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Evento gratuito: Bruno & Marrone cantam no Sesc+Sertanejo neste sábado

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Evento será realizado no Setor Tradicional, em Brazlândia. Últimos ingressos!  

Acontece neste sábado (21) a 2ª edição do Sesc+Sertanejo, evento promovido pelo Sesc-DF que terá como atração principal a dupla Bruno & Marrone, em Brazlândia. Serão distribuídos 16 mil ingressos gratuitamente, mediante doação de um quilo de alimento não perecível.

Os ingressos estarão disponíveis em dois pontos de retirada: no Supermercado Ultrabox (Setor Norte, Área Especial 1, Orla do Lago – Brazlândia) e no Supermercado Verdi Bairro (Vila São José, EQ 35/36 Bl B D 1 – Brazlândia). A distribuição ocorrerá de segunda a sábado, das 9h às 20h, e aos domingos, das 9h às 13h, até que todos os ingressos sejam retirados.

Regras para a retirada:

  • A retirada de ingressos só pode ser feita por maiores de 16 anos, sendo necessário apresentar um documento de identificação com foto;
  • A doação de alimento deve ser feita no ato de retirada do ingresso;
  • É permitida a retirada de até dois ingressos por CPF;
  • Menores de 12 anos não precisam de ingresso.

Entre as atrações estão Roberto Corrêa, Lia Almeida, Leon Correia, e a dupla Bruno & Marrone, que subirá ao palco principal às 21h para encerrar a noite com um show especial. Confira a programação:

18h30: Roberto Correia

19h20: Lia Almeida

20h10: Leon

21h: Bruno & Marrone

A estrutura montada contará com praça de alimentação, banheiros, área PCD e um espaço de experiência, onde o público poderá tirar fotos e concorrer a brindes exclusivos. O evento também vai contar com pontos de distribuição gratuita de água.

“Nossa missão, ao promover eventos como este, é descentralizar o acesso à cultura e oferecer entretenimento de qualidade para todas as regiões administrativas do Distrito Federal”, destaca Valcides de Araújo, diretor regional do Sesc-DF.

Sesc+Música  

No ano passado, a 1ª edição do projeto reuniu mais de 16 mil pessoas em um grande show com artistas locais e a dupla Israel & Rofolffo. A ação aconteceu no local que abrigará a futura sede do Sesc em Planaltina.

O projeto Sesc+Música faz parte de uma iniciativa do Sesc-DF de contemplar os principais ritmos musicais, sempre trazendo para o DF atrações nacionais mescladas com talentos locais para diferentes regiões administrativas. O objetivo é promover a cultura de forma acessível a toda a população, incentivar os artistas da cidade e apoiar a economia criativa.

Bruno & Marrone 

Ícones da música sertaneja, Bruno & Marrone estão nesta estrada há mais de 30 anos e seguem conquistando fãs das novas gerações pela qualidade musical e performances. Foi em 2001 que a dupla atingiu todo o país com o sucesso “Dormi na Praça”. De lá para cá já são 24 CDs e 10 DVDs, além de lançamentos na era do streaming, participação em projetos notáveis como “Clássicos” com Chitãozinho & Xororó e “Cabaré” com Leonardo.

Inovadores, foram os primeiros sertanejos a realizar cruzeiros temáticos com “Navegando com Bruno & Marrone” e lançaram uma loja virtual diversificada. Com uma média de 140 shows anuais, são aclamados por públicos de todas as idades, tornando o repertório cada vez mais atual. Após a pandemia, fortaleceram sua presença digital com mais de 4 bilhões de views no YouTube e 7,2 milhões de ouvintes mensais no Spotify.

 

SESC+SERTANEJO

Com Bruno & Marrone, Lia Almeida, Leon Correia, Roberto Corrêa

Data: 21 de setembro de 2024

Local: terreno localizado na entrada da cidade, ao lado do posto BR

Retirada de ingressos: de segunda a sábado, das 9h às 20h, e aos domingos, das 9h às 13h, até que os ingressos se esgotem.

Pontos de retirada: Supermercado Ultrabox (Setor Norte, Área Especial 1, Orla do Lago – Brazlândia) e Supermercado Verdi Bairro (Vila São José, EQ 35/36 Bl B D, 1 – Brazlândia).

