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Caesb, Adasa, Sema e Brasília Ambiental discutem segurança hídrica

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Encontro aconteceu nesta quarta-feira na Sede da Caesb

Dirigentes e técnicos da Caesb, Adasa, Secretaria de Meio Ambiente e Proteção Animal do DF e Instituto Brasília Ambiental estiveram reunidos nesta quarta-feira (17), na sede da Caesb, em Águas Claras, para discutir ações integradas relativas à segurança hídrica do Distrito Federal. O encontro faz parte da preocupação constante do GDF em garantir a segurança do abastecimento de água da capital federal.

Para o presidente da Caesb, Luís Antônio Reis, esse encontro representa a importância da atuação conjunta dos órgãos do GDF para a promoção do desenvolvimento sustentável. “A Caesb recebeu hoje em sua Sede a Adasa, o Instituto Brasília Ambiental e a SEMA com o objetivo de manter a integração entre os órgãos responsáveis pelos recursos hídricos do DF, atendendo a determinação do governador Ibaneis Rocha de garantir a segurança hídrica e aumentar a disponibilidade de água para a população da capital”.

De acordo com o secretário de Estado de Meio Ambiente e Proteção Animal, Gutemberg Gomes, “a reunião foi extremamente estratégica entre os órgãos do Governo do Distrito Federal que compõem o sistema de Recursos Hídricos. A transversalidade e o planejamento das ações garantem que o GDF possa enfrentar a emergência climática, resguardando nossos recursos hídricos”.

O diretor-presidente da Adasa, Raimundo Ribeiro, também esteve presente no encontro. “A participação da SEMA, Caesb, Adasa e do Brasília Ambiental evidencia um entrosamento perfeito e a harmonia necessária entre os diversos órgãos públicos, preservando a independência de cada um. Essa cooperação é primordial para alcançar o objetivo comum de servir aos cidadãos”.

Segundo a superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) do Brasília Ambiental, Marcela Versiani, é primordial o alinhamento do tema no Governo. “Considerando os múltiplos usos da água e a sua relevância em todo o meio ambiente, a apresentação do planejamento do uso deste recurso melhora a integração de todo o sistema na política distrital dos recursos hídricos”.

Parceria leva exames de DNA a escolas públicas do Distrito Federal

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Unidade Móvel de Atendimento Itinerante da DPDF ainda dará atendimento jurídico e psicológico aos estudantes, segundo convênio desenvolvido pela Defensoria Pública e pela Secretaria de Educação

A nova Unidade Móvel de Atendimento Itinerante da Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) ofertará exames de DNA nas escolas públicas do DF. A iniciativa faz parte de um convênio que está sendo desenvolvido em parceria com a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) e deverá ser firmado até o fim deste mês. O cronograma com as primeiras escolas que receberão o projeto será divulgado em breve.

O intuito da ação é incentivar o reconhecimento voluntário de paternidade, além de reduzir a quantidade de pessoas sem o nome do pai no registro de nascimento. Conhecido como carreta da Defensoria, o equipamento itinerante também levará conhecimento sobre direitos aos estudantes da rede pública de ensino, além de atendimento jurídico e psicológico, entre outros.

O defensor público-geral, Celestino Chupel, reforça que a iniciativa representa um passo significativo na promoção da Justiça e da equidade social. “O intuito é permitir o acesso à Justiça para famílias de baixa renda, promovendo a resolução de questões de paternidade, contribuindo para a estabilidade familiar e emocional dos envolvidos, além de fortalecer a confiança na Justiça e promover a igualdade de acesso aos direitos legais”, defendeu.

“A educação é plural e abrange as mais diversas áreas, por isso necessitamos de parcerias com diferentes órgãos e instituições para que a criança, o estudante, tenha a concepção do mundo como um todo”, afirma  a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá.

Paternidade Responsável

Os testes de DNA são disponibilizados pela Defensoria Pública desde 2013. Neste período, já foram realizados 1.442 exames gratuitos | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

O projeto Paternidade Responsável, desenvolvido pela Subsecretaria de Atividade Psicossocial da Defensoria Pública do Distrito Federal (Suap/DPDF), incentiva o reconhecimento voluntário da paternidade, proporcionando exames de DNA sem custos para os usuários, desde que consentido por ambas as partes. O intuito é atender, extrajudicialmente, demandas relacionadas à investigação de material genético, sem custo. O processo, que dura aproximadamente 30 dias, evita um desgaste judicial que poderia se estender por anos.

