O Fluminense foi a Cali enfrentar o América pela copa sul americana.
Durante 5 minutos só o América jogou, mas aos 7 minutos o Fluminense foi ao ataque e num cruzamento de Samuel Xavier, o zagueiro adversário errou e fez gol contra.
O América ficou mentalmente desequilibrado, e aos 14 minutos Canobio ganhou uma disputa no alto e ampliou com um golaço.
A partir daí, o América tinha a posse de bola, mas sem produzir nada.
Voltamos para o segundo tempo, e com menos de 1 minuto Everaldo perde uma oportunidade inacreditável.
O América continua com a posse de bola e o Fluminense combate na nossa linha intermediária, esperando uma oportunidade de contra ataque.
Aos 23 minutos entram Acosta e Bernal, saindo Lima e Martinelli.
No minuto seguinte Canobio acerta o travessão.
Aos 33 minutos entram Guga, Thiago Santos e Cano, saindo Everaldo, Hércules e Canobio.
Já nos acréscimos, o América diminui numa troca de passes pelo lado esquerdo defensivo nosso.
O Fluminense construiu uma vantagem para o jogo de volta, e Canobio e Serna foram os melhores em campo.
Apesar da marcação ter melhorado (mais próxima), continuamos errando quando os jogadores se posicionam na nossa intermediária muito próximo da área, onde qualquer erro é fatal.
Melhor seria marcar a partir do meio campo.
No próximo sábado às 16 horas receberemos o Fortaleza em busca de mais uma vitória.
Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺
Raimundo Ribeiro Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor
Última etapa do evento terá entrada gratuita, sábado e domingo, na Concha Acústica
Brasília recebe, neste fim de semana (16 e 17), a última etapa do Campeonato de Pesca do Distrito Federal. Com entrada gratuita, o evento ocorre na Concha Acústica, às margens do Lago Paranoá, unindo esporte, lazer e conscientização ambiental.
“A pesca responsável tem potencial para gerar renda, fomentar o turismo ecológico e criar uma nova cultura de cuidado com os recursos naturais em Brasília”, enfatiza o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes.
“Estamos investindo em ações que valorizam o meio ambiente, movimentam a economia local e fortalecem o sentimento de pertencimento da população em relação ao Lago Paranoá”
Celina Leão, vice-governadora
A competição, que terá disputas em três modalidades — pesca de barranco, embarcada e em caiaque — integra o programa Viva o Lago, com apoio da Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) e da Subsecretaria de Pesca e Aquicultura (Supesq). Além das provas, a programação inclui palestras, atividades lúdicas, apresentações culturais e a Feira de Pesca do DF, que reunirá expositores, lojistas e especialistas do setor.
Atrações
Entre as atrações musicais confirmadas estão a dupla sertaneja Wilian & Marlon e o cantor Júnior Ferreira. Para o público infantil, a diversão fica por conta da Cia Teatral Neia e Nando, com espetáculos lúdicos e interativos.
Segundo os organizadores, o objetivo é incentivar a prática da pesca esportiva consciente, reforçando o “pesque e solte” e o uso sustentável dos recursos hídricos, conforme determina a Lei Distrital nº 7.399/2024, que regulamenta a pesca no Lago Paranoá.
“Estamos investindo em ações que valorizam o meio ambiente, movimentam a economia local e fortalecem o sentimento de pertencimento da população em relação ao Lago Paranoá”, ressalta a vice-governadora Celina Leão.
Além da competição, a Supesq apresentará projetos de zoneamento de áreas de pesca, do aplicativo Appesca, da Revista Eletrônica de Pesca e do projeto Águas Limpas. A Feira de Pesca do DF contará com estandes de marcas e artistas diversificados, oferecendo desde equipamentos e acessórios até obras artísticas e produtos gastronômicos.
