Sem coligações proporcionais, partidos enfrentarão dificuldades para atingir o coeficiente eleitoral e cumprir a cota feminina em 2026. Os parlamentares buscarão novos partidos para concorrer à reeleição









O ano de 2025 mal começou, e a disputa interna no Republicanos do DF para definir quem será o indicado pelo partido para ser vice na chapa de Celina Leão (PP) nas eleições de 2026 já virou um verdadeiro ‘saco de gatos’. O partido tem muitos interessados no cargo. Recentemente, com base em informações de fontes republicanas, este colunista havia informado que haveria três possíveis pretendentes, mas, para minha surpresa, esse número pode chegar a nove.
No cenário político atual, a legenda conta com uma senadora, três deputados federais e um distrital. Desses, apenas a senadora Damares Alves não demonstrou interesse na vaga. Ela inclusive já declarou apoio a Celina e afirmou que não se candidatará ao GDF para disputar contra sua amiga, como muitos propagadores de fake news têm espalhado. Segundo fontes do partido, todos os outros parlamentares estão se movimentando para garantir o apoio necessário e ser o escolhido. Além dos deputados titulares, os suplentes Paulo Fernando e o ex-distrital Delmasso, atual secretário da Família e Juventude, também manifestaram interesse em disputar a indicação do partido. Delmasso chegou a reclamar a este colunista por não ter sido mencionado na última vez que escrevi sobre o tema.
Quem também está de olho nessa vaga de vice são os líderes do Republicanos. O presidente da legenda no DF, Wanderley Tavares, deseja que os parlamentares continuem no Legislativo e que ele próprio seja o indicado. Caso não consiga, ele tentará emplacar seu irmão, pastor Egmar Tavares. Contudo, um nome de fora pode surgir nesse ‘saco de gatos’ republicano.
De acordo com fontes republicanas do Congresso Nacional, o líder da Igreja Universal do Reino de Deus e principal idealizador da criação do partido, bispo Edir Macedo, também estaria interessado na vaga de vice de Celina. Segundo aliados da Universal, o dono da segunda maior emissora de TV do Brasil, a Record, estaria avaliando a possibilidade de mudar seu domicílio eleitoral para o DF e usar sua influência dentro do partido para ser o escolhido. Se o bispo realmente decidir desembarcar em Brasília, a situação pode mudar. Resta saber se o grupo Ibaneis-Celina aceitará qualquer um dos indicados. Bom, até 2026 ainda tem muita coisa para acontecer. Até lá, a briga no ‘saco de gatos’ republicano vai seguir firme. Haja ração. Tomara que ninguém saia arranhado.

O primeiro sábado de fevereiro foi atípico em Brasília. A presença maciça de deputados e senadores para as eleições no Congresso Nacional movimentou a cidade. Todos queriam estar presentes. Como a escolha dos presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados é um jogo de cartas marcadas, os parlamentares apenas confirmaram o que já havia sido acordado entre a aliança partidária, que tinha como candidatos o senador Davi Alcolumbre (União-AP) e o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB).
No entanto, o que mais chamou a atenção foi o fato de que essa aliança tinha como principais avalistas o presidente Lula (PT) e o seu antecessor, Jair Bolsonaro (PL). A união do petista e do capitão para apoiar os candidatos do ‘Centrão’ evidencia que ambos não têm maioria no Congresso e estão reféns de seus líderes. A cena mais marcante dessa necessidade de Lula e Bolsonaro pedir a bênção aos congressistas foi o presidente recém-eleito do Senado, Davi Alcolumbre, receber uma sequência de ligações dos dois para ser cumprimentado.
Essa aliança em torno de Alcolumbre e Hugo Motta confirma que, para os políticos deste país, os interesses próprios vêm antes de tudo. E cadê aquele discurso bonito da campanha, de que o interesse do povo está acima de tudo? É por isso que digo e repito aos meus amigos e familiares, que ficam brigando por causa de política: não vale a pena. A volta de Davi Alcolumbre e a eleição de Hugo Motta são o reflexo da realidade da política brasileira. Primeiro vêm os interesses deles; o povo, que se ‘F04@’.

