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Brasília recebe maior congresso sobre Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção

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construção civil

O VII CMATIC debate inovações tecnológicas em segurança e saúde no trabalho na Indústria da Construção, acontece de 12 a 15 de abril de 2016 no Centro de Convenções Ulisses Guimarães

O evento tem inscrições gratuitas e emissão de certificado de participação, é aberto a empresários da área, trabalhadores, engenheiros, enfermeiros do trabalho, técnicos, estudantes e público em geral interessado no que há de novidades e tecnologia sendo utilizadas na indústria de construção.

Brasília com suas linhas arquitetônicas arrojadas e reconhecida mundialmente pela obra de Oscar Niemeyer é o cenário ideal para o VII CMATIC – Congresso Nacional sobre Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção. O setor representa um dos pilares no desenvolvimento sustentável da economia brasileira.

Cursos, painéis e palestras fazem parte da programação que possibilita um debate sobre a responsabilidade social dos empresários na utilização de tecnologias, qualidade das informações e principalmente na valorização das potencialidades humanas na área. O CMATIC envolve ações conjuntas entre o governo federal, governo do Distrito Federal, entidades representativas dos trabalhadores e dos empregadores do setor.

O Congresso traz esse ano como tema principal “Inovações Tecnológicas na Indústria da Construção: Construindo Novos Rumos em Segurança e Saúde no Trabalho” e reúne participantes do Brasil e também de outros países. A ideia é a troca de conhecimentos, conceitos e informações técnico-científicas entre as diversas instâncias governamentais e a sociedade civil organizada.

Mediante troca de experiências, o objetivo é difundir e incentivar ações na indústria da construção que tenham como objetivo garantir o trabalho saudável, seguro e digno. O evento traz espaço para estimular o debate e a implementação de sistemas de gestão de Segurança e Saúde no Trabalho.

As inscrições podem ser feitas pelo link: http://www.fundacentro.gov.br/cursos-e-eventos/inscricao-no-evento/579

Consulte a programação: http://www.fundacentro.gov.br/vii-cmatic/programação

SERVIÇO:

Tema: Inovações Tecnológicas na Indústria da Construção: Construindo Novos Rumos em Segurança e Saúde no Trabalho

Data: 12 a 15 de abril de 2016

Horário: 8h às 17h

Local: Centro de Convenções Ulisses Guimarães – Brasília/DF

Inadimplência cresce 7,5% e Brasil tem 58 milhões de pessoas negativadas

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Por Marli Moreira – Mais de um terço da população brasileira está com dívidas em atraso, segundo levantamento feito em conjunto pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas. Em março, 700 mil pessoas entraram para a lista de inadimplentes, elevando o saldo de negativados para 58,7 milhões. Esse número é 1,2% maior do que no mês passado e 7,5% acima do registrado em março de 2015.

A pesquisa mostra que a inadimplência atinge 39,64% da população com idade entre 18 e 95 anos. Por região, o Nordeste aparece com o maior número absoluto (15,7 milhões). Nesta região, total de devedores em atraso vêm crescendo há oito meses consecutivos e está 8,09% superior ao mesmo mês do ano passado. Na região Centro-Oeste , houve aumento de 4,64%, no Norte (4,23%) e no Sul (3,10%).

Irreal – Já na região Sudeste o levantamento foi prejudicado, segundo o economista Flávio Borges, gerente financeiro da SPC Brasil. Ele afirmou que os dados deixaram de representar a realidade diante da lei estadual de São Paulo (16.569/2015). Por essa lei, a negativação do nome só pode ser feita após o envio de carta registrada ao devedor e sua devolução com a assinatura de ciente do débito.

Na avaliação de Borges, o aumento da inadimplência se deve à crise econômica. É uma situação que “reflete o aumento do desemprego e da inflação em alta que corrói o poder de compra”, disse ele. O economista observou ainda que, “em tempos de bonança quando há maior oferta de crédito, há também um crescimento da inadimplência, mas acompanhado de mais crédito e de consumo, fato que agora ocorre inversamente com restrição ao crédito e menos consumo.”

