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Programa de Mentoria para Transformação Digital é lançado no DF

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Iniciativa apoiada pela FAPDF busca modernizar micro e pequenas empresas industriais com soluções tecnológicas

Brasília, 4 de dezembro de 2024 – Foi oficialmente lançado nesta terça-feira (3) o Programa de Mentoria para Transformação Digital, promovido pela Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra-DF). O projeto, que conta com apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAPDF), busca impulsionar a digitalização de micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) industriais do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento (Ride). A FAPDF investiu R$ 900 mil na iniciativa.

O programa, que terá duração de seis meses, selecionou 60 empresas por edital e se organiza em cinco etapas principais, incluindo diagnósticos de maturidade digital, capacitações mensais, mentorias personalizadas e suporte técnico contínuo. O foco é preparar os empreendimentos para incorporar soluções tecnológicas capazes de aumentar sua competitividade e sustentabilidade no mercado atual.

Para Marco Antônio Costa Júnior, presidente da FAPDF, a transformação digital tornou-se uma necessidade estratégica. “Não é mais uma escolha, mas um caminho essencial para o crescimento empresarial e o fortalecimento da economia local”, destacou.

Jamal Jorge Bittar, presidente da Fibra, enfatizou a alta procura pela iniciativa: “Tivemos 72 inscrições para o evento de abertura, número superior ao de vagas. O programa prioriza micro e pequenas empresas industriais e dá atenção especial a mulheres empreendedoras.”

O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Leonardo Reisman, afirmou sua confiança no impacto do programa: “Os participantes estarão em excelentes mãos, pois os projetos da Fibra são reconhecidos pela qualidade e resultados.”

Ao término da mentoria, será elaborado um estudo para avaliar os impactos e destacar casos de sucesso, com a expectativa de que as empresas participantes integrem novas ferramentas digitais, adotem modelos de negócios inovadores e se conectem ao ecossistema local de inovação.

Além da Fibra, o comitê gestor do programa inclui parceiros como a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o Parque Tecnológico de Brasília (Biotic), o Sebrae-DF, a Finatec e a Universidade de Brasília (UnB).

Operação mira sonegação de ICMS em lojas de suplementos alimentares

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Auditores investigam fraudes financeiras em Águas Claras, Plano Piloto e Guará para garantir justiça tributária

Brasília, 4 de dezembro de 2024 – A Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF), por meio da Coordenação de Fiscalização Tributária (Cofit), iniciou na terça-feira (3) a operação Tributum Suplementum, voltada ao combate da sonegação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em comércios de suplementos alimentares. A ação concentrou-se nas regiões de Águas Claras, Plano Piloto e Guará.

Entre os principais focos da fiscalização estão o uso de máquinas de cartão de crédito e débito (POS) registradas em CNPJs de terceiros, prática que pode indicar triangulação financeira para ocultar receitas e driblar a tributação. Essas fraudes comprometem a igualdade no mercado e dificultam a arrecadação devida.

Os auditores também investigaram casos de diferentes CNPJs atuando no mesmo ponto comercial, irregularidades na emissão de notas fiscais e o uso de meios de pagamento vinculados a terceiros.

Nos últimos 12 meses, a Cofit identificou uma possível omissão de faturamento superior a R$ 1,07 milhão apenas nesse setor. A investigação, que pode alcançar até cinco anos anteriores, promete aumentar o crédito tributário recuperado.

“O combate à sonegação fiscal é essencial para criar um ambiente de negócios justo e minimizar a concorrência desleal. Buscamos trazer uma sensação de risco para aqueles que insistem em não cumprir suas obrigações”, destacou o coordenador da Cofit, Silvino Nogueira Filho.

Empresas flagradas em irregularidades poderão ser excluídas do regime do Simples Nacional, sujeitando-se a maior carga tributária e auditorias retroativas. Além disso, essas empresas podem ser suspensas do Cadastro Fiscal do Distrito Federal (CF/DF) e penalizadas conforme a lei.

