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BRB divulga balanço referente ao 1º semestre de 2016

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O Banco de Brasília (BRB) publicou na sexta-feira (26) seus resultados referentes ao primeiro semestre de 2016. Confira, abaixo, as principais informações operacionais e financeiras:

Lucro Líquido

O lucro líquido do BRB foi de R$ 41,4 milhões no primeiro semestre de 2016, representando crescimento de 68,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.
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Ativos Totais

Os ativos totais do BRB Múltiplo cresceram 2,6% em 12 meses e 1,4% no último semestre, mantendo a tendência de crescimento observada nos últimos dois semestres. Quando considerado os ativos totais do BRB Consolidado, observa-se um crescimento de 2,1% em 12 meses e de 0,8% no 1º semestre de 2016, impactado pelas operações de tesouraria, em especial, com as operações de títulos e valores mobiliários.
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Receitas de Intermediação Financeira

No primeiro semestre de 2016, a receita da intermediação financeira cresceu 12% no BRB Múltiplo e 11% no BRB Consolidado em relação ao primeiro semestre de 2015. A maior parte foi proveniente das receitas de operações de crédito, crescimento de 12%, quando comparado ao mesmo período do ano anterior. A elevação da relação das receitas de operações de crédito sobre o saldo da carteira evidencia ganho de rentabilidade sobre as operações de crédito, decorrente do giro da carteira e da revisão do valor dos ativos dentro do cenário de elevação da taxa de juros observada nos últimos semestres.
Outro destaque de crescimento da receita da intermediação financeira é o resultado de tesouraria, com títulos e valores mobiliários. No primeiro semestre de 2016, houve crescimento de 19% em relação ao resultado do mesmo período de 2015. Esse crescimento decorre, principalmente, de negociações de títulos públicos.
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Despesas de Intermediação Financeira

No primeiro semestre de 2016, as despesas da intermediação financeira cresceram 6% no BRB Múltiplo e 5% no BRB Consolidado, comparado ao primeiro semestre de 2015. A maior parte dessas despesas foram provenientes das captações, que cresceram 14% no BRB Múltiplo e 8% no BRB Consolidado, quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Apesar do baixo crescimento das captações do Banco, o aumento dessas despesas decorre da elevação das taxas de juros e da indexação pós-fixada dos passivos.
Por outro lado, um fato positivo a se destacar nas despesas da intermediação financeira é a queda das despesas com provisões para créditos de liquidação duvidosa em 15% no BRB Múltiplo.
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Operações de Crédito

A carteira de crédito do BRB, após as provisões, apresentou crescimento, de 0,4% no BRB Múltiplo e de 0,9% no BRB Consolidado no semestre. Esse resultado deve ser considerado como positivo, dado o cenário de crédito enfrentado pelas instituições financeiras.
Segundo dados do Banco Central, a carteira de crédito brasileira apresentou retração de 2,8% no primeiro semestre deste ano. Essa retração foi consequência da deterioração da qualidade do crédito, do aumento da inadimplência e da consequente necessidade de aumento das provisões para devedores duvidosos.
No que tange à carteira comercial, observou-se a retração de 0,3% do volume total no semestre. Todavia, a retração observada é inferior à apresentada pelo PIB brasileiro, que apenas no ano de 2015 apresentou redução de 3,8%. Com base em perspectivas de melhoras segundo os relatórios de expectativas da CNI e do Bacen, o Banco espera retomar o crescimento da carteira comercial no curto e no médio prazos.
Cabe ressaltar, que o Banco entende, mesmo diante da redução da procura por crédito, ser necessário maior rigor nas suas concessões. O rigor passa pelo aumento das exigências por garantias, com a vinculação da liberação de crédito a critérios mais rígidos. Essas medidas têm como objetivos proteger os ativos e reduzir os níveis de provisionamento, face o aumento da inadimplência apresentado em todo o sistema financeiro.
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O relatório completo e todos os demonstrativos financeiros estão disponíveis no site http://ri.brb.com.br.

Governador e deputados federais discutem com Temer melhorias para a economia do DF

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Em busca de medidas que melhorem a situação econômica de Brasília, o governador Rodrigo Rollemberg e seis dos oito deputados federais da bancada do Distrito Federal reuniram-se com o presidente da República interino, Michel Temer. Antes do encontro no fim da tarde desta sexta-feira (26) no Palácio do Planalto, o grupo já havia debatido propostas no Palácio do Buriti.

