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Em 24h, unidades do Sesc-DF receberam 6 toneladas de donativos

Itens arrecadados serão destinadas às famílias atingidas pelos temporais por meio do programa Sesc Mesa Brasil. Confira os endereços de coleta  

O Distrito Federal está mobilizado em ajudar as famílias atingidas pelas chuvas no Rio Grande do Sul. Nesta segunda-feira (7), o Serviço Social do Comércio do Distrital Federal (Sesc-DF) deu início à campanha de arrecadação de doações em solidariedade às vítimas das enchentes e, em apenas 24 horas, as unidades já contabilizaram 6 toneladas de itens como alimentos, roupas, cobertores e água.
Segundo a gerente do Sesc Mesa Brasil, Cláudia Vilhena, responsável pela operação de recebimento e envio dos donativos, a expectativa é ter entre 15 e 20 toneladas de donativos prontos para serem entregues à Força Aérea Brasileira (FAB) até amanhã (10).
Além das oito unidades do Sesc-DF espalhadas pelo DF, foram estabelecidos quatro novos pontos de coleta: as escolas EduSesc e a sede do programa Sesc Mesa Brasil, localizada no SIA.
(Foto José André)
Os itens mais doados até agora são roupas e água. “Toda doação é muito bem-vinda, claro. Como sugestão, um outro item muito importante neste momento é o leite em pó, que é o mais fácil de a gente receber a doação e armazenar”, explica.
Todas as doações feitas no Sesc são recolhidas pelas equipes e encaminhadas à sede do programa Sesc Mesa Brasil, onde é feita a triagem do material e embalada segundo as especificações feitas pela FAB. “Assim, conseguimos otimizar o trabalho, de forma que os donativos já cheguem prontos para serem colocados nos aviões”, detalha a gerente.
Podem ser doados itens como alimentos, água, kits de higiene e de limpeza, agasalho, roupas, roupas de cama e cobertores. Confira os endereços das unidades do Sesc-DF:
Ceilândia
Sesc Bartolomeu Gonçalves Martins
EduSesc
QNN 27 Área Especial S/N, Ceilândia Norte
Taguatinga Norte
EduSesc
Sesc Valdenir Machado
St. B Norte CNB 12 Área Especial 2/3
Taguatinga Sul
St. F Sul Área Especial 3
Gama
EduSesc
Sesc Gama
Setor Leste Industrial, Lotes 620 a 680, QI 1
Asa Sul
Sesc Alberto Vilardo: W3 Sul Quadra 504/505 Bloco A
Sesc Mitri Moufarrege: Via W4 Sul Quadra 713/913
Sesc Presidente Dutra: Setor Comercial Sul, Edifício Presidente Dutra
Guará
Sesc Milton Carlos
QE 04 Área Especial, Guará I
SIA
Sesc Mesa Brasil
SIA Trecho 4 – Parque Ferroviario De Brasilia
Doações em dinheiro
Quem quiser participar dessa corrente de solidariedade em prol da população do Rio Grande do Sul pode fazer uma doação de qualquer quantia via Pix para mesabrasil@sesc-rs.com.br ou depósito/transferência para Banco do Brasil, agência 3418-5, conta corrente 6461-0, CNPJ 03.575.238-0001/33, em nome de Sesc Mesa Brasil 2020.

Inmet prevê chuvas fortes no Rio Grande do Sul a partir de sexta-feira

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A expectativa é de que se prolongue até o domingo com maior intensidade entre o centro-norte e leste do estado, incluindo o litoral norte e o sul de Santa Catarina

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê chuvas fortes no Rio Grande do Sul a partir desta sexta-feira (9). A expectativa é de que se prolongue até o domingo (12) com maior intensidade entre o centro-norte e leste do estado, incluindo o litoral norte e o sul de Santa Catarina.

“Neste período, os volumes de chuva podem passar dos 100 milímetros (mm). Ainda conforme a previsão, os ventos mudarão de direção e soprarão predominantemente de sul. Entre o fim do domingo (12) e a segunda-feira (13), as rajadas variam de oeste a sul e depois de sul, com velocidade acima de 30 km/h. Já na terça-feira (14), os ventos enfraquecem”, informou o instituto.

Ainda segundo o Inmet, a instabilidade, em particular no Rio Grande do Sul neste fim de semana, decorre do recuo de uma frente fria de Santa Catarina para o estado, após uma frente quente, permanecendo então por lá “causando áreas de instabilidade e um gradual ingresso de ar frio”.

Na segunda-feira (13), com o frio ganhando força, poderá ocorrer geadas. A partir da terça-feira (14), a chegada de uma outra frente de ar frio e seco, de origem polar, deverá afastar a instabilidade.