Ibaneis entrega novo Centro de Atendimento ao Turista no Aeroporto

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Com design brasiliense, localizado na área de desembarque do terminal, o espaço é um ponto de apoio para visitantes que queiram obter informações relevantes sobre a capital federal

Os turistas que passam pelo Aeroporto Internacional de Brasília – Presidente Juscelino Kubitschek contam com um novo ponto de informações sobre a capital do país, administrado pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Após uma reforma completa para modernizar o espaço, o Centro de Atendimento ao Turista (CAT) do terminal brasiliense foi reinaugurado pelo governador Ibaneis Rocha nesta quinta-feira (19).

“Esse CAT é muito importante porque já mostra a cara da nossa cidade logo que as pessoas estão desembarcando”, ressaltou Ibaneis Rocha. “Basta de olhar a capital da República somente pelos olhares das televisões, que muitas vezes só mostram o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto. Nós temos que ir além e ter um olhar sobre a arquitetura da nossa cidade e sobre tudo aquilo que nós temos para desenvolver aqui”, acrescentou o chefe do Executivo.

Ibaneis Rocha: “Basta de olhar a capital da República somente pelos olhares das televisões, que muitas vezes só mostram o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto” | Fotos: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília

O contato dos turistas com Brasília começa antes mesmo de sair do Aeroporto de Brasília. Ainda na sala de retirada de bagagens, os visitantes encontram um CAT com o novo design, que traz referências culturais da cidade para a concepção dos móveis e da decoração — fruto da parceria com a Associação de Designers de Produto do Distrito Federal (Adepro). A manutenção nas estruturas contou com um investimento de R$ 290 mil e garante mais conforto e eficiência no atendimento.

“Muitas vezes, as pessoas chegavam ao aeroporto e sentiam a necessidade de um CAT. Essa sempre foi uma carência nossa. Criamos e trouxemos para a saída do desembarque um ponto para sanar essa necessidade do turista. Nós decoramos o espaço com artistas da cidade e criamos um padrão visual para o visitante chegar e entender os traços do DF. Essa foi uma forma que encontramos para fortalecer a questão do design e dos monumentos de Oscar Niemeyer”, defendeu o secretário de Turismo do DF, Cristiano Araújo.

O CAT reabre as portas com o novo design, que traz referências culturais da cidade para a concepção dos móveis e da decoração

A unidade do terminal de Brasília ficou fechada por quatro anos e, em 2021, reabriu as portas para acolher os turistas que desembarcam no DF, prestando mais de 24,6 mil atendimentos de lá para cá. Orientações sobre a rede hoteleira, meios de transporte e pontos turísticos são os mais requisitados pelos visitantes que circulam pelo terminal.

O Centro de Atendimento ao Turista do aeroporto dispõe de uma área total de 33,65 metros quadrados e funciona de segunda a sexta, das 7h às 13h e das 16h às 22h, e aos finais de semana, das 8h às 18h. Além dessa unidade, o DF conta com postos na 308 Sul, Torre de TV, Rodoviária Interestadual e Casa de Chá. Todos oferecem tratamento bilíngue, distribuição de mapas e guias turísticos, além de materiais promocionais. Juntos, os CATs realizaram mais de 1,3 mil atendimentos no primeiro semestre deste ano.

O serviço promovido pela rede é gratuito e voltado para facilitar o acesso dos visitantes a informações sobre a capital e seus eventos. O CAT da Casa de Chá, inclusive, foi recentemente reformado e, em parceria com o Senac-DF, funciona em formato de cafeteria-escola, promovendo a integração entre gastronomia e turismo.

“Brasília é um monumento a céu aberto. Temos um excelente aeroporto, não há engarrafamento nas vias, somos a segunda cidade mais segura do Brasil, os nossos hotéis, a maioria deles, estão a poucos metros das arenas em que temos apresentação de shows e congressos. Isso facilita a vida de todo turista, sem contar essa planície que há na cidade, onde as pessoas circulam com toda facilidade”, destacou Ibaneis Rocha.

Luiz Gustavo Vilhena veio para Brasília e elogiou o nosso aeroporto: ““É muito bom ter um centro de atendimento ao turista porque nos sentimos acolhidos. A gente chega meio perdido, sem saber para onde vai ou o que fazer”

Quem desembarcava pelo Aeroporto de Brasília elogiou as novas instalações do CAT. “É muito bom ter um centro de atendimento ao turista porque nos sentimos acolhidos. A gente chega meio perdido, sem saber para onde vai ou o que fazer. Então, ter um ponto desse melhora a nossa experiência e qualidade da viagem”, avaliou o estudante Luiz Gustavo Vilhena, 19 anos.

