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Transporte coletivo do DF é reforçado com nova frota de ônibus

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Ao todo, 90 veículos da Volvo serão incorporados ao sistema até o final deste mês, 20 já chegaram e outros 70 devem ser entregues até o final do mês para compor a frota da empresa Marechal

O Distrito Federal avança na renovação do transporte coletivo com a chegada de novos ônibus da Volvo, que irão compor a frota da empresa Marechal. Ao todo, 90 veículos serão incorporados ao sistema até o final deste mês – 20 já chegaram e outros 70 devem ser entregues até o final de novembro.

Os novos ônibus Volvo B320R, fabricados em Curitiba (PR), são equipados com tecnologias avançadas para oferecer mais conforto, segurança e sustentabilidade. Os veículos utilizam motores Euro 6, que emitem menos poluentes, e contam com ar-condicionado, sistema de freios moderno e portas de ambos os lados para facilitar o embarque e desembarque nos corredores exclusivos da EPTG e do Boulevard. Além disso, a suspensão com sistema de “ajoelhamento” promove mais acessibilidade, facilitando a entrada e saída de todos os passageiros.

O secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves, enfatizou a importância dessa renovação para o transporte público do DF. “A renovação da frota é um passo fundamental para garantir um transporte mais confortável, seguro e eficiente para a população. Com esses novos ônibus, estamos não só melhorando a qualidade do serviço, mas também promovendo um sistema mais acessível e sustentável. Nosso compromisso é tornar o transporte coletivo uma opção cada vez mais atraente para os cidadãos, e esses veículos modernos representam um avanço significativo nessa direção”, afirmou.

A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob) está acompanhando de perto o cronograma de fabricação e entrega, assegurando que a qualidade e a eficiência do transporte público continuem a ser prioridades. Com essa nova frota, espera-se um impacto positivo na mobilidade urbana, oferecendo uma alternativa mais moderna e eficiente para os usuários. A renovação busca não apenas melhorar a experiência dos passageiros, mas também incentivar o uso do transporte coletivo como uma opção viável e sustentável para a mobilidade no Distrito Federal.

Mais 203 linhas deixam de aceitar dinheiro em espécie nesta quinta

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Até o final do ano, medida passa a valer para todos os coletivos do DF; população deve emitir o Cartão Mobilidade para aproveitar as facilidades de pagamento e de integração

A partir desta quinta-feira (14), mais 203 linhas de ônibus do Distrito Federal (DF) não aceitarão mais dinheiro em espécie dentro dos coletivos. Este é o penúltimo lote que passa a valer com a nova forma de pagamento, totalizando 636 linhas que fazem parte do programa Dinheiro Não Vai Mais Andar de Ônibus. Até o fim do ano, todos os coletivos devem operar sem o recebimento de dinheiro em espécie.

“Quando anunciamos a medida, no primeiro semestre, naturalmente o pagamento em dinheiro começou a cair mesmo nos coletivos que ainda aceitam”, lembra o secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves. “As pessoas estão migrando para essa forma de pagamento. Hoje, os acessos pagos em dinheiro em espécie em todas as 926 linhas são menos do que 9% do total.”

De julho, quando a novidade foi implementada, até outubro, foram emitidos 184,6 mil cartões Mobilidade em primeira ou segunda via no DF. Essa é a única forma de pagamento que permite ao usuário a integração de três acessos pelo valor de um. Os veículos que fazem parte do programa Dinheiro Não Vai Mais Andar de Ônibus também aceitam cartões bancários (débito ou crédito), Vale-Transporte e via bilhete avulso (QR Code). As gratuidades para estudantes, pessoas com deficiência e idosos continuam sendo aceitas.

Perfil de usuários

“Fizemos um estudo para analisar o perfil do usuário de cada linha”, explica Zeno Gonçalves. “As que têm maior adesão por dinheiro em espécie serão as últimas a mudarem a forma de pagamento, que são aquelas mais distantes do Plano Piloto, como Planaltina, Gama, Fercal e Sol Nascente. Neste momento, a gente entende que o sistema já está maduro e que seja o período ideal para inserir em 100% o pagamento digital ou via QR Code.”

