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Integração entre as forças armadas vai reforçar segurança no fim de ano

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Plano operacional terá foco em ações ostensivas, investigação criminal, controle viário e atendimento emergencial

Foi lançada nesta terça-feira (4) a Operação Integrada de Segurança Pública de Final de Ano, que reforçará as ações de policiamento, fiscalização e monitoramento nas regiões administrativas do Distrito Federal. O plano operacional integra esforços das forças de segurança, com foco em ações ostensivas, investigação criminal, controle viário e atendimento emergencial, com monitoramento constante das áreas de maior circulação, apoio a eventos e reforço de policiamento em regiões comerciais. A cerimônia de lançamento ocorreu no Complexo Cultural da República.

“A operação reflete o compromisso firme da nossa gestão com a proteção da população, especialmente em um momento de maior circulação e celebrações”

Celina Leão, vice-governadora do DF

“A operação reflete o compromisso firme da nossa gestão com a proteção da população, especialmente em um momento de maior circulação e celebrações. Além disso, reforça a importância do trabalho integrado das forças de segurança, que se reflete positivamente na vida de quem vive em nossa cidade, já reconhecida como uma das mais seguras do país e pela qual trabalhamos para que seja a primeira”, ressaltou a vice-governadora do DF, Celina Leão.

O objetivo é proporcionar mais tranquilidade, segurança e fluidez do trânsito para a população no período que antecede as festas de fim de ano. Nos próximos dois meses haverá o reforço de estratégias de prevenção, monitoramento e proteção da população com ações coordenadas da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) e forças de segurança e órgãos de trânsito — Polícia Militar (PMDF), Polícia Civil (PCDF), Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF) e Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF).

Sandro Avelar: “O objetivo é garantir que o cidadão sinta a presença das forças de segurança nas ruas, mas, principalmente, perceba o resultado desse trabalho: um fim de ano mais seguro” | Fotos: Divulgação/SSP-DF

 

“A operação é resultado de um planejamento técnico e integração real entre as instituições. O objetivo é garantir que o cidadão sinta a presença das forças de segurança nas ruas, mas, principalmente, perceba o resultado desse trabalho: um fim de ano mais seguro. A integração é o que torna o sistema de segurança eficiente e capaz de responder com rapidez e precisão”, destacou o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar.

O subsecretário de Operações Integradas e coordenador da operação, Carlos Melo, explica: “A operação foi planejada com base em dados de inteligência e análise territorial. O trabalho é coordenado em tempo real pelo Centro Integrado de Operações, o que permite respostas rápidas e precisas. Nosso papel é garantir que todas as forças atuem de forma complementar e eficiente”.

A operação aposta na integração entre as forças de segurança para levar ao cidadão brasiliense um fim de ano de tranquilidade

 

A PMDF atuará com reforço do policiamento com uso do Serviço Voluntário Gratificado (SVG) — em que seis mil policiais em novembro e seis mil em dezembro poderão ampliar a presença nas ruas.

A PCDF mobilizará equipes dos departamentos de Polícia Circunscricional e Especializada, além do Departamento de Atividades Especiais, responsável pelas Divisões de Operações Aéreas e Especiais, com foco no combate aos crimes contra o patrimônio. Durante o lançamento da operação, foram mobilizados 150 policiais, 60 viaturas, um helicóptero e o apoio da Seção de Operações com Cães em ações simultâneas por todas as regiões administrativas.

O Detran-DF e o DER-DF reforçarão a fiscalização nas vias, com blitzes de alcoolemia, campanhas educativas e controle de tráfego em pontos estratégicos.

O CBMDF vai intensificar as ações de prevenção de acidentes e reforçar o efetivo durante o período de festas de fim de ano. “Nosso objetivo é contribuir para que a população aproveite esse período com segurança e garantir respostas rápidas em casos de emergência. O CBMDF estará, como sempre, pronto e em plenas condições de atuar em prol de toda a população do Distrito Federal”, ressalta o comandante-geral da corporação, coronel Moisés Barcelos.

TCDF promove experiência imersiva em cidadania para alunos da rede pública

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A atividade integra a 5ª edição do projeto “TCendo o Futuro”, iniciativa que aproxima alunos do ensino fundamental aos membros e servidores do Tribunal

Na próxima quinta-feira (6), das 13h às 17h30, a Escola de Contas do Tribunal de Contas do Distrito Federal (Escon) recebe estudantes das Escolas Classe 106 Norte e 06 do Cruzeiro para uma tarde de aprendizado sobre controle social e cidadania.