“O intuito é permitir o acesso à Justiça para famílias de baixa renda, promovendo a resolução de questões de paternidade, contribuindo para a estabilidade familiar e emocional dos envolvidos”

Celestino Chupel, defensor-público geral

Os testes de DNA são disponibilizados pela instituição desde 2013. Neste período, já foram realizados 1.442 exames gratuitos. Em 2022, foram feitos 265 testes de DNA. Em 2023 e 2024, a DPDF efetuou 222 e 45 exames, respectivamente. De 2012 a 2019, foram realizados 910 testes.

Para a subsecretária de Atividade Psicossocial da DPDF e psicóloga da Suap, Roberta de Ávila, o Paternidade Responsável é essencial para a garantia do exercício pleno dos direitos individuais. “Ter conhecimento sobre as nossas origens é o primeiro passo para a formação estrutural da nossa personalidade. Muitas vezes, os pais deixam de registrar os filhos por colocarem em dúvida o comportamento sexual e reprodutivo das mulheres. Isso resulta em uma geração de mães solo, deixando o pai em uma posição secundária na vida das crianças”, explicou.

Desde outubro do ano passado, a DPDF oferta exames de DNA gratuitos semanalmente no Nuclão, localizado no Setor Comercial Norte, Quadra 1, Edifício Rossi Esplanada Business, ao lado do Hospital Regional da Asa Norte (HRAN). Os testes são disponibilizados às quintas-feiras, das 13h às 18h. Os exames também são ofertados no Dia da Mulher, ação mensal gratuita que ocorre em todas as primeiras segundas-feiras de cada mês, com diversos serviços exclusivos às mulheres em situação de vulnerabilidade social.

De acordo com dados da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil) obtidos por meio do Portal da Transparência do Registro Civil, o Brasil registrou mais de 172 mil certidões de nascimento sem o nome dos pais em 2023, o maior número desde 2016. A quantidade é 5% maior do que o registrado em 2022, de 162,8 mil. A estatística revela um aumento de 24,5% da ausência paterna nos últimos sete anos.

Inscrições abertas para 17ª Copa Brasília de Futsal

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Prazo de inscrição vai até 25 de abril. Competição terá início no dia 4 de maio

Estão abertas as inscrições para Copa Brasília de Futsal 2024. A competição, que já se tornou uma tradição no Distrito Federal, terá início no dia 4 de maio e a grande final será disputada no dia 6 de julho, com transmissão ao vivo da TV Globo-DF. Os jogos serão realizados no ginásio do Sesc Bartolomeu Gonçalves Martins, em Ceilândia.

As inscrições podem ser feitas presencialmente, das 9h às 17h, na Sede do SESC-DF, localizada no SIA Trecho 02 – Lote 1130, ou por meio do envio da ficha de inscrição abaixo ao e-mail: copabrasilia@sescdf.com.br. O prazo é até o dia 25 de abril.

Assim como no ano passado, a Copa Brasília de Futsal vai reunir 35 equipes, uma para cada região administrativa do Distrito Federal. A competição será disputada em categoria única, no sexo masculino, com faixa etária de 18 anos acima. O regulamento completo está disponível abaixo.

Tradição no DF 

Promovida pelo Serviço Social do Comércio do Distrito Federal (Sesc-DF) e a TV Globo, a Copa Brasília de Futsal chega a sua 17ª edição como a maior competição da modalidade na capital federal. Entre os objetivos, está promover oportunidade para o desenvolvimento físico e desportivo, utilizar o esporte como meio de educação transformadora e estimular o aperfeiçoamento de novos valores no cenário esportivo do DF.