A bancada do DF no Congresso Nacional também fez parte dessa aliança. No Senado, os três representantes do DF votaram em Davi Alcolumbre. Na Câmara, os oito deputados federais confirmaram o favoritismo de Hugo Motta. Dessa vez, não houve ninguém defendendo Lula ou atacando Bolsonaro, ou vice-versa. Todo mundo simplesmente validou o acordo que culminou na eleição dos candidatos do ‘Centrão’. Agora que a eleição já passou, o jogo de cena para a plateia pode voltar.

O recesso legislativo da Câmara Legislativa do DF (CLDF) chegou ao fim. Na próxima terça-feira (4), os distritais estarão de volta aos trabalhos no plenário. A sessão inaugural será solene e espera-se a presença do governador Ibaneis ou de um representante do GDF. Para este ano, a CLDF estreia uma nova configuração da mesa diretora e terá novas comissões em funcionamento. No primeiro semestre, os distritais devem se debruçar sobre a revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) e outras propostas que ainda serão encaminhadas pelo Executivo. O PDOT deve ser a principal pauta da CLDF. O governo Ibaneis tem interesse em aprovar o projeto ainda neste ano, pois no ano que vem os distritais estarão mais focados nas eleições.

Considerado um dos distritais mais próximos de Ibaneis Rocha, o deputado Hermeto (MDB) volta a ocupar a liderança do governo na CLDF. Ele já tinha ocupado o posto no primeiro mandato de Ibaneis e agora terá a missão de emplacar os projetos de interesse do GDF. Hermeto contará com a ajuda do distrital Pepa (PP), que será o vice-líder do governo. Além de ser a voz do governo no plenário, Hermeto também terá a tarefa de rebater os discursos inflamados e ataques da oposição.
O antecessor de Hermeto, Robério Negreiros (PSD), deixou muito a desejar nesse quesito. Por diversas vezes, o GDF era atacado e Negreiros apenas observava, sem reação. Quando defendia, era porque alguém o forçava. Fora isso, a oposição dominava as críticas e ataques. Nos bastidores, o governo Ibaneis aposta todas as fichas no emedebista, esperando que ele consiga melhorar o diálogo entre a CLDF e o GDF. Muitos distritais da base atribuem os ruídos e percalços enfrentados pelo governo nos últimos dois anos à liderança de Negreiros.
Mistério da semana
* José Fernando Vilela é jornalista com especialização em marketing político e eleitoral. Já trabalhou em diversos órgãos públicos (GDF/CLDF/Câmara/Senado) e iniciativa privada. É editor-chefe, analista político e colunista do Expressão Brasiliense, e é presidente da ABBP – Associação Brasileira de Portais de Notícias – desde 2021. Apresenta o programa Viva a sua Cidade, de segunda a sexta, das 11h às 13h, na rádio Viva FM 101.3.
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As obras do Drenar DF, maior programa de captação e escoamento de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF), estão se aproximando do fim. A conclusão da escavação e a montagem dos túneis são as fases finais necessárias para garantir o funcionamento total do sistema de drenagem.
Atualmente, operários estão concentrados na escavação dos últimos 24 metros de solo rígido – etapa essencial para que o projeto avance. Concluída essa fase, outras ações importantes serão iniciadas, como a montagem das chapas do túnel liner, que garantirão a estrutura dos túneis, seguida pela injeção de solo-cimento, uma técnica que proporciona maior estabilidade à construção. Além disso, também será executado o concreto projetado, que vai revestir os túneis.
Com um investimento de R$ 180 milhões, o Drenar DF é o maior programa de captação e escoamento de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF) | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília
Com a conclusão dessas etapas, o Drenar DF estará pronto para operar de forma plena. Em janeiro, foi realizada a ligação de parte da nova infraestrutura de drenagem à rede antiga de captação, com a perfuração de dois dispositivos de derivação. A partir dessa conexão, a água da chuva cai na rede nova. Esse processo elimina o risco de sobrecarga do sistema antigo, uma vez que a maior parte da captação será direcionada para o sistema novo.
Com um investimento de R$ 180 milhões, o Drenar DF é o maior programa de captação e escoamento de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF). O projeto duplicará a capacidade de escoamento da Asa Norte sem modificar a rede existente, dando fim a enchentes recorrentes em todo o período de chuvas.
