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Mulheres são protagonistas dos filmes da Mostra Brasília nesta quinta-feira

Mais três filmes são exibidos no penúltimo dia da Mostra Brasília: as produções disputam o 26º Troféu Câmara Legislativa

Dois curtas-metragens de ficção e um documentário longa-metragem estão na programação da Mostra Brasília desta quinta-feira (5). Em comum nas três produções – que concorrem ao 26º Troféu Câmara Legislativa, para filmes produzidos no Distrito Federal –, o papel de protagonista que cabe às mulheres. As atrizes Letícia Rudra e Gleide Firmino interpretam os papéis principais em “Xarpi” e “Via Sacra”, respectivamente. Já o filme “A Câmara” apresenta as deputadas federais em pleno exercício de seus mandatos.

O título que abre a sessão, às 18h – na Sala Vladimir Carvalho do Cine Brasília e em espaços culturais do Gama (Cia Lábios da Lua), Planaltina (Complexo Cultural) e Taguatinga (Faculdade Estácio, Pistão Sul), com entrada gratuita – é “Xarpi”, dirigido por Rafael Lobo. O filme conta a história da personagem homônima que decide enfrentar sozinha a noite da cidade e se depara com um pichador misterioso. O diretor brasiliense tem uma prolífica trajetória no audiovisual, iniciada com o premiado curta “Confinado”.

No segundo curta da noite, a personagem Gleide tenta se concentrar no trabalho, quando assiste a cenas de violência policial de cunho racista e um telefonema a coloca em uma verdadeira “Via Sacra” pela vida. O diretor do filme, João Campos, entre outras atividades no audiovisual, também é roteirista e ator – premiado no 48º Festival de Brasília pela atuação no curta-matragem “Cidade Nova”.

Fechando a programação desta quinta-feira, o documentário “A Câmara”, dirigido por Cristiane Bernardes e Tiago de Aragão, tem recebido aplausos ao ser exibido em eventos como Festival DocLisboa, 27ª Mostra de Cinema de Tiradentes e 5º PiriDoc, além de sessões especiais na França, Inglaterra e universidades brasileiras. O filme acompanha o cotidiano de deputadas federais de variados partidos políticos, em 2022, e capta detalhes que estimulam a reflexão sobre diversas questões abordadas, como a participação das mulheres na política.

“A Câmara” marca a estreia no cinema da pesquisadora Cristiane Bernardes, da Escola Legislativa da Câmara dos Deputados. Enquanto Tiago de Aragão tem vasta experiência neste ofício. É diretor de títulos como “Da Maior Importância” (2011); “Curió” (2014); e “Luta pela Terra” (2022). Em 2018, viu seu filme “Entre Parentes” vencer o Troféu Câmara Legislativa na categoria melhor curta-metragem pelo júri oficial.

Mostra Brasília – Troféu Câmara Legislativa

As sessões da Mostra Brasília – Troféu Câmara Legislativa prosseguem até esta sexta-feira (6) e contam com legendagem descritiva e audiodescrição ao vivo. Este ano, 12 filmes concorrem aos prêmios do Troféu Câmara Legislativa – um total R$ 240 mil, que serão divididos entre as melhores produções (júris oficial e popular) e categorias técnicas (como direção, roteiro e fotografia, entre outras).

Os vencedores serão anunciados durante a cerimônia de encerramento do 57º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, às 17 horas de sábado (7), e a escolha dos vencedores está a cargo do júri formado por Antonio Grassi, ator, diretor e gestor cultural; Catarina Accioly, diretora, roteirista e atriz; e José Delvinei, ator, professor e produtor cultural.

O público que comparecer às sessões – em qualquer espaço de exibição – poderá escolher seus favoritos, e os filmes também serão premiados pela Câmara Legislativa. Para votar, é necessário retirar o ingresso (gratuito) na bilheteria dos locais.

