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Brasília recebe Jogos Universitários Brasileiros de 2024 nesta quarta

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Competição reúne mais de 6 mil atletas em 31 modalidades entre 9 e 19 de outubro

Brasília, 7 de outubro de 2024 – A capital federal será palco da maior etapa dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) de 2024, entre os dias 9 e 19 de outubro. Com apoio da Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal (SEL-DF) e organização da Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU), o evento reunirá mais de 6 mil atletas de todo o país, em 31 modalidades, consolidando-se como o maior evento esportivo universitário da América Latina.

As competições acontecerão em locais como a piscina do Complexo Esportivo Mané Garrincha e a pista de atletismo da Universidade de Brasília (UnB), além do Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), que abrigará grande parte da estrutura do evento.

O secretário de Esporte e Lazer do DF, Renato Junqueira, destacou o compromisso com o esporte e o paradesporto, frisando que “a realização do JUBs em Brasília reforça nossa posição como referência em grandes competições”. O evento incluirá quatro modalidades paradesportivas, ampliando as oportunidades para atletas de alto nível.

Luciano Cabral, presidente da CBDU, afirmou que o JUBs 2024 terá um impacto econômico significativo, envolvendo 20 hotéis e movimentando o comércio e turismo da cidade, além de contar com a participação de delegações internacionais, como a da China, elevando ainda mais a visibilidade de Brasília.

Hospital da Criança de Brasília realiza campanha “Vem Brincar Comigo” nesta terça-feira (8)

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Distribuição de brinquedos e atividades culturais animam o Mês da Criança no HCB

Brasília, 7 de outubro de 2024 – Nesta terça-feira, a partir das 14h, o Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) promoverá um dia especial com a campanha “Vem Brincar Comigo”. As equipes de atendimento distribuirão brinquedos solicitados pelas crianças em cartinhas, trazendo alegria e diversão aos pequenos pacientes.

A primeira-dama Mayara Noronha Rocha, madrinha do HCB, também participará da ação, entregando alguns dos presentes. O projeto faz parte das celebrações do Mês da Criança, que segue com atividades culturais e brincadeiras, pela manhã e à tarde, no hall do hospital, proporcionando momentos lúdicos aos jovens em tratamento.

As apostas esportivas no Brasil e os desafios na prevenção à lavagem de dinheiro

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POR LIVELTON LOPES

A promulgação da Lei nº 14.790, de 11 de setembro de 2023, representa um marco crucial para o mercado de apostas esportivas no Brasil. Desde que a Lei nº 13.756/2018 legalizou as apostas de quota fixa, o setor experimentou um crescimento notável, com a entrada de diversas empresas que, popularmente, são conhecidas como Bets. Essas plataformas online permitem que usuários realizem apostas em eventos esportivos, variando desde futebol até esportes menos populares, com cotações fixas estabelecidas pelas próprias empresas.

Apesar do rápido crescimento, o setor carecia de uma regulamentação detalhada e de um controle eficaz para evitar que fosse utilizado para práticas ilícitas, como a lavagem de dinheiro. A nova legislação, sancionada pelo governo federal, visa justamente suprir essas lacunas, estabelecendo critérios rigorosos para a operação das plataformas de apostas e impondo um conjunto de regras voltadas à fiscalização. Neste texto, será analisado como essa regulamentação responde aos desafios impostos por esse mercado em ascensão.

A Lei nº 14.790/2023 complementa de forma essencial a Lei nº 13.756/2018, que inicialmente legalizou as apostas esportivas de quota fixa no Brasil. Embora a legislação de 2018 tenha possibilitado o funcionamento do setor, foi a nova lei que trouxe uma regulamentação mais detalhada, abordando as obrigações fiscais e operacionais das empresas envolvidas. A partir de 2025, as empresas de apostas, ou Bets, deverão obter licenças concedidas pelo Ministério da Fazenda, cujo custo pode atingir R$ 30 milhões, com validade de cinco anos.

Além disso, a lei prevê a tributação sobre o lucro das apostas, estabelecendo um Imposto de Renda de 15% sobre os prêmios líquidos dos apostadores. Parte da receita arrecadada será destinada a áreas de interesse público, como seguridade social, educação, esporte, turismo e segurança pública.

A nova legislação também introduziu mecanismos de controle relevantes. As empresas de apostas, conhecidas como Bets, devem ser auditáveis, garantindo que o Ministério da Fazenda tenha acesso a sistemas que permitam o monitoramento contínuo. Isso visa assegurar a transparência das operações, dificultando o uso dessas plataformas para a lavagem de dinheiro. Qualquer movimentação financeira atípica por parte dos apostadores deverá ser monitorada e reportada.

