Estruturas vão desafogar o trânsito na região, para beneficiar moradores de áreas como Altiplano Leste, Tororó, Jardim Botânico, Paranoá, Itapoã e São Sebastião, entre outras
O governador Ibaneis Rocha anunciou, nesta sexta-feira (13), a construção de duas novas pontes no Lago Sul. As estruturas se somarão às três já existentes, e têm o objetivo de melhorar o trânsito de veículos após o crescimento urbano da região. A fala ocorreu durante a cerimônia de entrega da escritura do Clube de Golfe. As novas pontes vão beneficiar moradores e quem trafega por Altiplano Leste, Tororó, Jardim Botânico, Jardins Mangueiral, São Sebastião, Paranoá, Itapoã e outras áreas.
Ponte da barragem ainda tem estrutura improvisada, razão pela qual não comporta o tráfego de caminhões | Foto: Arquivo/Agência Brasília
“A barragem hoje funciona como uma ponte improvisada e, por isso, não pode receber o tráfego de caminhões”, afirmou o governador. “Estamos construindo duas novas pontes para resolver essa situação. Uma sairá ali por trás, entrando na saída do Altiplano. A outra vai absorver o tráfego que vem do Jardim Botânico, saindo pela QL 28 e atravessando para esta região, desembocando aqui próximo ao Clube de Golfe.”
A execução dos projetos está sob responsabilidade da Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) e da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap). Os estudos preliminares e de viabilidade técnica devem ser concluídos até o final deste ano, assim como o lançamento da licitação das duas estruturas.
“Nós tivemos reunião esta semana para poder discutir esse traçado, e continuamos discutindo alguns detalhes para que a gente possa viabilizar a entrega do projeto e, havendo viabilidade, licitar até o fim do ano”, relatou o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro.
Fluxo
O governador Ibaneis Rocha reforçou: “Nós estamos pensando Brasília para 20, 30, 40, 50 anos. O desenvolvimento da nossa cidade tem que ser pensado assim” | Foto: Renato Alves/Agência Brasília
Uma das pontes deverá ligar a QL 28 do Lago Sul às proximidades da antiga Academia de Tênis, no Setor de Clubes Sul. A segunda será erguida cerca de 300 metros depois da Barragem do Descoberto. O investimento previsto para as duas obras é de R$ 1,7 bilhão, com recursos garantidos via financiamento junto a bancos credenciados e também da Terracap.
“A ponte da barragem vai ligar toda essa região”, ressaltou o presidente da Terracap, Izidio Santos. “Os carros que hoje passam por cima da barragem — que, na verdade, não foi feita para funcionar como ponte — vão ser redistribuídos, o que vai aliviar o trânsito ali. Com essa nova estrutura, a gente cria uma ligação entre essa área e a região do Altiplano Leste, Jardim Botânico. E todo o sistema viário vai ser integrado: tanto a ponte da barragem quanto a ponte da QL 28 vão se complementar, melhorando o trânsito em toda essa região.”
O governador Ibaneis lembrou: “A cidade está crescendo muito, principalmente para essa região do Jardim Botânico e Tororó. São muitos condomínios, e é uma região que tem um potencial habitacional muito grande, mas que precisa de infraestrutura. Nós entregamos o primeiro viaduto do Jardim Botânico, vamos iniciar agora em julho a construção do segundo viaduto, que é o da DF-463, e já estamos com o projeto da ponte bem-encaminhado. Ontem mesmo me foi apresentado um esboço inicial do traçado e das ligações que serão feitas”.
A licitação deve ser lançada no segundo semestre deste ano, com previsão de início das obras em 2026. “O que eu sempre digo — e foi um dos grandes problemas quando nós assumimos o governo — é que Brasília não era pensada para o futuro, ela era pensada olhando para trás, criando problemas para as pessoas”, arrematou o governador. “E nós estamos pensando Brasília para 20, 30, 40, 50 anos. O desenvolvimento da nossa cidade tem que ser pensado assim”.