Calendário da Copa Brasília de Futsal 2024 

Congresso Técnico:

29/04/24 no Teatro Sesc Garagem – 913 Sul

Abertura:

04/05/2024 no Ginásio do Sesc Bartolomeu Gonçalves Martins – Ceilândia

Final:

06/07/2024 no Ginásio do Sesc Bartolomeu Gonçalves Martins – Ceilândia

CLDF debate desenvolvimento com preservação no PPCUB

O tema levou ao plenário da Casa representantes do governo, do empresariado e de moradores da área tombada da capital do Brasil

A Câmara Legislativa do Distrito Federal realizou, nesta quarta-feira (17), a segunda comissão geral – de um total de quatro – para debater o projeto de lei complementar nº 41/2024, que trata do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCUB). O tema levou ao plenário da Casa representantes do governo, do empresariado e de moradores da área tombada da capital do Brasil, todos com discursos pela conciliação de desenvolvimento com preservação. Entre os principais pontos abordados, esteve a situação do Setor Comercial Sul (SCS).

Desta vez, a comissão geral foi promovida pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), sob a presidência do deputado Thiago Manzoni (PL). “O PPCUB talvez seja o projeto de maior relevância para a população a ser votado este ano. Brasília aguarda há anos por esse Plano, e temos a oportunidade de dar uma resposta nesta legislatura”, apontou o distrital.

A expectativa, de acordo com o liberal, é assegurar  segurança jurídica “para que Brasília se desenvolva, cresça, com os cidadãos sabendo quais são as regras do jogo e os parâmetros válidos para esse desenvolvimento e crescimento”.

Colocando-se à disposição para esclarecer dúvidas da sociedade e dos parlamentares sobre o projeto, o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação do DF, Marcelo Vaz, explicou que o PPCUB contempla plano de preservação; normas de uso e ocupação do solo, e plano de desenvolvimento local. Ele frisou que preservar o patrimônio não significa “engessar” a cidade: “Pelo contrário, a preservação tem de estar aliada ao desenvolvimento ordenado e sustentável”.

“Não estamos alterando parâmetros que possam ferir o tombamento da cidade. Estamos mantendo esses parâmetros e deixando-os cada vez mais claros”, pontuou o secretário, que ainda acrescentou: “Para que todos os cidadãos e empresários saibam o que pode e o que não pode ser feito”.

O subsecretário do Conjunto Urbanístico de Brasília, Ricardo Noronha, argumentou que o projeto encaminhado para o Legislativo resulta de um trabalho técnico realizado ao longo de mais de dez anos: “É um trabalho profundo, não foi feito a ‘toque de caixa’”. O gestor reforçou a fala do secretário de Habitação destacando que o PPCUB “vem para substituir um arcabouço de, aproximadamente, mil normas, que abrem muito espaço para interpretações”.

A conciliação de normas técnicas e do “desenvolvimento de uma cidade capital, viva e rica culturamente” com a preservação do patrimônio urbanístico foi abordada pela conselheira do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico do DF (Codese/DF), a arquiteta Giselle Moll. “Ninguém deseja modificar a escala gregária e a escala residencial. Conciliar desenvolvimento com preservação foi o grande desafio que a equipe conseguiu fazer frente”, avaliou Moll, pedindo a aprovação da proposta.

“Essa não é uma discussão nova, o projeto está sendo discutido há mais de 15 anos. Teve um momento em que ele estava pronto para ser votado, mas entrou numa fase eleitoral, e foram colocados alguns ‘jabutis´; aí preferimos devolver ao governo”, lembrou o deputado Chico Vigilante (PT). O parlamentar garantiu que estará atento ao texto e registrou que o PPCUB não diz respeito apenas ao Plano Piloto, abrangendo também o Cruzeiro, os Lagos Sul e Norte, o Sudoeste, a Candangolândia e o Setor de Indústrias Gráficas (SIG).

O 1º vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), João Accioly, também rememorou as várias etapas da construção do projeto de lei complementar. Em sua opinião, o PPCUB trará clareza e segurança jurídica: “O desenvolvimento ordenado é fundamental para garantir a preservação do patrimônio”.

O sindicalista ainda completou: “Não tem como pensar num plano de preservação sem estar atrelado com normas de uso e ocupação, que estabelecem limites e gabaritos para o desenvolvimento e garantia do tombamento”.

A deputada Paula Belmonte (Cidadania) ponderou, contudo, ser importante “não ter pressa” ao analisar o projeto, “para não corrermos o risco de deixar de contribuir”. “É a oportunidade de deixarmos um legado”, avaliou.

