Início Site Página 925

Detran ganha mais 65 servidores para atividades administrativas

Nomeação de servidores públicos foi assinada pelo governador Ibaneis Rocha nesta quarta-feira

O Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF) vai ganhar o reforço de 65 servidores. A nomeação dos agentes de trânsito foi assinada nesta quarta-feira (10) pelo governador Ibaneis Rocha em seu gabinete com a presença da vice-governadora Celina Leão e do diretor-geral do Detran-DF, Takane do Nascimento.

Os novos profissionais serão admitidos assim que a nomeação for publicada no Diário Oficial do DF (DODF) e vão reforçar o quadro de aproximadamente 1,2 mil servidores do Detran-DF.

“Seguimos reforçando nossos quadros, e esses servidores serão essenciais para o bom funcionamento do Detran-DF. As nomeações têm sido feitas com muita responsabilidade, de acordo com o orçamento e dentro das nossas possibilidades, e pensando sempre no melhor atendimento à população”, afirma o governador Ibaneis Rocha.

Segundo o diretor-geral do Detran-DF, Takane do Nascimento, os nomeados vão atuar em todas as atividades administrativas. “Eles vão para os nossos núcleos de atendentes, para a área de Diretoria de Tecnologia da Informação, a Diretoria de Engenharia, toda essa parte administrativa. É um reforço muito bem-vindo e o governador teve sensibilidade com o Detran-DF ao fazer essas nomeações. Temos uma necessidade grande de mão de obra, de material humano para prestarmos um serviço de qualidade à população”, explica.

Conquistas

Os servidores do Detran-DF já foram beneficiados com outras medidas, entre elas a instituição da Gratificação da Carreira Atividades de Trânsito (GCAT) e da Gratificação de Compensação Orgânica (GCO) para os servidores da carreira Policiamento e Fiscalização de Trânsito.

O GDF também atualizou os valores da parcela de complementação do auxílio-alimentação dos servidores das carreiras de Atividades de Trânsito e de Policiamento e Fiscalização de Trânsito e demais carreiras do órgão.

Câmara Legislativa aprova R$ 206 milhões para iluminação pública

O valor será distribuído em R$ 42,6 milhões para a substituição de luminárias convencionais por lâmpadas de LED e R$ 164 milhões para a instalação de usina fotovoltaica

Na sessão desta terça-feira (9), a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou a abertura de crédito especial ao Orçamento, no valor de R$ 206,9 milhões, em favor da Companhia Energética de Brasília (CEB). A medida consta do projeto de lei nº 989/2024, votado em dois turnos e redação final.

O montante, segundo justificativa enviada pelo governo, será assim distribuído: R$ 42,6 milhões para a substituição de luminárias convencionais por lâmpadas de LED – mais eficientes, econômicas e duráveis – e R$ 164 milhões para a instalação de usina fotovoltaica.

O deputado Robério Negreiros (PSD), que é líder do governo na CLDF, afirmou que alguns postes do DF ainda usam lâmpadas de mercúrio, “que iluminam menos e gastam mais”, e elogiou a substituição por LED.

Ao defender a troca das luminárias em todo o Distrito Federal, o deputado Gabriel Magno (PT) destacou que uma boa iluminação pública aumenta a segurança e assegura o direito à cidade.

Na mesma linha, o deputado Fábio Felix (PSOL) afirmou que existem “áreas extremante escuras” em todas as regiões administrativas. “É obrigação do governo entregar uma solução”, cobrou.

Por sua vez, Hermeto (MDB) disse ter “convicção de que esse dinheiro será muito bem empregado pela CEB”. Segundo ele, os recursos que destinou para iluminação na Candangolândia e no Núcleo Bandeirante tiveram “execução imediata”.

Entenda como funciona a classificação de risco em hospitais e UPAs

Protocolo adotado pelo IgesDF ajuda a identificar usuários em situação crítica e garante atendimento com base em escala de cores

O atendimento na porta das unidades de saúde pode ser restringido em períodos de emergência, como epidemias ou sazonalidades. Para atender melhor todos os pacientes, o Hospital de Base, o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e as 13 unidades de pronto atendimento (UPAs) do Distrito Federal sob gestão do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) seguem o Protocolo de Classificação de Risco do manual da Secretaria de Saúde (SES-DF).

