Em comemoração ao aniversário do SIA, Carreta da Mulher e Ônibus da Saúde estarão das 9h às 16h na Feira dos Importados
Para comemorar o aniversário do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), o Serviço Social do Comércio do Distrito Federal (Sesc-DF), em parceria com a administração regional, vai oferecer diversos serviços de saúde gratuitamente nesta terça-feira (30), das 9h às 16h, na Feira dos Importados.
Na oportunidade, o público poderá usufruir de consultas e exames em duas unidades móveis, a Carreta da Mulher e o Ônibus da Saúde, além de fazer testes rápidos de hepatite, sífilis, HIV e PSA (câncer de próstata).
Confira os serviços disponíveis:
Mamografia;
Exame preventivo ginecológico (citopatológico ou Papanicolau);
Consultas médicas para homens e mulheres;
Testes rápidos de hepatite, sífilis e HIV;
PSA rápido (câncer de próstata).
O atendimento será feito por ordem de chegada, mediante distribuição de senhas, a partir das 8h.
Interrupção provisória do fornecimento nesta segunda-feira (29) vai ocorrer para execução dos serviços em horários que variam entre as 9h e 16h
Endereços do Lago Sul e de Águas Claras terão o fornecimento de energia interrompido nesta segunda-feira (29) para serviços de manutenção e substituição da rede elétrica. A interrupção ocorre para garantir a segurança das equipes.
No Lago Sul, a primeira interrupção será feita das 9h às 15h para remanejamento de baixa tensão e instalação de postes, afetando as seguintes localidades: SHIS QI 23 – Rua Cajueiros, Lote 2; Rua Araçá, lotes 6 e 11; Rua Pau Brasil, lotes 16 e 19; Rua Caliandra, lote 2. Das 10h às 16h, a iluminação será suspensa na SHIS QI 23, para substituição da rede elétrica.
Em Águas Claras, o serviço de substituição de postes e estruturas será feito das 13h às 16h, suspendendo a luz na Quadra 301. Em todas as localidades, caso o serviço termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada sem aviso prévio.
Além dos desligamentos programados, pode acabar a energia em outra região do Distrito Federal. Neste caso, a população deve registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.
Autoridades questionam transparência e veracidade dos resultados na Venezuela
Da Redação
Após o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela declarar a reeleição do presidente Nicolás Maduro com 51,2% dos votos e 80% das urnas apuradas, diversas autoridades internacionais expressaram suas preocupações e opiniões sobre os resultados.
Antony Blinken, secretário de Estado dos Estados Unidos, manifestou sérias preocupações de que o resultado anunciado não reflita a vontade ou os votos do povo venezuelano.
Josep Borrell Fontelles, vice-presidente da Comissão da União Europeia, destacou a importância de assegurar a total transparência do processo eleitoral, incluindo a contagem detalhada dos votos e o acesso às atas de votação, enfatizando que a vontade pacífica e massiva dos venezuelanos deve ser respeitada.
O presidente do Chile, Gabriel Boric, afirmou que é difícil acreditar na vitória de Maduro e declarou que o Chile não reconhecerá nenhum resultado que não seja verificável, mencionando a necessidade de transparência total nas ações e no processo eleitoral.
Javier Gonzalez-Olaecha, ministro das Relações Exteriores do Peru, afirmou que o país não aceitará a violação da vontade popular do povo venezuelano, condenando as irregularidades e a intenção de fraude cometida pelo governo venezuelano.
O presidente da Argentina, Javier Milei, declarou antes dos resultados que a Argentina não reconheceria outra fraude e esperava que as Forças Armadas defendessem a democracia. Após os resultados, Milei reafirmou que os venezuelanos escolheram acabar com a ditadura comunista de Maduro e que o mundo aguardava que ele reconhecesse a derrota.
José Manuel Albares, ministro das Relações Exteriores da Espanha, afirmou que a vontade democrática dos venezuelanos deve ser respeitada com a apresentação das atas de todas as mesas eleitorais para garantir resultados verificáveis, pedindo calma e civismo durante o processo.