Programação
Sábado (16)
→ Campeonato de pesca: 6h às 18h
→ Feira de pesca: 10h às 22h
→ Alice no País das Maravilhas: 11h
→ Palestras: 16h
→ Shows musicais: Wilian & Marlon, Júnior Ferreira
→ Premiação e discurso: 19h-20h
→ Sorteio: 21h
Domingo (17)
→ Feira de pesca: 10h às 19h
→ Uma aventura congelante: 11h
→ Palestra e torneio de arremesso: 14h30 às 16h
→ Show: 17h-19h
Local: Orla da Concha Acústica – Lago Paranoá
Entrada gratuita.
Formação profissional e obras impulsionam oportunidades e transformam comunidades
A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) promoveu, nesta terça-feira (12), no Ginásio do Cruzeiro, a formatura do 2º Ciclo de 2025 do RenovaDF — considerado o maior programa de qualificação profissional do país. Nesta edição, 2.144 alunos concluíram o curso de auxiliar de manutenção, formação que combina aulas teóricas e práticas em áreas essenciais da construção civil, como segurança do trabalho, hidráulica, elétrica, pintura, jardinagem e alvenaria.
Durante a cerimônia, a vice-governadora do DF, Celina Leão, ressaltou o papel social do programa: “Cada formatura do RenovaDF amplia a nossa certeza de que estamos seguindo no caminho certo. Essa iniciativa abre portas para um futuro melhor a partir da qualificação profissional da população mais vulnerável que, alinhada aos cuidados com os espaços públicos da nossa cidade, amplia o círculo virtuoso de inclusão e geração de oportunidades de ingresso no mercado de trabalho. É o olhar especial da nossa gestão, que sabe da importância de cuidar de quem mais precisa”.
“O RenovaDF é mais do que um curso; é uma oportunidade concreta de mudar vidas”
Thales Mendes, secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda
As atividades deste ciclo foram desenvolvidas em Ceilândia, Plano Piloto, Planaltina, Guará e Recanto das Emas, resultando em ações de manutenção de 201 equipamentos públicos — entre praças, quadras, paradas de ônibus, parques infantis, pontos de encontro comunitário (PECs), pergolados, viadutos e áreas de lazer. Essas melhorias aumentam a segurança, a acessibilidade e a qualidade de vida da população, fortalecendo o sentimento de pertencimento nas comunidades.
Modelo consolidado
Desde sua criação, em 2021, o RenovaDF já capacitou mais de 27 mil pessoas e reformou quase 3 mil espaços públicos, consolidando-se como um modelo eficaz de formação cidadã, qualificação profissional e desenvolvimento urbano.
“O RenovaDF é mais do que um curso; é uma oportunidade concreta de mudar vidas”, declarou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes, no fim da solenidade. “Aqui, o aprendizado se une à prática, e o resultado é duplo — formamos profissionais preparados para o mercado e, ao mesmo tempo, entregamos espaços públicos revitalizados para toda a comunidade.”
O RenovaDF oferece aos participantes kit uniforme completo, equipamentos de proteção individual, lanche diário, bolsa-benefício no valor de um salário mínimo, auxílio-transporte e seguro contra acidentes pessoais. Voltado especialmente para pessoas em situação de desemprego e vulnerabilidade social, o programa devolve dignidade, autoestima e abre novas perspectivas profissionais e pessoais. O próximo ciclo terá início no dia 19 deste mês, com mais de 2 mil novas pessoas prontas para se capacitarem para o mercado de trabalho.
Especialista da OnilX explica como funcionam os dois tipos de ativos e em quais contextos cada um se destaca
Com o avanço da digitalização financeira no Brasil, cresce também o interesse por criptoativos. Entre os mais conhecidos estão o Bitcoin e as stablecoins (como o USDT e o USDC). Embora ambos sejam ativos digitais, suas naturezas e usos são bastante distintos. Entender essas diferenças pode fazer toda a diferença na hora de investir ou realizar transações.