“A gente não precisa mais andar com o dinheiro, e nem tem essa questão do armazenamento das cédulas dentro do ônibus”

Marcus Vinícius Ribeiro Cunha, revisor

 

Os novos meios de pagamento foram bem-avaliados pelos usuários do transporte público coletivo do DF, como o estudante André Vinícius Pereira, 26, morador do Gama. “Desde a retirada do dinheiro, tem facilitado bastante a minha vida”, comenta. “Às vezes a gente não tem nem tempo para sacar dinheiro, e com o Cartão Mobilidade isso ajuda muito, principalmente para mim, que preciso de mais de um ônibus e utilizo a integração. Isso sem contar que a gente se sente mais seguro.”

A segurança também foi um dos fatores abordados pelo revisor de textos Marcus Vinícius Ribeiro Cunha, 23: “A gente não precisa mais andar com o dinheiro, e nem tem essa questão do armazenamento das cédulas dentro do ônibus, além de ter reduzido as filas, tanto para entrar no ônibus quanto para passar na catraca. Com o cartão, é muito mais fácil e rápido, não tem conferência de troco, por exemplo. A novidade de aceitar cartões de débito ou crédito foi ótima também, porque às vezes não consigo manter o Mobilidade recarregado”.

Pagamento eletrônico

Em 2023, o pagamento da passagem com dinheiro em espécie representava um montante de R$ 278,5 milhões, o equivalente a 31% do total de acessos. Em junho de 2024, antes do lançamento do sistema de pagamento eletrônico, o dinheiro em espécie havia caído para 24,8%, mostrando uma tendência dos usuários pelos meios digitais.

Atualmente, o uso do dinheiro em espécie está em torno de 9%. A expectativa é que até o final do ano esse número caia para cerca de 5%. A tendência é que os usuários migrem principalmente para o Cartão Mobilidade, que já passa de 615 mil cadastros ativos.

Foram emitidos 7.335 bilhetes avulsos de agosto até agora. Já a recarga por Pix cresceu, representando hoje cerca de 52% do movimento de quem o utiliza para abastecer o saldo dos cartões Mobilidade.

Termina nesta quinta prazo para solicitar troca de escola na rede pública

Pedidos devem ser efetivados diretamente na unidade onde aluno está matriculado; resultado será divulgado em 30 de dezembro

Os alunos que desejam mudar de unidade escolar no ano letivo de 2025 precisam ficar atentos. Termina nesta quinta-feira (14) o prazo para solicitar o remanejamento na rede pública de ensino do Distrito Federal (DF). O pedido deve ser feito diretamente na escola onde o estudante está matriculado. O resultado será divulgado em 30 de dezembro, no site da Secretaria de Educação.

O remanejamento para outra escola da rede pública dependerá da disponibilidade de vaga na unidade desejada. Caso a mudança não seja possível, o estudante terá vaga garantida no mesmo colégio onde estuda atualmente ou na escola sequencial, sendo necessário procurar a secretaria escolar para confirmar a matrícula.

Segundo a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, a pasta busca facilitar a mudança para garantir tranquilidade para as famílias. “É fundamental que as famílias fiquem atentas aos prazos durante o período de remanejamento, preenchendo o formulário específico na secretaria da escola atual e apresentando um documento que justifique a mudança, como comprovante de residência ou vínculo empregatício. Ressaltamos que o remanejamento está sujeito à disponibilidade de vagas na escola pretendida”, explica.

O formulário de solicitação está disponível na secretaria da unidade escolar onde o estudante está matriculado no ano letivo de 2024.

Confira a documentação necessária para pedir o remanejamento:

⇒ Quando a opção for pela proximidade da residência – Apresentar comprovante de residência: conta de luz, água, telefone, contrato de aluguel ou declaração do proprietário do imóvel ou declaração de próprio punho do interessado, de acordo com a Lei Distrital nº 4.225, de 24/10/2008, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), de 29/10/2008.

⇒ Quando a opção for pela proximidade do trabalho – Apresentar documento que comprove o vínculo empregatício do estudante ou do responsável, que ateste o endereço do trabalho: carteira de trabalho, último contracheque ou declaração atualizada do empregador.

⇒ Quando a opção for pela unidade escolar de preferência – Apresentar justificativa formal explicitando o motivo da escolha.