Luis Gilberto Murillo, ministro das Relações Exteriores da Colômbia, solicitou a contagem total dos votos e uma auditoria independente, destacando a importância de ouvir todas as vozes dos setores políticos envolvidos e esclarecer dúvidas sobre os resultados.
A reeleição de Nicolás Maduro na Venezuela continua a gerar debates internacionais sobre a legitimidade e a transparência do processo eleitoral, com diversas nações pedindo investigações mais detalhadas e a garantia de um processo justo e democrático.
Presidente da CEB falou sobre compromisso com a inovação em encontro que reuniu empresários e representantes do setor elétrico
Realizado na sexta-feira (26) em São Paulo (SP) com o tema “Infraestrutura urbana e iluminação pública”, o seminário Lide Infraestrutura contou com a participação da Companhia Energética de Brasília (CEB), cujo presidente, Edison Garcia, destacou a importância de uma gestão eficiente e sustentável para assegurar o crescimento contínuo da empresa. O encontro reuniu empresários e representantes do setor elétrico e de infraestrutura de todo o país.
“Queremos transformar Brasília em uma referência nacional de eficiência energética e qualidade de vida, garantindo que cada cidadão se sinta mais seguro e orgulhoso da sua cidade”, afirmou o presidente da CEB, Edison Garcia, durante o seminário | Foto: Divulgação/CEB
O presidente da CEB participou do painel sobre regulação da iluminação pública e seus impactos na eficiência energética. A experiência de Brasília foi citada como exemplo de como a população valoriza a iluminação de LED e a associa diretamente a uma maior sensação de segurança. “Lojas, farmácias e supermercados são beneficiados pela melhor visibilidade e proteção proporcionadas pela nova iluminação, aumentando a confiança dos consumidores ao frequentar esses locais durante a noite”, reforçou Garcia.
Edison Garcia reforçou o compromisso da CEB com a inovação e a excelência, com o objetivo de oferecer serviços de qualidade aos seus acionistas e à população do Distrito Federal. “Queremos transformar Brasília em uma referência nacional de eficiência energética e qualidade de vida, garantindo que cada cidadão se sinta mais seguro e orgulhoso da sua cidade”, declarou o gestor.
Valorização
R$ 210 milhões
Gastos anuais com energia no DF
Durante o evento, o presidente da CEB lembrou que a iluminação pública é o maior consumidor de energia no DF, com gastos anuais de R$ 210 milhões. “A substituição das luminárias por modelos LED de alta eficiência não apenas reduzirá significativamente esse custo, mas também contribuirá para uma economia energética substancial”, apontou. Outros grandes consumidores de energia incluem a companhia de saneamento e o metrô do Distrito Federal
Um dos outros pontos abordados foi a implementação de telegestão nas luminárias, que permitirá monitorar e controlar remotamente a iluminação pública. Essa tecnologia não só melhora a eficiência energética, como também aumenta a sensação de segurança, já que a iluminação mais eficaz e uniforme inibe atividades criminosas e melhora a visibilidade noturna.
Edison Garcia também enfatizou a importância da iluminação cênica na valorização dos monumentos arquitetônicos de Brasília, que são reconhecidos mundialmente. “A capacidade de alterar a coloração de prédios icônicos como o Congresso Nacional e a Catedral, especialmente em datas comemorativas, tem o potencial de atrair mais turistas e dinamizar a economia local”, exemplificou.
Normatização
Durante o encontro, o presidente da CEB também falou sobre a necessidade de discutir com cuidado as alterações no normativo regulatório do setor, além de apresentar um panorama sobre os avanços e desafios na modernização da iluminação pública do Distrito Federal.
“Nós realizamos uma grande licitação para a aquisição de luminárias de 4.000 Kelvin, que é uma luz mais branca e natural”, explicou. “A norma ABNT-51, no entanto, propõe a adoção de lâmpadas de 2.700 Kelvin, que produzem uma luz amarelada, sob o argumento de que a luz branca pode prejudicar a saúde e causar ofuscamento.”
