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Inscrições prorrogadas para 2ª edição do Prêmio Sesc-DF de Jornalismo

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Os interessados podem se inscrever até o dia 26 de outubro nas categorias TV, rádio, impresso e online e concorrer ao prêmio de R$ 10 mil 

As inscrições para a 2ª edição do Prêmio Sesc-DF de Jornalismo foram prorrogadas até o dia 26 de outubro. O Serviço Social do Comércio do Distrito Federal (Sesc-DF) vai premiar as melhores reportagens e produções jornalísticas que mostram o impacto real das
ações do setor do comércio no DF de promoção do bem-estar, cidadania e transformação social.

Poderão concorrer as matérias e reportagens publicadas em emissoras de TV e Rádio, veículos impressos e online sediados no Distrito Federal, veiculadas a partir de 1° de novembro de 2024 até 26 de outubro de 2025.

O tema escolhido para este ano foi: “Iniciativas que Transformam: ações integradas e realizadas por entidade do setor produtivo do comércio na promoção do bem-estar no DF.”

As produções serão avaliadas por uma comissão formada por representantes do Sesc-DF. No dia 3 de novembro, serão divulgados os três finalistas de cada categoria no site oficial do Sesc-DF.

Entrega dos Prêmios

O projeto integra o Prêmio do Comerciário que, anualmente, homenageia trabalhadores, empresas e empresários que fizeram a diferença no DF.

Os vencedores serão anunciados durante a cerimônia do Prêmio do Comerciário, no dia 10 de novembro de 2025. Cada categoria terá um vencedor, que levará o prêmio de R$ 10.000.

Inscrições

Os interessados podem se inscrever pelo
Formulário de inscrição.
Cada profissional poderá concorrer com um trabalho, independentemente da categoria. Não há limite de inscrições por veículo. O Edital completo com todos os critérios de seleção pode ser acesso pelo link:
AQUI.

Serviço

2º Prêmio Sesc-DF de Jornalismo

Inscrições: Até 26 de outubro

Categorias: TV, Rádio, Impresso e Online

Divulgação dos finalistas: 03/11/2025

Prêmio: R$ 10.000 para o vencedor de cada categoria

Premiação: 10/11/2025 (durante o Prêmio do Comerciário)

Formulário de inscrição: https://saibamais.sescdf.com.br/premiojornalismo2025

Do rombo de R$ 7,7 bi à reeleição: o segredo de Ibaneis para vencer

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Ibaneis Rocha consolidou um modelo de gestão técnica e eficiente no DF, rompendo com a velha política e alcançando a inédita reeleição em 1º turno. Agora, prepara-se para disputar o Senado em 2026

A capacidade gerencial de Ibaneis Rocha (MDB) é, sem dúvida, o principal pilar que sustenta o sucesso de suas duas administrações à frente do Governo do Distrito Federal.

Sua trajetória no poder executivo começou em 2019, quando o então advogado e empresário decidiu enfrentar o sistema político corrupto que dominava o DF por quase uma década, e venceu.

No pleito de 2018, o novo derrotou a velhacaria política dominante e viciada, abrindo espaço para um perfil de gestor técnico, mais pragmático e voltado para resultados.

Ao assumir o governo, Ibaneis encontrou um cenário de terra arrasada.

A cidade sofria com graves problemas estruturais e um gigantesco rombo de R$ 7,7 bilhões nas contas públicas, herança maldita herdada da gestão de Rodrigo Rollemberg (PSB).

Havia também um calote que atingia cerca de 165 mil servidores, um passivo que comprometia as finanças e a credibilidade do governo.

Sem histórico político tradicional, Ibaneis surgiu como um outsider que falava a linguagem da eficiência administrativa.

Sua experiência como advogado e empresário permitiu-lhe aplicar práticas de gestão privada no setor público, priorizando a reorganização fiscal, a retomada de obras paradas e a valorização do funcionalismo.

Esse estilo de governar nasceu como antítese da chamada “década perdida” que o Distrito Federal viveu.