Em cartaz 

Quinta-feira (5/12), às 18 horas

Xarpi, de Rafael Lobo
Distrito Federal, Ficção, 25 minutos, 2024
Não recomendado para menores de 14 Anos

Via Sacra, de João Campos

Distrito Federal, Ficção, 20 minutos, 2024
Não recomendado para menores de 12 anos

A Câmara, de Cristiane Bernardes e Tiago de Aragão

Distrito Federal, Documentário, 89 minutos, 2023
Classificação indicativa Livre

Encontro no DF reúne secretários de Segurança Pública de todo Brasil

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Evento segue até esta quinta-feira (5), com debates e apresentações no Centro de Convenções

Aberto na quarta-feira (4), segue até esta quinta (5), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, a 92ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública (Consesp). O colegiado é presidido, atualmente, pelo secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. Também foram entregues medalhas Mérito da Segurança para autoridades.

 

“Um dos mais importantes direitos da população que é a segurança pública”

Mário Sarrubo, secretário nacional de Segurança Pública

Marcada pela entrega de medalhas Mérito da Segurança às autoridades presentes, a cerimônia de abertura contou com representantes do Executivo local e do federal. Participam secretários de todo o país, que debaterão temas como a PEC da Segurança Pública e a padronização de indicadores de crimes violentos.

“É uma honra muito grande poder sediar mais este encontro, que tem tanta importância para o país”, declarou Sandro Avelar. “É um ambiente saudável, de construção. É muito significativo que todos estejam aqui, prontos para debater, com base na transparência, lealdade e sinceridade. É um momento especial, por meio da atuação de todos nós, que conseguimos elevar o Consesp ao  patamar em que pode, de fato, ajudar o MJSP [Ministério da Justiça e Segurança Pública] na construção de políticas de segurança pública duradouros, permanentes, efetivas, que não sejam somente paliativas.”

O secretário nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubo, reforçou: “O trabalho integrado e aproximação de todas as agências que trabalham para o sistema de segurança do Brasil não é possível ser feito sem os conselhos. Um dos mais importantes direitos da população que é a segurança pública, e temos buscado participar de todos esses encontros”.

Consesp

O Consesp surgiu em abril de 2003, durante o Encontro Nacional de Secretários de Segurança Pública, como Colégio Nacional de Secretários de Segurança Pública. Em março de 2022, foi instituído como Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública, vinculado ao MJSP por meio do decreto nº 11.009/2022.

A finalidade do colegiado é representar os interesses comuns das secretarias de Segurança Pública dos estados e do Distrito Federal, ou congêneres, junto ao MJSP, promovendo a articulação institucional e propondo medidas para aperfeiçoamento do Sistema Único de Segurança Pública. As reuniões são realizadas a cada três meses, em diferentes estados.

Agências do trabalhador têm 1.433 vagas abertas nesta quinta-feira

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Há oportunidades para candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência; salários chegam a R$ 3,5 mil

As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta quinta-feira (5), 1.433 vagas para quem procura um emprego. Há posições para candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência. Algumas oportunidades são exclusivas para pessoas com deficiência. Os salários chegam a R$ 3,5 mil.

O cargo que oferece maior remuneração é o de analista de projetos industriais (economista), em Santa Maria. Há uma vaga aberta e o candidato precisa ter ensino médio completo e experiência prévia na função.

Já o posto com mais vagas abertas é o de repositor de mercadorias, sem local de trabalho fixo. São 60 oportunidades para pessoas com ensino fundamental completo. Não há, porém, exigência de experiência. O salário é de R$ 1.515.

Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo Sine Fácil ou ir a uma das 14 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo aplicativo Sine Fácil. Também é possível solicitar atendimento pelo e-mail gcv@setrab.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

PRD-DF rechaça redução do FCDF e defende desenvolvimento de Brasília

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Executiva do partido se posiciona contra a PEC de Gastos que ameaça recursos essenciais para o DF

Da Redação

Em reunião da Executiva Regional, o Partido Renovação Democrática (PRD 25 DF) manifestou uma oposição clara e firme contra qualquer proposta que possa prejudicar o desenvolvimento socioeconômico do Distrito Federal. A reunião, liderada pelo presidente Lucas Kontoyanis, teve como pauta central a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) de gastos enviada pelo Governo Federal ao Congresso Nacional, que prevê a redução das receitas do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF).