“Precisamos manter a sensação de segurança e a luminosidade adequada, avançando na economia de energia e na recuperação de carbono, como propõe a eficiência energética”
Edison Garcia, presidente da CEB
O gestor citou análises segundo as quais a regulação deve ser cuidadosamente revisada: “Peço à ABNT, ao Inmetro e à indústria que analisem isso com atenção. O Procel já sinalizou aos gestores que a luz amarelada é 30% menos eficiente e consome 30% mais energia. Isso resultará em um escurecimento da cidade, contrariando a expectativa de aumento da luminosidade”.
O presidente da companhia foi além: “A nova norma vai contra a transição energética que buscamos. Com a aplicação da norma, a cidade ficará mais escura, e o consumo de energia aumentará. Deixamos de economizar 50% e passamos a economizar apenas 20%. Precisamos manter a sensação de segurança e a luminosidade adequada, avançando na economia de energia e na recuperação de carbono, como propõe a eficiência energética”.
A CEB
Com 80% do capital social pertencente ao Governo do Distrito Federal e ações listadas na B3, a CEB tem se mostrado um exemplo de valorização e expansão no setor energético. Edison Garcia lembrou que, desde 2019, sob a gestão do governador Ibaneis Rocha, as ações da CEB passaram de R$ 23 para R$ 219 após a privatização da distribuidora. Atualmente, a companhia conta com 9.800 acionistas, um salto expressivo em relação aos 200 acionistas de quatro anos atrás. Em 2023, as ações da empresa valorizaram 30%, refletindo a estabilidade e o potencial de crescimento da CEB.
Durante o seminário, o presidente da CEB detalhou os negócios da companhia: “A CEB foca duas atividades principais: geração de energia e iluminação pública. A empresa opera usinas hidrelétricas em Tocantins, Goiás e no Distrito Federal, e está avançando na implantação da maior usina fotovoltaica do Centro-Oeste, a Mirius Furlan, com capacidade inicial de 100 megawatts e previsão de atingir até 400 megawatts”.
Com relação à iluminação pública, Garcia reforçou que a CEB é pioneira na concessão para uma empresa estatal, lembrando que a companhia optou por uma gestão estatal para garantir a sustentabilidade dos projetos. Diferentemente de muitos municípios que recorreram a parcerias público-privadas (PPPs) por falta de capital, a CEB possui recursos para viabilizar os investimentos necessários, assegurando a manutenção e modernização da infraestrutura energética.
“A empresa está implementando um projeto de 30 anos para modernizar a iluminação pública, substituindo lâmpadas de vapor de sódio por LED, com o objetivo de reduzir significativamente o consumo de energia e os custos operacionais”, ressaltou. “A regulação precisa ser vista com muito cuidado, de forma que a gente não tenha um retrocesso.”
Projeção de expansão da economia é 2,19% este ano, diz Banco Central
A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – teve aumento, passando de 4,05% para 4,10% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (29), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.
Para 2025, a projeção da inflação subiu de 3,9% para 3,96%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,6% e 3,5%, respectivamente.
A estimativa para 2024 está acima da meta de inflação, mas ainda dentro de tolerância, que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.
A partir de 2025, entrará em vigor o sistema de meta contínua, assim, o CMN não precisa mais definir uma meta de inflação a cada ano. Em junho deste ano, o colegiado fixou o centro da meta contínua em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
Em junho, influenciada principalmente pelo grupo de alimentação e bebidas, a inflação do país foi 0,21%, após ter registrado 0,46% em maio. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), em 12 meses, o IPCA acumula 4,23%.
Juros básicos
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 10,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A alta recente do dólar e o aumento das incertezas econômicas fizeram o BC interromper o corte de juros iniciado há quase um ano. Na última reunião, em junho, por unanimidade, o colegiado manteve a Selic nesse patamar após sete reduções seguidas.
