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GDF realiza ação integrada de acolhimento social no Guará nesta sexta-feira

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Iniciativa envolve 15 órgãos e oferecerá assistência, abrigo e auxílio financeiro a pessoas em situação de rua

Brasília, 6 de novembro de 2025 — O Governo do Distrito Federal (GDF) realizará, a partir das 9h desta sexta-feira (7), uma ação integrada de acolhimento e assistência social voltada a pessoas em situação de rua instaladas em 12 pontos distintos do Guará. A operação é coordenada pela Casa Civil e conta com o apoio de 15 órgãos do governo, incluindo secretarias, forças de segurança e empresas públicas.

Entre as instituições participantes estão as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes), Saúde (SES), Educação (SEE), Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), Segurança Pública (SSP), Justiça e Cidadania (Sejus) e Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), além do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Novacap, Codhab, Detran-DF, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e o Conselho Tutelar.

Durante a ação, serão ofertados serviços de saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios sociais. As pessoas atendidas poderão receber auxílio financeiro excepcional de R$ 600, voltado àquelas sem condições de arcar com aluguel. Também serão disponibilizadas vagas em abrigos, inscrições para programas de qualificação profissional, como o RenovaDF, e cadastro para moradias populares.

Após os atendimentos, a DF Legal realizará o desmonte das estruturas irregulares e o transporte dos pertences das pessoas atendidas para o local indicado por elas. Caso não haja um destino definido, os objetos serão encaminhados para o depósito da pasta, localizado no SIA Trecho 4, lotes 1.380/1.420, onde poderão ser retirados em até 60 dias, sem custo.

Durante a semana, equipes do GDF já haviam realizado abordagens sociais e atendimentos prévios, identificando o público-alvo e suas principais necessidades.

Locais de atendimento no Guará:

  • QE 2 – estacionamento do cartório

  • QE 20 – ao lado da estação do metrô e atrás do Centro de Ensino Especial

  • QE 40 – em frente ao 14, SH Bernardo Sayão; ao lado do Corpo de Bombeiros; e Conjunto J

  • QE 42/44 – atrás da Paróquia Santíssima Trindade (guarita do Bosque dos Eucaliptos)

  • SGCV Sul 12/22 – canteiro central da EPIA, em frente ao Casa Park

  • Próximo ao restaurante Traíra (atrás do posto de gasolina)

  • Área pública em frente à QE 38 e antiga lagoa de oxidação

  • SHJK QE 60

Teleinterconsulta encurta caminho entre pacientes e especialistas do IgesDF

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Modalidade reduz tempo de espera, amplia resolutividade e transforma a experiência do cuidado na rede pública