“Alguns instrumentos atendem mais alguns estados que outros. Estamos unidos em torno dos interesses comuns da população brasiliense. Precisamos de recursos para enfrentar o déficit”, explicou Rollemberg ao fim do encontro. O DF tem um déficit projetado em R$ 1 bilhão até o fim do ano, de acordo com a Secretaria de Fazenda.Como o projeto de lei complementar que trata da renegociação das dívidas das unidades federativas com a União — em tramitação no Congresso Nacional — beneficia estados mais endividados, em especial do Sul e do Sudeste, os representantes do DF expuseram as necessidades de Brasília.

Líder da bancada distrital no Congresso, o deputado Izalci (PSDB) contou que Michel Temer se comprometeu a fazer uma avaliação técnica e política sobre as propostas apresentadas. “Discutimos necessidades e ideias de solução. Claro que conversamos sobre a questão da segurança também, que envolve diretamente recurso. Então, a preocupação é resolver primeiro a questão econômica”, justificou. Entre os temas da reunião também estavam questões do Fundo Constitucional do DF.

Deputado federal Izalci Lucas
Deputado federal Izalci Lucas

Como coordenador da Bancada do DF no Congresso Nacional, o deputado Izalci Lucas informou que que a visita com o presidente Temer foi para defender os interesses de Brasília e para evitar que a crise na segurança pública se aprofunde ainda mais.

“Na conversa com o governador Rodrigo Rollemberg falamos sobre a isonomia da Polícia Civil com a Polícia Federal e os reajustes para a Polícia Militar e Bombeiros. Propusemos ainda ao governador um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com o objetivo de por fim nas derrubadas nos condomínios”, destacou Izalci.

O objetivo do TAC, segundo Izalci, é impedir novas construções para que o GDF possa realizar estudos para possíveis alterações no Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) e outras ações de regularização. A ideia é, após a construção do Termo, ir à justiça para tentar um acordo.

Já com o presidente Michel Temer, explica Izalci, pedimos que fossem analisadas as perdas do Fundo Constitucional do DF de anos anteriores que devem girar em torno de R$ 1,3 Bilhões. “Conversamos ainda sobre a possibilidade de benefícios referentes a renegociação das dívidas com os estados”.

Os deputados federais Augusto Carvalho (SD), Laerte Bessa (PR), Rogério Rosso (PSD), Ronaldo Fonseca (Pros) e Rôney Nemer (PP), além do chefe da Casa Civil do DF, Sérgio Sampaio, participaram da reunião com Temer. No Palácio do Buriti, o grupo contou com a presença dos secretários de Fazenda, João Antônio Fleury, e de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos, da procuradora-geral do DF, Paola Aires Corrêa Lima, e do consultor jurídico da Governadoria, René Rocha Filho.

OPINIÃO | Uma crise, muitas relações e uma política provinciana

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Por Ricardo Callado


O clima político em Brasília anda pesado. É uma guerra entre comadres e compadres. Todos os personagens têm alguma relação bem próxima, ontem ou hoje, e juntos chegaram ao poder.

Já vivemos outros momentos em que as relações de bastidores entre Executivo, Legislativo Judiciário e Ministério Público causaram crises políticas. Grampos, denúncias, corrupção estão novamente na pauta e essas relações estão agindo novamente

A política de Brasília é provinciana. Todos se conhecem e se relacionam. Os grupos se misturam. Antes, quando eram apenas Rorizistas e petistas, até que existia uma separação. Hoje, estão todos juntos.

Celina veio do berço rorizista. Foi secretária da Juventude de Joaquim Roriz e chefe de gabinete da então deputada distrital Jaqueline Roriz. Celina foi eleita presidente com o apoio do governador Rodrigo Rollemberg e uma das primeiras lideranças a apoiar sua campanha de 2014.

Rollemberg, já em 2010, antes de deflagrar a operação Caixa de Pandora, ensaiou uma aproximação com Joaquim Roriz. Queria sair candidato ao Senado na chapa do ex-governador, mas se afastou e desistiu da união política quando sugiram as primeiras gravações de Durval Barbosa.

Rollemberg então caiu no colo do PT e apoiou Agnelo Queiroz. Na chapa, ainda tinha o rorizista Tadeu Filippelli como vice-governador, e o ex-petista Cristovam Buarque como companheiro no Senado.

