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GDF é premiado por ações de combate à insegurança alimentar

Premiação foi concedida apenas a três unidades da federação que cumpriram as metas estabelecidas pela organização da sociedade civil Ação da Cidadania

Os avanços na garantia da segurança alimentar e nutricional e combate à fome levaram o Distrito Federal a ser uma das três localidades do Brasil a ser reconhecida com o Selo Betinho. A premiação é concedida pela Organização da Sociedade Civil (OSC) Ação da Cidadania em reconhecimento aos esforços dos governos locais na implementação de ações e políticas públicas na área.

A honraria foi entregue na manhã desta terça-feira (1º) ao governador Ibaneis Rocha em solenidade no Palácio do Buriti. “Esse realmente é um momento muito especial para a nossa cidade e só foi possível graças à integração de todas as equipes. Esse trabalho é feito de forma coordenada exatamente para chegar nas pessoas que mais precisam”, destacou Ibaneis Rocha. “Esse era um projeto de vida meu e da Mayara [Noronha Rocha, primeira-dama do DF] de poder estar atendendo as pessoas que mais precisam. Aqui no DF estamos conseguindo fazer isso com diversos programas”.

R$ 1,3 bilhão

Valor investido atualmente na assistência social do Distrito Federal

O chefe do Executivo local elencou as principais ações do GDF para combater a insegurança alimentar. “Nós tínhamos um programa no Distrito Federal que era quase humilhante, que atendia até sete mil pessoas com cestas básicas. Mas tivemos a ideia com a pandemia de criar o Cartão Prato Cheio que hoje atende 100 mil famílias no DF. Outro ponto de referência é que os restaurantes comunitários só serviam a refeição do almoço e cobravam R$ 3. Nós reduzimos o preço para R$ 1 e colocamos de segunda a segunda – porque não funcionava aos domingos e feriados – e implantamos o café da manhã e o jantar por R$ 0,50, garantindo assim as três refeições necessárias ao custo de R$ 2”, apontou.

Mayara Noronha Rocha: “Nós estamos trabalhando para conseguir avançar cada vez mais o acesso à alimentação, que nunca falte no básico na casa de cada brasiliense”

Ibaneis Rocha apontou ainda a expansão no investimento do governo na área social como um dos fatores que levou o DF a conquistar o Selo Betinho. “O gasto com o atendimento à comunidade era de R$ 200 milhões em 2018 e hoje estamos gastando R$ 1,3 bilhão na assistência social do Distrito Federal. Tivemos um acréscimo de mais mil servidores nas secretarias que atendem à comunidade. Graças ao trabalho de contratação de novos profissionais e melhoria dentro da rede de alimentação do DF, conseguimos galgar esse posto que nos deixa muito felizes”, afirmou.

“Não é à toa que o DF recebe essa premiação. Todos nós sabemos o quanto o GDF tem conseguido e viabilizado as compras do Pnae e da Cesta Verde, e de tantas outras ações que vêm sendo trabalhadas que coroam o Distrito Federal”

Lilian Rahal, secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério de Desenvolvimento e Assistência Social, Familia e Combate à Fome

A secretária de Desenvolvimento Social e presidente da Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan-DF), Ana Paula Marra, reforçou a fala do governador. “Esse prêmio não é da Sedes. É de um governo integrado que trabalha em conjunto para que a gente possa alcançar nossos objetivos. Aqui não estamos tratando apenas de combate à fome, mas de alimentação adequada e de qualidade para que as pessoas possam estar nutridas. Não tenho dúvidas que isso só está sendo possível porque o governo triplicou o investimento nas áreas sociais e, por isso, temos conseguido alcançar as pessoas que mais precisam”, completou.

A primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha, destacou o orgulho do DF aparecer no topo entre as 27 unidades da federação no quesito alimentação. “É certamente um orgulho, não só para a gestão, mas para todos que aqui residem”, afirmou.