Diversificação de usos

De acordo com o secretário de Habitação, Marcelo Vaz, uma novidade trazida pelo projeto de lei complementar é a diversificação de usos em algumas áreas. “O parecer do Iphan de 2019 deixa claro: a melhor forma de preservação é a ocupação ordenada, é a diversificação de usos, trazer a sociedade para cuidar do que é dela”.

Nesse sentido, o deputado Pastor Daniel de Castro (PP) defendeu o desenvolvimento náutico e o estímulo à pesca esportiva no Lago Paranoá. “Isso vai gerar emprego e renda, colocar Brasília num outro patamar”, afirmou.

Setor Comercial Sul

O presidente da Associação Comercial do DF (ACDF), Fernando Brites, chamou a atenção para a situação do Setor Comercial Sul (SCS), no coração de Brasília. “A área está um cenário de catástrofe. Instalaram barracas entre os prédios, porque o governo resolveu instalar um CAPs lá, o que levou para o Setor Comercial Sul um público que não nos interessa, que pode ser atendido em outro local”, afirmou.

Na opinião de Brites, as pessoas em situação de vulnerabilidade social que vivem ou transitam no SCS “são responsáveis por 1.522 estabelecimentos fechados;  trocamos nove mil empregos por aquelas pessoas”. “O Setor Comercial Sul tem de voltar a ser um ambiente nobre para a realização de negócios em Brasília”, finalizou.

A prefeita do SCS, Niki Tzemos, colocou a diversificação dos usos econômicos do local como “o primeiro grande passo para requalificar a área, que precisa voltar a ser uma área povoada por empresas que criam emprego e renda para nossa população”.

“É uma área extremamente importante para Brasília: por lá passam 200 mil pessoas por dia e, permanentemente, uma população fixa de 55 mil pessoas, é maior que muitos municípios”, destacou Tzemos. Ela também defendeu a transferência do CAPs para outra localidade e pediu que o governo priorize o SCS no processo de remoção daqueles em situação de vulnerabilidade.

Erivan Araújo, vice-presidente da Fecomércio e presidente do Sincofarma, pregou que “tombar não significa abandonar”: “O SCS é uma área nobre da cidade, um ponto que seria turístico e onde, infelizmente, não se consegue andar, dependendo do horário”. Segundo informou, a iniciativa privada “anseia” pela aprovação do PPCUB: “Os empresários estão só esperando a aprovação desse projeto para investir naquela região”.

 

Comitê Judiciário dos EUA abre relatório sobre decisões sigilosas do TSE

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Documento denuncia alegada ‘censura forçada’ pelo tribunal e destaca ordens direcionadas ao antigo Twitter

Da Redação

Na noite desta quarta-feira (17), o Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos divulgou um relatório revelando decisões sigilosas do Supremo Tribunal Federal (STF) relacionadas ao antigo Twitter e outras redes sociais. Intitulado “O ataque à liberdade de expressão no exterior e o silêncio do governo Biden: o caso do Brasil”, o documento denuncia uma ‘censura forçada’ por parte de instituições brasileiras e destaca ações semelhantes por parte dos Estados Unidos.

De acordo com o comunicado do comitê, o relatório apresenta 88 decisões, sendo 51 delas expedidas pelo ministro Alexandre de Moraes com ordens direcionadas ao antigo Twitter. Esses despachos foram emitidos pelo STF, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TRE) entre os anos de 2021 e 2024.

Das decisões mencionadas, 49 estão relacionadas a 25 petições ou inquéritos do STF, enquanto os demais processos envolvem o TSE ou os TREs de Rondônia e Mato Grosso. No âmbito do STF, 16 petições e 3 inquéritos são classificados como sigilosos, três petições estão sob segredo de justiça, e duas petições e um inquérito são públicos.

O comitê ressalta a importância de o Congresso dos Estados Unidos agir para proteger a liberdade de expressão, argumentando que os ataques à liberdade de expressão no exterior representam um aviso para a América.

