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Força-tarefa de combate à dengue no DF ultrapassa 2,3 mil ações em cinco meses

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Ação do DF Legal inclui 84 operações e 209 multas, totalizando R$ 2,3 milhões em penalidades

Brasília, 1 de julho de 2024 – A força-tarefa de combate à dengue, organizada pela Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística do Distrito Federal (DF Legal), ultrapassou 2,3 mil ações nos cinco meses de operação. Até o domingo (30), foram realizadas 84 operações, resultando em 2.069 notificações e 209 multas, que somam um total de R$ 2,3 milhões.

Durante a execução das atividades, definidas pela Portaria n° 11 de 22 de janeiro de 2024, auditores visitaram todas as regiões administrativas, aplicando notificações a proprietários de terrenos pela limpeza inadequada e a ferros-velhos e empresas de reciclagem pelo armazenamento incorreto de materiais, entre outras ações. A maior parte das multas foi destinada a infratores flagrados descartando lixo e entulho de maneira irregular em áreas públicas.

Apesar do fim da vigência da Portaria 11, de janeiro de 2024, os trabalhos de combate ao descarte irregular de lixo continuarão sendo rotineiros | Foto: Ivonildo Lira/ DF Legal

“O término da vigência da portaria não implica no abandono da fiscalização desses temas. O trabalho para evitar o descarte irregular de lixo sempre foi contínuo e, infelizmente, ainda enfrentamos dificuldades em conscientizar a população, mesmo com a alta quantidade de multas aplicadas”, afirmou José Roberto Pacheco, subsecretário de Fiscalização de Resíduos Sólidos.

Durante esses cinco meses, todas as demandas recebidas via Ouvidoria relacionadas a esse assunto foram tratadas como emergências. Um esforço conjunto com outros órgãos resultou na criação do Termo de Constatação de Irregularidade (TCI). A DF Legal desenvolveu um aplicativo que permitiu que administrações regionais, Vigilância Sanitária e Vigilância Ambiental lavrassem esses termos e os encaminhassem para a pasta fiscalizadora. Todas as autuações podem ser consultadas no painel interativo.

Nesses cinco meses, todas as demandas recebidas via Ouvidoria relacionadas a este assunto foram tratadas de maneira emergencial

A força-tarefa deu continuidade ao trabalho já realizado pela DF Legal em toda a capital. Em 2023, em relação ao descarte irregular de resíduos da construção civil e volumosos, foram realizadas 11.940 vistorias, emitidas 1.745 notificações e aplicadas 216 multas.

A secretaria também fiscaliza o descarte irregular de resíduos sólidos domiciliares. Em 2023, o órgão efetuou 5.782 vistorias desse tipo, aplicou 1.452 notificações e lavrou 24 multas.

Nos casos de lotes vazios, a secretaria verifica se os espaços estão em condições adequadas, sem acúmulo de lixo, com grama ou mato cortado, para evitar a proliferação de insetos peçonhentos e o acúmulo de água parada, além de assegurar que estejam cercados e com a calçada em frente bem-cuidada. No ano passado, foram realizadas 2.058 vistorias, emitidas 275 notificações e aplicadas 11 multas nesta categoria.

52 linhas de ônibus do Distrito Federal deixam de aceitar pagamentos em dinheiro

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Usuários devem utilizar meios eletrônicos para pagamento a partir desta segunda-feira (1º)

Brasília, 1 de julho de 2024 – A partir desta segunda-feira, 52 linhas de ônibus do sistema de transporte público coletivo do Distrito Federal não aceitam mais dinheiro como método de pagamento. Agora, os passageiros devem utilizar exclusivamente meios eletrônicos para adquirir bilhetes, aceitando cartões de transporte e bancários, além de dispositivos com tecnologia de pagamento por aproximação, como smartphones, smartwatches e pulseiras inteligentes.