Uma ferramenta tecnológica tem revolucionado o atendimento nas unidades do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Desde a reestruturação do serviço de teleinterconsulta, em 2025, pacientes atendidos nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e nos hospitais do Instituto têm acesso mais rápido e direcionado a especialistas. A iniciativa encurta o tempo de diagnóstico, reduz custos e transforma a experiência de quem depende do Sistema Único de Saúde (SUS).
A teleinterconsulta conecta médicos das unidades às equipes especializadas do Hospital de Base, do Hospital Regional de Santa Maria e do Hospital Cidade do Sol, por meio de um sistema digital integrado ao prontuário eletrônico MVPEP. O médico insere as informações clínicas e exames e, em pouco tempo, recebe um parecer técnico detalhado, garantindo agilidade e precisão nas condutas.
Segundo Lillian Campos, gerente de Comando Estratégico da Diretoria de Atenção à Saúde, o objetivo é assegurar o melhor encaminhamento para o paciente, reduzindo o tempo de permanência nas UPAs para menos de 24 horas. “Quando o médico tem acesso rápido ao parecer especializado, conseguimos decidir com agilidade se o paciente precisa ser transferido, internado ou se pode seguir em tratamento ambulatorial. Isso dá fluidez à jornada do paciente e segurança à equipe”, explica.
Atendimento especializado e resultados reais
O impacto prático é evidente. No Hospital Cidade do Sol, a teleinterconsulta em Nefrologia realizou 501 avaliações em apenas 57 dias, e 73% dos casos foram resolvidos sem necessidade de deslocamento do paciente.
Na Hematologia do Hospital de Base, o modelo otimiza o uso de leitos e fortalece a integração entre os níveis de atenção. O médico Luiz Henrique Athaides Ramos relata que o tempo entre a suspeita e a confirmação de doenças graves, como leucemias e linfomas, caiu de semanas para menos de 24 horas.
“Hoje conseguimos autorizar consultas, encaminhar internações e iniciar tratamentos quase em tempo real. Isso representa menos sofrimento e mais chance de recuperação para o paciente”, afirma.
Na Cardiologia, a médica Celeste Oliveira ressalta que a teleinterconsulta tem sido decisiva para evitar encaminhamentos desnecessários e garantir diagnósticos mais assertivos. “Muitas vezes recebemos solicitações de pacientes com alterações em exames que não estão relacionadas ao coração. Com a análise detalhada, conseguimos orientar o médico da UPA, ajustar o tratamento e evitar intervenções desnecessárias. Isso é cuidado com responsabilidade”, ressalta.
Aprendizado e expansão
Além de agilizar diagnósticos, a teleinterconsulta fortalece a formação e a troca de conhecimento entre profissionais. “É uma ferramenta de ensino e prática. Os médicos das UPAs aprendem com a experiência dos especialistas, e nós entendemos melhor os desafios da ponta”, destaca Amandha Roberta, chefe do Núcleo de Inovação e Saúde Digital (NUSAD).
O IgesDF já planeja expandir o serviço para novas áreas clínicas e cirúrgicas, como gastroenterologia, reumatologia e otorrinolaringologia, além de especialidades voltadas à saúde da mulher. A meta é consolidar a teleinterconsulta como prática permanente, integrada ao prontuário eletrônico, com suporte de videoconferência e painéis inteligentes para acompanhamento de indicadores.
“Estamos construindo um modelo de cuidado mais inteligente, acessível e resolutivo. A tecnologia é o meio, mas o propósito é humano: garantir que o paciente receba o cuidado certo, na hora certa e no lugar certo”, resume Lillian Campos.

Câmara Legislativa realiza homenagem a Polícia Militar do DF

Realizada na quarta-feira (5), solenidade teve como objetivo reconhecer a importância dos serviços prestados pela corporação

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) oi homenageada, na manhã desta quarta-feira (5), na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), por iniciativa do deputado distrital Jorge Vianna. A solenidade teve como propósito reconhecer os relevantes serviços prestados pelos policiais militares do 27º Batalhão à população do Recanto das Emas, de Água Quente e de todo o Distrito Federal.

Durante a cerimônia, foi destacado o papel do 27º BPM na promoção da segurança pública e na aproximação com a comunidade, refletindo o comprometimento diário de seus integrantes com a missão de proteger e servir. O reconhecimento da CLDF representa o respeito da sociedade brasiliense pelo trabalho dos policiais militares que compõem a unidade.

TCendo o Futuro leva crianças ao TCDF para conhecer o papel do controle externo

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Nesta quinta-feira (6), o Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) recebeu alunos do 5º ano das Escolas Classe 106 Norte e 06 do Cruzeiro para falar sobre a importância do controle social. A visita faz parte do projeto “TCendo o Futuro”, idealizado e realizado pela Escola de Contas do TCDF (Escon), com o objetivo de despertar a consciência cidadã nas crianças.

Na 5ª edição do projeto, cerca de 40 estudantes participaram de um tour guiado pelas dependências do Tribunal, visitando a Biblioteca Cyro dos Anjos, o gabinete da Presidência e o Plenário. Durante o encontro, as crianças assumiram os papéis de auditores de controle externo e de conselheiros e se divertiram com as atividades propostas pelos instrutores da Escon.

O presidente do TCDF, conselheiro Manoel de Andrade, recebeu as crianças em seu gabinete e falou sobre a importância da fiscalização dos recursos públicos. “O objetivo é compreender o que significa a administração pública e conhecer o papel das autoridades e dos órgãos fiscalizadores, como o TCDF”, ressaltou.

De maneira didática, a auditora de controle externo Cinthia Tomazi explicou como a sociedade pode auxiliar o Tribunal nas fiscalizações. “Se você identificar algo errado, relate a um adulto, pai, mãe ou responsável, para que ele registre a denúncia. Se confirmada, os auditores vão até o local e apuraram os fatos com o máximo de cuidado e precisão”, explicou.