Blog do Planalto diz que não há “compra de voto” para combater impeachment

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 blog do planalto

Um texto publicado neste domingo (10) pelo #GovInforma no Blog do Planalto rebateu o que chamou de “tese” de revistas semanais sobre uma suposta “compra de voto” para combater o impeachment

De acordo com o texto publicado, edições de revistas semanais publicadas neste fim de semana “abordaram, de maneira uníssona, a tese de “compra de votos do Palácio do Planalto para combater o impeachment na Câmara” mas não trazem “prova alguma”.

Sobre as publicações o texto diz que “não há ‘compra de votos’ em curso. A aproximação, o diálogo e as negociações feitas pela área política do Palácio do Planalto não se resumem a apenas uma votação, e sim para um relançamento do governo no dia seguinte após o Brasil superar a agenda catastrofista do impeachment”, traz a publicação.

O Blog do Planalto pode ser acessado por meio do site oficial do Palácio do Planalto. Segundo o próprio blog, a página não é da presidenta Dilma Rousseff, mas sim um canal da Presidência da República com a sociedade. A página diz ainda que não é um veículo de informações oficiais do governo.

Alterações no PLP 2572016 ataca os servidores públicos do DF

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Presidente da Sindical,  Jeizon Silvério, é advogado e consultor legislativo da CLDF
Presidente da Sindical, Jeizon Silvério, é advogado e consultor legislativo da CLDF

Medidas impactam estruturas fiscais das três esferas do governo

O PLP 257/16, de autoria do Poder Executivo Federal, foi enviado à Câmara dos Deputados no último dia 22 de março. Denominado com o pomposo nome de “auxílio aos Estados e ao Distrito Federal e estímulo ao reequilíbrio fiscal”, terá um efeito devastador sobre os servidores das três esferas do governo. O projeto prevê alterações na Lei de Responsabilidade Fiscal que aprofundam as restrições em relação aos servidores  dos estados e do DF e municípios e impõe ainda uma série de exigências fiscais, como condição para adesão ao plano de auxílio aos estados e ao Distrito Federal.

Esses são alguns dos impactos  para os servidores públicos se houver adesão da União ao acordo, havendo ratificação dos Poderes Legislativos estaduais e do DF.

– Aumentos de remuneração dos servidores suspensos ou cancelados na forma do art. 24. A  não serão devidos em hipótese ou tempo algum aos potenciais beneficiários,

–  Aumento da alíquota de contribuição previdência dos servidores públicos de 11% para 14% ,

– Alteração do limite prudencial da LRF de 95% para 90%,

– Aumento da alíquota de contribuição previdência dos servidores públicos de 11% para 14% ,

– Diminuição de, no mínimo, 50% das verbas contratadas  para veículos de comunicação;

– Proibição de vantagem, aumento, reajuste ou adequação de remuneração a qualquer título por 24 meses a contar da aprovação do acordo,

Para o presidente do Sindical , Jeizon Silverio, que representa os servidores do Poder Legislativo e do Tribunal de Contas do DF, essas propostas não apenas desrespeitam os direitos dos servidores como são uma estratégia para amarrar, por anos, o próprio movimento sindical. “Trata-se de uma covardia inédita, de um saco de maldades ardilosamente combinado com o Executivo Federal. Aproveitando-se do momento de crise econômica e financeira pela qual passam os estados, se apresenta um verdadeiro submarino: a alteração da Lei de Responsabilidade Fiscal. Qual a relação, por exemplo, da alteração da Lei de Responsabilidade Fiscal com a renegociação da dívida? A proposição impressionantemente minudente em relação ao Distrito Federal” ,desabafa.

Serviço: Alterações no PLP 2572016 ataca os servidores públicos do DF

Vídeo de esclarecimentos: https://www.youtube.com/watch?v=P6S5QiKebQk

Deputados do PT cogitam fazer desfiliação coletiva

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Por Catia Seabra –  Com a simpatia do ex-ministro Tarso Genro, 26 deputados federais do PT discutem o desembarque coletivo do partido após as eleições municipais de outubro. Esses descontentes representam quase a metade da bancada do PT hoje em exercício na Câmara de Deputados: 57.

O movimento inclui nomes como os de dois ex-presidentes da Casa —Arlindo Chinaglia (SP) e Marco Maia (RS)— e da ex-ministra Maria do Rosário (RS). A desfiliação começou a ser organizada no segundo semestre de 2015, tendo como ponto de partida a criação da tendência Muda PT, que somava 35 deputados à época.