De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, em um ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano, por sete vezes seguidas. Com o controle dos preços, o BC passou a realizar os cortes na Selic.
Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. O índice ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.
Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 no patamar que está hoje, em 10,5% ao ano. Para o fim de 2025, a estimativa é que a taxa básica caia para 9,5% ao ano. Para 2026 e 2027, a previsão é que ela seja reduzida, novamente, para 9% ao ano, para os dois anos.
Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.
Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.
PIB e câmbio
A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 2,15% para 2,19%. Para 2025, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 1,94%. Para 2026 e 2027, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2%, para os dois anos.
Superando as projeções, em 2023 a economia brasileira cresceu 2,9%, com um valor total de R$ 10,9 trilhões, de acordo com o IBGE. Em 2022, a taxa de crescimento foi 3%.
A previsão de cotação do dólar está em R$ 5,30 para o fim deste ano. No fim de 2025, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,25.
Ao ver a abertura dos jogos olímpicos em Paris, relembrei Nádia Comanecci, Mark Spitz e tantos outros que emprestaram brilho aqueles jogos.
Relembrei também que os jogos representam, ou deveria representar a confraternização entre os povos, pois mais importante que ganhar medalhas é se fazer presente num evento planetário em que se cultiva, ou se deveria cultivar, o que há de melhor nas pessoas, que é o espírito humanitário de bondade e congraçamento.
Mas logo na abertura pude constatar que esta olimpíada não fará renascer os melhores sentimentos do ser humano, muito ao contrário estimula o ódio, a divisão, o preconceito e outros males que aviltam o ser humano, e pior abre a estrada para sua própria extinção.
Pior é analisar fatos recentes ao redor do mundo e forçoso reconhecer que não se trata de ação isolada de meia dúzia de idiotas, mas de ação deliberada engendrada por quem controla circunstancialmente, os meios de dominação e exploração social, como a chamada “grande mídia”.
O teatro de horrores montado para ridicularizar com zombarias a Santa Ceia, significa não apenas zombar do Filho único de Deus, mas também profanar um dos símbolos da Fé de milhões de pessoas espalhadas pelo mundo.
Me vem à memória, frases do maior dramaturgo brasileiro quando falava na “ousadia dos canalhas”, e que “os idiotas perderam a modéstia”.
Lembro-me também de conversa recente com Padre Lírio em que ele afirmava que “Ser Cristão atualmente é um ato de coragem”.
Uma frase tão curta, mas ao mesmo tempo tão verdadeira, profunda e destemida.
É irmãos Cristãos, não é fácil seguir Cristo, é preciso coragem para enfrentar os ataques dissimulados e perversos que objetivam acabar com nossa FÉ em JESUS CRISTO, Filho de DEUS.
Não conseguirão, como o império Romano não conseguiu quando dominava o mundo.
O primeiro passo é exteriorizar nossos sentimentos ante essa blasfêmia perpetrada por aqueles que organizaram essa barbárie.
Por isso digo que o que está acontecendo em Paris não são jogos olímpicos, mas jogos satânicos que só nos despertam asco e nojo.
Que Deus nos abençoe e nos dê coragem para sermos verdadeiros CRISTÃOS.
Brasília, 28 de julho de 2024
Raimundo Ribeiro
CRISTÃO, com orgulho
A situação destaca a necessidade de maior fiscalização e transparência no uso de recursos públicos para evitar conflitos de interesse e assegurar a integridade das funções parlamentares
Da Redação
O empresário e profissional de marketing Edward Duarte Jorge, que atuou como assistente parlamentar do senador Izalci Lucas (PL-DF) entre 2021 e 2023, está no centro de uma polêmica envolvendo o uso de recursos públicos para campanhas eleitorais. Edward é dono da empresa Next Produção, especializada em filmes publicitários, que recebeu R$ 1.046.000 da candidatura de Izalci ao Governo do Distrito Federal (GDF) em 2022.