Iniciada ainda na metade do governo de José Roberto Arruda, que caiu e foi preso em 2009 pelas garras da “Caixa de Pandora”, a crise política e administrativa do Distrito Federal se estendeu pelo governo-tampão de Rogério Rosso.

O cenário se agravou na gestão petista de Agnelo Queiroz, marcada por escândalos de corrupção que culminaram na prisão do ex-governador pela Operação Panatenaico, e atingiu seu ponto mais crítico nos quatro anos de Rodrigo Rollemberg.

Nesse período do neosocialista, até executivos do Banco de Brasília (BRB) foram presos pela Operação Circus Maximus, acusados de receber R$ 40 milhões em propinas.

Diante desse histórico, Ibaneis representou um ponto de virada.

Seu modo de fazer política, centrado na gestão e no resultado, devolveu à população brasiliense a confiança na administração pública.

Essa aprovação se consolidou em 2022, quando foi reeleito ainda no primeiro turno, um feito inédito na história política do DF.

Nem mesmo o populista Joaquim Roriz, um ícone de forte apelo popular, consegui tal façanha.

Agora, prestes a encerrar seu segundo mandato, Ibaneis Rocha se prepara para um novo desafio: disputar uma das duas vagas ao Senado Federal nas eleições do próximo ano.

Deverá se descompatibilizar do cargo em abril, encerrando um ciclo de governo bem avaliado pelo povo e marcado por estabilidade, obras estruturantes e recuperação econômica.

Com alta aprovação nas pesquisas e uma imagem consolidada de gestor eficiente, Ibaneis deixará  o governo com o legado de quem conseguiu romper com vícios antigos e instaurar uma nova forma de governar no DF.

Sua possível volta ao Palácio do Buriti, no futuro, não é apenas uma hipótese, é uma perspectiva real sustentada por resultados e pela confiança que conquistou junto à população. O “volta Ibaneis” pode acontecer

*Toni Duarte é jornalista e editor/chefe o Radar-DF, com experiência em análises de tendências políticas e comportamento social da capital federal. Siga o #radarDF

Semana abre com mais de 800 vagas de emprego disponíveis no DF

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Oportunidades exigem diferentes níveis de escolaridade e oferecem salários de até R$ 2,4 mil, com benefícios

Nesta segunda-feira (20), as agências do trabalhador do Distrito Federal disponibilizam 827 vagas de emprego para quem busca ingressar no mercado. Os salários variam entre R$ 1,6 e R$ 2,4 mil, com oportunidades que exigem diferentes níveis de escolaridade e experiência, além de vagas exclusivas para pessoas com deficiência (PcDs) e aprendizes.

Entre as opções com maior salário está a função de açougueiro, em Águas Claras, com cinco vagas e remuneração de R$ 2.450. Na mesma região, três oportunidades como eletrotécnico estão disponíveis com um pagamento de R$ 2.458. Para as vagas de açougueiro é exigido o ensino fundamental completo, enquanto para as de eletrotécnico é necessário ter o ensino médio completo.

Os cargos com maior número de vagas estão concentrados em Vicente Pires, com 40 oportunidades para auxiliar de linha de produção (R$ 1.640), e também na região de Samambaia Norte, com 25 chances como repositor de mercadorias (R$ 1.606).

Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou solicitar atendimento pelo e-mail gcv@setrab.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).

Investigação envolvendo Marconi aponta desvio de R$ 83,6 milhões em São Paulo

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Jockey Club em dívidas superiores a R$ 800 milhões e é alvo de reportagem que detalha notas fiscais duplicadas e empresas fantasmas em projetos de restauração financiados pela Lei Rouanet e TDC durante o período de 2018 a 2025

Da Redação

O Jockey Club de São Paulo — instituição com 150 anos de história e reconhecida como símbolo de elegância — enfrenta uma grave crise financeira e uma investigação por suposto mau uso de incentivos fiscais. Segundo reportagem do portal UOL, o clube captou R$ 83,6 milhões em incentivos públicos entre 2018 e 2025, sendo R$ 22,4 milhões via Lei Rouanet (federal) e R$ 61,2 milhões pela TDC (municipal), ambos destinados à restauração de sua sede tombada às margens da Marginal Pinheiros.