A atividade integra a 5ª edição do projeto “TCendo o Futuro”, iniciativa que aproxima alunos do ensino fundamental aos membros e servidores do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF). Durante a visita, os estudantes terão a oportunidade de conhecer, de forma prática e interativa, o funcionamento da Corte de Contas, participando de apresentações, dinâmicas e um tour guiado pelas dependências da Casa.

Desenvolvido em parceria com a Secretaria de Educação do Distrito Federal, o projeto busca estimular o pensamento crítico e fortalecer o papel do TCDF na formação de cidadãos conscientes, capazes de compreender a importância da fiscalização dos recursos públicos e da defesa dos interesses da sociedade.

Análise: os 63% de aprovação de Ibaneis é o reflexo de um governo que faz

A alta aprovação de Ibaneis é um termômetro de um governo que, em sete anos, transformou promessas em concreto, asfalto, segurança e dignidade para a população

Em um Brasil onde a aprovação média de governadores mal ultrapassa 40%, Ibaneis Rocha (MDB) entrega 63% no Distrito Federal — e não é por acaso. Esses números, registrados na pesquisa Big Data divulgada nesta terça-feira (4), são o termômetro de um governo que, em sete anos, transformou promessas em concreto, asfalto, segurança e dignidade. Não é marketing. É obra. É gestão. É resultado.

Ibaneis não governa para Brasília de cartão-postal. Ele governa para Samambaia, Recanto das Emas, Sol Nascente, Itapoã. Mais de 3.000 obras entregues desde 2019: pontes, viadutos, túneis, asfaltamento de 100% das vias rurais, urbanização de 12 setores irregulares.

Foram R$ 8,7 bilhões investidos em infraestrutura — o maior volume da história do DF.
Cada região administrativa recebeu pelo menos uma grande obra estruturante: hospital, escola, creche, viaduto ou metrô de superfície.

O eleitor sente isso no dia a dia: menos buraco, menos poeira, menos tempo perdido no trânsito. E isso pesa mais que discurso.

Ibaneis não fala de segurança — ele faz. Aumento de 42% no efetivo da PMDF e PCDF (3.200 novos policiais). O reajuste salarial de 37% para as forças de segurança foi o maior do Brasil. Fez a aquisição de 1.200 viaturas, 300 drones, 50 mil câmeras de OCR e armamento de ponta. E para feçhar com chave de ouro a queda de 28% nos homicídios e 35% nos roubos a pedestres desde 2019.

Resultado? O DF saiu do ranking das capitais mais violentas e hoje é referência nacional em segurança pública. A população dorme mais tranquila — e aprova.

Na educação e saúde foram investimentos que salvam vidas e futuros. Ibaneis entregou 100 creches — zerando a fila de espera para crianças de 0 a 3 anos. Além de 30 escolas reformadas ou construídas, com laboratórios de robótica e internet de alta velocidade.
6 hospitais entregues ou ampliados (Hospital de São Sebastião, UPA de Brazlândia, Oncologia do HBDF). E uma redução de 78% nas filas de cirurgias eletivas — de 42 mil para 9 mil pacientes.

Ibaneis não prometeu o impossível — entregou o essencial. E o essencial, no DF, é educação que forma e saúde que cura.

Ibaneis escolheu combater a pobreza com dignidade, não com assistencialismo. Só no Cartão Prato Cheio são mais R$ 1,2 bilhão investidos, beneficiando 120 mil famílias. No DF Social, outros R$ 800 milhões em transferência de renda para 70 mil famílias em vulnerabilidade.

Temos ainda o programa Vai de Graça: transporte público gratuito para estudantes e desempregados — 1,8 milhão de passes emitidos.

E ainda o reajuste de 28% para servidores, uma valorização do funcionalismo sem populismo.

Ibaneis não criou dependência — criou oportunidades. E o povo reconhece.

A gestão sem escândalos é o maior ativo de Ibaneis. Em sete anos, nenhum escândalo de corrupção no alto escalão. Transparência total nos portais do GDF. As licitações com pregão eletrônico registraram uma redução de 40% nos custos. e o equilíbrio fiscal trouxe superávit de R$ 3,2 bilhões em 2024, mesmo com aumento de investimentos.

O DF não vive de CPI — vive de entrega. 63% Não é Sorte. É Gestão.