Ação no Hemocentro reforça importância do gesto solidário e mobiliza profissionais da saúde
Brasília, 13 de junho de 2025 – Em alusão ao Junho Vermelho, mês dedicado à conscientização sobre a doação de sangue, servidores e colaboradores da Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 de Santa Maria se uniram para salvar vidas. O grupo compareceu à Fundação Hemocentro de Brasília nesta terça-feira (10) para doar sangue e incentivar a campanha nacional.
A mobilização, idealizada pelos próprios profissionais da unidade, teve como marco a proximidade com o Dia Mundial do Doador de Sangue, comemorado em 14 de junho. Ao todo, 11 servidores participaram da iniciativa. “Mesmo quem não conseguiu doar naquele momento fez o cadastro para doar depois. Essa corrente do bem pode dar continuidade a outras vidas”, afirmou a gerente da UBS, Joelma Batista.
Durante a visita, os participantes também tiveram a oportunidade de se cadastrar como doadores voluntários de medula óssea. De acordo com o Hemocentro, uma única doação de sangue pode beneficiar até quatro pessoas. Manter os estoques em níveis adequados é essencial para o atendimento de emergências e cirurgias.
A técnica de enfermagem Adriana de Sousa compartilhou a emoção da sua primeira doação. “Vi o mural de agradecimentos às pessoas que doam. Quando chegou a minha vez, fiquei muito emocionada”, contou. Ela aproveitou para incentivar outros profissionais da saúde: “É um gesto tão nobre e tão rápido”.
Apoio logístico e modernização
O deslocamento do grupo foi facilitado pelo serviço de transporte gratuito oferecido pela Fundação Hemocentro para grupos com no mínimo dez doadores. Qualquer instituição do Distrito Federal pode agendar o transporte com antecedência.
Durante o Junho Vermelho, o Hemocentro também apresentou sua nova logomarca, alinhada à proposta de modernização. A instituição é referência no tratamento de coagulopatias, como a hemofilia, e recentemente obteve o Certificado de Proficiência em Ensaios Laboratoriais – reconhecimento nacional pela excelência do Laboratório de Hemostasia.
A programação do mês inclui atividades como a corrida de rua “Tá no Sangue”, campanhas educativas e a Feira Rural do Hemocentro. Ainda assim, os estoques de sangue permanecem em níveis críticos, especialmente os tipos com fator Rh negativo.
Portaria autoriza uso de recursos do Fundo de Apoio ao Esporte para fortalecer a modalidade
Portaria autoriza uso de recursos do Fundo de Apoio ao Esporte para fortalecer a modalidade
Brasília, 13 de junho de 2025 – A Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal (SEL-DF) terá um importante reforço orçamentário para ampliar o acesso ao basquete em 2025. A Portaria Conjunta nº 22, publicada nesta sexta-feira (13) no Diário Oficial do DF, autoriza a descentralização de R$ 1.341.195,69 do Fundo de Apoio ao Esporte (FAE) para a realização da Temporada de Basquete do Distrito Federal.
O valor será repassado ao Instituto de Desenvolvimento do Esporte de Base e da Educação (Instituto Base), responsável pela execução do projeto, que contempla a formação de atletas, realização de torneios e ações de inclusão social por meio do basquete em várias regiões administrativas do DF.
“O basquete tem crescido muito no Distrito Federal, e nosso objetivo é criar cada vez mais oportunidades para que jovens e adultos possam se envolver com o esporte, seja na base ou em competições de alto nível. Esse investimento é mais um passo concreto do compromisso do Governo do Distrito Federal com o desenvolvimento esportivo no DF”, destacou o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira.
A descentralização dos recursos foi aprovada em reunião do Conselho de Administração do Fundo de Apoio ao Esporte (Confae), no dia 6 de maio. A execução do projeto e a prestação de contas serão fiscalizadas conforme os critérios da legislação vigente.