O FCDF, instituído pela Constituição de 1988, visa garantir a Brasília os recursos necessários para manter serviços públicos de alta qualidade, como segurança pública, saúde e educação. A capital federal não é apenas o centro administrativo do Brasil, mas também um símbolo da nação, abrigando os Três Poderes e representando o país internacionalmente com seu corpo diplomático.

O PRD 25 DF argumenta que qualquer tentativa de limitar ou reduzir os efeitos do FCDF é uma afronta ao Pacto Federativo. “Limitar os recursos do FCDF é desrespeitar o papel estratégico e singular de Brasília no contexto nacional e internacional,” afirmou Lucas Kontoyanis.

O partido apela à união de todos os brasilienses e líderes políticos para resistir a essa ameaça. “Conclamamos a todos para que se unam a nós nesta luta. A defesa do FCDF é a defesa do futuro de nossa cidade e de seus cidadãos,” declarou o presidente do PRD 25 DF.

O PRD 25 DF reitera seu compromisso com a população e os servidores do Distrito Federal, enfatizando que sua luta é pela continuidade e valorização daqueles que, dia após dia, contribuem para o desenvolvimento e o bom funcionamento de Brasília.

A executiva do partido promete continuar atenta e ativa, monitorando e influenciando o debate político para garantir que o Distrito Federal mantenha-se como um exemplo de desenvolvimento e bem-estar social, sem comprometer suas funções essenciais e seu crescimento econômico.

Parlamentares federais endossam apoio à manutenção do FCDF

Ibaneis reuniu-se com lideranças partidárias e com a bancada do DF na Câmara e no Senado para reforçar a importância do fundo para a saúde, segurança e educação da capital

O governador Ibaneis Rocha e a vice-governadora Celina Leão debateram com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e parlamentares o corte de gastos anunciado pelo governo federal que pode afetar os repasses do Fundo Constitucional (FCDF). Segundo Lira, o Projeto de Lei (PL) 4.614/2024 deve ser votado em regime de urgência ainda nesta quarta-feira (4).

Ibaneis Rocha reuniu toda a bancada do DF, tanto de senadores quanto de deputados, e presidentes de partidos com representatividade no Congresso Nacional para reforçar que o Fundo Constitucional é vital para a saúde, segurança e educação da capital. “A unidade mostra que isso é um tema que atinge a todos, sem coloração partidária. O presidente Arthur [Lira] nos fez as colocações no sentido da tramitação do PL aqui. Ele tem a intenção de votar a urgência, até para que ele possa indicar o relator. Nos disse que vai indicar um relator que tenha conhecimento dessas questões orçamentárias e para nós isso é muito importante, porque nós temos como demonstrar a uma pessoa que tem esse entendimento quais os impactos disso na vida da população brasiliense e também de todos aqueles que procuram a nossa capital. Existe uma consciência coletiva de que não existe capital da República se não tiver financiamento da União”, pontuou.

O governador Ibaneis Rocha, a vice-governadora Celina Leão e parlamentares de vários partidos se juntaram para defender a importância do fundo constitucional para o DF | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

O chefe do Executivo do DF relatou ter reforçado ao presidente da Câmara as diferenças entre o Fundo Constitucional e os Fundos de Desenvolvimento Regional. “São coisas que não podem ser comparadas e eu fiz questão de explicar isso ao presidente Arthur Lira, porque o Fundo Constitucional é um fundo de custeio, enquanto esses demais fundos que são importantes para o país são fundos de desenvolvimento e de investimento. E no nosso caso aqui nós temos um fundo que está estritamente vinculado à questão da segurança da capital da República, investimentos na área de saúde e educação. Então eu não posso mexer nesse dinheiro em nada que não seja dessa maneira. E tive a oportunidade de explicar também, com o apoio de todas as bancadas, que a utilização desse fundo aqui no Distrito Federal tem sido feita com muita responsabilidade ao longo desses últimos anos. Quem analisar a execução do Fundo vai ver que eu não peguei esse dinheiro e saí distribuindo reajustes para todo mundo. Tudo foi feito com muita negociação.”