Documentos e notas fiscais obtidos pela reportagem revelam indícios de irregularidades, como pagamento de R$ 11,2 milhões a uma construtora de Goiânia chamada “Vidal”, que existe apenas no Instagram e não possui sede ou sócias identificadas; despesas pessoais como jantares com vinhos importados, compras em farmácias, estadias em hotéis no Rio de Janeiro e até condomínio quitado com verba pública; além de aluguel de gerador por R$ 2,3 mil, enviado para Santo Antônio do Descoberto sem vínculo técnico com o projeto de restauração.

No centro da polêmica está o ex-governador de Goiás e presidente nacional do PSDB, Marconi Perillo, que é sócio do Jockey desde 2019 e conselheiro da instituição desde 2022. A reportagem do UOL aponta que parte dos recursos públicos captados teria sido direcionada a empresas goianas ligadas a parentes e ex-assessores de Perillo, como a produtora cultural Elysium Sociedade Cultural, criada por decreto em 2014 durante seu mandato. Perillo nega envolvimento.

Além disso, o clube passou a responder a processo de recuperação judicial em setembro de 2025, ao declarar passivo de R$ 19,1 milhões com credores privados, suspensão temporária de cobranças e com a Prefeitura de São Paulo mantendo uma cobrança de mais de R$ 800 milhões em dívidas fiscais, especialmente IPTU.

A força-tarefa do Ministério da Cultura e da Controladoria-Geral do Município de São Paulo investiga a origem e a aplicação dos recursos captados pelo clube, o que pode resultar em devolução integral dos valores, além de responsabilização por improbidade, estelionato ou lavagem de dinheiro.

A Elysium diz seguir as regras. Mas o caso é grave: dinheiro público, destinado a preservar história, pode ter ido para bolsos questionáveis.

Para Perillo, com 15,6% das intenções de voto em Goiás (AtlasIntel), o escândalo é uma bomba-relógio às vésperas de 2026.

O que está em jogo? A credibilidade de incentivos fiscais e a preservação de um patrimônio cultural.

A auditoria da Prefeitura pode exigir a devolução dos recursos e abrir caminho para investigações federais.

Marconi articula nos bastidores para reduzir as dívidas fiscais do clube, mas o UOL aponta conexões incômodas: parte dos recursos foi para empresas goianas ligadas a parentes e ex-assessores, como a Elysium Sociedade Cultural, criada por decreto seu em 2014.

Parque Bosque do Sudoeste recebe novas melhorias e ganha espaço para calistenia

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GDF investe R$ 150 mil em obras de ampliação de banheiros, perfuração de poço e novas áreas de lazer

Brasília, 19 de outubro de 2025 — O Parque Urbano Bosque do Sudoeste está passando por mais uma etapa de revitalização com investimento de R$ 150 mil do Governo do Distrito Federal (GDF). As obras incluem a reforma e ampliação do banheiro da família, a criação de um espaço de calistenia e a perfuração de um poço artesiano, ações que visam melhorar a infraestrutura e promover o bem-estar dos frequentadores.

Do valor total, R$ 110 mil serão destinados à ampliação dos sanitários e R$ 40 mil à instalação do novo espaço para atividades físicas ao ar livre. O projeto também prevê a perfuração de um poço de 150 metros de profundidade, que será utilizado para irrigar o parque e abastecer banheiros e chuveiros, gerando uma economia estimada de R$ 100 mil por ano.

Fernanda Cavalcante prefere pedalar no parque para fugir do ambiente fechado das academias | Fotos Geovana Albuquerque/Agência Brasília

De acordo com o administrador regional do Sudoeste, Reginaldo Sardinha, o aumento no número de frequentadores — cerca de três mil pessoas por dia — exigiu melhorias na estrutura sanitária. “O parque passou de dois banheiros femininos e um masculino para cinco femininos, dois masculinos, um acessível e um fraldário. As obras vão acabar com as filas e garantir mais conforto aos visitantes”, afirmou.