Fundo Solidário Garantidor acumula R$ 158,9 milhões em ganhos no quadrimestre
Brasília, 13 de junho de 2025 – A carteira de investimentos do Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev-DF) registrou um crescimento expressivo no mês de abril, encerrando o período com patrimônio total de R$ 7,53 bilhões – um acréscimo de R$ 94 milhões em relação ao mês anterior. Do total, R$ 5,96 bilhões correspondem a ativos financeiros e R$ 1,57 bilhão a outros ativos, como imóveis e ações do Banco de Brasília (BRB).
Os recursos são responsáveis por garantir o pagamento de aposentadorias e pensões a mais de 76 mil beneficiários no Distrito Federal.
Principal fundo sob gestão do instituto, o Fundo Solidário Garantidor (FSG) apresentou rentabilidade de 1,40% em abril, acumulando 3,88% no primeiro quadrimestre de 2025. O desempenho superou a meta de 2,86% e o IPCA do período (2,48%), resultando em ganhos nominais de R$ 158,9 milhões. Atualmente, o fundo detém R$ 4,25 bilhões em investimentos financeiros.
Criado em 2017, o FSG é um fundo de solvência e não possui meta atuarial. No entanto, seus resultados positivos acima da inflação podem ser utilizados no pagamento de benefícios previdenciários. Ele reúne aplicações financeiras, imóveis e ações do BRB.
O Fundo Capitalizado, por sua vez, teve rentabilidade de 1,22% em abril e 4,22% no acumulado do ano, praticamente em linha com a meta de 4,23%. Com ganhos nominais de R$ 61,3 milhões no quadrimestre, o fundo chegou a R$ 1,63 bilhão em carteira. Ele é financiado por contribuições dos servidores que ingressaram a partir de março de 2019 e cobre aposentadorias até o teto do INSS.
Também compõem o portfólio os Fundos Financeiro e da Taxa de Administração, ambos sem metas atuariais. O Fundo Financeiro, responsável pelos pagamentos dos servidores que ingressaram antes de março de 2019, fechou abril com R$ 54,4 milhões em caixa. A Taxa de Administração somou R$ 22,4 milhões.
Para a diretora-presidente do Iprev-DF, Raquel Galvão, o resultado demonstra a solidez da carteira e o compromisso da equipe gestora com a sustentabilidade do regime. Já o diretor de Investimentos, Thiago Mendes Rodrigues, destacou o controle da inflação como um fator favorável para o desempenho e projetou que o Fundo Capitalizado poderá alcançar R$ 2 bilhões no segundo semestre.
Provas serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro em todo o país
Brasília, 13 de junho de 2025 – Estudantes interessados em participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 têm até esta sexta-feira (13) para realizar a inscrição pela Página do Participante. Voltada a concluintes e egressos do ensino médio, a prova é uma das principais portas de acesso ao ensino superior no Brasil. A taxa de inscrição é de R$ 85 e pode ser paga até 19 de junho.
As provas estão agendadas para os dias 3 e 10 de novembro. O exame permite concorrer a vagas em universidades públicas e privadas, além de bolsas e financiamentos por meio de programas como Sisu, Prouni e Fies.
A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, destacou a importância do exame como um instrumento de transformação: “O Enem é mais do que uma avaliação, é um caminho para novos horizontes. Cada inscrição representa uma chance de mudança na vida de um estudante.”
Para se inscrever, é necessário acessar o site oficial, preencher os dados pessoais, escolher a língua estrangeira (inglês ou espanhol), solicitar atendimento especializado se necessário e emitir o boleto da taxa.
Estudantes de baixa renda podem solicitar isenção, desde que se enquadrem em pelo menos um dos seguintes critérios:
Estar no 3º ano do ensino médio em escola pública;
Ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral em escola particular com renda familiar de até 1,5 salário mínimo por pessoa;
Estar inscrito no CadÚnico com renda familiar per capita de até meio salário mínimo ou total de até três salários mínimos.
Além das oportunidades educacionais, o Enem é utilizado como ferramenta de avaliação do ensino médio nacional, orientando políticas públicas e melhorias na educação básica.
