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Coluna do Fluminense | Atuação vergonhosa

Por Raimundo Ribeiro

No retorno do brasileirão, o Fluminense recebeu o Juventude.

Iniciou a partida muito mal, e o Juventude jogando com objetividade conseguia levar perigos a nosso gol.

Aos 26 minutos sai Felipe Melo machucado, entrando Thiago Santos.

Esporadicamente o Fluminense levava algum perigo quando jogava pelas laterais do campo, com Árias, Marquinhos e Keno.

Quando retomava a posse de bola na defesa, ficava tocando a bola no campo defensivo, sem qualquer objetividade.

Aos 39 minutos, o defensor do Juventude faz um pênalti bobo em Martinelli que Marcelo converte.

Esse gol é um prêmio imerecido para o Fluminense, e um castigo para o Juventude que não soube aproveitar as oportunidades que teve.

Mas no futebol não existe justiça, e o Fluminense está na frente.

Aos 43 minutos, Cano quase faz o segundo gol.

Voltamos para o segundo tempo e o Fluminense passa a ocupar mais o campo ofensivo, mas o Juventude as vezes leva perigo.

O Fluminense insiste em errar passes no nosso campo defensivo, colocando em risco a vitória.

Aos 21 minutos vem o castigo, quando o Juventude empata numa falha clamarosa de Fábio que dá o passe para o atacante dentro da nossa área.

No minuto seguinte, Cano não consegue acertar a conclusão, perdendo grande oportunidade.

Aos 25 minutos sai Keno para entrada de JK.

É incrível a apatia e falta de ambição dos nossos jogadores quando tem uma vantagem mínima, pois o time não força para aumentar a vantagem e liquidar a fatura.

Aos 35 minutos saem Marcelo e Alexsander, entrando Diogo Barbosa e Renato Augusto.
Aos 38 minutos, o atacante adversário leva o 2o. amarelo e é expulso.

Aos 40 minutos, JK perde a melhor oportunidade.

Aos 44 minutos, Cano se machuca mas não pode mais substituir.

Foi uma atuação vergonhosa, contra uma equipe que não jogava há mais de um mês, que não mostra ambição pela vitória, e que repete erros a cada jogo.

Triste também a torcida do Fluminense não comparecer ao estádio (público de apenas 21.000) para apoiar a equipe, no momento que mais precisa quando tenta se reorganizar com as ausências de jogadores importantes como Samuel Xavier, Nino, André e vários outros lesionados.

Enfim, agora é visitar o Botafogo na próxima terça-feira às 20 horas, em busca de mais uma vitória.

Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺

Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

Projeto Golfinho expande atendimentos a crianças e adolescentes no DF

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Mais 102 crianças e adolescentes foram integrados ao Projeto Golfinho em maio, totalizando 357 beneficiários que participam de atividades esportivas e educação ambiental

Brasília, 1 de junho de 2024 – O Projeto Golfinho, coordenado pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), ampliou seu atendimento em maio, acolhendo mais 102 crianças e adolescentes de famílias de baixa renda. Agora, 357 jovens encontram no projeto a oportunidade de participar de atividades esportivas, receber educação ambiental e assegurar o direito à dignidade.

O principal objetivo do Projeto Golfinho é promover a cidadania entre jovens de baixa renda, conforme explica Luís Antônio Reis, presidente da Caesb. “O projeto transmite princípios e valores que fortalecem essas crianças e adolescentes”, afirma. “Dessa forma, a companhia tem contribuído na promoção da cidadania, na conscientização social e na transformação coletiva”.

A expansão do atendimento faz parte do plano da Caesb de atender um maior número de crianças a cada ano, priorizando alunos da rede pública de Ceilândia, Paranoá e Itapoã. A parceria com a Secretaria de Educação do DF permitiu a inclusão de estudantes do Centro de Ensino Fundamental (CEF) Zilda Arns e do CEF 14, além dos já participantes das escolas classe 47 e 50 de Ceilândia e das escolas classe 1 e 2 do Itapoã.

Arte e comunidade

Para valorizar ainda mais o projeto e a comunidade, a Caesb convidou o artista plástico Anderson Minoru Oliveira Kasegava para decorar os muros do espaço do projeto no Itapoã com grafites. Minoru, residente da cidade, encantou alunos, pais e professores com suas pinturas. Ele já assinou painéis em diversas escolas do Distrito Federal.

Impacto positivo

O estudante Miguel Lorenzo, de 9 anos, que entrou no projeto em Ceilândia no início de maio, compartilha sua experiência: “Aqui cada dia temos uma coisa diferente. São muitas brincadeiras. Os professores me ajudam muito e são bem legais. Tenho feito novos amigos aqui no Golfinho”. Sua mãe, Lorena Fidelis, também aprova a iniciativa. “Miguel está aprendendo bastante. Tenho notado o desenvolvimento dele e a animação que ele tem quando vai para o Golfinho. Sem falar também nas novas amizades que está fazendo”.