Diferentemente de outros países que aceitam criptomoedas, no Brasil, os pagamentos das apostas devem ser realizados exclusivamente por meios formais, como transferências bancárias, boletos e PIX, facilitando assim a fiscalização das transações. Além disso, a legislação proíbe o pagamento de prêmios de forma anônima ou por intermédio de instituições que não estejam sob a supervisão do Banco Central.

As Bets não devem ser vistas como “negócios ilícitos”, mas sim como agentes que podem colaborar para a criação de um mercado regulado e seguro. A nova legislação busca, na verdade, legitimar sua operação dentro de regras claras e exigentes. As empresas que desejarem atuar no Brasil terão que adotar medidas eficazes de prevenção a fraudes e manipulações, além de cumprir rigorosamente todas as exigências legais para garantir a integridade de suas atividades.

A expectativa é que, após as adequações previstas até 31 de dezembro de 2024, o mercado esteja plenamente operante em 2025, criando um ambiente de negócios mais seguro tanto para os apostadores quanto para as empresas.

Apesar dos avanços, o combate à lavagem de dinheiro no setor de apostas enfrenta desafios significativos. O caráter internacional das empresas de apostas demanda uma cooperação contínua entre o Brasil e outros países, a fim de evitar que práticas ilícitas sejam facilitadas por empresas que atuam em múltiplas jurisdições. Essa colaboração é essencial para prevenir a inserção de dinheiro ilícito no sistema financeiro brasileiro através das apostas.

Estima-se que o mercado de apostas no Brasil, conduzido pelas populares Bets, possa se tornar uma importante fonte de arrecadação para o governo, com projeções de bilhões de reais em receita tributária. Contudo, para que o setor funcione de maneira responsável, será imprescindível manter um controle rigoroso sobre as operações das plataformas de apostas, assegurando que essas empresas contribuam para o desenvolvimento econômico sem abrir brechas para atividades ilícitas.

A Lei nº 14.790/2023 representa um avanço notável na regulamentação das apostas esportivas no Brasil. Ela não apenas estabelece um arcabouço legal que assegura a legalidade das operações, mas também implementa mecanismos de controle e fiscalização robustos, fundamentais para evitar o uso dessas plataformas em práticas de lavagem de dinheiro. O setor de apostas, popularmente conduzido pelas Bets, tem o potencial de ser uma importante fonte de arrecadação e desenvolvimento, mas o sucesso dessa iniciativa dependerá da capacidade do governo de fiscalizar rigorosamente as atividades e da colaboração das empresas para manter um ambiente de negócios seguro e transparente.

LIVELTON LOPES – Mestre em Direito Penal Econômico pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Pesquisa e Desenvolvimento – IDP, Pós-graduado em Direito Processual e atuante nas áreas de Direito Penal Econômico (lavagem de dinheiro, compliance, crimes tributários e crimes empresariais), Crimes Contra a Administração Pública, Direito Empresarial, Cível e Eleitoral.

Aposentados nascidos em julho e agosto precisam fazer a prova de vida

Prazo para regularização de aposentados e pensionistas termina no dia 16 de outubro

O Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev-DF) informa que 1.099 aposentados e pensionistas nascidos em julho e agosto ainda não realizaram a prova de vida de 2024. Para esse público específico, a autarquia prorrogou o prazo de comprovação anual obrigatória até o próximo dia 16. Caso a regularização não seja feita dentro desse limite, o benefício será suspenso.

Ao longo de 2024, o Iprev-DF suspendeu o pagamento de 2.304 beneficiários. Esse quantitativo engloba os nascidos nos meses de janeiro a junho. Desse total, 944 continuam pendentes junto à previdência do DF.

“No mês do aniversário dos beneficiários, encaminhamos e-mail informando a respeito da prova de vida e, no mês subsequente, enviamos carta registrada com aviso de recebimento, comunicando a não realização da prova de vida. Após dois meses da suspensão do pagamento, o Iprev encaminha um novo e-mail e faz uma nova tentativa via ligação telefônica para os aposentados e pensionistas que continuam com o pagamento suspenso”, explica o diretor de Previdência do Iprev-DF, Paulo Henrique de Sousa Ferreira.

