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Votação do projeto que altera a Lei do Silêncio fica para o dia 20

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A votação do projeto de lei 445/2015, do deputado Ricardo Vale (PT), que altera a chamada Lei do Silêncio foi adiada para o dia 20 de março. O adiamento foi comunicado pelo presidente da Câmara Legislativa, deputado Joe Valle (PDT), na abertura da sessão ordinária desta terça-feira (6), logo após reunião para analisar a proposta.

De acordo com Valle, durante a reunião surgiram dúvidas sobre a constitucionalidade do projeto. Os deputados optaram então por aguardar um estudo mais aprofundado dos técnicos da Casa sobre a constitucionalidade da proposta e adiaram a apreciação para o dia 20 de março.

Valle explicou a uma galeria tomada por favoráveis e contrários ao projeto que a intenção é votar o projeto com segurança. De um lado, representantes de bares, restaurantes e artistas da noite defendiam a alteração da Legislação. E de outro, representantes de prefeituras comunitárias cobravam a manutenção das regras atuais.

O autor do projeto, Ricardo Vale, afirmou que gostaria que a votação tivesse acontecido, mas disse que talvez não houvesse maioria para sua aprovação. Segundo ele, alguns deputados que pediram mais tempo, sinalizaram com a possibilidade de votarem pela aprovação do projeto. “Decepciona porque queria resolver hoje, mas já são três anos de espera e mais 15 dias não vão atrapalhar tanto e teremos a garantir dos empregos para o pessoal da cultura”, argumentou ele.

Polícia – O deputado Wellington Luiz (PMDB) criticou na sessão desta terça-feira um parecer da Procuradoria do GDF que pede a saída de servidores administrativos que atuam na polícia civil desde o ano 2000. Segundo ele, a decisão surpreendeu a todos e mais uma vez revela um descaso do GDF com seus servidores.

Wellington Luiz explicou que em 2000 um decreto do então governador Joaquim Roriz lotou alguns servidores administrativos concursados na polícia civil para serviços internos. Desde então, estes servidores têm sido fundamentais para os serviços administrativos da corporação, na avaliação do distrital.

O deputado Wasny de Roure (PT) também criticou a decisão e destacou a importância da categoria, especialmente neste momento de falta de pessoal na polícia civil. Para ele, o parecer da Procuradoria é uma “violência” contra os servidores.

Estudante do DF atribui primeiro emprego a curso técnico no currículo

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Ensino Técnico DF

Por Marquezan Araújo – No Distrito Federal, os setores que mais contribuem para o desenvolvimento econômico são os da construção, serviços industriais de utilidade pública, bebidas, alimentos e minerais não metálicos. Juntos, os segmentos representam 91,8% da indústria local. Só em 2016, o setor industrial no DF empregou 83.528 pessoas, com salários de R$ 3.204, em média. Os dados são do Portal da Indústria.

O jovem João Pedro Espínola, de 21 anos, foi um dos profissionais que tiveram acesso ao mercado de trabalho. Com o curso técnico em manutenção automotiva quase concluído, ele afirma que o currículo mais completo foi um fator determinante para conseguir o primeiro emprego.

“O curso técnico, que constava no meu currículo, foi essencial para eu arranjar meu primeiro emprego. Já o segundo, em uma concessionária de automóveis, foi por meio do Senai. O professor me indicou. Ele sabia que eu era apto para a vaga e acabou me indicando”, comenta o estudante.

João Pedro diz ainda que o curso técnico aumentou a experiência e a capacidade de atuação na área em que está se formando. “Com certeza você vai chegar mais preparado no mercado de trabalho do que uma pessoa que só fica na teoria. A gente tem conhecimento de ferramentas, de prática, de certos modelos”, ressalta.

Em todo o país, 61% das empresas brasileiras querem contratar, mas têm dificuldades de encontrar pessoas capacitadas para trabalhar, principalmente que atuem em áreas de nível técnico. A informação é da empresa multinacional de seleção e recrutamento ManpowerGroup.