Presente na cerimônia, o presidente da Inframerica, concessionária que administra o aeroporto de Brasília, Jorge Arruda, destacou a parceria com o GDF: “Estou muito feliz com essa inauguração. O CAT é um ponto muito importante para melhorar e crescer o turismo. Agradecemos o apoio do governo e estamos à disposição para continuarmos trabalhando em paralelo para aumentar ainda mais a procura por Brasília pelos turistas”.

Um dos melhores do país

Mais de 1,1 milhão de passageiros passam por mês pelo Aeroporto Internacional de Brasília Presidente Juscelino Kubitschek, eleito como o melhor da América Central e do Sul

Mais de 1,1 milhão de passageiros passam por mês pelo Aeroporto Internacional de Brasília Presidente Juscelino Kubitschek, eleito como o melhor da América Central e do Sul e considerado um dos mais pontuais do mundo.

Além disso, o aeroporto do DF é um dos maiores hubs do Brasil, o terceiro mais movimentado do país e o que possui a maior capacidade de pista do Brasil, podendo operar um voo a cada 54 segundos. É o único na América do Sul que conta com pousos simultâneos e que faz ligação para todas as capitais brasileiras. É o terceiro maior aeroporto do país, ficando atrás apenas de Guarulhos e Congonhas, ambos localizados no estado de São Paulo.

Grandes eventos

Nos últimos meses, a capital federal também tem se destacado por sediar eventos de alta relevância para os calendários nacionais e internacionais, como a mais importante feira de casamentos da América Latina, o Casar Decor; o maior evento náutico do Centro-Oeste, o Brasília Boat Show; a principal competição off road das Américas, o Rally dos Sertões BRB; e o maior festival de motos e rock da América Latina, o Capital Moto Week.

A capital federal tem recebido eventos nacionais e internacionais em várias áreas, como cultura e medicina

A capital federal está prestes a receber o 79° Congresso Brasileiro de Cardiologia, evento que foi destacado pelo governador Ibaneis Rocha para impulsionar o turismo no DF. “Amanhã começa o maior congresso de cardiologia do Brasil. São cerca de sete mil profissionais que estarão aqui em Brasília para o evento. Isso é a prova de que a cidade está sendo cada vez mais procurada para eventos tanto na área do aperfeiçoamento quanto para shows e lazer”, concluiu.

É justamente para participar do congresso que o estudante de medicina Luiz Gustavo Vilhena saiu de Curitiba (PR), cidade onde mora, diretamente para Brasília. “Eu gostei muito quando soube que o congresso seria aqui. Comprei minha passagem com uns dias a mais para conhecer a cidade. Hoje, pretendo ir à Catedral e a alguns museus”, compartilhou.

A 51ª edição da feira Abav Expo, promovida pela Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav Nacional), também será sediada por Brasília. Entre 26 e 28 de setembro, no Centro Internacional de Convenções de Brasília (CICB), com o apoio do Governo do Distrito Federal (GDF), o evento contou com investimento de cerca de R$ 7 milhões, provenientes da Secretaria de Turismo.

Reconhecida internacionalmente, a Abav Expo é considerada a maior feira de turismo da América Latina. O evento proporciona uma vitrine para lançamentos e apresentação de tendências do setor, gerando oportunidades de negócios e fortalecendo marcas e destinos turísticos. A expectativa é que o evento atraia 30 mil visitantes, dos quais 10 mil virão de fora de Brasília, gerando uma movimentação de R$ 30 milhões na economia local.

CLDF aprova projeto para formalizar subsídio de deputados distritais

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Projeto de Lei aprovado não altera valores, apenas formaliza subsídios conforme jurisprudência do STF

A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, nesta terça-feira (17), o Projeto de Lei nº 1.308/2024, que formaliza na legislação o valor do subsídio dos deputados distritais. O projeto não implica em aumento de salário, apenas resolve uma questão formal, mantendo os mesmos valores que estão em vigor desde 23 de dezembro de 2022.

A medida segue a determinação da Emenda à Lei Orgânica nº 131, de 27 de maio de 2024, que, em conformidade com a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF), exige que a definição dos subsídios seja feita por meio de lei, e não por decreto legislativo, como anteriormente aplicado em diversas unidades da federação.

A Constituição Federal estabelece que o subsídio dos deputados distritais deve corresponder a 75% do valor recebido pelos deputados federais, conforme estipulado pelo Decreto Legislativo nº 172, de 2022, do Congresso Nacional. Assim, o projeto aprovado mantém os subsídios nos mesmos patamares estabelecidos no final de 2022, sem qualquer acréscimo.