Ibaneis Rocha deixa o governo com 63% de aprovação porque governa para quem vive no DF, não para quem passa por ele.

Celina Leão, sua vice, herda não apenas o cargo — herda um legado de obras, segurança, saúde, educação e dignidade.

E o eleitor do DF, que já sofreu com Arruda, Agnelo e Rollemberg, sabe diferenciar gestão de marketing. 63% não é número. É reconhecimento.

 

DF ultrapassa 1 milhão de trabalhadores com carteira assinada

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Capital soma mais de 38 mil novas vagas em 2025 e mantém saldo positivo pelo nono mês consecutivo, com destaque para o setor de serviços

O mercado de trabalho do Distrito Federal criou em setembro 3.716 novos empregos formais, segundo dados do Novo Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). No mês, foram registradas 42.171 admissões e 38.455 desligamentos, o que manteve o saldo positivo pelo nono mês consecutivo. Foi o melhor desempenho da região Centro-Oeste.

Com o desempenho, o estoque total de empregos formais na capital federal em setembro chegou a 1.048.656 vínculos ativos, consolidando o DF acima da marca de 1 milhão de trabalhadores com carteira assinada, um patamar histórico que demonstra a resiliência do mercado local mesmo diante das oscilações econômicas do país.

“Estamos fortalecendo o ambiente de negócios e investindo em capacitação, para que cada novo emprego seja também uma oportunidade de transformação social”

Thales Mendes, secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes, os números mostram que o Distrito Federal vive um novo momento de confiança econômica. “Estamos fortalecendo o ambiente de negócios e investindo em capacitação, para que cada novo emprego seja também uma oportunidade de transformação social. Nosso compromisso é continuar ampliando essas conquistas para todas as regiões do DF”, afirma.

De janeiro a setembro de 2025, o saldo acumulado chega a 38.282 novos postos de trabalho, resultado de 371.168 contratações e 332.886 desligamentos. Já no recorte de 12 meses, entre outubro de 2024 e setembro de 2025, o Distrito Federal registrou 39.729 novas vagas, com 481.399 admissões e 441.670 desligamentos.

Com 3,94% de variação relativa, o DF lidera o ritmo de expansão no emprego formal da região nos últimos 12 meses, acima da média nacional (3,28%) e bem acima da média regional (2,46%).

Setor de serviços aquecido

O comércio é um dos destaques do DF no Novo Caged | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

 

Historicamente, a economia do Distrito Federal tem no setor de serviços a maior força. Em 2025, o segmento continua sendo o principal responsável pelo saldo positivo de empregos, puxado pelas áreas de comércio, administração pública, educação, saúde e atividades empresariais.

Além disso, o crescimento da construção civil e o aumento de contratações temporárias para o segundo semestre, impulsionadas pelo comércio e por serviços ligados à temporada de eventos e festas de fim de ano, ajudam a consolidar a tendência de estabilidade no mercado.

Estabilidade e perspectivas

O desempenho ao longo do ano reforça o ambiente de confiança dos empregadores, especialmente após o período de desaceleração observado em 2023. Com a retomada gradual de investimentos públicos e privados, a expectativa é de que o saldo positivo se mantenha até o fim de 2025, com maior movimentação de contratações em outubro e novembro.

A capital também se destaca pela alta qualificação da mão de obra e pelo peso da administração pública e dos serviços especializados, fatores que contribuem para a manutenção de um dos menores índices de informalidade do país. “O Distrito Federal vem apresentando resultados consistentes na geração de empregos formais, mostrando que o mercado local tem capacidade de absorção mesmo em cenários econômicos mais desafiadores”, avalia o secretário Thales Mendes.

Agências do trabalhador oferecem 688 vagas de emprego nesta quarta

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Interessados devem cadastrar o currículo no aplicativo da carteira de trabalho digital ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana

As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 688 vagas de emprego abertas nesta quarta-feira (5). As oportunidades são para diversas regiões administrativas e áreas de atuação, com salários que podem chegar a R$ 2.800, além de benefícios.

Entre os cargos com mais vagas estão 50 para frentista, em Taguatinga; 45 para auxiliar de linha de produção, em Vicente Pires; e 70 para repositor de mercadorias, em Águas Claras e local de trabalho não fixo.

Na lista desta quarta-feira, os salários variam de R$ 1.520 a R$ 2.800, e há vagas que não exigem experiência nem escolaridade específica, o que amplia as chances de inserção no mercado de trabalho.

Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

Ibaneis transforma o DF em muralha armada contra narcotraficantes de Marcola

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A política de Estado implantada por Ibaneis Rocha no combate ao crime organizado transformou o DF em referência nacional em segurança pública, garantindo à população mais tranquilidade, paz e confiança nas forças que protegem a capital do país

Em 22 de março de 2019, Ibaneis Rocha mal havia assumido o Governo do Distrito Federal quando foi surpreendido com a transferência de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, chefe do PCC, para a Penitenciária Federal de Brasília.

O governador reagiu com firmeza: “Estão trazendo o crime organizado para o DF. Brasília não foi feita para abrigar detentos de facções criminosas”, afirmou.

O tempo mostrou que Ibaneis tinha razão.

Mesmo em um presídio de segurança máxima, Marcola, líder do PCC condenado a 330 anos por diversos crimes, continua comandando a facção que domina São Paulo, assim como o Comando Vermelho (CV) domina o Rio de Janeiro.

Desde então, o governador preparou as forças de segurança do DF para monitorar e combater as organizações criminosas que tentavam se infiltrar na capital.

Em 2023, a inteligência da Polícia Civil descobriu um plano batizado de “STF”, que previa a invasão da Penitenciária Federal de Brasília.

O PCC teria reunido um arsenal milionário com armamento pesado para destruir os muros do complexo e libertar Marcola.

Esse episódio ilustra a gravidade da ameaça e a importância da política de segurança conduzida por Ibaneis Rocha, que transformou o tema em eixo central de seu governo.

Hoje, a segurança pública emerge como a principal pauta das eleições de 2026. A crise que implodiu no Rio de Janeiro após a sangrenta Operação Contenção, em 28 de outubro, com 121 mortos, expôs a fragilidade do Estado diante do crime organizado.

Pesquisas recentes mostram o impacto do tema: levantamento da AtlasIntel, divulgado em 31 de outubro, aponta que 55% dos brasileiros aprovam a operação, enquanto 30,8% afirmam que políticas contra a criminalidade serão decisivas no voto.

Já o Datafolha, de 1º de novembro, indica que 76% dos cariocas apoiam intervenção do Exército na segurança local, e o Paraná Pesquisas revela que quase metade da população vê piora na segurança sob o governo Lula.

Nesse cenário, Ibaneis Rocha (MDB) se destaca como referência nacional.

Ao assumir em 2019, herdou  de Rodrigo Rollemberg (PSB), o pior governador da história do DF, forças policiais sucateadas, com salários defasados em 30%, frota envelhecida e taxa de homicídios de 20 por 100 mil habitantes.

Em suas duas gestões (2019–2022 e 2023–2026), investiu mais de R$ 1 bilhão via Fundo Constitucional do DF (FCDF), renovou 100% da frota com 1.354 viaturas, adquiriu 3,8 mil pistolas Glock, drones e construiu novas delegacias e batalhões.

O resultado foi expressivo: em 2024, o DF registrou a menor taxa de homicídios em 48 anos, tornando-se a segunda capital mais segura do Brasil.

Ibaneis também valorizou as forças policiais com reajuste de 18% em 2023 e proposta de até 44% até 2026, além da convocação de 2.950 concursados.

Antes de renunciar em 2026 para disputar o Senado, o governador pretende zerar vagas ociosas e expandir o videomonitoramento.

Sua gestão consolidou o DF como modelo de inteligência, integração e firmeza no combate ao crime organizado, um legado de segurança e prevenção para o Brasil.

*Toni Duarte é jornalista e editor/chefe o Radar-DF, com experiência em análises de tendências políticas e comportamento social da capital federal. Siga o #radarDF

Análise da pesquisa Real Big Data, por Ricardo Callado

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O recado das urnas (e das pesquisas) é claro: o povo quer mais Ibaneis-Celina, não menos

Em um cenário político onde a polarização nacional ainda ecoa, o Distrito Federal emerge como um oásis de estabilidade administrativa sob a dupla Ibaneis Rocha (MDB) e Celina Leão (PP). A pesquisa Big Data, com margem de erro de 3 pontos e 1.200 entrevistas, não deixa dúvidas: Celina Leão é a favorita absoluta para 2026, com números que vão de 40% no cenário mais disputado até 54% em confronto direto com Ricardo Cappelli.