Atualmente, a rede de ensino do DF atende 458.937 estudantes matriculados em 913 escolas, incluindo centros interescolares de línguas (CILs), escolas técnicas, creches parceiras e instituições que aceitam o benefício Cartão Creche.

Rafael Martins rebate proposta de isenção de anuidade de Cleber Lopes e critica “conto do vigário”

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Atual tesoureiro da OAB-DF, Rafael Martins classifica proposta de isenção de anuidade para jovens advogados como “conto do vigário” e reafirma compromisso com a menor anuidade do Brasil

Da Redação

O atual tesoureiro e candidato a secretário-geral da OAB-DF, Rafael Martins, criticou a proposta de isenção de anuidade para jovens advogados apresentada por Cleber Lopes, concorrente à presidência da OAB-DF, afirmando que se trata de um “conto do vigário”. Martins, que integra a chapa “OAB para Todos”, que tem como candidato à presidência da OAB-DF o advogado Paulo Maurício (Poli), contestou a proposta de Lopes, que prometeu zerar as anuidades para advogados com até cinco anos de inscrição.

Em um pronunciamento em suas redes sociais, Rafael Martins afirmou que a proposta de Lopes é uma promessa irreal e acusou a oposição de tentar enganar a advocacia. “Já vimos muitas promessas absurdas circulando por aí, mas a cara de pau não tem fim”, disse Martins. Ele também criticou a gestão anterior, destacando que, em sua administração, a OAB-DF conseguiu reduzir os custos e manter a menor anuidade do Brasil.

“Diminuir a unidade na OAB-DF, nós já fizemos e por isso hoje temos a menor anuidade do Brasil. Foi preciso ajustar muita coisa, reduzir gastos, cortar exageros e organizar a bagunça deixada por essa turma que hoje tenta vender lote no céu”, afirmou Martins, referindo-se à gestão da chapa oposicionista.

Martins também fez uma comparação direta entre as gestões. “A advocacia do DF não cai nesse papo. Por isso pense, porque domingo é hora de escolher entre a turma que aumentou duas vezes a anuidade ou o time do Délio, que baixou a anuidade e garantiu que fosse a menor do Brasil”, concluiu.

As eleições da OAB-DF acontecerão no dia 17 de novembro de 2024, das 10h às 18h. Advogados e advogadas inscritos na Seccional participarão da renovação do Conselho Seccional, das diretorias das subseções, do Conselho Federal e da Caixa de Assistência dos Advogados. A votação será realizada online, por meio de uma plataforma eletrônica segura.

Distrito Federal não registra caso de sarampo há quatro anos

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Secretaria de Saúde tem atuado em campanhas e estratégias fora das salas de vacinação. Cobertura, contudo, precisa de engajamento popular

O Brasil recebeu a certificação de “País Livre do Sarampo”, concedida pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas). Há mais de dois anos, o País não registra nenhum caso de transmissão da doença. O DF está há quatro sem ocorrências, sendo a última em fevereiro de 2020.

Presente na solenidade desta terça-feira (12), e representando o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass), a secretária de Saúde do Distrito Federal, Lucilene Florêncio, destacou que a imunização tem sido uma prioridade para os estados. “Estamos em um movimento nacional pelo aumento da cobertura vacinal, onde as equipes buscam ativamente pelas pessoas, levando doses às feiras, escolas, mercados, shoppings”, detalhou.

As campanhas e as estratégias externas realizadas pela pasta, contudo, precisam de reforços da população na procura por imunizantes. Em 2023, a cobertura vacinal contra o sarampo no DF chegou a 73,7% para a segunda dose do imunizante e a 89,5% para a primeira aplicação. Os índices estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde (MS), de 95%.

A secretária de Saúde do Distrito Federal, Lucilene Florêncio, que representou o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde, destacou que a imunização tem sido uma prioridade para os estados

Quando se fala em cobertura vacinal, o percentual se refere à proporção da sociedade que recebe as doses recomendadas pelos programas de imunização. Essa métrica é fundamental para avaliar a efetividade das políticas públicas de saúde e sua capacidade de prevenir doenças imunopreveníveis.

O DF tem mais de 100 salas de vacinação com o imunizante disponível. A lista está disponível no site da pasta.