Por fim, a auditora de controle externo Janaína Carvalho, que também foi aluna da escola 106 Norte, recordou a sensação de revisitar a própria infância. “Senti vontade de inspirá-las especialmente porque, na escola pública, o caminho até certas oportunidades parece distante”, comentou.

Desenvolvido em parceria com a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEE/DF), o projeto reforça o papel do TCDF na formação de cidadãos conscientes.

GDF amplia rede de apoio, inclusão no Enem e no mercado de trabalho

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Projetos como o Enem Inclusivo e Especial e o Empregabilidade garantem oportunidades para alunos da rede pública

O Governo do Distrito Federal (GDF) tem fortalecido uma rede de projetos voltados à preparação de estudantes da rede pública para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e outros concursos públicos. A proposta é oferecer apoio pedagógico, material e emocional, garantindo que todos tenham oportunidades de avançar nos estudos e no mercado de trabalho.

Entre as ações, o destaque é o Enem Inclusivo e Especial, que reúne mais de 40 estudantes com deficiência ou transtorno em aulas aos sábados, no Centro de Educação Profissional e Tecnológica de Jovens e Adultos da Asa Sul (Cesas). O projeto, criado em 2019 pela Secretaria de Educação (SEEDF), oferece 13 encontros até o dia da prova, com materiais em Braille, intérpretes de Libras e recursos de acessibilidade.

Hélvia Paranaguá: “Às vezes, a deficiência impede a locomoção, mas não pode impedir o aluno de sonhar. A nossa rede é inclusiva” | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília

 

“Às vezes, a deficiência impede a locomoção, mas não pode impedir o aluno de sonhar. A nossa rede é inclusiva. Todos os estudantes com algum tipo de deficiência ou transtorno são recebidos e incluídos. A partir do momento em que os estudantes vão fazer o Enem, eles também têm a oportunidade de entrar na universidade. Eles não precisam parar na educação básica, podem ir além”, afirma a secretária da Educação, Hélvia Paranaguá.

Educação acessível

Luciana Lopes dos Santos se prepara para o Enem: “Nós, surdos, estamos aprendendo mais e incentivando outros a participar também, com o apoio dos intérpretes que garantem nossa acessibilidade para chegar à universidade”

 

A estudante Luciana Lopes dos Santos, que tem deficiência auditiva, participou da edição de 2024 e voltou neste ano esperançosa para o Enem. “Na primeira participação, percebi o quanto preciso de programas como esse. Nós, surdos, estamos aprendendo mais e incentivando outros a participar também, com o apoio dos intérpretes que garantem nossa acessibilidade para chegar à universidade”, conta a aluna.

Vera Barros, da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral, explica que o formato do curso foi adaptado para cada tipo de deficiência, com materiais em Braille e interpretações em Libras, entre outras especificidades. “Nós atendemos todas as deficiências e transtornos. Também vale citar que contamos com a grande parceria do Senac [Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial], que tem proporcionado um upgrade nas nossas máquinas do laboratório de informática para garantir que a tecnologia aconteça”, ressalta a subsecretária.

Inclusão profissional

Luis Felipe Lima se formou em jornalismo depois de entrar na faculdade com a ajuda do Enem Inclusivo e Especial

 

Além do Enem Inclusivo e Especial, o GDF mantém o projeto Empregabilidade, que funciona como um banco de talentos para pessoas com deficiência que já concluíram o curso universitário. Atualmente, 50 pessoas participam da iniciativa.

Entre os participantes está Luis Felipe Lima, um dos primeiros alunos do Enem Inclusivo e Especial. Autista de nível de suporte 1, ele entrou na faculdade com o apoio do projeto e se formou em jornalismo em 2024. Hoje, atua na área, após ser encaminhado pelo programa Empregabilidade. “É um grande avanço, uma atitude muito humilde e acho algo muito bonito. Valeu muito a pena fazer parte”, elogia o jornalista.

