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Desburocratização favorece instalação de usina de energia solar em Ceilândia

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Em parceria com a CEB, maior geradora do modelo fotovoltaico no DF vai produzir mais de 11 mil MW ao ano

Por Hédio Ferreira Júnior

A agilidade na liberação de licenciamentos ambientais pelo Governo do Distrito Federal (GDF) colheu mais um fruto. Foi inaugurada nesta segunda-feira (20), com 100% de produção, em Ceilândia, a maior usina de energia fotovoltaica do DF. Obtida por meio da conversão de luz do sol em eletricidade, a produção alimentará a subestação da Companhia Energética de Brasília (CED) da região e será descontada do que for consumido pela empresa Claro. O empreendimento é uma parceria público privada(PPP) do Executivo com a RZK Energia e a operadora de telefonia.

O governador Ibaneis Rocha esteve no terreno de aproximadamente 12 hectares em Ceilândia Norte para a inauguração. Na área estão instalados 18 mil módulos fotovoltaicos. O licenciamento foi feito pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e é pioneiro nesse tipo de empreendimento. A celeridade com que foi emitido é inovadora no Distrito Federal e possibilitará que outras empresas de energia limpa e renovável possam se instalar com mais facilidade na região.

Até então, a licença ambiental para esse tipo de empreendimento levava alguns meses para ser emitida. No caso da usina de Ceilândia, o tempo da emissão foi de apenas uma semana. A expectativa é que projetos nos mesmos moldes que tramitarem no Ibram recebam o mesmo tratamento. “Tenho dito que onde tem agilidade não tem corrupção. Quanto mais o empresário ver que a liberação de licenças está andando, menos ele será assediado por corruptos que tentam criar dificuldades para vender facilidades”, ressaltou o governador Ibaneis.

Por ser fonte de geração renovável, a energia fotovoltaica contribui positivamente na redução de emissões de gases de efeito estufa com impacto positivo de aproximadamente milhares de toneladas de CO2 na atmosfera. Foram investidos aproximadamente R$ 26 milhões. Há a expectativa de que um novo empreendimento da RZK Energia seja instalado, também em Ceilândia.

(Com informações da Agência Brasília)

Brasília a caminho de ser pioneira no uso compartilhado de veículo elétrico

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Novidade, na qual o GDF investe e que conta com apoio de parcerias, representa um salto de qualidade de vida para todo o DF

Por Lúcio Flávio e Renato Ferraz

Causaram  sensação, na última quinta-feira (16), fotos e vídeos do governador Ibaneis Rocha guiando pela cidade um minicarro elétrico. A aventura viralizou nas redes sociais e mostrou que, além de arrojado e afeito a desafios, o chefe do Executivo está na vanguarda da mobilidade urbana e sustentabilidade. E já estuda implantar por aqui o veículo como transporte compartilhado nos moldes do que já acontece com os patinetes e as bicicletas. O primeiro passo foi dado nesta segunda-feira (20), com o anúncio de uma parceria, em forma de acordo de cooperação, entre o GDF, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e o Parque Tecnológico de Itaipu (PTI).

“Esse modelo de compartilhamento em ambiente real é pioneiro no Brasil”, informou o secretário de Ciências e Tecnologia e Inovação, Gilvan Máximo. “A ideia é que, depois do projeto piloto, possamos expandir a ideia de forma gratuita para a população.” Também presente ao evento de assinatura do acordo, realizado no Palácio do Buriti, o o secretário de Projetos Especiais, Everardo Gueiros, destacou: “De nossa parte, foi só tentar auxiliar. Já estamos nessa parceria público privada. Esse é um projeto que vai dar muitos frutos e que nos orgulha muito. Espero que consigamos, num futuro breve, expandir a ideia do DF para todo o Brasil”.

