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TCDF disponibiliza nova ferramenta para automatizar concessões de aposentadorias no GDF

Nova aplicação permitirá automatização de processos e importação de dados dos servidores do SIGRH para o SIRAC, facilitando a elaboração de atos e minimizando erros formais

Da Redação

A Secretaria de Fiscalização de Pessoal (Sefipe) do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) lançará uma nova ferramenta destinada ao Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev-DF) e às unidades de pessoal dos órgãos do Governo do DF (GDF). Esta ferramenta visa facilitar os processos de concessão de aposentadorias e reformas dos servidores distritais.

Integrada à Calculadora de Aposentadoria (https://calculadora-aposentadorias.tc.df.gov.br/), a nova aplicação permitirá a automatização da elaboração da minuta dos atos e a importação de dados dos servidores do Sistema Único de Gestão de Recursos Humanos (SIGRH) do GDF para o Sistema de Registro de Admissões e Concessões (SIRAC) do TCDF. Entre as informações que poderão ser recuperadas estão a classificação funcional, o tempo de serviço no órgão, o tempo averbado, faltas e licenças.

A iniciativa busca reduzir o retrabalho e aumentar a eficiência na gestão de pessoas, garantindo a conformidade dos atos de aposentadoria e reforma com os fundamentos legais homologados pelo TCDF e minimizando inconsistências decorrentes da atualização manual de dados no Módulo de Concessões SIRAC.

Para utilizar a nova aplicação, os servidores responsáveis pela instrução de processos de concessão nos órgãos jurisdicionados deverão seguir o seguinte passo a passo:

  1. Acesse o site do TCDF e, no menu “Espaço do Jurisdicionado”, clique em “Formulário de Cadastramento”.

    1.1. Se não estiver cadastrado em nenhum sistema do Tribunal, solicite a opção “Criação de Novo Usuário” e siga as orientações apresentadas.

    1.2. Se estiver cadastrado, mas bloqueado, solicite a opção “Revalidação de Usuário Existente” e siga as orientações apresentadas.

    1.3. Se tiver esquecido a senha de acesso, solicite a opção “Esqueci a Minha Senha” e siga as orientações apresentadas.

  2. Após o cadastramento, encaminhe ofício via Barramento PEN à Secretaria de Tecnologia da Informação (STI) do TCDF, contendo as assinaturas eletrônicas do usuário e do titular do órgão, solicitando o acesso ao módulo “SIRAC Concessões – Minuta do Ato”.

A aplicação estará disponível no menu “Espaço Jurisdicionado” -> “SIRAC – Sistema de Registro de Admissões e Concessões”, em “Clique aqui para acessar o SIRAC Concessões – Minuta de Ato”. Inicialmente, será possível apenas a importação automática de informações do SIGRH. Futuramente, com a integração das bases de dados de outros sistemas, o alcance da aplicação será ampliado.

Coluna do Fluminense | Empate amargo

Por Raimundo Ribeiro

Com 40 mil torcedores no Maracanã, o Fluminense recebeu o Juventude onde só a vitória interessa.

Começamos pressionando, mas no primeiro ataque adversário, a defesa falha e o Juventude faz 1×0 após escanteio.

A partir daí, o Fluminense alugava o campo ofensivo, mas não conseguia aproveitar as poucas oportunidades que apareciam.

O Juventude se encolhia no campo defensivo e procurava encurtar o tempo, fazendo cera.
Aliás, o conhecido soprador de apito Klaus não perde oportunidade de prejudicar o Fluminense, não marcando faltas nos nossos jogadores e parando a partida todas as vezes que os jogadores do Juventude caem no chão.

Voltamos para o segundo tempo com Keno e Lima, saindo Serna e Martineli.

Continuamos no campo de ataque, e aos 8 minutos Kauã Elias perde boa oportunidade.

Aos 11 minutos sai Diogo Barbosa, entrando Marcelo.

No primeiro chute, Marcelo sente a coxa e entra Esquerdinha.

Aos 32 minutos entra JK para saída de Samuel Xavier.

É irritante e visível a intenção do soprador de apito marcando faltas inexistentes contra o Fluminense.