O artista plástico Anderson Minoru Oliveira Kasegava deu cara nova aos muros do espaço onde funciona o projeto no Itapoã

Conheça a iniciativa

Criado há 22 anos pela Caesb, o Projeto Golfinho atende crianças e adolescentes de 6 a 14 anos em situação de vulnerabilidade social, matriculados em escolas públicas do DF. As instituições parceiras encaminham os alunos ao programa, que inclui jovens de famílias de baixa renda residentes em Ceilândia, Sol Nascente, Itapoã e Paranoá.

Funcionando de janeiro a dezembro, o projeto oferece atividades esportivas e pedagógicas com foco na educação ambiental, visando a integração social e a construção da cidadania. A Caesb fornece instrutores, educadores, alimentação, transporte, material pedagógico e esportivo, tudo contratado por licitação pública. O projeto é coordenado pela Gerência de Qualidade de Vida e Responsabilidade Social da companhia, sem patrocínio externo ou convênios que gerem despesas adicionais para a Caesb.

Leite humano é o alimento mais importante para nutrição e proteção de recém-nascidos

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Reconhecendo o impacto do leite humano, Geovanna Duarte agradece e contribui com o aleitamento de recém-nascidos em evento do HRP

Brasília, 1 de junho de 2024 – Nascida prematura com apenas 1.245 gramas, Geovanna Duarte acredita que nada é por acaso. Hoje com 26 anos e cursando residência em fonoaudiologia, Geovanna lembra com gratidão do leite humano que recebeu do Banco de Leite Humano (BLH) do Hospital Regional de Taguatinga (HRT). Esse leite foi crucial para suas necessidades nutricionais e imunológicas. Agora, ela retribui ajudando bebês com dificuldades de sucção e deglutição, trabalhando na área de motricidade orofacial.

Durante um evento promovido pelo BLH do Hospital Regional de Planaltina (HRP) na sexta-feira (24), Geovanna expressou sua gratidão às mães doadoras. “Vocês talvez não percebam a importância do leite que doam, mas eu sou a prova viva disso. Cada gota que recebi foi essencial para o meu crescimento saudável”, declarou para mais de 60 doadoras que mantêm o estoque da unidade em 2024.

Geovanna Duarte, reconhece a importância do leite humano que recebeu quando nasceu prematuramente | Foto: Sandro Araújo/ Agência Saúde-DF

Vida em cada gota

O Dia Mundial da Doação de Leite Humano, celebrado em 19 de maio, é marcado por ações que promovem e protegem o aleitamento materno. O evento reuniu mães doadoras, familiares de bebês receptores e profissionais da rede de BLH do DF, oferecendo instruções práticas e enfatizando a importância de cada participante desta rede de generosidade.

Laizza Trindade, que doava leite enquanto amamentava seu primeiro filho, Isaac, compreendeu o verdadeiro valor da doação quando viu seu segundo filho, Miguel, alimentado com seringa na UTI neonatal. Miguel nasceu prematuramente devido à pré-eclâmpsia e ficou internado por 18 dias. Hoje, Laizza continua a doar leite quinzenalmente, sabendo que cada vidro doado pode alimentar dezenas de bebês. “Com aquele único vidro que eu doo, agora sei que consigo alimentar dezenas de bebês”, diz orgulhosa.

Rede de BLH do DF

O Banco de Leite do HRP conta com 62 doadoras ativas. De janeiro a março de 2024, foram coletados 164 litros de leite humano, beneficiando quase 300 bebês. O DF possui 14 bancos de leite, todos com equipes multiprofissionais capacitadas em aleitamento materno. As doações podem ser agendadas pelo telefone 160 (opção 4) ou no site Amamenta Brasília. O Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) coleta o leite na residência das doadoras, facilitando o processo.

Os bancos de leite de Brasília são reconhecidos como referência nacional pelo Ministério da Saúde e possuem padrão ouro pelo Programa Internacional Ibero-Americano de Bancos de Leite Humano.

GDF investe R$ 400 milhões em concretagem e corredores de ônibus

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Com durabilidade de cerca de 20 anos, pavimento rígido oferece mais economia de recursos públicos, além de conforto e segurança para motoristas, pedestres e passageiros

Via Estrutural, W3 Sul, Avenida Hélio Prates, Túnel Rei Pelé e Boulevard do Túnel são algumas das vias que já foram ou estão passando por intervenções do Governo do Distrito Federal (GDF) para a aplicação de camada de concreto. A medida garante mais segurança e conforto para a população. Os investimentos nessas ações são de mais de R$ 400 milhões visando menos gastos com manutenção a médio e longo prazos e a destinação de mais investimentos em outras áreas.

A Via Estrutural recebeu 150 mil toneladas de concreto em toda a sua extensão | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

A concretagem significa inúmeras vantagens. A durabilidade do concreto é o dobro do asfalto convencional. A aplicação e a manutenção são muito mais simples. O asfalto é composto por derivado de petróleo obtido por processos físicos e químicos naturais e artificiais. Por essas características, a relação de custo e de benefício da utilização do asfalto vem piorando ao longo do tempo.