Ferramenta de apoio à tomada de decisão clínica, a classificação de risco é uma maneira de padronizar a linguagem para urgências clínicas, traumáticas e obstétricas. “O principal objetivo é a imediata identificação dos usuários mais graves, o que permite um atendimento mais ágil, seguro e oportuno, sempre seguindo cada uma das cores e suas orientações”, explica a enfermeira encarregada da UPA de Ceilândia I, Leny Cátia Xavier Santos.

“Tem dias em que recebemos tantas pessoas com necessidade de classificação de risco vermelha, ou seja, em estado gravíssimo e que necessita de atendimento imediato, que precisamos deixar de atender as outras classificações temporariamente”, conta Leny. Porém, ninguém deixa de ser avaliado e receber sua classificação. Além disso, o protocolo é combinado à metodologia de humanização e de acolhimento ao usuário.

A classificação pode ser realizada novamente, a pedido do paciente. De acordo com a enfermeira, se um paciente classificado como verde há 20 minutos ou mais pede para ser reclassificado por sentir que sua dor aumentou ou por entender que apareceram outros sintomas, é feita uma nova avaliação. Com isso, ele pode ser colocado em outra faixa de risco que necessite de um atendimento mais urgente.

Na classificação por cores, o vermelho é reservado para pacientes com risco iminente de morte, enquanto o azul indica os casos menos graves da escala

Entendendo as classificações

Às vezes, o paciente chega à recepção de uma UPA se queixando de dor de cabeça e cansaço no corpo. Ao ser examinado pela equipe de enfermagem, não apresenta febre, pressão alta ou qualquer outra alteração. O paciente reforça que a dor de cabeça está muito forte e que ele não consegue aguentar mais.

“Os pacientes laranja possuem risco de agravamento, necessitando atendimento médico e assistencial de enfermagem de modo contínuo”

Ronaldo Lima Coutinho, chefe do Núcleo da Central Tática de Resolutividade do HRSM

De acordo com Leny, a dor é considerada o quinto sinal vital. “A dor é um sentimento muito subjetivo, mas sabemos que, quando ela é intensa, temos também alteração de outros sinais vitais ,como aumento de frequência cardíaca ou da pressão arterial”, afirma. A presença de alteração nesses outros sinais vitais é o que vai ajudar o profissional classificador a saber qual a melhor forma de atender o paciente.

Segundo o chefe do Núcleo da Central Tática de Resolutividade do HRSM, Ronaldo Lima Coutinho, o tempo de espera entre a classificação até o atendimento médico depende da gravidade de cada paciente na chegada à porta da emergência.

“Casos vermelhos são de atendimento imediato, pois são pacientes com risco iminente de morte. Já os pacientes laranja possuem risco de agravamento, necessitando atendimento médico e assistencial de enfermagem de modo contínuo”, explica. De acordo com Ronaldo, pacientes classificados com a cor  amarela necessitam de atendimento médico imediato, ou seja, podem ter acesso aos consultórios médicos do pronto atendimento por ordem de chegada.

A classificação de risco é combinado à metodologia de humanização e de acolhimento ao usuário

Um paciente colocado na faixa de risco azul seria atendido por um médico e encaminhado para uma unidade básica de saúde (UBS). Lá ele teria a atenção primária necessária para a resolução do seu problema. Já alguém classificado como faixa verde, amarela, laranja ou vermelha seria encaminhado para a área determinada dentro da própria unidade para prosseguir com o tratamento.

Etapas do acolhimento

O paciente, quando busca atendimento, é acolhido pelos colaboradores, que seguem algumas etapas. Após realizar a abertura da ficha de atendimento, por meio da Guia de Atendimento de Emergência, a pessoa é acolhida por um profissional treinado que fará a escuta ativa qualificada, entendendo a queixa inicial. Esse paciente será então encaminhado para a classificação de risco.

A primeira avaliação tem como objetivo afastar o risco iminente de morte. A partir daí, procura-se entender o motivo da procura pela unidade de saúde. De posse dessa informação, o profissional da enfermagem deve identificar o fluxograma correspondente no protocolo da SES-DF e realizar a classificação de risco, avaliando ventilação do paciente, circulação sanguínea, sinais vitais e, em gestantes, o grau da dor.