Esse modelo de compartilhamento em ambiente real é pioneiro no Brasil. A ideia é que, depois do projeto piloto, possamos expandir a ideia de forma gratuita para a populaçãoGilvan Máximo, secretário de Ciências e Tecnologia e Inovação

O custo da iniciativa experimental de implantação dos carros elétricos para o GDF será zero. Todo o investimento ficará a cargo da ABDI, que pretende investir R$ 2,3 milhões no projeto inserido dentro dos programas de cidades inteligentes e de integrar toda a Esplanada dos Ministérios com tecnologias que possam ser renováveis e reduzam os custos das administrações públicas. Atualmente, o GDF tem gastos em manutenção e combustíveis de sua frota estimado em R$ 16 milhões por ano. Se o projeto for utilizado 100% dentro do previsto, a estimativa de economia neste setor será de 50%.

“Esse é um tema discutido no Brasil e no mundo inteiro”, lembrou o presidente da ABDI, Guto Ferreira. “A partir da parceria que nós, da ABDI, fizemos com o Parque Tecnológico de Itaipu, nasceu a busca de um governo ou cidade e Brasília saiu na frente. Assim que o governador soube da iniciativa, imediatamente disse que queria usar o veículo em Brasília, dando uma prova definitiva de que é possível fazer um trabalho atendendo ao anseio da sociedade na velocidade que ela merece, que é a velocidade digital e não analógica”.

A circulação dos carros elétricos visa, entre outras vantagens, melhorar a mobilidade urbana, disseminar as tecnologias, economia de recursos, fomentar a cadeia produtiva de elétricos no Brasil, além claro, de diminuir a ação de poluentes na atmosferas.

Caráter experimental

A meta é que, a partir do segundo semestre deste ano, servidores selecionados e alguns secretários usem o modelo em caráter experimental para ir e voltar de reuniões. Os 20 modelos Twizy, disponibilizados pela marca Renault, circularão apenas no Distrito Federal em áreas específicas do Plano Piloto como os ministérios e os órgãos do GDF. Os veículos serão cedidos ao governo distrital em forma de comodato, com cláusulas sobre operação, manutenção, taxas e seguros, compartilhados por um software desenvolvido pelo Parque Tecnológico de Itaipu (PTI), que permite reservar os veículos disponíveis e acompanhar a localização deles. O aplicativo rastreia o automóvel, monitora a velocidade, a carga de bateria, as rotas percorridas e até mede a quantidade de emissão de gás carbônico que deixou de ser enviada para a atmosfera. Os carros poderão ser desbloqueados com os crachás dos funcionários cadastrados no programa experimental.

Nessa primeira etapa do projeto, serão instalados, sem custo para os usuários, 35 eletrospostos (pontos de recarga) conectados a redes elétricas nos estacionamentos de órgãos federais e locais vinculados ao programa. Os “tótens de combustíveis” serão identificados por sinalizações no chão, nos moldes dos espaços reservados para deficientes, bombeiros e policiais. Brasília será a cidade com maior número de eletropostos do país. “Isso é absolutamente importante, porque colocamos eletropostos justamente na cidade em que é a sede do poder nacional”, enfatizou Guto Ferreira. “Não existe melhor exemplo de começar esse projeto, por Brasília.”

Na segunda fase do projeto de implantação dos carros elétricos na cidade, serão disponibilizados mais 20 modelos e, num terceiro momento, outros dez. O secretário Gilvan Máximo não descartou negociações com outras montadoras dessa nova tecnologia. “Todas as montadoras estão trabalhando com carros elétricos, e nós vamos procurá-las, [atendendo]  a determinação do governador para que possamos trazer para Brasília alguma indústria, queremos fazer do DF o primeiro Estado, cidade totalmente inteligente do Brasil e da América Latina.”

Após a coletiva de apresentação do projeto, alguns profissionais da impressa puderam fazer o teste drive no carrinho. Chamativos, os modelos têm design futuristas, com portas transparentes que abrem para cima. Com capacidade para andar a até  80km/h e autonomia de 100km com bateria carregada, os veículos, pelo tamanho, são perfeitos para os centros urbanos, encaixando-se em qualquer vaga. “É uma iniciativa que traz um impacto muito grande no eixo da mobilidade da cidade, dentro desse conceito de cidade inteligente”, Gilvan Máximo.