Novo sistema traz vantagens para usuários e servidores das linhas de ônibus | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília

A mudança visa trazer mais modernidade, segurança e praticidade aos usuários. Inicialmente, a transição abrange 5,65% das 919 linhas existentes, incluindo dez linhas da Piracicabana, 15 da Pioneira, sete da Urbi, dez da Marechal e dez da BsBus.

Zeno Gonçalves, secretário de Transporte e Mobilidade, destaca que a transição está sendo feita de forma gradativa e monitorada pela pasta. “Estamos monitorando o acesso dos usuários que ainda tentam pagar em dinheiro. São poucas intercorrências, mostrando que a estratégia de começar pelas linhas com pouco pagamento em espécie foi acertada. Vamos acompanhar ao longo da semana e estabelecer protocolos para os usuários que não têm outra forma de pagar”, afirma.

Facilidade no acesso a créditos

Para facilitar a adaptação, há 128 postos de atendimento disponíveis para recarga e solicitação de cartões de bilhetagem, aceitando pagamentos em dinheiro, cartões de crédito e débito. O aplicativo BRB Mobilidade também permite a aquisição de créditos de transporte via Pix.

Existem seis tipos de cartões no Sistema de Bilhetagem: Mobilidade, Vale-Transporte, Estudantil, Especial, Criança e Sênior. Os dois primeiros permitem até três embarques no mesmo sentido, no prazo máximo de três horas, com a tarifa máxima de R$ 5,50.

Opiniões dos usuários

Natália Almeida: “Facilita muito o pagamento, especialmente para quem não anda com dinheiro na carteira ou antes precisava sacar”

A servidora pública Natália Almeida, 29, vê a mudança como prática: “Facilita muito o pagamento, especialmente para quem não anda com dinheiro na carteira”. Viviana Vasconcelos, 33, acredita que a mudança também traz mais segurança: “O dinheiro acaba sendo um atrativo para criminosos, então é uma forma de evitar a violência no transporte público”.

Desuso do dinheiro

Estudos da Secretaria de Transporte e Mobilidade do DF (Semob) mostram que o uso do dinheiro como método de pagamento está em desuso. Em 2023, apenas 31% dos pagamentos foram efetuados em dinheiro, representando R$ 278,5 milhões.

Atualmente, as passagens dos coletivos do DF custam R$ 5,50 (longa e metrô), R$ 3,80 (ligação de RAs) e R$ 2,70 (curta). No entanto, o valor máximo da passagem integrada para quem utiliza cartão de transporte é de R$ 5,50, mesmo que o passageiro cumpra trajetos de diferentes preços.

Confira aqui a lista completa dos ônibus que aceitam cartões.

Fila das cirurgias anda graças a investimentos de ponta a ponta na Saúde

Contratações de anestesistas, reformas das unidades e aquisição de equipamentos, entre outras medidas, garantem execução de programa

Uma série de ações do Governo do Distrito Federal (GDF) que permitiram a contratação de médicos anestesistas, por meio da Secretaria de Saúde, tornou possível a implantação do programa e a realização das cirurgias eletivas. Esse processo já está em andamento e, em sua primeira semana, já foram operadas 70 pessoas em três hospitais da rede pública de saúde (Hospital Materno Infantil de Brasília/Hmib, Hospital Regional de Asa Norte/Hran e Hospital Regional de Gama/HRG), além da realização de consultas pré-anestésicas. E, nesta segunda-feira, dia 1º de julho, outros hospitais também começam a realizar cirurgias eletivas.

O programa, que integra um conjunto de ações, teve início há um ano e meio para que as cirurgias pudessem acontecer e atender a população que está na fila do complexo regulador. Com o processo, 70 pessoas foram operadas na primeira semana em três hospitais da rede pública: Hmib, Hran e HRG | Foto: Davidyson Damasceno/Ascom IgesDF

É importante destacar que houve mudança na legislação para que pudesse ocorrer a oferta desse serviço de saúde, como a união de esforços entre o GDF e o Poder Judiciário. Foi preciso adequar a lei nesse âmbito para permitir a contratação de médicos anestesistas. A partir dessa mudança, houve chamamento público com total transparência e lisura e abriu-se a possibilidade da participação de médicos de todas as unidades da federação, o que já foi concluído e já está acontecendo.