A coordenadora de Educação do Senai-DF, Valéria Silva, diz que o serviço oferecido pela instituição pode ajudar os alunos formados a atenderem a demanda do mercado de trabalho.

“Uma estatística nacional aponta que 75% dos alunos que fazem curso técnico no Senai conseguem um emprego na área de atuação, na mesma área que foi realizada o curso. Ele [o aluno] é inserido no mercado de trabalho com mais rapidez, em função da necessidade da indústria e do mercado de ter profissionais mais qualificados. Por outro lado, o Senai atende exatamente esse potencial e essa demanda da indústria.”

Um estudo encomendado pelo Senai, feito com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2014, mostra que profissionais que fizeram cursos técnicos têm um acréscimo na renda de 18%, em média, em relação a pessoas com perfis socioeconômicos semelhantes, mas que concluíram apenas o ensino médio regular.

Reforma da Previdência terá que ser discutida cedo ou tarde, afirma economista

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Por Jalila Arabi e Marquezan Araújo – Para conter a onda de violência que assusta moradores e turistas do Rio de Janeiro, o governo federal decretou uma intervenção na segurança pública do estado. Apesar de ter sido aplicada em uma única região, a lei prevê que a Constituição não pode ser alterada durante a vigência de uma intervenção federal. Assim, a reforma da Previdência, por se tratar de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC), teve a tramitação suspensa no Congresso Nacional.Reforma da Previdência

O professor da PUC-Rio e economista da Opus Gestão de Recursos, José Márcio Camargo, entende que há uma certa urgência para cuidar da segurança do Rio. Mas, para ele, resolver o problema do rombo previdenciário também é uma questão que precisa ser revista o quanto antes.

“O governo federal gasta, hoje, 57% de todas as despesas com aposentadorias e pensões. A reforma vai ter que ser feita. Em algum momento ela vai ter que ser feita. O sistema de aposentadoria brasileiro não é sustentável no curto prazo. E mais, quanto mais tempo demorar, mais dura vai ter que ser a reforma”, afirmou Camargo.

Com as diversas mudanças apresentadas no texto da reforma da Previdência desde a redação enviada pelo governo federal à Câmara, muita gente ficou em dúvida com relação à última proposta. Um dos questionamentos é sobre as pessoas que já fazem a contribuição previdenciária.

O especialista em finanças Marcos Melo comenta sobre a principal alteração para essa parcela da população.

“Para esse pessoal, aplica-se o que se chama de regra de transição. Nesse caso, existe, sim, um aumento no tempo de contribuição para que a pessoa possa vir a se aposentar, mas isso tudo vai depender de uma proporção, do tempo em que a pessoa tenha ainda para se aposentar. Nesse caso, ela vai precisar contribuir um pouco mais de tempo, nesse sentido, para ter a aposentadoria integral. Isso tudo vai depender de qual é o tempo de contribuição que essa pessoa já tem”, explica Melo.

O objetivo da regra de transição é diminuir o impacto da reforma para os trabalhadores que estariam perto de se aposentar. Portanto, caso a proposta seja aprovada, a idade mínima, inicialmente, seria de 55 anos para os homens e 53 anos para as mulheres. Essa idade começa a subir a partir de 2020, na proporção de um ano de idade a cada dois anos que se passam. Dessa forma, em 2038, o piso para a aposentadoria seria atingindo, fixando as idades de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres.

Para Marcos Melo, um dos pontos relevantes dessa discussão é o que trata do aumento da expectativa de vida e de sobrevida do brasileiro. Em 2015, uma pessoa aos 60 anos de idade, segundo o IBGE, já tinha sobrevida de mais de 22, chegando aos 82 anos. Mas o financista faz um alerta importante.

“Se as coisas continuarem como estão, a população brasileira envelhecendo, tendo maior expectativa de vida, realmente existe um risco muito grande de as aposentadorias não conseguirem ser pagas pelo governo”, avalia o especialista.

