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DF ultrapassa 1 milhão de trabalhadores com carteira assinada

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Capital soma mais de 38 mil novas vagas em 2025 e mantém saldo positivo pelo nono mês consecutivo, com destaque para o setor de serviços

O mercado de trabalho do Distrito Federal criou em setembro 3.716 novos empregos formais, segundo dados do Novo Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). No mês, foram registradas 42.171 admissões e 38.455 desligamentos, o que manteve o saldo positivo pelo nono mês consecutivo. Foi o melhor desempenho da região Centro-Oeste.

Com o desempenho, o estoque total de empregos formais na capital federal em setembro chegou a 1.048.656 vínculos ativos, consolidando o DF acima da marca de 1 milhão de trabalhadores com carteira assinada, um patamar histórico que demonstra a resiliência do mercado local mesmo diante das oscilações econômicas do país.

“Estamos fortalecendo o ambiente de negócios e investindo em capacitação, para que cada novo emprego seja também uma oportunidade de transformação social”

Thales Mendes, secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes, os números mostram que o Distrito Federal vive um novo momento de confiança econômica. “Estamos fortalecendo o ambiente de negócios e investindo em capacitação, para que cada novo emprego seja também uma oportunidade de transformação social. Nosso compromisso é continuar ampliando essas conquistas para todas as regiões do DF”, afirma.

De janeiro a setembro de 2025, o saldo acumulado chega a 38.282 novos postos de trabalho, resultado de 371.168 contratações e 332.886 desligamentos. Já no recorte de 12 meses, entre outubro de 2024 e setembro de 2025, o Distrito Federal registrou 39.729 novas vagas, com 481.399 admissões e 441.670 desligamentos.

Com 3,94% de variação relativa, o DF lidera o ritmo de expansão no emprego formal da região nos últimos 12 meses, acima da média nacional (3,28%) e bem acima da média regional (2,46%).

Setor de serviços aquecido

O comércio é um dos destaques do DF no Novo Caged | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

 

Historicamente, a economia do Distrito Federal tem no setor de serviços a maior força. Em 2025, o segmento continua sendo o principal responsável pelo saldo positivo de empregos, puxado pelas áreas de comércio, administração pública, educação, saúde e atividades empresariais.

Além disso, o crescimento da construção civil e o aumento de contratações temporárias para o segundo semestre, impulsionadas pelo comércio e por serviços ligados à temporada de eventos e festas de fim de ano, ajudam a consolidar a tendência de estabilidade no mercado.

Estabilidade e perspectivas

O desempenho ao longo do ano reforça o ambiente de confiança dos empregadores, especialmente após o período de desaceleração observado em 2023. Com a retomada gradual de investimentos públicos e privados, a expectativa é de que o saldo positivo se mantenha até o fim de 2025, com maior movimentação de contratações em outubro e novembro.

A capital também se destaca pela alta qualificação da mão de obra e pelo peso da administração pública e dos serviços especializados, fatores que contribuem para a manutenção de um dos menores índices de informalidade do país. “O Distrito Federal vem apresentando resultados consistentes na geração de empregos formais, mostrando que o mercado local tem capacidade de absorção mesmo em cenários econômicos mais desafiadores”, avalia o secretário Thales Mendes.

Agências do trabalhador oferecem 688 vagas de emprego nesta quarta

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Interessados devem cadastrar o currículo no aplicativo da carteira de trabalho digital ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana

As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 688 vagas de emprego abertas nesta quarta-feira (5). As oportunidades são para diversas regiões administrativas e áreas de atuação, com salários que podem chegar a R$ 2.800, além de benefícios.

Entre os cargos com mais vagas estão 50 para frentista, em Taguatinga; 45 para auxiliar de linha de produção, em Vicente Pires; e 70 para repositor de mercadorias, em Águas Claras e local de trabalho não fixo.

Na lista desta quarta-feira, os salários variam de R$ 1.520 a R$ 2.800, e há vagas que não exigem experiência nem escolaridade específica, o que amplia as chances de inserção no mercado de trabalho.

Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

Ibaneis transforma o DF em muralha armada contra narcotraficantes de Marcola

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A política de Estado implantada por Ibaneis Rocha no combate ao crime organizado transformou o DF em referência nacional em segurança pública, garantindo à população mais tranquilidade, paz e confiança nas forças que protegem a capital do país

Em 22 de março de 2019, Ibaneis Rocha mal havia assumido o Governo do Distrito Federal quando foi surpreendido com a transferência de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, chefe do PCC, para a Penitenciária Federal de Brasília.

O governador reagiu com firmeza: “Estão trazendo o crime organizado para o DF. Brasília não foi feita para abrigar detentos de facções criminosas”, afirmou.

O tempo mostrou que Ibaneis tinha razão.

Mesmo em um presídio de segurança máxima, Marcola, líder do PCC condenado a 330 anos por diversos crimes, continua comandando a facção que domina São Paulo, assim como o Comando Vermelho (CV) domina o Rio de Janeiro.

Desde então, o governador preparou as forças de segurança do DF para monitorar e combater as organizações criminosas que tentavam se infiltrar na capital.

Em 2023, a inteligência da Polícia Civil descobriu um plano batizado de “STF”, que previa a invasão da Penitenciária Federal de Brasília.

O PCC teria reunido um arsenal milionário com armamento pesado para destruir os muros do complexo e libertar Marcola.

Esse episódio ilustra a gravidade da ameaça e a importância da política de segurança conduzida por Ibaneis Rocha, que transformou o tema em eixo central de seu governo.

Hoje, a segurança pública emerge como a principal pauta das eleições de 2026. A crise que implodiu no Rio de Janeiro após a sangrenta Operação Contenção, em 28 de outubro, com 121 mortos, expôs a fragilidade do Estado diante do crime organizado.

Pesquisas recentes mostram o impacto do tema: levantamento da AtlasIntel, divulgado em 31 de outubro, aponta que 55% dos brasileiros aprovam a operação, enquanto 30,8% afirmam que políticas contra a criminalidade serão decisivas no voto.

Já o Datafolha, de 1º de novembro, indica que 76% dos cariocas apoiam intervenção do Exército na segurança local, e o Paraná Pesquisas revela que quase metade da população vê piora na segurança sob o governo Lula.

Nesse cenário, Ibaneis Rocha (MDB) se destaca como referência nacional.

Ao assumir em 2019, herdou  de Rodrigo Rollemberg (PSB), o pior governador da história do DF, forças policiais sucateadas, com salários defasados em 30%, frota envelhecida e taxa de homicídios de 20 por 100 mil habitantes.

Em suas duas gestões (2019–2022 e 2023–2026), investiu mais de R$ 1 bilhão via Fundo Constitucional do DF (FCDF), renovou 100% da frota com 1.354 viaturas, adquiriu 3,8 mil pistolas Glock, drones e construiu novas delegacias e batalhões.

O resultado foi expressivo: em 2024, o DF registrou a menor taxa de homicídios em 48 anos, tornando-se a segunda capital mais segura do Brasil.

Ibaneis também valorizou as forças policiais com reajuste de 18% em 2023 e proposta de até 44% até 2026, além da convocação de 2.950 concursados.

Antes de renunciar em 2026 para disputar o Senado, o governador pretende zerar vagas ociosas e expandir o videomonitoramento.

Sua gestão consolidou o DF como modelo de inteligência, integração e firmeza no combate ao crime organizado, um legado de segurança e prevenção para o Brasil.

*Toni Duarte é jornalista e editor/chefe o Radar-DF, com experiência em análises de tendências políticas e comportamento social da capital federal. Siga o #radarDF

Análise da pesquisa Real Big Data, por Ricardo Callado

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O recado das urnas (e das pesquisas) é claro: o povo quer mais Ibaneis-Celina, não menos

Em um cenário político onde a polarização nacional ainda ecoa, o Distrito Federal emerge como um oásis de estabilidade administrativa sob a dupla Ibaneis Rocha (MDB) e Celina Leão (PP). A pesquisa Big Data, com margem de erro de 3 pontos e 1.200 entrevistas, não deixa dúvidas: Celina Leão é a favorita absoluta para 2026, com números que vão de 40% no cenário mais disputado até 54% em confronto direto com Ricardo Cappelli.