Foi preciso adequar a lei para permitir a contratação de médicos anestesistas | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF

Esse programa, que integra um conjunto de ações, teve início há um ano e meio para que as cirurgias pudessem acontecer e atender a população que está na fila do complexo regulador. Para o bom andamento desse importante trabalho, houve investimento efetivo nos hospitais, como o aumento da força de trabalho com a nomeação de médicos em diversas especialidades. Também foram nomeados enfermeiros, técnicos em enfermagem e especialistas, como farmacêuticos e fisioterapeutas, tudo para assegurar a continuidade das cirurgias.

As reformas dos centros cirúrgicos permitiram ampla revitalização desses ambientes, sendo esse processo aliado à aquisição de equipamentos e com ampla recuperação e manutenção predial, das redes elétrica e hidráulica. A Secretaria de Saúde também adquiriu computadores, o que levou reforço ao seu parque tecnológico.

Todas essas ações permitem gerar grande fluxo de pacientes que aguardam há anos para fazer cirurgia. Todo esse trabalho da equipe envolve a qualificação das filas pelo complexo regulador para que os hospitais regionais confeccionem diariamente os mapas das cirurgias eletivas.

A estimativa desse contrato vigente com as três empresas que foram aprovadas no certame é a realização em torno de 26 mil cirurgias eletivas programadas para acontecer em 12 meses.

Principais restrições do calendário eleitoral começam em julho

A partir do dia 20, os partidos podem realizar suas convenções internas para a escolha dos candidatos aos cargos de prefeito, vice-prefeito e vereadores

A partir deste mês, começam a valer as principais restrições previstas no calendário eleitoral para impedir o uso da máquina pública a favor de candidatos às eleições municipais de outubro. As vedações estão previstas na Lei das Eleições (Lei 9.504/1997).

No dia 6 de julho, três meses antes do pleito, começam as restrições para contratação e demissão de servidores públicos. A partir do dia 20, os partidos podem realizar suas convenções internas para a escolha dos candidatos aos cargos de prefeito, vice-prefeito e vereadores.

O primeiro turno das eleições será no dia 6 de outubro. O segundo turno da disputa poderá ser realizado em 27 de outubro nos municípios com mais de 200 mil eleitores, nos quais nenhum dos candidatos à prefeitura atingiu mais da metade dos votos válidos, excluídos os brancos e nulos, no primeiro turno.

Confira as principais restrições

6 de julho 

Nomeação de servidores – a partir do próximo sábado (6), três meses antes do pleito, os agentes públicos não podem nomear, contratar e demitir por justa causa servidores públicos. A lei abre exceção para nomeação e exoneração de pessoas que exercem função comissionada e a contratação de natureza emergencial para garantir o funcionamento de serviços públicos essenciais.

Concursos  – A nomeação de servidores só pode ocorrer se o resultado do concurso foi homologado até 6 de julho.

Verbas  – Os agentes públicos também estão proibidos de fazer transferência voluntária de recursos do governo federal aos estados e municípios. O dinheiro só pode ser enviado para obras que já estão em andamento ou para atender situações de calamidade pública.

Publicidade estatal – A autorização para realização de publicidade institucional de programas de governo também está proibida. Pronunciamentos oficiais em cadeia de rádio e televisão e a divulgação de nomes de candidatos em sites oficiais também estão vedados e só podem ocorrer com autorização da Justiça Eleitoral.

Inauguração de obras – Também fica proibida a participação de candidatos em inaugurações de obras públicas.

