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Parque Ana Lídia terá brinquedos com acessibilidade para crianças com deficiência

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Inauguração neste sábado (8) faz parte da programação para celebrar o Dia da Criança. Atividades ocorrerão em outubro em todo o DF

O Parque Ana Lídia, no Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek, receberá novos brinquedos: dois balanços adaptados para crianças com deficiência. A inauguração será neste sábado (8), às 9 horas. Os equipamentos têm rampas e corrimãos para que cadeiras de rodas e muletas sejam encaixadas.

Os brinquedos foram doados por empresas de Brasília para a Secretaria do Esporte, Turismo e Lazer e instalados nesta sexta-feira (7) pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). Chamados de balanço cadeirante e de balanço frontal, eles foram colocados um ao lado do outro, à direita da entrada do parque.

Festa para as crianças durante todo o mês de outubro

A inauguração integra a programação para comemorar o Dia da Criança (12 de outubro). Durante este mês, haverá festas em todo o Distrito Federal, organizadas pela Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude em parceria com a Governadoria e a colaboradora do governo Márcia Rollemberg. A campanha Mês da Criança será lançada oficialmente na segunda-feira (10), às 14 horas, na Residência Oficial de Águas Claras, com a programação de festividades em outubro.

Os Restaurantes Comunitários da Estrutural, de Planaltina e de Samambaia oferecerão a oficina Cozinha Infantil, programa Coma Bem, Viva Bem, da Secretaria Adjunta do Trabalho. Poderão participar crianças de 6 a 11 anos que frequentam o centro de convivência nos restaurantes comunitários das regiões administrativas.

Datafolha: Crivella, 44%, Freixo, 27% no segundo turno do Rio de Janeiro

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A primeira pesquisa Datafolha de intenção de voto para a Prefeitura do Rio de Janeiro no segundo turno foi divulgado na quinta-feira sob encomendado pela TV Globo e publicada também pelo G1.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Segundo o Datafolha, isso significa que, considerando a margem de erro, a chance de o resultado retratar a realidade é de 95%. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Votos totais:

– Marcelo Crivella (PRB): 44% (pela margem de erro, entre 41% e 47%)
– Marcelo Freixo (PSOL): 27% (entre 24% e 30%)
– Branco/nulo/nenhum: 18%
– Não sabe/não respondeu: 10%

Votos válidos:

– Crivella (PRB): 62% (pela margem de erro, entre 59% e 65%)
– Marcelo Freixo (PSOL): 38% (entre 35% e 41%)

Para calcular os votos válidos, são excluídos da mostra os votos brancos, nulos e os eleitores que se declaram indecisos. Esse procedimento é o mesmo usado pela Justiça Eleitoral na hora de divulgar o resultado oficial da eleição.

Migração de votos

O Datafolha também perguntou como vão votar no segundo turno os eleitores que, no primeiro turno, optaram por outros candidatos – ou seja, que não votaram em Crivella ou Freixo.

Entre os eleitores que votaram em Pedro Paulo (PMDB) no primeiro turno, 33% dizem que agora, no segundo turno, vão votar em Crivella, e 21%, em Freixo. Votariam em branco ou anulariam 28%, e 18% estão indecisos.

Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro (PSC), 69% dizem que vão votar em Crivella no segundo turno, e 5%, em Freixo. Brancos e nulos: 20%; indecisos: 6%

Eleitores de Osorio (PSDB): 35% pretendem votar agora em Crivella no segundo turno, e 26%, em Freixo. Brancos e nulos: 29%, e indecisos, 11%.

Eleitores de Indio da Costa (PSD): 33% dizem que vão votar em Crivella no segundo turno, e 26%, em Freixo. Brancos e nulos: 18%. Indecisos: 22%.

Eleitores de Jandira Feghali (PC do B): 30% pretendem votar em Crivella no segundo turno, e 57%, em Freixo. Brancos e nulos: 5%. Indecisos: 8%.

Entre os que disseram que, no primeiro turno, votaram em branco ou anularam o voto: 16% dizem que, no segundo turno, vão votar em Crivella, e 10%, em Marcelo Freixo. Outros 60% dizem que pretendem votar em branco ou anular novamente, e 14% estão indecisos.