O secretário de Economia, Ney Ferraz, reforçou a importância da operação:

“A fiscalização é um passo crucial para garantir um mercado equilibrado e preservar os direitos daqueles que cumprem suas obrigações fiscais.”

A operação Tributum Suplementum reafirma o compromisso do governo do DF em combater fraudes fiscais e assegurar recursos para políticas públicas que beneficiem a população.

A covardia federal: Lula penaliza as famílias e a dignidade do DF

É uma ação desumana e profundamente injusta. Não há outro termo que resuma melhor essa atitude do que covardia

Por Marli Rodrigues

O recente anúncio de redução no Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) expõe uma postura que vai além de qualquer justificativa técnica ou fiscal: é uma ação desumana e profundamente injusta. Essa decisão do governo federal impactará diretamente serviços essenciais que sustentam a sociedade brasiliense, como saúde, educação e segurança pública. Não há outro termo que resuma melhor essa atitude do que covardia.

O Fundo Constitucional não é apenas um repasse financeiro; é a espinha dorsal de políticas públicas que garantem atendimento médico, educação de qualidade e segurança nas ruas do DF. Sua diminuição ameaça diretamente a sobrevivência de famílias que já enfrentam desafios no acesso a esses direitos básicos. Crianças em escolas públicas, pacientes em hospitais e a população que depende do policiamento ostensivo estão à mercê de uma política que desconsidera as consequências humanas.

Além disso, a escolha desse momento para implementar tal ajuste é absolutamente inoportuna. Vivemos um contexto econômico fragilizado, no qual os serviços públicos se tornaram ainda mais essenciais para amparar os mais vulneráveis. Reduzir o FCDF agora é jogar famílias inteiras em situações de ainda maior precariedade.

A reação popular, no entanto, é inevitável. Brasília não aceitará passivamente que lhe sejam impostas medidas de tamanha arbitrariedade. Como bem pontuado, a cidade tem voz e conta com uma bancada federal que deve estar à altura dessa luta. Não se trata apenas de um embate político, mas de uma questão de respeito à dignidade de uma população que não pode ser ignorada.

Sob o grito de “Nenhum centavo a menos! O fundo constitucional é nosso”, o Distrito Federal deixa claro que não aceitará que seus direitos sejam sacrificados. Esse lema ecoa a indignação de todos que dependem de serviços públicos essenciais para viver com dignidade.

O governo federal precisa entender que ajustes fiscais não podem ser feitos à custa do bem-estar do povo. Brasília exige ser tratada com o respeito e a dignidade que merece. Caso contrário, a resposta virá não apenas das ruas, mas de toda uma estrutura social que não permitirá que direitos fundamentais sejam tratados como números em uma planilha de cortes.

O Distrito Federal resiste, e a luta por justiça não será silenciada. Essa covardia federal não passará despercebida, e a história cobrará daqueles que optaram por sacrificar o bem-estar coletivo em nome de ajustes frios, políticos e desumano.
Não aceitaremos nenhum centavo a menos!

Marli Rodrigues é presidente do Sindsaude-DF

Defesa do FCDF une políticos em Brasília; esquerda tenta sabotar o fundo

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Lideranças do PSD, MDB e outros partidos se nobilizam para manter repasses do Fundo Constitucional do DF

Da Redação

Em uma articulação política que visa garantir a manutenção das regras do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF), o presidente do PSD-DF, Paulo Octávio, confirmou o apoio do seu partido no Congresso Nacional. “Conversei com o governador Ibaneis Rocha e com o nosso presidente, Gilberto Kassab. O PSD vai estar ao lado de Brasília,” declarou Octávio.

Ele ressaltou a importância do FCDF, que este ano contribuiu com mais de R$ 24 bilhões para o orçamento do DF. “Estamos preparados para uma nova batalha em defesa de Brasília e convoco todos para nos ajudarem,” disse, mencionando também a colaboração do líder do governo no Senado, Otto Alencar (PSD-BA), com quem pretende discutir estratégias para evitar alterações no fundo.