Os quatro chegaram juntos ao poder. Hoje, estão todos em campos opostos. Com a chegada de Agnelo ao Buriti, houve uma fragmentação política. Sumiram-se grupos e lideranças. Brasília não tem alguém que dê um freio de arrumação e coloque a casa em ordem.

No governo petista, Celina e Liliane ficaram como vozes de oposição. Militaram até no mesmo partido, o PSD, comandado pelo rorizista Rogério Rosso, que apoiou Rollemberg. Depois seguiram caminhos diferentes. Celina se aliou a Reguffe e Cristovam no PDT, e hoje está no PPS. Já Liliane foi para o PRTB do ex-senador Luiz Estevão. Hoje está no PTB de Gim Argello.

Rollemberg rompeu na campanha de 2014 com Agnelo, mas sustentou boa relação com o PT, mantendo inclusive quadros do partido em cargos importantes na estrutura do governo de Brasília.

A partir daí, o governador eleito se aproximou de Celina. Outro personagem é Raimundo Ribeiro, que foi líder do governador Rollemberg até o ano passado. Após deixar a liderança do Buriti, Raimundo foi sendo empurrado aos poucos para a oposição.

Sobrou até para o atual líder do governo, deputado Júlio César Ribeiro. O parlamentar sempre teve resistência entre os conselheiros do governador Rollemberg. Quanto mais Celina e Raimundo se distanciavam do governo, mais o PT e Liliane Roriz ampliavam o diálogo com o Buriti.

Um dos fatos mais estranhos nessa confusão toda, onde adversários históricos se unem e aliados brigam entre si, foi Liliane gravar o braço direito de seu pai, Valério Neves, e colocá-lo no olho do furacão. Valério sempre foi uma das pessoas mais fiéis da Família Roriz e é fiel depositário de segredos políticos.

A crise dos grampos, num primeiro momento, resolve vários problemas para Rollemberg. Tira de cena as principais vozes de oposição na Câmara Legislativa, Celina, Raimundo e o deputado Bispo Renato Andrade. Tem a oportunidade de trocar seu líder de governo e ainda tira o foco da crise do Buriti.

Além disso, desmoraliza a CPI da Saúde, que tanto foi combatida pelo governo para que não saísse do papel. Deputados foram castigados com exonerações de indicados no Executivo. Um dos casos mais emblemático foi a retaliação contra o deputado Lira, que reclamou em discurso no plenário. O que se escuta nos gabinetes do Buriti é a frase: “ou é governo ou não é”.

Essa crise ainda deve ir muito longe. Vai fazer um estrago na Câmara Legislativa. Como a política de Brasília é provinciana e todos se relacionam entre si, o Buriti não deve sair desse episódio sem arranhões e o governador Rollemberg sabe disso e se pintou para guerra.

Essa confusão ainda vai demorar meses e vai influir diretamente na eleição de 2018. Quem tiver bem longe dela vai se dar bem. A briga entre Legislativo e Executivo é rancorosa e vai ser turbulenta e nessa disputa não haverá vencedores.

Às lágrimas, ex-senador Gim Argello depõe ao juiz Sérgio Moro

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 O ex-senador Gim Argello chorou em depoimento à Justiça nesta sexta (26), e disse que está sendo alvo de “vingança”. Ele é réu da Operação Lava Jato. Gim foi acusado de receber propina para impedir convocações na CPI da Petrobras.

“Eu não fui desonesto. Não pedi propina para ninguém, não pedi vantagem indevida a ninguém. Eu pedi doação eleitoral dentro da lei”, afirmou ele ao juiz Sergio Moro.

Gim está preso preventivamente desde abril deste ano, quando foi denunciado sob acusação de corrupção, lavagem de dinheiro, concussão e embaraço à investigação.

Quando era vice-presidente da CPMI da Petrobras, instalada em 2014, empresários que se tornaram delatores da Lava Jato, como Ricardo Pessoa e Otávio Marques de Azevedo, o acusam de ter pedido doações eleitorais em troca de evitar a convocação para a CPI. Ele nega e diz que jamais condicionou as doações à proteção no Congresso.

“Hoje eu virei um cachorro morto no mundo da política. Até desfiliado. Agora ficou fácil dizer isso”, afirmou a Moro. Ele se desfiliou há dois meses do PTB, do qual foi presidente no DF.

Gim Argello diz ser vítima de “uma retaliação”. Para ele todas as pessoas que o acusam hoje foram indiciadas na CPI. “Eu dizia: ‘O que está errado, não tem perdão’; foi até essa a expressão que eu usei.” O relatório da comissão foi aprovado em dezembro de 2014.