Para cada queixa há um fluxograma diferente. O protocolo de classificação de risco para uma queixa de dor de cabeça ou tontura é diferente para uma queixa de falta de ar ou sintomas respiratórios. Dentro de cada um desses fluxogramas há questões diferentes que precisam ser identificadas para que seja possível estratificar o risco e inseri-lo no prontuário do paciente.

Reestruturação de cargos do Ibram e DER recebe aval da CLDF

Representantes das categorias acompanharam a votação na galeria do plenário

A restruturação administrativa de duas autarquias do Distrito Federal passou pelo Plenário da Câmara Legislativa nesta terça-feira (9). O PL nº 1.003/24 trata da carreira Atividades do Meio Ambiente, do Instituto Brasília Ambiental (Ibram); e o PL nº 1.004/24, da estrutura administrativa e de cargos do Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER/DF). Ambos foram aprovados em dois turnos e redação final e vão à sanção.

O primeiro deles transforma 100 cargos vagos de técnico de atividades do meio ambiente, de nível médio, em 62 cargos de analista, de nível superior. Com essa alteração, a carreira passará a ser composta por 182 cargos de analista e 50 de técnico. O presidente do Ibram, Rôney Nemer, avalia que a alteração dará celeridade à análise de processos ambientais.

Já o projeto que trata do DER cria e reordena as unidades administrativas da autarquia e amplia o número de cargos comissionados de 221 para 390. Ao apresentar o PL, o presidente substituto da autarquia, Fábio Cardoso da Silva, argumenta que a nova estrutura moderniza o DER, almejando “melhorias expressivas para os usuários do Sistema Rodoviário do Distrito Federal.

Deputado Chico Vigilante chama “Elen Muski” de vagabundo

No discurso do distrital o erro viralizou nas redes sociais, gerando muitos memes

A discussão sobre as declarações do bilionário Elon Musk contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) chegou à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) e o deputado distrital Chico Vigilante (PT) resolveu criticar do dono do X, mas errou a pronúncia do nome.

No discurso de Vigilante, Elon Musk virou “Elen Muski” e o erro viralizou nas redes sociais, gerando muitos memes.

“Esse elemento chamado Elen Muski é um vagabundo”, disse o parlamentar em discurso durante sessão ordinária desta terça-feira (9).

Assista:

 

DPVAT: Câmara aprova cobrança do seguro obrigatório de veículos

0

Com a nova regulamentação, será possível voltar a cobrar o seguro obrigatório e quem atrasar vai ser multado

A Câmara dos Deputados aprovou projeto que reformata o seguro obrigatório de veículos terrestres, mantendo com a Caixa a gestão do fundo para pagar as indenizações. O Projeto de Lei Complementar (PLP) 233/23, do Poder Executivo, será enviado agora ao Senado. Ou seja, o brasileiro vai voltar a pagar o DPVAT.

O texto foi aprovado na forma de um substitutivo do relator, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), que retoma o pagamento de despesas médicas de vítimas de acidentes com veículos; e direciona entre 35% e 40% do valor arrecadado com o prêmio do seguro pago pelos proprietários de veículos aos municípios e estados onde houver serviço municipal ou metropolitano de transporte público coletivo.

Desde 2021, a Caixa opera de forma emergencial o seguro obrigatório após a dissolução do consórcio de seguradoras privadas que administrava o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos (Dpvat), mas os recursos até então arrecadados foram suficientes para pagar os pedidos até novembro do ano passado.

Com a nova regulamentação, será possível voltar a cobrar o seguro obrigatório. Os prêmios serão administrados pela Caixa em um novo fundo do agora denominado Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito (Spvat).

Devido aos pagamentos suspensos do Dpvat por falta de dinheiro, os novos prêmios poderão ser temporariamente cobrados em valor maior para quitar os sinistros ocorridos até a vigência do Spvat.

Os valores para equacionar o déficit do Dpvat serão destinados ao pagamento de indenizações, inclusive decorrentes de ações judiciais posteriormente ajuizadas, para provisionamento técnico e para liquidar sinistros e quitar taxas de administração desse seguro.

Outra novidade no texto é a inclusão de penalidade no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) equivalente a multa por infração grave no caso de não pagamento do seguro obrigatório, cuja quitação voltará a ser exigida para licenciamento anual, transferência do veículo ou sua baixa perante os órgãos de trânsito.

A transferência de recursos da arrecadação com o seguro para o Sistema Único de Saúde (SUS) deixará de ser obrigatória, passando de 50% para 40%, a fim de custear a assistência médico-hospitalar dos segurados vitimados em acidentes de trânsito.