Edward deixou o gabinete de Izalci em julho de 2022 para assumir a administração de sua empresa e prestar serviços de produção de vídeos para a campanha do senador. Após o término das eleições, Edward retornou ao cargo de assistente parlamentar no Senado, 22 dias depois do pleito. A Next Produção, de Edward, e a Next Filmes, de seu irmão Eduardo Duarte Jorge, compartilharam recursos públicos e infraestrutura, criando um cenário de possível conflito de interesse.
Entre maio e junho de 2022, a Next Filmes recebeu R$ 40 mil da cota parlamentar de Izalci Lucas enquanto Edward ainda estava no gabinete. As empresas dos irmãos Duarte são suspeitas de operar em conjunto, dividindo o mesmo espaço físico e equipe.
Izalci Lucas utilizou R$ 4,1 milhões de recursos públicos e doações em sua campanha, sem se afastar do cargo de senador. Edward foi exonerado em junho de 2022 e, logo após, sua empresa foi contratada pela campanha de Izalci para a produção de vídeos, resultando em pagamentos que totalizaram R$ 1.046.000. Após a derrota de Izalci nas eleições, Edward voltou ao Senado como auxiliar parlamentar sênior.
A Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceaps) foi utilizada para beneficiar as empresas dos irmãos Duarte, o que levanta questões sobre a legalidade dos repasses. Segundo as regras do Senado, é proibido o uso da Ceaps para contratar empresas de senadores ou parentes até o terceiro grau. Mesmo assim, em outubro de 2023, quando Edward ainda estava no gabinete, a Next Produção foi beneficiada com R$ 34 mil de dinheiro público.
A situação destaca a necessidade de maior fiscalização e transparência no uso de recursos públicos para evitar conflitos de interesse e assegurar a integridade das funções parlamentares.
Aumento de voos internacionais conta com participação direta do GDF, que também tem negociado a inclusão de voos sem conexão saindo do DF com destino a Itália, Espanha, Cuba e República Dominicana
Para os viajantes que passam pelo Aeroporto Internacional de Brasília Presidente Juscelino Kubitschek, embarcar para Bogotá, na Colômbia, e para Cancún, no México, sem escalas, passará a ser uma realidade. Os destinos sairão do Distrito Federal a partir de outubro e dezembro, respectivamente.
Quando forem inaugurados, os trechos serão somados aos outros sete destinos que já saem de Brasília sem conexões: Lisboa (Portugal), Cidade do Panamá (Panamá), Miami e Orlando (Estados Unidos), Buenos Aires (Argentina), Lima (Peru) e Santiago (Chile). E novos destinos podem estar no horizonte. O GDF está negociando mais voos internacionais direto de Brasília com algumas companhias aéreas estrangeiras.
No ano passado, 14.860.880 passageiros circularam pelo aeroporto de Brasília, que alcança a marca do terceiro mais movimentado do país, atrás apenas dos dois aeroportos paulistas | Foto: Joel Rodrigues/ Agência Brasília
“Estamos negociando voos diretos de Brasília para Roma, na Itália; para a Espanha; para Cuba; e para a República Dominicana. Ou seja, estamos em permanentes conversas para conquistarmos essas novas rotas para a cidade”, destaca o secretário de Relações Internacionais, Paco Britto.
O aumento de voos internacionais conta com a participação direta do Governo do Distrito Federal (GDF), que tem como compromisso fomentar o turismo da capital, movimentando a economia, impulsionando o comércio e diversos outros segmentos de Brasília.
No ano passado, 14.860.880 passageiros circularam pelo aeroporto de Brasília, que alcança a marca do terceiro mais movimentado do país, atrás apenas dos dois aeroportos paulistas – Congonhas e Guarulhos. Além disso, o DF possui o maior fluxo internacional fora do eixo Rio-São Paulo.