MC Jenny com os baixinhos no Aniversário de 64 anos de Brasília

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Conhecida por suas músicas que misturam ritmo e mensagens educativas, Janny coloca a criançada para dançar e cantar junto com canções sucesso dos anos 70, 80 e 90

Brasília vai celebrar 64 anos e receberá a turnê da brasiliense “MC Jenny com os baixinhos”, que já se apresentou por todo o Brasil e fez turnê na Europa, com o sucesso da música “Dig Din”, da Novela Carrossel, do SBT, que tornou um dos seus maiores hits. Neste sábado, 20 de abril, às 15h, na Torre de TV, em Brasília/DF.

A funkeira, conhecida por suas músicas que misturam ritmo e mensagens educativas, colocou a criançada para dançar e cantar junto com canções sucesso dos anos 70, 80 e 90, como “Superfantástico”, “Lua de Cristal” e “Aquecimento da MC Jenny com os baixinhos”.

MC Jenny tem 17 anos de carreira, começou na dança e por acaso foi cobrir um show de um MC, que faltou e acabou virando a estrela da noite. Tem mais de 30 músicas lançadas, fez mais de 2.500 shows realizados pelo Brasil e também com sua turnê na Europa.

Atualmente está com o trabalho infantil MC Jenny com os baixinhos, que relembra sucessos musicais infantis dos anos 70, 80 e 90. Uma homenagem a diversas gerações.

Sua música foi trilha sonora na mini-série “Vida Alheia – 2010”, com a canção “Digo Não”. E já esteve nos principais jornais da emissora.

É trilha sonora da novela Carrossel, Dig-Din. E da novela Carinha de Anjo, com a regravação da música “Uma partida de futebol”, sucesso de Skank.

Programe-se:

Mc Jenny no Aniversário de 64 anos de Brasília

Sábado, 20 de abril, às 15h, na Torre de TV

 

Aborto oriundo de estupro: a vida começa na concepção

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A partir dessa histórica resolução do Conselho Federal de Medicina, as crianças com mais de 22 semana s terão direito ao parto antecipado

Por Ives Gandra da Silva Martins

O Conselho Federal de Medicina (CFM)  publicou no Diário Oficial da União (DOU), Resolução 2.378, de 2024, que veda a realização da assistolia fetal em gestações com mais de 22 semanas para casos de aborto oriundos de estupro. Ou seja, declarou que a partir do 22º mês de gestação, mesmo nas hipóteses permitidas pelo artigo 128 do Código Penal, que são os casos de aborto terapêutico ou do aborto por estupro, já não é mais possível realizar o aborto. O procedimento provoca a morte do feto por meio da administração de substâncias (geralmente são aplicadas altas doses de cloreto de potássio no coração de bebês com mais de 22 semanas de gestação) para, depois, ser retirado do útero da mulher.

A definição desse prazo final pelo Conselho Federal de Medicina tem sua razão de ser. É que, o nascituro com 22 semanas, tem condições, embora prematuro, de sobreviver. Então, é um ser humano pleno, com a possibilidade de viver fora do ventre materno por causa das técnicas modernas de recuperação do feto nessa fase de desenvolvimento. Agora, a partir dessa histórica resolução do Conselho Federal de Medicina, as crianças com mais de 22 semana s terão direito ao parto antecipado. Caso a mãe não queira permanecer com o filho, deverá ser encaminhada para adoção. É um ser humano.

O Conselho Federal de Medicina diz que o aborto  nos casos de estrupo é permitido antes da viabilidade de vida extrauterina, o que desaparece a partir da 22ª semana. Há muitos que têm criticado essa decisão, dizendo que o Código Penal, de 1940, permite o aborto em qualquer hipótese. A ser válida a tese, matar um nascituro, um minuto antes de nascer não seria crime, mas 1 minuto depois de nascido seria um homicídio. Nada mais ilógico que tal interpretação.

Não é verdade, também, porque nós temos um princípio na Constituição Federal que consagra a inviolabilidade do direito à vida. Vale dizer, se a vida extrauterina é possível a partir da 22ª semana, significa que aquele ser humano tem a garantia absoluta constitucional à vida pelo “caput” do artigo 5º, que explicita quando começa ser inviolável o direito à vida.