“O Dnit utilizou a mesma técnica para rodovias demandadas para escoar a produção da agricultura e da pecuária, como a BR-163, em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná. A adoção do concreto demonstrou maior durabilidade e foram nessas experiências que adotamos a tecnologia” Valter Casimiro, secretário de Obras e Infraestrutura

“Existem alguns tipos de pavimento. Existe o flexível que é o asfalto, o rígido que é o concreto e a brita com banho de asfalto, por exemplo. Cada um com seus benefícios. Porém, o tempo de durabilidade do concreto sem a necessidade de manutenção é de 20 anos e o do asfalto, de 10 anos. Quando se faz um estudo de viabilidade computando o investimento inicial e a manutenção, fica muito mais vantajosa a aplicação do concreto. Só de você não precisar ficar interrompendo o fluxo para fazer manutenções com período menos espaçado, já é uma grande vantagem”, detalha o presidente do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF), Fauzi Nacfur Junior.

O asfalto tem de ser aplicado quente, fazendo com que o transporte e a aplicação sejam muito mais difíceis do que a aplicação do concreto. A manutenção do concreto também é mais simples e garante um resultado melhor. Concretar um local que necessite de manutenção proporciona o mesmo nivelamento que o restante da via, o que não acontece com o asfalto. “A atual tecnologia faz com que o conforto em transitar no concreto seja semelhante ao trânsito no asfalto. A cor mais clara do concreto também facilita a visibilidade e favorece a segurança dos usuários”, explica o presidente do DER.

O GDF investe R$ 27 milhões na reforma do pavimento das vias no sentido W3 Sul / Estrada Setor Policial Militar, com a aplicação de concreto na via exclusiva para ônibus | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Na Estrada Parque Ceilândia (EPCL), também conhecida como Via Estrutural, o asfalto foi todo concretado, com investimento de R$ 75 milhões. Foram 26 km de obras nos dois sentidos utilizando a técnica whitetopping – ou seja, o concreto em cima do pavimento já existente. Na W3 Sul estão sendo substituídos 10 km nos dois sentidos em um investimento de R$ 27 milhões, onde está sendo executada a troca de pavimento de asfalto para concreto nas pistas exclusivas para transporte coletivo.

No Túnel Rei Pelé, são 2.160 metros concretados em três faixas de rolamento, enquanto no Boulevard do Túnel a mesma distância foi implementada em pavimento rígido para o transporte coletivo nos dois sentidos. Estão previstos também corredores exclusivos em concreto para ônibus da Estrada Parque Núcleo Bandeirantes (EPNB). “O governador Ibaneis Rocha determinou os estudos para essas obras. Utilizaremos a técnica de pavimento rígido, ou seja, concreto, em cima de pavimento flexível, em cima do asfalto já existente. Dessa forma conseguimos diminuir os custos”, explicou o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro.

As obras na Avenida Hélio Prates estão em execução, com 12 km de faixas exclusivas para ônibus nos dois sentidos, sendo concretadas em um investimento de R$ 50 milhões. Outras vias passarão por intervenção, como é o caso da Estrada Setor Policial Militar (ESPM) que terá 9 km nos dois sentidos, com investimento de R$ 70 milhões. A Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) terá 12 km de faixas concretadas num investimento de R$ 156 milhões que inclui também outras melhorias.

Concretagem na Avenida Hélio Prates tem investimento de R$ 50 milhões | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

O GDF adotou essa opção ao analisar vias pavimentadas com o material, como foi o caso da Estrada Parque Taguatinga (EPTG); da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia Sul), no trecho entre Santa Maria e Candangolândia; e da Estrada Parque Dom Bosco (EPDB), na pista do BRT passando do Park Way até o Eixão Sul.

“O Dnit [Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte] utilizou a mesma técnica para rodovias demandadas para escoar a produção da agricultura e da pecuária, como a BR-163, em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná. Também existem obras em alguns trechos da BR-101, no Nordeste. Todas elas rodovias com grande demanda. A adoção do concreto demonstrou maior durabilidade e foram nessas experiências que adotamos a tecnologia”, finaliza Valter Casimiro.

 

Voo direto Brasília-Santiago é reinaugurado e tem 5 horas de duração

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Antes enfrentando quase 8h entre escalas para chegar ao Chile, agora quem embarca em Brasília consegue chegar à capital chilena em menos de 5h. Outros destinos também serão possibilitados com o novo trecho aviário

Para os viajantes que passam pelo Aeroporto Internacional de Brasília – Presidente Juscelino Kubitschek, embarcar para Santiago sem escalas volta a ser uma realidade. Neste sábado (1º), a companhia aérea Latam promoveu a cerimônia de retomada do voo ligando a capital federal à capital chilena sem conexões.