Qualificação gratuita

Outro programa é o Preparação DF, que oferece curso gratuito e intensivo para o Enem e outros vestibulares. Neste ano, foram ofertadas 10 mil vagas principais e mil de cadastro reserva, com 240 horas de aulas presenciais, divididas em 25 horas semanais. Para participar, é preciso ter no mínimo 16 anos completos e escolaridade compatível com o curso desejado.

As aulas são ministradas em polos em Ceilândia, Taguatinga, Planaltina, Asa Sul e Gama. Os alunos recebem material didático completo, uniforme, lanche diário, auxílio-transporte e seguro contra acidentes pessoais. Ao final do curso, é emitido certificado de conclusão em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet) e a Secretaria de Educação.

Marias: exposição fotográfica encerra-se nesta sexta-feira na CLDF

Desde 2019, Ísis Dantas registra essas vivências por meio do projeto Marias da Penha, que já alcançou dezenas de mulheres

A exposição Marias, da jornalista e fotógrafa Ísis Dantas, está em seus últimos dias de visitação no Foyer do Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal. A mostra traz imagens de dez mulheres que conseguiram romper o ciclo da violência doméstica, transformando experiências de dor em narrativas de resistência e reconstrução. A exposição também marcou o lançamento do livro homônimo, que apresenta essas histórias em forma de retratos e depoimentos, revelando trajetórias que vão desde cárcere privado até tentativas de feminicídio.

Desde 2019, Ísis Dantas registra essas vivências por meio do projeto Marias da Penha, que já alcançou dezenas de mulheres. Entre os testemunhos está o de Rosa Melo, moradora do Areal, parte da região administrativa de Águas Claras, que sobreviveu a todos os tipos de violência e conseguiu romper o ciclo após quase ser queimada dentro de casa com os filhos. Hoje, Rosa é acolhida pelo Instituto Umanizzare, instituição fundada por Grace Justa, delegada da Polícia Civil do DF.

O livro traz ainda um posfácio da autora, baseado nos dados mais recentes do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Segundo o Anuário 2025, foram registrados 1.492 feminicídios em 2024 no país, uma média de quatro mulheres assassinadas por dia, em sua maioria negras, jovens e mortas dentro de casa. Além disso, quase 20% das medidas protetivas foram descumpridas, evidenciando a fragilidade da rede de proteção.

Ísis Dantas, que também sobreviveu a um relacionamento abusivo, destaca o papel da arte na sua própria trajetória e na de outras mulheres.

“A fotografia me ajudou a resgatar minha própria vida e, com o projeto Marias da Penha, percebi que poderia ajudar outras mulheres a se reconhecerem como fortes, belas e capazes de recomeçar. O livro e a exposição reforçam que há vida após a violência, mas é preciso dar o primeiro passo”, afirma a autora.

O projeto teve a curadoria do artista plástico Rinaldo Morelli e foi realizado pela Associação Artise de Arte, Cultura e Acessibilidade, com fomento do Ministério da Cultura via emenda do deputado Reginaldo Veras. Para conhecer mais o trabalho de Ísis Dantas, basta acessar @mariasdapenha no Instagram. O livro que deu origem à exposição também está disponível no formato digital (clique aqui).

Forrozada na Feira leva cultura nordestina às feiras populares de Ceilândia

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Projeto Cultura Itinerante celebra o forró pé de serra e transforma as feiras em palcos de alegria neste fim de semana

A alegria do forró volta a tomar conta das feiras populares do Distrito Federal. Neste fim de semana, dias 8 e 9 de novembro, o projeto Cultura Itinerante – 2ª Edição 2025, realizado pela Associação dos Forrozeiros do Distrito Federal (Asforró-DF), chega a Ceilândia Sul com mais uma edição da Forrozada na Feira, reunindo trios e artistas que fazem da sanfona, do triângulo e da zabumba o retrato vivo da cultura nordestina no Cerrado.

No sábado, a festa será na Feira do Guarapari (QNN 5/7), a partir das 9h da manhã, e promete animar o público até o meio-dia. Entre as atrações, estão Trio Asa NorteTrio Forró BijúJamelo e Trio Os Cobras do Forró e Chico Ceará e Trio, nomes que representam o autêntico forró pé de serra e o espírito alegre que faz das feiras um verdadeiro ponto de encontro da comunidade.