Sempre defendi que, após a Constituição de 5 de outubro de 1988, data em que foi promulgada, o próprio Código Penal tinha sido revogado. Sendo assim, qualquer que fosse a hipótese do aborto seria proibida porque a vida começa na concepção. Aliás, é o que diz o Código Civil, em seu artigo 2º e o que dizia o Código anterior no artigo 4º.

O Supremo Tribunal Federal, entretanto, em um auto poder outorgado de legislar, criou uma Terceira hipótese de não punibilidade, que é a do aborto eugênico. Não se trata, pois, do aborto terapêutico, caso em que a gravidez gera risco de morte da mulher, mas sim do caso em que o feto esteja mal formado, hipótese esta não criada peloPoder Legislativo, mas sim por um poder auto concedido ao Judiciário, já que não constante da legislação.

Portanto, o Supremo Tribunal Federal, criou uma Terceira hipótese, que é a do aborto eugênico, para não permitir que um feto mal formado venha a nascer.

Ora, a decisão do Conselho Federal de Medicina é de absoluta lógica: se o feto tiver condições de vida extrauterina, não poderá haver aborto, porque aquele nascituro continuará a viver fora, assim como está vivendo no ventre materno.

Então, as críticas que fazem ao Conselho Federal de Medicina, além de não serem aceitáveis, representam, na verdade, a defesa do homicídio uterino, do assassinato de seres humanos já com condições de vida fora do ventre materno.

Quero, pois, cumprimentar o Conselho Federal de Medicina por ter tomado científica posição em relação às hipóteses de aborto permitidas pelo Código Penal, no artigo 128, enquanto o feto não tiver condições de vida extrauterina. Tendo condições de vida extrauterina, em nenhuma hipótese, o aborto é permitido.

Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie, Unip, Unifieo, UniFMU, do Ciee/O Estado de São Paulo, das Escolas de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme), Superior de Guerra (ESG) e da Magistratura do Tribunal Regional Federal – 1ª Região, professor honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia), doutor honoris causa das Universidades de Craiova (Romênia) e das PUCs PR e RS, catedrático da Universidade do Minho ( Portugal), presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomercio -SP, ex-presidente da Academia Paulista de Letras (APL) e do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp).

Flamengo derrota São Paulo e assume liderança do Brasileiro

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Em outro confronto, o Internacional supera o Palmeiras por 1 a 0 na Arena Barueri

O Flamengo assumiu a liderança isolada do Campeonato Brasileiro após derrotar o São Paulo por 2 a 1, na noite desta quarta-feira (17) no estádio do Maracanã, em partida válida pela 2ª rodada da competição.

Após triunfar em sua casa, diante de mais de 48 mil torcedores, o Rubro-Negro chegou aos seis pontos na classificação da competição nacional. Já o Tricolor ficou na vice-lanterna sem ponto algum.

Logo aos 12 minutos do primeiro tempo, um dos principais jogadores do Flamengo na temporada, o atacante Everton Cebolinha sentiu um problema físico e foi substituído por Luiz Araújo. E foi justamente o ponta formado no São Paulo que abriu o placar, com um belo chute colocado que morreu no canto direito do gol defendido pelo goleiro Rafael.

A equipe da Gávea manteve o domínio na etapa final e, após um momento de pressão intenso, ampliou sua vantagem logo aos 8 minutos, quando o uruguaio De la Cruz aproveitou rebote dado pelo goleiro Rafael em chute de Pedro para marcar. O São Paulo ainda conseguiu descontar com Ferreira aos 33 minutos, mas a equipe comandada pelo técnico Tite mostrou solidez defensiva para segurar o resultado.

Triunfo colorado

A outra equipe com 100% de aproveitamento no Brasileiro é o Internacional, que foi até a Arena Barueri e derrotou o Palmeiras por 1 a 0 graças a um gol do atacante Wesley. Com este resultado o Colorado tem os mesmos seis pontos do Flamengo, mas ocupa a vice-liderança da competição por ter marcado um gol a menos até aqui no torneio.

Outros resultados:

Bragantino 2 x 1 Vasco
América-MG 1 x 1 Criciúma
Fortaleza 1 x 1 Cruzeiro
Juventude 2 x 0 Corinthians

Ibaneis convida população para festividades de 64 anos de Brasília

Governador enalteceu qualidades da capital e dos moradores do DF e disse que o momento é de celebrar os cerca de 140 artistas e eventos agendados para os próximos dias

O governador Ibaneis Rocha convidou a população do Distrito Federal a participar das festividades de comemoração dos 64 anos de Brasília. Tendo como atração o show do DJ Alok, marcado para sábado (20), o aniversário da capital terá cerca de 140 artistas e eventos.