Previdência precisa se adaptar à nova realidade, aponta especialista

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Reforma da Previdência

Por Jalila Arabi e Marquezan Araújo – Apesar da suspensão do trâmite da reforma da Previdência, devido a vigência da intervenção aplicada no Rio de Janeiro para ajudar a conter a violência local, especialistas acreditam que as discussões devem ser retomadas logo que possível.

É o caso do professor da PUC-Rio e economista da Opus Gestão de Recursos, José Márcio Camargo. O especialista defende as ações para auxiliar na segurança pública do Rio, mas ressalta que a reforma da Previdência não deve ser esquecida porque o rombo no setor ainda é uma realidade.

“O governo federal gasta, hoje, 57% de todas as despesas com aposentadorias e pensões. A reforma vai ter que ser feita. Em algum momento ela vai ter que ser feita. O sistema de aposentadoria brasileiro não e sustentável no curto prazo. E mais, quanto mais tempo demorar, mais dura vai ter que ser a reforma”, afirma Camargo.

Os contribuintes da Previdência que já estão em vias de se aposentar podem ter algumas dúvidas em relação às regras para aposentadoria, propostas na reforma. Isso porque desde que começou a tramitar em 2016, o texto que está em discussão no Congresso Nacional passou por alterações.

Para esclarecer alguns pontos sobre a proposta, o advogado especialista em Previdência Átila Abella comenta sobre as mudanças para quem já pode se aposentar pelas regras atuais.

“Quem já tem direito a se aposentar agora ou simplesmente não requereu, a essas pessoas já está assegurado [o direito à aposentadoria nas regras antigas]. Essa pessoa já teria direito adquirido. Claro que se ela não tem os requisitos ainda e vier uma reforma, ela vai ter que cumprir. Só que, para quem já está próximo [de se aposentar], a reforma prevê uma regra de transição, que é o cumprimento de 30% do período que falta para completar os requisitos. Então, quem já está próximo, não vai sofrer tanto assim esses reflexos”, explica Abella.

De acordo com as novas regras, caso a reforma seja aprovada, haverá idade mínima para se aposentar. Seria aos 65 anos para os homens e 62 para as mulheres. Para o economista Otto Nogami, essa medida é fundamental para o Brasil se adaptar à realidade de envelhecimento populacional.

“Esse é um assunto que está em pauta desde o início da década de 80. Vai governo, vem governo e sempre se toca nessa questão. É inevitável que, à medida que a expectativa de vida da população aumenta, o próprio regime previdenciário tem que passar por uma série de revisões para se adequar à nova realidade”, afirma o especialista em finanças.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida do brasileiro aumentou nos últimos anos. Uma pessoa nascida em 2016, por exemplo, tende a viver, em média, até os 75 anos de idade. Isso representa um aumento de três meses e 11 dias em relação a uma pessoa nascida em 2015.

Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas tem nova diretoria até 2020

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Presidente da unidade do DF será um dos vice-presidentes da entidade. Governador Rodrigo Rollemberg prestigiou solenidade de posse na noite desta terça (6) e destacou a força do setor varejista

Tomaram posse, na noite desta terça-feira (6), os membros da nova diretoria da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), eleita para o triênio 2018-2020.

O presidente empossado, José César da Costa, e o ex-presidente da CNDL, José Honório Pinheiro.
O presidente empossado, José César da Costa, e o ex-presidente da CNDL, José Honório Pinheiro. Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília

A entidade, que representa o setor de comércio e serviços, terá como presidente José César da Costa, membro do sistema desde 1998. A cerimônia de posse ocorreu em um hotel na Asa Norte.

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, parabenizou os novos dirigentes e destacou a força do setor varejista. “Se hoje estamos retomando a economia, muito se deve a vocês, que acreditam no empreendedorismo para produzir e empregar.”