Uma viagem que antes durava aproximadamente 8h, com escalas muitas vezes em Guarulhos, Florianópolis ou demais cidades, volta a ser feita de forma direta em menos de 5h, uma redução de quase 3h no tempo de voo. O avião da primeira viagem direta ao Chile desde a pandemia de covid-19 decolou próximo às 9h, com duas mulheres à frente da tripulação, tanto a piloto como a copiloto.

A viagem que antes durava aproximadamente 8 horas volta a ser feita de forma direta em menos de 5 horas | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Entre os passageiros do voo para Santiago, que teve 90% de ocupação preenchida, estava o jornalista Renato Abê. Antes de decolar, ele declarou que a nova possibilidade traz mais conforto aos viajantes. “A gente se organiza o ano todo para conseguir finalmente sair de férias, então a possibilidade de um voo direto facilita muito para que a gente consiga chegar mais tranquilo, sem tanto aperreio. A gente ganha mais um tempinho, não fica viajando o dia inteiro e chega logo ao destino para finalmente curtir e descansar.”

Por ser de Fortaleza, Renato ressaltou também a importância do voo ser uma conexão que liga não apenas quem vive em Brasília, mas todo o Brasil. “No meu caso faz mais sentido vir para cá para um voo como esse, é mais rápido e me conecta com uma gama muito maior de voos. Santiago só cresce quando o assunto é turismo, então é sempre uma possibilidade, realmente, de se conectar com o mundo”, acrescentou.

Brasília é a única capital brasileira que está conectada com todas as outras capitais do país, capaz de ligar as áreas em um tempo que varia de duas a três horas. Por meio do novo trecho para Santiago, também é possível acessar outros destinos além da América do Sul, como Sydney e Auckland

Do Quadradinho para o mundo

Brasília é a única capital brasileira que está conectada com todas as outras capitais do país, capaz de ligar as áreas em um tempo que varia de duas a três horas. Por meio do novo trecho para Santiago, também é possível acessar outros destinos além da América do Sul, como Sydney e Auckland.

“Brasília tem um posicionamento estratégico e um aeroporto de qualidade, isso traz a possibilidade de fazer essa distribuição de passageiros vindo do norte e nordeste para destinos na América do Sul e na Oceania”, destacou o head de Relações Públicas da Latam, Eduardo Macedo. Ele frisou, ainda, que atualmente o aeroporto de Brasília conta com 33 voos ligando todo o Brasil e 56% da ocupação no total de voos.

O secretário de Relações Internacionais do DF, Paco Britto, pontuou que os voos diretos podem incentivar os negócios não só para o Brasil como um todo, mas diretamente para o DF, trazendo mais turistas para conhecer o Quadradinho, a arquitetura e as belezas do Centro-Oeste.

O jornalista Renato Abê ressaltou a comodidade proporcionada pelo voo direto Brasília – Santiago

“O governo no Distrito Federal vem estimulando, desde o ano passado, esses voos com redução de tarifas e outros incentivos para movimentar todo o comércio, rede hoteleira e bares; então gira dinheiro aqui. Quem ganha é a população, com mais acessibilidade, flexibilidade, rapidez e conforto – tanto quem vem visitar quanto quem vem dos outros estados para poder viajar para outros países. Por que tenho que ir para São Paulo ou outro estado se posso ter um voo direto? Brasília tem potencial para esses voos, somos a maior renda per capita do país e as agências turísticas sabem disso”, observou o secretário.

O vice-presidente da Inframerica, Juan Djedjei, recordou que após a pandemia foi possível retomar os voos internacionais com mais destinos conectados com o Brasil. “Hoje estamos voltando praticamente à quantidade de destinos que tínhamos pré-pandemia no internacional. E esse é um voo super especial, porque junta o sul da América com o Brasil e também com a Oceania e demais lugares. Conecta Brasília a destinos fantásticos como o Chile, onde o pessoal pode ir no verão, aproveitar a praia, ou no inverno, para esquiar e também tomar vinhos, que o pessoal adora”.

O secretário Nacional de Aviação Civil, Tomé Franca, também presente na cerimônia, reforçou a relação direta de crescimento que o setor traz para o turismo, a economia e para o lazer das famílias. “Temos o voo Brasília-Lima, agora Brasília-Santiago. E a tendência é que a gente continue trabalhando para ter mais destinos conectados com o Brasil”.

Saúde do DF tem mais de 80 locais para quem quer parar de fumar

Cerca de 8,4% da população adulta do DF é fumante; preocupação é ainda maior com uso de cigarros eletrônicos por jovens e com índice de fumantes passivos

Uma rotina estressante e um quadro de diabetes avançado. Aos 45 anos de idade, fumando 40 cigarros por dia, esta é a vida do eletricista Dênis Soares Oliveira. Ele fuma desde a juventude e agora está cada vez mais convencido da importância de parar. “Eu já parei de beber [álcool]. Mas a minha vontade é parar de fumar. Vejo que quando eu vou tentar parar não consigo porque fico muito nervoso. Vai ser difícil, mas vamos conseguir”, conta. Ele faz parte do grupo de 8,4% de adultos brasilienses que se declaram como usuários de cigarros, segundo o Ministério da Saúde, uma população que é estimulada a abandonar o vício todo 31 de maio, o Dia Mundial Sem Tabaco.