Segundo Cleverson Pereira, head educacional da OnilX, empresa brasileira que proporciona liquidez na conversão entre ativos digitais e moeda brasileira, a principal distinção está na volatilidade. “O Bitcoin é um ativo de alta flutuação, ou seja, om variações de preço significativas em curtos período. Já as stablecoins têm como proposta justamente a estabilidade”, afirma.
Criado em 2009, o Bitcoin foi a primeira criptomoeda a ganhar notoriedade global. Seu preço é definido exclusivamente pela oferta e demanda no mercado, sem vínculo com moedas tradicionais, como o real ou o dólar. Essa característica o torna interessante para quem busca valorização no longo prazo, mas menos indicado para transações cotidianas.
“Para quem tem perfil mais arrojado e pensa no longo prazo, o Bitcoin pode ser um bom ativo de investimento, assim como ações ou ouro. Mas para quem quer previsibilidade, especialmente em pagamentos do dia a dia ou em momentos de crise cambial, deve olhar para as stablecoins”, orienta Cleverson.
As stablecoins começaram a ganhar espaço a partir de 2014. Elas são atreladas a ativos reais, geralmente o dólar, e mantêm paridade com essas moedas por meio de reservas equivalentes. “A lógica é simples: 1 USDT equivale, com poucas variações, a 1 dólar. Isso faz dessas moedas uma alternativa prática para remessas internacionais, proteção contra inflação e movimentações financeiras mais previsíveis”, explica o head educacional da OnilX.
Dados da Anbima mostram que os brasileiros estão diversificando o uso das criptomoedas. Os principais motivos apontados são: compra de imóveis (28%), aplicações financeiras (19%), aquisição de veículos (15%), aposentadoria (14,3%) e investimento em negócios próprios (10,8%). “Para quem quer segurança e estabilidade em um mercado ainda dinâmico e em evolução, as stablecoins têm se mostrado as alternativas mais indicadas”, complementa Cleverson Pereira.
Em 2024, programa foi ampliado para atender novos perfis de vulnerabilidade, como mulheres vítimas de violência doméstica e responsáveis por crianças em situação de risco
O Governo de Goiás, por meio do Goiás Social, da Agência Goiana de Habitação (Agehab) e da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra), segue avançando com o programa Pra Ter Onde Morar – Aluguel Social.
Desde a criação da iniciativa, em 2021, já foram contempladas 76 mil famílias em situação de vulnerabilidade social, com o benefício mensal de R$ 350 para pagamento do aluguel. O programa já está presente em 145 municípios goianos.
Coordenadora do Goiás Social, a primeira-dama Gracinha Caiado celebra os resultados e reforça a importância de garantir um teto para quem mais precisa.
“O Goiás Social atua onde o poder público historicamente demorou a chegar. O Aluguel Social começou em um momento de dor para o mundo inteiro, mas se tornou uma política de Estado justamente porque cumpre um papel essencial: dar dignidade às famílias goianas. Ter um lar, mesmo que provisório, muda vidas”, afirma.
O presidente da Agehab, Alexandre Baldy, destaca que o aumento no número de municípios atendidos reflete o compromisso do Governo de Goiás com a inclusão social.
“O programa já alcança 145 cidades, o que representa mais de 60% do território goiano. Isso mostra o quanto temos avançado em garantir apoio direto às famílias que mais precisam. O Aluguel Social tem sido fundamental não só para mães chefes de família e idosos, mas também para vítimas de violência e pessoas com deficiência”, pontua Baldy.
Ampliação
Em 2024, o programa foi ampliado para atender novos perfis de vulnerabilidade, como mulheres vítimas de violência doméstica e responsáveis por crianças em situação de risco.
A legislação atual permite que o benefício seja concedido a esse público em qualquer um dos 246 municípios do estado, com edital aberto de forma contínua, facilitando o acesso dessas mulheres, crianças e seus responsáveis legais.
Histórias como a de dona Rosenilda Barbosa Conceição, de 28 anos, mãe solo de três crianças, ilustram o impacto positivo do programa.