O Fluminense martelava, mas não conseguia furar o bloqueio defensivo adversário, e num erro de Thiago Santos o Juventude faz 2×0 aos 40 minutos.

Aos 45 minutos, Kauã Elias descontou.

Aos 47 minutos, Keno faz 2×2.

O soprador de apito

acrescentou apenas 6 minutos, certamente para prejudicar o Fluminense.

Perdemos a classificação para um time que foi táticamente superior nos 2 jogos.

Agora, é virar a chave e visitar o Vasco em busca de mais uma vitória.

Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺

Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

Wellington Luiz é reeleito presidente da CLDF para o biênio 2025-2026

Deputado recebeu 23 votos favoráveis; eleição da nova Mesa Diretora ocorreu quatro meses antes do tradicional

Da Redação

O deputado distrital Wellington Luiz (MDB) foi reeleito presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) para o biênio 2025-2026. Sua candidatura obteve 23 votos favoráveis, com apenas uma ausência entre os parlamentares.

Além de Wellington Luiz, os parlamentares mantiveram Ricardo Vale (PT) na vice-presidência, apesar da expectativa de que o Partido Liberal (PL), que almejava a vaga, se abstivesse de votar no petista. No entanto, os parlamentares apoiaram Ricardo Vale.

A deputada Paula Belmonte (Cidadania) assumirá a segunda vice-presidência. Haverá uma mudança na liderança do governo: o atual líder, Robério Negreiros (PSD), ficará com a recém-criada 4ª Secretaria, e o deputado Hermeto (MDB) assumirá a liderança. Essas mudanças ocorrerão a partir de janeiro do próximo ano.

A eleição da nova Mesa Diretora foi realizada quatro meses antes do tradicional, que ocorreria em dezembro, visando desafogar o calendário da CLDF no final do ano. Para que a modificação fosse possível, os distritais precisaram alterar dispositivos da Lei Orgânica do Distrito Federal e o regimento interno da CLDF.

Confira a nova composição:

  • Presidente: Wellington Luiz (MDB)
  • Vice-presidente: Ricardo Vale (PT)
  • 1ª Secretaria: Pastor Daniel de Castro (PP)
  • 2ª Secretaria: Roosevelt Vilela (PL)
  • 3ª Secretaria: Martins Machado (Republicanos)
  • 4ª Secretaria: Robério Negreiros (PSD)
  • Corregedor: Joaquim Roriz Neto (PL)
  • Líder do governo: Hermeto (MDB)

Doutora Jane é eleita presidente da Comissão dos Direitos das Mulheres

Criação da comissão, proposta pela emedebista, foi aprovada em março e tem entre suas competências a emissão de pareceres sobre proposições relacionadas aos direitos das mulheres

Da Redação

A deputada distrital Doutora Jane (MDB) foi eleita presidente da Comissão dos Direitos das Mulheres na Câmara Legislativa do Distrito Federal. A criação da nova comissão, proposta pela emedebista, foi aprovada em 18 de março e a eleição ocorreu nesta quarta-feira (7).

Segundo a deputada, a nova comissão tem como competências opinar e emitir pareceres sobre o mérito de todas as proposições relacionadas aos direitos das mulheres. Entre os temas das proposições estão combate à violência, políticas públicas para a promoção da equidade de gênero e acesso a serviços de saúde reprodutiva e de atenção integral à saúde feminina.

A Comissão dos Direitos das Mulheres também tem a atribuição de fiscalizar a implementação das políticas voltadas às mulheres, bem como receber e encaminhar denúncias de violações de direitos.

“É mais um instrumento muito importante na defesa da mulher. Ter essa comissão na CLDF fortalece o olhar para as pautas femininas. Teremos uma avaliação ainda mais criteriosa das propostas voltadas para as mulheres. Estou feliz com mais esse desafio”, afirma a deputada.

Comissões permanentes já têm presidente e vice para biênio 2025/2026

Além da eleição para o comando das comissões já em funcionamento, foram definidos os presidentes e vices de dois colegiados recém-criados: o do Direito das Mulheres e o da Saúde

Assim como no caso dos cargos da Mesa Diretora, os deputados distritais adiantaram a eleição dos presidentes e vices das 14 comissões permanentes da Casa para o próximo biênio (2025/2026). A votação aconteceu em plenário nesta quarta-feira (7) e, confirmando acordo costurado entre os parlamentares, todos os nomes inscritos foram acatados por unanimidade.