O administrador lembra que o Bosque do Sudoeste vem recebendo intervenções contínuas nos últimos anos. “As primeiras melhorias começaram com a criação da horta comunitária, que hoje triplicou de tamanho, e a reforma da quadra de areia, que agora conta com duas áreas cercadas para a prática de vôlei, futebol e beach tennis”, destacou.

O espaço infantil também passou por uma transformação significativa. “O antigo parquinho, que tinha quase 20 anos, foi reformado há três anos por meio do programa Adote uma Praça, em parceria com uma escola particular. O local ganhou brinquedos novos e cobertura, oferecendo mais segurança e conforto às crianças”, explicou Sardinha.

A nutricionista Fernanda Cavalcante, moradora do Sudoeste há mais de uma década, acompanha de perto as melhorias. “Eu pedalo todo dia. Gosto porque foge do ambiente fechado da academia e ainda posso organizar meu treino. O parquinho que frequento com meu filho está muito melhor, com novos brinquedos e áreas sombreadas”, comentou.

Inaugurado em 2013, o Parque Urbano Bosque do Sudoeste ocupa uma área de 70 mil m² e passou à gestão da Administração Regional do Sudoeste/Octogonal em 2019. O espaço oferece pistas para caminhada e ciclismo, áreas de ginástica, parquinho infantil e uma pequena arena para eventos culturais e esportivos. As obras em andamento são executadas por equipes especializadas, garantindo segurança e qualidade em cada etapa.

SEEDF acompanha aplicação de provas do PSS para professores substitutos

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Processo seletivo busca formar banco de profissionais temporários para a rede pública de ensino do DF

Brasília, 19 de outubro de 2025 — A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) acompanhou, na manhã deste domingo (19), a aplicação das provas do Processo Seletivo Simplificado (PSS) destinado à contratação temporária de professores substitutos da rede pública. As provas objetivas foram realizadas em dois turnos: pela manhã, para todos os componentes curriculares, e à tarde, para a área de Pedagogia.

A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, e o secretário executivo, Isaias Aparecido, estiveram presentes em diversos locais de aplicação, acompanhando a execução do exame ao lado da equipe da Subsecretaria de Gestão de Pessoas (Sugep). Entre as instituições visitadas estavam a Unip, Upis, Unieuro e o Colégio Marista Asa Sul.

Hélvia Paranaguá destacou a boa estrutura oferecida aos candidatos e o cuidado com a acessibilidade. “Pude verificar, em diversas instituições de ensino onde a avaliação foi aplicada, a organização por parte da entidade parceira responsável pela sua execução. Fiquei muito satisfeita com o suporte para candidatos com deficiência. Tivemos videoprova para estudantes surdos e salas com dois leitores e um fiscal dedicados a um único candidato, assegurando um acompanhamento altamente individualizado. Tudo transcorreu dentro do esperado”, afirmou.

Os portões abriram às 14h45 para os concorrentes da área de Pedagogia e fecharam às 15h45. A entrada foi permitida apenas mediante apresentação de documento de identidade original e uso de caneta esferográfica azul ou preta, fabricada em material transparente. Não houve tolerância para atrasos nem alteração do local de prova.

A subsecretária de Gestão de Pessoas, Ana Paula Aguiar, explicou que o PSS, regido pelo Edital nº 36, de 26 de agosto de 2025, não estabelece número fixo de vagas. “O objetivo do processo seletivo é formar um banco de profissionais aprovados que poderão ser convocados conforme a necessidade da rede, quando os professores efetivos se afastarem da regência de classe”, destacou.

Dia D de Multivacinação imuniza mais de 11 mil pessoas no DF

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Ação mobilizou dois mil profissionais e levou vacinas a 105 pontos em todas as regiões do DF

Brasília, 19 de outubro de 2025 — O Distrito Federal realizou neste sábado (18) uma grande mobilização pela saúde pública com o Dia D da Campanha de Multivacinação, que registrou a imunização de 11.227 pessoas de diferentes faixas etárias. A ação contou com 105 pontos de vacinação e a participação de cerca de 2 mil profissionais de saúde, com foco especial em crianças e adolescentes de até 14 anos.

