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Celina anuncia auditoria em contratos da Semob para viabilizar transporte gratuito

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Revisão busca identificar desequilíbrios e reduzir custos para viabilizar transporte gratuito de forma gradual

Brasília, 7 de outubro de 2026 – A governadora e candidata à reeleição ao Governo do Distrito Federal (GDF), Celina Leão (PP), anunciou que o Executivo realiza uma auditoria nos contratos da Secretaria de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (Semob/DF). Segundo ela, o objetivo é identificar possíveis desequilíbrios econômicos e avaliar medidas para reduzir custos.

“Nós estamos em uma auditoria dentro da Secretaria de Transportes, revisitando todos esses contratos para ver se há algum desequilíbrio econômico. São contratos que vieram desde a época do governador Agnelo, um contrato que eu peguei pronto. Pedimos uma auditoria, eu congelei todas as tarifas e vamos ver o que eu dou conta de enxugar dentro desse contrato”, afirmou.

De acordo com a governadora, a revisão dos contratos está relacionada à estratégia de ampliar gradualmente a oferta de transporte gratuito no Distrito Federal. A proposta, segundo Celina, começaria pelos moradores inscritos no Cadastro Único (CadÚnico).

“Para que eu possa oferecer o transporte gratuito e começar por aqueles que mais precisam, aqueles que estão inscritos no nosso CadÚnico. Fazer uma coisa gradual, para também não sucatear o transporte público e a gente ir melhorando o número de ônibus”, declarou.

EPTG liberada após interdição por vazamento de 2 mil litros de óleo

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Trecho entre os quilômetros 5 e 8 foi bloqueado para limpeza e prevenção de acidentes

Brasília, 7 de outubro de 2026 – Um trecho da Estrada Parque Taguatinga (EPTG) foi interditado nesta quarta-feira (7) após o vazamento de aproximadamente 2 mil litros de óleo de um caminhão. O bloqueio ocorreu por volta das 9h, entre os quilômetros 5 e 8, após o material se espalhar pela pista.

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), por meio do Batalhão de Policiamento Rodoviário (BPRv), foi acionada e realizou o isolamento da via para evitar acidentes. Segundo relatos, o motorista do caminhão foi alertado por outro condutor sobre o vazamento, mas continuou o trajeto até o quilômetro 8, nas proximidades do viaduto Israel Pinheiro, onde parou o veículo.

Limpeza da pista

Equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foram acionadas para atuar na remoção do material e garantir a segurança durante a limpeza.

Os bombeiros atenderam à ocorrência na altura da churrascaria Búfalo Bill, com o auxílio de quatro viaturas. No local, foi encontrado um caminhão-tanque às margens da via principal, com grande quantidade de material combustível derramado.

A pista foi totalmente interditada durante os trabalhos de limpeza e retirada do óleo, para proteger motoristas e os militares envolvidos na operação.

Segundo as informações divulgadas, a liberação do trecho ocorreu ao meio-dia.

OMS lança primeiro guia para combater obesidade em crianças e adolescentes

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Entidade recomenda mudanças no estilo de vida e estabelece critérios para uso de medicamentos em adolescentes

Brasília, 7 de outubro de 2026 – A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou nesta quarta-feira (7) o primeiro guia global para prevenção e tratamento da obesidade em crianças e adolescentes. Segundo a entidade, a prevalência da doença nessa faixa etária quadruplicou desde 1990, passando de 2% para 8%.

Dados da agência das Nações Unidas apontam que, em 2024, cerca de 170 milhões de crianças e adolescentes entre 5 e 19 anos tinham obesidade. Desse total, 70 milhões estavam na faixa de 5 a 9 anos e 100 milhões tinham entre 10 e 19 anos.

A OMS classifica a obesidade como uma doença crônica e recorrente, que pode provocar consequências ainda durante a infância e aumentar o risco de doenças não transmissíveis, como diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.

A entidade também alerta para os impactos sociais e psicológicos da condição, incluindo estigma, discriminação e bullying. Para a organização, prevenir e controlar a obesidade é importante para proteger a saúde física e mental, além de contribuir para o desenvolvimento, a educação e a qualidade de vida.

Tratamento

Para crianças e adolescentes com obesidade, a OMS recomenda intervenções estruturadas que combinem alimentação saudável, atividade física e mudanças de comportamento. As medidas podem ser realizadas individualmente ou como parte de programas que reúnam diferentes estratégias.

A entidade recomenda, de forma condicional, intervenções de saúde digital, desde que haja supervisão dos pais ou responsáveis.

Para crianças de até 9 anos, a OMS não recomenda medicamentos, cirurgia bariátrica ou dispositivos voltados à perda de peso. Já para adolescentes de 10 a 19 anos, medicamentos aprovados, como as chamadas canetas emagrecedoras, podem ser considerados quando programas supervisionados de mudança de estilo de vida não apresentarem os resultados esperados.