Isso não é mero acaso — é o reflexo de uma gestão que entrega resultados concretos e de uma sucessão natural que o eleitorado já abraçou. É um favoritismo construído em resultados, não em marketing. Celina não é uma candidata “de laboratório”. Sua liderança nas pesquisas — o dobro do segundo colocado — vem de uma presença diária no governo. Enquanto outros pré-candidatos disputam holofotes, ela entrega.

Sua imagem positiva de 42% (contra apenas 20% negativa) na pesquisa Big Data é fruto de uma gestão próxima, prática e sem escândalos. O eleitor do DF não quer mais experimentos — quer continuidade com renovação. E Celina representa exatamente isso.

Ibaneis-Celina é uma gestão que transformou o DF em modelo nacional. Ibaneis Rocha deixa o governo com 63% de aprovação e 41% de avaliação ótimo/bom — números que poucos governadores conseguem ao final do mandato. Essa aprovação não é gratuita: Redução de 25% nos homicídios desde 2019, criação de 180 mil empregos formais no pós-pandemia, com o DF liderando o ranking nacional de geração de vagas; entrega de 12 novas UBS e duplicação da DF-250. Além de programas sociais como o Cartão Prato Cheio (R$ 1,2 bilhão investidos) e o DF Social, que beneficiam 120 mil famílias.

A dupla não governa para a mídia nacional — governa para o cidadão do Riacho Fundo, de Samambaia, do Sol Nascente. E o eleitor sente isso no bolso, na segurança das ruas e na qualidade dos serviços.

Arruda é um passado que não volta – A tentativa de José Roberto Arruda de se reinventar como “alternativa” é politicamente inviável e juridicamente impossível. Condenado por corrupção ativa, formação de quadrilha e improbidade administrativa na Operação Caixa de Pandora, o STJ manteve sua inelegibilidade por oito anos. Ele não pode concorrer em 2026 — ponto final.

Seus ataques pessoais a Ibaneis (“feio por fora e por dentro”) e a invasão frustrada na convenção da Assembleia de Deus revelam descontrole e desespero. O eleitorado evangélico, que representa mais de 25% do DF, repudiou a conduta.

Arruda não é mais um nome — é um fantasma do passado que assombra apenas quem ainda vive de nostalgia. E o DF escolheu o futuro. Por isso Celina Leão não é apenas a favorita — é a candidata da continuidade com renovação. Ibaneis deixa um legado de gestão eficiente, e Celina é a única capaz de ampliá-lo. Enquanto a esquerda se fragmenta e Arruda se afunda em inelegibilidade e escândalos, o DF caminha para eleger, em 2026, a primeira governadora da sua história.

O recado das urnas (e das pesquisas) é claro: o povo quer mais Ibaneis-Celina, não menos.

Celina lidera intenções de voto para GDF com até 54%, aponta pesquisa Big Data

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Vice-governadora do PP consolida favoritismo em cenários estimulados para sucessão de Ibaneis Rocha nas eleições de 2026 no Distrito Federal

Da Redação

A vice-governadora Celina Leão (PP) lidera as intenções de voto para o governo do Distrito Federal em 2026, com percentuais que variam de 40% a 54% nos cenários estimulados, conforme pesquisa do Instituto Big Data em parceria com a Rede Record, realizada entre 2 e 3 de novembro com 1.200 entrevistas.

No cenário 1, que inclui José Roberto Arruda, Leandro Grass (PV), Paula Belmonte (Cidadania) e Ricardo Cappelli (PSB), Celina registra 40%, seguida por Arruda com 20% e Grass com 13%. Nulos e brancos somam 9%, e não sabe ou não respondeu, 8%.

No cenário 2, sem Arruda, Celina alcança 50%, com Grass em 15%, Belmonte em 7% e Cappelli em 7%. Nulos e brancos representam 11%, e não sabe ou não respondeu, 10%.