“Tivemos 100% de votos favoráveis de novo”, comemorou o presidente da Câmara Legislativa, deputado Wellington Luiz (MDB), ao final da votação. Ele parabenizou os novos nomes e os reeleitos que vão conduzir os trabalhos dos colegiados da CLDF nos próximos anos e agradeceu o apoio e a confiança. Mais cedo, Wellington Luiz foi reconduzido à presidência da Casa até o final desta legislatura.

Além da eleição para o comando das comissões já em funcionamento, foram definidos os presidentes e vices de dois colegiados recém-criados: o do Direito das Mulheres – cuja criação está prevista na Resolução nº 343/2024 – e o da Saúde, que é resultante do desmembramento da Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC), previsto no projeto de resolução nº 43/2024, também aprovado nesta tarde.

Cada comissão é constituída por cinco deputados e seus respectivos suplentes, observando a proporcionalidade partidária. Em caráter extraordinário, a Comissão do Direito das Mulheres será integrada por todas as quatro deputadas com mandato nesta legislatura, independentemente de seus partidos.
Confira os nomes que estarão à frente das comissões em 2025/2026: 

Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)
Presidente: Thiago Manzoni (PL)
Vice-presidente: Chico Vigilante (PT)

Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF)
Presidente: Eduardo Pedrosa (União)
Vice-presidente: Joaquim Roriz Neto (PL)

Comissão de Assuntos Sociais (CAS)
Presidente: Rogério Morro da Cruz (PRD)
Vice-presidente: Max Maciel (PSOL)

Comissão de Defesa do Consumidor
Presidente: Chico Vigilante (PT)
Vice-presidente: Jorge Vianna (PSD)

Comissão de Defesa dos Direitos Humanos, Cidadania e Legislação Participativa
Presidente: Fábio Felix (PSOL)
Vice-presidente: Ricardo Vale (PT)

Comissão de Assuntos Fundiários (CAF)
Presidente: Jaqueline Silva (MDB)
Vice-presidente: Pepa (PP)

Comissão de Segurança
Presidente: João Cardoso (Avante)
Vice-presidente: Doutora Jane (MDB)

Comissão de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Ciência, Tecnologia, Meio Ambiente e Turismo (CDESCTMAT)
Presidente: Daniel Donizet (MDB)
Vice-presidente: Paula Belmonte (Cidadania)

Comissão de Fiscalização, Governança, Transparência e Controle
Presidente: Iolando (MDB)
Vice-presidente: Paula Belmonte (Cidadania)

Comissão de Transporte e Mobilidade Urbana
Presidente: Max Maciel (PSOL)
Vice-presidente: Martins Machado (Republicanos)

Comissão de Produção Rural e Abastecimento
Presidente: Pepa (PP)
Vice-presidente: Iolando (MDB)

Comissão do Direito das Mulheres
Presidente: Doutora Jane (MDB)
Vice-presidente: Dayse Amarilio (PSB)

Comissão de Saúde
Presidente: Dayse Amarilio (PSB)
Vice-presidente: Jorge Vianna (PSD)

Comissão de Educação e Cultura
Presidente: Gabriel Magno (PT)
Vice-presidente: Ricardo Vale (PT)

Ibaneis enaltece Lei Maria da Penha e ações de enfrentamento à violência

Governador fez as declarações durante o lançamento da XVIII Jornada Lei Maria da Penha, no Sol Nascente/Pôr do Sol, nesta quarta-feira

Os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário têm somado forças e chamado a atenção para um tema essencial: o enfrentamento à violência contra a mulher. Essa foi a pauta da XVIII Jornada Lei Maria da Penha 2024, lançada nesta quarta-feira (7) pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na Escola Classe JK, no Sol Nascente.