“Tem que ter a compreensão de todos os brasileiros que prejudicar o Distrito Federal é prejudicar o país. E o reflexo dessa alteração do fundo vai trazer o engessamento dessas áreas prioritárias, em especial a questão da segurança”

Governador Ibaneis Rocha

O governador também ressaltou que o FCDF é usado para garantir a segurança no Distrito Federal e citou como exemplo uma declaração que ouviu do ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, de que, em Brasília, ele tem uma vida tranquila e pode andar nas ruas. “Nós conseguimos afastar o crime organizado da capital da República. Graças a Deus, o monitoramento feito pela Polícia Civil e o trabalho da Polícia Militar têm nos ajudado nesse sentido, e nós temos que ter a proteção da cidade como um todo. Tem que ter a compreensão de todos os brasileiros que prejudicar o Distrito Federal é prejudicar o país. E o reflexo dessa alteração do fundo vai trazer o engessamento dessas áreas prioritárias, em especial a questão da segurança”, apontou Ibaneis Rocha.

Participaram da reunião com Arthur Lira presidente locais de siglas, como a vice-governadora Celina Leão (Progressistas), o presidente da Câmara Legislativa do DF, Wellington Luiz (que preside o MDB-DF), Manoel Arruda (União Brasil), Wanderley Tavares (Republicanos), Paulo Octávio (PSD) e a deputada federal Bia Kicis (PL).

Também estiveram presentes todos os representantes do DF no Senado, os senadores Izalci Lucas, Damares Alves e Leila Barros, e toda a bancada brasiliense na Câmara (formada pelos deputados Rafael Prudente, Fred Linhares, Gilvan Máximo, Julio Cesar, Alberto Fraga, Erika Kokay, Reginaldo Veras e Bia Kicis), além da deputada Antônia Lúcia, do Acre, e do deputado distrital Eduardo Pedrosa.

Após a reunião com Lira, Ibaneis Rocha encontrou-se com o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, e com o deputado federal Hugo Motta, do mesmo partido, para detalhar como o GDF investe os recursos do Fundo Constitucional e também a política de impostos no DF. O governador do DF também conversou com o presidente nacional do MDB, o deputado federal Baleia Rossi.

Fundo Constitucional

Previsto na Constituição Federal de 1988, o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) é um mecanismo financeiro para arcar com áreas essenciais para o funcionamento da capital. Os recursos são usados para custear a organização e a manutenção da Polícia Civil, da Polícia Penal, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, bem como assistência financeira para execução de serviços públicos de saúde e educação.

Na semana passada, a União divulgou um pacote que prevê uma série de medidas para reduzir os custos federais em R$ 70 bilhões em dois anos. Entre os pontos está a alteração da cláusula de reajuste do Fundo Constitucional. O Ministério da Fazenda quer alterar a correção do Fundo Constitucional.

Atualmente, a variação segue a Receita Corrente Líquida (RCL) da União, e a proposta do governo federal é que o repasse seja vinculado ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador da inflação do país, o que pode representar uma perda bilionária para a capital do país.