“Eu pago R$ 380 de aluguel, então vai facilitar muito minha vida. Não tenho renda fixa, pois trabalho como diarista. Fiquei muito feliz com a chegada desse benefício”, conta a moradora de Nova Glória.
Em Nova Iguaçu de Goiás, a babá Maria Aparecida Jonas de Oliveira, de 49 anos, conta que a ajuda chegou em um momento importante.
“Agora vai sobrar dinheiro para ajudar na alimentação, por exemplo. Já tive que deixar de comprar muitas coisas que precisava para pagar aluguel. Agora estou mais tranquila”, revela Maria Aparecida, que recebeu seu cartão na última segunda-feira (04/08), na cidade.
Oportunidades estão distribuídas em diversas regiões administrativas; interessados devem cadastrar o currículo por aplicativo ou presencialmente
As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 469 oportunidades de emprego disponíveis nesta quarta-feira (13). O maior salário do dia é para o cargo de nail designer no Guará, com remuneração ofertada de R$ 3.036 (mais benefícios). A vaga não exige experiência, mas o candidato deve ter o ensino fundamental completo.
O posto com mais oportunidades disponíveis é o de auxiliar de linha de produção, sendo 40 vagas em Vicente Pires, e seis em Taguatinga. Os salários variam entre R$ 1.520 e R$ 1,6 mil. Outro ofício com muitas chances é de fiel de depósito, um total de 37, no Guará II, com remunerações que variam de R$ 1.518 a R$ 1.550.
Todas as oportunidades oferecem benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 15 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.
Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).
Competição vai reunir equipes representantes de cada região administrativa do DF. Bola começa a rolar no dia 20 de setembro
Vem aí a 18ª edição da Copa Brasília de Futsal. As inscrições para participar da competição podem ser feitas de 4 de agosto a 5 de setembro. Promovida pelo Serviço Social do Comércio do Distrito Federal (Sesc-DF) e a TV Globo, o campeonato vai contar com a presença de equipes representantes de cada região administrativa do Distrito Federal.
Podem participar atletas de equipes de futsal (associações comunitárias, esportivas, clubes, escolinhas e afins). Cada time deverá inscrever no mínimo 10 (dez) e no máximo 20 (vinte) atletas com idade mínima de 18 anos.
Vale destacar que cada região administrativa será representada por somente uma equipe.
Como fazer a inscrição?
Para garantir a inscrição no campeonato, as equipes deverão preencher e enviar – por e-mail (silenec@sescdf.com.br e thiago.alves@sescdf.com.br) a ficha de inscrição, especificando o nome da Administração / RA, os nomes completos dos atletas, a data de nascimento e o número da carteira de identidade, contendo a assinatura do Administrador ou do Gerente de Esporte da respectiva Região Administrativa.
Outra forma é fazer presencialmente, das 9h às 17h (horário comercial), na Coordenação de Desenvolvimento Físico Esportivo e Lazer, na Sede do SESC/DF, localizada no SIA Trecho 02 – Lote 1130 – sala 215 – Edifício SEDE/SESC – 2º andar. Neste caso, é necessário levar a ficha de inscrição impressa.
Outra observação importante é que os técnicos de cada equipe deverão, OBRIGATORIAMENTE, informar o número de registro no Conselho Regional de Educação Física e anexar à ficha de inscrição cópia da carteira de identificação do CREF.
A bola começa a rolar pela Copa Brasília de Futsal no dia 20 de setembro. A grande final será disputada em 22 de novembro. A forma de disputa será definida de acordo com o número de participantes. O congresso técnico será realizado dia 12 de setembro, às 19h30, no teatro Newton Rossi – SESC Ceilândia. E obrigatória a presença de todas as equipes.