O governador Ibaneis Rocha (MDB) expressou satisfação com o apoio recebido. “Estou conversando com Paulo Octávio desde a semana passada e recebi a notícia com muita alegria. Agradeço ao presidente Kassab e à bancada do PSD no Congresso,” afirmou Rocha, destacando a importância desse apoio para Brasília e para o Brasil.

Ibaneis Rocha também espera uma posição favorável de seu próprio partido, o MDB, bem como do PP, representado pela vice-governadora Celina Leão, e de outros partidos que compõem sua base de sustentação, como o Republicanos, União Brasil e PL, dos senadores Izalci Lucas e Damares Alves. “Tenho expectativa de apoio de todos esses partidos e também do apoio dos parlamentares que atualmente estão na oposição ao nosso governo,” explicou o governador.

Quando questionado sobre o papel de Celina Leão nas negociações, Ibaneis mencionou que ainda não havia discutido o assunto com ela, mas reconheceu sua experiência com o Congresso. Ele também enfatizou sua própria disposição para participar das articulações políticas. “Possuo muitos amigos construídos ao longo de minha carreira jurídica e durante minha gestão, sempre atendi aos pleitos dos deputados e senadores. Usarei todas as minhas relações e conhecimento jurídico para convencer os parlamentares,” concluiu.

A questão do FCDF continua sendo um ponto focal para a administração distrital, com movimentações políticas em curso para assegurar a estabilidade financeira e o desenvolvimento contínuo da capital federal.

A única orça política que não faz a defesa do FCDF é a esquerda e a extrema-esquerda, que estão usando a polêmica para fazer politicagem e críticas infundadas ao governo local.

Esquerda brasiliense trai o povo e mostra que é cúmplice contra o FCDF

Em vez de defesa, políticos de esquerda criticam Governo local e ignoram ameaça ao Fundo essencial do Distrito Federal

No coração da política brasiliense, uma questão se desenrola: a ameaça ao Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF). Ao invés de se posicionarem como guardiões dos interesses da população, alguns políticos de esquerda e extrema-esquerda no Distrito Federal optam por um cinismo político que pode custar caro aos serviços essenciais da capital.

Em vez de defender o FCDF, vital para financiar a segurança pública, a saúde e a educação, esses políticos praticam uma política de “quanto pior melhor”. Deputados distritais como Gabriel Magno, Chico Vigilante (ambos do PT), e Max Maciel (Psol), junto com a deputada federal Erika Kokay (PT) e a senadora Leila Barros (PDT), têm sido notórios por suas críticas injustas ao governo local. No entanto, quando se trata do FCDF, o silêncio ou a defesa fraca são a norma, não a exceção.

Adicionando-se a esse coro de omissão estão figuras como o ex-governador Rodrigo Rollemberg (PSB), Ricardo Cappelli, o braço direito do ministro Flávio Dino, e Leandro Grass (PV). Eles, que deveriam ser defensores do bem-estar do Distrito Federal, parecem mais interessados em aproveitar a situação para fazer politicagem do que em proteger os interesses da população que representam.

A proposta de alteração na correção do FCDF é vista por muitos como uma retaliação política do presidente Lula e seus aliados contra o DF, uma região onde o PT tradicionalmente não consegue apoio significativo. Em vez de se oporem a essa possível vingança, esses políticos escolhem o lado do governo federal, ignorando as consequências para os brasilienses.

É hora desses políticos de esquerda lembrarem que “político tem que ter lado” — e o lado deve ser o do povo que os elegeu. A defesa do FCDF não pode ser um tema secundário ou uma moeda de troca em jogos de poder. A segurança, a saúde e a educação do DF estão em jogo, e os representantes eleitos precisam refletir sobre a responsabilidade de defender esses serviços fundamentais.

O eleitorado do Distrito Federal merece mais do que discursos vazios e jogadas políticas. Em vez de críticas sem fundamento ao governo local, a esquerda brasiliense deveria se juntar na linha de frente com outros políticos de direta e de centro, defendendo o FCDF e, por extensão, a qualidade de vida de seus cidadãos.