Banco BRB tem lucro líquido recorrente de R$ 180 milhões

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Banco alcança R$ 55,4 bilhões em ativos totais e base de clientes ultrapassa 8,1 milhões no Brasil

O Banco BRB atingiu lucro líquido recorrente de R$ 180 milhões nos primeiros nove meses do ano, crescimento de 58,1% sobre o mesmo período do ano passado, refletindo o fortalecimento da estrutura de capital e uma estratégia focada em diversificação, modernização e inovação dos negócios.
Os ativos totais cresceram 17,3% nos últimos doze meses e alcançaram R$ 55,4 bilhões. A carteira de crédito cresceu 8,5%, no período. Entre os destaques, estão o aumento de mais de 30% no crédito imobiliário, que chegou a R$ 11,15 bilhões, e o avanço de 71,8% no crédito rural em doze meses.
A inadimplência encerrou setembro de 2024 em 1,67%, abaixo dos 3,23% observados no Sistema Financeiro Nacional, e 0,34 p.p. em relação à inadimplência observada há 12 meses.
A base de clientes atingiu 8,1 milhões, um crescimento de 7,1% em 12 meses, abrangendo clientes em 95% dos municípios brasileiros.
Nos 9 meses de 2024, a margem financeira foi de R$ 2,3 milhões, aumento de 18,9% em relação ao mesmo período de 2023. No período, o crescimento das despesas foi de 6,6%, considerando administrativas e de pessoal. O resultado das subsidiárias do BRB também cresceu nos primeiros 9 meses do ano, atingindo R$ 139 milhões, aumento de 27,3%. Já o resultado operacional do Banco cresceu 5 vezes na comparação anual dos 9 primeiros meses. A marca atingida foi de R$ 290 milhões.
Em relação ao 3º trimestre de 2024, o lucro líquido recorrente foi de R$ 88 milhões, aumento de 14,5% na comparação com o terceiro trimestre do ano passado.
“Os números obtidos nesses nove primeiros meses refletem o avanço da estratégia de reprecificação e renovação da carteira de crédito, de redução da inadimplência, de ampliação do relacionamento com os clientes, além da busca contínua por aumento de eficiência. A cada dia o processo de modernização, fortalecimento e diversificação dos negócios se consolidada, tendo a busca da principalidade e da proximidade com o cliente como um elemento central”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.
Fruto de parcerias estratégicas e M&A’s realizados ao longo dos últimos anos, a BRB Seguros apresentou lucro líquido de R$ 91,8 milhões, crescimento de 44,6%, na comparação com os 9 meses de 2023. No período, foram apurados R$ 780 milhões em prêmios arrecadados. O mesmo movimento foi observado na linha de investimentos. Foram alcançados R$ 4,4 bilhões em ativos administrados e R$ 2,2 bilhões em ativos sob custódia, crescimento de 32% e 145%, respectivamente.
Ao longo de 2024, o Banco BRB também reafirmou seu compromisso com a experiência do cliente. Seu Super App, desenvolvido no Vale do Silício, registrou 240 milhões de transações no ano, representando 96,7% das operações realizadas no período. O Super App tem ainda nota 4,8 – de uma escala até 5 – tanto na loja da Play Store quanto na Apple Store.
Além disso, iniciativas como a Tag BRB by Veloe destacam o banco como protagonista em inovação. A tag é válida para pagamentos automáticos de pedágios em 100% das rodovias do Brasil e dos principais estacionamentos de rua, shoppings, valets, aeroportos, centros comerciais e inúmeras outras aplicações e serviços veiculares.
Em mobilidade, onde o BRB é operador do Sistema de Bilhetagem Automática (SBA) do Distrito Federal há 5 anos, o Banco seguiu avançando com a modernização dos meios de pagamento 100% digitais. O BRB Mobilidade é responsável por mais de 8 milhões de atendimentos e, desde então, já foram movimentados R$ 2,4 bilhões.
Com foco em expansão, a instituição anunciou uma nova operação de aumento de capital, prevendo captar até R$ 750 milhões, fortalecendo sua estrutura de capital para seguir crescendo e se posicionar em todo o País.
Como banco público, protagonista do desenvolvimento econômico, social e humano, o BRB segue como o agente de fomento do Distrito Federal, onde nasceu e mantém firme suas raízes. Desde 2019, o banco distribuiu R$ 2,1 bilhões em benefícios por meio da operacionalização de 27 programas sociais do GDF. Mais de 398 mil famílias em situação de vulnerabilidade foram beneficiadas.
Por acreditar no poder transformador do esporte e da cultura, o BRB seguiu investindo em apoio à diversas modalidades esportivas. Atualmente, o Banco patrocina esportes como o automobilismo, futebol e tênis. As ações permitem, ainda, garantir experiências exclusivas aos clientes e reconhecimento da marca em todo território nacional.
Atualmente, o Banco BRB tem pontos de atendimento em 18 estados, além do Distrito Federal, com um total de 1.082 unidades de atendimento, sendo 215 agências e 867 correspondentes. Destaque também para o fato de que 40% das agências do Banco já contam com um novo modelo de atendimento, cujo conceito ganhou o prêmio internacional Muse Awards ao implementar uma ambiência inovadora nas agências, mais sustentável e eficiente. O projeto faz parte do novo modelo de varejo do Banco, e tem como objetivo valorizar a experiência dos clientes em todos os canais.
Confira abaixo os principais destaque do 3T24
• Lucro líquido recorrente: R$ 180 milhões nos primeiros nove meses de 2024.
• Ativos totais: R$ 55,4 bilhões, crescimento de 17,3% em 12 meses.
• Base de clientes: 8,1 milhões, abrangendo 95% dos municípios brasileiros.
• Carteira de crédito: R$ 37,5 bilhões, com crescimento de 8,5% no ano.
• Crédito imobiliário: +30%, atingindo R$ 11,15 bilhões.
• Crédito rural: +71,8%, chegando a R$ 1,75 bilhão.
• Crédito para pessoas jurídicas: +5%, totalizando R$ 4,75 bilhões.
• Inadimplência: 1,67%, bem abaixo da média do sistema financeiro nacional (3,23%).
Inovação e digitalização:
• 96,7% das transações realizadas via Super App.
• Nota 4,8 nas plataformas de aplicativos.
ESG e impacto social:
• R$ 2,1 bilhões destinados a programas sociais, beneficiando 398 mil famílias.
• Modernização do transporte público com integração de novos meios de pagamento.
Captação de recursos:
• Crescimento de 18,4% em 12 meses, totalizando R$ 50,4 bilhões.
• Captação de LCI e LCA: +22%, alcançando R$ 9,16 bilhões.
Planejamento estratégico:
• Meta de R$ 100 bilhões em ativos totais até 2029, com estrutura de capital robusta.

