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IBRAM renova Licença de Operação do Metrô-DF por 10 anos

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Documento é essencial para a continuidade do sistema metroviário e garante a obtenção de financiamentos junto a operadores financeiros

O Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal (IBRAM) renovou, nesta quarta-feira, a Licença de Operação da Linha 1 do Sistema de Transporte Metroviário do DF, com validade de 10 anos. O licenciamento ambiental é essencial para a continuidade o funcionamento das estações e circulação de trens em sete regiões administrativas (Plano Piloto, Guará, Park Way, Águas Claras, Taguatinga, Ceilândia e Samambaia), em várias áreas do Plano Diretor de Ordenamento Territorial do DF.

O presidente do IBRAM, Aldo César Vieira Fernandes, disse que a Licença de Operação com validade de 10 anos só foi possível pela confiança e responsabilidade ambiental com que a Companhia do Metropolitano do DF (Metrô-DF) desenvolve desde a década de 90 ao dar início às primeiras estações. Em geral, as licenças ambientais são concedidas por quatro anos. “A empresa vem operando o sistema metroviário em condições ambientais favoráveis. É uma satisfação para o IBRAM conceder essa Licença de Operação a um modal de transporte com energia limpa”, afirmou.

Segundo o presidente do Metrô-DF, Marcelo Dourado, a companhia se preocupa em preservar o meio ambiente, dar uma destinação de resíduos sólidos de maneira adequada e atendendo às exigências da legislação. “A renovação da licença é concedida em um momento de expansão do sistema, com o anúncio da abertura de mais três estações (106 Sul, 110 Sul e Estrada Parque), além de mais duas estações em Samambaia”, ressaltou.

O diretor do Departamento de Operação e Manutenção do Metrô-DF, Carlos Alexandre da Cunha, destacou que a renovação da Licença de Operação é exigência para que a empresa venha a obter financiamentos junto ao BNDES, que cobra, anualmente, o documento.

PPM 2018 divulga lista de finalistas e a Rádio Federal novamente entre as melhores

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O Prêmio Profissionais da Música (PPM), idealizado pelo músico e produtor Gustavo Ribeiro de Vasconcellos, acontecerá em Brasília no shopping, Pier 21 de 16 a 21 de abril. Em sua 4ª edição, o “PPM 2018 — E aí, qual é a sua Bossa?” contemplará representantes de 53 categorias do mercado profissional da música e homenageará Roberto Menescal, um dos fundadores da Bossa Nova e personalidade atuante no mundo da música aos 80 anos de idade.

A escolha desses nomes começa a se delinear a partir desta semana com a divulgação dos finalistas, resultado da votação feita entre os próprios inscritos. Até 3 de março o público poderá selecionar os seus preferidos via  internet (www.ppm.art.br) bastando, para isso, preencher um simples cadastro. No mesmo período, o júri, fará sua seleção. O cálculo entre as três votações –inscritos, público e júri–, com pesos 1, 0,5 e 2, respectivamente, apontará os vitoriosos que serão revelados durante o evento e premiados com o troféu A Parada da Música.  

O PPM tem como objetivo expor e reconhecer a contribuição dos diversos profissionais envolvidos na criação, produção e circulação de obras e produções musicais e audiovisuais dentro dos mais variados setores. “Nossa proposta é colaborar para o desenvolvimento de oportunidades e novos negócios deste grande setor que é a música a partir da convergência com outros segmentos. Assim, podemos expandir fronteiras ao promover intercâmbios e disseminar legados, compartilhando experiências e emo&ccedi l;ões”, explica Gustavo.

Luciano Lima e Idovan Araújo no PPM 2016

Na 4ª edição, o PPM receberá profissionais do Brasil. Durante uma semana de evento, os participantes terão à disposição uma extensa programação composta de painéis, palestras, pocket shows e exibição de documentários musicais. Outro atrativo será o espaço destinado ao network e negócios entre os participantes montado nas instalações do Shopping Pier 21 às margens do lago Paranoá de Brasília

RÁDIO FEDERAL NOVAMENTE ENTRES AS MELHORES DO BRASIL

A emissora via web brasiliense Rádio Federal vem conquistando o seu espaço e o gosto dos brasilienses, surpreendendo inclusive as emissoras ditas convencionais. Aliás, ganhou respeito de muitos ouvintes internautas espalhados pelo Brasil e no Exterior. E para provar todo o sucesso da Rádio Federal, comandada pelo jovem brasiliense Idovan Araújo, a emissora é novamente uma das finalistas do Prêmio Profissionais da Música 2018, um dos mais importantes prêmios da música do Brasil. A Rádio Federal é a única emissora web do Centro-Oeste entre as finalistas. Vale lembrar também que a Rádio Federal ganhou o PPM em 2015, como melhor web rádio do Brasil, e o programa É PAPO FIRME, produzido e apresentado pelo jornalista e radialista Luciano Lima, ganhou, em 2016, o prêmio de Melhor Programa de Rádio do Brasil. Para participar da votação é só acessar o site www.ppm.art.br. A Rádio Federal disputa no segmento Convergência,categoria Melhor Web Rádio.