O governador Ibaneis Rocha (centro) destacou o trabalho do GDF para a redução dos índices de violência no DF ao longo dos ano | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília

Promovida anualmente pelo CNJ desde 2007, a Jornada Lei Maria da Penha celebra a lei nº 11.340/2006, que completa 18 anos de sanção, e discute temas que fortalecem o enfrentamento da violência contra as mulheres. O resultado desse encontro, ao final de cada edição da jornada, é a publicação de uma carta com propostas de ações para proteção das mulheres e combate à violência de gênero.

Ao falar da Lei Maria da Penha e de sua importância para o país, o governador Ibaneis Rocha lembrou que o GDF foi o primeiro a criar uma Secretaria da Mulher. Ele listou programas e iniciativas do governo, a exemplo da lei que ampara órgãos de feminicídio.

“Nós temos feito um trabalho conjunto no enfrentamento à violência doméstica no DF, uma coisa que nos deixa muito preocupados, e aí nós conseguimos unir todas as secretarias, criando grandes programas de acolhimento e atendimento”, disse.

“A gente tem essa lei bem implementada nas grandes cidades e nas capitais brasileiras, o que já é um grande avanço, mas nós precisamos interiorizar a lei, porque as mulheres dos pequenos municípios estão desassistidas nesse sentido, porque não têm onde denunciar, não têm como se inteirar sobre os seus direitos”, disse a ativista Maria da Penha, cumprimentada pelo governador Ibaneis Rocha

“No Distrito Federal estamos tentando cumprir de forma empenhada esse trabalho e a gente fica triste com essa questão da violência e do feminicídio. Em parceria com o governo federal, com o Tribunal de Justiça e com o Ministério Público, com a presença constante também da Defensoria Pública, temos feito com que os índices de violência no DF tenham diminuído ao longo dos anos, e isso nos dá esperança de que em determinado momento nós chegaremos à violência zero”, acrescentou o governador.

“A gente sabe que violência não escolhe classe social, mas é na periferia que a mudança tem que ser desde o momento em que se nasce, com tantos problemas sociais que a gente sabe que enfrenta não só no Distrito Federal, mas em todo o Brasil”

Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania

Ativista que leva o nome da lei e do evento promovido pelo CNJ, Maria da Penha disse que é importante fazer com que a norma seja aplicada em todo o território nacional. “É uma lei considerada uma das melhores do mundo. Realmente, a gente tem essa lei bem implementada nas grandes cidades e nas capitais brasileiras, o que já é um grande avanço, mas nós precisamos interiorizar a lei, porque as mulheres dos pequenos municípios estão desassistidas nesse sentido, porque não têm onde denunciar, não têm como se inteirar sobre os seus direitos”, cobrou.

A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, ressaltou que essa parceria entre os poderes é fundamental para que as ações cheguem a quem mais precisa. “Quando a gente faz esse intercâmbio de ideias, de poderes, a gente mostra para a comunidade que a gente sabe que é na periferia que tem esse problema exacerbado. A gente sabe que violência não escolhe classe social, mas é na periferia que a mudança tem que ser desde o momento em que se nasce, com tantos problemas sociais que a gente sabe que enfrenta não só no Distrito Federal, mas em todo o Brasil”, pontuou.

Números alarmantes

“Em 2023, tivemos 50 mil casos de violência doméstica diariamente e mais de 250 mil casos reportados de violência doméstica. Foram cerca de 1.500 feminicídios, e uma mulher é estuprada no Brasil a cada seis minutos, uma vergonha”, afirmou o presidente do STF e do CNJ, ministro Luís Roberto Barroso

Em seu discurso, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Luís Roberto Barroso, dirigiu palavras fortes e necessárias ao público masculino: “Homem que bate em mulher não é macho, é covarde. Homem que pratica violência sexual contra a mulher é um fracassado, não um vitorioso, porque não foi capaz de conquistá-la. E adulto que bate em criança deseduca, ou pior, educa numa cultura de violência”.

Após dizer que a violência não leva a lugar nenhum e que ela aumenta e ocorre porque as pessoas têm medo de denúncia-la, o ministro trouxe números preocupantes sobre o tema no país. “Em 2023, tivemos 50 mil casos de violência doméstica diariamente, e mais de 250 mil casos reportados de violência doméstica. Foram cerca de 1.500 feminicídios, e uma mulher é estuprada no Brasil a cada seis minutos, uma vergonha”, listou.