A apatia e o oportunismo político devem dar lugar à ação e à defesa intransigente dos interesses da população. É tempo de escolher estar ao lado do povo do Distrito Federal, e não de agendas que visam retaliar a capital por suas preferências eleitorais.

Detran-DF faz o transporte do 20º coração para transplante em 2024

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Órgão veio de Londrina (PR), na tarde desta terça-feira (3), para ser transplantado no Distrito Federal

Na tarde desta terça-feira (3), a tripulação da aeronave do Departamento de Trânsito do Distrito Federal, Sentinela, participou mais uma vez do traslado de um órgão para transplante em parceria com a Central Estadual de Transplantes. Trata-se do 20º coração transportado este ano pela autarquia.

O órgão, vindo de Londrina (PR), chegou ao DF por um voo da Força Aérea Brasileira e, da Base Aérea de Brasília até o Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito Federal, no Cruzeiro, o traslado ficou sob a responsabilidade da equipe da Unidade de Operação Aérea do Detran-DF.

A parceria entre Detran-DF e a Central Estadual de Transplantes existe desde 2015 e tem garantido a agilidade necessária ao aproveitamento dos órgãos nos transplantes realizados no Distrito Federal. Até o momento, já foram transportados 76 corações pelo Detran-DF, sendo 20 só este ano, seis fígados, seis córneas e um rim.

“Sempre que acionados, agimos com a maior celeridade para atender ao chamado da Central de Transplantes, pois sabemos que cada segundo é muito importante nessa ação, já que o procedimento eficiente de captação e transporte do órgão influencia diretamente na qualidade do mesmo e no sucesso da cirurgia”, destaca o diretor-geral do Detran, Takane Kiyotsuka.

A autarquia tem colaborado para salvar muitas vidas tanto em ações em terra quanto no ar. Os responsáveis pelo voo de hoje foram o comandante Sergio Dolghi, o copiloto Ramon Chagas e o operador aerotático Fernando Avelar.

Deputados distritais criticam proposta de mudança no cálculo do FCDF

Eduardo Pedrosa (União Brasil) defendeu articulação com o Congresso Nacional para barrar a mudança

A possibilidade de mudança de cálculo do reajuste anual do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF), ideia defendida pelo governo federal, foi criticada nesta terça-feira (3) por deputados da Câmara Legislativa. Atualmente o FCDF é corrigido anualmente de acordo com a variação da receita corrente líquida da União. A ideia do governo federal é que o fundo seja reajustado anualmente de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

O deputado Pepa (PP) alertou para o impacto da medida no bolso dos servidores públicos. “Essa mudança vai inviabilizar as negociações de reajuste com a segurança pública, saúde e educação. Muitas carreiras serão comprometidas, principalmente no ano de 2025. Precisamos fazer com que o FCDF seja respeitado”, disse.

Para o deputado Hermeto (MDB), a mudança no cálculo do FCDF pode comprometer a segurança pública do Distrito Federal. “Estamos com menos de 10 mil homens na Polícia Militar. A projeção é muito triste, pois ficaremos impossibilitados de recompor o efetivo da PMDF se essa proposta de mudança no FCDF passar. Hoje saem mais policiais do que entram. Precisamos nos unir em defesa do fundo. Nós não temos grandes empresas ou turismo, como o Rio de Janeiro tem, e por isso precisamos desses recursos do fundo”, afirmou.

Eduardo Pedrosa (União Brasil) defendeu articulação com o Congresso Nacional para barrar a mudança. “O governador me ligou, conversamos e procurei o presidente nacional do União Brasil para buscarmos apoio para manter o nosso FCDF. Cada centavo do fundo conta para garantir as contas do Distrito Federal em dia. Os recursos são essenciais para que o DF continue avançando e honrando seus compromissos”, defendeu.

Iolando (MDB) concordou com o colega. “O FCDF é uma questão de sobrevivência, de vida ou morte para os servidores da saúde, educação e segurança. A população do DF corre o risco de perder seus direitos”, alertou.