O novo titular recebeu as boas vindas do ex-presidente da entidade, José Honório Pinheiro, que destacou a importância de impulsionar o varejo no Brasil.

“Renovamos hoje o compromisso com o desenvolvimento do varejo nacional”, destacou o presidente empossado. De acordo com ele, o setor é a força motriz da economia brasileira, responsável pela criação de emprego e diretamente ligado à retomada do crescimento.

“Se hoje estamos retomando a economia, muito se deve a vocês, que acreditam no empreendedorismo para produzir e empregar”Rodrigo Rollemberg, governador de Brasília

Na cerimônia de hoje também foram empossados os conselheiros do Serviço de Proteção ao Crédito, o SPC Brasil. “Nossa rede se tornou mais forte e persistente com a integração entre representantes tão importantes para o setor produtivo”, declarou o presidente do conselho deliberativo do órgão, Bruno Falci.

Prestigiaram a solenidade o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, e o ministro interino da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge de Lima, entre outras autoridades.

Pelo governo de Brasília, participou também do evento o secretário de Economia e Desenvolvimento Sustentável, Antônio Valdir Oliveira Filho.

Rollemberg parabenizou o representante do DF, José Carlos Magalhães Pinto, empossado como um dos vice-presidentes da gestão. Ele é presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas do DF (CDL-DF) desde 2017.

Entre as principais pautas da gestão, no âmbito do DF, estão a implantação do Cadastro Positivo para todos os portadores de CPF e a construção do Memorial do Varejo em Brasília.

Governo do DF vistoria viadutos e diz que não há risco iminente de nova queda

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Após o Ministério Publico do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) solicitar vistoria em pontes e viadutos de Brasília depois do desabamento de uma parte do viaduto da Galeria dos Estados, na região central da capital federal, o secretário-chefe da Casa Civil, Relações Institucionais e Sociais, Sérgio Sampaio, informou hoje (6) que, de 12 pontes e viadutos vistoriados pelo governo de Brasília, nenhum apresenta risco iminente de queda.

De acordo com os governo, duas estruturas estão em condições ideais, cinco já apresentam sinais do tempo e quatro estão listadas como prioritários para manutenção e monitoramento. As estruturas que precisam de intervenções a curto prazo, mesmo sem risco iminente de queda, são as pontes do Bragueto, das Garças e Honestino Guimarães, além de um viaduto sobre a Via N2, ao lado do Conjunto Nacional.

De acordo com o coordenador de Operações da Subsecretaria de Defesa Civil, tenente-coronel Sinfrônio Lopes, as estruturas são classificadas de um (estado crítico) à cinco (excelente). A ponte do Bragueto recebeu nota dois, mas, de acordo com o coordenador, a estrutura precisa passar por mais monitoramentos e, em curto prazo, uma intervenção.

De todas as estruturas vistoriadas, apenas os viadutos da saída do Buraco do Tatu no sentido Norte-Sul e outro sobre a Via S2 receberam melhor avaliação da Defesa Civil. O levantamento foi feito com base e normas da Associação Brasileira de Normas e Técnicas (ABNT) e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit).

O secretário-chefe da Casa Civil garantiu que o governo adotará todas as providências no sentido de fazer os reparos e os monitoramentos onde for apontado que é necessário no menor espaço de tempo possível. “O governo criou um grupo que está procedendo a análise e a necessidade para recuperação de todas essas estruturas”, disse ele.

Maioria da Quinta Turma do STJ vota contra pedido de Lula para evitar prisão

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Maioria dos ministros da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) vota contra habeas corpus preventivo apresentado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para evitar prisão após condenação em segunda instância (foto José Cruz/Agência Brasil)

A maioria dos ministros da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) votou contra o pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que seja suspensa o trecho da decisão do Tribunal Regional 4ª Região (TRF4) que determinou que o ex-presidente cumpra a pena logo após esgotados os recursos em segunda instância. O ministro Reynaldo Soares da Fonseca foi o terceiro a votar contra o habeas corpus preventivo. O placar está em 3 a 0, restando votar os ministros Ribeiro Dantas e Joel Ilan Paciornik.