“Ver as políticas de segurança alimentar que desenvolvemos neste GDF serem reconhecidas pelo Selo Betinho é ter a certeza de que estamos cuidando de quem mais precisa”

Celina Leão, vice-governadora do DF

“O resultado é um somatório de ações. Temos os restaurantes comunitários com as três refeições, a redução do valor e acesso facilitado e temos o maior movimento de solidariedade voltado para a alimentação. Através do Solidariedade Salva são toneladas de alimentos a cada grande evento. Certamente é mais comida sendo acessada por aqueles que mais precisam. Nós estamos trabalhando para conseguir avançar cada vez mais o acesso à alimentação, que nunca falte no básico na casa de cada brasiliense”, defendeu a primeira-dama.

“Ver as políticas de segurança alimentar que desenvolvemos neste GDF serem reconhecidas pelo Selo Betinho é ter a certeza de que estamos cuidando de quem mais precisa. É um trabalho articulado, resultado do comprometimento, organização e vontade política para colocá-las em prática e fazê-las chegar a quem mais precisa”, acrescentou a vice-governadora Celina Leão.

Reconhecimento nacional

A gerente de Políticas Públicas da OSC Ação da Cidadania, Mariana Macário, destacou ações do GDF que resultaram na concessão do selo, em especial o apoio ao desenvolvimento da agricultura familiar, o apoio às cozinhas solidárias e a política de educação alimentar

Apenas três unidades da federação atenderam aos critérios exigidos pelo selo de cumprir 70% das 36 metas criadas pela OSC em parceria com o Instituto Comida do Amanhã. Além do DF, foram premiados Belo Horizonte, em Minas Gerais, e Curitiba, no Paraná. O resultado veio a partir de uma pesquisa quantitativa e documental, que analisou dados e documentos comprobatórios em três eixos: Adesão ao Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan), Políticas Públicas, incluindo ações emergenciais, e Transparência.

“São muitos motivos que levaram a gente a conceder o selo ao Distrito Federal. A avaliação é bem completa, porque são 36 metas avaliadas [em três eixos]”, explicou a gerente de Políticas Públicas da OSC Ação da Cidadania, Mariana Macário. “Queria destacar o apoio ao desenvolvimento da agricultura familiar, o apoio às cozinhas solidárias e a política de educação alimentar. Esses são três destaques que temos aqui no Distrito Federal. Parabenizo toda a gestão e dizer que o selo tem duração de um ano. Esperamos que vocês sirvam de exemplo para outros municípios e continuem avançando”.

A secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério de Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Lilian Rahal, destacou que o DF está entre as três unidades da federação com mais ações coordenadas e simbólicas de segurança alimentar.

“Essa premiação é para compor e dar visibilidade cada vez mais para essas ações de segurança alimentar bem efetivadas. Não é à toa que o DF recebe essa premiação. Todos nós sabemos o quanto o GDF tem conseguido e viabilizado as compras do Pnae e da Cesta Verde, e de tantas outras ações que vêm sendo trabalhadas que coroam o Distrito Federal. Que sigamos juntos em prol da segurança alimentar e nutricional da população do DF e do nosso país também”, ressaltou Lilian Rahal.

Iniciativas

Criado em 2021, o Cartão Gás é um auxílio financeiro em parcelas bimestrais de R$ 100 para aquisição de botijões de gás liquefeito de petróleo (GLP) de 13 kg para uso doméstico | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Desde 2019, este GDF tem fortalecido e criado programas para expandir o acesso à alimentação regular e de qualidade no Distrito Federal. Entre as ações está a implementação dos cartões Prato Cheio, que concede benefício de R$ 250 por mês a famílias em vulnerabilidade social para compra de alimentos, e Gás, um auxílio financeiro em parcelas bimestrais no valor de R$ 100 para aquisição do gás para uso doméstico. Os dois programas juntos já beneficiaram mais de 170 mil famílias.