Uso sempre vantajoso

O fenômeno citycar – feito para uso exclusivo em cidades – não tem volta: algum dia você abrirá a carteira e comprará um. Todas as grandes marcas, de todos os continentes já têm modelos.

O Twizy ainda não está à venda. Só é comercializado em parcerias como esta, entre Renault/Itaipu/ABDI e o Governo do Distrito Federal, dentro de propostas de mobilidade zero emissão. Pelo menos 150 veículos destes circulam pelo país. É um carrinho de 2,33m de comprimento e 1,23m de largura. Na Europa, onde é vendido regularmente em alguns países, custa 8 mil euros – cifra equivalente a R$ 37 mil, pela cotação desta segunda-feira (20).

O motor 100% elétrico gera potência equivalente a 20cv e tem autonomia de até 100km (quanto mais rápida for a condução, mais energia se gasta). É facílimo de se conduzir: não tem marchas, e o torque (a força), até mesmo numa ladeira, é constante. Basta acelerar e frear.

O espaço é mínimo, principalmente para quem vai atrás. Este condutor, de 1,80m de altura, nada sofreu num rápido teste no entorno do Palácio do Buriti. A relação preço-tamanho é proporcionalmente equilibrada, mas o modelo se torna mais justo – na verdade, imprescindível – com a quantidade de benefícios que oferta paralelamente.

As vantagens aparecem para o bolso (o veículo tem manutenção barata), para os ouvidos (é tão silencioso que vem com um sensor sonoro para alertar os pedestres), para o meio ambiente (pesa 450kg e usa energia limpa, com zero de emissões) e, enfim, como um todo, para as cidades (transporta apenas duas pessoas). A média de ocupação por veículo, hoje, é de 1,4; e o Twizy, por fim, ainda ocupa menos espaço nas ruas, seja em movimento ou parado.

Curiosidades

  • Estrela das campanhas da Renault no Brasil, a cantora Anitta ganhou um Twizy. A artista disse que viu um exemplar na França e se apaixonou. “Ele encanta todo mundo por onde passa”, declarou, recentemente.
  • A parceria da Renault com a Itaipu vem desde 2013, quando as duas empresas começaram a montar um lote de Twizy, em Foz do Iguaçu. No fim do ano passado, ambas criaram um centro de treinamento para manutenção de veículos elétricos.
  • A Renault já vendeu (ou doou) mil carros na América Latina. O milésimo foi um Zoe, que fará parte de um estudo de mobilidade elétrica compartilhada da construtora MRV Engenharia.
  • Mais de 350 mil elétricos já foram vendidos no mundo, até o fim de 2018. A China, é de longe, o país que quem mais produz – consome.

(Com informações da Agência Brasília)

Reforma tributária será apresentada após aprovação da nova Previdência

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Declaração foi feita por Bolsonaro na sua conta no Twitter

Por Andreia Verdélio

O presidente Jair Bolsonaro afirmou hoje (20) que pretende apresentar um projeto de reforma tributária para o país após a aprovação da reforma da Previdência. Em publicação na sua conta no Twitter, Bolsonaro explicou que a reforma é necessária para viabilizar outros projetos para o país.
“A Nova Previdência é a porta de entrada para o progresso do Brasil. É com sua aprovação que se viabilizam diversas outras ações econômicas benéficas para o país, como a Reforma Tributária, que pretendemos apresentar logo após, compreendendo ser um desejo urgente dos brasileiros”, escreveu.

A Câmara dos Deputados retoma nesta semana as audiências temáticas da comissão especial que analisa a Proposta de Emenda à Constituição da Reforma da Previdência (PEC 6/19). Entre os temas estão o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e a aposentadoria do trabalhador rural e de categorias diferenciadas como professores, policiais e magistrados.

Paralelamente, os deputados também analisarão o texto da reforma tributária (PEC 45/19) já em tramitação. Na quarta-feira (22), a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara deve votar o relatório sobre a admissibilidade da PEC. O relator, deputado João Roma (PRB-BA), apresentou parecer favorável à tramitação do texto, na semana passada.