Câmara Legislativa aprova redução do ITBI no DF de 3% para até 1%

O projeto de lei foi aprovado em dois turnos e redação final e agora segue para o governador, para sanção ou veto

O Plenário da Câmara Legislativa aprovou, nesta terça-feira (3), a redução do Imposto sobre a Transmissão “Inter Vivos” de Bens Imóveis e de Direitos a eles Relativos (ITBI) de 3% para 2%. No caso específico da primeira transmissão de imóvel edificado novo, o comprador vai pagar apenas 1% do valor do bem. A medida consta de substitutivo que uniu o conteúdo do projeto de lei nº 501/2023, do deputado Thiago Manzoni (PL), e do PL nº 1.445/2024, do governo do Distrito Federal.

A redução do imposto, em si, foi ponto de consenso entre deputados governistas e oposicionistas. A forma prevista no texto, contudo, dividiu opiniões, resultando em cinco votos contrários e uma abstenção. A proposta, segundo cálculos do Executivo, vai resultar numa renúncia de quase R$ 1 bilhão nos próximos três anos.

O líder do governo na Casa, deputado Robério Negreiros (PSD), apontou a complexidade da matéria: “O projeto do governo é resultado de amplo estudo feito, por isso oriento a votação sem alteração, para que a proposta não seja maculada”.

Entre os parlamentares que elogiaram o texto original está o deputado Jorge Vianna (PSD): “A quantidade de endinheirados que vão se beneficiar é infinitamente menor que aqueles que estão comprando apartamento na Ceilândia, Samambaia, Riacho e Recanto. As cidades estão crescendo de forma vertical”.