A cirurgia bariátrica também pode ser considerada para adolescentes com obesidade grave, desde que sejam observadas condições rigorosas.

Saúde mental

As diretrizes também destacam a necessidade de atenção à saúde mental durante o acompanhamento da obesidade. Segundo a OMS, ansiedade, depressão, baixa autoestima e desregulação emocional podem contribuir para hábitos alimentares inadequados, sedentarismo e isolamento social.

A organização recomenda que profissionais de saúde tratem a obesidade e as questões relacionadas à saúde mental de maneira precoce e conjunta, com estratégias adequadas à idade e ao desenvolvimento de cada paciente e participação da família.

A OMS ressalta, ainda, que o tratamento individual não é suficiente para reverter o avanço global da obesidade. A entidade defende políticas públicas que ampliem o acesso a alimentos saudáveis e à atividade física, além de ações nas áreas de educação, planejamento urbano, transporte e proteção social.

Celina diz que Flávio Bolsonaro promete “reequilíbrio” entre Poderes

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Governadora participou de encontro da União Progressista com candidato do PL e afirmou que eventual mudança no governo federal criaria novo cenário para o BRB

Da Redação

A governadora do Distrito Federal e candidata à reeleição, Celina Leão (PP), afirmou nesta quarta-feira (7) que Flávio Bolsonaro (PL) apresentou à União Progressista um discurso de “reequilíbrio” entre os Poderes e de respeito às instituições.

Celina participou, em Brasília, da reunião da federação formada por Progressistas e União Brasil com Flávio. O encontro serviu para formalizar e reafirmar o apoio das duas legendas ao candidato do PL no segundo turno da eleição presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A União Progressista confirmou nesta quarta-feira “apoio incondicional” a Flávio. No primeiro turno, as duas legendas haviam adotado posição de neutralidade na disputa presidencial.

“Não vai ter loucura”, diz Celina

Ao deixar o encontro, Celina afirmou que o discurso apresentado por Flávio dialoga com setores de centro e procura afastar a possibilidade de conflitos institucionais em um eventual governo.

“Não vai ter loucura, não vai ter desequilíbrio, não vai ter desprezo pelas instituições, pelo contrário, vai ter reequilíbrio”, afirmou a governadora ao reproduzir a mensagem que, segundo ela, foi apresentada pelo candidato.

Celina classificou a manifestação como “muito ponderada” e disse que Flávio também abordou declarações de congressistas eleitos que defendem mudanças envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo a governadora, o candidato afirmou que não haverá iniciativa para “acabar com o Supremo”.

“O que é da política à política e o que é Judiciário ao Judiciário”, declarou Celina.

Após o encontro, Flávio também falou publicamente sobre mudanças institucionais. O candidato afirmou que pretende discutir uma reforma do Judiciário e outras alterações constitucionais por meio do Congresso Nacional, respeitando o processo legislativo.

União Progressista formaliza apoio

A participação de Celina ocorre após Progressistas e União Brasil decidirem mudar a posição adotada no primeiro turno.

Na terça-feira (6), as executivas das duas legendas aprovaram o apoio a Flávio. A senadora Tereza Cristina (PP-MS) informou que a decisão foi unânime.

Nesta quarta, integrantes da federação voltaram a se reunir com o candidato e anunciaram formalmente o apoio para a votação de 25 de outubro.

Celina afirmou que a adesão nacional das duas legendas poderá contribuir para a campanha entre os eleitores ainda indecisos.

A governadora também destacou a participação feminina no grupo político que apoia Flávio.

“Temos mulheres fortes, com fala e com voz nesse projeto político”, afirmou.

Celina relaciona eleição presidencial ao futuro do BRB

Durante a entrevista, Celina também relacionou a nova composição do Congresso e um eventual governo de Flávio Bolsonaro às perspectivas de recuperação do Banco de Brasília (BRB).

A declaração foi feita no momento em que a situação da instituição financeira se tornou um dos principais temas da campanha pelo Governo do Distrito Federal. Celina enfrenta Leandro Grass (PT) no segundo turno. No primeiro, ela recebeu 49,93% dos votos válidos, contra 34,47% do adversário.

Segundo Celina, uma eventual mudança no comando do governo federal poderia criar um ambiente diferente para o banco.

“A configuração que nós temos no próprio Senado e a projeção do Flávio virar presidente cria uma situação totalmente diferente para o BRB. Eu acho que isso dá um fôlego ainda maior para a gente recuperar o banco”, declarou.

A afirmação representa uma avaliação política da governadora. O resultado da eleição presidencial somente será definido após a votação do segundo turno, marcada para 25 de outubro.