O Selo Betinho foi criado no ano passado com o objetivo de divulgar as políticas públicas e ações interessantes que podem ser referência no combate à fome para outras cidades

Além disso, o governo ampliou o programa de restaurantes comunitários, com a inauguração de novas unidades, o aumento do número de refeições oferecidas e o fornecimento de alimentação gratuita a pessoas em situação de rua. Atualmente, o DF conta com 18 unidades, destas, 13 funcionam todos os dias – incluindo domingos e feriados – e contam com três refeições ao valor total de R$ 2 (sendo R$ 0,50 o café da manhã, R$ 1 o almoço e R$ 0,50, o jantar).

Por meio da agricultura familiar, o DF também garante acesso à alimentação a famílias vulneráveis. É o caso do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), uma política executada pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri), que prevê a compra de itens produzidos por pequenos produtores locais, para destinação a entidades socioassistenciais, cadastrados nos equipamentos de segurança alimentar, como o Banco de Alimentos das Centrais de Abastecimento (Ceasa).

“É um incentivo para o pequeno produtor fazer parte dessa cadeia produtiva”, afirma Roberto Ferreira, agricultor familiar beneficiado pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA)

Entre 2019 e 2024, o PAA recebeu investimentos de R$ 11.567.193,01 do GDF para adquirir 2.633.373,25 kg de alimentos produzidos pelos agricultores locais. Esses números garantiram comida à mesa de 1.304 entidades sociais, totalizando 333.450 beneficiários.

O produtor e agricultor Roberto Ferreira, 63 anos, é um dos beneficiados. Por meio do PAA, ele garante a própria renda com a comercialização da mandioca produzida em sua propriedade em São Sebastião, ao mesmo tempo em que ajuda outras famílias. “Estamos no cadastro do PAA, inclusive, agora vão começar as entregas. É um incentivo para o pequeno produtor fazer parte dessa cadeia produtiva. Creio que o pequeno agricultor está sendo beneficiado financeiramente pelos órgãos públicos, que nos dão assistência e também beneficia as pessoas que têm acesso aos alimentos”, comentou.

Por meio do Pnae, mais de 5,3 mil produtores familiares já contribuíram com a refeição de mais de 400 mil estudantes da rede pública de ensino | Foto: Tony Oliveira/ Agência Brasília

Outro exemplo é o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que garante refeições saudáveis para os alunos da rede pública vindos da agricultura familiar. Entre 2019 e 2024, o Pnae contou com a participação de 5.325 produtores familiares e atendeu mais de 400 mil estudantes em 697 escolas.

O GDF conta também com o programa Solidariedade Salva, coordenado pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais. Desde o início, a ação já arrecadou mais de 200 toneladas de alimentos não perecíveis para serem doados a famílias em situação de vulnerabilidade.

Premiação

Fundada pelo sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, a Ação da Cidadania foi criada em 1993 e é considerada referência em ações de combate à fome e à miséria no Brasil. A certificação foi criada no ano passado pelo instituto com o objetivo de divulgar as políticas públicas e ações interessantes que podem ser referência no combate à fome para outras cidades. A premiação tem validade de um ano e o processo de avaliação é voluntário, sem custos para as cidades participantes.

Ação educativa comemora os 28 anos da faixa de pedestre em Brasília

Agentes de trânsito do DER e integrantes da Companhia Teatral Caixa Cênica participaram da iniciativa nesta terça (1º), no Pistão Sul

A faixa de pedestres no Distrito Federal completa 28 anos neste 1º de abril. Desde então, vidas têm sido poupadas por meio do uso desse equipamento, que teve origem em Brasília e inspirou outros estados a adotá-lo. Para celebrar esta data, o Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) realizou, na manhã desta terça-feira, uma campanha educativa na Estrada Parque Contorno (DF-001), na altura do km 12, no Pistão Sul. A iniciativa contou com a participação de agentes da Diretoria de Educação do órgão e teve o objetivo de manter e reforçar a cultura de respeito à travessia na faixa de pedestres.