Chorando muito, Gim afirmou que “sempre apoiou a Lava Jato” e pediu justiça a Moro. “Eu estou sendo julgado pelo cargo que eu exercia, porque a Lava Jato precisa de um senador.”

Sérgio Moro respondeu e disse que “não tem nada disso” e que ele será julgado segundo as provas do processo.

Procon organiza mutirão de renegociação de dívidas com instituições financeiras

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Até 30 de setembro, consumidores que têm débitos de cartão de crédito, de empréstimo e de cheque especial terão mais facilidade em fechar novos acordos

Brasilienses com dívidas de cartão de crédito, de empréstimos e de cheque especial terão facilidade para renegociar os débitos. De hoje (15) até 30 de setembro, os acordos com bancos e instituições financeiras poderão ser feitos em mutirão do Instituto de Defesa do Consumidor do Distrito Federal (Procon-DF).

Os interessados precisam se cadastrar pela internet. Também é possível ir à sede do instituto, onde o cidadão receberá as informações e terá um computador à disposição para que faça o registro.

O acompanhamento do processo também é feito on-line. O internauta, após se cadastrar, recebe um e-mail com informações para verificar o andamento da solicitação. O mutirão funcionará para os acordos com as instituições financeiras registradas no portal do consumidor. O processo é uma medida do governo federal. Em Brasília, dois funcionários estão destacados para atender exclusivamente na sede do órgão interessados em participar do mutirão e, assim, dar agilidade aos processos.

Como se cadastrar no Procon-DF

Ao entrar no site, é preciso clicar em Cadastre-se. O ícone redirecionará o internauta a uma página onde terá de inserir dados, como o número do cadastro de pessoas físicas (CPF), o nome completo, a data de nascimento e o endereço.

Horário de funcionamento do Procon-DF

A sede do instituto funciona de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas, na sala 240 do Edifício Venâncio 2000 (Quadra 8, Bloco B-60, Setor Comercial Sul).

Raimundo Ribeiro pede a Justiça transparência dos autos judiciais

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O deputado Raimundo Ribeiro (PPS/DF) pediu, na manhã de hoje, ao desembargador José Divino, relator do processo que investiga o escândalo da saúde, que suspenda o sigilo até então decretado nos autos pelo desembargador-plantonista.

Na visão de Ribeiro e de sua defesa, a suspensão do sigilo tem dupla finalidade: em primeiro lugar, garante a transparência da investigação de fatos gravíssimos, permitindo que a sociedade e a imprensa tomem conhecimento do que restou apurado e documentado até o momento, podendo formar o seu próprio convencimento, o que, a esta altura, não colocaria em risco a operação e atenderia ao interesse público; e, em segundo lugar, garante o preceito constitucional da ampla defesa, permitindo, finalmente, tomar conhecimento do teor da acusação, até mesmo para que possa prestar os devidos esclarecimentos, não apenas à Justiça, nos próprios autos da investigação, mas, também e principalmente, à sociedade, uma vez ciente de que não praticou, no exercício de suas funções como parlamentar, qualquer ato ímprobo ou ilegal.

Ainda na visão de Ribeiro e de sua Defesa, é imprescindível o aprofundamento das investigações, de forma a permitir aos órgãos acusadores a delimitação das condutas criminosas e dos seus verdadeiros autores, se existentes, seja no Poder Legislativo ou Executivo, não se podendo admitir, pura e simplesmente, imputações genéricas e em “bloco”.

A pedido, secretário-geral da Câmara Legislativa do DF é exonerado

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José Porto era assessor da Mesa Diretora, que foi afastada pela Justiça

Do G1 DF – O secretário-geral da Câmara Legislativa do Distrito Federal, José Wilson Porto, pediu exoneração do cargo nesta quinta-feira (25). O servidor era membro do gabinete da Mesa Diretora e assessorava deputados suspeitos de receber propina em contratos com empresas prestadoras de serviços de UTIs.

Porto deve voltar a atuar na Defensoria Pública do DF, órgão de origem dele. A escolha do substituto deve ocorrer nesta sexta-feira (26).

O documento com a saída de Porto da função foi assinado pelo presidente em exercício da Casa, o deputado Juarezão (PSB), que assumiu o comando da Câmara depois que a Justiça decidiu pelo afastamento da presidente Celina Leão (PPS) na última terça-feira (23).