“É importante ressaltar que os volumes de chuva previstos podem causar novos transtornos em áreas já afetadas anteriormente. Por esse motivo, o Inmet alerta e recomenda acompanhar e seguir as orientações da Defesa Civil Nacional”, informou, em nota, o instituto.

Pesquisa aponta que governos tem culpa pela tragédia no RS

Genial/Quaest divulga levantamento sobre a percepção da população em relação à atuação das esferas municipal, estadual e federal diante da crise climática

Da Redação

Nesta quinta-feira (9), a Genial/Quaest revelou os resultados de uma pesquisa que investigou a percepção da população sobre a responsabilidade das esferas municipal, estadual e federal na tragédia climática que assola o Rio Grande do Sul, onde até o momento foram confirmadas 107 mortes.

O estudo, realizado entre os dias 2 e 6 de maio, entrevistou presencialmente 2.045 pessoas, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais. Os resultados indicam que a maioria dos entrevistados reconhece a responsabilidade dos governos na tragédia, mas também considera que as autoridades têm atuado de forma eficaz para lidar com os danos.

  • Governo Estadual:
    • 68% dos entrevistados atribuem muita responsabilidade ao governo estadual gaúcho.
    • 20% acreditam que a responsabilidade é pouca.
    • 12% entendem que a responsabilidade é nenhuma.
  • Prefeituras:
    • 64% avaliam que as prefeituras têm muita responsabilidade.
    • 20% consideram que a responsabilidade é pouca.
    • 16% acreditam que a responsabilidade é nenhuma.
  • Governo Federal:
    • 59% dos entrevistados acreditam que o Governo Federal tem muita responsabilidade.
    • 24% enxergam pouca responsabilidade.
    • 17% não veem nenhuma responsabilidade por parte do governo federal.

Esses dados refletem a complexidade da percepção da população em relação às diferentes esferas de governo e suas responsabilidades diante de eventos climáticos extremos.

DF Legal doa mais de 520 itens para ajudar desabrigados no RS

Secretaria ainda faz mobilização interna para envio de mais donativos ao estado gaúcho

A Secretaria DF Legal entregou à Subsecretaria do Sistema de Defesa Civil, nesta quarta-feira (8), mais de 520 itens apreendidos em ações fiscais da pasta. Enquanto que peças de roupa devem ser enviadas aos desabrigados devido às chuvas no Rio Grande do Sul, outros produtos vão ajudar nos trabalhos de separação dos donativos aqui na capital.

Ao todo, a pasta doou 287 peças de vestuário e roupa de cama, 150 caixas plásticas tipo hortifruti, 45 pacotes de saco de lixo, 40 caixas de isopor e seis coolers. A Defesa Civil precisou de um caminhão e uma caminhonete para fazer o transporte do montante.

“Este tem sido um esforço conjunto de todo o Governo do Distrito Federal. Da nossa parte, prontamente separamos os produtos apreendidos em nosso depósito para cooperar com o trabalho de ajuda aos gaúchos desde a organização aqui em Brasília até a entrega lá no Rio Grande do Sul”, comenta Cristiano Mangueira, secretário da DF Legal.

Vale destacar que os produtos doados são aqueles apreendidos em ações da pasta e que não foram buscados dentro do prazo legal de 30 dias. Após esse tempo, eles são considerados abandonados.

“Esses itens doados representam toda a solidariedade da nossa pasta com aqueles afetados pelas fortes chuvas no Sul. Esperamos que essa situação trágica tenha fim o quanto antes, mas continuaremos ajudando enquanto for necessário”, destaca Cristiano.

Além da doação desses itens abandonados, a DF Legal também mobilizou todos os mil servidores da pasta para que, até o final desta semana, seja enviada uma nova remessa de donativos com cestas básicas, cobertores, agasalhos, leite em pó, ração para animais, entre outros. Outra forma de ajudar, a doação por meio de PIX para o Governo do Estado do Rio Grande do Sul tem sido incentivada.

Brasília pelo Sul

Todas as ações da campanha Brasília pelo Sul, lançada pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para ajudar as vítimas das chuvas no Rio Grande do Sul, são coordenadas pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais, liderada pela primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha Rocha. Por meio da iniciativa, serão enviados aos municípios afetados pelas enchentes mantas, roupas, alimentos, água, utensílios, itens de higiene e outros objetos.