Para ampliar o acesso, a Secretaria de Educação do DF promove o projeto Enem Inclusivo e Especial, voltado a estudantes com deficiência, TEA, altas habilidades ou superdotação. As aulas preparatórias ocorrerão em agosto no Cesas, com estrutura adaptada e professores voluntários das principais disciplinas do exame. Todos os encontros contarão com recursos de acessibilidade e acompanhamento individualizado.
A subsecretária de Educação Básica, Iêdes Braga, reforça: “O Enem é essencial para garantir um futuro com mais justiça social. Incentivar a participação é apostar na autonomia e realização dos nossos jovens.”
Instituto tem papel fundamental no planejamento de políticas públicas baseadas em evidências
Brasília, 13 de junho de 2025 – O Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) comemorou, nesta sexta-feira (13), três anos de atuação dedicados à produção de informações estratégicas para a gestão pública e o desenvolvimento social do DF. Desde sua criação, o IPEDF tem sido essencial para subsidiar o Governo do Distrito Federal (GDF) com estudos técnicos e dados confiáveis.
O diretor-presidente da instituição, Manoel Clementino, reforçou o compromisso com a ciência e a credibilidade: “É essencial que produzamos conhecimento com rigor científico, para que as decisões públicas estejam baseadas na realidade e contribuam efetivamente para o bem-estar da população. Felizmente, temos conquistado essa confiança ao longo desses três anos”.
Criado pela Lei nº 7.154, de junho de 2022, o IPEDF substituiu a antiga Codeplan, que existia desde 1964. Hoje, a estrutura do instituto está organizada em três diretorias: a de Estudos e Políticas Ambientais e Territoriais (Depat), a de Estudos e Políticas Sociais (Dipos) e a de Estatística e Pesquisa Socioeconômica (Dieps).
Em três anos de existência, o instituto publicou estudos relevantes que contribuíram para o mapeamento de desigualdades, a formulação de políticas públicas e o uso mais eficiente dos recursos. Entre os destaques estão pesquisas sobre mobilidade urbana, o Índice de Vulnerabilidade Social, o PIB do DF e o Censo Distrital da População em Situação de Rua.
Em 2024, o IPEDF também apresentou trabalhos como a PDAD Ampliada, o Boletim de Comércio Exterior, o estudo sobre bullying nas escolas do DF, o Índice de Sustentabilidade Ambiental Urbana e um relatório sobre produtos florestais do Cerrado.
Instituição é referência na capacitação de oficiais e excelência em ensino superior militar
Brasília, 13 de junho de 2025 – A Academia de Polícia Militar de Brasília (APMB) celebra nesta sexta-feira (13) seus 39 anos de criação, reafirmando seu papel estratégico na formação de oficiais da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e sua relevância nacional como centro de ensino superior militar.
Instituída pela Lei nº 7.491, em 13 de junho de 1986, a APMB foi idealizada para ser o núcleo formador da futura liderança da PMDF. As atividades acadêmicas começaram em 1990, com o primeiro concurso para o Curso de Formação de Oficiais (CFO). A primeira turma iniciou suas aulas no mesmo ano e se formou em 1992, consolidando a autonomia da corporação na formação de seus oficiais.
Quase quatro décadas depois, a academia tornou-se referência de excelência e inovação no ensino policial. Em 2025, o Instituto Superior de Ciências Policiais (ISCP), mantido pela APMB, recebeu nota máxima do Ministério da Educação (MEC), reconhecimento que destaca o compromisso da instituição com a qualidade acadêmica, a ética e a integração entre segurança pública e sociedade.
A data comemorativa destaca a importância da academia na construção de uma Polícia mais técnica, preparada e comprometida com os desafios contemporâneos, reafirmando seu papel como base sólida para o futuro da segurança pública no Distrito Federal.
Objetivo da Polícia Militar do DF é coibir a criminalidade, ampliando a presença policial na área
Na manhã desta sexta-feira (13), a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) deflagrou a operação Bravo Pioneiro na região do Plano Piloto. A ação tem como principal objetivo coibir a criminalidade, ampliar a presença policial e fortalecer a sensação de segurança da população.