Recertificação

Em 2016, o Brasil já havia conquistado o título de “País Livre do Sarampo”, mas o vírus reapareceu, a partir de 2018, após baixa na cobertura vacinal e migrações de estrangeiros. Os casos decaíram e a última aparição da doença ocorreu em 2022, no Amapá.

A ministra de Saúde, Nísia Trindade, ressaltou como o envolvimento de diferentes participantes foi fundamental para alcançar a certificação novamente. “É um movimento nacional de gestores, da comunidade científica, dos professores, do parlamento. É fruto de muitas discussões”, declarou.

Para o diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), Jarbas Barbosa, a recertificação é um marco importante, mas o monitoramento deve permanecer: “O sarampo pode ser uma doença muito grave, principalmente às crianças mais pobres ou com problemas imunológicos. O trabalho é manter essa eliminação e a cobertura vacinal elevada”, avaliou.

O evento contou ainda com a participação do presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Vacina, deputado Dorinaldo Malafaia, o secretário-adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde Ambiente, Rivaldo Cunha, o presidente do Conselho Nacional de Saúde, Fernando Pigatto, e o presidente da Câmara Técnica Nacional de Especialistas, Renato Kfouri.

Exemplo para o mundo

Além da certificação referente ao sarampo no Brasil, as américas se destacaram em outras questões importantes à saúde pública. Em 2024, o continente celebrou 30 anos sem poliomielite e se destacou como a região que mais se recuperou da pandemia, em termos de cobertura vacinal.

Cleber Lopes propõe isenção total de anuidade para advogados com até cinco anos de inscrição na OAB-DF

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Candidato à presidência da OAB-DF, Cleber Lopes, da Chapa “A Ordem com Mais Voz”, anuncia proposta de isenção de anuidade para jovens advogados e manutenção de desconto para profissionais com até 10 anos de inscrição

Da Redação

O candidato à presidência da Seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF), Cleber Lopes, da Chapa “A Ordem com Mais Voz”, anunciou uma proposta inédita para a advocacia jovem. Em vídeo divulgado em suas redes sociais, Lopes afirmou que, após análise criteriosa das finanças da Seccional, é viável implementar a isenção total da anuidade para advogados com até cinco anos de inscrição na OAB-DF.

Além disso, ele propôs manter o desconto de 25% na anuidade para profissionais com até dez anos de inscrição. A medida visa aliviar os custos para os jovens advogados e estimular o pleno exercício da profissão.

As eleições da OAB-DF estão marcadas para 17 de novembro de 2024, das 10h às 18h. Advogados e advogadas inscritos na Seccional participarão da renovação do Conselho Seccional, diretorias das subseções, Conselho Federal e da Caixa de Assistência dos Advogados. A votação será realizada online por meio de uma plataforma eletrônica segura, conforme edital divulgado.

Começa nesta sexta 11º FESTINECO e vai até o dia 22 de novembro

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O evento este ano homenageia o grande mestre bonequeiro Jorge Crespo falecido em outubro

Nesta sexta, 15 de novembro, às 17h, no Espaço Voar (SMA Conjunto K loja 5 PróDF), no Gama, o espetáculo CONTOS DE ENCANTAMENTO, do Grupo PAEPALANTHUS, abrirá o  11º FESTINECO – Festival de Teatro de Bonecos do Gama. No sábado (16/11), no mesmo horário, será a vez do Grupo Roupa de Ensaio apresentar “PAPO DE LIXO”. Já no domingo (17), também às 17h, quem entra em cena é a CIA. LUMIATO com o espetáculo de teatro de sombras “IARA – O ENCANTO DAS ÁGUAS”.  Tudo aberto e gratuito. A programação completa e outras informações pelo Instagram@voarteatrodeboneco e Facebook @voarteatrodebonecos1.

Essa iniciativa integra o Projeto Gama Cultural,  realizado pela Cia. Voar, por meio de um Termo de Fomento da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, do GDF e também conta com o apoio da Administração Regional do Gama.

O mestre bonequeiro e diretor teatral, Marco Augusto, da Cia Voar, explica que este ano, o Festineco apresentará 22 espetáculos de teatro de bonecos. Desses, seis sessões serão abertas ao público em geral, com entrada franca e acessibilidade garantida por intérprete de Libras e audiodescrição. As apresentações para o público serão realizadas no Espaço Voar nos dias 15, 16 e 17 de novembro, e na Feira Permanente do Gama, com três sessões no dia 20 de novembro.