Veja a tabela abaixo:

Migração de votos entre o primeiro e o segundo turno na eleição no Rio (Foto: Reprodução/Globo)

Decisão de voto

Totalmente decidido:

Total: 86%
Eleitores de Crivella: 86%
Eleitores de Freixo: 87%
Branco/nulo: 84%

Ainda pode mudar:
Total: 13%
Eleitores de Crivella: 13%
Eleitores de Freixo: 12%

Chance de mudar o voto

Grande:
Total: 14%
Eleitores de Crivella: 19%
Eleitores de Freixo: 8%

Média:
Total: 53%
Eleitores de Crivella: 55%
Eleitores de Freixo: 51%

Pequena:
Total: 33%
Eleitores de Crivella: 25%
Eleitores de Freixo: 41

Número para confirmar ou anular o voto para prefeito

Menções corretas:
Total: 69%
Eleitores de Crivella: 72%
Eleitores de Freixo: 62%

Não sabe o número:
Total: 24%
Eleitores de Crivella: 26%
Eleitores de Freixo: 36%

Menções incorretas:
Total: 2%
Eleitores de Crivella: 2%
Eleitores de Freixo: 2%

Não sabe como anular o voto:
Total: 5%
Eleitores de Crivella: 0%
Eleitores de Freixo: 0%

O Datafolha ouviu 1.151 eleitores de todas as regiões do Rio, com 16 anos ou mais, nos dias 5 e 6 de outubro. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo RJ-03497/2016.

Observação: a soma dos valores pode não ser 100% devido a arredondamentos.

Câmara Legislativa comemora os 28 anos da Constituição Cidadã

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Proposta pelo deputado Raimundo Ribeiro (PPS), foi realizada hoje (7), no plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal a Sessão solene em comemoração aos 28 anos da promulgação da Constituição Cidadã. O evento contou com a presença de constituintes que contaram um pouco da história de nossa constituição.

Durante a sessão, os presentes acompanharam um vídeo que relembrou a época em que a carta maior foi criada. Emocionada, a ex-governadora Maria de Lourdes Abadia, que participou da criação da nossa Constituição, leu o discurso feito por Ulisses Guimarães no dia da promulgação. Em um dos trechos, Ulisses Guimarães dizia: “Aqui estamos representando o Brasil, vamos corresponder essa confiança. O nosso primeiro compromisso é não ter medo”.

Outra deputada constituinte, Moema Santiago, fez questão de frisar que este momento, realizado pelo deputado Raimundo Ribeiro, é um resgate da história do Brasil e que os verdadeiros golpistas são aqueles que não quiseram assinar a Constituição. “Dr. Ulisses, hoje, seria a representação maior dessa luta”, disse.

Para o deputado Raimundo Ribeiro a Constituição, hoje, está sendo maltratada. “A gente não consegue conter o grito quando agridem a nossa Constituição. A liberdade que hoje temos é graças a essa Assembleia Constituinte que criou a nossa Lei Maior”.

De acordou com o distrital, o Brasil convive hoje com a omissão do Legislativo, a tirania do Executivo e a lentidão do judiciário. “Tomei a liberdade de preparar uma indicação e estou colhendo o apoio dos outros parlamentares desta casa para encaminhá-la ao Congresso Nacional, onde pediremos, além da reflexão, que seja feita uma assembleia nacional constitucional exclusiva para repensar e, se for o caso, fazer uma nova carta política, pois a atual Constituição deixa tantas dúvidas que a população tem inúmeras deturpações”, avisou.

O parlamentar encerrou a sessão fazendo um apelo. “É fundamental que estejamos atentos para não deixar que essa Carta Cidadã, fruto da mais linda história de luta do povo brasileiro, se transforme em outra coisa, através da sandice de algumas pessoas não preparadas para exercer determinadas funções públicas”.

Estiveram presentes no evento o Diretor Geral da Defensoria Pública do DF, Dr. Ricardo Batista, a Presidente da Associação Nacional dos Defensores Públicos Federais, Dra. Michele Leite e a representante da OAB/DF, Dra. Elise Corrêa, dentre outras autoridades.