A proposta institui o Imposto sobre Operações com Bens e Serviços (IBS) que substitui três tributos federais – IPI, PIS e Cofins -, o ICMS, que é estadual, e o ISS, municipal. Todos eles incidem sobre o consumo. O IBS será composto por três alíquotas – federal, estadual e municipal; e União, estados e municípios poderão fixar diferentes valores para a alíquota do imposto.

Aposentadoria de policiais e professores entra em discussão na Câmara

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Audiências temáticas voltam a ocorrer em comissão especial

Por Ana Cristina Campos*

A Câmara dos Deputados retoma nesta semana as audiências temáticas da comissão especial que analisa a Proposta de Emenda à Constituição da reforma da Previdência (PEC 6/19). Entre os temas estão o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o abono salarial, a aposentadoria do trabalhador rural e de categorias com critérios diferenciados como professores, policiais e magistrados.
Na terça-feira (21), o colegiado convidou o assessor-chefe-adjunto da Presidência da República, Arthur Bragança Weintraub, o professor do Instituto de Economia da Universidade de Campinas (Unicamp), Pedro Rossi, a pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Luciana Jaccoud, e o diretor de programa na Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, Leonardo Rangel, para debater BPC e abono salarial.
A aposentaria do trabalhador rural será discutida na quarta-feira (22) com o secretário especial adjunto de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, com a advogada Jane Lúcia Berwanger, representante Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBPD) e com representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).

As categorias com critérios diferenciados de aposentadoria serão debatidas na quinta-feira (23) com o secretário adjunto de Previdência no Ministério da Economia, Narlon Gutierre Nogueira, e com o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino (Contee), Gilson Reis.

Reforma tributária

Em paralelo à discussão sobre a mudança nas regras de aposentadoria dos trabalhadores, deputados também analisarão o texto da reforma tributária (PEC 45/19). Na quarta-feira (22), a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara deve votar o relatório sobre a admissibilidade da PEC. O relator do texto, deputado João Roma (PRB-BA), apresentou seu parecer na semana passada.

A proposta institui Imposto sobre Operações com Bens e Serviços (IBS) que substitui três tributos federais – IPI, PIS e Cofins -, o ICMS, que é estadual, e o ISS, municipal. Todos eles incidem sobre o consumo. O IBS será composto por três alíquotas – federal, estadual e municipal; e União, estados e municípios poderão fixar diferentes valores para a alíquota do imposto.

Plenário

Segundo o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), o governo e o partido têm trabalhado para construir um consenso e viabilizar a votação de três medidas provisórias no plenário esta semana, entre elas, a MP 870/19 da reforma administrativa.

A comissão mista que analisou a reforma administrativa introduziu modificações no texto, como a que retira o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Justiça e Segurança Pública para transferi-lo de volta ao Ministério da Economia.

Segundo o líder, o partido tentará manter o Coaf no Ministério da Justiça na votação em plenário. “Os deputados do PSL decidiram não apoiar essa mudança no Coaf. Tem um peso simbólico muito grande e uma questão jurídica envolvida em termos de facilitação de combate à lavagem de dinheiro, ao financiamento do terrorismo e à corrupção”. Para não expirar, o texto de conversão da medida provisória precisa ter a votação concluída nas duas Casas até o dia 3 de junho.

Já a MP 863/18, que autoriza até 100% de capital estrangeiro em companhias aéreas com sede no Brasil, precisa ser aprovada pelo Congresso até dia 22 de maio para não perder a validade.

Outra MP citada por Major Vitor Hugo é a 866/18 que cria a Brasil Serviços de Navegação Aérea S.A. (NAV Brasil). A MP autoriza o Executivo a implementar a NAV Brasil, em decorrência da cisão parcial da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

 

*Colaborou Heloisa Cristaldo

Reservatório de Santa Maria atinge sua capacidade máxima

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Responsável pelo abastecimento da maior parte do Plano Piloto, Lago Sul e Paranoá

O reservatório de Santa Maria atingiu 100% de sua capacidade neste domingo (19/5). Responsável pelo abastecimento da maior parte do Plano Piloto, Lago Sul e Paranoá, o reservatório, que chegou ao volume mínimo de 21,8%, em 5 novembro de 2017, durante o período crítico de escassez hídrica, começou a se recuperar em abril do ano seguinte, em decorrência de novas obras de captação e redução do consumo.