Soares da Fonseca acompanhou os votos do relator, Felix Fischer, e do ministro Jorge Mussi, que também votaram contra Lula.

Em sua argumentação, Soares da Fonseca elogiou os argumentos da defesa e reconheceu a possibilidade de que o STJ impeça a prisão. No entanto, ele argumentou que a suspensão da execução da pena não poderia se dar por meio de um habeas corpuspreventivo, mas somente por meio de recurso especial na própria Corte.

“Penso que o habeas corpus intentado não merece no ponto conhecimento”, disse Soares da Fonseca. “Esta Corte não deve antecipar eventual tutela antecipatória do recurso especial correspondente”, acrescentou.

A Quinta Turma do STJ julga nesta terça-feira um pedido da defesa de Lula para que seja suspenso o trecho da decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) que determinou que o ex-presidente cumpra sua pena logo após esgotados os recursos na segunda instância da Justiça Federal.

Os ministros julgam ainda a validade da decisão liminar do vice-presidente do STJ, ministro Humberto Martins, que negou o mesmo pedido dos advogados, no dia 30 de janeiro.

Em janeiro, a Oitava Turma do TRF4, por 3 votos a 0, confirmou condenação imposta contra Lula pelo juiz Sérgio Moro, que considerou o ex-presidente culpado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, por receber vantagens indevidas da empreiteira OAS.

Os desembargadores do TRF4 também aumentaram a pena de Lula de 9 anos e 6 meses para 12 anos e 1 mês em regime inicialmente fechado. Resta apenas um recurso do ex-presidente pendente de julgamento na segunda instância, um embargo de declaração, tipo de apelação que não permite reforma da condenação, mas apenas o esclarecimento do texto da decisão.

Projeto de Lei obriga governo a divulgar saldo de contas mantidas pelo Tesouro do DF

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A Comissão de Fiscalização, Governança, Transparência e Controle aprovou, em reunião extraordinária na manhã desta terça-feira (6), o projeto (PL nº 1.725/2017) que obriga o Poder Executivo a divulgar na internet os saldos das contas contábeis e bancárias mantidas pelo Tesouro do Distrito Federal.

O projeto dita que o Executivo deve divulgar tais saldos diariamente no site da Secretaria de Fazenda, inclusive as aplicações financeiras e a composição por unidade gestora da conta única do Tesouro. Obriga também a divulgação diária do total geral do ativo disponível, discriminando “contas analíticas” e “contas sintéticas”, relacionando os saldos bancários e contábeis das diversas contas utilizadas pela administração direta, autarquias, fundações, empresas públicas e entidades dependentes do orçamento distrital.

Segundo o autor da proposta, deputado Raimundo Ribeiro (PPS), a divulgação de informações à sociedade sobre os ativos financeiros de liquidez imediatos dá transparência às contas públicas, pois possibilita maior compreensão acerca da realidade financeira e contábil do GDF, bem como da real capacidade de pagamento das despesas públicas. O relator ad hoc do projeto na comissão, deputado Robério Negreiros (PSDB), destacou que a iniciativa vai ao encontro do princípio da transparência preconizado pela atual gestão da CLDF.

Participaram da reunião de hoje (6) os deputados Rodrigo Delmasso (Podemos), Robério Negreiros (PSDB) e Chico Leite (Rede). O colegiado aprovou ainda o calendário anual de reuniões ordinárias. O próximo encontro será no dia 27 deste mês.

Brasileiros mudam hábitos financeiros devido à crise, diz pesquisa do SPC e CNDL

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A maioria dos brasileiros (72%) mudou a rotina financeira por causa da crise econômica, segundo pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Oito em cada dez consumidores pretendem manter os hábitos caso a crise seja resolvida em 2018. Somente 19% garantem não ter feito mudanças.