“A prova de vida tem o objetivo de evitar tanto pagamentos indevidos quanto prejuízos ao Regime Próprio de Previdência Social do DF, além de garantir uma maior sustentabilidade do sistema”

Raquel Galvão, diretora-presidente do Iprev-DF

Comprovação

A prova de vida é uma comprovação anual que aposentados e pensionistas de órgãos e entidades do Governo do Distrito Federal (GDF) vinculados ao Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) precisam fazer no mês de aniversário para continuar recebendo os benefícios. Conforme o decreto nº 39.276, de 6 de agosto de 2018, a prova de vida dos servidores aposentados e pensionistas é de caráter obrigatório.

Além disso, a portaria nº 01, de 6 de janeiro de 2020, estabelece que a prova de vida deve ser realizada anualmente no mês de aniversário do servidor aposentado ou do pensionista. Aqueles que não fizerem o procedimento no prazo estabelecido são notificados por correspondência, com aviso de recebimento, para que a realizem no prazo de 30 dias, sob pena de suspensão do pagamento do benefício.

Em 2023, o Governo do Distrito Federal (GDF) garantiu o retorno de R$ 3,2 milhões aos cofres públicos por meio da prova de vida do Iprev-DF. Durante o ano, o instituto identificou o falecimento de 285 beneficiários. Por meio dessa comprovação anual obrigatória, o governo conseguiu impedir os pagamentos indevidos dos benefícios, que variam de R$ 4 mil a R$ 6 mil por segurado. O procedimento também garante maior transparência no uso do dinheiro público.

Segundo a diretora-presidente do Iprev-DF, Raquel Galvão, os cofres públicos deverão ser ressarcidos em casos de recebimento irregular do benefício. “A prova de vida tem o objetivo de evitar tanto pagamentos indevidos quanto prejuízos ao Regime Próprio de Previdência Social do DF, além de garantir uma maior sustentabilidade do sistema. Quem receber algum dinheiro indevidamente será inscrito na dívida ativa e deverá devolver os valores aos cofres públicos”, afirmou.

A comprovação pode ser feita presencialmente, em qualquer agência do BRB, ou pelo aplicativo Prova de Vida GDF, disponível na App Store e no Google Play, ou ainda nos formatos listados neste link.

Programa de Prevenção à Violência Doméstica é lançado nesta segunda

Iniciativa tem como foco a conscientização dos homens sobre a importância de garantir a igualdade de gênero

Por meio da Assessoria Especial de Políticas Públicas para Homens, a Secretaria da Mulher (SMDF) lança, nesta segunda-feira (7), às 14h, no SesiLab, o Programa de Prevenção à Violência Doméstica (PPV).

A iniciativa tem como foco a capacitação e orientação de jovens para a proteção das mulheres, destacando a importância do envolvimento masculino na promoção da igualdade de gênero e na prevenção da violência.

Nesta primeira fase, o programa será direcionado a 100 jovens do Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee), com o objetivo de conscientizá-los sobre os diferentes tipos de violência contra a mulher e os canais de denúncia disponíveis.

A ação busca formar multiplicadores de informação, equipando os participantes com o conhecimento necessário para identificar e combater a violência, além de promover o respeito e a proteção das mulheres.

Programa de Prevenção à Violência Doméstica
⇒ Lançamento nesta segunda (7), às 14h, no SesiLab – Setor Cultural Sul, Lote 1.

Semana começa com mais de 500 vagas abertas nas agências do trabalhador

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São 525 oportunidades disponíveis nesta segunda-feira (7), para candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência; salários chegam a R$ 4 mil

As agências do trabalhador do Distrito Federal abrem a semana, nesta segunda-feira (7), com 525 vagas para quem procura um emprego. Há posições para candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência. Também há oportunidades exclusivas para pessoas com deficiência.

Os salários chegam a R$ 4 mil. Dois cargos oferecem essa remuneração: o de técnico em segurança do trabalho, no Guará (três vagas), e o de vendedor interno, em Santa Maria (uma vaga). Ambos exigem ensino médio completo e, no caso do primeiro, é preciso também ter experiência prévia — o que é dispensado no segundo.

Além desses postos, também merecem destaque outros seis, que vão oferecer 30 oportunidades, cada: açougueiro, auxiliar de inventário, auxiliar de limpeza, operador de caixa e repositor de mercadorias, em Vicente Pires, e fiscal de prevenção de perdas, no Setor de Habitações Individuais. Os salários para esses cargos variam de R$ 1.515 a R$ 2.019.

Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo Sine Fácil ou ir a uma das 14 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo aplicativo Sine Fácil. Também é possível solicitar atendimento pelo e-mail gcv@setrab.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

Casamento Comunitário oficializa união de 91 casais no Pontão do Lago Sul

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Sacramento do matrimônio ocorreu no entardecer deste domingo (6)

Mais de 90 casais subiram ao altar para dizer o tão esperado “sim” um ao outro. Às margens do Lago Paranoá, o Pontão do Lago Sul foi o local escolhido para proporcionar um momento especial e inesquecível aos selecionados da segunda edição do Casamento Comunitário de 2024. O sacramento do matrimônio foi oficializado no entardecer deste domingo (6) e os noivos contaram com trajes, buquês, doces, cabelo e maquiagem, transporte, além de sorteios de brindes.

Organizado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o espaço foi decorado com flores e os noivos tiveram direito a música ao vivo e marcha nupcial.

“É uma alegria estar mais uma vez na 10ª edição do Casamento Comunitário. Conseguimos praticamente dobrar o número de casais e aproveitar esse cenário tão bonito e essa estrutura montada pelo GDF para o grande dia. Também aumentamos o número de parceiros, que sonham junto com todos nós”, afirmou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani.

Acompanhados por autoridades locais e convidados dos casais, os responsáveis por oficializar a união dos noivos foram os juízes de paz Mirtala Carvalho Delmondez, do cartório de Sobradinho; Carla Cristina Garcia Andrade, de Taguatinga, e Josicélia do Nascimento Ramos de Sousa, de Samambaia.

Todos os contemplados ficaram isentos dos custos e tiveram acesso a vestido de noiva, terno, buquê e maquiagem concedidos pelo governo e por parcerias com a sociedade civil e a iniciativa privada, a exemplo do Sistema S – o preparo das noivas ficou a cargo do Senac, no Setor Comercial Sul.

“O Senac é uma escola de formação profissional que prepara profissionais para o mercado de trabalho e a participação junto ao GEF aperfeiçoa o aprendizado dos alunos, preparando as noivas do ponto de vista de maquiagem, cabelo e ajuste no vestuário. São profissionais que estão entrando no mercado de trabalho realizando o sonho das pessoas de ter o casamento formal no Pontão do Lago Sul”, defendeu o diretor regional Senac-DF, Vitor Corrêa.

Lanaya Ribeiro e Sérgio Rodrigues: “O Casamento Comunitário foi um pontapé para a gente oficializar nosso relacionamento”, disse o autônomo”, disse Sérgio

O Casamento Comunitário foi instituído pelo decreto nº 41.971, de 7 de abril de 2021. Desde a primeira edição, em 2020, a política pública tem como objetivo garantir os direitos civis aos noivos e estimular o convívio familiar. O programa é voltado para casais residentes no DF, hipossuficientes e que desejam a habilitação, o registro e a certidão de casamento.

Sonho realizado

“Eu estou maravilhada com essa oportunidade única que o GDF está dando para nós. Não é todo mundo que tem condições de realizar o sonho de se casar na beira do Lago. E além de tudo, disseram que esse vestido meu eu estou sendo a primeira a vesti-lo. Estou me sentindo ainda mais especial e única”.

O relato é da comerciante Lanaya Ribeiro, de 28 anos. Ela vai dizer o tão esperado “sim” ao seu esposo, Sérgio Rodrigues, 20. “É muito bom estar aqui para celebrar a nossa união. Isso é uma benção. O Casamento Comunitário foi um pontapé para a gente oficializar nosso relacionamento”, disse o autônomo.

A emoção também tomou de conta da Micaele Dias, 26, e seu esposo, Fernando Gabriel da Silva, 46. Grávida de seu primeiro filho, a cabeleireira revelou estar empolgada: “Eu estou me sentindo realizada. Toda mulher que estivesse no meu lugar se sentiria assim, principalmente com um casamento com tudo pago pelo governo. O meu sonho se realizou”.

“Quando eu estava descendo as escadas da Rodoviária do Plano Piloto e recebi o panfleto do Casamento Comunitário, aquilo foi um sinal de Deus. Foi uma emoção muito grande, porque a nossa condição financeira era zero. Não temos dinheiro. As expectativas de vida a partir de agora são as melhores possíveis”, disse o esposo Fernando.