20 de julho 

Convenções – A partir do dia 20 de julho, os partidos políticos e as federações poderão escolher seus candidatos para os cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador. O prazo para realização das convenções termina em 5 de agosto.

Gastos de campanha – Na mesma data, o TSE divulgará o limite de gastos de campanha para os cargos que estarão em disputa.

Direito de resposta – Também começa a valer a possiblidade de candidatos e partidos pedirem direito de resposta contra reportagens, comentários e postagens que considerarem ofensivas na imprensa e nas redes sociais.

Julho começa com vaga para mestre de obras com salário de R$ 6,5 mil

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Para participar, basta cadastrar o currículo no aplicativo ou presencialmente. Veja outras oportunidades para o início da semana no Distrito Federal

O mês de julho está começando com boas notícias para quem está em busca de emprego. As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem 529 oportunidades de colocação profissional nesta segunda-feira (1º). Os postos estão distribuídos em diversas regiões administrativas e no Entorno, e exigem diferentes níveis de escolaridade. Todas dispõem de benefícios, além da remuneração. O salário mais atrativo é de R$ 6.500, encontrado em uma vaga para mestre de obras em Valparaíso (GO), em que o candidato deve ter experiência e ensino fundamental completo.

Na mesma região, há oito vagas para servente de obras (R$ 1.520), três para técnico em processo petroquímico (R$ 4.500), três para pedreiro (R$ 2.300), duas para motorista de automóveis (R$ 2.800), duas para carpinteiro (R$ 2.300), duas para técnico em segurança do trabalho (R$ 3.500), uma para técnico de planejamento de obras (R$ 5.000), uma para soldador com maçarico (R$ 3.000), uma para encarregado de obras (R$ 5.000) e uma para auxiliar de limpeza (R$ 1.520).

Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo Sine Fácil ou ir a uma das 14 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das vagas do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo aplicativo do Sine Fácil. Também é possível solicitar atendimento pelo e-mail gcv@setrab.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal (Sedet-DF).

Coluna do Fluminense | Mais uma vergonha

Por Raimundo Ribeiro

O Fluminense visitou o Grêmio em Caxias do Sul (campo neutro) escalando 2 zagueiros e 3 volantes, o que sinalizava que teria cuidados defensivos.

Apesar dessa aparente proteção defensiva, o Grêmio foi melhor no primeiro tempo, o que comprova que o problema não é apenas de jogador, mas de posicionamento e acima tudo, de marcação deficiente, onde os jogadores não se movimentam.

No segundo tempo nossas deficiências eram mostradas a todo momento, e disso se aproveitou o Grêmio para fazer 1×0 em mais uma falha coletiva do sistema defensivo.
Prá complicar, aos 41 minutos, o péssimo soprador de apito expulsa Lucumi aos 41 minutos.

Os problemas do Fluminense são inúmeros, mas vamos destacar as deficiências básicas que nem em pelada se comete:

Inexistência de marcação em todos os setores, começando pelos atacantes que se limitam a cercar o adversário, no meio campo é a mesma postura omissa, e por consequência a defesa fica exposta a todo momento.

Outra deficiência é o posicionamento e falta de movimentação, pois nossos jogadores não se movimentam e com isso, quando temos a bola e procuramos dar o passe nossos jogadores estão marcados e são facilmente desarmados.

Ausência de jogadas ensaiadas, o que explica a falta de finalizações.

Vício de tocar a bola excessivamente no nosso campo defensivo, o que é um erro que não precisa de maiores explicações.

Inexistência de transição defesa-meio campo-ataque, e isso acontece pelo posicionamento errado da equipe toda quando atacada, pois ficam os 11 jogadores dentro da nossa área, quando o correto é ter pelo menos 1 jogador na cabeça de área, 1 no centro e outro na lateral próxima do meio campo, para ter o desafogo e puxar o contra ataque.