Agentes do DER-DF promoveram uma campanha educativa em comemoração aos 28 anos da faixa de pedestre no Distrito Federal | Foto: Jonathas Corrêa/DER-DF

Durante a ação, agentes do DER orientaram pedestres, motoristas, ciclistas e motociclistas sobre a importância do respeito à travessia segura proporcionada pela faixa de pedestres. “Ficamos satisfeitos em realizar este trabalho para manter Brasília como referência no respeito à faixa de pedestres, que, desde 1997, torna a vida de todos os envolvidos no trânsito mais segura. Isso é resultado do trabalho educativo realizado pelo DER e da conscientização da população brasiliense”, destacou o agente de trânsito rodoviário Gustavo Estevam.

Educação e cultura

“Trabalhamos todos os dias para tornar o trânsito mais seguro, especialmente para os pedestres, que são os mais vulneráveis, e para os demais modais”

Fauzi Nacfur Junior, presidente do DER-DF

Durante a ação educativa, atores da Companhia Teatral Caixa Cênica encenaram uma apresentação inspirada no icônico grupo musical The Beatles. Em 1969, a banda gravou o álbum Abbey Road, cuja capa mostra John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr atravessando uma rua de Londres – que inspirou o título do disco – em uma faixa de pedestres.

O ator Matheus Toledo, que integra a companhia de teatro contratada pelo DER em 2024 para realizar apresentações teatrais diárias em escolas públicas e particulares do DF, representou o guitarrista George Harrison na atividade. Ele demonstrou satisfação em participar da campanha e reforçar a importância da travessia segura.

“Os 28 anos da faixa de pedestres em Brasília são motivo de comemoração, porque quem é da cidade já faz o chamado ‘sinal de vida’ antes de atravessar. Dessa forma, ensina a quem vem de outros lugares do Brasil como agir corretamente para uma travessia segura”, afirmou o artista.

A banhista em pet shop Ana Maria Silva, de 21 anos, usar a faixa aumenta a sensação de segurança do pedestre. Para ela, o respeito à sinalização é essencial para evitar acidentes: “Me sinto muito mais segura ao atravessar na faixa. Às vezes, percebo que algumas pessoas têm pressa e tentam atravessar de qualquer jeito para não se atrasarem. Mas a existência dessa faixa aqui nos dá mais segurança”.

Quem concorda é a ajudante de cozinha Ana Lúcia Freitas, 35 anos, que utiliza a faixa diariamente há sete meses para ir e voltar do trabalho: “Percebo que a maioria dos motoristas freia para que possamos atravessar”.

O DER-DF promove campanhas e ações de educação e fiscalização para reforçar a importância do respeito às leis de trânsito. “Trabalhamos todos os dias para tornar o trânsito mais seguro, especialmente para os pedestres, que são os mais vulneráveis, e para os demais modais. Para isso, contamos com a nossa Escola Vivencial de Trânsito, a Trânsitolândia, que mostra às crianças como o respeito no trânsito salva vidas. Elas compartilham esse aprendizado com suas famílias e amigos, contribuindo para formar cidadãos mais conscientes no futuro. Além disso, nossos agentes realizam fiscalizações e ações educativas nas rodovias, garantindo que as normas de trânsito sejam cumpridas”, afirmou o presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur Junior.

Ele também destacou a importância da cooperação entre os órgãos do Governo do Distrito Federal na preservação de vidas: “Nós ficamos muito satisfeitos em fazer parte de um time tão comprometido com a segurança no trânsito e a preservação de vidas”.

GDF amplia Cartão Prato Cheio e beneficia mais 30 mil famílias

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Programa dobra tempo de concessão do benefício para 18 meses e reforça segurança alimentar no DF

Brasília, 1 de abril de 2025 – O governador Ibaneis Rocha anunciou a ampliação do programa Cartão Prato Cheio, incluindo mais 30 mil famílias entre os beneficiários e dobrando o período de concessão do auxílio, que passará de nove para 18 meses. Com a medida, o programa passa a atender 130 mil famílias no Distrito Federal.