Distrito Federal atinge 1 milhão de empregos formais com Novo Caged

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Dados de janeiro a agosto de 2024 mostram crescimento significativo no mercado de trabalho da capital do país

Brasília, 6 de outubro de 2024 – O Distrito Federal gerou mais de 34 mil empregos com carteira assinada de janeiro a agosto de 2024, ultrapassando a marca histórica de 1 milhão de empregos formais, conforme dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. O total de empregos formais no DF agora é de 1.002.416, um aumento considerável em relação aos 967 mil registrados em 2023. Em agosto de 2024, foram gerados mais de 4 mil novos postos de trabalho.

A vice-governadora Celina Leão destacou que os números refletem o trabalho do Governo do Distrito Federal (GDF) em promover emprego e renda. “É preciso qualificar, especialmente a população mais vulnerável, para que ela esteja preparada para as vagas criadas. Estamos fazendo a intermediação dessas vagas e apoiando o empreendedorismo, o que aquece a nossa economia e traz dignidade à população”, afirmou.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes, comemorou a conquista. “Alcançar a marca de 1 milhão de empregos formais é um marco histórico que demonstra a força da economia e o resultado das políticas públicas de desenvolvimento econômico. Esse resultado é fruto do empenho das empresas e do setor produtivo, que acreditam no potencial da nossa região”, disse.

O setor de serviços e de comércio é um dos mais importantes para movimentar a economia do DF | Foto: Geovana Albuquerque/ Agência Brasília

José Aparecido da Costa Freire, presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF), destacou a importância do setor de serviços e comércio para a economia local. Segundo ele, cerca de 40% dos empregos com carteira assinada provêm dessas áreas, que incluem informação, comunicação, alojamento e alimentação. Em agosto, o setor de comércio e serviços gerou 87,9% dos empregos.

Freire enfatizou a importância dos programas sociais do GDF, que promovem a inclusão e geram empregos. “Programas que oferecem cartões creche, gás e material escolar aumentam o poder aquisitivo das pessoas, gerando um giro na economia e contribuindo para a arrecadação do governo”, disse.

Mudanças de vida

Mikael Gomes Alves: “Os programas de qualificação do GDF são muito bons porque, além de serem gratuitos, ajudam a especializar. Eu comecei a fazer cursos gratuitos que o governo oferece na área administrativa” | Foto: Joel Rodrigues/ Agência Brasília

Para muitos, a conquista de um emprego formal representa uma mudança significativa. Mikael Gomes Alves, 22 anos, assistente administrativo, compartilha como um emprego estável impacta sua vida. “Quando era estagiário, não tinha tanta estabilidade. Agora, com um emprego formal, posso contar com um plano de saúde e planejar melhor minha vida financeira”, relata.

Rosângela Costa Gallo, 57 anos e analista de credenciamento, também faz parte do grupo de 1 milhão de pessoas com carteira assinada no DF. Após uma cirurgia de coluna, ela aproveitou o período de recuperação para se qualificar. “Foi um alívio conseguir um emprego após quase dois anos fora do mercado. Estou aprendendo muitas coisas novas e valorizando as oportunidades em minha faixa etária”, disse.

Programas de qualificação

No programa RenovaDF, os alunos aprendem noções de técnicas de alvenaria, carpintaria, elétrica, hidráulica, jardinagem, paisagismo, pintura, serralheria e segurança no ambiente de trabalho | Foto: Matheus H. Souza/ Agência Brasília

O GDF oferece diversos programas para capacitação profissional, como o QualificaDF, que promove cursos gratuitos nas áreas de agronegócio, comércio, serviços, saúde e informática. Outro programa, o RenovaDF, visa capacitar a população enquanto reforma espaços públicos, oferecendo auxílio de um salário mínimo, vale-transporte e seguro contra acidentes pessoais.

Após a conclusão dos cursos, os participantes são encaminhados para uma das 14 agências do trabalhador espalhadas pelo DF, facilitando a inserção no mercado de trabalho.

Obras de pavimentação trazem nova realidade para moradores do Itapoã

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Cinco quadras são beneficiadas com asfalto e drenagem, melhorando a mobilidade e qualidade de vida no Itapoã

Brasília, 6 de outubro de 2024 – A realidade de Valdilene Guedes, moradora da quadra 378 do Itapoã, mudou completamente. Onde antes havia lama e poeira, agora há uma amarelinha pintada no chão, símbolo da nova vida que as recentes obras de pavimentação trouxeram para a região. “Agora as crianças andam de patins e de patinete, e posso levar meu bebê no carrinho ao posto de saúde, o que era impossível antes”, comemora a terapeuta.