O objetivo do projeto foi exclusivamente adequar a legislação local às decisões do STF, sem alterar os valores já fixados.

Quadras 705 e 706 Norte serão reformadas com mais acessibilidade

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Medida foi aprovada pela Seduh e prevê calçadas amplas e praças renovadas, com a recuperação de espaços degradados

Calçadas amplas, rotas acessíveis e praças renovadas. Essas e outras reformas estão previstas para as quadras 705 e 706 do Setor Comercial Local Residencial Norte (SCLRN), no Plano Piloto. A iniciativa foi aprovada pela Portaria n° 85, da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF), e publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (18).

A reforma visa garantir mais acessibilidade nas 705 e 706 Norte, além da recuperação dos espaços degradados na avenida. Serão construídas, nas duas quadras, 10.382,6 m² de calçadas acessíveis, com a recuperação de 1.994,73 m² de áreas verdes e o plantio de 20 árvores.

“A ideia é dar uma cara nova à W3 Norte, assim como foi feito com a W3 Sul, com foco na acessibilidade e recuperando as áreas de convívio, as rotas de pedestres e restabelecendo os espaços públicos degradados, como as praças”

Vitor Recondo, subsecretário de Projetos e Licenciamento de Infraestrutura da Seduh

No projeto de sistema viário, também é prevista a reorganização das áreas de estacionamentos públicos que atualmente prejudicam a acessibilidade. Esses locais terão demarcação mais eficiente e serão interligados com os bolsões de estacionamento. Somadas, as quadras 705 e 706 terão 389 vagas para veículos, 39 para motos e 82 para bicicletas.

A iniciativa inclui a criação de espaços compartilhados entre pedestres e ciclistas, sinalização tátil a partir das paradas de ônibus e em todos os blocos comerciais, além de praças com mais arborização e mobiliário urbano. Também é planejada a construção de calçadões ligando as paradas de ônibus da W3 às quadras residenciais, facilitando o acesso de quem passa pelo local.

Além disso, são planejadas travessias e plataformas elevadas para facilitar o percurso de pedestres e ciclistas que circulam diariamente entre as quadras, com a reconfiguração da via interna entre os blocos comerciais — conhecida como W3 e meia — como área sinalizada e compartilhada entre carros e pedestres, com velocidade máxima de 30 km/h, chamada de Zona 30. O objetivo é tornar a circulação mais segura para todos os transeuntes e veículos.

Está prevista a criação de espaços compartilhados entre pedestres e ciclistas, sinalização tátil a partir das paradas de ônibus e em todos os blocos comerciais, além de praças com mais arborização e mobiliário urbano

“A ideia é dar uma cara nova à W3 Norte, assim como foi feito com a W3 Sul, com foco na acessibilidade e recuperando as áreas de convívio, as rotas de pedestres e restabelecendo os espaços públicos degradados, como as praças”, destacou o subsecretário de Projetos e Licenciamento de Infraestrutura da Seduh, Vitor Recondo.

Modelo

A iniciativa segue as mesmas diretrizes do projeto para as quadras 707 e 708 do SCLRN, aprovado em janeiro e utilizado como modelo para a reforma em toda a W3 Norte, sendo replicado nas demais quadras da avenida e adequando-se às peculiaridades de cada área.

Em junho, foi aprovada a reforma das quadras 702, 703, 704, 715 e 716. Em julho, foi a vez das quadras 709 e 710. Na semana passada, das 713 e 714. O subsecretário de Projetos e Licenciamento de Infraestrutura ressaltou que a W3 Norte foi dividida em sete trechos, que estão sendo aprovados separadamente.

“Com as 705 e 706 agora, alcançamos o sexto trecho aprovado, faltando apenas as quadras 711 e 712 para finalizar toda a W3 Norte. Com isso, será possível revitalizar essa que é uma das avenidas mais importantes de Brasília”, afirmou Vitor Recondo.

Depois da publicação da portaria, o processo é encaminhado à Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) para a elaboração dos projetos executivos e complementares, que possibilitarão a execução das obras.

Zoo de Brasília tem equipe de apoio em áreas de queimadas

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Incêndios florestais podem causar aumento nas travessias de animais silvestres em fuga para áreas urbanas, influenciando no aumento de atropelamentos

Diariamente, o Hospital Veterinário do Zoológico de Brasília presta assistência não só aos animais que vivem na instituição, mas também aos resgatados e vítimas de atropelamentos, incêndios florestais ou outros crimes ambientais. Após receberem tratamento pelas equipes e serem submetidos a exames – ou cirurgias, se necessário –, os animais passam por reabilitação e reintrodução ao habitat natural, quando é possível.