Audiência na CLDF aponta caminhos para o desenvolvimento econômico do DF

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Iniciativa da deputada Sandra Faraj, evento serviu para cobrar do Governo e órgãos competentes estímulos para investimentos no setor produtivo e varejista

A falta de flexibilização tributária e o excesso de burocracia governamental são algumas das causas apontadas pelo setor produtivo e varejista do DF como fortes incentivadores da crise econômica local. Nesta quinta-feira (06/10), durante audiência pública na Câmara Legislativa, promovida por iniciativa da deputada Sandra Faraj (SOLIDARIEDADE), os empresários pediram apoio para estimular o comércio e a indústria local.

“Quem faz a economia girar é o empresário. Não podemos deixar o comércio fechar as portas, indústrias irem para outro estado e ficarmos assistindo a tudo isso, sem fazer nada. Famílias estão ficando sem emprego”, alertou a parlamentar, que preside a Frente Parlamentar em Defesa do Comércio Varejista.

Secretário de Fazenda do DF, João Antônio Fleury disse que o governo busca construir uma política de incentivo fiscal e tributário para ajudar a reerguer o setor produtivo do DF. “Estamos trabalhando para que as empresas aqui instaladas possam ter igualdade de competição com Minas Gerais e Goiás”, afirmou.

No entanto, Fleury alertou para as dificuldades encontradas. “Temos de construir um grande pacto entre o Ministério Público, Governo, Câmara Legislativa e empresários para que não haja questionamentos, porque não dá para aprovarmos leis e estas serem questionadas com ADI (Ação Direta de Constitucionalidade)”, criticou Fleury.

Vários participantes lamentaram a ausência do Ministério Público e do Tribunal de Contas do DF na audiência pública. No entanto, a deputada Sandra Faraj se comprometeu em encaminhar todas as sugestões e apontamentos aos órgãos competentes.

Diversas entidades do setor estiveram presentes. Entre eles: a Federação da Indústria (Fibra-DF); Federação do Comércio (Fecomércio-DF); Federação da Agricultura e Pecuária do DF; Associação Comercial do DF; além do Sindicato do Comércio Varejista (Sindvarejista), entre outros.

OPINIÃO | Um governo sem líder e um Legislativo sem presidente e acovardado

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Por Ricardo Callado


O Distrito Federal passa por uma situação inusitada. A Câmara Legislativa não tem Mesa Diretora, o governo não tem líder. Para completar, oposição e governistas se confundem e se alternam, dependendo da situação. E da votação.

A Casa tem uma Mesa Diretora formada por suplentes, com um presidente em exercício, o deputado Juarezão (PSB), do partido do governador Rodrigo Rollemberg. Ele é o único efetivo da Mesa, mas na função de vice-presidente.

É recorrente o comentário que as decisões são tomadas sempre após consultas ao presidente da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF), deputado Agaciel Maia (PR), partido adversário do governador nas eleições de 2014,

Agaciel, por sua vez, mesmo sendo de um partido de oposição, é governista. É o preferido do governador Rollemberg para ser o próximo presidente da Câmara Legislativa. A eleição acontece até no fim do ano e o mandato começa em 1º de janeiro.

Ao mesmo tempo, Agaciel faz às vezes de líder informal do governo. É a principal voz hoje em defesa dos projetos que chegam do Palácio do Buriti. Mas também faz as suas críticas e aponta erros na condução do Governo de Brasília.

Após a saída do deputado Júlio Cesar Ribeiro (PRB) da liderança do governo, o cargo ficou vago. E ai já se passou quase dois meses. No primeiro momento o nome de Rodrigo Delmasso (PTN) foi cogitado para ser líder. Até ensaiou discursos em plenário, mas acabou não sendo referendado. também não quis se esforçar para que isso acontecesse.

Delmasso, assim como Agaciel, é um dos nomes cotados para à Presidência da Casa. Trabalha o objetivo em silêncio. Tenta se cacifar nos bastidores. Os outros nomes são Joe Valle (PDT) e Sandra Faraj (Solidariedade).

Joe era cotado no início da Legislatura, mas o governador Rollemberg preferiu o nome de Celina Leão (PPS). Joe engoliu seco, mesmo chateado. Depois de muito tempo depois se tornou secretário de uma fusão de pastas do governo. Mas já retornou ao Legislativo. Achou o governo confuso.