De acordo com pesquisa do Ministério da Saúde, 8,4% da população adulta do DF é fumante | Foto: Matheus Oliveira/ Arquivo Agência Saúde-DF

Dênis se inscreveu no grupo de combate ao tabagismo da Unidade Básica de Saúde 7 de Ceilândia, onde será atendido por uma equipe multidisciplinar formada por farmacêutico, nutricionista, assistente social, médica, terapeuta ocupacional e equipe de enfermagem. Em todo o Distrito Federal, a Secretaria de Saúde (SES) conta com mais de 80 unidades para atender quem quer largar o vício, com uma abordagem que envolve desde rodas de conversa ao uso de medicamentos.

Em 2023, 1.673 pessoas procuraram o serviço da Secretaria de Saúde – dessas, 647 completaram o tratamento e 337 deixaram de fumar, cerca de 20,1% do total

“Os pacientes acreditam que o medicamento funciona como uma dipirona para dor de cabeça, mas não é assim”, explica o farmacêutico Ronaldo Kobayashi, da UBS 7 de Ceilândia. Questões emocionais, a identificação do que leva ao uso do cigarro e o apoio coletivo fazem parte do tratamento. “Há casos de pacientes que usam os medicamentos, mas não param de fumar, e outros que conseguem mesmo sem precisar de auxílio do medicamento”, completa o farmacêutico.

Não é fácil largar o cigarro. Em 2023, 1.673 pessoas procuraram o serviço da Secretaria de Saúde – dessas, 647 completaram o tratamento e 337 deixaram de fumar, cerca de 20,1% do total. Ainda assim, a estratégia é considerada bem-sucedida, sobretudo porque os pacientes podem tentar várias vezes e contar tanto com a própria experiência quanto a de outros usuários do serviço. “Para vencer o hábito de fumar, o acompanhamento é fundamental. A pessoa ter o acesso a uma unidade próxima ao seu domicílio, onde possa não só frequentar o consultório médico, mas também um grupo de aconselhamento, trocar experiência com outros pacientes e ter o acompanhamento multiprofissional é um fator que interfere para o êxito”, explica o gerente de vigilância de doenças e agravos não transmissíveis e promoção à saúde da SES, Adriano de Oliveira.

Atuação da Secretaria de Saúde também envolve ações de conscientização sobre os riscos do tabagismo | Foto: Ualisson Noronha/ Agência Saúde-DF

Cigarros eletrônicos

O índice de 8,4% de fumantes entre a população adulta do DF foi apresentado na edição de 2023 da pesquisa Vigitel Brasil, do Ministério da Saúde, trazendo uma redução frente aos números de 2021, quando eram 11,8%. O problema é que parte da população pode ser fumante e não se enxergar dessa forma. “As pessoas ainda não identificam que o uso de dispositivos eletrônicos as colocam na mesma condição de alguém que faz uso do cigarro tradicional”, ressalta Adriano.

O tema é visto como motivo de preocupação. A médica pneumologista Nancilene Melo alerta para os riscos do uso desses dispositivos, geralmente chamados de vapes ou pods. “O uso de cigarros eletrônicos é extremamente prejudicial à saúde. Estudos científicos têm demonstrado que esses dispositivos também contêm substâncias tóxicas e cancerígenas, causando danos aos pulmões e ao sistema cardiovascular. Além disso, a nicotina presente nos cigarros eletrônicos é altamente viciante, levando à dependência e aumentando o risco de desenvolver doenças crônicas”, detalha.

Outro tema que chama a atenção é o índice de fumantes passivos. De acordo com a pesquisa Vigitel de 2023, 10,4% da população do DF está exposta à fumaça de cigarros no ambiente doméstico. A exposição à fumaça do tabaco pode ter efeitos negativos na saúde, incluindo o aumento do risco de desenvolver doenças cardiovasculares, câncer de pulmão e problemas respiratórios. A situação fica mais alarmante quando se trata de crianças ou idosos. “Os fumantes passivos estão expostos aos mesmos riscos que os fumantes ativos. Portanto, ao parar de fumar, o fumante ativo reduz a exposição dos seus familiares à fumaça do cigarro e contribui para a melhora da saúde de todos ao seu redor”, completa a Nancilene.

*Com informações da Secretaria de Saúde

DF tem saldo positivo na geração de empregos nos últimos 12 meses

Entre janeiro e abril deste ano, o registro está em 21.589 novos empregos formais, segundo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. GDF incentiva capacitação profissional da população e intermedeia contratações

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que mede a geração de emprego com carteira assinada no país, o Distrito Federal registrou saldo positivo de 5.258 novas vagas em abril de 2024. O levantamento é feito pelo Ministério do Trabalho e Emprego e, nos primeiros quatro meses do ano, o registro está em 21.589 novos empregos formais. Nos últimos 12 meses, são 41.034 vagas, com 4,33% de variação positiva, a maior entre as unidades da Federação do Centro-Oeste.

