as Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) entendem que a cultura e o esporte são fundamentais para inclusão de pessoas com Síndrome de Down.

De acordo com a diretora nacional de assistência social da Federação Nacional das Apaes, Ivone Maggioni, a arte e o esporte são estratégias que desenvolvem habilidades específicas e sociais, incluindo relacionamento entre as pessoas, de vínculos entre os envolvidos e autoestima. “A Apae [Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais] desenvolve essas atividades por meio das políticas públicas. Há entidades em 2,2 mil municípios”. A diretora enfatiza que outra estratégia é de empoderamento das famílias e o fortalecimento de vínculos da rede familiar.

Carreira

No caso de Lúcio, quando a mãe viu o menino pintar em estilo abstrato, ela se surpreendeu e resolveu mandar para artistas. O rapaz, assim, já contabiliza 16 anos de carreira, mais de 200 quadros e “inúmeras” exposições, inclusive em museu na Itália.

Mais recentemente, o garoto, que gostava de teatro na infância, foi para os palcos com textos da mãe. Entre as peças, Xaxará e Limonada, que é um espetáculo de palhaçaria, e Somos Como Somos e Não Cromossomos, um espetáculo solo. Nessa peça, ele faz quatro personagens. A direção é da dramaturga Mônica Gaspar, pesquisadora em curso de doutorado sobre a utilização do teatro para pessoas com deficiência.

Para ela, a diferença entre pessoas atípicas e convencionais no palco está no tempo necessário para a realização do trabalho. “Eu consegui criar o meu método de trabalho a partir da pessoa que contracena com o Lúcio, por exemplo”. Ela explica que, nesse método, o texto anterior ao da pessoa atípica deve oferecer dicas para a fala do ator com down, por exemplo.

“A gente tenta diminuir o máximo possível o nosso capacitismo, principalmente frente a uma plateia ávida por classificar pessoas com deficiência. Eu vejo uma evolução muito grande dele”, diz Mônica.

No próximo dia 24, Lúcio vai encenar no Festival de Cultura Inclusiva, em Brasília, dois espetáculos. Um é o de palhaçaria e o outro é o Conversa de Drags. Para a mãe, tudo o que o filho conquistou é uma resposta a quem não confiou ou arriscou previsões ruins. “A deficiência intelectual na Síndrome de Down é social, histórica e culturalmente construída”, observa a mãe.

No palco ou nas telas, o artista diz que o mais inspirador está na família e nos amigos. As artes estão unidas. “A minha lona de cinco metros virou o cenário da minha peça”. Depois de encerrar o ensino médio, quer fazer o curso superior em artes.

Música

Outro apaixonado pelo palco é o mineiro Eduardo Gontijo, ou Dudu do Cavaco, de 33 anos de idade. O músico toca 10 instrumentos de percussão e, nesta quinta-feira (21), Dia de Conscientização sobre a Síndrome de Down, se apresenta com a cantora Roberta Sá, em show no Teatro Unimed, em Brasília. Ele recorda que pegou gosto pela música desde os cinco anos de idade. Desde então, vive em diferentes ritmos. Samba, pagode, música popular brasileira.  “No palco, eu me sinto com energia boa e levando amor para as pessoas”, revela.

Esse amor ele sentiu dentro de casa. Foi o irmão, o advogado Leonardo Gontijo, de 45 anos, 12 anos mais velho que o caçula da família, se viu incomodado com a exclusão e falta de informações sobre pessoas com Síndrome de Down. “Os médicos, quando meu irmão nasceu, chegaram a dizer que ele não iria andar ou falar”, recorda.

Ele criou uma Organização Não Governamental (ONG), a Mano Down com a finalidade de apoiar as pessoas nessa condição com diferentes ações de inclusão, da educacional ao mercado de trabalho.

“A gente atende mil famílias. Em 1990, a expectativa de vida das pessoas com Down era de menos de 25 anos. Agora, já são 60 anos. A alfabetização, que em 1990 era menos de 10%, continua a mesma”, afirma.

Sensibilizar

Gontijo entende que a principal função é sensibilizar. “A gente só muda um preconceito com um novo conceito. No caso do Dudu, 17 escolas negaram o direito de ele estudar. A nossa principal bandeira hoje é a escola inclusiva”, salienta. Assim como quer o Dudu do Cavaco. Além de mais músicas gravadas e shows, o instrumentista tem sonhos.

“Quero fazer mais palestras com meu irmão para contar nossas histórias. Quero ter um filho com a minha esposa (com quem está casado há dois anos). E outro grande sonho que eu tenho é tocar com o rei Roberto Carlos”, revela. O músico diz que está preparadíssimo para as emoções que vêm por aí.

Secretário e embaixador articulam voo Brasília-Bogotá

Reunião com representantes de empresas aéreas foi feita para mostrar potencial da rota. Avianca e Gol sinalizaram positivamente

Nesta terça-feira (19), o secretário de Relações Internacionais (Serinter), Paco Britto, reuniu-se, juntamente com o embaixador da Colômbia, Guillermo Rivera, com representantes do Aeroporto de Brasília e das empresas aéreas Gol e Avianca. O encontro serviu para enfatizar a importância de uma nova rota pra Brasília ligando a capital federal a Bogotá.

“Nós temos o único aeroporto que liga a todas as capitais do país. Temos um Centro-Oeste pujante, com a capacidade agrícola maior que a do Brasil inteiro. Seria o ideal termos o hub aqui”, disse o secretário. “Vocês têm um governo parceiro, um Estado que baixou a alíquota do ICMS para combustíveis”, completou.

“Temos análises de ambas as empresas de que é um voo viável”, afirmou o representante da Avianca na reunião, Felipe Andres Gomez. “Não há dúvidas de que um voo como este possa ter um futuro promissor. A nossa empresa sempre acreditou em Brasília e posso dizer que não vai demorar muito para que este voo comece a operar”, completou o representante da Gol, Alberto Fajerman.

O embaixador colombiano afirmou ter ficado “muito satisfeito” com a reunião e se comprometeu a trabalhar pela promoção do voo no país vizinho.