Falta de consciência dos jogadores, da comissão técnica e da diretoria da situação vexatória que nos encontramos, na lanterna completando 9 derrotas (6 seguidas), em 13 jogos, tendo feito apenas 10 gols (menos de 1 por partida) e 21 sofridos (o que dá uma média de quase 2 por partida), o que não se pode admitir numa equipe profissional da grandeza do Fluminense.

O que está dito acima é básico até em time de pelada, o que torna inacreditável que profissionais que são pagos só prá isso não conseguem fazer com o time faça isso, repito, jogue o básico.

Na próxima quarta-feira às 20 horas receberemos o Internacional e quem sabe, com 4 dias de treinamento, Marcão consiga corrigir os erros inaceitáveis numa equipe profissional, ainda mais uma equipe que há 6 meses foi campeão da Libertadores.

Vamos em busca da vitória, único resultado que nos interessa

para iniciar a escalada visando sair da zona de rebaixamento.

Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺

Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

GDF chega a 8 mil unidades habitacionais entregues desde 2019

Marca foi alcançada neste sábado (29), com a entrega de 50 unidades em Samambaia; ao todo, mais de 32 mil pessoas ganharam um novo lar, com investimento que ultrapassa R$ 2,2 bilhões

O Governo do Distrito Federal (GDF) ultrapassou a marca de 8 mil unidades habitacionais entregues à população desde 2019, o que significa um novo lar para cerca de 32 mil pessoas. A quantia foi superada neste sábado (29), com a entrega de 50 apartamentos em Samambaia – totalizando 8.009 imóveis, com investimento de R$ 2,2 bilhões.

“É a realização de um sonho. A gente sabe como é importante para uma família ter sua casa própria, sair do aluguel. É uma alegria muito grande porque a gente percebe a alegria das pessoas”

Celina Leão, governadora em exercício

A governadora em exercício, Celina Leão, observa a preocupação do GDF em tornar possível o sonho da casa própria para a população do DF. Ela ressalta que o empreendimento lançado neste sábado contou com a cessão do terreno onde o residencial foi construído como subsídio do governo.  O objetivo foi garantir que os apartamentos tivessem preço acessível.

“Foram R$ 15 milhões investidos pelo GDF aqui para que as pessoas conseguissem acessar por um preço justo e ter direito à moradia”, afirma a governadora em exercício ao ser referir ao valor do terreno. “É a realização de um sonho. A gente sabe como é importante para uma família ter sua casa própria, sair do aluguel. É uma alegria muito grande porque a gente percebe a alegria das pessoas.”

A governadora em exercício, Celina Leão, observa a preocupação do GDF em tornar possível o sonho da casa própria para a população do DF | Foto: Lúcio Bernardes Jr/Agência Brasília

Apenas no Residencial Ruth, em Samambaia, foram investidos R$ 10.810.743,66, com geração de 150 empregos diretos. As unidades do local, cujos tamanhos variam de 47,62 m² a 56,21 m², têm dois quartos, banheiro, sala e varanda. Elas foram destinadas a candidatos inscritos na Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab), com renda na faixa de R$ 1.800 a 12 salários mínimos.

As unidades do Residencial Ruth, cujos tamanhos variam de 47,62 m² a 56,21 m², têm dois quartos, banheiro, sala e varanda | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

O prédio conta com cobertura coletiva, elevadores, garagem e bicicletário. “A região aqui é muito boa, próximo à estação do metrô e à Administração de Samambaia… É uma região bem localizada, tem creche, tem uma escola e também é próxima do estádio. É uma área nobre e que tem um grande potencial de crescimento”, enfatizou João Eduardo Moraes, engenheiro da Prospec, construtora responsável pela obra.

Marcelo Fagundes, diretor-presidente da Codhab: “Esse belo empreendimento é destinado às famílias que recebem até cinco salários mínimos e a grande maioria das pessoas já habitam em Samambaia. Nosso objetivo é dar dignidade, segurança e qualidade de vida” | Foto: Lúcio Bernardes Jr/Agência Brasília

O diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab), Marcelo Fagundes, observa que o GDF trabalha para contemplar especialmente os que mais precisam e respeitando a história e os vínculos que as pessoas têm com as regiões do DF.