Sandra Faraj pode surgir como a surpresa nessa disputa pelo comando da Câmara. Novata, ela tem um bom desempenho à frente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), uma das mais importantes da Casa.

Pode até surgir outro nome, mas a disputa deve ficar entre os quatro. Quem quiser chegar lá, precisa, é claro, costurar acordos. O PT, por exemplo, quer duas coisas.

A primeira é emplacar um nome na Mesa Diretora. A outra é fazer do deputado Wasny de Roure presidente da CEOF. São duas coisas fáceis. A oposição sempre teve um nome na Mesa. E o PT é uma das várias oposições que existem na Câmara. E que as vezes se faz de governo. Além disso, Wasny é um nome leve, experiente e está acima do desgaste do PT. A sua trajetória o blinda do inferno astral do partido.

Quanto ao líder do governo, essa é uma tarefa complicada. O principal problema é cumprimento dos acordos e a confiança. É sabido que Rollemberg vira a cara para a Câmara e não confia nos deputados. E a reciproca dos parlamentares é verdadeira. A desconfiança é mutua.

Todos querem ser presidente, mas fogem quando a missão é ser líder do governo.

Hoje, mesmo sem líder, quem manda no Legislativo é o Executivo. Aprova o que quer. Basta relembrar as últimas votações.

A Câmara está paralisada depois que a Operação Drácon, deflagrada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público, afastou a Mesa Diretora. Quem acompanha a investigação de perto, sabe que alguns nomes estão colocados como boi de piranha. Sem muitos elementos que permitisse um afastamento. É o caso do deputado Raimundo Ribeiro (PPS), por exemplo. Serviu também para limpar terreno.

Uma coisa é afastar a presidente da Casa. Outra é defenestrar toda uma Mesa Diretora. O simbolismo é maior. E um troféu a ser pendurado na estante.

Somente em fevereiro tudo deve voltar a ordem. Por enquanto, a Câmara é uma casa sob intervenção do Judiciário e do Executivo. E não se vê uma reação dos parlamentares. A Casa se acovardou.

GDF deposita nas contas dos servidores da saúde as horas extras referentes a maio

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O Governo de Brasília anunciou que vai depositar hoje nas contas dos servidores da saúde as horas extras referentes ao mês de maio. São cerca de 10 milhões de reais.

A previsão é de que o valor das horas extras referentes a junho seja creditado na próxima semana.

Ainda ficarão pendentes as horas extras referentes a julho. O pagamento desta dívida vai depender da entrada de recursos nos cofres do GDF.

 

Após 31 dias de greve, bancários retornam ao trabalho hoje

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Bancários de todo o país retornaram hoje (7) ao trabalho. Em assembleia realizada ontem (6), os trabalhadores dos bancos privados e do Banco do Brasil aceitaram a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e encerraram a greve, que durou 31 dias.

O acordo, válido por dois anos, inédito, prevê 8% de reajuste no salário em 2016, mais abono de R$ 3,5 mil. No vale-alimentação o reajuste proposto é maior, de 15%. O vale-refeição e o auxílio-creche/babá serão reajustados em 10%. Para 2017, haverá a correção integral da inflação acumulada, mais 1% de aumento real nos salários e em todos os benefícios.

Os bancários também conseguiram o abono dos dias parados e o aumento da licença paternidade de cinco para 20 dias. A licença, entretanto, vale a partir da definição do benefício fiscal pelo governo.

Apesar do acordo, bancários da Caixa Econômica Federal em capitais de sete estados, como Rio de Janeiro, São Paulo, Amapá e Bahia, e algumas cidades decidiram manter a paralisação. As negociações com esses trabalhadores continuam e já há assembleias marcadas para a tarde desta sexta-feira.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), que coordenou o Comando Nacional dos Bancários na greve, informou que a maioria dos sindicatos também aprovou o acordo apresentado pela Caixa, encerrando a greve.

Movimento

Apesar de estarem fechadas por longo tempo, a circulação de pessoas nas agências bancárias na região central de Brasília foi tranquila na manhã desta sexta-feira. O gerente de uma agência da Caixa visitada pela Agência Brasil contou que a movimentação não foi maior do que em outros dias.

Ele disse, contudo, que logo cedo a procura nas agências de outras regiões administrativas do Distrito Federal foi maior, até porque são lugares onde as pessoas utilizam menos os canais eletrônicos de atendimento, como o internet banking. Em alguns locais, as filas começaram às 9h.