“O governador Ibaneis Rocha está comprometido com a geração de emprego e renda e os números apresentados pelo Caged reforçam isso. Tenho me reunido com o setor produtivo e, sempre que possível, temos atendido os pleitos deles com o foco na geração de mais postos de trabalho”, afirma o secretário de Economia, Ney Ferraz.

Nos últimos 12 meses, são 41.034 vagas, com 4,33% de variação positiva, a maior entre as unidades da Federação do Centro-Oeste | Foto: Arquivo/Agência Brasília

Programas de governo

Dois programas de qualificação profissional foram implementados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda do Distrito Federal (Sedet) sob a perspectiva de investir na qualificação profissional: RenovaDF e QualificaDF.

O RenovaDF foi lançado em maio de 2021 para promover formação profissional da população, ao mesmo tempo em que equipamentos e espaços públicos são reformados. A iniciativa oferece auxílio no valor de um salário mínimo para os participantes, além de vale-transporte e seguro contra acidentes pessoais. O ciclo aborda técnicas de alvenaria, carpintaria, elétrica, hidráulica, jardinagem, paisagismo, pintura, serralheria e segurança no ambiente de trabalho.

Já o QualificaDF, lançado em agosto de 2020, promove cursos profissionalizantes gratuitos nas áreas de agronegócio, comércio, serviços, saúde e informática – escolhidos a partir de análise sobre as vagas que mais aparecem no banco de intermediação das agências do trabalhador do DF.

Nos primeiros quatro meses de 2024, o registro positivo está em 21.589 novos empregos formais | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Após a formação nos dois programas, o cidadão, caso esteja em busca de uma oportunidade, é encaminhado para uma agência do trabalhador. São 14 postos no Distrito Federal, que auxiliam os candidatos na busca de emprego.

De acordo com o secretário do Trabalho, Thales Mendes, o DF é o segundo com menor índice de informalidade entre os estados brasileiros. “Isso demonstra que o nosso emprego é de qualidade, formal e que normalmente tem uma rentabilização pelo trabalho maior que vários outros estados, fortalecido com o indicador desses números do Caged”, afirma o gestor.

“O governador Ibaneis Rocha está comprometido com a geração de emprego e renda e os números apresentados pelo Caged reforçam isso. Tenho me reunido com o setor produtivo e, sempre que possível, temos atendido os pleitos deles com o foco na geração de mais postos de trabalho”

Ney Ferraz, secretário de Economia do Distrito Federal

O secretário explica, ainda, que com aumento do emprego formal consequentemente há o maior número de registros de carteiras de trabalho no DF – o que, na visão de Mendes, é um resultado do trabalho feito com o investimento de mais de R$ 100 milhões somente em qualificação, junto à previsão de mais de 60 mil qualificações esse ano.

“Essa notícia do Caged demonstra que nós estamos no caminho certo, qualificando as pessoas, gerando oportunidade e criando condições junto àqueles que estão desempregados em busca de uma nova colocação, para que eles ocupem essas vagas que estão sendo geradas no mercado de trabalho em Brasília. Tudo isso dando segurança para o empresário contratar, com responsabilidade social e cumprindo as obrigações trabalhistas”, acentua Thales.

Acesso

Para se candidatar a uma vaga nas agências do trabalhador, o interessado deve cadastrar o currículo por meio do aplicativo Sine Fácil ou comparecer a uma unidade. O funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Acesse aqui o quadro de vagas disponíveis, além do telefone para contato e endereço das agências.

Distrito Federal inaugura primeira usina fotovoltaica pública

Com investimento de R$ 4,3 milhões, projeto pioneiro de energia limpa vai fortalecer a oferta de energia elétrica a prédios públicos do DF; evento será realizado na próxima quarta (5), no Parque Ecológico de Águas Claras

Na próxima quarta-feira (5), em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, o GDF irá inaugurar a 1ª Usina Pública de Solo Fotovoltaica do Distrito Federal, destinada a atender prédios do setor público. Este projeto inovador, que reflete o compromisso do GDF com a sustentabilidade, foi construído no Parque Ecológico de Águas Claras e vai fornecer energia elétrica a 80 prédios públicos do DF.

A usina, que recebeu investimentos da ordem de R$ 4,3 milhões, conta com 1.310 placas fotovoltaicas, e é uma das principais entregas do projeto CITinova, uma parceria internacional entre o GDF e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), por meio da Sema-DF, com financiamento do Fundo Global para o Meio Ambiente, sob a coordenação nacional do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCTI). Este empreendimento é um marco para a região e representa um passo significativo na promoção de energias renováveis e na redução de custos para os cofres públicos.