“Esse belo empreendimento é destinado às famílias que recebem até cinco salários mínimos e a grande maioria das pessoas já habitam em Samambaia. Nosso objetivo é dar dignidade, segurança e qualidade de vida”, pontua Fagundes.

Uma das contempladas, a contadora Laysa Benedete, 29 anos, lembra que “o sonho de todo brasileiro hoje é ter seu teto”. No caso dela, inclusive, esse era também o sonho da mãe, com quem dividirá a nova moradia.

“Eu acompanho a obra desde quando ela era um buraquinho no chão. Você vê a construtora colocando tijolinho por tijolinho, laje por laje, passa a tinta de um lado, depois passa do outro. Então você vai acompanhando e cria um vínculo emocional. Estou realizando o meu sonho e estou realizando o sonho da minha família”, afirmou a jovem, escolhida síndica do novo condomínio.

Outro que está de endereço novo é o gestor financeiro Jorge Marques, 31. Ao entrar no imóvel, ele lembrou a infância difícil e celebrou poder deixar “um legado” para o filho: “Me sinto realizado. É uma coisa assim que ainda nem caiu a ficha”.

Moradia

A entrega de unidades habitacionais é apenas uma das ações que o GDF realiza voltadas à moradia. Nesta semana, por exemplo, foram entregues os primeiros subsídios do programa Morar DF,  outra iniciativa, por meio da qual famílias de baixa renda recebem R$ 15 mil para darem de entrada na casa própria.

Chegada do inverno acende alerta sobre doenças respiratórias no DF

Rede pública de saúde disponibiliza vacinas, medicações e orientações para que a população esteja protegida para enfrentar os dias frios e secos; saiba mais sobre as principais enfermidades e como se proteger

É no período mais frio do ano que as doenças respiratórias aparecem com mais frequência, devido à maior circulação dos vírus e bactérias que provocam as enfermidades, mais fáceis de serem transmitidas em ambientes com aglomeração. A chegada do inverno, neste fim de junho, acende o alerta sobre os problemas de saúde típicos do tempo frio e seco.

A fisioterapeuta Carla de Oliveira Nunes já garantiu a dose anual contra a influenza junto à filha Isabel na UBS da Asa Sul | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

De acordo com a pneumologista do Hospital Regional da Asa Norte (Hran) Gilda Elizabeth , este é o momento de caprichar na ingestão de líquidos, frutas e procurar uma alimentação mais leve, além de umidificar o ambiente. “Com o tempo mais seco, as crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias crônicas sofrem mais pela dificuldade de respiração”, explica a médica. Ela também chama atenção para a ferramenta de combate mais importante para a prevenção de quadros mais graves: a imunização.

Arte: Fábio Nascimento

“É importantíssima, especialmente no tempo certo, contra a disseminação de vírus. Nessa época, a procura no consultório aumenta demais e a vacinação diminui muitos casos graves, como pacientes que vão para a UTI ou precisam de intubação, que é o que preocupa”, ressalta a especialista.

“Além de manter as doenças crônicas sob controle, é preciso que a população procure as unidades básicas de saúde mais próximas, com o cartão de vacina e documento, para colocar o calendário vacinal em dia. Especialmente os grupos prioritários”, reforça a gerente da Rede de Frio da Secretaria de Saúde do DF, Tereza Luiza.

A fisioterapeuta Carla de Oliveira Nunes, 40, já garantiu a dose anual contra a influenza junto à filha Isabel na UBS da Asa Sul. Trabalhando na área da saúde e já tendo vivido diversas epidemias, ela ressalta a importância de manter as vacinas em dia e o benefício de ser um serviço gratuito disponível para toda a comunidade.