Celina Leão e Raimundo Ribeiro querem sustar decreto anti-greves

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Por Ana Maria Campos, do CB Poder – Os deputados Celina Leão e Raimundo Ribeiro, do PPS, querem sustar os efeitos do decreto do governador Rodrigo Rollemberg (PSB) que estabelece medidas contra servidores em greve.

Os dois distritais vão apresentar projeto de decreto legislativo que, caso aprovado, terá o efeito de anular o ato de Rollemberg. O decreto dos servidores, que provocou a reação dos sindicatos nesta manhã (07/10), saiu publicado em edição extraordinária de ontem do Diário Oficial do DF.

O ato prevê corte de ponto de servidores. Também determina a abertura de processos administrativos disciplinares, que podem levar à demissão, contra servidores que insistirem em cruzar os braços em greves consideradas ilegais

Pela repercussão do tema, que envolve mais de 100 mil servidores, é provável que o projeto de decreto legislativo seja aprovado com votos até de deputados da base de Rollemberg.

O governador editou o decreto como medida preventiva para a onda de greves que teve ser deflagrada com o provável adiamento dos reajustes de 32 categorias, previstos para incidir nos contracheques a partir deste mês.

Decreto estabelece medidas a serem adotadas em caso de greve no GDF

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Foi publicado na edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal dessa quinta-feira (6) o Decreto nº 37.962, de 6 de outubro de 2016. A norma trata de medidas administrativas a serem adotadas em caso de greves, paralisações ou prejuízo no desempenho de atividades ou na prestação de serviços da administração pública do DF.

“Esse decreto visa resguardar os direitos do cidadão. Quem decide não prestar o serviço público causa prejuízo à sociedade”, afirma o chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio.

O texto, que entrou em vigor na data em que foi publicado, estabelece que os agentes públicos que participarem desses movimentos estão sujeitos a desconto no valor referente aos vencimentos e às vantagens dos dias de falta, dos de não prestação ou dos de prestação irregular do serviço. O decreto de 2016 revoga o de número 36.850, de 28 de outubro de 2015.

“O documento traz parâmetros em casos de paralisações que não seguirem os procedimentos devidos, como decisão em assembleia, comunicação prévia e manutenção de um mínimo de trabalhadores”, explica. “O decreto se faz em consonância não só com o previsto na Constituição Federal, mas com aquilo que os tribunais e a jurisprudência interpretam como sendo direto de greve no serviço público”, completou.

Já no caso de greve a vir a ser declarada ilegal ou abusiva pelo Judiciário, as providências para o retorno das atividades poderão ser tomadas com aplicação das regras previstas na Lei Complementar nº 840, de 23 de dezembro de 2011 — especialmente quanto à instauração de processo administrativo disciplinar para apuração de faltas funcionais e aplicação de penalidades, sem prejuízo das de natureza civil e penal.

Valério Neves: Nem kamikaze, muito menos homem aranha. A verdade como saída

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Blog do Sombra/CB Web – Ex-secretário geral da Câmara Legislativa na administração da presidente afastada Celina Leão, Valério Neves, em encontro público com amigos, disse que está muito tranquilo e que explicará pormenorizadamente a sua participação nos atos praticados durante a sua passagem pela Câmara Legislativa, hoje alvo das investigações na Operação Dracon. Valério aparece em uma gravação feita pela deputada Liliane Roriz (PTB), em que ele fala sobre a suposta cobrança de propina para a liberação de recursos para empresas de UTI. No áudio, o então secretário-geral da Câmara diz que o distrital Cristiano Araújo (PSD) conseguiu o “negócio” das UTIs.

Valério, enquanto aguarda do juiz Sergio Moro a decisão quanto a sua participação em outra investigação, na Operação Lava Jato, só se dedica a uma coisa: desmistificar as lendas que circulam nos bastidores da política local que lhe atribuem responsabilidades durante o tempo que esteve a frente da secretaria geral da Câmara Legislativa, de atos que não foram praticados por ele.

Profundo conhecedor do Regimento Interno da Câmara Legislativa, Valério esquadrinha cada linha das acusações que lhe são feitas.