Poderão ser reembolsadas despesas com assistências médicas e suplementares, inclusive fisioterapia, medicamentos, equipamentos ortopédicos, órteses, próteses e outras medidas terapêuticas, desde que não disponíveis no SUS do município de residência da vítima do acidente.

O texto prevê ainda cobertura para serviços funerários e reabilitação profissional para vítimas de acidentes que ficaram com invalidez parcial.

O texto proíbe a transferência do direito ao recebimento da indenização, seguindo-se a ordem de herdeiros do Código Civil. No caso de invalidez permanente, o valor da indenização será calculado a partir da aplicação do percentual da incapacidade adquirida. Se a vítima vier a falecer, o beneficiário poderá receber a diferença entre os valores de indenização (morte menos incapacidade), se houver.

O prazo máximo para a vítima ou beneficiário herdeiro entrar com pedido de indenização é de três anos. O pagamento da indenização do SPVAT será feito com prova simples do acidente e do dano decorrente, independentemente da existência de culpa ou dolo e ainda que no acidente estejam envolvidos veículos não identificados ou inadimplentes com o seguro.

Após o recebimento de todos os documentos exigidos, a Caixa terá 30 dias para fazer o pagamento em conta corrente, de pagamento, de poupança ou de poupança social de titularidade da vítima ou do beneficiário. Caso haja atraso no pagamento, ele será reajustado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e por juros moratórios fixados pelo CNSP.

Defensor público-geral é reconduzido ao cargo após eleição

0

Celestino Chupel comandará Defensoria Pública do DF no biênio 2024/2026

O defensor público Celestino Chupel foi reconduzido ao cargo de titular da Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) após escolha do governador Ibaneis Rocha. O chefe do Executivo fez a seleção com base em lista apresentada pela categoria, definida em eleição interna que contabilizou 270 votos, dos quais 204 foram para ele.

Celestino Chupel atua na Defensoria Pública do DF há 20 anos | Foto: Divulgação/DPDF

“Nosso intuito é garantir a eficácia e a continuidade das ações em curso, ampliar a rede de atendimento, de forma a promover a missão da instituição de forma consistente e focada e a garantir que os valores fundamentais da Defensoria Pública do DF sejam mantidos”, afirma o defensor público-geral.

 

Gaúcho de Vacaria (RS), Celestino Chupel é formado em direito e atua há 20 anos na DPDF. Foi coordenador do Núcleo de Assistência Jurídica de Defesa da Saúde e do Núcleo de Atendimentos Iniciais. Como defensor público-geral, ele coordena a atuação dos defensores públicos e representa a DPDF nos âmbitos judicial e extrajudicial.

IRPF 2024: novidades, deduções e dicas para evitar surpresas

0

Por Camila Ferreira

A declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2024, referente ao ano-base 2023, trouxe algumas novidades que exigem atenção dos contribuintes. Este ano, todos os brasileiros que receberam acima de R$30.639,90 no ano anterior estão obrigados a declarar o IRPF. Além disso, a declaração de criptoativos no imposto de renda tiveram algumas mudanças.

Agora há a obrigatoriedade de identificar especificamente altcoins e stablecoins na declaração do Imposto de Renda. Antes, a separação era feita apenas por códigos: 01 para Bitcoin, 02 para Altcoins, 03 para Stablecoins, 10 para NFTs e 99 para outros criptoativos. Agora, para altcoins e stablecoins, será necessário informar o criptoativo específico, não apenas na descrição como nas declarações anteriores, proporcionando um detalhamento maior, semelhante à identificação de ações, onde é necessário informar o ticker da ação.

A Receita Federal determina que todas as pessoas que tiverem em 31.12.2023 valor igual ou superior a R$5 mil de custo de aquisição em um criptoativo precisam declará-los no Imposto de Renda 2024.

É importante destacar que a obrigatoriedade é válida por tipo de criptoativo. Isso significa que diferentes tipos de criptoativos são considerados separadamente para fins de preenchimento na declaração. Portanto, é crucial entender as especificidades de cada tipo de criptoativo ao preparar sua declaração de impostos.