“É uma questão de prevenção dos casos mais graves da influenza, então todo ano a gente mantém a questão vacinal, porque todo ano o vírus se reformula e a gente precisa tomar novamente a vacina. Se a gente não tivesse acesso pela rede pública, talvez a gente não tivesse também essa proteção, porque a vacina é uma coisa cara. A gente paga com imposto, então acho que as pessoas deveriam aproveitar esse acesso”, observa.

“É muito importante todo mundo estar vacinado, ainda mais nesse tempo de seca. Muitas crianças e adultos têm doenças respiratórias como rinite e sinusite nesse período, que podem agravar os quadros. E não é em todo lugar que você encontra essas vacinas. Aqui a população mais pobre e todo mundo consegue ter acesso. Sem o SUS e os postos de saúde, a maioria não estaria vacinada”, reforça a enfermeira Bruna Cabral, 28, que também se vacinou contra a covid-19 na UBS da Asa Sul.

Para frear possíveis infecções graves resultando em internações hospitalares e prevenir novos casos, diversas vacinas estão disponíveis gratuitamente na rede pública de saúde. Confira a seguir as doenças respiratórias mais comuns e como se prevenir de cada uma.

População marca presença na primeira audiência do PDOT

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Foram mais de 400 participantes discutindo presencialmente o futuro do DF; preservação ambiental e regularização fundiária foram os pontos mais citados

Mais de 400 pessoas compareceram, neste sábado (29), na primeira audiência pública sobre o Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) para discutir o futuro do Distrito Federal. O evento foi organizado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) no auditório do Museu Nacional da República, no Setor Cultural Sul (SCTS).

“É um diagnóstico realizado exatamente para identificar quais são as carências da população. Conseguimos identificar nas principais contribuições, por exemplo, qual cidade está isolada, qual não tem meio de transporte suficiente. Ele consegue fazer um planejamento macro para o futuro das políticas públicas a serem desenvolvidas pelo Estado”

Marcelo Vaz, secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação

O objetivo foi reunir a população para apresentar tudo o que foi debatido, estudado e identificado ao longo da primeira etapa da revisão do Plano Diretor. A análise foi condensada em um diagnóstico do território elaborado pela equipe técnica da Seduh e exposto aos participantes.

“É um diagnóstico realizado exatamente para identificar quais são as carências da população. Conseguimos identificar nas principais contribuições, por exemplo, qual cidade está isolada, qual não tem meio de transporte suficiente. Ele consegue fazer um planejamento macro para o futuro das políticas públicas a serem desenvolvidas pelo Estado”, explicou o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz.

Cidadãos e representantes de diversos segmentos da sociedade se inscreveram para fazer sugestões e elogios ao diagnóstico. Durante mais de cinco horas de audiência, 56 pessoas falaram no evento, com mais de 700 visualizações no Youtube, no canal Conexão Seduh. Assuntos como a preservação ambiental e a regularização fundiária ficaram entre os pontos mais citados pela população.

Um dos participantes foi o morador de São Sebastião, Carlos Antônio dos Santos, que parabenizou a oportunidade de discutir a situação da região administrativa em uma audiência pública. “Fiquei muito feliz ao ler o diagnóstico e ver que ele foi sensível a algumas áreas de São Sebastião, tal como o Rabo do Peixe e a área de Bom Sucesso, porque são pontos muito importantes para a regularização fundiária”, elogiou.

Já o representante da Associação dos Produtores Rurais do Altiplano Leste, Jorge Dias de Oliveira, lembrou que a entidade participou de discussões anteriores do PDOT, defendendo a importância da manutenção da condição rural e ambiental do local. “Esperamos que a revisão do PDOT seja no sentido de corrigir erros do passado”, ponderou.