Com o objetivo de ampliar o acesso da população, as equipes levaram as vacinas a locais de grande circulação, como shoppings, feiras, supermercados e administrações regionais. Foram disponibilizadas todas as vacinas do Calendário Nacional de Vacinação, incluindo doses contra sarampo para pessoas de até 59 anos e contra HPV para jovens de 15 a 19 anos.

Além de atualizar a caderneta de vacinação, a iniciativa também buscou enfrentar a hesitação vacinal, fortalecer o microplanejamento das regiões de saúde e garantir o registro adequado das doses aplicadas, contribuindo para a manutenção da eliminação da poliomielite no país.

A abertura oficial ocorreu no Riacho Fundo II, com a presença de representantes do Ministério da Saúde, da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) no Brasil.

A Campanha de Multivacinação continua até 31 de outubro, e a Secretaria de Saúde reforça a recomendação para que todas as unidades de saúde aproveitem os atendimentos de rotina para promover a imunização e ampliar a cobertura vacinal em todo o DF.

Arapoanga e Sobradinho terão energia suspensa nesta segunda-feira

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Serviços de manutenção e modernização da rede elétrica serão realizados pela Neoenergia

A Neoenergia executa, nesta segunda-feira (20), serviços de melhoria e manutenção da rede elétrica em Arapoanga e Sobradinho. Para a segurança dos técnicos e da população, o fornecimento de energia será temporariamente suspenso nos seguintes locais e horários:

Arapoanga

· Horário: 10h às 16h

· Local: toda a região do Arapoanga
· Serviço: melhoria e manutenção da rede elétrica 

Sobradinho

· Horário: 9h às 15h
· Local: DF-150, KM 05, Lote 04B, Condomínio Beija-Flor
· Serviço: melhoria e manutenção da rede elétrica

Caso os serviços terminem antes do horário previsto, a rede será religada sem aviso prévio. Além dos desligamentos programados, interrupções não previstas podem ocorrer e devem ser registradas pelo telefone 116.

Clientes com deficiência auditiva e de fala têm atendimento disponível pelo 0800 701 0155, com aparelho adaptado.

Pacientes de câncer de mama no HBDF contam com rede de cuidado

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Equipe multiprofissional e voluntários transformam o medo em força

Aos 53 anos, Regina Sousa Bispo descobriu que o câncer de mama não destrói apenas células, ele mexe com sonhos, com a autoestima e com o sentido da vida. Foram sete meses até o diagnóstico definitivo. Os exames de imagem não mostravam nada. Apenas a biópsia revelou o tumor. “Quando ouvi o resultado, foi como se tivessem me dito: você vai morrer. Eu vivia com uma faca no pescoço”, lembra.

No Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade gerida pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Regina recebeu o diagnóstico, passou por uma mastectomia radical e pela retirada de dez linfonodos.

Regina Sousa Bispo se desestabilizou ao descobrir o câncer de mama: “Aos poucos, com o apoio da equipe do Hospital de Base, eu fui voltando a me enxergar com carinho” | Foto: Divulgação/IgesDF

 

Foi também na unidade que ela enfrentou os efeitos colaterais da quimioterapia e iniciou a reviravolta no processo de recuperação. “Você sai da cirurgia e não se reconhece. Perdi o cabelo, oito dentes, o corpo mudou. Mas, aos poucos, com o apoio da equipe do Hospital de Base, eu fui voltando a me enxergar com carinho”, conta.

Hoje, em remissão, ela segue o acompanhamento rigoroso a cada três meses. “Oncologistas, mastologistas, enfermeiras, psicólogos e, principalmente, as meninas do centro de infusão — todos aqui têm uma empatia ímpar. Sempre me senti cuidada e orientada com gentileza. A gente passa a querer viver bem a cada dia, mesmo com medo e cansada. Se eu tiver só um dia de vida, quero vivê-lo bem, maquiada e de cabeça erguida”, completa.