O Hospital Veterinário do Zoológico de Brasília recebe animais resgatados e vítimas de atropelamentos, incêndios florestais ou outros crimes ambientais | Fotos: Tony Oliveira/ Agência Brasília

O diretor-presidente da Fundação Jardim Zoológico de Brasília, Wallison Couto, explica que há uma parceria com outros órgãos ambientais como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Instituto Brasília Ambiental e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em que os animais podem ser direcionados ao Hospital e Centro de Reabilitação da Fauna Silvestre (Hfaus) ou ao Zoológico, que possui infraestrutura para atender animais de grande porte.

“Nós temos uma equipe bem qualificada que trabalha junto a esses órgãos e aos Centros de Triagem de Animais Silvestres (Cetas). Ainda não veio nenhum animal da Flona [Floresta Nacional de Brasília] até agora, mas se precisar desse apoio, a equipe já está aguardando. Temos feito algumas visitas lá para ver se tem algum animal que precisa de apoio. A equipe de nutrição levou algumas dietas para a alimentação de animais no local, estamos fazendo esse acompanhamento”, afirma.

O diretor-presidente esclarece, ainda, que não é porque o animal foi tratado no Zoológico que ele vai ficar para exposição. “É feita uma avaliação com o Ibama ou a instituição que deixa o animal conosco. Então, há animais que recebemos, são tratados e continuam no Zoo, e há outros que são reintroduzidos na natureza.”

Alguns animais recebidos pelo Hospital Veterinário são tratados e continuam no Zoo; outros são reintroduzidos na natureza

Animais em tratamento

Atualmente, há em torno de 30 animais externos, que não fazem parte do Zoológico, sendo tratados no Hospital Veterinário da instituição. Entre eles, uma fêmea de cachorro-do-mato que chegou mancando, com suspeita de atropelamento. Ela passou por exames, fez raio-X, foi avaliada e tem realizado sessões de acupuntura, cromoterapia e fisioterapia.

Um filhote de onça-parda também é tratado na unidade veterinária do Zoo, encontrado após as equipes constatarem o abandono da mãe. Desidratado, o animal foi colocado no recinto, onde tem recebido alimentação e suplementação, de acordo com indicações da zootecnista.

O aumento de animais atropelados em rodovias pode ser um efeito colateral dos incêndios florestais, visto que os animais tendem a abandonar os ninhos e atravessar as pistas em fuga

Segundo a diretora do hospital veterinário do Zoo, Tânia Borges, a unidade conta com um centro cirúrgico, equipamentos de raio-X e parceiros que apoiam com outros tipos de exames, além de uma equipe treinada com cirurgiões e anestesistas trabalhando com os animais de forma frequente. Após a recuperação, os animais são microchipados e recebem uma identificação. Em seguida, realiza-se uma reunião com o Ibama para definir os próximos passos.

“Como o nosso maior objetivo é devolvê-los à natureza, tentamos o mínimo de contato possível com esses animais, fazendo apenas o necessário. Eles, sendo examinados e estando clinicamente bem e saudáveis, passam por um programa de recuperação e reintrodução, onde seguimos as normativas do Ibama, que vai definir como e para onde vão os animais”, detalha.

Tânia Borges, diretora do hospital veterinário do Zoo: “Como o nosso maior objetivo é devolvê-los à natureza, tentamos o mínimo de contato possível com esses animais”

É importante frisar que o Zoológico de Brasília não recebe animais diretamente da população, apenas por meio de órgãos ambientais. Ao encontrar um animal silvestre ferido ou perdido, a população pode entrar em contato com o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) pelo 190, que fará o procedimento correto de resgate junto a entidades ambientais responsáveis.

Efeitos das queimadas

De acordo com o biólogo do Instituto Brasília Ambiental, Thiago Silvestre, o aumento de animais atropelados em rodovias pode ser um efeito colateral dos incêndios florestais, visto que os animais incomodados tendem a abandonar os ninhos e atravessar as pistas em fuga. “Estão chegando muitos filhotes abandonados pelas mães, e a maioria dos animais que recebemos nas unidades veterinárias é vítima de atropelamentos, choques elétricos ou ferimentos por linha de cerol, tudo ligado a interferências humanas”, ressalta.