“Vamos fazer um levantamento, não só da questão urbana, das possibilidades de regularização, de alteração de zoneamento, rural e urbano, e, principalmente, aspectos ambientais também. Esses aspectos serão levados em consideração na construção desse Plano Diretor, para que reflita o anseio da população, mas, ao mesmo tempo, preserve aquilo que é necessário no DF”, ressaltou Marcelo Vaz.

As sugestões, contribuições e questionamentos sobre a primeira audiência do PDOT poderão ser enviadas pela população até as 23h59 deste sábado. Todas precisam especificar o documento e o número do item a que se referem, enviadas exclusivamente por um formulário virtual de participação, disponível no site do Plano Diretor.

Construção coletiva

A audiência marca um passo importante na construção coletiva do PDOT – lei que define onde estão e quais são as diretrizes e estratégias aplicadas às zonas urbanas e rurais do Distrito Federal, às áreas ambientalmente sensíveis e quais locais podem ser destinados à moradia ou à indústria, por exemplo.

A norma vigente é de 2009 e a cada dez anos é necessário que haja uma revisão, que foi iniciada em 2019, mas interrompida devido à pandemia da covid-19. Os trabalhos continuaram nos anos posteriores, com o Plano Diretor sendo revisado pela Seduh, em conjunto com outras áreas do Governo do Distrito Federal (GDF) e da sociedade civil.

Próximos passos

Para ampliar ainda mais a discussão com a população, será realizada uma nova audiência pública para debater o diagnóstico do PDOT, prevista para o segundo semestre deste ano. A decisão atende às sugestões de representantes da sociedade civil e a uma recomendação feita à Seduh pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), para garantir mais tempo aos debates.

Depois da audiência, será divulgado o prognóstico do processo de revisão e início da etapa de Propostas, com a realização de eventos para a participação social nesta fase. São planejados 62 encontros com a população, previstos para ocorrerem a partir do segundo semestre deste ano.

A expectativa é que sejam 35 reuniões nas regiões administrativas, sete nas unidades de planejamento territorial (UPTs) – que representam grupos de RAs –, 16 por eixos temáticos e quatro por macrotemas do Plano Diretor.

Aeroporto de Brasília inicia voos diretos para Cancún em dezembro

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Distrito Federal será a única unidade da federação com operações sem escala para Cancún, com voos operados pela GOL Linhas Aéreas

Da Redação

A partir de 10 de dezembro, o Aeroporto Internacional de Brasília terá voos diretos para Cancún, no México. Segundo a Inframerica, administradora do terminal, o Distrito Federal será a única unidade da federação a contar com operações sem escala para o destino caribenho.

Os voos, operados pela GOL Linhas Aéreas, terão duas frequências semanais: às terças-feiras às 11h30 e aos sábados às 11h55. A viagem entre Brasília e Cancún dura cerca de oito horas, e as passagens já estão disponíveis para compra. Os voos serão realizados em aeronaves Boeing 737 MAX 8, com capacidade para 176 passageiros.

Brasileiros precisam de visto para entrar em Cancún. A Inframerica informa que há isenções de apresentação do visto mexicano caso o passageiro possua visto válido para países como Estados Unidos, Canadá, Japão e Reino Unido. A isenção também se aplica a residentes em países como Chile, Estados Unidos, Canadá, Espaço Schengen e Japão. Além disso, é necessário estar com a carteira de vacinação em dia para viajar ao México.

O Aeroporto de Brasília, terceiro mais movimentado do país, tem o maior fluxo internacional fora do eixo Rio-São Paulo. Atualmente, o terminal possui voos para 35 destinos nacionais e sete internacionais. Com Cancún, o número de destinos internacionais chega a oito.

Os passageiros podem voar de Brasília para:

  • Lisboa, em Portugal
  • Cidade do Panamá, no Panamá
  • Buenos Aires, na Argentina
  • Lima, no Peru
  • Santiago, no Chile
  • Miami, nos Estados Unidos
  • Orlando, nos Estados Unidos