Desde o início de sua gestão, o governador Ibaneis Rocha tem demonstrado total dedicação em tornar o DF mais atraente para o turismo. “Essa tem sido a minha missão: atrair, cada vez mais, visitantes para nossa capital”, afirma o secretário de Turismo, Cristiano Araújo.
Segundo a Secretaria de Relações Internacionais, a oferta de novos voos diretos saindo de Brasília é fruto de negociações com as embaixadas internacionais instaladas na capital. A ideia é fortalecer o intercâmbio cultural e também comercial entre esses países e Brasília.
“Atrair novas rotas para Brasília melhora o intercâmbio cultural, o comercial, o turismo e as arrecadações”
Paco Britto, secretário de Relações Internacionais
“Temos um aeroporto de excelência e reconhecido internacionalmente. Brasília é a capital do país, um hub que, além de tudo, é o único lugar do país que liga a todas as demais capitais brasileiras. Atrair novas rotas para Brasília melhora o intercâmbio cultural, o comercial, o turismo e as arrecadações”, diz o secretário Paco Britto.
A ampliação da oferta de voos é considerada essencial para Kiara Coelho, sócia de uma agência de viagens de Brasília, que vê na diversificação dos destinos uma oportunidade de trazer mais negócios e fechar mais contratos com outras regiões do país.
“O aeroporto de Brasília é excelente, e temos uma ótima localização, bem central. Essas rotas internacionais diretas são essenciais”
Kiara Coelho, empresária
“O aeroporto de Brasília é excelente, e temos uma ótima localização, bem central. Essas rotas internacionais diretas são essenciais. A gente atende clientes no Brasil todo, mas ter essas opções saindo do DF valoriza também o nosso trabalho. Ter essas rotas com certeza facilita muito no nosso argumento de venda”, observa.
Na tortuosa caminhada buscando sair da zona da degola, o Fluminense visitou o Bragantino.
No início, o dono da casa tinha maior posse de bola, mas a partir dos 15 minutos conseguimos equilibrar a partida.
Após os 30 minutos, passamos a ocupar mais o campo ofensivo e, depois de desperdiçar 2 boas oportunidades, aos 43 minutos Ganso faz um primoroso cruzamento na área para Kauã Elias fazer 1×0.
Voltamos para o segundo tempo com uma postura mais defensiva, tentando atrair o Bragantino para partir no contra ataque.
Aos 11 o Bragantino criou boa oportunidade.
Aos 14 minutos entra Marquinhos, saindo Serna.
O Bragantino ocupa o campo ofensivo e nosso time consegue levar perigo num contra ataque desperdiçado por Kauã Elias.
Aos 25 minutos entram Lima e Nonato, saindo Martinelli e Ganso.
Aos 37 minutos saem André e Árias, entrando Felipe Andrade e Renato Augusto.
Aos 42 minutos Marquinhos se machuca e ficamos com menos 1 em campo.
Com muito sofrimento conseguimos mais uma vitória, a 2a. fora de casa e a 3a. consecutiva, sem sofrer gol.
Subimos mais um degrau, mas ainda falta muito para recolocar o Fluminense no lugar que deve estar.
Nota-se uma grande melhoria no sistema defensivo sem perder o poder de ataque.
Agora é virar a chave, visitar o Juventude na próxima quinta feira às 19 horas pela copa do Brasil em busca de mais uma vitória.
Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺
Raimundo Ribeiro Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor
Não são poucos os motivos que levaram a nossa capital a conquistar esse status conferido pelo Índice de Progresso Social Brasil 2024; de infraestrutura ao estilo de vida brasiliense, a Agência Brasília inicia série que traz para você o que torna nosso Quadradinho tão especial
A capital do Brasil é também a de maior qualidade de vida do país. Brasília é considerada única pela sua arquitetura, mas tem atributos na saúde, segurança, bem-estar e outros que a colocam nesse patamar especial. É o que revelou o Índice de Progresso Social Brasil 2024 (IPS Brasil), que colocou o Distrito Federal em primeiro lugar entre as capitais e em segundo entre os municípios com a melhor pontuação em desenvolvimento social, econômico e ambiental.