O diretor ressalta que,  além dessas, o festival realizará outras 16 apresentações exclusivas para escolas e instituições sociais, voltadas exclusivamente para estudantes e pessoas atendidas por essas organizações.

“Aproveitamos também para homenagear o nosso saudoso colega e mestre bonequeiro Jorge Crespo, que nos deixou em outubro. Foi um artista singular que deixou um legado, no Rio de Janeiro – e, depois, em Brasília – de alegria e amor às pessoas e à arte da manipulação de construção de formas animadas. A ele, a nossa eterna gratidão”, disse Marco Augusto.

Espetáculos para todo o público
Sexta, 15 de novembro, 17h, Espaço Voar 
CONTOS DE ENCANTAMENTO, do Grupo PAEPALANTHUS

Espetáculo literário voltado para a primeira infância (3 a 6 anos), mas capaz de encantar públicos de todas as idades, ao explorar o universo lúdico com verdade, amor e magia, transformando palavras, bonecos de variados tamanhos e formas e textos literários em memórias afetivas. O espetáculo combina diferentes linguagens artísticas – literatura, poesia, música, manipulação de bonecos e arte popular – inspiradas pela memória afetiva, pela escuta literária sensível da criança e pela rica tradição cultural do nosso povo. Com uma temática que explora a superação do medo, apresenta personagens como a Bernunça, o Lobisomem, a Bruxa, o Fantasma, a Aranha, conduzindo as crianças, de forma leve, segura e divertida, a enfrentarem seus próprios receios e ansiedades.

Sábado, 16 de novembro, 17h, Espaço Voar 
“PAPO DE LIXO” – Grupo Roupa de Ensaio 

Uma turminha muito divertida e esperta vai enfrentar a grandiosa batalha de sobreviver fora do lixão da escola onde vivem. No lixão da escola vivem Invocado, Galalau, Pedante, Inhaca, Bizonha e o Xôxo, seis amigos que foram um a um jogados no lixão da escola pelas crianças. De repente eles são surpreendidos por mais uma bela e encantadora amiga que no meio de tanto lixão recebe o nome de Cheirosa. O que essa turminha não esperava era que a tranquilidade do lixão seria abalada por uma terrível notícia! Mas isso não será problema para eles, que juntos vão lutar para combater a má distribuição do lixo para melhorar o nosso planeta!

Domingo, 17 de novembro, 17h, Espaço Voar 
 “IARA – O ENCANTO DAS ÁGUAS” -CIA. LUMIATO

Inspirada na lenda de Iara, a trama segue um índio da aldeia que sonha com uma mulher sobrenatural. Em busca de respostas, ele procura o sábio pajé para desvendar os mistérios dessa enigmática figura. O espetáculo visa sensibilizar o público para os saberes da tradição oral dos povos originários do Brasil.

Quarta-feira, 20 de novembro – Feira Permanente do Gama
11h- As aventuras de Baltazar no Reino dos Mamulengos  –  Mamulengo Sem Fronteiras
12h -“O Casamento de Chiquinha “- Mamulengo Alegria
13h -[Histórias encaixotadas] Teatro Lambe-lambe  – Varanda Teatro

Apresentações em Escolas e em Instituições Sociais
Segunda-feira, 18 de novembro
EC 21 Gama 
8h30 – “Katita y Falucho”  –  Teatro Alpargata Títeres
15h30 – “Vida de Mamulengo” – Mamulengo Presepada

EC 16 Gama
11h- “A Dança dos Mamulengos: o Amor, o Malvado e a Rabeca” – Mamulengo Querenutem
13h30- “Bendito Os Beneditos” –  Inventor de Sonhos
Terça-feira, 19 de novembro
Projeto Ser Mais, também conhecido como Obras Benedita Cambiagio (OBC)
8h30 –  Grupo Bagagem
15h30 – Cidade dos Bonecos
CAIC GAMA
11h- “Vereda dos Mamulengos”- Casa Moringa
13h30- “O Rei do mamulengo” – mestre Algodão