A rede de tubulação começa na altura da Arena BRB Mané Garrincha e vai até o Lago Paranoá, seguindo em paralelo às quadras da Asa Norte 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando a W3 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte, e chega à L4 Norte.
Com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), a Cia Bailarinos de Brasília (CBB) abriu inscrições para a Escola de Formação em Ballet Clássico, voltada a crianças e jovens de 8 a 12 anos. O grupo também formará o corpo de baile profissional do DF – este, aberto a bailarinos profissionais.
“Abrir as inscrições para a Escola de Ballet Clássico é mais uma vitória deste Governo do Distrito Federal, que tanto apoia a cultura. Queremos ter novamente um corpo de baile profissional, algo que sempre foi referência para os bailarinos do DF e acabou. No ano passado, nós começamos um processo seletivo para fazermos as reformas necessárias no Centro de Dança e voltaremos a ter um espaço adequado para os nossos bailarinos dançarem. Ter a escola é um passo muito importante”, destaca a vice-governadora Celina Leão.
Os interessados em conseguir uma vaga na Escola de Formação devem preencher um formulário on-line e comparecer à seletiva presencial no próximo dia 8, no Centro de Dança do Distrito Federal (ao lado do Teatro Nacional), das 16h às 19h. Serão selecionadas 90 crianças.
“A maioria dos grandes bailarinos vem de uma população de baixa renda. A gente precisa tornar isso acessível, temos grandes talentos nas periferias do Brasil”
Paula Nóbrega, diretora-geral da Cia Bailarinos de Brasília
No curso, elas terão formação gratuita em técnicas de ballet clássico, preparação física para dança, dança contemporânea, danças folclóricas, ritmo, musicalidade, história da dança, expressão, performance artística e francês aplicado à dança. A duração do projeto é de 5 meses, com início em 10 de fevereiro, e aulas cinco vezes por semana, no período matutino – das 8h30 às 12h – ou vespertino – das 15h30 às 19h.
“A nossa ideia com esse projeto de formação é atender crianças entre 8 e 12 anos, que é uma idade que a gente entende que consegue implementar de fato o ensino do ballet clássico”, explica a diretora-geral da Cia Bailarinos de Brasília, Paula Nóbrega, que ainda ressalta a importância de oferecer o curso gratuitamente: “Historicamente, a maioria dos grandes bailarinos vem de uma população de baixa renda. A gente precisa tornar isso acessível, temos grandes talentos nas periferias do Brasil.”
Já os bailarinos profissionais que desejam compor o corpo de baile do DF participaram das audições no sábado (1º) e no domingo (2), das 10h às 13h, no Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul). No primeiro dia, eles mostraram técnicas de ballet clássico e variação de repertório. No segundo, foi a vez do contemporâneo e pas de deux.
Foram 11 vagas para mulheres e cinco para homens. Os aprovados terão aulas com Luis Ruben Gonzalez e precisarão se reunir de segunda a sexta-feira, das 14h30 às 20h30, e aos sábados em horário a definir. Inicialmente, o contrato é de seis meses, com possibilidade de renovação por mais seis.
O grupo se dedicará à montagem de espetáculos de alto nível, como O Quebra-Nozes, O Lago dos Cisnes e Dom Quixote, além da criação de novas produções artísticas. “O corpo de baile é o sonho de qualquer bailarino, estar em uma companhia profissional. Nós tivemos grandes nomes [em Brasília], mas, efetivamente, nunca tivemos um corpo de baile profissional na cidade, e estamos falando da capital do Brasil”, arremata Paula Nóbrega.
Da Redação
O deputado federal Hugo Motta, do Republicanos-PB e atual presidente da Câmara dos Deputados, informou que a pauta da anistia para os envolvidos no episódio de 8 de janeiro será incluída nas reuniões com lideranças políticas nos próximos dias. As declarações foram feitas durante entrevista coletiva em veículos de imprensa na Paraíba. Hugo Motta foi eleito presidente da Casa no sábado (1º), contando com o apoio do PT, PL e de outros 16 partidos.
Segundo o parlamentar, o tema deverá ser discutido com participação dos líderes, garantindo um debate que evite excessos para qualquer dos lados. O deputado ressaltou ainda que o ex-presidente da Câmara, Artur Lira (PP-AL), instaurou uma comissão especial para o debate do assunto.