Segundo as entidades, o orçamento mais curto fez com que muitas famílias modificassem a rotina de compras, além de repensar algumas de suas prioridades. Mais da metade (55%) usam de cautela extra, evitando o consumo de produtos supérfluos. Esse percentual aumenta para 68% entre os mais velhos e 69% entre os pertencentes às classes A e B. Outros 55% reduziram os gastos com lazer, enquanto 54% passaram a fazer pesquisas de preço antes de adquirir um produto e 52% ficaram mais atentos às promoções, buscando preços menores.

Estabelecer estratégias a fim de diminuir as despesas em casa passou a ser comum para boa parte dos entrevistados: entre os consumidores que afirmaram ter mudado seus hábitos financeiros, 51% buscaram economizar nos serviços de luz, água e telefone, pensando no valor da conta; 46% adotaram a substituição de produtos por marcas similares mais baratas; 44% passaram a controlar os gastos pessoais e/ou da família; e 43% passaram a evitar parcelamentos muito longos.

A atitude menos adotada a partir da crise econômica foi o hábito de poupar ao menos uma parte dos rendimentos, mencionada por apenas 26%.

“Cada família encontrou um jeito de lidar com a situação, fazendo as despesas caberem no orçamento. Em momentos de sufoco financeiro, é importante os consumidores ficarem mais atentos aos gastos com itens supérfluos ou desnecessários e controlarem os gastos pessoais, mas atitudes como essas são recomendáveis em qualquer contexto para uma prosperidade financeira. Além disso, ter uma reserva financeira te ajuda a passar por momentos de crise com segurança e tranquilidade”, destaca a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Manutenção dos novos hábitos

Em relação aos sentimentos vivenciados com a mudança de hábitos decorrente da crise, a pesquisa indica que quatro em cada dez entrevistados sentiram alívio e tranquilidade por não estourar o orçamento (42%), enquanto 36% relatam alegria por conseguir manter pelo menos o essencial. Em contrapartida, 32% mencionam frustração por deixar de comprar certos produtos de que gostam e 31% fazem referência à limitação de querer comprar e não poder. Além disso, um em cada cinco consumidores se sente constrangido por não poder dar para família o que eles desejam (21%).

Ainda assim, as mudanças parecem ter sido bem assimiladas pela grande maioria dos entrevistados: supondo que a situação do país melhore em 2018, 83% pretendem manter os hábitos que adquiriram durante a crise e somente 8% pretendem abandoná-los.

Para o SPC Brasil e CNDL, essa disposição para manter atitudes adotadas no período de adversidades está relacionada aos efeitos positivos nas finanças pessoais: 52% poderiam dar continuidade aos hábitos adotados por terem conseguido administrar melhor o orçamento, enquanto 51% dizem ter aprendido a economizar dinheiro, 50% passaram a controlar o impulso por compras e 47% aprenderam a fazer compras melhores.

Por outro lado, o desejo de recuperar o antigo padrão de consumo levaria parte dos entrevistados a abandonar as práticas adquiridas no período de adversidades. Dentre aqueles que mudaram seus hábitos em relação ao dinheiro durante a crise, mas voltariam ao antigo padrão de comportamento em caso de melhora do cenário econômico, 44% fariam isso porque querem voltar ao tipo de vida que tinham antes, ao passo em que 26% não se sentiriam mais inseguros em relação ao futuro e por isso não precisariam mais se controlar.

“Foram quase três anos consecutivos de recessão, que se estendeu de meados de 2014 ao final de 2016, mas a economia brasileira voltou a crescer em 2017, ainda que em ritmo bastante lento. Por outro lado, o quadro geral da economia ainda é ruim, com poucos reflexos positivos diretos no dia a dia do consumidor. Portanto, é importante que as pessoas mantenham a prudência nos gastos e priorizem o planejamento e o controle do orçamento”, indica a economista Marcela Kawauti.