Segundo a contadora especialista em declaração e tributação de criptomoedas, Ana Paula Rabello, após a Receita Federal identificar 25 mil contribuintes que não declararam bitcoin, todo cuidado é pouco. Desse modo, o investidor deve ter muita cautela e atenção às regras no momento de declarar suas criptos no imposto de renda.

A Receita Federal lançou recentemente um novo Portal de Serviços, marcando uma nova fase no oferecimento de serviços digitais para a população, facilitando o processo para os contribuintes.

Além disso, é possível obter deduções do Imposto de Renda 2024, a exemplo de gastos com a educação e saúde, assim como os relativos a dependentes e até contribuições para previdência privada tipo PGBL. Em outras palavras, se você comprovar que pagou mais impostos do que o devido à União, ela pode reduzir parte do tributo devido ao Fisco.

Neste ano, o governo aumentou a faixa de isenção para R$2.824,00. Esta é a versão atualizada da tabela do IRPF 2024:

Até R$2.259,20: alíquota zero e dedução zero

De R$2.259,21 até R$2.826,65: alíquota 7,5% e dedução R$169,44

De R$2.826,66 até R$3.751,05: alíquota 15% e dedução R$381,44

De R$3.751,06 até R$4.664,68: alíquota 22,5% e dedução R$662,77

Acima de R$4.664,68: alíquota 27,5% e dedução R$896,00.

Em resumo, a declaração de impostos em 2024 traz algumas novidades e desafios, especialmente para aqueles que negociam criptoativos. Portanto, é essencial se manter atualizado e entender todas as nuances do processo para evitar complicações futuras. Lembre-se, quando se trata de impostos, é sempre melhor prevenir do que remediar. Mantenha-se informado e faça sua declaração de impostos com confiança.

Adasa recebe visita da diretoria da Seagri-DF

Representes da Seagri foram recebidos pelo diretor-presidente da Agência, Raimundo Ribeiro

A Adasa confirmou sua participação no 1º Seminário Latino-Americano de Agricultura Familiar – AGRODETODOS, que ocorrerá entre os dias 13 e 16 de agosto em Brasília. O convite foi realizado nesta quarta-feira (10), durante a visita do secretário de Agricultura e Desenvolvimento Rural do DF, Fernando Antônio Rodriguez, e do subsecretário de Políticas Econômicas da pasta, Antônio Queiroz Barreto, ao diretor-presidente da Agência, Raimundo Ribeiro.

No encontro, também foi tratada a proposta de projeto, que será coordenado pela Seagri -DF, voltado para melhorar estradas rurais não pavimentadas. A ideia, que envolverá órgãos como Emater e Adasa, é aumentar a disponibilidade e a qualidade da água que são trazidas por meio das vias. Segundo o secretário Fernando Rodriguez, o processamento da água de chuva contará com a participação de produtores. “A partir do momento que o agricultor assumir essa responsabilidade, ele se tornará um produtor de água nas pequenas bacias. Queremos criar uma unidade móvel de gestão de recursos hídricos”, antecipou.

Ribeiro reiterou a parceria técnica da Adasa em projetos que visem o aproveitamento de água e, no caso da proposta trazida pela Seagri, que contribuam para a qualidade da água que chega até os corpos hídricos.

A assessora da Superintendência de Recursos Hídricos da Adasa, Vandete Maldaner, também participou da reunião.

Cultura da sustentabilidade tem que estar no DNA das organizações

0

As questões relacionadas à sustentabilidade têm se tornado constantes no meio empresarial e nas decisões dos consumidores. Embora as discussões que englobem práticas de sustentabilidade, senso de cidadania, investimento social e eficiência operacional não sejam novidade há mais de duas décadas, o ESG (sigla em inglês para questões ambientais, sociais e de governança) entrou na pauta definitivamente.

Seguir a agenda ESG virou mandatório, sobretudo depois que Larry Fink, presidente da gestora BlackRock, publicou, no início de 2020, cartas para executivos de empresas e para os clientes da gestora, relatando decisões ousadas. A gestora vendeu cerca de US$ 500 milhões em ativos ligados à produção de combustíveis fósseis. A BlackRock também abraçou a meta de pressionar empresas a zerarem emissões de gases responsáveis pelo efeito estufa.

Nessa toada ESG, governos, legislativo e agências reguladoras apertaram o cerco, globalmente, para que as empresas se tornem mais sustentáveis.