Confira o regulamento completo da Copa Brasilia de Futsal AQUI
Isaque Alecrim participa do projeto Futuro Campeão e ficou em segundo lugar no festival Rei e Rainha do Mar; iniciativa da Secretaria de Esporte e Lazer atende 230 crianças e adolescentes em nove centros olímpicos e paralímpicos
Três minutos, dois segundos e apenas um de diferença para o primeiro lugar. Foi assim que o estudante Isaque Alecrim, de 10 anos, conquistou a medalha de vice-campeão no festival de esportes de praia Rei e Rainha do Mar. O garoto mostrou o talento nas águas do Lago Paranoá, no começo deste mês, competindo na categoria infantil de 200 metros livres. Ele é aluno do projeto Futuro Campeão, promovido pela Secretaria de Esporte e Lazer (SEL-DF) no Centro Olímpico e Paralímpico (COP) de Samambaia.
Isaque Alecrim sagrou-se vice-campeão no Rei e Rainha do Mar: “Nem estava com a expectativa de ficar no pódio. Foi uma experiência inexplicável” | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília
“Esse resultado é motivo de orgulho para todo o Distrito Federal”, afirma o titular da SEL-DF, Renato Junqueira. “Ver um aluno do projeto Futuro Campeão, do nosso Centro Olímpico e Paraolímpico, subir ao pódio em uma competição nacional como o Rei e Rainha do Mar mostra que estamos no caminho certo ao investir na base, na formação esportiva e no talento dos nossos jovens.”
Isaque aprendeu a nadar aos 5 anos e entrou para o programa há cerca de quatro meses. Desde então, sua rotina ficou mais intensa, com quatro horas diárias de treino e foco no aperfeiçoamento dos principais estilos de nado: crawl, peito, costas e borboleta. Para o último torneio, ele aprendeu habilidades específicas. “Nunca tinha nadado em águas abertas na vida”, conta. “Uma semana antes do campeonato, o professor me ensinou as técnicas de respiração e as outras coisas. Nem estava com a expectativa de ficar no pódio. Foi uma experiência inexplicável”.
Matheus Rodrigues, treinador de Isaque: “Ele foi o primeiro atleta do projeto a conseguir um troféu nacional em águas abertas. Nossa meta agora é colocá-lo no ranking nacional, que é a porta de entrada para seleção brasileira”
A dedicação foi essencial para o resultado, conforme avalia o treinador Matheus Rodrigues: “Desenvolvemos um treino de alto rendimento com a parte de mobilidade e alongamento, força, os movimentos aquáticos e, recentemente, acrescentamos pilates. Ele foi o primeiro atleta do projeto a conseguir um troféu nacional em águas abertas. Nossa meta agora é colocá-lo no ranking nacional, que é a porta de entrada para seleção brasileira”.
O talento de Isaque é motivo de orgulho para o pintor Manoel de Jesus, 42, pai do atleta. “Não é porque é meu filho, não, mas ele está arrebentando e, se Deus quiser, vai continuar assim”, comemora. “Dessa vez, achei que ele só ia completar a prova, mas ele conseguiu o pódio. A Secretaria de Esporte e Lazer está de parabéns”.
Futuro campeão
O projeto atende 230 crianças e adolescentes com aulas de atletismo, ginástica rítmica, ginástica acrobática, saltos ornamentais, vôlei, natação, basquete e futebol. São contempladas as duas unidades de Ceilândia – Setor O e Parque da Vaquejada -, além de Estrutural, Gama, Recanto das Emas, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião e Sobradinho. Os participantes são selecionados em seletiva. Uma nova edição está prevista para o final deste ano.
Phillipi Coutinho, coordenador do COP de Samambaia: “Estamos promovendo saúde, educação e bem-estar, melhorando a qualidade de vida da comunidade”
O coordenador pedagógico da unidade, Phillipi Coutinho, lembra que essa iniciativa oferece uma série de benefícios para a população e incentiva a profissionalização dos estudantes: “É um treinamento específico para desenvolvimento de atletas de alto rendimento, proporcionando que os alunos tenham a oportunidade, futuramente, de virarem atletas da seleção brasileira e de ter o esporte como profissão. Estamos promovendo saúde, educação e bem-estar, melhorando a qualidade de vida da comunidade”.