Por suas características, o Santa Maria, ao contrário do Descoberto, recuperou-se mais lentamente, após o período de escassez. Além de ser menor, o reservatório é abastecido apenas por pequenos riachos. A barragem do Descoberto, que atende mais de 60% da população do DF, atingiu sua capacidade máxima pós crise hídrica, em 27 de dezembro do ano passado. A intensidade das últimas chuvas contribuiu para a permanência do volume máximo, com pequenas variações.

Sistema de Informações sobre Recursos Hídricos (SIRH), que monitora diariamente o nível dos reservatórios e pode ser conferido pelo site da Adasa, indica que a barragem de Santa Maria atingiu pela primeira vez a sua capacidade máxima em 15 de março de 1989.

A situação se repetiu a cada ano, até 1994, e alternadamente a partir de 1997. Nos últimos dez anos, a barragem de Santa Maria atingiu sete vezes o volume total. A última, antes da crise hídrica, foi em junho de 2015.

A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF (Adasa) recomenda que apesar dos bons resultados é importante a manutenção das boas práticas de consumo de água.

Dados do Reservatório do Santa Maria (2009 a 2018)  

2018 – Reservatório começa a se recuperar e atinge 50% de sua capacidade, em 05 de abril. Em outubro, no auge da seca, o volume é de 48,6% e a partir daí a barragem retoma o processo de recuperação até os dias de hoje.

2017 – DF enfrenta situação crítica de escassez hídrica. Volume mínimo do Santa Maria é de 21,8 %, em 05 de novembro.

2016 – Início do período de escassez hídrica. Reservatório de Santa Maria atinge o volume mínimo de 40,3%, em 19 de novembro.

2015 – Volume do reservatório volta a atingir 100% a partir de 27 de abril, e permanece assim até 27 de junho.

2014 – Barragem mantém capacidade máxima por cerca de seis meses: de 22 de janeiro a 5 de julho

2013 –Santa Maria volta a atingir o volume máximo a partir de 16 de janeiro até 11 de maio.

2012 – Reservatório mantém 100% de sua capacidade, até 30 de junho.

2011 – Barragem chega à capacidade máxima em 5 de março , permanece por curto período até 2 de maio, e volta a atingir o volume total em 22 de dezembro daquele ano.

2010  – O Santa Maria atingiu o volume de 100%  entre os dias 6 de abril e 27 de maio.

2009 – Volume do reservatório variou de 79,1% a 89.3%

*Com informações da Adasa

GDF investe em abertura crescente para novas parcerias

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O secretário de Projetos Especiais do DF, Everardo Gueiros, se reuniu, no México, com importantes especialistas em tecnologia e mobilidade /Foto: Paulo Henrique Carvalho/Agência Brasília

Durante evento no México, secretário de Projetos Especiais do DF participa de discussões sobre programas de desenvolvimento elaborados para cidades latinoamericanas

O secretário de Projetos Especiais do Distrito Federal, Everardo Gueiros, foi um dos participantes da cúpula do programa Cidadãos Conectados na América Latina. Organizado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e pelo aplicativo Waze, o evento aconteceu nos últimos dias 14 e 15, no escritório do Google, na cidade do México. Representante do Governo do Distrito Federal, Gueiros viajou com a missão de trocar experiências e prospectar parcerias para projetos que beneficiem a população de Brasília e regiões administrativas.

O secretário destacou a nova dinâmica empreendedora que está sendo adotada pelo GDF para transformar o DF em um ambiente de negócios mais atrativo para parcerias com entidades e iniciativa privada. A operação será feita por meio de mecanismos que permitam baixo risco de investimentos, melhor segurança jurídica e maior transparência para os possíveis investidores e parceiros.

Segundo Gueiros, o objetivo é consolidar financiamentos e programas, via parcerias público-privadas (PPPs), concessões e outras modalidades de parcerias que ajudem a destravar obras e a viabilizar projetos estruturantes para o Distrito Federal.