Assim como Valdilene, outros moradores do Itapoã celebram as melhorias. Nos últimos meses, cinco quadras receberam pavimentação, drenagem e calçadas, com um investimento de R$ 27 milhões. As quadras 378 e 379 já estão totalmente asfaltadas, enquanto nas quadras 202, 203 e 318, o processo de pavimentação está em andamento.

Dilson Bulhões, administrador regional, destaca que as obras vão além de melhorar a mobilidade. “Além de reduzir a lama e a poeira, a drenagem vai evitar alagamentos, melhorar a saúde pública e proteger o meio ambiente, prevenindo erosões”, afirma. Para ele, o impacto é significativo: “Para muitos, é apenas um asfalto, mas para a população local, isso representa qualidade de vida.”

“É muita felicidade. Parece ser simples para as pessoas que já têm, mas, para nós que não tínhamos, era algo que faltava muito”, diz Valdilene Guedes, moradora da quadra 378 do Itapoã, sobre a pavimentação

Júnior Carvalho, coordenador do Polo Leste do GDF Presente, reforça a importância dessas obras, citando também outras melhorias de mobilidade na região, como a duplicação da DF-250 e a inauguração do viaduto entre Paranoá e Itapoã. “Essas obras atendem reivindicações antigas da comunidade e são um marco para a região”, afirma.

Desde 2019, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem realizado diversas intervenções no Itapoã, beneficiando os 65 mil moradores. Entre as principais obras estão a pavimentação de trechos da Avenida Brasil e da marginal da DF-001, além da construção de retornos na DF-250. O viaduto Itapoã/Paranoá, inaugurado em abril, é a maior obra do Complexo Viário Saída Leste, com um investimento de R$ 95 milhões.

Além da infraestrutura viária, a região também foi contemplada com a nova rodoviária, que custou R$ 5,6 milhões e atende 30 mil pessoas. Outro projeto importante, a Feira Permanente, com 248 boxes e oito quiosques, está em andamento, atendendo a um desejo antigo dos moradores.

O pastor Elton Mendes, que mora e trabalha na região, também comemora as mudanças. “Antes, as ruas eram esburacadas e sofriam com alagamentos. Agora, a felicidade tomou conta do bairro. O povo está todo satisfeito com as melhorias”, conclui.

Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do DF garantem assistência intermediária e rápida à população

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As UPAs oferecem suporte essencial para casos de urgência moderada, evitando sobrecarga hospitalar

Brasília, 6 de outubro de 2024 – As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), geridas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), desempenham um papel crucial no Sistema Único de Saúde (SUS), oferecendo suporte imediato para casos de urgência moderada que não ameaçam diretamente a vida dos pacientes. As UPAs são recomendadas para tratar condições como pressão alta, febre elevada, fraturas, cortes, infartos e derrames, evitando que essas situações evoluam para quadros mais graves.

As UPAs utilizam um sistema de classificação de risco para organizar o atendimento de acordo com a gravidade dos casos. Esse processo é conduzido por um enfermeiro que, ao identificar os sintomas, encaminha o paciente conforme a urgência, priorizando os casos mais críticos. “As UPAs são uma estrutura intermediária entre as unidades básicas de saúde e os hospitais, sendo estratégicas para o atendimento ágil e eficaz”, destaca Francivaldo Soares, superintendente das UPAs do Distrito Federal.

Francivaldo reforça a importância de saber quando procurar uma UPA para garantir que o sistema de saúde funcione de maneira eficiente. “Ao buscar o atendimento correto, os pacientes ajudam a otimizar o fluxo nas unidades, assegurando que todos recebam o tratamento adequado no tempo certo”, acrescenta.

Casos em que se deve procurar uma UPA:

  • Parada cardiorrespiratória;
  • Dor no peito ou cardíaca;
  • Falta de ar ou dificuldade para respirar;
  • Convulsões;
  • Vômitos ou diarreias persistentes;
  • Vômitos com sangue;
  • Dor abdominal moderada a grave;
  • Dor de cabeça intensa;
  • Rigidez na nuca;
  • Queda súbita de pressão;
  • Pressão arterial elevada (160×100 MMHG ou mais);
  • Dor aguda;
  • Alergias severas;
  • Envenenamento;
  • Dor e inflamação dental.

Esse sistema integrado e organizado permite que a população receba o cuidado necessário e contribui para o bom funcionamento do SUS, oferecendo serviços de saúde de forma eficiente e acessível a todos.