Também foram afastados os secretários Raimundo Ribeiro (PPS), Júlio César (PRB) e Bispo Renato Andrade (PR). A vice-presidente, Liliane Roriz (PTB), havia renunciado ao cargo.

O pedido de exoneração aconteceu no mesmo dia em que o servidor comissionado Alexandre Braga Cerqueira foi afastado da terceira-secretaria da Câmara após decisão do deputado Rodrigo Delmasso (PTN). O distrital assumiu o cargo de terceiro-secretário após a Justiça afastar o então responsável pela função, Bispo Renato Andrade (PR). O G1 não conseguiu contato com Cerqueira. Servidores do gabinete onde trabalha dizem que faz dois dias que ele está incomunicável.

O afastamento de Cerqueira ocorre após a divulgação de áudios gravados por Liliane Roriz. Em uma das gravações feitas pela deputada, Celina Leão, fala sobre a mudança de finalidade de uma emenda parlamentar que direcionou R$ 30 milhões da sobra orçamentária da Câmara a um grupo de seis empresas que prestam serviço de UTI. Segundo as denúncias, o repasse acabou beneficiando pelo menos seis deputados.

O Sindicato dos Servidores da Câmara Legislativa e do Tribunal de Contas (Sindical) pediu ao Ministério Público do Distrito Federal nesta quinta-feira (25) que solicite à Justiça o afastamento cautelar dos servidores membros da Mesa Diretora que assessoram os deputados suspeitos de receber propina em contratos com prestadoras de serviço de UTIs. Entre os alvos dos pedidos de afastamento do Sindical, estavam Alexandre Braga Cerqueira e José Wilson Porto.

A lista é completa pelos secretários-executivos da primeira e segunda secretarias da Casa, Leila Barreto Ornelas e Rusembergue Barbosa de Almeida, respectivamente. “Para o Sindical, a decisão judicial que afastou os parlamentares da Mesa Diretora foi inócua e sem efeito prático, uma vez que os assessores diretos dos parlamentares, que compõem a Mesa, continuam agindo livremente”, afirmou a entidade.

O G1 não conseguiu contato com Porto, Leila e Cerqueira. Servidores do gabinete de Cerqueira dizem que faz dois dias que ele está incomunicável. Por telefone, Almeida afirmou que não iria comentar o assunto.

Presidente da Cartão BRB recebe reconhecimento do mercado, dá exemplo de cidadania e é criticado por marido de deputada petista

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Por Donny Silva


O presidente da Cartão BRB, Ralil Nassif, têm sido elogiado pelo mercado financeiro diante dos avanços que impôs na empresa ligada ao Banco de Brasília desde que assumiu o cargo. Com vasto currículo e extremamente técnico, Ralil conseguiu até mesmo retirar alguns apadrinhados que estavam há tempos impregnados politicamente na empresa, fato que lhe rendeu alguns ataques pessoais dos demitidos e muitos elogios dos servidores de carreira. Até o marido de uma deputada do PT, apegado ao cargo, foi desalojado da empresa.

Ralil Nassif Salomão é bacharel em Administração de Empresas e pós-graduado em Gestão Empresarial. Desde 1982 é funcionário de carreira da Caixa Econômica Federal. Trata-se de um autêntico brasiliense, nascido na capital federal no ano de sua inauguração.

Mas o presidente tem um outro lado que merece destaque: a capoeira. Mestre Ralil nasceu em 1973, quando iniciou seus treinos com Mestre Tabosa. Desde 1979, dedica-se à valorização e ao ensino da capoeira, tendo dado aulas, cursos e palestras para mais de 10 mil alunos até hoje, no Brasil e no exterior, com especial atenção ao trabalho social nas comunidades carentes.

Mestre Ralil fundou a Associação de Capoeira Raízes do Brasil em 1980, com sede em Brasília. Desde então, tem sido convidado para representar o Brasil em diversos eventos, festivais e campeonatos fora do País, como na Líbia em 1984, na Alemanha em 1992, no Japão em 2005 e no Gabão em 2009.

Em 1988, Mestre Ralil ministrou seu primeiro curso no exterior, em São Francisco, no estado norte-americano da Califórnia. Não muito tempo depois, em 1991, estava realizando o sonho de implantar a primeira unidade do Raízes do Brasil nos Estados Unidos da América.