A edição deste ano da cúpula reuniu alguns dos mais importantes parceiros e especialistas em mobilidade e tecnologia, para compartilhar melhores práticas e interagir sobre o futuro da mobilidade nas cidades latino-americanas.

Além de acompanhar as palestras e conhecer as inovações observadas na área de tecnologia e mobilidade, Gueiros participou de reuniões exclusivas com dois representantes do BID: o diretor de projetos estratégicos, Oscar Mitnik, e a diretora de projetos do setor privado, Patricia Yanez.  Durante o encontro, foram discutidos desafios da mobilidade urbana no DF e possibilidades de parcerias em estacionamentos, alternativas para mobilidade ativa da população e integração entre modais de transporte.

Cidadãos conectados

A cúpula Cidadãos Conectados na América Latina foi elaborada para intuito proporcionar a líderes de cidades latinoamericanas oportunidades para ouvir especialistas e estabelecer novas redes que ajudem a reforçar a cooperação na região.

Oficialmente aberto pelo diretor de desenvolvimento comercial e parcerias globais da Waze, Aron Di Castro, o evento, em seu primeiro dia, contou com palestra da diretora do BID, Carola Alvarez, sobre os compromissos da entidade com a América Latina e a estratégia para o desenvolvimento da região.

Também foram proferidas palestras sobre a forma como as cidades têm abordado o crescimento urbano e as políticas e programas considerados exitosos, com exemplos de modelos multimodais criados para atender ao crescimento e planejamento. Outro tema debatido entre os especialistas foi a maneira como as gestões estão lidando com isso.

No segundo dia foram realizadas palestras sobre como a demanda do tráfego nas cidades e a construção de novas políticas de mobilidade urbana. Outras palestras abordaram a questão dos incentivos para a partilha de veículos, com avaliações sobre o que tem funcionado em todo o mundo e o que é preciso ser levado em conta para o desenvolvimento de novas políticas de mobilidade.

Com informações da Secretaria de Projetos Especiais

BANCO DE BRASÍLIA LANÇA NOVO PACOTE DE BENEFÍCIOS AOS SEUS CLIENTES

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Vigente a partir de hoje, a campanha apresenta vantagens em quase 20 produtos
Durante os próximos dias, clientes do BRB poderão se beneficiar de um novo Pacote de Benefícios lançado pela Instituição. Com vigência de 20/05 a 30/07, a campanha busca criar uma proposta de valor diferenciada, com uma abordagem voltada para a necessidade de todos.
“Essa é mais uma iniciativa do Banco que visa mostrar aos clientes e à população que um novo BRB está em construção. Um banco mais ágil, moderno e competitivo”, destaca o presidente da Instituição, Paulo Henrique Costa.
São cerca de 20 benefícios, que vão desde a redução da taxa de juros no crédito consignado até produtos de seguridade. O Banco, por exemplo, irá cobrir qualquer cotação de seguro automóvel apresentada pelo cliente, abater 10% do valor, e ainda dividir o pagamento em até 10 vezes sem juros. Entre outras vantagens estão:
– Cheque especial: 10 dias sem juros para cliente com Pacote de Serviços.
– CredReforma: taxas promocionais a partir de 1,99% a.m.
– Pacote de Serviços: isenção de 90 dias na mensalidade.
– Taxas reduzidas no Crédito Consignado.
– 11% de desconto na mensalidade da AABR. De R$ 164,00 por R$ 145,00 no Plano Família.
– 100% de desconto na primeira anuidade do cartão.
– Isenção de anuidade para a segunda bandeira.
– 20% de desconto no Seguro Residencial, pagamento em até 10x sem juros e a 1ª parcela em até 60 dias.
– 10% de desconto no Seguro Vida Mulher, pagamento em até 10x sem juros e check-up grátis.
 
A Campanha tem vigência até o dia 30/07. Todos os produtos e serviços que fazem parte do Pacote de Benefícios podem ser consultados no site http://campanhas.brb.com.br/pacotebenefícios.