Presidente do BRB busca financiamento no exterior, diz governadora

Celina também afirmou que o presidente do BRB, Nelson Souza, participa de tratativas fora do Brasil em busca de financiamento internacional para a instituição.

“A gente tem aí uma ida do Nelson com uma equipe para fora do Brasil para tratar de um outro assunto, que a gente está buscando financiamento internacional do próprio banco”, disse.

A governadora não detalhou durante a declaração o país, as instituições envolvidas, o valor pretendido nem o estágio das negociações.

Celina critica Leandro Grass

A candidata do PP também elevou o tom contra Leandro Grass durante a entrevista.

Celina chamou o adversário de “mentiroso” e contestou dados apresentados pelo petista durante a campanha. As declarações integram a disputa eleitoral e foram apresentadas pela governadora sem documentação comprobatória durante a entrevista.

“Ele mente aqui, traz dados falsos”, afirmou.

Celina também associou problemas registrados durante governos anteriores do PT no Distrito Federal às áreas de segurança, saúde e educação e citou dados recentes da saúde pública para defender a atual gestão.

As afirmações sobre indicadores históricos dessas áreas exigem comparação das respectivas séries oficiais e dos critérios utilizados em cada período para que possam ser tratadas como dados objetivos.

BRB entra no centro da disputa pelo GDF

A situação do BRB ganhou espaço na campanha do segundo turno entre Celina e Grass. A crise envolvendo o banco está relacionada, entre outros episódios, à tentativa de aquisição do Banco Master, operação que acabou rejeitada pelo Banco Central.

Celina argumentou que Grass, por pertencer ao partido do presidente Lula, deveria buscar apoio do governo federal para auxiliar o banco.

“Se ele fosse candidato coerente, ele buscaria junto ao Lula o aval [para o BRB]”, afirmou.

Com a campanha entrando na primeira semana do segundo turno, o futuro do BRB e as alianças na disputa presidencial passam a ocupar simultaneamente o debate eleitoral no Distrito Federal.

Gracinha declara apoio a Flávio no 2º turno: “Estou aqui por convicção”

Senadora eleita anunciou apoio durante ato em Goiânia que reuniu mais de 160 prefeitos; Flávio prometeu buscar investimentos para Goiás caso seja eleito

Da Redação

A senadora eleita por Goiás Gracinha Caiado (União Brasil) declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O anúncio foi feito na terça-feira (6), durante ato político em Goiânia que reuniu mais de 160 prefeitos, além de deputados federais e estaduais, senadores e lideranças políticas de diferentes regiões do estado.

Gracinha afirmou que a decisão está relacionada à sua oposição histórica ao PT e a Lula.

“Estou aqui por convicção. Se tem uma coisa que sempre carreguei comigo é que nunca fui e jamais irei com PT e com Lula”, declarou.

Na sequência, formalizou o apoio ao candidato do PL.

“Venho declarar, com muito orgulho, que meu presidente é Flávio Bolsonaro.”

Gracinha promete mobilização em Goiás

A senadora eleita também convocou aliados e apoiadores a participarem da campanha durante as semanas que antecedem a votação de 25 de outubro.

“Goiás vai trabalhar por ele, porque não vai cruzar os braços”, afirmou Gracinha.

O encontro marcou a entrada conjunta de parte expressiva do grupo político que governa Goiás na campanha presidencial de Flávio.

Também participaram do ato o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), o governador reeleito Daniel Vilela (MDB), o governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o senador eleito Gustavo Gayer (PL) e o senador Rogério Marinho (PL-RN).

Caiado e Daniel também formalizaram apoio a Flávio no segundo turno.

Mais de 160 prefeitos participam do ato

Segundo Daniel Vilela, mais de 160 prefeitos goianos compareceram ao encontro.

O governador afirmou que pretende colocar a base política que trabalhou por sua reeleição à disposição da campanha presidencial durante o segundo turno.

“Esse grupo estará ao seu lado de corpo e alma, dedicado ao longo dessas próximas três semanas para poder ampliar ainda mais a sua votação aqui no nosso Estado”, declarou Daniel.

Goiás foi o primeiro estado visitado por Flávio após o primeiro turno da eleição presidencial, realizado no domingo (4).

Flávio cita Gracinha e Gayer

Durante o discurso, Flávio mencionou Gracinha e Gustavo Gayer, eleitos para representar Goiás no Senado a partir de 2027, e prometeu buscar investimentos para o estado caso seja eleito presidente.

“Contem comigo, se Deus quiser, como presidente da República, junto com os nossos senadores Gayer e Gracinha, para estender o tapete verde e amarelo e trazer muitos investimentos para Goiás”, declarou.