Isso não é mero acaso — é o reflexo de uma gestão que entrega resultados concretos e de uma sucessão natural que o eleitorado já abraçou. É um favoritismo construído em resultados, não em marketing. Celina não é uma candidata “de laboratório”. Sua liderança nas pesquisas — o dobro do segundo colocado — vem de uma presença diária no governo. Enquanto outros pré-candidatos disputam holofotes, ela entrega.

Sua imagem positiva de 42% (contra apenas 20% negativa) na pesquisa Big Data é fruto de uma gestão próxima, prática e sem escândalos. O eleitor do DF não quer mais experimentos — quer continuidade com renovação. E Celina representa exatamente isso.

Ibaneis-Celina é uma gestão que transformou o DF em modelo nacional. Ibaneis Rocha deixa o governo com 63% de aprovação e 41% de avaliação ótimo/bom — números que poucos governadores conseguem ao final do mandato. Essa aprovação não é gratuita: Redução de 25% nos homicídios desde 2019, criação de 180 mil empregos formais no pós-pandemia, com o DF liderando o ranking nacional de geração de vagas; entrega de 12 novas UBS e duplicação da DF-250. Além de programas sociais como o Cartão Prato Cheio (R$ 1,2 bilhão investidos) e o DF Social, que beneficiam 120 mil famílias.

A dupla não governa para a mídia nacional — governa para o cidadão do Riacho Fundo, de Samambaia, do Sol Nascente. E o eleitor sente isso no bolso, na segurança das ruas e na qualidade dos serviços.

Arruda é um passado que não volta – A tentativa de José Roberto Arruda de se reinventar como “alternativa” é politicamente inviável e juridicamente impossível. Condenado por corrupção ativa, formação de quadrilha e improbidade administrativa na Operação Caixa de Pandora, o STJ manteve sua inelegibilidade por oito anos. Ele não pode concorrer em 2026 — ponto final.

Seus ataques pessoais a Ibaneis (“feio por fora e por dentro”) e a invasão frustrada na convenção da Assembleia de Deus revelam descontrole e desespero. O eleitorado evangélico, que representa mais de 25% do DF, repudiou a conduta.

Arruda não é mais um nome — é um fantasma do passado que assombra apenas quem ainda vive de nostalgia. E o DF escolheu o futuro. Por isso Celina Leão não é apenas a favorita — é a candidata da continuidade com renovação. Ibaneis deixa um legado de gestão eficiente, e Celina é a única capaz de ampliá-lo. Enquanto a esquerda se fragmenta e Arruda se afunda em inelegibilidade e escândalos, o DF caminha para eleger, em 2026, a primeira governadora da sua história.

O recado das urnas (e das pesquisas) é claro: o povo quer mais Ibaneis-Celina, não menos.

Celina lidera intenções de voto para GDF com até 54%, aponta pesquisa Big Data

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Vice-governadora do PP consolida favoritismo em cenários estimulados para sucessão de Ibaneis Rocha nas eleições de 2026 no Distrito Federal

Da Redação

A vice-governadora Celina Leão (PP) lidera as intenções de voto para o governo do Distrito Federal em 2026, com percentuais que variam de 40% a 54% nos cenários estimulados, conforme pesquisa do Instituto Big Data em parceria com a Rede Record, realizada entre 2 e 3 de novembro com 1.200 entrevistas.

No cenário 1, que inclui José Roberto Arruda, Leandro Grass (PV), Paula Belmonte (Cidadania) e Ricardo Cappelli (PSB), Celina registra 40%, seguida por Arruda com 20% e Grass com 13%. Nulos e brancos somam 9%, e não sabe ou não respondeu, 8%.

No cenário 2, sem Arruda, Celina alcança 50%, com Grass em 15%, Belmonte em 7% e Cappelli em 7%. Nulos e brancos representam 11%, e não sabe ou não respondeu, 10%.

No cenário 3, em confronto direto com Cappelli, Celina obtém 54%, contra 14% do adversário, com nulos e brancos em 13% e não sabe ou não respondeu em 19%.

Na pesquisa espontânea, Celina aparece com 7%, seguida por Ibaneis Rocha (MDB) com 4% e Michelle Bolsonaro (PL) com 3%. Outros nomes somam 7%, e não sabe ou não respondeu atinge 79%.Dados gerais da pesquisa: 1.200 entrevistas; margem de erro de 3 pontos percentuais; nível de confiança de 95%; campo realizado em 2 e 3 de novembro de 2025.