No domingo, a programação segue na Feira Permanente da Guariroba, também em Ceilândia Sul, das 9h às 13h. Quem passar por lá vai poder dançar ao som de Trio Rei do SomJanduy da Sanfona & Trio ReyTrio K Entre Nós e Trio Nega Maluca. Entre um passo de xote e outro, o público reencontra nas melodias e nas letras o sentimento de pertencimento e identidade que o forró carrega há gerações.

Cultura Itinerante é uma iniciativa que vem consolidando o forró como símbolo de resistência cultural no Distrito Federal. Desde sua criação, o projeto leva música, poesia e alegria aos espaços públicos, aproximando artistas e comunidades em uma celebração que reafirma a força do Nordeste e seu papel na formação da cultura popular brasileira.

Para Marques Célio de Almeida, presidente da Asforró-DF e coordenador geral do projeto, a Forrozada na Feira é um gesto de valorização da cultura do povo e um resgate das tradições que marcaram a história das feiras livres.

“As feiras sempre foram o coração pulsante das cidades, onde a arte e o cotidiano se encontram. Levar o forró para esses espaços é reacender a chama da cultura popular e manter viva a alegria do nosso povo”, destaca.

Forrozada na Feira faz parte do calendário do Cultura Itinerante – 2ª Edição 2025, que inclui ainda o Sabadão do Forró e a Forrozada de Natal. O projeto conta com apoio das Administrações Regionais de Ceilândia e Santa Mariaequipamento da Casa do Cantador e fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF.

Serviço: Cultura Itinerante 2025 – Forrozada na Feira
8 e 9 de novembro de 2025
Ceilândia Sul – Feira do Guarapari (QNN 5/7) e Feira Permanente da Guariroba
Das 9h às 13h
Entrada gratuita

Agências do trabalhador do DF têm 748 vagas de emprego disponíveis

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Maior salário é de R$ 2,8 mil para cargo de açougueiro em Águas Claras. Interessados devem cadastrar o currículo em aplicativo ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana

As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 748 oportunidades profissionais disponíveis nesta quinta-feira (6). O maior salário é de R$ 2,8 mil, encontrado em 15 chances para açougueiro em Águas Claras, com exigência de ensino fundamental completo e experiência. A mesma profissão é demandada na Asa Norte, no Núcleo Bandeirante e para atuar sem ponto fixo — são 25 vagas com remunerações de R$ 1,7 mil a R$ 2.234.96.

Em relação à busca por novos funcionários, destaque para o setor de serviços. Estão abertos 169 postos para operador de caixa, 118 para repositor de mercadorias e 89 para auxiliar de limpeza no Núcleo Bandeirante, Samambaia, Águas Claras, Asa Norte, Vicente Pires, Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (SAAN), Riacho Fundo e sem local fixo. Os salários vão até R$ 1,8 mil.

Todas as oportunidades oferecem benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana.  Mesmo que nenhuma seja atraente ao candidato, o cadastro vale para chances futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).

Projeto Rosa Solidário eleva autoestima de mulheres com câncer

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Salão voluntário do Hospital de Base transforma doações de cabelo em gestos de amor

Brasília, 5 de novembro de 2025 — Mesmo após o fim do Outubro Rosa, as ações de prevenção e apoio ao combate ao câncer de mama continuam no Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). No Hospital de Base, um dos principais centros de atendimento oncológico do país, o projeto Rosa Solidário mantém viva a mensagem de solidariedade e autoestima.

Localizado no jardim do hospital, o espaço funciona como um salão de beleza solidário, onde cortar o cabelo significa ajudar outras mulheres. As madeixas doadas são transformadas em perucas confeccionadas por voluntárias da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília, entidade que há quase 30 anos oferece apoio emocional e social a pacientes em tratamento.

A Rede Feminina de Combate ao Câncer é uma instituição sem fins lucrativos que atua no Hospital de Base; além do salão, mantém projetos de apoio emocional, bazar beneficente e a confecção de perucas | Fotos: Divulgação/IgesDF

A coordenadora do projeto, Maura Costa, voluntária há mais de oito anos, explica que a iniciativa nasceu do desejo de resgatar a autoestima das mulheres em quimioterapia. “A perda do cabelo é um momento delicado. Nosso objetivo é mostrar que elas continuam lindas e fortes. Cada corte é um gesto de solidariedade e cada peruca devolve um sorriso”, afirma.