Gayer e Gracinha conquistaram as duas vagas ao Senado que estavam em disputa no estado.

Com 100% das urnas apuradas, Gustavo Gayer recebeu 1.639.247 votos, equivalentes a 24,53%, enquanto Gracinha obteve 1.458.522 votos, ou 21,83%.

Os dois assumirão mandatos de oito anos no Senado em fevereiro de 2027.

Grupo de Caiado fecha com Flávio

A declaração de Gracinha ocorreu no mesmo evento em que Ronaldo Caiado oficializou seu apoio ao candidato do PL.

Caiado havia disputado a Presidência no primeiro turno e, durante a campanha, protagonizou divergências com Flávio. Após a votação, porém, os dois grupos iniciaram conversas que resultaram em um acordo político e programático para o segundo turno.

Flávio recebeu de Caiado um documento com propostas defendidas durante a campanha do ex-governador e afirmou haver convergência entre os dois grupos.

Daniel Vilela também aderiu à candidatura do PL e anunciou que sua base política trabalhará pela campanha em Goiás.

Com isso, Caiado, Daniel, Gracinha e Gayer passam a integrar o grupo de lideranças goianas que declarou apoio a Flávio no segundo turno.

Caiado entra no radar para dois ministérios em eventual governo de Flávio

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Ex-governador recebeu propostas para Segurança Pública e Agricultura, segundo apuração jornalística; não há confirmação de acordo para integrar eventual governo

Por Ricardo Callado

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) entrou nas discussões sobre a composição de um eventual governo de Flávio Bolsonaro (PL) e é citado para comandar os ministérios da Segurança Pública ou da Agricultura, caso o candidato do PL vença o segundo turno da eleição presidencial.

Segundo apuração do Metrópoles, Caiado recebeu propostas relacionadas às duas pastas. Empresários ouvidos pelo veículo também avaliam que a Agricultura seria uma possibilidade para o ex-governador, que mantém uma relação histórica com o agronegócio.

Até o momento, porém, não há anúncio de Flávio, de Caiado ou das respectivas campanhas confirmando acordo para uma nomeação. Qualquer indicação dependeria do resultado da eleição de 25 de outubro e da posterior definição da equipe ministerial.

Segurança Pública e Agricultura

A Segurança Pública aparece como possibilidade em razão da prioridade dada por Caiado ao tema durante sua passagem pelo Governo de Goiás e em sua campanha à Presidência.

Antes mesmo do primeiro turno, integrantes da campanha de Flávio já discutiam uma eventual participação de Caiado nessa área. Em 1º de outubro, a CNN Brasil informou que interlocutores próximos à campanha falavam na possibilidade de entregar ao então adversário o Ministério da Segurança Pública em uma eventual gestão.

Depois do primeiro turno, a Agricultura também passou a ser mencionada.

Empresários ouvidos pelo Metrópoles avaliam que Caiado reúne experiência e proximidade com o setor agropecuário para assumir a pasta. O ex-governador também mantém relação política com integrantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

Aliados de Flávio ouvidos pelo SBT News também passaram a citar Caiado como possível nome para o Ministério da Agricultura.

Caiado foi aconselhado a não responder agora

De acordo com a apuração do Metrópoles, Caiado teria sido aconselhado a não dar uma resposta sobre eventual participação no governo neste momento.

A orientação busca evitar que o apoio anunciado no segundo turno seja interpretado como condicionado à obtenção de um cargo em uma eventual administração de Flávio.

A posição pública do grupo de Caiado também procura separar as duas discussões.

Adriano da Rocha Lima, ex-secretário-geral do Governo de Goiás e integrante da coordenação política do grupo, afirmou que não vê Caiado como alguém que esteja buscando um ministério.

“Eu não vejo o Ronaldo Caiado como uma pessoa que almeje ser ministro”, declarou. Adriano ressaltou que se trata de uma avaliação pessoal e que qualquer decisão sobre o futuro político caberia ao próprio ex-governador.

Flávio aceita seis pontos do programa de Caiado

O que está confirmado até agora é um acordo programático entre os dois grupos.

Antes do anúncio oficial do apoio, representantes de Caiado entregaram a Flávio um documento contendo seis pontos do programa apresentado pelo ex-governador durante o primeiro turno.

Segundo Adriano da Rocha Lima, Flávio concordou em incorporar os itens aos compromissos de sua candidatura.

“Hoje pela manhã foi apresentado um documento com seis itens ao Flávio Bolsonaro, que concordou com os itens, onde ele passa a assumir parte daquilo que era o programa de Ronaldo Caiado como parte do seu compromisso, caso seja eleito presidente da República”, afirmou Adriano.