Originalmente, esses insatisfeitos se valeriam de uma janela aberta para que parlamentares deixassem seus partidos sem perda de mandato, mas essa brecha foi fechada em 31 de março.

A saída não foi explorada por causa do avanço do processo de impeachment de Dilma Rousseff no Congresso. Com o risco de afastamento da presidente, os petistas tiveram que concentrar seus esforços na defesa do mandato de Dilma. Daí a decisão de retomar o debate após a corrida municipal.

Até lá, será possível mensurar os danos sofridos pelo partido e suas perspectivas para as eleições de 2018.

“Nossa prioridade é defender o governo”, afirma Maria do Rosário.

Segundo articuladores do movimento, o ex-líder do governo Henrique Fontana (RS) também integra o grupo numa aliança com Tarso Genro.

No Rio Grande do Sul, Tarso organiza a criação de um novo partido, que poderia servir de porta de saída para petistas desiludidos com a atual direção da sigla.

Deputados estaduais gaúchos ligados a Fontana já avisaram a seus apoiadores a decisão de sair do PT depois das eleições. A hipótese foi aventada numa reunião com Tarso há cerca de 20 dias.

“Alertei nesta conversa que agora nossa tarefa é enfrentar o impeachment. E que só depois das eleições municipais esse assunto teria pertinência”, afirma Tarso, sem descartar a possibilidade.

Fontana, no entanto, nega qualquer articulação: “Estou filiado ao PT há 27 anos e desautorizo qualquer especulação em meu nome”.

Petistas ligados ao movimento temem que a explicitação de seus nomes prejudique a defesa do governo Dilma, num momento tão decisivo. Eles alegam que a maior fonte de descontentamento está nos caminhos escolhidos pelo partido desde a explosão do escândalo do mensalão. Os descontentes criticam práticas adotadas pela tendência CNB, que controla a sigla.

DISPUTAS LOCAIS

Além do desgaste na imagem do PT, disputas internas e locais ditam a decisão de saída. O prefeito de Embu das Artes (SP), Chico Brito, anunciou na quinta-feira (7) sua desfiliação sob o argumento de que não poderia apoiar exclusivamente o candidato petista à sua sucessão. Na cidade, foi acusado de privilegiar um adversário.

Com sua saída, chega a 25 o número de prefeitos que deixaram o PT no Estado de São Paulo, berço da sigla –um terço dos 72 eleitos em 2012.

O maior desfalque foi em Osasco (SP), onde o prefeito Jorge Lapas trocou o PT pelo PDT. Ao se desfiliar, Lapas levou com ele todos os partidos então aliados ao PT e uma fatia significativa da base petista. Ele também compôs com o DEM. Na saída, culpou o ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha, condenado no mensalão.

“João Paulo lidera um grupo do partido que só me atrapalhou. Sofri o desgaste do partido nessa crise e nunca tive reconhecimento”, disse. (Com informações da Folha de S.Paulo)

Presos montam estrutura para separar grupos na votação do impeachment

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Expectativa é de que 300 mil na Esplanada entre os dias 15 e 17 de abril

 

Detentos do Centro de Prisão Provisória (CPP) participaram na manhã deste domingo (10) da montagem do alambrado que vai separar os grupos pró e contra impeachment durante a votação do processo que analisa o pedido de afastamento da presidente Dilma Rousseff, previsto para ocorrer no próximo final de semana. De acordo com a Polícia Militar, que acompanha a preparação, 30 presidiários do regime semiaberto fazem o serviço. A expectativa do governo é de que 300 mil pessoas cheguem à Esplanada dos Ministérios entre os dias 15 e 17 de abril.

De acordo com a PM, 20 ônibus de manifestantes a favor da presidente chegaram neste domingo ao Teatro Nacional. Outras 30 pessoas, contrárias à gestão petista, montaram acampamento na região do Parque Ana Lídia, no Parque da Cidade. A distância da Esplanada é de cerca de quatro quilômetros.