O biólogo explica que é natural os animais migrarem de uma área para outra à procura de parceiros para reprodução. Contudo, as espécies estavam adaptadas a queimadas de grande porte um ano sim, um ano não, e não todos os anos, como tem ocorrido em grandes áreas de conservação.

“Os animais que conseguem fugir podem ficar desnorteados e muitos acabam morrendo por problemas respiratórios ou atropelamentos. O Cerrado é resiliente, mas da forma como isso está acontecendo, esses animais de áreas nativas não estão acostumados. Quando eles saem de uma área queimada e se deparam com outra, foi uma migração à toa. Isso tudo influencia a reprodução da espécie e aumenta muito a chance de extinção. A fauna está sentindo muito essas mudanças climáticas; elas mexem com toda a teia ecológica”, frisa o especialista.

Tenda de apoio

Nesta quarta-feira (18), o Governo do Distrito Federal (GDF) instalou uma tenda de apoio dedicada ao resgate de animais domésticos e silvestres afetados pelos recentes incêndios florestais no Parque Nacional de Brasília.

A ação foi coordenada pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) em parceria com o Instituto Brasília Ambiental, com o objetivo de proporcionar atendimento emergencial aos animais vítimas das queimadas, bem como promover a reabilitação e reintegração ao habitat natural. A iniciativa faz parte dos esforços contínuos do GDF para preservar a fauna local e minimizar os impactos das queimadas no ecossistema do Distrito Federal.

Brasília será sede do maior evento de saneamento ambiental do Brasil

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Congresso e Feira Internacional serão em maio de 2025 com o apoio da Caesb

Brasília será sede do 33º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental (Cbesa) e da Feira Internacional de Tecnologias de Saneamento Ambiental (Fitabes), entre os dias 25 e 28 de maio de 2025, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Os dois eventos, que ocorrem simultaneamente a cada dois anos, são considerados os maiores e mais importantes do setor de saneamento do Brasil e da América do Sul. Eles foram lançados na terça-feira (17) no Centro de Convenções.

O congresso e a feira em Brasília marcam um novo momento frente aos desafios do Marco Legal do Saneamento. A expectativa é que sete mil congressistas e 15 mil visitantes participem de reuniões para discutir políticas públicas, questões sociais e econômicas, além de conhecer as boas práticas de saneamento por meio de 1.500 mil trabalhos técnicos a serem apresentados ao longo dos três dias de seminário. A Fitabes-2025 deverá reunir 120 empresas que demonstrarão as novas tecnologias e os equipamentos mais avançados disponíveis no mercado.

O congresso é promovido a cada dois anos pela Associação de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes), com alternância em cada uma das regiões do país. O congresso de 2025 conta com o apoio da Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb)

Luís Antônio Reis, presidente da companhia, ressaltou que a contribuição das universidades, das empresas do setor e da Associação de Engenharia Sanitária traz respostas tecnológicas aos problemas de saneamento do país. “Novas tecnologias são fundamentais para a universalização das metas de saneamento”, afirmou.

“Novas tecnologias são fundamentais para a universalização das metas de saneamento”

Luís Antônio Reis, presidente da Caesb

Reis complementou: “O governador Ibaneis Rocha já demonstrou total apoio aos eventos. Estamos abertos e ansiosos para que esse evento tenha todo o brilho como foi nos últimos anos. Será uma oportunidade ímpar de trazer para o debate tanto o Congresso Nacional quanto o Poder Executivo Federal, afinal são os entes que definem as políticas públicas de saneamento.”

O presidente da Abes-DF, Fuad Moura Braga, assessor para projetos especiais de novos negócios da Caesb, enfatizou a importância do evento. “O 33º Congresso marca o mais importante evento de saneamento do país, que se tornou uma referência ao reunir todos os atores que atuam no setor de saneamento ambiental comprometidos com o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida das pessoas”, declarou. “Mais do que nunca, para atingir os objetivos do setor, será necessário inovar para universalizar o saneamento para quem não tem”.

GDF participa de lançamento de plano nacional contra dengue

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Documento prevê ações que serão coordenadas pelo Governo Federal em parceria com estados, municípios e o DF

Nesta quarta-feira (18), a secretária de Saúde do Distrito Federal, Lucilene Florêncio, esteve presente no lançamento do Plano de Ação para Redução dos Impactos da Dengue e de outras Arboviroses, do Governo Federal. Dividido em seis eixos, o documento prevê ações que serão coordenadas pelo Ministério da Saúde em parceria com estados, municípios e o DF, além de instituições públicas e privadas e organizações sociais.