Curso gratuito capacita funcionários a fazerem atendimento correto em restaurantes

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Quem nunca reclamou do atendimento recebido em um estabelecimento como um restaurante, uma lanchonete ou mesmo em um bar? Ao sair para comer em um desses ambientes, o consumidor procura um lugar que seja agradável, descontraído e, claro, com bom atendimento. Mas será que os empreendedores sabem como preparar o funcionário para receber o público de maneira correta?

O atendimento ao cliente é hoje um dos grandes problemas do setor de gastronomia. Normalmente os funcionários não estão qualificados no momento da entrevista e as empresas que contratam não têm um sistema de treinamento personalizado para que o atendimento seja adequado ao empreendimento. Sabendo desta deficiência no mercado, a Cazarrara – Assessoria para Restaurantes lançou, no dia 6 de março, um curso online e gratuito sobre atendimento no setor gastronômico. O curso é composto por 4 vídeos e tem o objetivo de oferecer as ideias iniciais sobre atendimento. Quem tiver interesse, pode acessar os vídeos sobre atendimento ao cliente até o dia 6 de abril, pelo site: www.cazarrara.com.

Atualmente existe no mercado profissionais que fizeram cursos para se qualificarem na área de atendimento, mas de forma generalista. Não há pessoas treinadas na forma específica de uma empresa atender, exceto se a própria empresa formar esse colaborador. Foi então que surgiu a ideia do curso. A consultora gastronômica da Cazarrara, Luciana Félix, explica que cada estabelecimento tem demandas específicas: “uma cafeteria tem uma forma de atendimento completamente diferente de uma churrascaria, por exemplo. Por isso, é importante que as empresas tenham um processo interno de qualificação, uma escolinha que passe aos colaboradores a cultura organizacional da empresa e que faça com que todos atendam da mesma forma. Contudo, para que a qualificação interna ocorra, os gestores precisam entender a importância da capacitação específica e que o treinamento não é algo a se realizar uma ou duas vezes por ano, mas é algo que deve ser feito todos os dias, deve estar disponível para facilitar as diversas formas de aprendizagem”, ressalta a consultora.

Luciana lembra, ainda, que para se qualificar de maneira correta, o funcionário deve fazer simulação de atendimento, deve ter material para leitura e vídeos que possam ajudá-lo a se desenvolver. O responsável pela operação dos estabelecimentos deve estar alinhado com o profissional de recursos humanos para que os funcionários recebam treinamentos sistemáticos até que estejam no padrão da empresa.

Sobre Luciana Felix – Atuando há quase 20 anos como consultora, com experiência em gerenciamento de alimentos e bebidas, Luciana Félix é chef de cozinha e ministra cursos de gerenciamento para equipes de empreendimentos gastronômicos. Ela já foi instrutora do Senac-DF na área gastronômica e tem experiência em rede de franquias de fast-food.

 Sobre a Cazarrara – A empresa de consultoria busca promover a qualidade em todos os setores dos estabelecimentos de alimentação para que haja satisfação de empresários e clientes, aumentando, desta forma, a lucratividade e credibilidade de empreendimentos gastronômicos. Para isso, a empresa oferece serviços, como: cursos de barista, confeitaria, de garçom, de pães artesanais, de salgados, de atendimento ao cliente; treinamentos de formação para gerentes, em boas práticas na manipulação de alimentos; gestão e gerenciamento; coaching para líderes e empreendedores; elaboração de cardápios, de fichas técnicas com cálculo CMV e de manual interno; formação de franquias; implantação de cafeterias, de fast-food, de restaurante; supervisão operacional; planejamento estratégico; gerenciamento de estoque.

Serviço

Curso sobre atendimento ao cliente

Cazarrara – Assessoria para Restaurantes

Quem tiver interesse, pode acessar ao curso sobre atendimento ao cliente pelo link:

Site: https://www.cazarrara.com/