CONHEÇA OS SEGMENTOS E CATEGORIAS DO PPM 

SEGMENTO CRIAÇÃO:

Autor; Autora; Cantor; Cantora; Instrumentista Popular; Instrumentista Erudito; Arranjador; Artistas/Intérpretes; Hip Hop & Rap; Instrumental; Rock; Blues; Hardcore; Groove & Pop; Raiz Regional; Cultura Popular; Samba; Choro; Eletrônico; Projetos Musicais Especiais (shows, álbuns digitais, CDs, DVDs ou projetos); Infantil; Educativo; Bloco de Carnaval; Som de Rua; Orquestras; Grupos Vocais e Trilha de TV e Cinema.

PRODUÇÃO:

Editora (Pessoa Jurídica); Produtor Musical; Produtor Artístico; Produtor Executivo; Produtor de Trilhas Sonoras para TV e Cinema; Selos e Gravadoras; Engenheiros de Gravação; Engenheiros de Mixagem; Engenheiros de Masterização; Designer; Fotógrafo; Agência de Comunicação; Diretores de Vídeo Clips; Produtor de Evento; Escritórios de Agenciamento de Artistas; Estúdios de Gravação e Mixagem e Estúdios de Masterização.

CONVERGÊNCIA:

Festivais de Música; Start Ups; DJs; Projetos Culturais Musicais; Canais de Divulgação de Música; Programas de WebTV; Web Rádio; VJs; Rádios Públicas e Privadas; Programas de Rádio; Canal de YouTube; Plataformas de Negócios e Escolas de Música.

HOMENAGEADO

Com uma carreira de mais de 50 anos, o violonista, compositor e produtor Roberto Menescal, autor de clássicos como “O Barquinho”, “Você, Nós e o Mar” e “Rio”, é o homenageado da 4ª edição do PPM. O artista capixaba que também é a cara do Rio de Janeiro, participou de trilhas sonoras de filmes como Joana Francesa, Bye Bye Brasil e Sabor da Paixão, e tem quatro livros biográficos publicados. Aos 80 anos, ele continua se apresentando ao redor do mundo, além de atuar como produtor musical.

Na 1ª edição (2015), o homenageado foi o poeta e artista Renato Russo. Na 2ª (2016), o autor e compositor mineiro Fernando Brant foi a personalidade reverenciada. Já a 3ª (2017) focou no coletivo a partir do argumento de que uma associação é resultado de união e colaboração, permitindo expansão e evolução. Assim, a homenagem foi para os 15 anos da Associação Brasileira de Música Independente (ABMI), tendo como símbolos, três de seus fundadores: o m& uacute;sico e maestro Benjamim Taubkin, o produtor Pena Schmidt e o autor e publicitário Thomas Roth. Para este ano, Roberto Menescal, um dos ícones da Bossa Nova, estilo musical que completa 60 anos. Através deles, importantes movimentos musicais brasileiros foram relembrados como o rock de Brasília, Clube da Esquina, MPB e, agora, a Bossa Nova.

Ganhador do maior prêmio da Mega-Sena pago este ano já resgatou o dinheiro

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O ganhador da aposta única, no valor de R$ 3,50, resgatou nessa terça-feira (20), em uma agência da Caixa no Paraná, o prêmio principal da Mega-Sena, concurso 2015, no valor de R$ 104,5 milhões, segundo informação do setor de loterias da Caixa.

A aposta vencedora foi feita na Cifrão Loterias, na Vila Hauer, em Curitiba. As dezenas sorteadas foram 17, 18, 27, 32, 39 e 58. Este foi o maior prêmio pago este ano. Segundo a Caixa, aplicado na poupança o prêmio renderia pouco mais de R$ 404 mil por mês.

Por questões de segurança, a Caixa não informou o nome do ganhador do prêmio, a cidade e agência onde ele fez o resgate do dinheiro.