“Nós estamos aqui nos 64 anos de Brasília mostrando que essa cidade tem que ser uma cidade diferente. As pessoas que moram na capital do Brasil acreditam que moram numa cidade diferente. E nós temos que colocar isso com muita força para a população de que Brasília é realmente diferente e que a gente pode mostrar a diferença nas nossas ações”

Governador Ibaneis Rocha

“Participem das festividades que nós estamos promovendo neste final de semana. Brasília está em festa pelos 64 anos. Nós passamos muita dificuldade com a pandemia, estamos passando agora com a dengue, mas nós não podemos perder a alegria de viver na capital da República. Essa capital é de todos nós, é a capital que acolhe todos os brasileiros, gente vinda de todos os locais do Brasil e até mesmo do mundo, e a gente tem muita alegria de poder receber e acolher vocês todos nessa festividade que será maravilhosa”, destacou Ibaneis Rocha durante o evento de ampliação do programa Reciclotech no Palácio do Buriti.

A programação do aniversário e os eventos podem ser conferidos neste link.

Na véspera do aniversário de Brasília, em 20 de abril, grupos da cidade se apresentarão a partir das 15h em estrutura montada no complexo da Torre de TV. No dia seguinte, o espaço receberá a apresentação do cantor Xand Avião, às 17h.

No gramado da Esplanada dos Ministérios, a festa do dia 20 começa a partir das 18h com Adriana Samartini e, às 20h, tem o show do grupo de pagode Di Propósito, ambos no Palco Brasil. O ápice da noite é com o DJ Alok, a partir das 22h, no Palco Pirâmide. No dia seguinte, a área central receberá apresentações de DJs infantis, às 14h; de DJs locais, a partir das 18h; do cantor Luccas Neto, a partir das 16h; e da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, às 18h30.

“Nós estamos aqui nos 64 anos de Brasília mostrando que essa cidade tem que ser uma cidade diferente. As pessoas que moram na capital do Brasil acreditam que moram numa cidade diferente. E nós temos que colocar isso com muita força para a população de que Brasília é realmente diferente e que a gente pode mostrar a diferença nas nossas ações”, acrescentou Ibaneis Rocha.

Duas mil novas famílias serão beneficiadas com o DF Social

Para ser contemplado no próximo pagamento, basta abrir uma conta social no aplicativo BRB Mobile, até o dia 25 deste mês

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) convoca 2.380  novas famílias beneficiárias do programa DF Social para abrirem a conta social no BRB e terem acesso ao auxílio mensal de R$ 150. Para garantir o próximo pagamento, é preciso ter a conta social no BRB (não se trata de uma conta bancária comum) aberta até as 18h do dia 25 deste mês.

Arte: Divulgação/Sedes

A abertura da conta social deve ser realizada pelo aplicativo BRB Mobile. Basta seguir o passo a passo neste link. Quem não fizer esse procedimento no prazo estabelecido terá que aguardar nova rodada de contemplação de beneficiários.

Para saber se foi contemplado, o cidadão deve fazer a consulta no site GDF Social e confirmar se está entre os beneficiários. No portal, em “Consulta DF Social”, é necessário informar CPF e data de nascimento do titular. Após esse procedimento, aparece mensagem na tela informando se a pessoa está ou não na lista de contemplados.

“Ao abrir a conta social, o beneficiário assegura que o auxílio seja  depositado regularmente, proporcionando segurança e estabilidade financeira para suas famílias”, resume a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra.

DF Social

O DF Social é um auxílio financeiro mensal de R$ 150 destinado às famílias de baixa renda residentes no Distrito Federal. Têm direito ao benefício os grupos com renda per capita de até meio salário mínimo inscritas no Cadastro Único.

Para participar do programa, não é necessário solicitar a inclusão nas unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras). A seleção ocorre conforme priorização dos públicos descritos em lei  e disponibilidade orçamentária.