Entre as histórias que se cruzam no Rosa Solidário está a da voluntária Tânia Alves, que há 11 anos dedica seu tempo ao projeto. “Depois que perdi meu pai, encontrei aqui um novo propósito. Aprendi a confeccionar perucas e nunca mais parei”, conta. Já a paciente Iraci Francisca dos Santos, em tratamento desde 2016, diz que o apoio da Rede Feminina e do Hospital de Base foi essencial: “No começo foi muito difícil, mas encontrei força e acolhimento. Hoje sigo com gratidão e esperança.”

“No começo foi muito difícil, eu não aceitava. Mas encontrei força aqui. Hoje, continuo em tratamento, mas com gratidão. O Hospital de Base e a Rede Feminina me deram suporte e esperança”, conta Iraci Francisco do Santos, paciente do HBDF

O gesto de solidariedade também vem de fora. Sandra Santilene, moradora do Guará, doa o cabelo todos os anos. “Deixo crescer e, em outubro, faço a doação. É o mínimo que posso fazer para ajudar a levantar a autoestima dessas mulheres”, diz.

A psicóloga Ana Paula Fernandes, voluntária há 21 anos, destaca o impacto emocional do trabalho: “A perda do cabelo mexe com a identidade. Nosso papel é oferecer escuta, empatia e ajudar cada mulher a se reencontrar consigo mesma.”

A Rede Feminina de Combate ao Câncer mantém o salão Rosa Solidário e outros projetos, como bazares beneficentes e programas de apoio psicológico. Doações de roupas, sapatos e cabelos podem ser entregues na sede da instituição, no Hospital de Base, ou na Casa de Apoio, no Núcleo Bandeirante.

Serviço – Salão Rosa Solidário

Local: Jardim do Hospital de Base
Funcionamento: Segunda a sexta-feira, das 9h às 16h (com agendamento)
Contato: (61) 3364-5467 / 3226-2747
E-mail: rede@redefemininabrasilia.org.br
Instagram: @redefemininabrasilia

Operação reforça segurança e organização no centro de Ceilândia

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Ação conjunta combate comércio irregular e melhora mobilidade urbana na região central

Brasília, 5 de novembro de 2025 — A Administração Regional de Ceilândia, em parceria com o DF Legal e a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), realizou nesta terça-feira (4) uma operação de reordenamento urbano no centro da cidade. A ação teve como foco as áreas próximas à Feira do Rolo e ao Restaurante Comunitário, locais de grande fluxo de pessoas.

Durante a operação, as equipes apreenderam mercadorias sem nota fiscal e produtos de origem suspeita, possivelmente ligados a furtos, além de bebidas alcoólicas, cuja venda é proibida a ambulantes. O objetivo da iniciativa é garantir mais segurança, organização e acessibilidade à região, combatendo práticas ilegais e melhorando o ambiente urbano.

O administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, destacou que o trabalho faz parte de um plano contínuo de reordenamento. “Estamos promovendo diversas ações para manter o centro limpo, seguro e acessível. Queremos que o cidadão se sinta bem ao circular por aqui e veja que a cidade está sendo cuidada”, afirmou.

Segundo a administração, o reordenamento faz parte de um conjunto de medidas voltadas à mobilidade e ao visual urbano, buscando um espaço mais agradável tanto para comerciantes quanto para pedestres. “A sensação de segurança e ordem é essencial para o desenvolvimento da cidade”, reforçou Resende.

Comerciantes e moradores aprovaram a iniciativa. O empresário Renato Tavares Fellipe, dono de uma ótica no centro, afirmou que a ação traz mais tranquilidade para quem trabalha e circula pela área. “Com mais fiscalização e limpeza, o ambiente fica melhor para todos. O centro está mais organizado, e isso transmite segurança para os clientes”, disse.

As ações de reordenamento seguirão de forma permanente, especialmente com a aproximação do fim do ano, quando o movimento na região aumenta. A meta é manter o centro de Ceilândia limpo, seguro e acessível para toda a população.