Já o ministro Dias Toffoli elogiou a iniciativa e o GDF por abrigar o evento e ser pioneiro no ensino da Lei Maria da Penha nas escolas. “Tem que começar a educação desde pequeno. E aqui, o GDF foi o primeiro a implementar a educação da Maria da Penha anos atrás nas escolas públicas e na formação dos alunos desde o ginásio. Isso é extremamente importante. Educar é o que transforma e evita, lá na frente, o Estado punir. Se você educa, você não precisa punir, você transforma. Então é significativo essa realização desse evento nessa escola”, recordou.

Controladoria aponta evolução da governança na administração pública do DF

A CGDF tem levado consultoria a órgãos e entidades do DF, além de assessorar o governo na implementação de políticas também de compliance

A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF), recentemente, apresentou ao Conselho de Governança Pública do Distrito Federal (CGov) os resultados das atividades realizadas entre 2023 e 2024. Dentre as informações divulgadas, destaca-se o fato de que já foram avaliadas 13 entidades da administração pública do DF.

Conselho de Governança Pública do DF em reunião no gabinete do controlador-geral do DF, Daniel Lima; encontro ocorreu em 29/7 na CGDF | Foto: Divulgação/CGDF

Durante a consultoria, foram realizadas as etapas de planejamento, diagnóstico, relatório preliminar, nota técnica, plano de ação e monitoramento. As 13 entidades avaliadas quanto à implantação do modelo de governança incluem quatro secretarias: Obras e Infraestrutura (SODF), Educação (SEE), Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) e Esporte e Lazer (SEL); quatro autarquias (Adasa, DER-DF, Procon, IPEDF), duas fundações (Hemocentro e Fepecs), dois órgãos autônomos (Jardim Botânico e Defensoria Pública do DF) e um órgão especializado (Corpo de Bombeiros Militar do DF).

Segundo a subcontroladora de Governança e Compliance da CGDF, Cecília Fonseca, o diferencial do trabalho tem ocorrido no trabalho em campo. “Nós vamos até o órgão, ouvimos suas necessidades, fazemos o diagnóstico e levamos capacitação para que, depois, o órgão prossiga com o trabalho. Afinal, a governança é transversal e contínua”, pontua.

Resultados

A CGDF registrou avanço em todos os elementos que compõem a governança. O mapeamento de processos dos órgãos assessorados apresentou aumento de 45% da meta, em 2023, para 75% em 2024. Em comparação a 2023, a implantação do planejamento estratégico teve uma evolução de 37%.

Outro destaque é o aumento de 33% na aplicação do fluxo de informações dos órgãos, que significa uma melhoria de comunicação entre as unidades e os comitês internos de governança. Práticas como o Programa de Integridade (+28%), unidades de governança (+17%), implantação de gestão de riscos (+13%) e governança de pessoas (+8%) também mostraram progresso significativo na implementação de metodologias.

Os níveis de comprometimento com os objetivos alcançados em 2023 foram mantidos, ou seja, os índices de transparência e ações de ouvidoria e a implementação dos comitês de governança permanecem com 100% na medição realizada pela Controladoria.

Nas iniciativas de capacitação, foram constituídas seis turmas em momentos diferentes, com a participação de 286 servidores públicos do Governo do Distrito Federal (GDF), representando 43 órgãos, entidades e fundações.

Conselho

Os membros do conselho têm se reunido regularmente para revisar metodologias, planejar políticas públicas e definir objetivos. Em 29 de julho, eles se encontraram na CGDF para aprovar o texto final do modelo de governança, discutir o monitoramento e escolher o melhor indicador para avaliar o impacto da governança nas políticas públicas.

Além disso, também estão sendo incorporados os princípios ESG (Environmental, Social and Governance, que significa Ambiental, Social e Governança em português) e inovação como diretrizes da boa governança.