O esquema foi anunciado neste sábado. Balões aéreos de identificação dos movimentos e bonecos considerados ofensivos e provocativos, independentemente do tamanho, estão proibidos – incluindo o pato inflável de 20 metros de altura da Fiesp, que já foi retirado do local. Acampamentos também estão desautorizados no período. A secretária de Segurança Pública, Márcia de Alencar, informou que a Força Nacional ajudará a evitar conflitos entre os grupos.

As zonas para os manifestantes estarão separadas por um corredor de 80 metros de largura por um quilômetro de comprimento, extensão que vai da Catedral ao Congresso Nacional. A passagem será de trânsito exclusivo das forças de segurança e será guarnecido por policiais militares encarregados de impedir que um grupo invada o espaço reservado ao outro.

Os manifestantes a favor do impeachment ficarão em um ponto de concentração próximo à Catedral Metropolitana (do lado do Eixo Monumental que fica no sentido do Congresso) e por isso só podem estacionar na Asa Sul. Os contra, perto do Teatro Nacional (do lado do Eixo Monumental no sentido contrário ao Congresso), e por isso só podem estacionar na Asa Norte. Policiais militares “filtrarão” os manifestantes a partir do dia 15, indicando para onde devem se direcionar.

Também na sexta-feira haverá o bloqueio do trânsito de veículos no Eixo Monumental entre a Rodoviária do Plano Piloto e o balão do Presidente. De acordo com o plano operacional, a área que compreende a Praça dos Três Poderes, o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal, o Palácio do Planalto, o Itamaraty e o Ministério da Justiça estarão restritos para o trânsito das forças de segurança. Assim, as duas áreas reservadas para os manifestantes estão limitadas até a Alameda dos Estados.

Homem coloca fogo no próprio corpo em frente ao Palácio do Planalto

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planalto

Um homem de identidade ainda desconhecida ateou fogo ao próprio corpo na manhã deste domingo (10), em frente ao Palácio do Planalto. Não há informações ainda sobre a motivação do ato.

O caso aconteceu por volta das 11h. Segunda a Polícia Militar, o homem aparenta ter entre 45 e 50 anos e teve cerca de 90% do corpo afetado por queimaduras de primeiro, segundo e terceiro graus.

Ele foi socorrido com vida por uma equipe do Corpo de Bombeiros para o hospital Regional da Asa Norte. Por volta das 13h, o ferido ainda estava em atendimento na unidade. O estado de saúde dele não foi divulgado.

Ainda de acordo com a PM, o homem estava dormindo no local há cerca de três dias. Testemunhas disseram que ele é branco, magro e possui cabelos e barbas compridos.

(Com Estadão Conteúdo)

Governo entrega escrituras de terrenos em pontas de quadra em Taguatinga

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Foto: Dênio Simões/Agência Brasíli
Foto: Dênio Simões/Agência Brasíli

Regularização é demanda dos moradores da região há mais de 30 anos

Por Paloma Suertegaray – O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, entregou, na manhã deste sábado (9), 25 escrituras de terrenos em pontas de quadra de Taguatinga. A regularização dos lotes é uma reivindicação dos moradores há mais de 30 anos. A cerimônia ocorreu na QSC 22 da região administrativa.

Em 2015, o governo de Brasília retomou o processo de escrituração desses lotes, que é dividido em duas etapas. Na primeira, serão regularizados 132, incluídos 37 já no ano passado e os 25 de hoje. Os 70 restantes dependem da análise do processo dos cidadãos que entregaram a documentação pedida pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab) para ser enviada a cartório.

Na segunda etapa de regularização, outros 30 lotes em pontas de quadra receberão a escritura, mas ainda falta a elaboração do projeto urbanístico pela Codhab, que inclui o levantamento topográfico, e o cadastramento dos moradores para, finalmente, ser feito o registro em cartório.

São 448 pessoas beneficiadas na primeira etapa e mais 100 na segunda, totalizando 548 em 19 quadras. O chefe do Executivo destacou a importância da ação. “É com imensa alegria e emoção que entrego essas escrituras. Trabalhar pela regularização é um compromisso do governo porque garante a tranquilidade e a segurança jurídica aos moradores”, disse Rollemberg.

A solenidade foi em frente à casa da presidente da Associação de Moradores de Taguatinga, Maria das Graças Maia, 65 anos. Ela mora no lote há 46 anos e foi a primeira a receber o documento durante a cerimônia. “Presido a associação há 31 anos e desde então luto pela regularização. As escrituras vão melhorar muito nossa vida porque são o que garante que temos uma moradia”, afirmou.