Mais de 80 policiais militares estão mobilizados na operação, com o emprego de unidades de área, tropas da Cavalaria e efetivo de unidades especializadas. A atuação coordenada e ostensiva busca cobrir pontos estratégicos da capital, promovendo abordagens, bloqueios e patrulhamento intensivo.
Logo nos primeiros minutos de operação, uma mulher foi presa. Contra ela havia um mandado de prisão em aberto por tentativa de homicídio. Após a efetivação da prisão durante uma abordagem no Setor Comercial Sul (SCS), a pessoa detida foi conduzida à 1ª DP.
Em solenidade na Polícia Militar, tenente-coronel Zairo Junio assume o Bope
Nesta quinta-feira (12), a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) promoveu a solenidade de passagem de comando do Batalhão de Operações Especiais (Bope). A cerimônia marcou a despedida do tenente-coronel Katsuhiti Ricardo Gadelha Kotama, que foi transferido para a reserva remunerada, e a assunção do novo comandante, tenente-coronel QOPM Zairo Junio Guimarães de Souza e Silva.
“Ao tenente-coronel Kotama, toda a gratidão da corporação – e falo em nome da sua tropa também, por toda a sua liderança”, declarou a coronel Ana Paula Habka, comandante-geral da PMDF. “Você sempre se preparou para tudo o que fez. Onde o Kotama esteve, ele deixou história, deixou sua marca, e é isso que espero que continue levando na sua vida.”
Ao final da cerimônia, a tropa formou um corredor de honra por onde o tenente-coronel Zairo conduziu o tenente-coronel Kotama até seus familiares, simbolizando a transição para a reserva e o retorno do guerreiro ao seio da família, um gesto de respeito e reconhecimento ao oficial que dedicou sua vida à segurança pública.
Histórico
Bope atua em operações de segurança pública de alta complexidade
Em 10 de março de 1971, o então governador do Distrito Federal, Hélio Prates da Silveira, criou, por meio do decreto nº 1.636, a Companhia de Operações Especiais da Polícia Militar, dando início às atividades de operações especiais na PMDF. A corporação era responsável por ações com cães, policiamento de choque, patrulhamento com motocicletas e missões especiais fora do DF.
Em 11 de agosto de 1981, a unidade passou a ser chamada de Companhia de Polícia de Choque. Posteriormente, pelo decreto nº 20.329, de 22 de junho de 1999, foi transformada em Batalhão de Operações Especiais, subordinado diretamente ao Comando-Geral da Corporação.
Com a organização básica da PMDF definida pelo decreto nº 31.793, de 11 de junho de 2010, a Companhia de Operações foi elevada definitivamente à categoria de batalhão, sendo responsável pela execução de ações policiais e de segurança pública de alta complexidade. Entre suas atribuições destacam-se o resgate tático de reféns e as operações de detecção, isolamento e desativação de artefatos explosivos.
Formação do Bope
Fazem parte do efetivo do Bope policiais altamente qualificados, com formação nacional e internacional, incluindo intercâmbios com unidades de elite da América do Sul, dos Estados Unidos e de países da Europa. Até o momento, a unidade já formou 253 operadores especiais, 106 técnicos explosivistas e 160 negociadores.
Atualmente, o Bope é composto por três companhias especializadas:
• 1ª Companhia – Grupo de Intervenção 13 de Maio: responsável por ações táticas de intervenção, combate a quadrilhas de roubo a bancos, tiro de precisão e demais operações especiais;
• 2ª Companhia – Esquadrão de Bombas: especializada em desativação de explosivos, apoio a operações do Ibama e da Polícia Federal, e instruções táticas a outras unidades;
• 3ª Companhia – Negociadores: atua na mediação de crises envolvendo reféns ou pessoas armadas em situação de risco, como tentativas de suicídio.