No cenário 3, em confronto direto com Cappelli, Celina obtém 54%, contra 14% do adversário, com nulos e brancos em 13% e não sabe ou não respondeu em 19%.

Na pesquisa espontânea, Celina aparece com 7%, seguida por Ibaneis Rocha (MDB) com 4% e Michelle Bolsonaro (PL) com 3%. Outros nomes somam 7%, e não sabe ou não respondeu atinge 79%.Dados gerais da pesquisa: 1.200 entrevistas; margem de erro de 3 pontos percentuais; nível de confiança de 95%; campo realizado em 2 e 3 de novembro de 2025.

Análise da pesquisa, por Ricardo Callado

Em um cenário político onde a polarização nacional ainda ecoa, o Distrito Federal emerge como um oásis de estabilidade administrativa sob a dupla Ibaneis Rocha (MDB) e Celina Leão (PP). A pesquisa Big Data, com margem de erro de 3 pontos e 1.200 entrevistas, não deixa dúvidas: Celina Leão é a favorita absoluta para 2026, com números que vão de 40% no cenário mais disputado até 54% em confronto direto com Ricardo Cappelli.

Isso não é mero acaso — é o reflexo de uma gestão que entrega resultados concretos e de uma sucessão natural que o eleitorado já abraçou. É um favoritismo construído em resultados, não em marketing. Celina não é uma candidata “de laboratório”. Sua liderança nas pesquisas — o dobro do segundo colocado — vem de uma presença diária no governo. Enquanto outros pré-candidatos disputam holofotes, ela entrega.

Sua imagem positiva de 42% (contra apenas 20% negativa) na pesquisa Big Data é fruto de uma gestão próxima, prática e sem escândalos. O eleitor do DF não quer mais experimentos — quer continuidade com renovação. E Celina representa exatamente isso.

Ibaneis-Celina é uma gestão que transformou o DF em modelo nacional. Ibaneis Rocha deixa o governo com 63% de aprovação e 41% de avaliação ótimo/bom — números que poucos governadores conseguem ao final do mandato. Essa aprovação não é gratuita: Redução de 25% nos homicídios desde 2019, criação de 180 mil empregos formais no pós-pandemia, com o DF liderando o ranking nacional de geração de vagas; entrega de 12 novas UBS e duplicação da DF-250. Além de programas sociais como o Cartão Prato Cheio (R$ 1,2 bilhão investidos) e o DF Social, que beneficiam 120 mil famílias.

A dupla não governa para a mídia nacional — governa para o cidadão do Riacho Fundo, de Samambaia, do Sol Nascente. E o eleitor sente isso no bolso, na segurança das ruas e na qualidade dos serviços.

Arruda é um passado que não volta – A tentativa de José Roberto Arruda de se reinventar como “alternativa” é politicamente inviável e juridicamente impossível. Condenado por corrupção ativa, formação de quadrilha e improbidade administrativa na Operação Caixa de Pandora, o STJ manteve sua inelegibilidade por oito anos. Ele não pode concorrer em 2026 — ponto final.

Seus ataques pessoais a Ibaneis (“feio por fora e por dentro”) e a invasão frustrada na convenção da Assembleia de Deus revelam descontrole e desespero. O eleitorado evangélico, que representa mais de 25% do DF, repudiou a conduta.

Arruda não é mais um nome — é um fantasma do passado que assombra apenas quem ainda vive de nostalgia. E o DF escolheu o futuro. Por isso Celina Leão não é apenas a favorita — é a candidata da continuidade com renovação. Ibaneis deixa um legado de gestão eficiente, e Celina é a única capaz de ampliá-lo. Enquanto a esquerda se fragmenta e Arruda se afunda em inelegibilidade e escândalos, o DF caminha para eleger, em 2026, a primeira governadora da sua história.

O recado das urnas (e das pesquisas) é claro: o povo quer mais Ibaneis-Celina, não menos.