Foi pelas mãos de Mestre Tabosa que Ralil recebeu sua corda de mestre, no ano de 1997. Recentemente, em 2011, Mestre Ralil pôde realizar o sonho de implantar um trabalho de cooperação com a África, começando pela República Democrática de São Tomé e Príncipe, sempre por meio da linguagem brasileira – e universal – da capoeira.

Mesmo dedicando-se à coordenação e manutenção da Associação Raízes do Brasil, que possui cerca de 11.000 integrantes no Brasil e no exterior, o fundador do grupo ainda treina e ministra aulas na sede do Grupo, em Brasília.

 Fica a dica para os desavisados de plantão que tentaram desqualificar o homem que acredita no trabalho, na força do esporte, no potencial das pessoas de bem e que não aceita coisa errada.

 

BRB promove ação de conscientização no trânsito entre seus empregados

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A iniciativa conta com o apoio do Detran-DF

Na manhã desta sexta-feira (26), o Banco de Brasília (BRB) realiza campanha educativa entre os empregados, com o objetivo de conscientizá-los sobre o perigo de dirigir após o consumo de álcool ou usando o telefone celular.  Inicialmente, a campanha será realizada na sede administrativa do BRB, no Setor Bancário Sul, das 8 às 13 horas.
 
Em consonância com a Política de Responsabilidade Socioambiental (PRSA) do Banco, a ação é resultado de uma parceria com a equipe de educação do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF). Ao chegar no trabalho, os empregados serão abordados por artistas caracterizados de personagens que simbolizam a “morte” e os “acidentados”, com o intuito de orientar os empregados do Banco, clientes e transeuntes sobre a importância do trânsito seguro para todos. “Com isso, pretendemos mostrar o resultado àqueles que desrespeitam a Lei Seca e usam o celular ao dirigir, além de desenvolver competências humanas a fim de evitar esses graves erros de trânsito”, destaca o superintendente de governo da Instituição, Márcio Hipólito.
 
O Detran-DF também trabalha em um novo projeto, a campanha “Pare de Dirigir Teclando” e, na oportunidade, distribuirá um adesivo aos empregados, no formato da placa “Pare”, para ser colado no celular. O objetivo é chamar atenção para o risco do uso do celular no trânsito.
 
“É importante que o Detran visite os órgãos, converse com os servidores para que eles se mobilizem também, agreguem força às campanhas e repliquem a importância de não se consumir bebida alcoólica quando se dirige e também de não utilizar o celular”, explica a diretora de Educação de Trânsito do Detran-DF, Gláucia Simões.
 
Dados
A Lei Seca foi promulgada em 2008 e, este ano, completa oito anos de existência. Em junho de 2008, por exemplo, foram registradas 36 mortes em decorrência de acidentes de trânsito. Em junho deste ano, este número caiu para 25. O número de acidentes por atropelamento de pedestre também caiu de 151 para 105, no período de 2008 a 2015.  

Em assembleia geral, policiais civis do DF decidem dar mais um voto de confiança ao GDF, mas continuar mobilizados

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O Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF) realizou na tarde desta quinta-feira (25) mais uma Assembleia Geral Extraordinária, desta vez no Complexo da Polícia Civil do Distrito Federal. Na pauta estiveram as negociações para o envio da mensagem que mantém a isonomia com a Polícia Federal, deflagração de movimentos em conjunto entre as entidades representativas e outros assuntos.

Foram deliberados os seguintes pontos:

– A operação PCDF Legal está mantida;

– AGE na próxima quinta (1º), na Praça do Buriti;

– Criação de um comando de mobilização integrado por policiais da ativa e aposentados para acompanhar a mobilização, realizar atos e visitar as unidades policiais;

– O atendimento nos postos de Identificação será realizado apenas a casos já agendados e portadores de PNE;

– Comunicar à população quando for registrar ocorrência que as perícias estão atrasadas e estão demorando de três a quatro dias para começar;

– Os cursos promovidos pela Academia de Polícia deverão ocorrer apenas no horário de trabalho;

– As ocorrências serão homologados apenas pelo delegado;

– Os advogados do sindicato já foram acionados para peticionar na justiça a publicação das exonerações;

Após a Assembleia, os policiais civis foram até o prédio da Direção Geral para uma manifestação contra o diretor de Comunicação da PCDF, Miguel Lucena, por conta das declarações que ele tem dado à imprensa. Exigiram também uma retratação imediata e que ele assine a entrega de seu cargo comissionado, assim como fizeram outros mil policiais. A AGE reuniu cerca de três mil policiais.