Programação brasiliense oferece opções para todos os gostos, incluindo apresentações circenses, oficinas sobre a cultura afro-brasileira e exposições sobre a ditadura militar e o folclore
De exposições fotográficas no Museu Nacional da República e mostra de filmes da América Latina a shows gratuitos, espetáculo circense e imersão cultural na Expotchê: o final de semana do brasiliense será agitado. A Agência Brasília listou as principais opções de lazer promovidas em equipamentos culturais do Governo do Distrito Federal (GDF) e com apoio das secretarias de Cultura e Economia Criativa (Secec) e de Turismo (Setur). Confira!
A dupla Wilian e Marlon do festival Agitaê, marcado para este sábado (14), a partir das 18h, no Estacionamento 9 do Parque da Cidade | Foto: Divulgação
Experiência gaúcha
Ainda dá tempo de conferir a 32ª edição da Expotchê, tradicional evento em celebração à música, dança, gastronomia e tradições do Rio Grande do Sul. Os estandes estarão disponíveis até este domingo (15), no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade. A grande novidade deste ano é o Churras Tchê – 1º Festival de Churrasco da Expotchê, trazendo o tradicional churrasco gaúcho.
A Setur-DF conta com um espaço na estrutura, onde o visitante pode conhecer delícias brasilienses: cafés, mirtilo, cachaças, vinhos e muito mais. Outras atividades são listadas no Instagram do evento, que tem entrada gratuita na primeira hora de atividade. De segunda a quinta, a Expotchê vai das 16h às 23h, e das 11h às 23h de sexta a domingo.
Feira do Livro
Um dos eventos mais aguardados pelos leitores brasilienses anualmente, a Feira do Livro de Brasília termina neste sábado (14). A edição deste ano foi voltada ao meio ambiente e sustentabilidade, conectando literatura, Cerrado e conscientização ambiental.
O evento ocorre no Complexo Cultural da República, com sessões de conversa, oficinas educativas, contação de histórias, feira de expositores da economia verde, lançamentos literários com autores e venda de livros. O funcionamento é das 8h às 20h20 de segunda a quinta, das 8h às 22h nas sextas e das 9h às 22h aos sábados.
Shows
Para aqueles que desejam programações noturnas, que tal se divertir no Agitaê? O evento promovido com apoio do GDF tem entrada gratuita e será neste sábado, a partir das 18h, no Estacionamento 9 do Parque da Cidade. Com o lema “É cultura, é festa, é movimento!”, o Agitaê terá apresentações de Mitiê do Brasil, Wilian e Marlon, Leon Correia, Klebbin, Nego Rainner e DJ Geovana. Os ingressos estão disponíveis pela plataforma Digital Ingressos.
Circo
Para esta sexta-feira, a opção é o espetáculo O Circo dos Irmãos Saúde, promovido com recursos do FAC-DF. A peça sobre convivência entre irmãos promete arrancar gargalhadas do público, em celebração aos 25 anos de trajetória dos palhaços e artistas de rua Xaubraubrau e Raquaquá. O evento gratuito será na Feira do Park Way, no Núcleo Rural Vargem Bonita, a partir das 19h30.
O espetáculo O Circo dos Irmãos Saúde celebra os 25 anos de trajetória dos palhaços e artistas de rua Xaubraubrau e Raquaquá | Foto: Divulgação
Sétima arte
E que tal um cineminha? Um dos principais equipamentos de cultura do DF, o Cine Brasília receberá a Oitava Mostra de Cinema Latino-Americano e Caribenho, que segue em cartaz até o dia 18 deste mês. Serão exibidos 15 filmes de diversos gêneros e países, com entrada gratuita e sessões para todas as idades.
A mostra é uma oportunidade para conhecer a pluralidade das narrativas e dos estilos cinematográficos que compõem o panorama latino-americano e caribenho, promovendo o intercâmbio cultural e o fortalecimento dos laços entre as nações. A programação está disponível no Instagram do Cine Brasília e do Grupo dos Países da América Latina e do Caribe.