Entre os pontos confirmados está a segurança pública e o combate à corrupção. O grupo de Caiado também trabalhou durante a campanha com propostas relacionadas a políticas sociais, tecnologia, inteligência artificial, minerais críticos, educação e saúde, embora os seis itens do documento não tenham sido divulgados integralmente.

Apoio foi anunciado em Goiânia

Caiado formalizou o apoio a Flávio na terça-feira (6), durante evento realizado em Goiânia.

O ato contou com a presença do governador reeleito de Goiás, Daniel Vilela (MDB), e do governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Caiado afirmou que participará da campanha e se colocou à disposição para defender a candidatura de Flávio em outras regiões do país.

A aproximação representa uma mudança na relação entre os dois políticos após as divergências registradas durante o primeiro turno, quando Caiado disputou diretamente a Presidência com Flávio.

O ex-governador terminou a eleição em quinto lugar, com 2.605.148 votos, equivalentes a 2,18% dos votos válidos.

Eventual nomeação continua indefinida

Apesar das especulações sobre Agricultura e Segurança Pública, não há definição sobre a participação de Caiado em um eventual governo de Flávio.

As conversas sobre ministérios ocorrem enquanto as campanhas ainda disputam o segundo turno, e a formação de uma eventual equipe dependeria primeiro do resultado das urnas.

Por enquanto, o compromisso formal entre Flávio e o grupo de Caiado está restrito ao apoio político no segundo turno e à incorporação de parte das propostas apresentadas pelo ex-governador durante a campanha presidencial.

Brasília terá quarta de muitas nuvens e temperaturas em elevação

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Depois dos dias de maior instabilidade, massa de ar quente e seco avança sobre o Distrito Federal e favorece elevação gradual das temperaturas

Da Redação

Os moradores do Distrito Federal terão uma quarta-feira (7) de muitas nuvens e temperaturas em elevação. A previsão mais recente do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica mínima de 19°C e máxima de 28°C em Brasília.

A umidade relativa do ar deve variar entre 70% nos períodos mais úmidos e 30% nas horas mais secas. Os ventos serão predominantemente fracos, com direção variando entre nordeste e leste.

Nas primeiras horas desta quarta-feira, a estação automática do Inmet em Brasília registrava temperatura de 19,2°C e umidade de 78%, sem registro de chuva acumulada naquele momento.

Massa de ar quente e seco avança sobre o DF

A mudança no tempo está relacionada ao avanço de uma grande massa de ar quente e seco sobre parte do Centro-Oeste.

Segundo o Inmet, o sistema se estabelece entre as regiões Norte e Nordeste e avança sobre o norte de Minas Gerais, Espírito Santo e áreas do Centro-Oeste, incluindo o Distrito Federal. A tendência é de aumento das temperaturas máximas nos próximos dias.

O cenário representa uma mudança em relação ao início da semana, quando Brasília registrou maior nebulosidade, chuvas e temperaturas mais baixas.

Instabilidade perde espaço no Distrito Federal

Embora áreas de baixa pressão ainda provoquem instabilidade em diferentes regiões do país nesta quarta-feira, o boletim nacional mais recente do Inmet coloca o Distrito Federal na área de avanço da massa de ar quente e seco.

As principais condições de instabilidade no Centro-Oeste ficam concentradas principalmente no oeste e sul da região, enquanto o centro e o norte de Goiás e o Distrito Federal passam a sentir com maior intensidade os efeitos do ar mais quente e seco.

A previsão oficial para Brasília indica muitas nuvens durante parte do dia e redução da nebulosidade em outros períodos.

Umidade pode cair para 30%

Além da elevação das temperaturas, a redução da umidade volta a exigir atenção.

Nesta quarta-feira, o índice mínimo previsto pelo Inmet é de 30%, enquanto a máxima deve alcançar 70%.

O valor mínimo representa uma queda importante em relação aos níveis registrados durante os períodos chuvosos dos últimos dias.

Quinta-feira deve manter tendência de tempo mais quente

A tendência de redução da instabilidade deve continuar na quinta-feira (8).

O Inmet prevê a manutenção da massa de ar quente e seco sobre parte do Centro-Oeste, incluindo o Distrito Federal. Com isso, as temperaturas máximas devem continuar em elevação.

Enquanto isso, áreas de baixa pressão continuarão provocando chuva principalmente no Sul do país, no oeste da Amazônia e em partes das regiões Sudeste e Centro-Oeste. No Sul, há possibilidade de formação de um ciclone extratropical sobre o Oceano Atlântico.

Para quem estiver em Brasília, portanto, a tendência é de uma segunda metade da semana mais quente e progressivamente mais seca, após a sequência de dias marcados por maior nebulosidade e chuva.