“A dengue não é um assunto de uma só secretaria como a Saúde, por exemplo, mas sim, um tema de governo”

Lucilene Florêncio, secretária de Saúde

A Secretaria de Saúde (SES-DF), por sua vez, já vem adotando ações e discutindo esse tema no âmbito do Governo do Distrito Federal (GDF). Na reunião com autoridades do GDF realizada no dia 11 de setembro, foi apresentado o Plano de Prevenção e Enfrentamento às Arboviroses, que conta com a participação da Secretaria de Governo, do Corpo de Bombeiros do DF (CBMDF), das administrações regionais, do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e da Defesa Civil.

“A dengue não é um assunto de uma só secretaria como a Saúde, por exemplo, mas sim, um tema de governo. Por isso, estamos juntando esforços para a prevenção antes da sazonalidade da doença”, destacou Lucilene Florêncio.

Segunda audiência pública do Pdot será em 19 de outubro

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Objetivo é apresentar o que foi analisado sobre o território durante a revisão do Plano Diretor

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF) convoca toda a população para participar da segunda audiência pública sobre a revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot), marcada para o dia 19 de outubro. O aviso foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quinta-feira (19).

A audiência será presencial e de livre acesso a qualquer pessoa, para democratizar a participação da sociedade. O evento será a partir das 9h, no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), na Quadra 3 do Setor Médico Hospitalar Norte (SMHN). Também será transmitido no canal Conexão Seduh, do YouTube.

O objetivo é reunir a população para apresentar o resultado do detalhamento do diagnóstico sobre a situação atual do território do Distrito Federal, trazendo análises mais aprofundadas do processo de revisão para a sociedade.

“Essa é uma estratégia para aperfeiçoar ainda mais a qualidade do diagnóstico elaborado pela equipe técnica da Seduh”

Marcelo Vaz, secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação

“Essa complementação do diagnóstico é um avanço nas discussões durante a elaboração do Pdot porque vai trazer mais detalhes e especificidades a respeito desse processo”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz. “Essa é uma estratégia para aperfeiçoar ainda mais a qualidade do diagnóstico elaborado pela equipe técnica da Seduh”, reforçou.

A audiência marca mais um passo na construção coletiva do Pdot – lei que define onde estão e quais são as diretrizes e estratégias aplicadas às zonas urbanas e rurais do Distrito Federal, às áreas ambientalmente sensíveis e quais locais podem ser destinados à moradia ou à indústria, por exemplo.

Os documentos que subsidiarão o debate estão disponíveis no site do Pdot. As informações sobre a audiência pública também podem ser encontradas no site da Seduh, na seção de audiências públicas. As sugestões, contribuições e questionamentos sobre o assunto deverão ser enviados exclusivamente pelo formulário virtual de participação, até as 23h59 da data da audiência pública.

Histórico

A norma vigente do Pdot é de 2009 e a cada dez anos é necessário que haja uma revisão. Ela foi iniciada em 2019, mas acabou suspensa devido à pandemia da covid-19. Os trabalhos continuaram nos anos posteriores, com o Plano Diretor sendo revisado pela Seduh em conjunto com outras áreas do Governo do Distrito Federal (GDF) e da sociedade civil.

Para ampliar a participação da população no processo, a Seduh organizou, desde a pandemia, oito Encontros para Pensar o Território e sete oficinas temáticas, em formatos virtuais e presenciais. Além disso, foram realizadas no ano passado 55 oficinas participativas em todas as regiões administrativas e sobre diversas temáticas, para estudar, discutir e debater com a sociedade o planejamento do DF pela próxima década.

Com isso, a equipe técnica da Seduh, junto aos técnicos do GDF e com a participação da população, elaborou leituras técnica e comunitária do território, com levantamentos que irão embasar a próxima Lei Complementar para instituir o Pdot.

De acordo com o coordenador de Planejamento e Sustentabilidade Urbana da Seduh, Mário Pacheco, o material de complementação que será levado à segunda audiência avança na discussão entre as leituras técnica e comunitária, buscando apontar o que tem de correlação entre essas duas frentes de diagnóstico e o que precisa ser considerado prioritário para o Pdot.