A iniciativa foi divulgada durante a solenidade de outorga do Selo Betinho, concedido ao DF pelo compromisso com a segurança alimentar e nutricional. “Não vamos mais segurar a fila do Prato Cheio. Autorizei a inclusão de mais 30 mil famílias e a ampliação do prazo para garantir que essas pessoas sejam atendidas”, declarou o governador.

Criado em 2020 durante a pandemia, o programa consiste na concessão de R$ 250 mensais para a compra de alimentos, oferecendo uma alternativa mais digna à distribuição de cestas básicas. Desde sua implementação, já beneficiou 650 mil famílias e recebeu R$ 900 milhões em investimentos.

Expansão e impacto social

A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, destacou que a ampliação atende a uma necessidade frequente dos beneficiários. “Muitas famílias que finalizam os nove meses do programa procuram novo atendimento para serem reinseridas. Com essa medida, garantimos um suporte mais duradouro para que possam sair da insegurança alimentar”, explicou.

Ana Paula Marra explica que o novo prazo do Prato Cheio possibilita que as família saiam da insegurança alimentar e nutricional no tempo de vigência do benefício | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

O Cartão Prato Cheio cresceu significativamente desde sua criação. Em 2020, atendeu 30 mil famílias por três meses. Em 2021, ampliou o prazo para seis meses, beneficiando 40 mil famílias. Em 2022, a concessão passou para nove meses, atendendo 87 mil famílias, e o número aumentou para 100 mil em 2023 e 2024. Agora, além da inclusão de mais beneficiários, o auxílio passa a ter duração de 18 meses.

Investimentos e alcance do programa

O orçamento do Prato Cheio tem crescido anualmente. Em 2021, foram investidos R$ 51 milhões. Já em 2024, os recursos destinados ao programa chegaram a R$ 292 milhões.

As famílias beneficiadas estão concentradas principalmente em 11 regiões administrativas do DF:

  • Ceilândia (14,8%)

  • Planaltina (11,2%)

  • São Sebastião (9,7%)

  • Itapoã (8,5%)

  • Sobradinho e Sobradinho II (7,3%)

  • Taguatinga (5,7%)

  • Santa Maria (5,4%)

  • Paranoá (4,8%)

  • Gama (4,8%)

  • Recanto das Emas (4,2%)

  • Outras regiões (7,8%)

A vice-governadora Celina Leão ressaltou a importância do programa no combate à fome. “Fortalecer o Prato Cheio significa garantir segurança alimentar, dignidade e respeito às famílias que lutam para colocar comida na mesa”, afirmou.

Programa “Adote uma Praça” revitaliza 145 espaços públicos nos últimos seis anos

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Iniciativa do GDF já recuperou mais de 145 áreas e segue expandindo parcerias com moradores e empresas

Brasília, 1 de abril de 2025 – O programa “Adote uma Praça”, desenvolvido pelo Governo do Distrito Federal (GDF), segue promovendo a revitalização de espaços públicos e incentivando o engajamento comunitário. Criada em 2019, a iniciativa já viabilizou a recuperação de mais de 145 praças e áreas de lazer em diversas regiões administrativas do DF.

Coordenado pela Secretaria de Projetos Especiais (Sepe-DF), o programa permite que pessoas físicas, empresas e entidades firmem parcerias com o governo para adotar espaços públicos, assumindo sua manutenção e promovendo melhorias. Os interessados podem solicitar a adoção por meio de requerimento no site do programa ou diretamente nas administrações regionais. O compromisso é firmado por um termo de cooperação com validade de até 48 meses.

“O objetivo é tornar o cidadão parte ativa da comunidade, contribuindo com o Estado para proporcionar mais qualidade de vida”, explica Vanessa Félix, subsecretária de Desestatização da Sepe-DF. Segundo ela, os projetos precisam ser aprovados pelo governo e devem garantir acesso livre à população, sem fins lucrativos.