Vagas para atendimento em destaque nas agências do trabalhador

Nesta quinta-feira (9), há 80 vagas disponíveis para a função, contribuindo para um total de 474 oportunidades de emprego nas unidades

As vagas para atendentes de lojas, padarias e lanchonetes estão em destaque nas agências do trabalhador. Das 474 vagas disponíveis nesta quinta-feira (9), 80 são destinadas a essa função, para candidatos com e sem experiência prévia. Os salários variam de R$ 1.412 a R$ 1.600.

Para atendente de lanchonete, há 65 vagas disponíveis para atuar em Taguatinga, na Asa Norte e no Guará. Além dessas, há dez vagas para atendente de padaria em Taguatinga Norte; ainda tem cinco vagas para fazer atendimento de balcão. Todas as oportunidades oferecem benefícios, além da remuneração.

Outros destaques vão para as 60 chances para vendedor interno (R$ 1.412) na Asa Sul e 50 para auxiliar operacional de logística (R$ 1.444) na Zona Industrial. Ambas as vagas não exigem atuação prévia dos interessados, basta ter o ensino médio completo.

Os interessados podem cadastrar seus currículos no aplicativo Sine Fácil ou comparecer a uma das 14 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das vagas disponíveis hoje seja atrativa para o candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema faz a correspondência dos dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Os empregadores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou por meio do aplicativo Sine Fácil. Também é possível solicitar atendimento pelo e-mail gcv@setrab.df.gov.br. Além disso, também pode ser utilizado o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal (Sedet-DF).

Mortes por chuvas e enchentes no Rio Grande do Sul chegam a 105

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Situação crítica: 85,5% dos municípios gaúchos sofrem impactos das chuvas, com mais de 130 desaparecidos

Da Redação

No Rio Grande do Sul, o número de mortes devido às chuvas e enchentes atingiu a marca de 105 até o final da quarta-feira (8). Os impactos se estendem por 425 municípios, afetando mais de 1,47 milhão de pessoas, o equivalente a 85,5% das 497 cidades do estado.

De acordo com a Defesa Civil estadual, 130 pessoas estão desaparecidas, enquanto 163 mil estão desalojadas, buscando abrigo temporário em residências de familiares ou amigos. Nos abrigos mantidos pelas prefeituras e pela sociedade civil, cerca de 67,4 mil pessoas encontraram refúgio.

Além dos desafios enfrentados pelas enchentes, o extremo sul do estado enfrenta a chegada prevista de um ciclone extratropical, trazendo consigo chuvas intensas, podendo superar os 100 milímetros.

A partir desta quinta-feira (9), a previsão é de tempo frio e seco na maior parte do estado, com temperaturas em declínio, podendo alcançar os 4ºC nas regiões mais frias. Em Porto Alegre, a mínima estimada é de 12ºC, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Caesb realiza substituição de ramais de água no Distrito Federal

Serviços acontecem no Recanto das Emas, Ceilândia e Arniqueira

A Caesb está realizando a primeira etapa de implementação do Plano de Manutenção Preventiva Programada de Substituição de Ramais no Recanto das Emas. Ceilândia e Arniqueira também estão sendo contempladas.

O objetivo dos trabalhos é melhorar as redes e os ramais de distribuição de água, ou seja, a instalação que liga a rede geral de água da rua com a rede interna do imóvel, diminuindo vazamentos e, consequentemente, o índice de perdas da Companhia. Tal ação resultará em maior confiabilidade do sistema.

No Recanto das Emas, os serviços estão sendo realizados na Quadra 300, conjuntos 34 a 44 e comércio, lotes 19 a 37.  Nesta etapa de substituições de ramais previstas no Plano Distrital de Saneamento Básico – PDSB serão substituídos aproximadamente 2.500 metros de rede de PEAD 32 mm por PEAD 63 mm, pelo método não destrutivo e 234 ramais prediais de água.

Em Ceilândia, a substituição ocorre na QNN 22, Conjuntos G, H, I, J, K e L. Cerca de 2.200 metros de rede devem ser trocados. A atuação prevista da Caesb nessa localidade é até 17 de junho deste ano.

Já no Setor Habitacional Arniqueira (SHA), os serviços acontecem em toda a chácara 35 até o dia 17 de maio. Ao todo, 1.120 metros de rede devem ser substituídos pelo método não destrutivo, contemplando 72 ramais de água.

Durante o período de execução, além da substituição de ramais, as equipes de manutenção da Caesb farão levantamento de dados, manutenção de redes de água, inspeções e pesquisa de vazamentos. Os serviços externos preveem a recomposição de pavimentação asfáltica e, internamente, nas residências, a Companhia deve realizar a recomposição de calçadas, muretas e paredes onde for realizado o serviço.