PIB brasileiro cresceu 1% em 2017, diz FGV

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O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 1% em 2017 e atingiu o valor de R$ 6,51 trilhões, segundo o Monitor do PIB da Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador, divulgado hoje (21), não é um dado oficial, já que o PIB é calculado oficialmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e será divulgado no dia 1º de março.

Segundo a FGV, o indicador cresceu depois de dois anos de retração, com resultados positivos na agropecuária (12,8%), indústria (0,1%) e no setor de serviços (0,3%). Entre os segmentos da indústria, a principal alta ficou com a extrativa mineral (4,5%). A construção teve a única queda dentro da indústria (-5%).

Entre os segmentos dos serviços, o destaque ficou com o comércio (1,8%). Também cresceram os grupos de transportes (1,1%), imobiliários (1%) e outros serviços (0,7%). Tiveram queda os serviços de informação (-1,7%), intermediação financeira (-1,6%) e administração pública (-0,6%).

Sob a ótica da demanda, o consumo das famílias, com alta de 1,1%, e as exportações, com avanço de 6%, foram os responsáveis pelo crescimento da economia brasileira. Os investimentos tiveram queda de 1,9% e o consumo do governo recuou 0,5%. As importações cresceram 4,9%.

Último trimestre

No quarto trimestre do ano, o PIB cresceu 2,3% na comparação com o mesmo período do ano anterior, com altas de 5,1% na agropecuária, 3,1% na indústria e 1,9% nos serviços. Sob a ótica da demanda, foram registrados crescimentos de 3% no consumo das famílias, 3,5% nos investimentos e 12,4% nas exportações. O consumo do governo manteve-se estável.

Senado aprova decreto presidencial de intervenção no Rio de Janeiro

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O Senado aprovou, por 55 votos a 13 e uma abstenção, o decreto de intervenção federal no Rio de Janeiro para a área da segurança pública. Com a aprovação da medida pelos deputados e, agora, pelos senadores, o governo federal foi autorizado a nomear um interventor no estado devido ao “grave comprometimento da ordem pública”, como solicitado pelo presidente Michel Temer na última sexta-feira (16).

A votação no Senado durou pouco mais de três horas, a metade do tempo utilizado pela Câmara para discutir e aprovar o decreto, por 340 votos a 72, na madrugada de hoje (20). É a primeira vez que a União intervém em um estado desde 1988.

Durante a sessão, cinco oradores discursaram favoravelmente ao decreto, e cinco contra. Além de questões de ordem para que a votação não ocorresse, a oposição solicitou a criação de uma comissão externa temporária para fiscalizar os desdobramentos da intervenção.

Após a confirmação dos parlamentares, cabe agora ao presidente do Congresso, Eunício Oliveira (MDB-CE), publicar um decreto legislativo referendando o decreto e autorizando a nomeação do general Walter Braga Netto.

Policiais civis do DF fazem greve de 72 horas a partir desta quarta-feira

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Em Assembleia Geral Extraordinária convocada pelo Sindicato dos Policiais Civis do DF (Sinpol-DF) e realizada na tarde desta terça-feira (20), os policiais civis decidiram por  uma greve de 72 horas a partir das 8h desta quarta-feira (21). Até as 8h de sábado (24), em todas as delegacias do DF só serão registrados flagrantes e ocorrências de crimes graves, como homicídio, latrocínio e estupro.

A decisão dos policiais vem como protesto pela intransigência do governo Rollemberg em avançar as negociações salariais com o governo que se nega a apresentar proposta de recomposição das perdas que já chegam a 50% dos salários.

“O governo de Rodrigo Rollemberg tem sucateado a segurança pública do Distrito Federal de diversas formas e uma das mais graves é a desvalorização dos policiais civis. Foi o descaso do governo e cansaço da categoria que desencadeou essa paralisação”, afirma Rodrigo Franco Gaúcho, presidente do Sinpol-DF.

Uma nova assembleia, também com indicativo de greve, acontecerá na próxima segunda-feira (26), 14h30, na Praça do Buriti.

STJ manda soltar irmãos Wesley e Joesley Batista

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A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, nesta terça-feira (20), conceder liberdade aos irmãos Joesley e Wesley Batista, donos do grupo J&F, presos preventivamente desde setembro do ano passado, por determinação da Justiça Federal em São Paulo.