Análise da pesquisa, por Ricardo Callado

Em um cenário político onde a polarização nacional ainda ecoa, o Distrito Federal emerge como um oásis de estabilidade administrativa sob a dupla Ibaneis Rocha (MDB) e Celina Leão (PP). A pesquisa Big Data, com margem de erro de 3 pontos e 1.200 entrevistas, não deixa dúvidas: Celina Leão é a favorita absoluta para 2026, com números que vão de 40% no cenário mais disputado até 54% em confronto direto com Ricardo Cappelli.

Isso não é mero acaso — é o reflexo de uma gestão que entrega resultados concretos e de uma sucessão natural que o eleitorado já abraçou. É um favoritismo construído em resultados, não em marketing. Celina não é uma candidata “de laboratório”. Sua liderança nas pesquisas — o dobro do segundo colocado — vem de uma presença diária no governo. Enquanto outros pré-candidatos disputam holofotes, ela entrega.

Sua imagem positiva de 42% (contra apenas 20% negativa) na pesquisa Big Data é fruto de uma gestão próxima, prática e sem escândalos. O eleitor do DF não quer mais experimentos — quer continuidade com renovação. E Celina representa exatamente isso.

Ibaneis-Celina é uma gestão que transformou o DF em modelo nacional. Ibaneis Rocha deixa o governo com 63% de aprovação e 41% de avaliação ótimo/bom — números que poucos governadores conseguem ao final do mandato. Essa aprovação não é gratuita: Redução de 25% nos homicídios desde 2019, criação de 180 mil empregos formais no pós-pandemia, com o DF liderando o ranking nacional de geração de vagas; entrega de 12 novas UBS e duplicação da DF-250. Além de programas sociais como o Cartão Prato Cheio (R$ 1,2 bilhão investidos) e o DF Social, que beneficiam 120 mil famílias.

A dupla não governa para a mídia nacional — governa para o cidadão do Riacho Fundo, de Samambaia, do Sol Nascente. E o eleitor sente isso no bolso, na segurança das ruas e na qualidade dos serviços.

Arruda é um passado que não volta – A tentativa de José Roberto Arruda de se reinventar como “alternativa” é politicamente inviável e juridicamente impossível. Condenado por corrupção ativa, formação de quadrilha e improbidade administrativa na Operação Caixa de Pandora, o STJ manteve sua inelegibilidade por oito anos. Ele não pode concorrer em 2026 — ponto final.

Seus ataques pessoais a Ibaneis (“feio por fora e por dentro”) e a invasão frustrada na convenção da Assembleia de Deus revelam descontrole e desespero. O eleitorado evangélico, que representa mais de 25% do DF, repudiou a conduta.

Arruda não é mais um nome — é um fantasma do passado que assombra apenas quem ainda vive de nostalgia. E o DF escolheu o futuro. Por isso Celina Leão não é apenas a favorita — é a candidata da continuidade com renovação. Ibaneis deixa um legado de gestão eficiente, e Celina é a única capaz de ampliá-lo. Enquanto a esquerda se fragmenta e Arruda se afunda em inelegibilidade e escândalos, o DF caminha para eleger, em 2026, a primeira governadora da sua história.

O recado das urnas (e das pesquisas) é claro: o povo quer mais Ibaneis-Celina, não menos.

 

Ibaneis registra 63% de aprovação em pesquisa Big Data com Rede Record

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Governador do MDB tem avaliação positiva de 41% como ótimo ou bom, enquanto 52% discordam da condenação de Bolsonaro pelo STF

Da Redação

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), obtém 63% de aprovação entre os eleitores, conforme pesquisa do Instituto Big Data em parceria com a Rede Record, realizada entre 2 e 3 de novembro com 1.200 entrevistas. A desaprovação soma 31%, e não sabe ou não respondeu representa 6%. Na avaliação de desempenho, 41% consideram o governo ótimo ou bom, 32% regular, 24% ruim ou péssimo, e 3% não sabe ou não respondeu.

Na comparação entre os governos de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL), 37% avaliam o de Bolsonaro como melhor, 30% o de Lula, 27% consideram ambos ruins, 4% ambos bons e 2% não sabe ou não respondeu.Quanto à condenação imposta pelo Supremo Tribunal Federal a Jair Bolsonaro a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, 52% discordam da sentença, 37% concordam e 11% não sabe ou não respondeu.Dados gerais da pesquisa: 1.200 entrevistas; margem de erro de 3 pontos percentuais; nível de confiança de 95%; campo realizado em 2 e 3 de novembro de 2025.