Para a execução dos trabalhos, será necessário acessar a residência dos moradores. Para isso, os empregados da Caesb estarão uniformizados e portando crachá de identificação. Em caso de portão fechado, os empregados deixarão um aviso de comparecimento com as devidas instruções de procedimento. Outras informações podem ser obtidas por meio da Central de Relacionamento com o Cliente, pelo número 115 ou Postos de Atendimento localizados no Na Hora. A execução adequada e completa dessas melhorias resultará em maior eficiência do sistema e a colaboração dos clientes é essencial durante o processo.

O presidente da Caesb, Luís Antônio Reis, destaca que um dos objetivos da Companhia com esse trabalho é combater as perdas de água no sistema. “O serviço que estamos realizando é uma ação preventiva, sem custos para os clientes. Vamos atender o PDSB substituindo ramais, e, dessa forma, reduzir as perdas de água no sistema por vazamentos não visíveis ocasionadas pela reincidência de rompimentos nos ramais”, explica o presidente.

PLANO DISTRITAL DE SANEAMENTO BÁSICO (PDSB)

Plano Distrital de Saneamento Básico (PDSB), elaborado pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), em parceria com a Caesb e outras empresas do DF, tem como base a Lei Federal nº 11.445/2007, que estabelece as diretrizes nacionais para o saneamento básico.

Uma das afirmações do PDSB é a de que os vazamentos em ramais prediais são os principais responsáveis pelas atuais perdas do sistema. Dessa forma, há a recomendação de uma gestão da infraestrutura, englobando a instalação e manutenção das tubulações, onde os ramais estão incluídos. Eles devem ser padronizados e executados com material de mais qualidade. Em cenários desejáveis de redução do índice de perdas da Caesb, 2% dos ramais prediais devem ser substituídos por ano em locais onde ocorre maior incidência de vazamentos.

Em Editorial, Partido Novo critica postura autoritária do Governo Lula

Enquanto a população se mobiliza para auxiliar as vítimas da tragédia, o governo demonstra mais interesse em controlar a narrativa do que em resolver os problemas emergentes

O Partido Novo emitiu um editorial criticando o presidente Lula e o Partido dos Trabalhadores (PT) por sua postura autoritária em meio à tragédia no Rio Grande do Sul. O editorial aponta para uma tentativa de manipulação da verdade e perseguição aos críticos do governo, em detrimento da liberdade de expressão e da responsabilidade no enfrentamento da crise.

Enquanto a população se mobiliza para auxiliar as vítimas da tragédia, o governo demonstra mais interesse em controlar a narrativa do que em resolver os problemas emergentes. Relatos de dificuldades logísticas e obstáculos burocráticos para a chegada de doações foram negligenciados, enquanto esforços para desacreditar as críticas foram priorizados.

A resposta do governo, ao invés de investigar e resolver as questões levantadas, foi acionar a Polícia Federal para investigar os autores das supostas “fake news”. Isso representa um ataque à liberdade de expressão e à capacidade legítima de questionamento das ações governamentais.

Além disso, o editorial destaca uma tentativa do governo em distorcer a verdade, como no caso da recusa da ajuda do governo do Uruguai no resgate das vítimas. Esses episódios exemplificam a postura do governo em moldar a narrativa de acordo com seus interesses políticos, em detrimento da verdade e do interesse público.

O Partido Novo reitera a importância da liberdade para criticar o governo e aponta para a falta de compromisso do PT com a transparência e a responsabilidade governamental. Essa postura, segundo o editorial, revela a verdadeira natureza autoritária do governo, preocupado apenas em manter-se no poder e silenciar seus opositores políticos.

Ocupação pró-palestina na USP conta com participação de grupo terrorista

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Relatório divulgado pela StandWithUs Brasil aponta apoio da rede Samidoun em manifestações e eventos

Movimento de ocupação realizado na Universidade de São Paulo (USP) conta com a participação do grupo Samidoun, reconhecido como terrorista pelo Canadá e por Israel. A ocupação está sendo realizada desde o dia 7 de maio e é liderado pelo Comitê de Estudantes em Solidariedade ao Povo Palestino (ESPP), coletivo estudantil que realiza “atividades e atos políticos denunciando o apartheid que Israel pratica contra o povo palestino e a conveniência da universidade nesse processo”.

A denúncia foi realizada por um relatório divulgado pela StandWithUs Brasil, organização que promove a educação sobre Israel e combate o antissemitismo. A rede Samidoun, que apoia a ocupação dos estudantes, é um grupo promovido por membros da Frente Popular pela Libertação da Palestina (FPLP), organização reconhecida como terrorista por países como Estados Unidos, Japão, Canadá, Reino Unido e Israel.