Condomínios horizontais

A situação dos condomínios horizontais do Distrito Federal foi outro ponto de discussão. A proposta do GDF não esclarece a alíquota relativa àqueles em regularização, o que gerou questionamentos, inclusive, por parte de parlamentares da base do governo, como os deputados Pastor Daniel de Castro (PP) e João Cardoso (Avante).

Uma emenda assinada por distritais de vários blocos foi apresentada no segundo turno da votação, estabelecendo a alíquota de 1% para esses imóveis, mas também não prosperou.

Após conversa por telefone com o secretário da Casa Civil do DF, Gustavo Rocha, durante a sessão plenária, o presidente da CLDF, Wellington Luiz (MDB), informou que o GDF “está buscando uma solução” e que será encaminhado um novo projeto para contemplar os condomínios em 2025.

Após reunião com Lira, Ibaneis sai confiante na defesa do FCDF

Governador do DF estava acompanhado da vice Celina Leão em busca de apoio no Congresso contra mudança no cálculo do FCDF

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), demonstrou otimismo após reunião com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), sobre a proposta do governo federal que pretende alterar a fórmula de reajuste anual do Fundo Constitucional do DF (FCDF). O encontro aconteceu nesta quarta-feira (4), com a participação da vice-governadora Celina Leão (PP).

Ibaneis destacou que, após um esforço de articulação, líderes de ao menos cinco partidos, incluindo PSD, PL, União Brasil, Republicanos e MDB, se manifestaram contra a proposta de mudança no cálculo do fundo. O projeto que tramita na Câmara sugere que, em vez de seguir a variação da Receita Corrente Líquida (RCL) da União, o reajuste do FCDF seja vinculado ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o que poderia reduzir os valores recebidos pelo DF para custear áreas essenciais como segurança pública, saúde e educação.

O governador ressaltou que o apoio de bancadas dos partidos é importante para garantir que a proposta seja rejeitada, evitando impactos negativos no orçamento do DF. Ibaneis também expressou esperança de que o governo federal reconsidere a medida, lembrando que, em 2023, o Congresso já havia barrado uma proposta similar que limitava o crescimento do FCDF ao teto do novo arcabouço fiscal.

Ibaneis afirmou que, se a proposta for mantida, os serviços essenciais de Brasília, como segurança e saúde, poderão ser comprometidos. “Não podemos mexer nesses recursos que são fundamentais para a capital da República”, disse.

Além disso, o governador do DF reiterou a importância do diálogo com o Palácio do Planalto para encontrar alternativas que garantam os investimentos necessários para a manutenção dos serviços públicos e o crescimento da capital federal.

Aprovado projeto de lei pela preservação da Caesb como empresa pública

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Medida votada pela Câmara Legislativa altera a estrutura da Companhia e traz segurança jurídica para garantir a qualidade dos serviços prestados

A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, por unanimidade, um projeto de lei que reforça o compromisso com a preservação da Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb) como empresa pública e patrimônio do DF. A iniciativa, que partiu do Executivo e foi votada na terça-feira (3), altera a estrutura da companhia para garantir a prestação de serviços públicos de qualidade e a modernização da empresa.

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, afirmou, durante discurso na reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico do Distrito Federal (Codese-DF), também na terça, que o projeto de lei eterniza a Caesb.

A medida traz segurança jurídica. Uma das principais alterações é a mudança do formato de concessão para o de prestação de serviços direta. A mudança assegura a permanência da Caesb como responsável pelos serviços de saneamento básico e fornecimento de água. No formato anterior, a concessão, aprovada em 2002, se encerraria em 2032.

Parlamentares da base do governo e da oposição reconheceram a importância das medidas para assegurar a manutenção do perfil público da Caesb e modernizar a Companhia

O presidente da Caesb, Luís Antônio Almeida Reis, destaca a importância da mudança na legislação para garantir a qualidade do serviço prestado no Distrito Federal e para a preservação da companhia como empresa pública.

“O projeto nos dá segurança porque dispensa discussões sobre a necessidade de prorrogação ou mesmo de uma nova concessão mediante licitação pública. É um passo que fortalece o perfil público da Caesb e deixa muito claro esse nosso compromisso”, afirma.