Infraestrutura, desenvolvimento social, programação cultural e opções de lazer são alguns dos critérios que destacam Brasília entre todas as capitais do país em relação à qualidade de vida da população | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília
Todos os 5.570 municípios do país foram avaliados, o que torna o escrutínio ainda mais especial. O IPS Brasil possui três dimensões – Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-estar e Oportunidades – e 12 componentes. No resultado das avaliações, Brasília alcançou a pontuação 71,25 de um total de 100. Missão essa cumprida em parceria entre o Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), a Fundação Avina, o Centro de Empreendedorismo da Amazônia, a iniciativa Amazônia 2030, a Anattá – Pesquisa e Desenvolvimento e o Social Progress Imperative.
“Isso tudo nos alegra porque nós estamos na capital da República, e quem administra o Distrito Federal tem que administrar com esse olhar não só para a cidade, mas esse olhar para o Brasil e para o mundo, nos colocando sempre como referência da melhor qualidade de vida”
Governador Ibaneis Rocha
Com seus 2,8 milhões de habitantes, Brasília é a maior cidade entre as 20 mais bem-posicionadas no ranking e uma das duas capitais – a outra é Goiânia. Dos 12 indicadores secundários do IPS Brasil, a capital da República registrou números acima da média nacional em dez. Tais índices tratam sobre questões que vão desde a segurança alimentar e acesso à saúde até liberdades individuais e qualidade do ensino, um panorama complexo dos desafios enfrentados pela gestão pública de uma grande metrópole para alcançar a posição conquistada por Brasília no levantamento.
A consolidação de Brasília como referência nacional no desenvolvimento social foi comentada pelo governador Ibaneis Rocha. Segundo ele, administrar a capital de todos os brasileiros requer um cuidado maior da gestão pública.
“Nós temos indicadores que nos colocam nessa posição, como é a questão do saneamento básico, a entrega de água tratada, melhorias na educação, na saúde e no transporte público. Isso tudo nos alegra porque nós estamos na capital da República, e quem administra o Distrito Federal tem que administrar com esse olhar não só para a cidade, mas esse olhar para o Brasil e para o mundo, nos colocando sempre como referência da melhor qualidade de vida”, afirmou o governador ao analisar a pesquisa.
Quem vive, vê e sente
“Vivo a cidade e aproveito tudo o que posso aqui. Sou apaixonado por Brasília”, diz o servidor público Bosco Lobo, que mora no Jardins Mangueiral | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília
Os fatores que colocam o DF no topo do ranking nacional são sentidos diariamente por quem vive no Quadradinho, e serão apresentados nesta série especial da Agência Brasília. O servidor público brasiliense Bosco Lobo, de 46 anos, é uma dessas pessoas. No início da vida adulta, ele chegou a morar seis anos em Florianópolis (SC). Depois, casou-se com a faturista Ana Clara, 44, na capital catarinense, mas não teve jeito: a vontade de voltar foi maior, e ele convenceu a esposa que o melhor lugar para viver é aqui.
Bosco e Ana Clara moram há dez anos no Jardins Mangueiral com os dois filhos, Isadora, 13, e Lorenzo, 5, e todos os dias desfrutam do visual deslumbrante que o caminho para o trabalho proporciona: o Lago Paranoá e a Ponte JK.
“Eu sou suspeito para falar. Meu nome é por causa de Dom Bosco”, conta. “Sempre desço [do Jardins Mangueiral para o Plano Piloto] observando tudo. Na volta, desacelero para ver o pôr do sol. Vivo a cidade e aproveito tudo o que posso aqui. Sou apaixonado por Brasília”, declara o servidor.