Apesar da grande atenção que tanto governos como sociedade em geral têm dado para o assunto atualmente, as questões em torno da preservação do meio ambiente e resultados não são uma novidade no meio corporativo.

Pessoas, planeta e lucro

Vale voltar um pouco no tempo e lembrar que, em 1994, o sociólogo britânico John Elkington apresentou ao mundo o conceito Triple Bottom Line, também chamado de Tripé da Sustentabilidade. A ideia propagada por Elkington ressalta que as atividades empresariais deveriam dar pesos iguais aos pilares econômico, ambiental e social. São os famosos 3Ps: People, Planet and Profit (Pessoas, Planeta e Lucro).

Numa recente conversa com Adão Cunha, empresário bem-sucedido do setor de construção civil, reforcei minha percepção de que empresas que alcançaram sucesso sempre praticaram o ESG, mesmo antes de o conceito ser criado. Assim como a Ponto Forte, holding fundada pelo empresário, identifico muitas empresas que têm um enorme impacto social, ambiental e econômico, carregam o ESG no DNA desde sua criação.

Nos negócios criados por ele, em 1997, sempre houve uma preocupação com a legitimação da entrega de valor. Muito antes de a sigla ESG entrar no debate corporativo, Cunha sempre trouxe para a mesa de discussão a responsabilidade da empresa em compensar o impacto negativo que sua atividade provoca no ambiente e na sociedade.

Para o empresário, “é preciso trazer um impacto positivo e estar em sintonia com a sociedade. A empresa precisa fazer sua parte no social”. Um dos exemplos citados por Cunha é a construção de um prédio. Segundo ele, todo o processo deve estar em harmonia com a região, desde o início do projeto arquitetônico até a compensação dos impactos trazidos ao ambiente.

Na visão de Cunha, se o projeto de construção tem licença para retirar, por exemplo, algumas árvores, a compensação ambiental é um dever da empresa. Outra preocupação constante do empresário é a responsabilidade social com colaboradores e fornecedores.

Nos últimos anos, o grupo Ponto Forte entrou no segmento de energia limpa, sobretudo eólica, para participar de uma licitação no município de Santo André (SP). O visionário Cunha percebeu uma oportunidade de negócios e buscou parcerias para participar da concorrência. O consórcio, com a participação do grupo Ponto Forte, venceu a concorrência para construir quatro usinas de energia eólica em Santo André.

A meta desta empresa é partir para projetos que envolvam a construção de usinas maiores do que as instaladas em Santo André. A experiência estimulou o grupo Ponto Forte a buscar mais parcerias, inclusive fora do Brasil. Com parceiros chineses, o grupo Ponto Forte está focado no desenvolvimento de projetos em energia limpa em todo o território brasileiro.

O encontro com Adão Cunha me fez refletir ainda sobre o passado. Recordei a época em que atuei na indústria automotiva, quando empresas desse setor já investiam em tecnologias mais limpas e eficientes. Também já estavam em pauta a eletrificação da frota, a implementação de processos de produção mais sustentáveis e iniciativas de eficiência energética. Presenciei ainda, no meio automotivo, estruturas de governança transparentes e éticas, garantindo que todas as decisões e práticas estivessem alinhadas com os princípios da preservação ambiental e da responsabilidade social.

Impactos na reputação

O reflexo dessa postura é impacto positivo na reputação, principalmente diante de consumidores contemporâneos, cada vez mais conscientes e criteriosos. Há uma busca por empresas comprometidas com a sustentabilidade. Do lado dos investidores globais, a agenda ESG está diretamente ligada às decisões de alocação, como no caso da BlackRock. Empresas com desempenho robusto nesta área podem ter acesso mais fácil a financiamentos e atrair investidores preocupados com o impacto social e ambiental.

A pesquisa ESG Radar 2023, elaborada pela empresa de consultoria e serviços digitais Infosys, aponta que os investimentos em ESG nas organizações devem chegar a mais de US$ 50 trilhões até 2025. A pesquisa contou com a participação de mais de 2 mil executivos e gestores de empresas com receita anual acima de US$ 500 milhões e atuação em vários países.

Neste sentido, a adoção das práticas ESG é um pilar estratégico para a sustentabilidade das empresas. As organizações que adotam e internalizam esses princípios no “seu sangue” não apenas atendem a requisitos regulatórios e expectativas da sociedade, mas fortalecem a sua reputação, tornando-se mais resilientes diante de novos desafios.