Geração de energia

A nova legislação também facilitará a modernização e a expansão das operações da Caesb. A autorização para gerar e comercializar energia elétrica e gás para consumo próprio, por exemplo, reduzirá os custos da companhia.

“Atualmente, o alto consumo de energia necessário para a infraestrutura de saneamento faz com que esse seja um dos maiores gastos da empresa”, afirma Luís Antônio.

O projeto autoriza parcerias com empresas do setor público e privado para facilitar a operação da Caesb com mais eficiência e auxiliar na implementação de novas tecnologias que melhorem os serviços prestados à população.

Diálogo

A Câmara aprovou o texto por unanimidade após diálogo com os deputados distritais. Parlamentares da base do governo e da oposição reconheceram a importância das medidas para assegurar a manutenção do perfil público da Caesb e modernizar a Companhia. O texto seguiu para a sanção do governador Ibaneis Rocha.

Obras do Drenar DF geraram cerca de 450 empregos diretos e indiretos

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Obras de R$ 180 milhões prometem acabar com alagamentos na Asa Norte e movimentam a economia local

Brasília, 4 de dezembro de 2024 – O programa Drenar DF, do Governo do Distrito Federal (GDF), está mudando a realidade de infraestrutura na capital federal. Com obras que visam solucionar alagamentos na Asa Norte, o projeto tem um impacto direto na vida de trabalhadores como Ulisses de Jesus Silva, 66, mestre de obras. “Trabalhar no Drenar DF é motivo de orgulho para mim e para a minha família”, afirmou.

Ulisses, que deixou São Paulo em março de 2023 para se dedicar ao projeto, destaca o aprendizado que a experiência trouxe. “Pesquisei sobre o Drenar DF antes de aceitar o convite e vi que era uma obra alinhada ao meu conhecimento. Me sinto muito feliz em fazer parte disso. É um prazer executar esse projeto”, contou.

Empregos e impactos na comunidade

Desde o início, as obras do Drenar DF geraram 450 empregos diretos e indiretos. Os empregos diretos envolvem profissionais diretamente contratados para a obra, enquanto os indiretos incluem serviços terceirizados, como fornecedores de materiais de construção.

O diretor-técnico da Terracap, Hamilton Lourenço, explicou a rotatividade dos trabalhadores nas diferentes etapas do projeto. “No auge da obra, tivemos 300 funcionários com emprego direto e outros 150 indiretos. Atualmente, temos 204 trabalhadores focados na escavação de um dos lotes mais desafiadores”, detalhou.

Obras em múltiplas frentes

Dividido em cinco lotes, o Drenar DF abrange áreas estratégicas da cidade, começando nas imediações da Arena BRB e passando por diversas quadras da Asa Norte, até chegar à L4 Norte, próxima ao Setor de Embaixadas Norte.

As etapas incluem desde a escavação do solo até a montagem e concretagem de túneis. Atualmente, os trabalhadores enfrentam um desafio adicional: um solo mais rígido do que o identificado nos estudos iniciais. Para lidar com isso, estão sendo utilizadas escavadeiras e furadeiras hidráulicas de alta tecnologia, equipadas com brocas especializadas.

Investimento em infraestrutura e qualidade de vida

Com R$ 180 milhões de investimento, o programa promete melhorar a segurança, a infraestrutura e a qualidade de vida dos brasilienses, eliminando enchentes e alagamentos históricos no início da Asa Norte.

“O Drenar DF não é apenas um projeto de engenharia. É uma ação que impacta diretamente a vida das pessoas, trazendo benefícios que vão desde a segurança até a valorização dos espaços urbanos”, concluiu Hamilton Lourenço.

Além de sua função prática, o programa também simboliza oportunidades e crescimento profissional para os trabalhadores que o tornam possível. Para muitos, como Ulisses Silva, essa obra não é apenas um trabalho, mas um marco em suas trajetórias.