Estavam presentes na solenidade o administrador de Taguatinga, Ricardo Lustosa Jacobina; os secretários de Mobilidade, Marcos Dantas, e de Gestão do Território e Habitação, Thiago de Andrade; o diretor da Codhab, Gilson Paranhos; e a deputada distrital Sandra Faraj (SD).

Presidente da Câmara Legislativa vai protocolar CPI para investigar propina na obra do Mané Garrincha

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Presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão
Presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão

Deputada Celina Leão quer CPI da Copa. Decisão foi tomada após o ex-governador Agnelo ser citado da delação premiada da Andrade Gutierrez

A deputada Celina Leão (PPS), presidente da Câmara Legislativa do DF, revelou, neste sábado (9), que vai protocolar, na segunda-feira (11), o requerimento que permite a abertura da CPI da Copa, na CLDF. A decisão foi tomada na sexta-feira (8), depois que o ex-governador Agnelo Queiroz foi citado na delação premiada da Operação Lava Jato.

De acordo com as matérias veiculadas na imprensa, executivos da Andrade Gutierrez relataram pagamento de propina a Agnelo e dizem que o dinheiro saiu de obras do Estádio Nacional. De acordo com o texto exibido pelo  Jornal Nacional, a empresa pagou propina em obras de estádios da Copa do Mundo de 2014, a exemplo do Estádio Nacional Mané Garrincha, que teve custo de R$ 2 bilhões.

A parlamentar lembra que de acordo com o Tribunal de Contas do DF, estima-se que o custo da obra foi de R$ 1,7 bilhão, portanto, o mais caro construído para a Copa do Mundo. O percentual  é 153% maior do que os R$ 670 milhões previstos inicialmente no projeto.

O assunto não é novo para a deputada Celina Leão que, em muitas oportunidades relembrou do superfaturamento da obra do Estádio Nacional e, especialmente, quando, em março de 2014, o Tribunal de Contas do DF emitiu relatório em que apontava possíveis irregularidades nos gastos para a construção do Estádio. “Para chegar a esta conclusão, o TCDF reuniu dados obtidos em visitas e por análise de contratos, o que levou a perceber que o custo da obra dobrou desde o início da construção. Em 2010, a previsão de gastos era de R$ 700 milhões e, à época do relatório, o valor já atingia R$ 1,4 bilhão”, relembrou Celina.

A parlamentar enfatiza que as justificativas para o aumento do custo da obra são muitas. “Mas não podemos ficar de braços cruzados e aceitar esse absurdo de recursos que foram ‘enterrados’ nessa obra. O povo de Brasília não pode pagar esta conta. Na CPI da Copa vamos fazer um raio-x dos gastos, por meio de documentos que vamos exigir dos gestores e responsáveis pela obra”, garante Celina.

Pais acusam Escola Classe 106 Norte de promover apoio de apoio a Dilma

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escola

Nas escolas públicas, o vermelho agora significa responsabilidade. Pelo menos é o que ensina a Escola Classe 106 Norte. Nesta sexta-feira (08/04), todos os alunos foram incitados a deixarem o uniforme em casa para vestir roupas e acessórios vermelhos.

O pedido da diretoria foi enviado por comunicado aos pais de alunos sob a alegação de que a escola estaria
participando do”Projeto Cidadão do Mundo”.

Segundo o documento, a proposta é “valorizar conhecimentos significativos para a formação cidadã e para a convivência harmoniosa em sociedade”.

Alguns pais não gostaram e alegam
que a escola está “usando o ambiente escolar para conquistar apoiadores ao governo federal”.

Para esse grupo de pais, a Secretaria de Educação tem de apurar o conteúdo dessa atividade extracurricular, “principalmente porque estamos enfrentando um momento político difícil no pais”.

“Esse tipo de doutrinação é lavagem cerebral! Estão querendo formar exércitos de uma juventude sem posicionamento próprio e altamente conduzidos por uma corrente que se preocupa apenas com os interesses de alguns. Isto não podemos permitir!” , afirmou um dos pais que preferiu não se identificar por temer represália a seus filhos.