Confira a previsão oficial do Inmet para Brasília

 

Cúpula do Centrão vê vitória de Flávio como certa e amplia apoio

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Avaliação de lideranças ocorre após Flávio terminar o primeiro turno à frente de Lula; União Brasil e PP decidiram apoiar candidato do PL

Da Redação

Integrantes da cúpula do Centrão passaram a demonstrar confiança na eleição de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República após o resultado do primeiro turno e intensificaram as articulações para apoiá-lo na disputa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Segundo apuração do Metrópoles, integrantes do alto escalão do grupo político ouvidos pelo veículo passaram a tratar a vitória de Flávio como certa. A avaliação, no entanto, representa a expectativa dessas lideranças e não uma projeção do resultado do segundo turno, marcado para 25 de outubro.

O movimento ganhou força depois de Flávio terminar o primeiro turno numericamente à frente de Lula e da ampliação da representação de partidos de direita no Congresso Nacional.

Flávio teve 47,03% e Lula, 45,16%

Dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que Flávio recebeu 56.104.268 votos, equivalentes a 47,03% dos votos válidos.

Lula obteve 53.876.617 votos, ou 45,16%.

A diferença entre os dois foi de 2.227.651 votos, correspondente a 1,87 ponto percentual. Os dois voltarão às urnas em 25 de outubro.

O resultado do primeiro turno passou a influenciar as negociações partidárias iniciadas imediatamente após a votação.

União Brasil e PP fecham apoio

O movimento mais significativo ocorreu com a Federação União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas (PP).

As duas legendas, que haviam adotado neutralidade na eleição presidencial no primeiro turno, decidiram apoiar Flávio na segunda etapa da disputa.

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) confirmou a decisão após reunião das duas siglas em Brasília.

Segundo a parlamentar, a federação fechou questão em torno da candidatura do PL. A Executiva Nacional deverá formalizar nesta quarta-feira (7) o apoio e a participação das legendas na campanha.

A decisão representa uma mudança em relação ao primeiro turno, quando União Brasil e PP decidiram não aderir oficialmente a nenhuma candidatura presidencial e permitiram que seus diretórios estaduais construíssem alianças próprias.

Centrão continua com peso no Congresso

As articulações também consideram a composição do Congresso que assumirá em 2027.

O PL saiu das eleições com 121 deputados federais eleitos e deverá iniciar a próxima legislatura como a maior bancada da Câmara. No Senado, a legenda deverá contar com 28 das 81 cadeiras.

Os partidos normalmente associados ao Centrão perderam espaço na Câmara. União Brasil, PP e Republicanos terão juntos 128 deputados, contra 140 na atual composição. Mesmo com a redução, o grupo continuará com peso relevante nas votações do Legislativo.

Nenhum partido ou bloco isoladamente terá votos suficientes para aprovar todas as matérias de interesse de um eventual governo, o que mantém a necessidade de formação de coalizões.

Uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), por exemplo, exige pelo menos 308 votos na Câmara e 49 no Senado, em dois turnos de votação em cada Casa.

Republicanos entra nas negociações

Depois do apoio de União Brasil e PP, a campanha de Flávio intensificou as conversas com outras legendas.

O coordenador-geral da campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), mantém interlocução com dirigentes partidários, enquanto Tarcísio de Freitas (Republicanos) participa das articulações com a direção nacional de seu partido.

O presidente do Republicanos, Marcos Pereira, está entre os dirigentes procurados. A legenda discute seu posicionamento e deve reunir sua bancada para decidir sobre o segundo turno.

As conversas também envolvem pautas programáticas e a futura correlação de forças no Congresso, incluindo as disputas pelas presidências da Câmara e do Senado.

Zema e Caiado declaram apoio

Flávio também recebeu, desde o início da semana, o apoio de dois adversários que disputaram a Presidência no primeiro turno.

Na segunda-feira (5), Romeu Zema (Novo) anunciou voto no candidato do PL.

Na terça-feira (6), foi a vez do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) formalizar o apoio durante evento realizado em Goiânia.

Flávio participou da agenda acompanhado por Tarcísio. O encontro ocorreu no comitê do governador reeleito de Goiás, Daniel Vilela (MDB), que também declarou apoio ao candidato do PL.

Novo prepara apoio oficial

O Novo também prepara a formalização do apoio a Flávio.

A direção partidária programou para esta quarta-feira (7) uma reunião em Brasília com o candidato do PL, parlamentares atuais e congressistas eleitos no primeiro turno.

O presidente nacional da legenda, Eduardo Ribeiro, deverá participar do encontro.

A decisão partidária ocorre depois de Zema, principal liderança nacional do Novo e candidato da legenda à Presidência, ter anunciado individualmente seu apoio.

Segundo turno segue aberto

Apesar da movimentação partidária e da avaliação de integrantes do Centrão, o resultado do segundo turno não está definido.