Hugo Motta também abordou as pautas de costumes, como a questão do aborto, afirmando que esses temas não devem ter prioridade no Congresso, pois tendem a dividir o país sem gerar benefícios imediatos. Ele destacou que, embora o debate sobre tais questões possa ser interessante, a atenção do legislativo deve ser direcionada para temas com impacto mais direto na sociedade.
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A ex-deputada Eurides Brito (DF) morreu nesta segunda-feira (3) em Brasília (DF) aos 87 anos. Eurides Brito foi deputada federal de 1991 a 1993. Ela também foi deputada distrital por duas vezes (de 1999 a 2002, e de 2003 a 2006) e secretária de Educação do Distrito Federal.
Nascida em Capanema (PA), Eurides era professora graduada em pedagogia, história e geografia. Antes de entrar na política, ela deu aula em diversas escolas e faculdades e escreveu vários livros sobre educação.
Na Câmara dos Deputados fez parte de diversos colegiados, entre eles, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou irregularidades na Previdência Social em 1991 e a comissão especial criada para fiscalizas os atos do Poder Executivo em 1992.
Da Redação
Está em risco a divulgação do resultado do Concurso Nacional Unificado (CNU) prevista para esta terça-feira (4). O Ministério Público Federal (MPF) recebeu denúncias sobre irregularidades no cumprimento das cotas raciais e, em resposta, recomendou a suspensão da publicação dos resultados até que as questões levantadas sejam devidamente esclarecidas e resolvidas.
A recomendação do MPF baseia-se em uma investigação que identificou falhas no processo de enquadramento e heteroidentificação dos candidatos autodeclarados pretos e pardas, comprometendo assim a isonomia e a transparência do concurso.
De acordo com informações disponíveis na web, o MPF apontou que a banca examinadora, a Fundação Cesgranrio, não notificou adequadamente os candidatos reintegrados, o que poderia prejudicar a equidade entre os concorrentes. Além disso, houve uma falta de fundamentação nas decisões de enquadramento, com os candidatos não enquadrados nas cotas raciais não tendo acesso aos pareceres motivados que justificassem tais decisões.
A investigação também destacou o atraso na divulgação dos nomes dos avaliadores responsáveis pela heteroidentificação e a não conformidade com o critério judicial de que, em caso de dúvida razoável sobre a identidade racial do candidato, deve prevalecer a autodeclaração.
A recomendação é de que a suspensão se mantenha até que sejam reavaliados os candidatos que tiveram suas identificações raciais indeferidas, garantindo assim o direito ao contraditório e à ampla defesa. Postagens na plataforma X indicam um sentimento de frustração entre os candidatos, com alguns expressando esperança de que a recomendação não seja acatada, enquanto outros reconhecem a necessidade de justiça e correção no processo.

Por Raimundo Ribeiro
O Fluminense recebeu o Boa Vista precisando da vitória para se aproximar do G4.
Ainda fazendo experiências na defesa, com um meio campo formado por 2 volantes (Bernal e Hércules), e 2 meias Árias e Isac, tendo Cano e Keno na frente, o Fluminense imprensava o adversário no seu campo ofensivo mas errava muitos passes, e com isso não conseguia criar oportunidades.
Aos 32 minutos Keno perde a melhor oportunidade, dentro da pequena área.
É incrível a falta de comprometimento do time com a vitória, pois toca a bola vendo o tempo passar como se não tivesse obrigação de ganhar o jogo.
Resumo da ópera: o Fluminense tem a posse da bola, mas os passes errados no campo ofensivo impedem a continuidade das jogadas, e quando está sem a bola, não consegue retomá-la no campo ofensivo porque os jogadores se posicionam errado.
Voltamos para o segundo tempo com Riquelme, saindo Isac e a primeira oportunidade é do Boa Vista.
Com 2 minutos Riquelme mostra o cartão de visitas, criando a primeira boa oportunidade.
Aos 5 minutos Keno cria mais uma boa oportunidade.
Aos 11 minutos o goleiro faz milagre defendendo chute de Ignácio.
Aos 12 minutos, o Boa Vista faz 1×0 num contra ataque rápido, pela avenida lateral esquerda.