Valquíria Espíndola nunca se sentiu sozinha na luta contra o câncer | Foto: Divulgação

 

Essa mesma força move Valquíria Espíndola, de 47 anos, que descobriu o câncer durante o autoexame. “Eu mesma senti o caroço e procurei ajuda médica. Foi o começo de uma luta, mas nunca estive sozinha”, conta. Em tratamento há um ano, ela está prestes a concluir a quimioterapia e se prepara para a cirurgia. “Desde o início, o pessoal me acolheu muito bem. As meninas da Rede Feminina, os médicos, todos me deram apoio. No Centro de Infusão, o carinho é constante. É isso que nos dá coragem para seguir.”

Os dois lados do atendimento

No Dia Mundial de Combate ao Câncer de Mama, celebrado neste domingo (19), a gerente geral de assistência do Hospital de Base, Fernanda Hak, reforça que o tratamento vai muito além da técnica. “A técnica é essencial, mas é o cuidado que transforma. As cicatrizes e os fios que voltam a crescer são só parte da história. O que floresce mesmo é a coragem de recomeçar”, destaca.

“Eu sei o que é ouvir aquele diagnóstico e sentir o mundo parar”

Arlene da Conceição Vilela, colaboradora do Programa Humanizar

Entre tantas mãos que acolhem, está a de Arlene da Conceição Vilela, colaboradora do Programa Humanizar, iniciativa que promove acolhimento e respeito nas unidades de saúde geridas pelo IgesDF. Antes de ser quem oferece conforto, Arlene foi quem precisou dele. Descobriu o câncer de mama em 2018, passou por cirurgia, radioterapia e cinco anos de tratamento. “Eu sei o que é ouvir aquele diagnóstico e sentir o mundo parar. Por isso, faço de tudo para tratar cada paciente com amor. Um sorriso e uma palavra amiga nos ajudam a curar a alma”, afirma.

Com voz calma e fé inabalável, Arlene resume o que aprendeu com a doença e com o trabalho. “Deus está no controle de tudo. Depois vêm os médicos, o tratamento e o carinho do Humanizar. É isso que sustenta a gente.”

Perto dali, outras mulheres recebem apoio da Rede Feminina de Combate ao Câncer, que atende cerca de mil pacientes por mês e é coordenada por Larissa Bezerra. “Muitas chegam arrasadas, sem saber como vão enfrentar a doença. Nosso papel é mostrar que a vida continua, que há beleza, vaidade e amor mesmo no meio do tratamento”, explica Larissa.

Atualmente, a entidade, com sede no Hospital de Base, mantém 40 projetos, como o de doação de perucas, próteses mamárias, sutiãs adaptados e lenços. “Uma peruca pode parecer algo pequeno, mas devolve identidade e autoestima. Já vimos mulheres chorarem de emoção por se verem de novo no espelho”, relata.

Larissa Bezerra: “Nosso papel é mostrar que a vida continua, que há beleza, vaidade e amor mesmo no meio do tratamento” | Foto: Divulgação/IgesDF

 

A Rede também acolhe pacientes de outras regiões e mantém uma casa de apoio no Núcleo Bandeirante, onde voluntários e doadores ajudam a garantir o cuidado contínuo.

Compromisso com o cuidado

A chefe de enfermagem do ambulatório onco-hematológico, Larissa Dias, reforça que o acolhimento começa desde o primeiro contato com a paciente. “Hoje conseguimos iniciar o tratamento de forma rápida. Se a paciente chega com o diagnóstico, muitas vezes já encaixamos a quimioterapia para o dia seguinte. Nosso foco é garantir que ninguém espere por cuidado”, explica.

 

Com os avanços recentes no tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), as chances de cura aumentam e, com elas, cresce também a esperança. Para Larissa, o diferencial do Hospital de Base está no olhar integral.

“Não é só sobre o medicamento. É sobre orientar, conversar, explicar efeitos colaterais, oferecer suporte psicológico e nutricional. É sobre estar presente em cada fase. Hoje, o câncer de mama tem tratamento eficaz e muitas pacientes saem curadas. Mas o que realmente transforma é o cuidado humano, o olhar atento, o toque gentil. Isso é o que cura de verdade”, reforça.