O primeiro turno estabeleceu uma diferença de 2,2 milhões de votos entre Flávio e Lula em um universo de mais de 125 milhões de votos válidos.

Até 25 de outubro, as duas campanhas disputarão não apenas os votos dos candidatos eliminados, mas também eleitores que votaram em branco ou nulo, se abstiveram ou eventualmente decidam mudar o voto.

As negociações desta primeira semana de segundo turno mostram, contudo, uma reorganização das alianças nacionais: partidos que permaneceram neutros na primeira etapa passaram a definir posições depois do resultado das urnas e da nova configuração do Congresso.

QUEM É LEANY LEMOS: de servidora do Senado a senadora pelo DF

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Cientista política e gestora pública assume a vaga de Leila do Vôlei após trajetória de mais de três décadas no serviço público e no próprio Senado

Da Redação

A cientista política e gestora pública Leany Lemos (PSB-DF), 56 anos, tomou posse como senadora pelo Distrito Federal na terça-feira (6), após a licença de 120 dias de Leila Barros, a Leila do Vôlei (PDT-DF).

Primeira suplente da chapa eleita em 2018, Leany passa pela primeira vez a ocupar uma das 81 cadeiras do Senado como parlamentar. O ambiente, porém, está longe de ser desconhecido: ela ingressou na Casa como servidora em 1993 e construiu parte significativa de sua trajetória profissional no Legislativo.

A licença de Leila alcança o fim do atual mandato, em 31 de janeiro de 2027. O cadastro oficial do Senado já registra Leany como primeira suplente em exercício.

Do canteiro de obras ao plenário

A relação da família de Leany com o Congresso começou antes mesmo de seu nascimento.

Seu pai, Leonardo Barreiro Lemos, deixou Itaporanga, no sertão da Paraíba, e chegou a Brasília no período da construção da nova capital. Ele trabalhou como operário na construção do prédio do Congresso Nacional.

Com apenas dois anos de escolaridade formal, Leonardo fez carreira na construção civil e participou de outras obras importantes da capital, entre elas escolas, postos de saúde e prédios públicos.

Foi em Brasília que ele e Maria Avani de Sousa Lemos constituíram a família.

Décadas depois, a filha faria o caminho do canteiro de obras ao interior da instituição: primeiro como servidora e, agora, como senadora.

Durante o discurso de posse, Leany se emocionou ao recordar a trajetória do pai, que chegou a Brasília em 1958 para trabalhar na construção do Congresso.

“Hoje os netos do meu pai estão aqui na tribuna de honra”, afirmou a senadora durante o pronunciamento.

Mais de três décadas no Senado

Leany ingressou no Senado em 1993 e ocupou diferentes funções ao longo da carreira.

Foi secretária de comissão, chefe de gabinete e assessora de parlamentares de diferentes partidos, entre eles Darcy Ribeiro, Roberto Freire, Cristovam Buarque e Rodrigo Rollemberg.

Em 2021, passou a exercer o cargo de consultora legislativa da Casa.

A experiência ao lado de Rollemberg abriu caminho para sua passagem pelo Executivo local. Quando ele foi eleito governador do Distrito Federal, em 2014, Leany participou da transição e posteriormente assumiu a Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão.

Em 2018, deixou o Executivo para integrar, como primeira suplente, a chapa de Leila Barros ao Senado.

Experiência no DF, Rio Grande do Sul e governo federal

Depois da passagem pelo Governo do Distrito Federal, Leany ampliou sua atuação na administração pública.

A gestora ocupou a Secretaria de Planejamento do Rio Grande do Sul, coordenou o Comitê de Dados durante a pandemia de Covid-19 e chegou à presidência do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), sendo a primeira mulher a ocupar o comando da instituição.

Também exerceu a função de diretora de Operações do banco.

Entre 2023 e 2024, foi secretária nacional de Planejamento do Ministério do Planejamento e Orçamento.

Nesse período, participou diretamente da elaboração do Plano Plurianual (PPA) 2024-2027, instrumento que estabelece diretrizes, objetivos e metas do governo federal para quatro anos. O processo contou com plenárias nas 27 unidades da Federação, oficinas técnicas e participação popular por meio da plataforma Brasil Participativo.

Formação acadêmica

Leany nasceu em Brasília em 1970 e construiu paralelamente uma trajetória acadêmica voltada principalmente à ciência política e às instituições públicas.

É formada em Letras, tem mestrado em Ciência Política, doutorado em Estudos Comparativos sobre as Américas e pós-doutorado em Ciência Política.

Ao longo da carreira acadêmica e profissional, também desenvolveu estudos relacionados ao Legislativo, instituições políticas, democracia e políticas públicas.