 

Ibaneis registra 63% de aprovação em pesquisa Big Data com Rede Record

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Governador do MDB tem avaliação positiva de 41% como ótimo ou bom, enquanto 52% discordam da condenação de Bolsonaro pelo STF

Da Redação

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), obtém 63% de aprovação entre os eleitores, conforme pesquisa do Instituto Big Data em parceria com a Rede Record, realizada entre 2 e 3 de novembro com 1.200 entrevistas. A desaprovação soma 31%, e não sabe ou não respondeu representa 6%. Na avaliação de desempenho, 41% consideram o governo ótimo ou bom, 32% regular, 24% ruim ou péssimo, e 3% não sabe ou não respondeu.

Na comparação entre os governos de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL), 37% avaliam o de Bolsonaro como melhor, 30% o de Lula, 27% consideram ambos ruins, 4% ambos bons e 2% não sabe ou não respondeu.Quanto à condenação imposta pelo Supremo Tribunal Federal a Jair Bolsonaro a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, 52% discordam da sentença, 37% concordam e 11% não sabe ou não respondeu.Dados gerais da pesquisa: 1.200 entrevistas; margem de erro de 3 pontos percentuais; nível de confiança de 95%; campo realizado em 2 e 3 de novembro de 2025.

 

Caiado apresenta propostas para tornar Lei Antifacção mais rígida

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Governador propõe o fim das “saidinhas”, das visitas íntimas e o aumento do tempo mínimo de cumprimento de pena para faccionados, e pretende articular apoio no Congresso para tornar o projeto ainda mais duro

O governador Ronaldo Caiado (União Brasil) apresentou, nesta terça-feira (4/11), seis propostas de emenda ao projeto de Lei Antifacção enviado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Congresso Nacional. O texto federal, que tramita em regime de urgência após a Operação Contenção no Rio de Janeiro, ação que resultou em 121 mortes, busca estabelecer novas regras de enfrentamento ao crime organizado. Caiado irá buscar diálogo junto a deputados e senadores para que a proposta seja ainda mais rígida.

Entre as alterações sugeridas pelo governador estão o fim das “saidinhas” para presos ligados a facções, o aumento do tempo mínimo de cumprimento de pena para progressão de regime — de 1/6 para 3/5, o equivalente a 60% — e a proibição de visitas íntimas a detentos identificados como integrantes de organizações criminosas. O governador também propôs a gravação obrigatória das audiências entre presos e advogados, a inclusão de faccionados em uma legislação antiterrorismo e o fim da audiência de custódia para acusados reincidentes.

Segundo Caiado, as mudanças pretendem impedir que facções mantenham o controle das ações criminosas mesmo com seus líderes detidos. “O faccionado hoje prefere ficar preso. Ele tem proteção do Estado e continua mandando matar pessoas do lado de fora. É tratado como intocável dentro dos presídios”, afirmou. Para o governador, o sistema atual contribui para a sensação de impunidade e fragiliza o trabalho das forças de segurança.

Durante o anúncio, Caiado também citou o sistema prisional de Goiás como exemplo do que considera uma política eficaz contra o crime. Ele relembrou que, no início de sua gestão, presídios tinham circulação livre de drogas, armas, celulares e até espaços usados para prostituição. Hoje, segundo ele, as unidades contam com áreas destinadas a oficinas de empresas privadas, que oferecem trabalho e qualificação profissional a detentos.

“Os presos que querem se ressocializar trabalham, aprendem uma profissão e saem empregados, muitas vezes contratados pelas mesmas empresas que atuam nos presídios”, disse. Para Caiado, a combinação entre endurecimento penal e oferta de trabalho é o modelo que deve orientar o país no enfrentamento às facções criminosas.

Aberto o credenciamento de imprensa para a etapa de Brasília da Stock Car

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Evento marca a reabertura do Autódromo Internacional com show de Bell Marques

Brasília, 4 de novembro de 2025 — Estão abertos os pedidos de credenciamento para a 11ª etapa da BRB Stock Car Pro Series e 6ª e última etapa da Stock Light, que acontecem entre 28 e 30 de novembro, no Autódromo Internacional de Brasília. A reabertura do espaço marca um dos momentos mais aguardados do automobilismo nacional. O credenciamento é de responsabilidade da Vicar, promotora oficial da categoria.