Os aprendizados ficarão marcados na vida dos participantes, principalmente na de Isaque. “No futuro, eu acho que vou ser um grande nadador”, afirma o jovem. “Quero participar das Olimpíadas, ganhar medalhas. Vou lembrar com muito carinho dos professores que sempre me mostraram como melhorar”.
Incentivo ao esporte
Atualmente, existem 12 centros olímpicos e paralímpicos no Distrito Federal, localizados em Brazlândia, Estrutural, Gama, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião, Sobradinho, Planaltina, além de duas unidades em Ceilândia — Parque da Vaquejada e Setor O.
As inscrições são abertas no site da SEL-DF no início de cada semestre. Os interessados podem se inscrever online ou presencialmente no COP de preferência. Acesse aqui o endereço e telefone de cada equipamento.
No Agosto Lilás, Sandro Avelar convoca a sociedade brasiliense a agir contra o feminicídio, crime que cresce no DF e ocorre, em sua maioria, dentro de casa. “Denunciar é proteger vidas e romper o ciclo da violência”, diz ele
“O feminicídio é uma ferida aberta que precisamos estancar. Enquanto houver uma vítima, não temos o que comemorar.”
Com essas palavras, o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, convocou a sociedade a agir contra esse crime, que na maioria das vezes acontece dentro de casa, motivado por ciúmes ou pelo fim de relacionamentos, e é de difícil previsão.
Avelar reforçou que a meta é zerar os casos, mas admite que o caminho é desafiador. “Denunciar é proteger vidas e romper o ciclo da violência”, escreveu ele em uma rede social em abordagem do assunto.
Neste Agosto Lilás, campanhas como “Não ao Covarde” e “Salve Todas 2025” buscam quebrar a cultura do silêncio e incentivar denúncias.
Em um levantamento feito pelo Radar DF, entre janeiro e julho deste ano, o DF registrou 12 feminicídios, um aumento de 50% em relação a 2024.
Todas as vítimas confirmadas até maio de 2025 eram mães, e 88,9% não haviam registrado boletim de ocorrência contra o agressor antes do crime.
Casos específicos mencionados em 2025:
5 de janeiro: Ana Moura Virtuoso, Estrutural.
15 de janeiro: Elaine da Silva Rodrigues, Planaltina.
24 de fevereiro: Géssica Moreira de Sousa, Planaltina.
26 de fevereiro: Ana Rosa Brandão, Cruzeiro.
29 de março: Dayane Barbosa, Fercal.
31 de março: Maria José Ferreira, Recanto das Emas.
1º de abril: Marcela Rocha Alencar, Paranoá.
8 de abril: Rosimeire Gomes Tavares, Santa Maria
9 de abril: Danúbia Mangueira de Santana, Park Way.
19 de abril: Valdete Silva Barros, Sol Nascente.
18 de maio: Vanessa da Conceição Gomes, Samambaia.
19 de maio: Liliane Cristina Silva de Carvalho, Ceilândia.
9 de junho: Telma Senhorinha da Silva, Setor de Inflamáveis
Levantamentos apontam que 71% dos crimes ocorreram em residências, 55% foram motivados por ciúmes e 44% envolveram armas brancas.
Mulheres negras e de baixa renda são as mais atingidas, e quase 89% dos casos não tiveram denúncia prévia, revelando um cenário grave de subnotificação.
Para enfrentar crimes de feminicidios, a SSP-DF mantém iniciativas:
Dispositivo de Proteção à Pessoa (DPP): Monitora vítimas e agressores em tempo real, utilizando equipamentos e tornozeleiras eletrônicas para agressores. Desde 2018, mais de 3.600 pessoas foram assistidas, com mais de 100 prisões por violação de medidas protetivas desde 2021 (,).