Há 23 anos em Brasília, o baiano Elder Galvão valoriza as opções culturais disponíveis: “Aqui as pessoas têm esse olhar para a cultura”| Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília
Já o baiano de Campo Formoso, Elder Galvão, 42, morador da Asa Sul, veio para o DF há 23 anos por influência de um tio que já morava no Quadradinho. Elder passou no vestibular da Universidade de Brasília (UnB) para publicidade e se apaixonou perdidamente pela cidade. Ilustrador e um dos donos da editora Sibita, Elder é pai de Manoela, uma brasiliense de 9 anos que é a protagonista de sua mais recente publicação, O Incrível Livro de Poucas Respostas sobre o Universo.
“Hoje a cidade se transformou. Levo muito a minha filha ao Eixão do Lazer. Também gosto muito de ir ao cinema e de lugares como o Espaço Cultural Renato Russo. Aqui as pessoas têm esse olhar para a cultura”, disse.
Saúde e lazer
Brincadeiras, música, esporte, natureza: o Eixão do Lazer, aos domingos, é um dos programas mais queridos dos moradores da cidade | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília
Se Brasília está entre as capitais com melhor desempenho em qualidade de vida, muito se deve aos seus espaços públicos democráticos, inclusivos e destinados aos mais diversos públicos e atividades. Entre eles, um dos queridinhos de todo brasiliense, natural daqui ou não, é o Eixão do Lazer – tradição que já dura 33 anos e faz parte da memória afetiva daqueles que escolheram a capital federal para criar raízes.
Aos domingos e feriados, das 6h às 18h, a maior avenida do Distrito Federal, com 14 km de extensão, ganha vida e cor. Os carros acostumados a cortar Brasília de Norte a Sul nos dias úteis são substituídos pelas bicicletas, patins, corredores, animais de estimação e vendedores, em um verdadeiro palco urbano dinâmico repleto de atividades.
“A rua é o espaço mais democrático e ela deve ser para as pessoas, assim como observamos no Eixão”, diz a artista Juliana Padula | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília
“Não tem como ficar trancado em casa morando em um lugar com um céu bonito desses, com ruas bem-arborizadas, shows ao ar livre, espaço para se alimentar, praticar esportes e passear com a família”, afirma o analista Carlos Ricardo, 46. “Em relação às capitais que conheço, Brasília é onde escolhi viver.”
É essa diversidade de atrações e de público que atrai semanalmente Roberto Pereira Lima, 46, a ocupar os espaços públicos da capital federal. O enfermeiro não nasceu em Brasília, mas adotou a cidade como sua, abraçando com entusiasmo a cultura, o estilo de vida e a comunidade brasiliense.
Fabrício Vilela tem orgulho de ter nascido na capital do país: “Quem vem para cá não volta nunca mais, porque Brasília supre todas as expectativas”| Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília
“Eu amo Brasília e estou aqui desde 1992, e não pretendo sair daqui por nada nesse mundo; Brasília tem tudo em seu devido lugar – organização, estrutura e lazer”, afirma o enfermeiro, que faz questão de fazer propaganda do Quadradinho para os amigos e familiares residentes de outras unidades da Federação. “Sempre falo bem de Brasília. Digo para todo mundo, para os meus amigos de fora, o quão bom é morar aqui.”
A paixão de Roberto encontra eco entre os milhares de brasilienses. É o caso do protético Fabrício Vilela, 27, por que gosta de desfrutar de uma boa caminhada durante os dias de folga com o filho de apenas 10 meses de idade: “Brasília tem esse diferencial de oferecer programações agradáveis para todas as idades e gostos. Sou natural daqui e digo com orgulho que essa cidade está no meu coração. Quem vem para cá não volta nunca mais, porque Brasília supre todas as expectativas”.
Acostumada a viajar Brasil afora levando sua arte e entretenimento, a artista de rua Juliana Padula, 39, é categórica ao afirmar que o Quadradinho é diferente de todas as capitais. “A diversidade está presente aqui”, resume. “Promover espaços como o Eixão é algo muito importante, para desestressar, encontrar as pessoas, socializar. A rua é o espaço mais democrático e ela deve ser para as pessoas, assim como observamos no Eixão”.