Atualmente, é CEO do Instituto Trajetórias, organização sem fins lucrativos voltada ao apoio de estudantes em programas de mestrado em universidades internacionais.

Em fevereiro deste ano, Leany foi uma das homenageadas pelo Senado na primeira edição da Comenda Ceci Cunha, destinada a reconhecer mulheres com atuação de destaque nas atividades legislativa e executiva.

“Grande responsabilidade constitucional e política”

Ao assumir o mandato, Leany afirmou que pretende levar ao exercício parlamentar a experiência acumulada em quase 35 anos de serviço público.

Em seu primeiro pronunciamento como senadora, estabeleceu como prioridades a defesa da democracia e da qualidade das instituições, o fortalecimento do federalismo e o desenvolvimento de políticas públicas capazes de reduzir desigualdades e ampliar oportunidades.

A posse também alterou simbolicamente o lugar ocupado por Leany dentro de uma instituição à qual está ligada profissional e familiarmente.

Durante mais de três décadas, ela acompanhou o funcionamento do Senado como servidora, assessora, chefe de gabinete e consultora legislativa. Agora, passa a participar das votações e decisões da Casa como uma de seus 81 integrantes.

E o edifício que seu pai ajudou a erguer como trabalhador da construção civil é, mais de seis décadas depois, o local onde a filha passa a exercer um mandato parlamentar.

Após derrota nas urnas, Leila do Vôlei pede licença e não volta mais ao Senado

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Afastamento sem remuneração vai até 31 de janeiro de 2027; primeira suplente Leany Lemos já tomou posse e assumiu a cadeira pelo Distrito Federal

Da Redação

A senadora Leila do Vôlei (PDT-DF) deixou o exercício do mandato após não conseguir a reeleição no último domingo (4). A parlamentar pediu licença por 120 dias, período que alcança o término de seu mandato, em 31 de janeiro de 2027, e será substituída pela primeira suplente Leany Lemos (PSB-DF).

O afastamento foi aprovado na terça-feira (6), e Leany tomou posse no Senado no mesmo dia. O sistema oficial da Casa já registra a suplente como senadora em exercício.

Com isso, Leila não deverá retornar ao Senado antes do encerramento do mandato para o qual foi eleita em 2018.

Licença não será remunerada

Segundo a assessoria de Leila, a senadora decidiu se afastar para cuidar da saúde e tratar de assuntos particulares.

“A senadora Leila do Vôlei vai se licenciar do cargo para cuidar da saúde e tratar de assuntos particulares. O afastamento não é remunerado. Enquanto estiver afastada, será representada no Senado Federal por sua suplente, Leany Lemos (PSB-DF)”, informou a assessoria.

O afastamento ocorre logo após as eleições de domingo, nas quais Leila tentou conquistar um segundo mandato consecutivo pelo Distrito Federal.

Leila ficou em terceiro lugar

Leila terminou a disputa pelas duas vagas do DF ao Senado na terceira colocação, com 686.340 votos, equivalentes a 21,25% dos votos válidos.

As duas cadeiras ficaram com Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL).

Michelle liderou a votação com 938.496 votos (29,05%), enquanto Bia recebeu 886.616 votos (27,44%).

Leila havia sido eleita senadora em 2018 e assumiu o mandato em fevereiro de 2019. Com a licença, encerra antecipadamente o exercício parlamentar, embora seu mandato formal termine em 31 de janeiro de 2027.

Leany Lemos assume cadeira

Primeira suplente da chapa eleita em 2018, Leany Lemos tomou posse na noite de terça-feira e ficará no Senado durante o período de afastamento de Leila.

Leany é cientista política, gestora pública e servidora de carreira do Senado desde 1993. Ao longo da trajetória profissional, exerceu diferentes funções no Legislativo e no Executivo.

Ela já ocupou cargos de gestão nos governos do Distrito Federal e do Rio Grande do Sul e foi presidente do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). Também exerceu a função de secretária nacional de Planejamento no Ministério do Planejamento e Orçamento.

Ao assumir o mandato, Leany afirmou que pretende utilizar sua experiência no serviço público para contribuir com o fortalecimento das instituições e das políticas públicas.

“Minha missão, neste momento, é dedicar a experiência acadêmica e profissional desses quase 35 anos de vida dedicada ao serviço público para o fortalecimento das instituições republicanas e das políticas públicas”, declarou.

Mandato termina antes da posse das novas senadoras

Leany permanecerá na cadeira até o encerramento do atual mandato, em 31 de janeiro de 2027.

A partir da nova legislatura, o Distrito Federal terá como senadoras recém-eleitas Michelle Bolsonaro e Bia Kicis, que conquistaram as duas vagas colocadas em disputa nas eleições de 2026.