Quinta-feira, 21 de novembro

EC 29 Gama 
8h30- João e o Feijão – Voar Teatro de Bonecos
13h30- João e o Feijão – Voar Teatro de Bonecos

EC 22 Gama
10h45 – Tramoias Para Enganar a Morte – Voar Teatro de Bonecos
16h – Tramoias Para Enganar a Morte – Voar Teatro de Bonecos

Sexta-feira, 22 de novembro
EC 01 Gama

11h- Adivinha adivinhão – Voar teatro de bonecos
13h30- Adivinha adivinhão – Voar teatro de bonecos

EC 10 Gama
8h30 – O Despertar de Maricotinha Lúcia Corrêa e Chrys Pereira
15h30 – Os meninos verdes – Voar teatro de bonecos
Jorge Crespo – Em 1980, iniciou seu trabalho com bonecos na TV, participando de várias atrações infantis, como Bonequeiro nas produções dos programas Arco-íris, Era Uma Vez, Porque Sim, Por que Não, Ilhas das Caixas na TV: Educativa e de Xuxa Meneguel, Os Trapalhões, Bia Bedran, Daniel Azulay. Atuou, também, como ator em novelas, especiais e seriados para TV.Pioneiro no uso da espuma de poliuretano laminado para a confecção de grandes alegorias carnavalescas, tem confeccionado bonecos, alegorias e adereços para as principais agremiações carnavalescas do Rio de Janeiro – Mangueira, Beija-Flor, Mocidade Independente, Império Serrano, Portela. Fundador do Bloco das Carmelitas de Santa Teresa, criador de Bonecos Gigantes para vários blocos carnavalescos. Desde 1995, desenvolveu projetos de visitas animadas com bonecos e atores a museus e centros de culturais no Rio de Janeiro; Museu da República, Museu do Índio, Museu Nacional, Museu do Folclore, museu da Maré. Em 1996 criou a Cia. Jorge Crespo de Teatro de Bonecos, na qual realizou espetáculos de cunho educacional e visitas teatralizadas a convite dos principais museus do Brasil. Em 2008 transferiu seu ateliê para Brasília, tendo atuado na capital do país encantando e mobilizando pela arte.
Festineco – O Festival de Teatro de Bonecos do Gama, décima primeira edição, é um evento tradicional na cidade, baseado na vocação cultural da cidade do Gama que possui vários grupos de teatro de bonecos.
 
Projeto Gama Cultural –  Consiste em um conjunto de atividades culturais gratuitas para a população do Gama no decorrer do ano de 2024, com os seguintes eventos: “O Gama Faz Bonito”, ação cultural voltada para o combate à exploração sexual de crianças e adolescentes; “Festival de Cultura popular do Gama” para valorizar a nossa cultura popular que desempenha um papel fundamental na identidade e na diversidade cultural do Distrito Federal; “Feira Cultural do Gama” quarta edição, que vai ampliar as programações artístico-culturais na cidade;“Festineco Festival de Teatro de Bonecos do Gama”, décima primeira edição, ação baseada na vocação cultural da cidade com apresentações de grupos locais.
Voar Arte para Infância e Juventude–  Proponente do projeto e sediada no Gama, teve sua fundação em 2003, e em 2012 com nove anos de trabalho, conseguiu conquistar a honra de ter se apresentado em todos os estados brasileiros, uma meta atingida através de participações em importantes festivais e projetos de circulação. O grupo foi convidado para se apresentar na Espanha, México e Chile, recebeu prêmios de melhor espetáculo infantil pelo júri popular no festival de teatro de Americana SP, melhor direção e ator no festival de teatro de Guaçuí ES, sempre julgado por profissionais de notório saber. Possui mais de 5 espetáculos em repertório.

ARTIGO: O fim da ascala 6×1 e a busca por equilíbrio

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O conformismo social estuda como a decisão do grupo influencia o individuo a ir contra seus valores éticos e crenças simplesmente porque existe a ideia no inconsciente que “o grupo sabe o que é melhor”

POR MARIA MARIANA CALLADO

Após o movimento Vida Além do Trabalho (VAT), criado pelo vereador recém-eleito Ricardo Azevedo (PSOL-RJ), ganhar notoriedade nas redes sociais e a deputada Erika Hilton (PSOL) apresentar a proposta de Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para o fim da escala 6×1 e uma jornada de trabalho mais justa solicita que o Congresso Nacional altere a redução da carga horária presente na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a petição online já conta com mais de 2 milhões de assinaturas.