Viva Flor: Sistema de monitoramento que opera 24 horas, disparando alertas automáticos em caso de descumprimento de medidas protetivas. Também funciona via aplicativo para atendimento prioritário pelo Centro de Operações da Polícia Militar (Copom Mulher). Em 2024, houve um aumento de 69% no número de mulheres atendidas e de 31% no monitoramento de agressores (de 230 para 301) ().
Aproximadamente 1.100 pessoas são acompanhadas por esses programas de monitoramento e atendimento prioritário.
PROVID: Realizado pela Polícia Militar do DF (PMDF), envolve visitas às vítimas para conscientização e redução de riscos. Em 2024, foram realizadas 25.062 visitas.
Maria da Penha Online: Plataforma para registro de boletins de ocorrência, envio de provas (fotos, vídeos) e solicitação de medidas protetivas.
Telefone 180 (Central de Atendimento à Mulher, 24 horas, gratuito).
WhatsApp (61) 98626-1197 e e-mail (denuncia197@pcdf.df.gov.br) da Polícia Civil.
Campanha Sinal Vermelho: Permite que mulheres peçam ajuda com um “X” vermelho na palma da mão em estabelecimentos comerciais ou públicos.
Campanha Salve Todas 2025: Lançada pelo GDF em parceria com a Secretaria da Mulher, reforça a importância da denúncia e mobiliza a população para reconhecer sinais de violência e denunciá-los.
Passe Livre: Transporte público gratuito para mulheres com medidas protetivas ou em situação de acolhimento.
Auxílio financeiro: Programa Acolher Eles e Elas oferece um salário mínimo mensal (R$ 1.518) a 181 crianças e adolescentes órfãos de feminicídio em julho de 2025.
Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher (Deam): Localizadas em Ceilândia (Deam 2) e Asa Sul (Deam 1), funcionam 24 horas para atender vítimas de violência.
*Toni Duarte é jornalista e editor/chefe o Radar-DF, com experiência em análises de tendências políticas e comportamento social da capital federal. Siga o #radarDF
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Serviço ampliou inscrições e atualizações, garantindo acesso a benefícios sociais
Brasília, 12 de agosto de 2025 – Criados para agilizar o atendimento e facilitar o acesso de pessoas em situação de vulnerabilidade a programas sociais, os postos exclusivos para preenchimento e atualização do Cadastro Único (CadÚnico) completaram três anos de funcionamento com números expressivos. Entre agosto de 2022 e julho de 2025, foram realizados 464.775 atendimentos, resultando na inclusão de 160 mil novas famílias na plataforma.
No período, a taxa de atualização do CadÚnico no Distrito Federal cresceu mais de 10 pontos percentuais, passando de 68,87% para 79,33%. Já o número de famílias que não possuíam registro e passaram a integrar o sistema aumentou 65,7%, saltando de 248.034 para 410.943.
Atualmente, o serviço é oferecido pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) em parceria com uma organização da sociedade civil (OSC), com 13 postos distribuídos em Brazlândia, Ceilândia, Estrutural, Gama, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas, Riacho Fundo I, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião, Sobradinho e Taguatinga. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, mediante agendamento pelo telefone 156, site da Sedes ou encaminhamento dos Cras/Creas.
De acordo com a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, a medida agilizou o acesso ao serviço, beneficiando principalmente mães solo, idosos e pessoas com deficiência. “O resultado dessa iniciativa se traduz em ganhos concretos: milhares de famílias vulneráveis passaram a ter acesso a políticas sociais”, afirmou.
Os postos do CadÚnico não realizam a concessão de benefícios, mas são responsáveis por cadastrar ou atualizar dados, fundamentais para adesão a programas como o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e a Tarifa Social de Energia Elétrica. Para acessar auxílios do Governo do DF, como o Cartão Prato Cheio e benefícios emergenciais, o atendimento é feito exclusivamente nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), mediante agendamento.