A reinauguração oficial ocorrerá em 30 de novembro, durante a penúltima etapa da temporada 2025 da Stock Car, e contará com show de Bell Marques. A programação começa no dia 27, com desfile de veículos, seguida por visitação de escolas públicas no dia 28 e treino e corrida sprint no dia 29. Os ingressos gratuitos serão distribuídos pelo Banco de Brasília (BRB), e o programa Vai de Graça será ampliado para o sábado (29), garantindo transporte público gratuito aos torcedores.

Prazos e condições

Os pedidos de credenciamento devem ser feitos até 17 de novembro para profissionais que dependem de viagem de longa distância e precisam de resposta antecipada (com retorno até 19 de novembro). Para os demais, o prazo vai até 20 de novembro, com resposta até 24 de novembro.

Cada veículo de comunicação poderá solicitar um número limitado de credenciais:

  • 3 para equipes ou produtoras de TV;

  • 2 para jornais e revistas;

  • 1 para rádios;

  • 2 para sites, canais de YouTube e mídias sociais.

O credenciamento é restrito a profissionais comprovadamente da área de comunicação, e todos os aprovados deverão assinar termo de responsabilidade e participar de briefings obrigatórios de segurança, virtuais e presenciais, para obter o jaleco de acesso. Drones não serão permitidos.

Envio de solicitações

Tradicional prova de automobilismo desembarca em Brasília | Foto: Marcelo Machado de Melo/BRB Stock Car

Os pedidos devem ser enviados para estelaimprensa@gmail.com, com foto do rosto e todas as informações listadas no comunicado oficial da Vicar — incluindo nome completo, função, contato, CPF, e link do veículo ou equipe. Serão aceitos apenas um e-mail e um número de celular por pessoa. Pedidos fora do prazo ou por outros canais não serão atendidos.

A volta do autódromo

Inaugurado em 1974, o Autódromo Internacional de Brasília passa por ampla modernização. A pista de 5.384 metros ganhou 16 curvas, seis traçados, duas variantes e duas entradas de boxes. A primeira fase das obras recebeu R$ 60 milhões em investimentos, com requalificação completa da pista, novo pavimento e melhorias estruturais.

Com conclusão total prevista para 2026, o complexo contará ainda com 40 boxes, kartódromo, centro médico, lojas, áreas de eventos e o Museu do Automobilismo, totalizando R$ 100 milhões em investimentos.

Projeto Na Sua Hora retorna ao Deck Norte com atendimentos gratuitos noturnos

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Ação da Sejus-DF oferece serviços públicos no Lago Norte nesta terça (5) e quarta (6)

Brasília, 4 de novembro de 2025 — A unidade móvel do projeto Na Sua Hora, iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), volta ao estacionamento do shopping Deck Norte, no Lago Norte, nesta terça (5) e quarta-feira (6), com atendimentos gratuitos das 16h às 22h.

O projeto tem como objetivo levar serviços públicos a horários e locais acessíveis, beneficiando cidadãos que não conseguem buscar atendimento durante o expediente tradicional. A ação também favorece trabalhadores e pessoas com mobilidade reduzida, ampliando o alcance do programa Na Hora em regiões sem unidades fixas.

Desde o lançamento, em julho deste ano, o Na Sua Hora já percorreu diversos centros comerciais do Distrito Federal, como o Terraço Shopping, o Águas Claras Shopping e o Boulevard Shopping, contabilizando mais de 2 mil atendimentos em sete edições. O Deck Norte foi o primeiro centro de compras a receber a iniciativa e, agora, será palco da terceira visita da carreta de serviços ao Lago Norte.

Durante os dois dias de ação, o público poderá emitir e atualizar documentos, negociar débitos, regularizar pendências e solicitar assistência jurídica e psicossocial, em parceria com órgãos como Detran-DF, Caesb, BRB Mobilidade, Procon-DF, Secretaria de Economia, entre outros.