Benefícios e impacto ambiental

A usina fotovoltaica irá gerar um total de 962,77 MW/h por ano, o que equivale a uma economia de aproximadamente R$ 1 milhão. Os prédios públicos que serão beneficiados incluem a sede da Secretaria do Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema-DF), 34 unidades de conservação geridas pelo Instituto Brasília Ambiental, todas as edificações do Jardim Zoológico e do Jardim Botânico de Brasília, além de dez unidades escolares da Secretaria de Educação (SEE), incluindo a Escola de Música de Brasília.

Parcerias e futuro

O secretário do Meio Ambiente e Proteção Animal do DF, Gutemberg Gomes, enfatizou a importância das parcerias internacionais para a viabilização do projeto. “Por meio de acordos com organismos internacionais, conseguimos recursos suficientes para a construção da primeira usina pública de geração de energia solar fotovoltaica de grande porte”, explicou.

Foto: Divulgação/Sema-DF

Genilson Duarte, subsecretário de Assuntos Estratégicos da Sema, frisou que os recursos gerados pela economia nas contas de energia poderão financiar novos projetos na área ambiental. “A inauguração da usina solar pública é relevante por vários fatores: além da economia gerada, contribuição ambiental e um arranjo interinstitucional para sua consecução, demonstra a preocupação do GDF em ser exemplo nas iniciativas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas no Cerrado. A transição energética é parte desse processo e o GDF vem atuando nessa frente”.

A inauguração da usina fotovoltaica não apenas simboliza um avanço tecnológico e sustentável para o Distrito Federal, mas também marca um compromisso contínuo com a preservação ambiental e a educação para a sustentabilidade.

Serviço

• Data: 5 de junho
• Horário: 9h30
• Local: Parque Ecológico de Águas Claras

Doadores de sangue ajudam a reforçar estoques do Hemocentro

Para doar, é preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 51 kg e estar saudável. Agendamentos são feitos online

Feriados prolongados e finais de semana são ótimas oportunidades tanto para descansar e se divertir quanto para ajudar o próximo. A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) alerta a importância de separar um momento para contribuir com a reestruturação do estoque de bolsas de sangue, que alimentam as unidades da rede pública e instituições conveniadas. Isso porque, em feriados e finais de semana, a demanda por transfusões costuma aumentar, enquanto a oferta e os agendamentos para doações diminuem.

‌“É importante chamarmos as pessoas para doarem aos sábados, quando a maioria tem uma folga do trabalho e também antes dos feriados prolongados porque nesses períodos sempre observamos um aumento da demanda por transfusões de sangue em função de situações de emergência”, explica o presidente do Hemocentro de Brasília, Osnei Okumoto. Conforme a atualização mais recente do site da instituição, os níveis de estoque do O positivo e do B negativo estão críticos, o do O negativo está baixo e, os demais, regulares.

‌Nesta sexta-feira (31), participantes da Convenção Jovem Maranata, promovida pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, foram ao Hemocentro para doar sangue. A ação faz parte do projeto Vida Por Vidas, uma das iniciativas solidárias da congregação. A convenção ocorre na Arena BRB Mané Garrincha desde quarta (29), com apoio da Secretaria da Família e Juventude (SEFJ), e reúne 20 mil jovens de todos os estados brasileiros e de outros países, como Argentina, Paraguai, Chile, Bolívia, México e Canadá.

“Um membro da minha família já precisou muito da doação e tivemos muita dificuldade em encontrar doadores. Foi quando virei um doador”, diz Ruan Alves, que veio da Bahia para participar de evento em Brasília

‌“Combinamos quatro grupos para esta sexta e mais dois para sábado (1º). Cada grupo tem 15 pessoas, então esperamos ter 90 jovens atuando na missão de ajudar o próximo”, enumerou o organizador do evento, Felipe Lemos. “Os jovens devem servir a Deus e às pessoas, ajudando a sociedade. E uma das formas de fazer isso é aumentando os estoques dos bancos de sangue, principalmente em época de feriado, em que a oferta cai, mas a demanda aumenta”, avalia.

‌O secretário da Família e Juventude, Rodrigo Delmasso, ressaltou o efeito positivo das ações solidárias realizadas pelo evento: “Ver milhares de jovens se reunindo para crescer espiritualmente, com um trabalho de solidariedade e amor ao próximo, não tem preço. A convenção, além de incentivar a doação de sangue, gesto que salva tantas vidas, também está fazendo esta grande mobilização, para ajudar as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. Atitudes como essas ajudam a construir um futuro melhor para muitas famílias.”

Railine Mendes trabalha em centro cirúrgico e doa sangue com frequência: “Já vi muitos casos da pessoa precisar da bolsa para conseguir sobreviver”

‌Dos participantes de outros estados, um deles é o assistente administrativo Ruan Alves, 23, e a pedagoga Claudiane Santos, 31. Os dois são da Bahia e conhecem a relevância da doação de sangue para a saúde de outras pessoas. “Doo sangue de dois em dois meses, que é o intervalo mínimo estipulado para os homens, desde os 16 anos. Um membro da minha família já precisou muito da doação e tivemos muita dificuldade em encontrar doadores. Foi quando virei um doador junto à minha família, para ajudar outros”, revela.