Aos 20 minutos entram Canobio e Lelê, saindo Bernal e Keno.
Saem também Renê e Cano, entrando Fuentes e Serna.
A sucessão de passes errados no campo ofensivo continua, e quando acerta o passe, erra a finalização.
Aos 38 minutos Riquelme faz um lançamento de cinema para Fuentes que deixa Samuel Xavier na cara do gol para empatar a partida.
Nos 7 jogos que disputou até agora, o time não mostrou padrão tático ofensivo, jogadas ensaiadas, mas ao contrário, mostrou uma falta de comprometimento com a razão do futebol que é a vitória.
Essa mentalidade conformista, sem ambição de títulos é incompatível com a grandeza do Fluminense cuja história é caracterizada pela ambição de títulos.
Este resultado representa também um desrespeito com os 8 mil torcedores, que num absurdo final de noite domingo se sacrifica para acompanhar seu time, e se depara com esse quadro deprimente.
Inconcebível que após 7 rodadas, só ganhamos 1 partida.
Cabe a diretoria do Fluminense esclarecer o que deseja na temporada, principalmente a comissão técnica, ao treinador e aos jogadores.
Com tudo que já se viu neste ano, temos um sistema defensivo deficiente, principalmente nas 2 laterais, volantes que não cobrem os espaços nas laterais, e não imprimem velocidade quando retomam a bola, um meio campo que só cria em jogadas individuais de Árias e Riquelme, e com isso os atacantes desaparecem.
Sob o aspecto individual, é óbvio que a zaga titular é Tiago Silva e Thiago Santos, a lateral esquerda é de Fuentes, e Riquelme é titular absoluto, no meio.
Sob o aspecto tático, é necessário treinar o apoio dos 2 laterais, a manutenção de 2 volantes para proteger a zaga, dar velocidade à partida, e quando atacado, cobrir as laterais.
Treinar também a marcação alta, melhorando o posicionamento dos atacantes, e com isso, é possível que o time reencontre o caminho das vitórias.
Na próxima quarta feira às 21:30 horas enfrentaremos o Vasco, em Brasília, em busca da vitória.
Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺
Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor
Da Redação
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) divulgou nesta segunda-feira (3) o edital do concurso público para ingresso no Curso de Formação de Oficiais (CFO), oferecendo 147 vagas, das quais 49 são de provimento imediato e 98 para cadastro reserva. As inscrições estarão disponíveis a partir das 10h do dia 24 de março até às 18h do dia 23 de abril de 2025.
Remuneração:
Cadete do 1º ano: R$ 8.007,76.
Aspirante-a-Oficial PM (após formação): R$ 14.451,93.
Tenente do Quadro de Oficiais Policiais Militares: R$ 17.034,85.
Fases do Concurso:
Sindicância de vida pregressa e investigação social (eliminatório).
Avaliação psicológica (eliminatório).
Exames médicos (eliminatório).
Teste de aptidão física (eliminatório).
Prova discursiva (eliminatório e classificatório).
Provas objetivas (eliminatório e classificatório).
As provas objetivas e discursivas estão marcadas para o dia 1º de junho, sob a organização do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). A divulgação do resultado da prova discursiva e a convocação para o teste de aptidão física ocorrerão em 13 de agosto.
Requisitos:
Nacionalidade brasileira.
Quitação com as obrigações do serviço militar (para homens).
Conclusão de curso superior reconhecido pelo MEC até a data da matrícula.
Idade mínima de 18 anos até a matrícula.
Idade máxima de 30 anos até o último dia de inscrições, com exceção para os policiais militares da ativa.
Quitação com as obrigações eleitorais.
Altura mínima de 1,65m para homens e 1,60m para mulheres.
Não ser ex-aluno de estabelecimento de ensino militar, policial ou bombeiro desligado por motivos disciplinares.
Não ter sido dispensado das Forças Armadas ou Auxiliares por motivos incompatíveis com a entrada no curso de formação.
Distribuição das vagas:
Providência imediata: 49 vagas (39 para ampla concorrência, 10 para pessoas pretas e pardas).
Cadastro reserva: 98 vagas (78 para ampla concorrência, 20 para pessoas pretas e pardas).