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Esquerda moribunda do DF racha, insiste nos erros e caminha ao fracasso

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Fora do poder desde 2018, após a queda de Rollemberg, o pior governador da história do DF, o campo progressista perdeu força, discurso e conexão com o eleitor. A dura realidade foi admitida por Ricardo Cappelli em encontro com petistas

As declarações desesperadoras de Ricardo Cappelli, pré-candidato ao Governo do Distrito Federal pelo PSB, feitas durante um evento promovido por partidos de esquerda, vão além de um simples alerta.

Elas revelaram uma profunda preocupação com o quadro de inanição da moribunda esquerda local.

Ao admitir publicamente que o campo progressista está desunido e corre sério risco de perder novamente a eleição, Cappelli vocaliza um sentimento que há tempos circula nos bastidores, mas que só agora  gente da própria esquerda reconhece de forma tão direta.

No vídeo que ele Cappelli colou no Instagram, dá pra ver a expressão de Geraldo Magela e Erika Kokay, ambos do PT, como se estivessem levando um pito.

A cada dia que se aproxima a disputa pelo Palácio do Buriti, o PT brasiliense parece mais condenado a um papel secundário, como em 2014, 2018 e 2022.

O histórico desnuda essa percepção incômoda. A última vitória do PT no Distrito Federal ocorreu em 2010, com Agnelo Queiroz, um governo mergulhado na corrupção, que sequer conseguiu se reeleger.

Já o PSB governou até 2018 com Rodrigo Rollemberg, o pior governador da história do DF, sendo derrotado por um então pouco conhecido Ibaneis Rocha, do MDB.

Desde então, o chamado campo progressista segue fora do poder e, pior, sem um projeto consistente de retomada. A esquerda ficou velha e a militância perdeu os dentes.

O diagnóstico de Cappelli é correto, mas chega tarde e sem tempo para uma disputa que está a sete meses do pleito eleitoral.

No  PT, as “correntes” tradicionais, que se julgam donas absolutas do partido, ignoram o sem-grupo e ex-PV Leandro Grass, que chegou na legenda empurrado de goela abaixo.

As antigas bandeiras já não mobilizam como antes. Nos últimos dez anos, a grande maioria da militância bandeou de lado em busca de novos horizontes.

O discurso surrado em defesa das minorias perdeu força diante de uma população mais crítica e menos suscetível a narrativas repetidas.

Na disputa de 2022, a esquerda caiu de joelhos no primeiro turno, que reelegeu Ibaneis Rocha.

No início do ano seguinte, o PT e o PSB acreditavam que o episódio de “8 de janeiro” poderia sustentar um discurso político duradouro no DF até estas eleições deste ano. Não deu. O tema perdeu tração e saiu do centro da pauta local.

Agora, a esquerda tenta explorar o caso envolvendo o BRB e o Banco Master, mas com um silêncio seletivo e pisando em ovos diante das conexões de Daniel Vorcaro com o governo Lula.

É como o desesperado Cappelli admite: a esquerda brasiliense parece, mais uma vez, caminhar para a morte eleitoral.

*Toni Duarte é jornalista e editor/chefe o Radar-DF, com experiência em análises de tendências políticas e comportamento social da capital federal. Siga o #radarDF

Mais de 100 casais oficializam união no 1º Casamento Comunitário de 2026

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Iniciativa do GDF garante cerimônia completa e gratuita, com foco em famílias em situação de vulnerabilidade

Luciana Tavares esperou cinco anos para realizar o sonho antigo de casar. A doméstica, moradora de Planaltina, conta que adiou o casamento por dificuldades financeiras, mas, neste domingo (22), a espera chegou ao fim. “Desde menininha eu sempre sonhei em me casar assim: com vestido branco e de véu. Agora, parece que está passando um filme na minha cabeça, voltei lá atrás: meu sonho está se realizando hoje”, disse, emocionada.

Assim como Luciana, mais de 100 casais do Distrito Federal disseram “sim” neste domingo (22), na primeira edição de 2026 do Casamento Comunitário promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). A cerimônia ocorreu às 17h, no Museu Nacional da República, e reuniu participantes de diferentes regiões administrativas.