O Conselho de Governança Pública, instituído pelo decreto nº 39.736 de 2019, assessora o Governo do Distrito Federal (GDF) na implementação da Política de Governança Pública e Compliance. Sua função principal é propor, monitorar e aprovar práticas organizacionais para garantir a transparência, integridade, controle social e prevenção à corrupção, além de acompanhar projetos prioritários do governo, articulando ações com outras instâncias governamentais e a sociedade civil.

ARTIGO: Venezuela em chamas

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Acusações de fraude e protestos dominam o cenário venezuelano após eleições presidenciais, com a comunidade internacional questionando a legitimidade dos resultados anunciados

Porque não te calas!

Desde 27 de julho passado, a Venezuela está em convulsão social.

A razão é muito óbvia: contrariando os boletins de urna divulgados pela oposição, contrariando todas as pesquisas anteriores, posteriores e de boca de urna, a “justiça eleitoral” de lá, controlada pelo ditador Nicolas Maduro, declarou que Maduro teria vencido a eleição por 51,20% dos votos.

Ora, a farsa logo foi desmascarada quando a oposição disponibilizou mais de 80% dos boletins de urna que conferem mais de 70% dos votos para o opositor de maduro.

Agora, em mais uma atuação patética do presidente Lula, depois de ficar mais de uma semana ensaboado ele propõe “negociação”.

Negociar o quê?

A tentativa de golpe de Maduro e seus asseclas fraudando as urnas e desrespeitando a soberania popular?

A negociação é simples e rápida: consiste em empossar o eleito, e que Maduro e seus asseclas sejam processados e julgados pelo que fizeram.

O resto é masturbação sociológica, de quem é comparsa da farsa.

Raimundo Ribeiro – Advogado

Ricardo Callado – Jornalista

Mais de 100 toneladas de areia foram repostas em parquinhos e quadras

Os espaços também foram contemplados com serviços de pintura, conserto de brinquedos e alambrados, trabalhos realizados por equipes da administração regional

A região do Plano Piloto tem cerca de 248 parquinhos e mais de 60 já foram contemplados com algum serviço, como pintura e conserto dos brinquedos, 10 com a manutenção da caixa de areia, além da retirada de entulho e lixo da área externa. A quadra de areia da 104/105 Sul também recebeu a substituição do material. Mais de 100 toneladas de areia já foram repostas em parquinhos e quadras de areia no Plano Piloto.

O administrador do Plano Piloto, Bruno Olímpio, informa que os serviços estão sendo executados desde janeiro e atendem às reivindicações antigas dos moradores, além de proporcionar mais saúde e higiene para as crianças que frequentam os parquinhos.

“Estamos atendendo às demandas da população, conforme cronograma levantado pelas equipes da administração. Estamos atuando diariamente nas ruas e a substituição da areia dos parquinhos afasta o risco de contaminação e doenças causadas por fungos e bactérias. Faço o apelo para que donos de pets respeitem os espaços da criançada”, alertou Bruno Olímpio.

A administração ressalta que é fundamental a população contribuir com a manutenção dos espaços e que denuncie, por meio do telefone 197, se verificar qualquer ato de vandalismo. Além disso, orienta que os donos de cães devem recolher os dejetos do animal da grama e dos locais públicos, além de ressaltar que os pets não devem entrar em parquinhos infantis e quadras de esportes.

Substituição de areia
– Parquinhos da Asa Sul: quadras 204, 202, 403, 115, 102/103, 206/207 e quadra de areia na 104/105 Sul
– Parquinhos da Asa Norte: quadras 201, 415 e 411 Norte.

Provid amplia conscientização sobre violência doméstica no DF

Programa tem como foco ajudar a prevenir, inibir e interromper o ciclo de violência contra a mulher; iniciativa, presente em 23 batalhões da Polícia Militar da capital, oferece suporte a todas as regiões administrativas do DF

Por meio do Policiamento de Prevenção Orientada à Violência Doméstica (Provid), o Governo do Distrito Federal (GDF) tem desempenhado um papel crucial na proteção e apoio a mulheres vítimas de violência doméstica. De janeiro a junho deste ano, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) já atendeu 12.634 mulheres com o auxílio do programa.

O Provid tem como foco ajudar a prevenir, inibir e interromper o ciclo de violência, além de realizar o trabalho de conscientização para apoiar e encorajar as vítimas de violência doméstica na construção de fatores de proteção e redução dos fatores de risco.