Ancestralidade
A cultura afro-brasileira e o protagonismo feminino também estarão em destaque neste final de semana, com o festival Yabás Deusas Negras, no Complexo Cultural de Samambaia. Aberto na última segunda-feira (9), o evento vai até domingo, com exposição educativa, oficinas culturais e gastronômicas, sessões de conversa e espetáculos musicais. A proposta conta com recursos do FAC-DF e homenageia as orixás femininas Oxum, Iemanjá, Iansã, Nanã, Obá e Ewá.
No sábado, haverá oficinas de temas diversos a partir das 14h e um cortejo com lavagem ritualística às 20h. No domingo, as formações começam às 9h30 e seguem até as 16h, quando ocorrerá um bate-papo sobre as orixás femininas e apresentações artísticas. As atividades são gratuitas e para participar basta retirar o ingresso na plataforma parceira.
Para quem deseja conhecer mais sobre o folclore brasileiro, o Museu Nacional da República recebe exposições do 4º Fórum Internacional da Amazônia. Na Galeria 3, a mostra Sairé: Celebração, Louvor e Disputa dos Botos, do paraense Alexandre Baena, traz o rito cultural-religioso e a famosa disputa dos botos tucuxi e cor-de-rosa. A festividade anual é capturada pelas lentes do artista valorizando a cultura e a tradição secular de Alter do Chão e da região oeste do Pará.
A mostra Sairé: Celebração, Louvor e Disputa dos Botos, do paraense Alexandre Baena, traz o rito cultural-religioso e a famosa disputa dos botos tucuxi e cor-de-rosa | Foto: Divulgação/Alexandre Baena
Os visitantes poderão apreciar também a exposição Mirasawá: O que a tempestade não leva, da artista Moara Tupinambá. Disponível na Galeria 2, a mostra trata da espiritualidade, filosofia, rituais e percepções indígenas. São apresentadas duas séries distintas: uma dedicada às mulheres indígenas e outra que discute a problemática das doenças tropicais e o genocídio dos povos originários, expolorando o surgimento de epidemias e o desmatamento descontrolado na região amazônica. O museu funciona de terça a domingo, das 9h às 18h30, com entrada gratuita.
História
O Museu Nacional da República também recebe a exposição Que país é este?, que reúne obras do fotógrafo, repórter e cineasta Jorge Bodanzky produzidas durante a ditadura militar brasileira – 1964 a 1985 -, incluindo trechos de sete filmes dirigidos por ele, fotografias e projeções em Super 8, e reportagens audiovisuais feitas para a televisão alemã.
Nascido em São Paulo em 1942, Bodanzky é filho de austríacos que imigraram para o Brasil fugindo da perseguição nazista. Em 1964, ingressou na segunda turma da recém-criada Universidade de Brasília (UnB). Dois anos depois, com o cerco da ditadura militar, seguiu para a Alemanha, onde estudou cinema, e retornou ao país natal em 1968. Na mesma época, passou a fotografar para as revistas Manchete e Realidade, entre outras, além de ter estreado como diretor de cinema com o média-metragem Caminhos de Valderez, codirigido com Hermano Penna, e filmado em Brasília.
A exposição Que país é este?, do fotógrafo, repórter e cineasta Jorge Bodanzky, está no Museu Nacional da República | Foto: Divulgação/ Jorge Bodanzky
Gratuidades
O Jardim Botânico de Brasília (JBB) estará de portas abertas para a população neste final de semana, das 8h30 às 17h. Criado em 1985, o espaço é uma das principais áreas de conservação do Cerrado e promove educação ambiental, pesquisa científica e lazer por meio de trilhas, jardins temáticos e espaços de visitação. De terça a sábado, a entrada custa R$ 5 por pessoa; aos domingos, é gratuita, pelo programa Lazer Para Todos, política pública de ampliação do lazer criada por este GDF em março deste ano.
Com o Vai de Graça, a população pode acessar este e outros equipamentos culturais sem preocupação em relação ao deslocamento. Lançado no final de fevereiro, o programa permite a gratuidade nos ônibus e no metrô aos domingos e feriados. Além disso, o horário de atendimento do metrô foi ampliado para o período das 7h às 21h30 – antes fechava às 19h -, garantindo mais mobilidade aos cidadãos.