Apesar da decisão, somente Wesley deve ser solto. Joesley deve continuar preso em função de outro mandado de prisão, expedido no ano passado pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A soltura de Wesley Batista foi decidida pelo STJ no caso em que os irmãos são acusados crime de insider trading [informação privilegiada], sob a suspeita de usarem informações obtidas por meio de seus acordos de delação premiada, para vender e comprar ações da JBS no mercado financeiro.

No caso que tramita no Supremo, a prisão por tempo indeterminado dos acusados foi requerida pelo ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, após a anulação da imunidade penal que foi concedida por ele a Joesley e Ricardo Saud, ex-diretor do J&F. O procurador concluiu que eles omitiram informações à Procuradoria-Geral da República durante o processo de assinatura do acordo de delação premiada.

A defesa dos irmãos Batista alega que o grupo JBS não obteve vantagens com a compra de dólares e venda de ações da companhia às vésperas da delação premiada de Joesley. Segundo os defensores dos irmãos Batista, a empresa manteve o padrão histórico nas operações do período.

Medidas cautelares

Ao atender ao pedido de habeas corpus, o STJ decidiu converter a prisão preventiva na adoção de medidas cautelares, como comparecimento à Justiça quando for chamado, proibição de sair do país e de participar de operações no mercado financeiro, além de monitoramento por tornozeleira eletrônica.

Turma do STF envia ao plenário ações sobre condenação em segunda instância

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A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (20) enviar ao plenário da Corte dois habeas corpus que tratam da constitucionalidade da execução provisória de condenações após o fim dos recursos na segunda instância da Justiça. A decisão dos ministros aumenta a pressão sobre a presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, para que a questão seja levada ao plenário. No mês passado, a ministra afirmou, durante um jantar com empresários, que o assunto não será debatido novamente pelo pleno. A presidente é responsável pela elaboração da pauta de julgamentos.

O envio da questão ao plenário foi sugerida durante sessão da Segunda Turma do STF pelo ministro Edson Fachin, que pediu vista de dois habeas corpus que tratam do tema. Ao votar nesta tarde, Fachin disse que há uma controvérsia sobre o tema e a questão deve ser definida pela Corte nas duas ações diretas de constitucionalidade (ADC), protocoladas pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), nas quais a prisão após segunda instância deve discutida novamente.

O entendimento do relator também foi acompanhado pelo ministro Ricardo Lewandowski. “Entendo, como Vossa Excelência, que não é conveniente que nós, em um órgão fracionado, fixemos um ponto de vista com relação a esta questão, sobretudo quando a matéria está pendente de uma discussão mais profundada por parte do plenário”, disse o ministro.

Já o decano no STF, ministro Celso de Mello, relembrou que as duas ADCs foram liberadas para julgamento no final do ano passado pelo ministro Marco Aurélio, relator. “Basta que a senhora presidente, no exercício de seu poder de agenda, paute esses feitos, uma vez que o relator está em condições de proferir seu voto, e é matéria da maior importância”.

Embora os ministros tenham tratado das ações diretas protocoladas pela OAB, a questão de fundo afeta a situação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Há duas semanas, Fachin enviou para julgamento do plenário da Corte um habeas corpus preventivo no qual da defesa do ex-presidente tenta impedir eventual prisão após o fim dos recursos na segunda instância da Justiça Federal. Não há previsão para Cármen Lúcia pautar o processo.

O cenário atual na Corte é de impasse sobre a questão. Os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio e Celso de Mello são contra a execução imediata ou entendem que a prisão poderia ocorrer após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Já os ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Alexandre de Moraes e a presidente, Cármen Lúcia, são a favor do cumprimento após a segunda instância.

Programa de Aquisição de Alimentos contará com R$ 3,5 milhões em 2018

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Desse valor, R$ 2 milhões vêm do governo federal. Plano de trabalho foi assinado nesta terça-feira (20), em cerimônia na Ceasa-DF, e a previsão é que mais de mil agricultores familiares sejam beneficiados

O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) contará com recursos na ordem de R$ 3,5 milhões em 2018. De acordo com a Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, mais de mil agricultores familiares serão beneficiados.

O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) contará com recursos na ordem de R$ 3,5 milhões em 2018. Plano de trabalho foi assinado nesta terça-feira (20), em cerimônia na Ceasa-DF, e a previsão é que mais de mil agricultores familiares sejam beneficiados.
O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) contará com recursos na ordem de R$ 3,5 milhões em 2018. Plano de trabalho foi assinado nesta terça-feira (20), em cerimônia na Ceasa-DF, e a previsão é que mais de mil agricultores familiares sejam beneficiados. Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília

O valor engloba R$ 1,5 milhão já existentes somados a R$ 2 milhões do plano de trabalho do PAA de 2018, assinado pelos governos local e federal durante o seminário Alimenta Brasília na manhã desta terça-feira (20) .