‌Por sua vez, Claudiane nunca conseguiu doar sangue devido a complicações de saúde. Ainda assim, ela acompanha e incentiva outras pessoas a participarem da rede de solidariedade. “Fiz alguns procedimentos cirúrgicos que me impediram por muito tempo de doar, mas eu sigo ativa, mobilizando quem pode doar para que doem de fato”, disse. “Viemos para o DF com o objetivo de aproveitar o evento, mas também de ajudar quem mora aqui e está precisando de alguma forma”, acrescentou.

‌Amor ao próximo

Doar sangue é um compromisso trimestral no calendário da enfermeira Railine Mendes, 27, desde 2021. Por trabalhar em um centro cirúrgico, ela conta que entende a importância do ato para salvar a vida de uma pessoa. “Já vi muitos casos da pessoa precisar da bolsa para conseguir sobreviver. Acho que contribuir com o estoque, ainda mais no caso do O negativo, é muito importante. É um gesto de amor a alguém desconhecido”, disse.

Aprovado no último concurdo para a PMDF, Marco Aurélio de Menezes se mobilizou para reunir doadores e ajudar a aumentar os estoques do Hemocentro

‌Nesta sexta-feira (31), ela levou a mãe, a servidora pública Adelina Ribeiro, 50, para participar da rede de solidariedade. “É minha primeira vez doando, mas já precisei do sangue quando tive uma cesárea e também em uma cirurgia de varizes”, relembra. “Minha filha me incentivou a retribuir a ajuda e aproveitamos a folga. Penso que estou ajudando a salvar vidas”, completa.

‌Os aprovados no último concurso para a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) também estão mobilizados em auxiliar na reestruturação do estoque de bolsas de sangue. Um deles é o professor Marco Aurélio de Menezes, 27. “Quando vimos a situação dos estoques, logo organizamos grupos para virem doar. Só hoje (31) vieram 45 pessoas, e esperamos que venham muito mais”, conta. “Sabemos da importância de doar para ajudar o próximo, ainda mais para os tipos de sangue que estão com nível mais baixo. Hoje somos nós quem doamos, mas um dia podemos receber”.

Doe sangue

Para doar sangue, é preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 51 kg e estar saudável. Quem passou por cirurgia, exame endoscópico ou adoeceu recentemente, entretanto, deve consultar o site do Hemocentro para saber se está apto a doar sangue.

‌Em caso de dengue, é necessário aguardar 30 dias após o fim dos sintomas para se candidatar à doação de sangue. Para quem teve dengue hemorrágica, o prazo é de seis meses. Se você teve contato sexual com pessoas que tiveram dengue nos últimos 30 dias, é preciso esperar 30 dias desde a última relação para doar sangue.

‌Quem teve gripe deve aguardar 15 dias após o desaparecimento dos sintomas para poder doar sangue. Quem teve covid-19 deve aguardar dez dias após o fim dos sintomas, desde que esteja sem sequelas. Se assintomático, o prazo é contado da data de coleta do exame.

Mais informações estão disponíveis aqui.

Festas juninas movimentam os centros olímpicos e paralímpicos do DF

Programação foi elaborada para proporcionar diversão aos usuários todo o mês de junho

Neste sábado (1º), a Secretaria de Esporte e Lazer do DF (SEL) dará início às festividades juninas nas 12 unidades dos centros olímpicos e paralímpicos (COPs). “Além de garantir a diversão de toda a comunidade, o evento também tem o objetivo de reforçar o espírito de união e lazer entre os participantes”, afirma o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira.

COP Planaltina será a primeira unidade com festa junina, neste sábado (1º), a partir das 17h | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

Cada COP terá uma atração especial organizada pela coordenação da própria unidade. Entre as atividades programadas, há quadrilhas, brincadeiras, música ao vivo e barraquinha com comidas típicas, entre outros tipos de comemorações inspirados na data.

A entrada é gratuita para a comunidade, familiares e alunos dos COPs, respeitando a lotação máxima de cada local. Os eventos serão realizados nos períodos matutino, vespertino e noturno.

Confira abaixo a programação.

⇒ Sábado (1º):  COP Planaltina – das 17h às 21h

⇒ Domingo (2): COP Sobradinho – 16h às 20h

⇒ 8/6: COP Brazlândia, das 18h às 22h

⇒ 14/6: COP Recanto das Emas, das 16h às 20h

⇒ 15/6: COP Samambaia, das 8h às 12h

⇒ 15/6: COP Parque da Vaquejada, das16h às 20h

⇒ 16/6: COP Estrutural, das 15h às 19h

⇒ 21/6: COP Gama, das 17h às 21h

⇒ 22/6: COP Santa Maria, das 17h às 21h

⇒ 22/6: COP Riacho Fundo, das 8h às 12h

⇒ 29/6: COP Setor O, das 16h às 20h

⇒ 29/6: COP São Sebastião, das 8h às 12h.