Nova praça no Park Sul

Um dos projetos mais recentes do programa está em andamento no Park Sul. Antes tomado por entulho e utilizado como estacionamento irregular, um espaço de 659 m² está sendo transformado em uma praça de convivência. A iniciativa conta com bancos de concreto, gramado, iluminação em LED e vegetação, proporcionando um ambiente mais agradável e seguro para os moradores.

Além das praças, o “Adote uma Praça” também contempla a recuperação de jardins, balões rodoviários, estacionamentos, canteiros de avenidas, pontos turísticos, monumentos, parques infantis e pontos de encontro comunitário (PECs). O programa segue expandindo suas ações e incentivando a participação da população na construção de um DF mais sustentável e bem cuidado.

Conselho de Governança do DF define prioridades para 2025

Metodologia inovadora e debate técnico orientaram a escolha de quatro eixos de atuação, incluindo governança de dados e contratações públicas 

Na tarde desta segunda-feira (31/3), o Conselho de Governança do Distrito Federal (Cgov) promoveu  uma oficina para definir sua agenda estratégica de trabalho em 2025. O encontro, na Controladoria-Geral do DF (CGDF),  reuniu secretários de Estado e representantes de órgãos do GDF, que utilizaram metodologia de design thinking a partir de ferramentas de priorização para eleger os temas mais relevantes. Governança de dados, contratações públicas, fortalecimento dos conselhos internos de governança (CIGs) e indicadores de monitoramento foram as frentes escolhidas.

O Cgov desempenha papel fundamental na modernização da gestão pública ao promover a integração entre órgãos governamentais, estabelecer prioridades estratégicas baseadas em evidências e implementar metodologias inovadoras de governança. Como instância máxima de coordenação intersetorial, o colegiado assegura que políticas públicas transversais sejam desenvolvidas de forma alinhada ao planejamento estratégico do DF, garantindo  maior eficiência, transparência e resultados concretos para a população.

“Fizemos um processo de reflexão prévia, analisando dados da Ouvidoria, relatórios do Tribunal de Contas e demandas da imprensa para tomar decisões embasadas”

Cecília Fonseca, subcontroladora de Governança e Compliance

A definição das prioridades seguiu critérios técnicos, com a aplicação da matriz GUT – que avalia gravidade, urgência e tendência de cada tema – e da Matriz de Priorização Temática, que considerou fatores como impacto, custos, riscos e alinhamento com o planejamento estratégico do DF.

Governança de dados

“Fizemos um processo de reflexão prévia, analisando dados da Ouvidoria, relatórios do Tribunal de Contas e demandas da imprensa para tomar decisões embasadas”, resumiu a  subcontroladora de  Governança e Compliance da CGDF, Cecília Fonseca.

O tema mais debatido foi a governança de dados, especialmente após a lei federal nº 14.129/2021, que exige regulamentação local. A Secretaria de Educação (SEEDF) destacou a necessidade de centralização de sistemas, aos moldes do  esforço da instituição em centralizar os milhares de dados estudantis de sua estrutura.

Já a Secretaria de Saúde (SES-DF) enfatizou a sensibilidade das informações médicas e a necessidade de, incluindo as contratações, prever mecanismos de regulação desses dados.

A Casa Civil e a CGDF, por sua vez, apontaram a integração de plataformas, especialmente em torno de um único quesito, como o CPF, e a segurança das contratações como prioridades.

Próximos passos 

Os quatro eixos serão trabalhados ao longo do ano, começando por uma discussão sobre a regulamentação da governança de dados no DF, com participação das pastas de Economia (Seec-DF), Saúde e Educação. Paralelamente, um grupo de trabalho analisará a minuta de decreto sobre contratações públicas, e outro dará continuidade à revisão dos indicadores de desempenho.