“Tudo o que for conteúdo do Plano Diretor trazido nas contribuições dos técnicos e da população está integrando esse material”

Mário Pacheco, coordenador de Planejamento e Sustentabilidade

“Tudo o que for conteúdo do Plano Diretor trazido nas contribuições dos técnicos e da população está integrando esse material, será apresentado na audiência e servirá de base para a próxima etapa, que é a de propostas, em que iremos efetivamente estabelecer o que o futuro Plano Diretor trará de novo”, garantiu Mário Pacheco.

Próximos passos

Depois da audiência, uma bateria de reuniões ocorrerá entre outubro e dezembro deste ano, com técnicos do GDF, representantes da sociedade civil e a população, para discutir vários aspectos do Plano Diretor.

Após esses eventos, são esperadas mais duas audiências públicas sobre o Pdot. Em seguida, a minuta de Projeto de Lei Complementar do Plano Diretor passará pela deliberação do Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan). Depois disso, estará apto a ser analisado na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

Segunda audiência pública do Pdot

Data: 19 de outubro
Horário: 9h
Local: Auditório da Fepecs, localizado na quadra 3 do Setor Médico Hospitalar Norte (SMHN)
Transmissão: pelo YouTube, no canal Conexão Seduh.

Yvelônia garante solução para os alagamentos em Valparaíso de Goiás

Com especialização em calamidade pública, Maria Yvelônia (SD) afirma que irá enfrentar o problema dos alagamentos na cidade, que afeta moradores há anos

Da Redação

A candidata à Prefeitura de Valparaíso de Goiás, Maria Yvelônia (SD), declarou que um de seus principais compromissos de campanha será solucionar os recorrentes alagamentos que atingem a cidade durante o período chuvoso.

Com experiência em gestão de calamidades públicas, Yvelônia afirmou que o problema, que persiste desde a emancipação do município, exige uma abordagem técnica.

“Em cada período de chuva, os moradores perdem móveis e bens, enquanto promessas políticas de solucionar os alagamentos nunca saem do papel. Como especialista na área, trabalhei em situações semelhantes em diversas partes do Brasil, e, com apoio técnico, nós vamos resolver essa questão de uma vez por todas”, garantiu a candidata.

Escola Canadense de Brasília conta com meios de proteção térmica em meio à crise ambiental no DF

Com sistemas de umidificação e novas reformas, a escola garante o conforto de alunos e colaboradores durante o período de fumaça e seca na capital

Enquanto muitas escolas do Distrito Federal suspenderam as aulas nas últimas semanas devido aos efeitos da fumaça e da fuligem causados pelo incêndio no Parque Nacional de Brasília, a Escola Canadense de Brasília, que conta com um conjunto de medidas para garantir o conforto e a segurança térmica de seus alunos e colaboradores, segue com suas atividades normalmente.

Com sistemas de umidificação instalados nas áreas comuns e umidificadores individuais em salas do ensino infantil, a escola busca minimizar os impactos da seca e da poluição. “Temos um cuidado constante com o conforto térmico, não apenas para os alunos, mas também para os colaboradores”, afirma  Vitor Hugo de Souza Ramos, Diretor Geral da Escola Canadense de Brasília.  Ele explica que, nas unidades do Sudoeste, todas as salas da educação infantil estão equipadas com ventiladores e eco-brisas, além do ar-condicionado nas salas do ensino fundamental e médio.

Recentemente, a escola também fez mudanças nos bebedouros, substituindo os modelos individuais por estruturas maiores, com várias torneiras, permitindo que os alunos encham suas garrafas com maior facilidade e evitando o contato direto. Além disso, reformas foram realizadas nas áreas de aulas especializadas, como salas de música e balé, onde portas de vidro foram instaladas para melhorar a ventilação e a iluminação natural.

“A decisão de abrir essas salas para áreas verdes ventiladas permite que os professores escolham entre o ar-condicionado ou a ventilação natural, dependendo do que for mais adequado para o momento”, acrescenta Vitor. Essas ações, segundo ele, fazem parte do compromisso da escola com a saúde e o bem-estar da comunidade escolar.

Com a fumaça do incêndio afetando a qualidade do ar na capital, a Escola Canadense de Brasília segue monitorando a situação e ajustando suas práticas para manter um ambiente seguro para todos.

Sobre a Escola Canadense de Brasília:

A Escola Canadense de Brasília é uma instituição educacional que oferece um currículo bilíngue, que utiliza uma metodologia internacional de excelência, com uma mentalidade global e uma abordagem pedagógica voltada para a formação integral dos alunos. Com foco no desenvolvimento acadêmico e sócio emocional, a escola prepara seus alunos para serem cidadãos globais.

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