Inimigos de Brasília tem nomes: Lula, Rollemberg, Cappelli e PT-DF

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Presidente, ex-governador, o PT-DF e o PSB-DF miram no coração financeiro de Brasília para um ataque retaliatório, prejudicando a população brasiliense

Em uma trama que mistura política, retaliação e o futuro do Distrito Federal, o presidente Lula da Silva, juntamente com o PT local, o ex-interventor e récem-chegado a Brasília Ricardo Cappelli, e o ex-governador Rodrigo Rollemberg (PSB), articulam uma manobra que pode abalar a economia e o bem-estar social da capital brasileira. O alvo? O Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF), vital para financiar setores essenciais como segurança pública, saúde e educação.

O presidente Lula, o PT do DF, e integrantes do PSB, com destaque para Rollemberg e Capelli, sob a influência de Flávio Dino, estão em uma campanha que muitos veem como uma tentativa de vingança contra Brasília. A proposta de alterar a correção anual do FCDF, passando da Receita Corrente Líquida da União para o IPCA, não é simplesmente uma reforma financeira, mas sim uma estratégia para diminuir o poder econômico e político da região, especialmente após derrotas eleitorais significativas do PT e do PSB.

O grupo acha que enfraquecendo o Distrito Federal, pode ter chances de viabilizar a eleição de Cappelli com apoio da esquerda e extrema-esquerda

O histórico de oposição do DF ao PT, somado à derrota humilhante de Rollemberg nas eleições de 2018 e 2022, cria um cenário propício para essa retaliação. A capital, que resistiu nas últimas eleições às políticas petistas, agora enfrenta um ataque que poderia ser lido como uma mensagem de descontentamento direcionada tanto à população quanto ao governo local, liderado por Ibaneis Rocha, que não segue a linha política do atual governo federal.

O grupo planeja lançar Ricardo Capelli ao GDF nas eleições de 2026. Mas já começa mal, prejudicando a população do DF para atingir seus objetivos escusos. O vale tudo da turma da esquerda é prejudicial para a sociedade e para a democracia em si.

Brasília tem uma população que não se deixa intimidar facilmente. A resistência à intervenção política sobre o FCDF pode vir de uma mobilização popular sem precedentes. A sociedade civil, ativa e consciente, juntamente com entidades representativas, precisa se unir para combater essa ameaça que visa não apenas o bolso, mas a dignidade e o futuro da cidade.

A preservação do FCDF vai além da necessidade de manter os serviços públicos; é uma luta contra a instrumentalização política que busca retaliação. A recusa à política “rasteira e subterrânea” proposta por esse grupo deve ser a bússola da ação brasiliense. A mobilização precisa ser contínua, forte e organizada, para que o DF não se torne uma vítima de vinganças partidárias.

O Distrito Federal está diante de uma encruzilhada onde a defesa do Fundo Constitucional se torna sinônimo de defesa da própria autonomia e desenvolvimento regional. É importante que a população e seus representantes não se dobrem a essas tentativas de retaliação política. Brasília deve continuar sendo um exemplo de como a unidade e a mobilização podem enfrentar e vencer as maquinações de interesses políticos de curto prazo.

Damares articula aliança entre CLDF e Congresso para defender FCDF

A iniciativa da senadora é mobilizar os parlamentares distritais para intensificar o diálogo com suas respectivas lideranças partidárias no Congresso Nacional

Na tarde desta terça-feira, a senadora Damares Alves (Republicanos) recebeu em seu gabinete os deputados distritais Roosevelt Vilela (PL) e Eduardo Pedrosa (União Brasil) para discutir estratégias relacionadas ao Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF).

A iniciativa da senadora é mobilizar os parlamentares distritais para intensificar o diálogo com suas respectivas lideranças partidárias no Congresso Nacional. Segundo Damares, será necessário um esforço concentrado para garantir a manutenção do FCDF.

“Cada distrital deverá buscar apoio junto às lideranças e parlamentares de seus partidos no Congresso. Vai ser um trabalho de corpo a corpo nos gabinetes de deputados e senadores”, explicou a senadora.