A oficina marcou um avanço na gestão pública ao adotar metodologias estruturadas de priorização, garantindo transparência e eficiência nas decisões. As próximas reuniões do Cgov vão detalhar os planos de ação para cada  tema selecionado.

Além do o controlador-geral, Daniel Lima, participaram da reunião o secretário-executivo de Gestão Estratégica da Casa Civil do GDF, Bruno Sigmaringa Seixas; o chefe da Assessoria de Integração das Ações Governamentais Sociais da Seec-DF, Lawrence Pinto; o secretário de Saúde, Juracy Cavalcante Lacerda Júnior,  com representantes da pasta; a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, também com representantes da secretaria; e o secretário-executivo de Segurança Pública, Bilmar Angelis.

Caesb abre 80 vagas para empregados aprendizes

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Serão selecionados estudantes de ensino fundamental e médio; inscrições estão abertas até o dia 13 de abril

Mais uma oportunidade para jovens de 14 a 22 anos ingressarem em uma das maiores empresas de saneamento ambiental do Centro-Oeste, a Caesb, começa nesta terça-feira (1º/4), quando a companhia abre inscrições ao processo seletivo que vai escolher uma nova turma de empregados aprendizes.

Serão oferecidas 80 vagas, sendo 40 para estudantes acima de 14 anos, que estejam cursando ensino fundamental, ensino médio ou tenham concluído o ensino médio, e outras 40 vagas para estudantes acima de 16 anos que estejam cursando a partir do 2º ano do ensino médio ou tenham concluído o ensino médio. A idade máxima de 22 anos não será considerada para candidatos com deficiência, que têm reservadas 10% das vagas.

Para participar do processo seletivo, o estudante deverá estar matriculado e frequentando a escola em cursos regulares do ensino fundamental, médio ou ter concluído o ensino médio, desde que cursado na rede pública de ensino. A exceção fica para alunos da rede privada que sejam bolsistas com 100% de desconto da mensalidade. Não poderão se inscrever candidatos que tenham trabalhado com carteira assinada por mais de 90 dias ou que já tenham sido contratados como aprendiz em outra empresa.

Os estudantes deverão escolher o turno e o curso no momento da inscrição neste link. As inscrições gratuitas estarão abertas até 13 de abril. Serão levados em consideração para fins de classificação dos candidatos critérios como aprovação escolar no último ano letivo, renda familiar bruta, a participação no programa de responsabilidade social da Caesb – projeto Golfinho – e ser beneficiário do Bolsa-Família ou do programa DF Social.

Ao longo da jornada de aprendizagem, os empregados aprendizes vão trabalhar em uma das unidades da Caesb e frequentar o curso promovido pelo Senai, em Taguatinga. Os empregados aprendizes selecionados vão receber R$ 828, vale-refeição e/ou alimentação no valor de R$ 594,37 e vale-transporte, de acordo com a legislação.

Para gestão de processos administrativos, são oferecidas 20 vagas no turno matutino e 20 no vespertino. A idade mínima é 14 anos, e os candidatos devem estar cursando o ensino fundamental ou médio, ou terem concluído o ensino médio. O cargo de técnico em logística também oferece 20 vagas para o turno matutino e 20 para o vespertino; os candidatos devem ter a idade mínima de 16 anos e estar cursando a partir do segundo ano do ensino médio ou tê-lo concluído.

Todas as etapas do processo seletivo abaixo serão divulgadas exclusivamente nesta página do site da Caesb.

GDF amplia vagas no Centro de Esportes com chamamento público

Secretaria de Esporte e Lazer expande atendimentos esportivos em Taguatinga e Sobradinho; investimento total é de R$ 3,5 milhões

A Secretaria de Esporte e Lazer (SEL-DF) publicou nesta segunda-feira (31) um novo chamamento público para ampliar o atendimento no Centro Integrado de Esportes das cidades de Taguatinga e Sobradinho. O projeto é realizado em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi) e abrange um público de todas as idades, incluindo crianças, jovens, adultos, idosos e pessoas com deficiência (PcDs).