A vice-governadora Celina Leão exalta a importância do programa no conjunto de ações voltadas à proteção das mulheres. “O Provid é fundamental no atendimento às mulheres vítimas de violência. A Polícia Militar faz um trabalho primordial ao observar individualmente a situação dessas mulheres de modo a garantir que não voltem a ser vítimas de qualquer tipo de violência”, afirma.

Desde 2019, mais de 108 mil mulheres vítimas de algum tipo de violência foram atendidas pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) por meio do programa. Apenas no ano passado, 24.533 atendimentos a mulheres que sofreram algum tipo de violência.

“O Provid é um policiamento que impacta não só a vida da vítima, mas a de todos que estão ao redor, uma vez que existe um acompanhamento aproximado”

Tenente-coronel Gizela Lucy Teixeira Barros, comandante do CPSP

“O Provid é um policiamento que impacta não só a vida da vítima, mas a de todos que estão ao redor, uma vez que existe um acompanhamento aproximado. As vítimas são observadas e cuidadas pela equipe, que estreita um relacionamento de segurança até elas se sentirem seguras para caminhar sozinhas”, explica a tenente-coronel Gizela Lucy Teixeira Barros, comandante do Centro de Políticas de Segurança Pública (CPSP), que coordena o programa.

A iniciativa, presente em 23 batalhões da Polícia Militar da capital, oferece suporte a todas as regiões administrativas do DF, tanto presencial quanto por meio de um canal de WhatsApp, facilitando o acesso para todas as mulheres em situação de vulnerabilidade.

Com uma equipe de 144 policiais voluntários envolvidos, o Provid realiza visitas periódicas, avalia as condições das vítimas, traça planos de segurança e encaminha para outros órgãos conforme a necessidade.

Além dos atendimentos às vítimas, o programa acompanhou 217 ofensores e 195 testemunhas, refletindo uma abordagem abrangente no enfrentamento da violência doméstica.

Mulheres vítimas de violência doméstica têm rede de apoio que inclui o Provid, que realiza visitas periódicas, traça planos de segurança e encaminha para outros órgãos, conforme a necessidade | Foto: Arquivo/Agência Brasil

Além disso, a equipe do Provid tem se empenhado em incorporar inovações para melhorar o atendimento. Nos últimos meses, foram introduzidas novas viaturas para o uso dos policiais e aprimoradas as ferramentas de monitoramento, o que tem contribuído para uma resposta ainda mais ágil e precisa às necessidades das vítimas.

“Estamos implementando a tramitação de documentos diretamente no sistema no Processo Judicial Eletrônico [PJE] – um sistema de tramitação de processos judiciais cujo objetivo é atender às necessidades dos diversos segmentos do Poder Judiciário –, o que dá mais celeridade às demandas que vem do Judiciário”, diz a tenente-coronel.

O programa promoveu ainda 59 palestras, que beneficiaram 2.979 pessoas, e 98 reuniões, que alcançaram 2.949 pessoas. No total, foram acompanhadas 1.563 famílias, refletindo o empenho contínuo em educar e apoiar a comunidade no combate à violência doméstica.

Como funciona

A PMDF acompanha a vítima e, caso haja necessidade, faz os encaminhamentos para as áreas judiciária ou de assistência social.

Após determinações judiciais ou medidas protetivas, por exemplo, as equipes entram em ação, fazendo contato com a vítima. As visitas ocorrem algumas vezes por mês com a mesma família, normalmente em uma ordem cronológica.

Para acionar o programa, basta ir ao batalhão da PMDF mais próximo, onde há equipes do Provid prontas para o acolhimento. Outro meio é o canal de emergência da PMDF, que funciona pelo telefone 190.

Canais de atendimento à mulher

→ O telefone 180 é o canal geral de atendimento às mulheres vítimas de violência, também utilizado para denúncia por terceiros.
→ Atos de violência em andamento e urgentes são casos de polícia (PMDF), que deve ser acionada pelo 190.
→ Para denúncias anônimas, o canal da Polícia Civil (PCDF) pode ser ativado pelo 197.