Damares também afirmou que conta com o apoio dos senadores Izalci Lucas (PL) e Leila Barros (PDT) para fortalecer a mobilização. “A ideia é que os distritais também compareçam ao plenário do Congresso para intensificar esse movimento. O temor é que o Fundo Constitucional seja utilizado como desculpa para inviabilizar os recursos de vez”, destacou.

Desde a última quinta-feira, Damares está em contato direto com outros deputados distritais para alinhá-los à estratégia. Segundo ela, convencer os parlamentares dos partidos Republicanos, União Brasil, PL e PSD é essencial para salvar o FCDF.

Os deputados distritais presentes no encontro reforçaram seu comprometimento. Roosevelt Vilela, que também é secretário da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (UNALE), afirmou que levará o tema para debate na próxima Conferência Nacional da UNALE, que ocorrerá no Rio de Janeiro.

Eduardo Pedrosa, presidente da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF) da Câmara Legislativa do Distrito Federal, destacou: “Estamos à disposição para contribuir com os impactos reais que podem acontecer na nossa capital.”

Escola Técnica Leste no Paranoá amplia oportunidades de formação no DF

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Novo centro educacional homenageia Sérgio Damaceno e oferecerá 480 vagas em cursos técnicos

Brasília, 3 de dezembro de 2024 – O governador Ibaneis Rocha inaugurou nesta terça-feira (3) o Centro de Educação Profissional – Escola Técnica Leste (CEP-ETL), no Paranoá. A unidade foi batizada em homenagem ao ex-administrador da cidade, Sérgio Damaceno, e contará com cursos voltados à formação técnica e profissional, como design de móveis, edificações, assistente administrativo, operador de computador e letras em Libras.

Mais do que uma obra, um investimento no futuro

Com área construída de 5.577 m², a escola recebeu investimento de R$ 17,3 milhões, financiados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Sua infraestrutura moderna inclui 12 salas de aula com capacidade para até 1.200 alunos por turno.

Escola tem uma área total de 5.577,39 m² | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Essa é a terceira escola técnica inaugurada pelo Governo do Distrito Federal (GDF) desde 2019, acompanhando as entregas em Brazlândia e Santa Maria. “Estamos combatendo a falta de mão de obra qualificada e trazendo esperança para os jovens, que muitas vezes não encontram perspectivas de crescimento”, afirmou o governador.

A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, destacou que os cursos foram escolhidos com base nas demandas do mercado de trabalho, atendendo áreas como construção civil, paisagismo e design de móveis. “Os cursos técnicos permitem que o estudante saia preparado para o mercado de trabalho e com ganhos de até 25% maiores do que aqueles sem essa formação específica”, explicou.

Preparativos para 2025

As atividades na Escola Técnica Leste Sérgio Damaceno estão previstas para começar em 2025. A diretora da unidade, Graça Honório, garantiu que os preparativos estão em andamento. “Nossa equipe está visitando outras escolas técnicas e recebendo apoio técnico para que possamos oferecer ensino de excelência”, disse.

O edital para o primeiro semestre já está aberto, com inscrições gratuitas até 6 de dezembro. Entre as 480 vagas disponíveis, 80 são destinadas a pessoas com deficiência. O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 30 deste mês.

Oportunidades transformadoras

A inauguração foi celebrada por moradores da região, como Andrey Nascimento, 19, que planeja cursar assistente administrativo. “Essa escola vai complementar minha formação e melhorar minha qualidade de vida, já que poderei estudar perto de casa”, disse.

Bárbara Rocha, 16, também está animada para se inscrever. “Quero cursar letras em Libras, porque inclusão social é essencial, ou design de móveis, que complementa o que aprendo com minha mãe, estudante de design de interiores”, comentou.

Para o professor de construção civil Marcelo Vilela, o curso de técnico em edificações é uma oportunidade única. “Será um diferencial para preparar nossos alunos para o mercado de trabalho na construção civil, uma das maiores indústrias da capital”, ressaltou.

Com a entrega da Escola Técnica Leste, o GDF reforça seu compromisso em oferecer educação de qualidade e em formar profissionais capacitados para atender às demandas do mercado de trabalho.