Lenda do Rock mundial confirma participação na Campus Party Brasília 3

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Evento que ocorrerá entre 19 e 23 de junho, na capital federal, terá Bruce Dickinson, vocalista de uma das maiores bandas de Rock do mundo, como um dos principais palestrantes

A arena Mané Garricha vai tremer. Bruce Dickinson, uma das maiores lendas do Rock’n Roll mundial, vocalista de uma das principais bandas da história da música estará no palco principal da terceira edição da Campus Party Brasília.

Historiador, mestre cervejeiro, escritor, veterano militar, empreendedor, idealizador de negócios criativos e cantor, Dickinson vai falar sobre os desafios das operações no mundo do rock e da aviação comercial, suas compatibilidades e como estes universos têm similaridades. Para quem não sabe, Bruce já foi piloto e Diretor de Marketing da Astraeus Airlines, empresa de aluguel de aeronaves para outras companhias. Ele também é o homem por trás da empresa Cardiff Aviation, especializada em manutenção de aviões Airbus e Boeing.

Com o tema Indústria 4.0, focando assuntos sobre as tendências de produção em tempos pós-contemporâneos, a #CPBSB3 acontece entre os dias 19 e 23 de junho, na capital federal.

Ingressos

Os ingressos para participar da Campus Party Brasília já estão à venda no site – https://campuse.ro/login/?next=/crm/campus-party-brasilia-2019/purchase/entrada-com-camping-cpbsb3. Os interessados poderão parcelar em 3 vezes o valor do ingresso individual (R$120,00), bem como o valor do ingresso com camping individual (R$ 210,00) e com camping duplo (R$ 220,00).

 Sobre a Campus Party

A Campus Party é a maior imersão tecnológica em Internet das Coisas, Blockchain, Cultura Maker, Educação e Empreendedorismo do mundo. O evento conta hoje com mais de 550 mil campuseiros cadastrados em todo mundo. Já produziu edições nos seguintes países: Espanha, Holanda, México, Alemanha, Reino Unido, Argentina, Panamá, El Salvador, Costa Rica, Colômbia, Equador, Itália e Singapura. O evento está presente no Brasil há doze anos.

Governador Ibaneis sanciona lei de criação da Secretaria DF Legal

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Secretaria terá autonomia em suas ações de fiscalização e ampliará o leque de atribuições

A sanção da nova Secretaria de Estado de Proteção da Ordem Urbanística do Distrito Federal – DF Legal foi publicada, nesta sexta-feira (17), no Diário Oficial do DF, sob a Lei 6.302/2019. O DF Legal já trabalha em sua nova missão institucional: promover o crescimento ordenado da cidade dentro da legalidade. A Secretaria terá autonomia em suas ações de fiscalização e ampliará o leque de atribuições, com um novo perfil de atuação, incluindo a mediação e conciliação de conflitos, além de pautar sua atuação em conjunto com os demais órgãos do governo.

Prova disso tem sido as várias ações do DF Legal, a exemplo do Comitê de Gestão Integrada do Território do DF, que monitora as invasões, do Gabinete de Gestão de Crise de Vicente Pires e da Operação Área Central, na qual a secretaria tem trabalhado na conscientização e orientação de ambulantes desde a última semana.

Autonomia e novos poderes 

O trabalho da nova Secretaria já tem foco na prevenção de grandes invasões. Hoje, metade do Distrito Federal é fruto de ocupações irregulares e são áreas em processo de regularização. Georgeano Trigueiro, auditor de carreira e secretário do DF Legal, explica que “a forma mais inteligente de fazer isso é combatendo as ocupações ainda no início. Para isso, dispomos de equipes que monitoram o DF diuturnamente”, afirma ao completar que “nossa ideia é acelerar os processos e não penalizar o cidadão que está buscando a regularização e não consegue ir adiante”.

Trigueiro diz que muito se tem questionado acerca da perda do poder de fiscalização. “Isso não vai acontecer jamais. O DF Legal veio para melhorar a relação da fiscalização com a sociedade e ter voz ativa enquanto Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística, além de manter as atribuições anteriores”.