Traz a discussão de como as relações sociais e trabalhistas se ajustam às condições impostas pelo empregador ou pela cultura organizacional, ao longo dos anos, começou a crescer um movimento de questionamento sobre os efeitos negativos dessa jornada de trabalho para a saúde mental e física dos trabalhadores. Além disso, a busca por uma melhor qualidade de vida e a pressão por mais tempo para atividades pessoais, familiares e de lazer começou a desafiar essa norma. Dessa forma vemos como a conformidade social age indiretamente na vida da sociedade e influencia mudanças significativas na realidade dos trabalhadores.

O conformismo social estuda como a decisão do grupo influencia o individuo a ir contra seus valores éticos e crenças simplesmente porque existe a ideia no inconsciente que “o grupo sabe o que é melhor” essa área de estudo da psicologia social e comportamental mostra como agimos em conformidade com as regras porque aceitamos a sua legitimidade e porque a isso somos incentivados pela aprovação e recompensa obtidas das outras pessoas.

Contudo, a crescente conscientização sobre os impactos negativos desse modelo de jornada – como o estresse, o desgaste físico e mental, a falta de tempo para lazer e a diminuição da qualidade de vida – começou a gerar um movimento de contestação.

Também alimenta essa dinâmica: se a maioria dos trabalhadores ou trabalhadores aceita a jornada 6×1 como padrão, a pressão social para aderir a esse modelo se torna muito forte. Para muitos, é mais fácil seguir o fluxo do que questionar o sistema que, em princípio, parece justo, o que nos leva teoria da Crença no Mundo Justo (CMJ) proposta por Melvin Lerner como campo de pesquisa na psicologia social que pode ser social e pessoal sendo um desejo interno do indivíduo para que a justiça no mundo visto por “os bons são recompensados e os maus são punidos” a CMJ é usada também para identificar fenômenos sociais e sendo um mecanismo psicológico.

No contexto das relações de trabalho, essa crença no mundo justo pode ser vista na forma como muitos trabalhadores, durante anos, aceitaram jornadas de trabalho extenuantes e condições que não favoreceram seu bem-estar, acreditando que, de alguma forma, foram recompensados por seu esforço e dedicação.

Nesse processo, o que antes era visto como uma “justiça natural” – o trabalhador sacrificando seu tempo pessoal no prol da produção – começou a ser reinterpretado como uma forma de injustiça social. O reconhecimento de que jornadas mais equilibradas resultam em trabalhadores mais saudáveis e produtivos.

Portanto, o fim da escala 6×1 é um exemplo claro de como a conformidade social pode ser desafiada e reformulada e como a CMJ pode ser um fator para esse processo de mudança na sociedade, levando a uma nova compreensão de justiça no trabalho. A transformação das jornadas de trabalho reflete a evolução das cooperativas sobre o que é justo, saudável e necessário para um modelo de sociedade que valoriza a qualidade de vida. O movimento em direção a jornadas mais humanas e equilibradas é, assim, uma vitória da desconformidade social, que luta contra normas arcaicas e busca uma relação de trabalho mais justa e condizente com as necessidades contemporâneas dos indivíduos.

Mas isso só funciona em países desenvolvidos. No Brasil, pobre e subdesenvolvido, a conta vai ser alta e todo mundo vai te pagar porque o custo acaba sendo embutido nos valores de serviços e produtos, causando uma quebradeira no país e mais inflação. No final não passa de uma discussão eleitoral e populista. É a nova “picanha eleitoral”.

Maria Mariana Callado é graduanda em psicologia

Sistema Socioeducativo recebe videomonitoramento com 926 câmeras

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Investimento de R$ 1,4 milhão abrange instalação e manutenção de câmeras em unidades de internação

Brasília, 12 de novembro de 2024 – Com um investimento de R$ 1,4 milhão, o Distrito Federal concluiu o processo de contratação de uma empresa para instalar 926 câmeras nas unidades de internação do Sistema Socioeducativo. O contrato, com validade de 60 meses, abrange fornecimento de equipamentos, instalação, treinamento e manutenção, garantindo que as câmeras funcionem 24 horas por dia, com armazenamento de imagens por 45 dias.