O que é Samidoun?

A Samidoun foi fundada no Canadá em 2011, por membros da FPLP, e se autodenomina como uma rede internacional de organizadores e ativistas em solidariedade aos presos palestinos que busca conseguir “justiça” para eles promovendo diversos eventos que enaltecem terroristas, principalmente membros da Jihad Islâmica Palestina e FPLP (Frente Popular pela Libertação da Palestina). Leila Khaled, presa pelo sequestro de dois aviões nos anos de 1969 e 1970, foi uma das pessoas que praticaram terrorismo e que marcaram presença em eventos realizados pelo grupo.

Canadá e Israel designaram a Samidoun como organização terrorista e “uma subsidiária da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP)”. Alemanha e a União Europeia já baniram o grupo e seus membros de seus territórios. Em maio de 2019, PayPal, DonorBox e Plaid encerraram as doações online para Samidoun devido às suas alegadas ligações à FPLP.

Khaled Barakat, identificado pela FPLP como “coordenador” da Samidoun, é um membro do comitê central do grupo e foi proibido de entrar na Alemanha e na União Europeia em 2020 e 2022, respectivamente. Em 2023, no entanto, Barakat participou de um evento realizado em São Paulo para o lançamento de um livro do jornalista Breno Altman, de teor antissionista.

Posição da StandWithUs Brasil

O cientista político e presidente-executivo da StandWithUs Brasil, André Lajst, aponta que “além dos estudantes glorificarem o Hamas, considerado um grupo terrorista, em suas manifestaçǒes, entidades consideradas terroristas participam e organizam esses atos entre os estudantes. Isso é extremamente preocupante. Defendemos a liberdade de expressão de todos os estudantes, mas quando isso se aproxima de atos antissemitas, antissionistas – que por si só, é uma atitude antissemita também – e do terrorismo, precisamos repensar a legitimidade desses atos”.

A organização educacional também se pronunciou hoje (8) em nota oficial sobre o acampamento realizado na USP, na qual declara que “como instituição educacional, a StandWithUs Brasil é a favor da livre manifestação nos campi universitários. Porém, esperamos que, no Brasil, ao contrário do que se viu em universidades dos Estados Unidos e na Europa, atos estudantis não se transformem em discursos de ódio e violência antissemita”.

A instituição ainda reforça nesse comunicado que “o Brasil sempre foi um país onde árabes e judeus viveram em paz. É urgente que não sejam importados para cá falas e ações de ódio, que não aliviam em nada o sofrimento de israelenses e palestinos envolvidos na guerra ainda em andamento e, ao mesmo tempo, apenas serviriam para envenenar a nossa sociedade”.

Acesse as redes sociais oficiais da StandWithUs Brasil para ler a nota completa com o posicionamento da organização a respeito dos acampamentos realizados na USP: https://www.instagram.com/p/C6t8Z8dLvnx/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==

Confira o link do relatório completo da participação da Samidoun na ocupação na Universidade de São Paulo: https://bit.ly/Relatório_Samidoun

Nomeação de policiais militares e civis do DF é incluída na LDO

Celina Leão foi à Câmara acompanhado, pelo secretário de Economia, Ney Ferraz Júnior, pelo delegado-geral da Polícia Civil do DF, José Werick, e pelo deputado distrital Hermeto

A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP/DF) foi pessoalmente a Câmara do Deputados Federal garantir a nomeação de 1,2 mil policiais militares e 800 policiais civis do Distrito Federal na Lei Orçamentária Anual de 2024.

“Eu estou na Câmara dos Deputados e vim dialogar com o presidente do CMO [Comissão Mista de Orçamento] e com o relator de um PLN para garantir a autorização orçamentária para contratar os nossos policiais militares e policiais civis”, afirmou Celina.

O presidente da CMO, o deputado federal Júlio Arcoverde (PP/PI), destacou a importância do poder executivo durante a votação. “A pedido da vice-governadora Celina Leão, incluímos e aprovamos para que esse fundo credencie ao GDF a contratar mais de 2 mil policiais” , disse deputado Júlio Arcoverde.

Celina Leão foi acompanhado, pelo secretário de Economia, Ney Ferraz Júnior, pelo delegado-geral da Polícia Civil do DF, José Werick, e pelo deputado distrital Hermeto (MDB).

Veja o vídeo:

Entenda como funciona

A nomeação de novos policiais do Distrito Federal precisa de autorização do Congresso Nacional. As forças de segurança são pagas com recursos da União, por meio do Fundo Constitucional do DF.