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, participou do evento, na Centrais de Abastecimento do Distrito Federal (Ceasa-DF). “A melhor forma de manter o agricultor no campo e a destinação rural das nossas terras é garantir renda e oportunidade para a agricultura familiar. A qualidade de vida nas cidades depende da preservação da área rural”, ressaltou.

Assinaram o plano de trabalho do PAA de 2018 o secretário da Agricultura do DF, Argileu Martins, e o secretário Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, do Ministério do Desenvolvimento Social, Caio Rocha.

“Nós temos muitos PAAs no Brasil, mas há estados em que não funciona. Em Brasília, o PAA que vem para cá não é despesa pública, é investimento”, destacou Caio Rocha.

A estimativa é que a Secretaria da Agricultura compre dos agricultores mais de mil toneladas de alimentos, que vão beneficiar pelo menos 30 mil pessoas, por meio da distribuição a entidades socioassistenciais.

Em 2017, foram distribuídas 578 toneladas de produtos rurais para 28 mil pessoas, por meio de 118 entidades. Ao todo, foi executado R$ 1,8 milhão.

Entre outros investimentos para o setor, citados por Rollemberg, está a entrega de patrulhas de mecanização agrícola, como ocorreu no sábado (17).

Como funciona o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA)

Parte dos alimentos é adquirida pelo governo diretamente dos agricultores familiares. Os produtos, destinados à doação, são oferecidos para entidades socioassistenciais inscritas no Banco de Alimentos da Ceasa.

Entre as que recebem a ajuda estão escolas, associações e abrigos, selecionados quando atendem aos critérios estabelecidos pelo Comitê Gestor Nacional do PAA, ligado ao Ministério do Desenvolvimento Social.

O secretário da Agricultura, Argileu Martins, salientou eficiência do sistema de compras e as vantagens para o produtor.

“O agricultor familiar tem a experiência de estabelecer a escala da produção e a qualidade do alimento. Ele se organiza e se prepara para estar no mercado. Ao mesmo tempo, ele comercializa por um valor justo e fica menos refém da sazonalidade de preço.”

Inaugurada unidade técnica para produtores que precisam de crédito fundiário

Na solenidade de assinatura do plano de trabalho, foi inaugurada uma unidade técnica do Programa Nacional de Crédito Fundiário. O serviço atenderá produtores interessados em solicitar crédito fundiário.

No DF, o escritório fica no Centro de Capacitação e Comercialização da Ceasa-DF e começará a atender a partir desta quarta (21), das 8 à 12 horas e das 13 às 17 horas.

Além disso, por meio de acordo de cooperação com a Secretaria da Agricultura, foi entregue um veículo utilitário para a Associação dos Produtores Rurais Novo Horizonte transportar produtos. A parceria terá vigência de 36 meses.

Outra novidade foi o anúncio de que a Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias (Abrace) será beneficiada com a implementação de uma horta comunitária na sede da instituição. O espaço será feito com R$ 230 mil do Ministério do Desenvolvimento Social.

MEC lança até março edital para formação de professores

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O ministro da Educação, Mendonça Filho, disse hoje (20) que até início de março o governo lançará o edital com oferta de vagas para o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) e para o novo programa de residência pedagógica, com objetivo de melhorar a qualidade da formação inicial de professores.

Mendonça deu entrevista após participar, na capital paulista, da abertura dos debates da Reunião Ministerial Regional Ibero-Americana. Pelo Programa Nacional de Formação de Professores, as instituições formadoras deverão estabelecer convênios com as redes públicas de ensino. O ingresso no estágio supervisionado será feito ao longo da graduação, a partir do segundo ano. Os futuros professores terão um acompanhamento periódico.

Pisa

Durante a reunião, foram discutidos os resultados da edição de 2015 do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) para a elaboração de políticas educacionais. O Brasil teve 44,1% dos estudantes brasileiros abaixo do nível de aprendizagem considerado adequado em leitura, matemática e ciências.

Para o ministro, apesar do avanço na inserção de jovens e crianças dentro das escolas, as taxas de evasão elevadas mostram a necessidade de foco no aumento da qualidade. “Precisamos assegurar qualidade desde a alfabetização, ao longo do ensino fundamental e nível médio. Isso vai determinar uma mudança estrutural na perspectiva de futuro para os jovens e crianças do Brasil”, disse Mendonça.