Medida tem como um dos destaques a garantia da preservação da identidade dos socioeducandos, aponta secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani | Foto: Divulgação/Sejus-DF

O extrato do contrato foi publicado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta terça-feira (12). O novo Circuito Fechado de Televisão (CFTV) visa monitorar o dia a dia nas unidades, contribuindo para a segurança e organização no ambiente socioeducativo.

A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou a importância da medida: “Com esta iniciativa, a Sejus cumpre uma meta do Plano Plurianual 2024-2027, que inclui a implantação de videomonitoramento nas unidades. Esse avanço qualifica o atendimento socioeducativo e fortalece a política de socioeducação no Distrito Federal.”

O videomonitoramento permitirá a prevenção e inibição de ações delituosas, com captura de imagens de pessoas e bens dentro das unidades, incluindo áreas de estacionamento e proximidades. As imagens serão gerenciadas de forma descentralizada em cada unidade, mas haverá uma central de monitoramento geral na sede da secretaria.

“A criação de uma sala de situação na própria Sejus, com uma central de monitoramento, representa um importante passo para garantir a segurança e preservar a identidade dos socioeducandos”, afirmou a secretária Marcela Passamani. A iniciativa surgiu para atender à necessidade de um sistema seguro e eficiente, alinhado às normas da Sejus-DF, além de servir como indicador estratégico para medir a segurança nas instalações do Sistema Socioeducativo.

Viaduto do Riacho Fundo entra na fase final e trará alívio ao trânsito da EPNB

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Obra deve beneficiar 100 mil motoristas e melhorar segurança viária na região

Brasília, 12 de novembro de 2024 – O Viaduto do Riacho Fundo, localizado na Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB), está na etapa final das obras, com conclusão do asfaltamento dos acessos e instalação de meios-fios. A governadora em exercício, Celina Leão, e o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, acompanharam de perto o andamento do projeto nesta terça-feira, destacando a relevância da obra para a população do Riacho Fundo e para quem utiliza a via diariamente.

“Este viaduto era uma demanda antiga da população local e de motoristas de regiões como Recanto das Emas, Samambaia e Taguatinga. Acreditamos que ele trará uma melhoria significativa para o trânsito diário dessas pessoas”, declarou Celina Leão durante a visita.

Nos próximos dias, serão realizadas as etapas finais, como pintura de sinalização viária e paisagismo, com o plantio de grama e recomposição ambiental. O viaduto, que contou com um investimento de mais de R$ 23 milhões e gerou 300 empregos, foi executado pela empresa contratada pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF). O projeto promete desafogar o trânsito para cerca de 100 mil motoristas que trafegam pela EPNB diariamente.

A obra foi projetada para resolver o congestionamento no balão de acesso ao Riacho Fundo e à Área de Desenvolvimento Econômico (ADE) de Águas Claras, particularmente nos horários de pico. O novo viaduto, construído em trincheiras, terá duas pistas subterrâneas, atendendo aos dois sentidos da via: uma para quem segue em direção a Samambaia e outra para quem se desloca rumo ao Plano Piloto. Segundo Fauzi Nacfur, presidente do DER, a obra elimina o antigo entroncamento em nível, proporcionando maior segurança e fluidez ao tráfego.

Agora, serão feitas a pintura da sinalização viária e o paisagismo ao redor do viaduto que vai aliviar o trânsito para cerca de 100 mil motoristas que trafegam pela EPNB diariamente

Segurança para os pedestres

O complexo viário inclui medidas de segurança para pedestres, com a instalação de gradis de metal que previnem travessias arriscadas, especialmente nos pontos com passarelas. Essas estruturas foram estrategicamente posicionadas: na altura de Samambaia, próximo ao DER-DF; no Riacho Fundo, perto do viaduto e após o balão no sentido Samambaia; e no Núcleo Bandeirante, abaixo da passarela. Adicionalmente, foram instalados gradis após a rotatória, no sentido do Plano Piloto, para aumentar a segurança dos pedestres que utilizam a via.