Competência da nova Secretaria DF Legal:

I – executar as políticas de proteção da ordem urbanística do Distrito Federal, em consonância com as políticas governamentais, observada a legislação federal e distrital em vigor;

II – supervisionar, planejar, coordenar e promover ações que garantam a proteção da ordem urbanística,
fundiária e ambiental, por meio de ações e práticas estratégicas de controle e de combate ao uso, ocupação
e parcelamento irregular do solo, em estreita observância à legislação;

III – coordenar a implantação e administrar a arrecadação de preços públicos e das taxas de suas
competências;

IV – conceder, controlar e cancelar o parcelamento dos créditos não ajuizados referentes aos preços públicos
e às taxas administradas no âmbito de sua competência;

V – expedir normas e padrões a serem cumpridos no âmbito de suas atribuições;

VI – deliberar, na esfera administrativa, quanto à interpretação da legislação dentro da área de sua
competência;

VII – administrar suas receitas e elaborar proposta orçamentária;

VIII – firmar convênios, contratos e parcerias, na forma da lei;

IX – acolher, instruir e julgar as reclamações, representações, impugnações, recursos e processos oriundos
do exercício da fiscalização de atividades urbanas;

X – zelar pela proteção das vias e os logradouros públicos, visando à higienização das áreas urbanas e rurais
do Distrito Federal, bem como aplicar todas as sanções previstas em lei;

XI – promover a conciliação e a mediação administrativa dos conflitos relacionados à ordem urbanística e
à convivência urbana;

XII – exercer suas atividades de forma coordenada e cooperativa com os demais órgãos do Distrito Federal,
nas atividades afetas às suas áreas de atuação;

XIII – disponibilizar seus serviços pela internet, aplicativo ou outro meio de comunicação que permita a
facilitação de acesso e a integração com outros bancos de dados públicos

(Com informações da Agência Brasília)

Distribuição de remédios no país está normalizada, diz Ministério da Saúde

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O Ministério da Saúde informou nesta sexta (17) que concluiu todos os processos de licitação para a compra de medicamentos adquiridos de forma centralizada pela pasta. Os remédios serão enviados ao longo do mês para as secretarias estaduais, responsáveis por distribuí-los aos municípios para abastecimento de toda a rede pública. Para contratos assinados recentemente, a distribuição deve ocorrer em até dez dias.

“Cabe esclarecer que muitos processos de compra não foram iniciados no tempo devido e, desde janeiro deste ano, o Ministério da Saúde vem se dedicando exaustivamente à regularização do abastecimento de medicamentos em todo o país. Para isso, ações propositivas vêm sendo implementadas para ordenar o planejamento das aquisições e otimizar os fluxos processuais”, destacou o ministério, por meio de nota.

Entre essas ações, segundo a pasta, está a ampliação dos processos licitatórios de compra para abastecimento de, no mínimo, um ano. A expectativa do governo federal é que a mudança proporcione maior condição de previsibilidade dos estoques, atendendo à Lei de Licitações 8.666/93. Até então, muitos processos eram feitos para abastecimento de um período curto de tempo, como de três a quatro meses.

“No último mês, medidas emergenciais também foram adotadas para garantir o abastecimento imediato, como remanejamento de estoques e antecipação da entrega de medicamentos por laboratórios com contratos vigentes”, completou o comunicado.

O ministério informou ainda que busca, junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), autorização para ampliar para até cinco anos a renovação anual de contratos de compras de medicamentos de uso contínuo, como imunossupressores usados para diminuir o risco de rejeição a um órgão após realização de transplante Esse formato, de acordo com a pasta, já é utilizado na aquisição de fatores de coagulação.

“Por fim, o Ministério da Saúde informa que todas as informações e dificuldades relacionadas aos processos de compra foram e continuam sendo compartilhadas com o Tribunal de Contas da União e demais órgãos de controle, como recursos interpostos pelas empresas participantes, distribuidoras que assinaram contrato com o Ministério da Saúde e não cumpriram os prazos de entrega, dentre outros de origem judicial”, concluiu.