A medida será viabilizada por meio da descentralização de recursos orçamentários do Fundo de Apoio ao Esporte (FAE). O investimento total é de R$ 3,5 milhões.

Com a ampliação, o número de vagas ofertadas no Sesi da unidade de Taguatinga passará de 1.500 para 2.550, um aumento de 70%. Já em Sobradinho, a capacidade de atendimento crescerá de 1.400 para 1.800 vagas, registrando acréscimo de 20%. Em Taguatinga, além das modalidades já existentes — natação, futevôlei, futebol, futsal e vôlei —, serão incluídas artes marciais, hidroginástica e natação infantil.

“A ampliação das vagas representa um avanço significativo para o esporte do Distrito Federal, possibilitando que mais pessoas tenham acesso gratuito às atividades físicas e esportivas”, enfatiza o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira. “Essa iniciativa fortalece o desenvolvimento esportivo, social e educacional dos participantes.”

Os novos atendimentos buscam ainda incentivar a formação de atletas, promovendo o aprimoramento técnico e educacional dos inscritos. O edital do chamamento público, que visa a ampliar o número de vagas atendidas, estabelecerá os critérios de participação e inscrição, que será divulgado até o início do segundo semestre deste ano.

Iges-DF abre processo seletivo para médico infectologista pediátrico

Oportunidade divulgada pelo IgesDF para cadastro reserva oferece salário de R$ 12.744,02 e benefícios

Nesta segunda-feira (31), o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu um processo seletivo simplificado para a formação de cadastro reserva no cargo de médico infectologista pediátrico. As inscrições estarão disponíveis até o dia 6 de abril, pelo site do Instituto.

A remuneração bruta para a função é de R$ 12.744,02, com carga horária mínima de 24 horas semanais. Além do salário, os profissionais terão direito a auxílio transporte, auxílio alimentação conforme Acordo Coletivo de Trabalho, clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros, abono semestral e folga no dia do aniversário.

Para concorrer à vaga, é necessário ter diploma de medicina reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) ou declaração de conclusão de curso emitida nos últimos seis meses. Além disso, o candidato deve possuir registro ativo no Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM/DF); residência médica com Registro de Qualificação de Especialista (RQE); Certificação de Área de Atuação em Infectologia Pediátrica, conforme a resolução CFM nº 2.330/2023; e experiência mínima de seis meses como Médico Infectologista na área pediátrica.

O presidente do IgesDF, Cléber Monteiro, enfatizou a relevância da seleção para fortalecer a rede de atendimento: “O IgesDF é 100% SUS e trabalhamos diariamente para oferecer um atendimento de excelência. Contamos com médicos dedicados para ampliar e aprimorar ainda mais o nosso sistema de saúde”.

O IgesDF é responsável pela gestão do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), do Hospital Cidade do Sol (HSol) e de 13 unidades de pronto atendimento (UPAs).

Abril começa com 593 vagas de emprego disponíveis no DF

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Oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência

As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 593 oportunidades de emprego disponíveis nesta terça-feira (1º). Do total, 12 vagas são exclusivas para pessoas com deficiência (PcD): dez para auxiliar de lavanderia em Santa Maria, uma para auxiliar de limpeza e uma para auxiliar de linha de produção em Taguatinga. Os salários variam de R$ 1.518 a R$ 1.641,20; não é necessário ter experiência, mas há cobrança de escolaridade.

Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 14 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana

Para o público geral, os maiores salários são encontrados em dois postos para gerente de vendas e em um para supervisor de vendas, com remuneração de R$ 5 mil e R$ 4,5 mil, respectivamente. Ambas as funções não têm local fixo de atuação. Também destacam-se os salários ofertados em cinco vagas para consultor de vendas, três para nutricionista e um para técnico mecânico de ar-condicionado, que vai de R$ 3 mil a R$ 4 mil.

Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 14 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).