“Mais de 1.500 casais já estiveram conosco nessa celebração, mas a emoção é sempre a mesma. É a realização de um sonho e uma tarde muito feliz e especial para a gente. Sabemos que a maioria desses casais, quando quer formalizar essa união, enfrenta entraves financeiros, porque há um custo de aproximadamente R$ 1 mil para que cada casal possa oficializar o casamento”, afirmou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani.

O programa é voltado para casais em situação de vulnerabilidade e oferece a oficialização gratuita da união civil, com uma estrutura completa para a cerimônia: vestido de noiva, terno, maquiagem e cabelo, transporte, decoração, fotos e cerimonial.

Para participar, os noivos precisam ter 18 anos ou mais, morar no DF e comprovar hipossuficiência de renda, conforme os critérios do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). A renda familiar por pessoa deve ser de até meio salário mínimo, e não pode haver impedimentos legais

“O nosso cadastro é aberto sempre dentro da Secretaria de Justiça e Cidadania. Quando não dá tempo de conseguirem formalizar todos os documentos para a edição, eles já ficam em uma fila de espera para a próxima. Neste ano, possivelmente teremos mais três edições”, esclareceu a gestora. para casar.

Luciana Tavares, doméstica: “Desde menininha eu sempre sonhei em me casar assim: com vestido branco e de véu”

Antes da cerimônia, a movimentação começou cedo. A partir das 9h30, as noivas começaram a se apronta no Senac 903 Sul e na Casa do Maranhão, na Asa Sul, com toda a produção de cabelo e maquiagem.

Enquanto se arrumava para a celebração, Monique da Silva, de 32 anos, pensava nos dois filhos, de 10 e 4 anos. “Eles estão muito ansiosos. Meu filho sempre me chama de rainha, então, quando me ver, vai ficar emocionado. Além da aparência, eles vão ficar muito felizes porque vão ver o pai e a mãe deles se casando”, afirmou a moradora de Santa Maria.

Também emocionada, Letícia Ramos, de 20 anos, contou que conheceu o projeto depois que a cunhada se casou por ele no ano passado. “Com esse projeto do GDF, muitas pessoas de baixa renda conseguem realizar o sonho de casar. Eu e meu noivo moramos juntos há um ano e temos um filho de 7 meses, então só faltava o casamento”, disse a dona de casa, moradora de Ceilândia.

Para participar do Casamento Comunitário, os noivos precisam ter 18 anos ou mais, morar no DF e comprovar hipossuficiência de renda

Desde 2021, a iniciativa já beneficiou mais de 1.500 famílias no Distrito Federal. Somente em 2025, foram realizadas quatro edições, com cerca de 400 casais atendidos.

“A formalização da família é sempre muito importante. A gente sabe que, até pelo Código Civil, há uma equiparação agora da união estável com o casamento, mas, quando há a formalização, estamos falando de segurança jurídica e também de um pertencimento muito grande que temos aqui nas famílias no DF”, finalizou Marcela Passamani.

Agências do trabalhador inicia semana com 1.184 vagas de emprego

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Oportunidades exigem diferentes níveis de escolaridade e oferecem salários que chegam a R$ 3 mil mais benefícios

As agências do trabalhador do Distrito Federal abrem a semana, nesta segunda-feira (23), com 1.184 vagas disponíveis para quem procura um emprego. As oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com ou sem experiência. Os salários chegam a R$ 3 mil.

O posto com maior remuneração é o de coordenador de eventos, no Park Way. Para concorrer à única vaga, é preciso ter experiência comprovada e ensino médio completo.

Outro destaque é o cargo de vendedor interno, que concentra 200 vagas na Asa Sul. Para concorrer, não é necessário ter experiência comprovada, mas é exigido ensino médio incompleto. O salário é de R$ 1.621, além de benefícios, o que torna a função uma das principais portas de entrada para o mercado de trabalho na região.

Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).

Distrito Federal amplia políticas públicas de proteção e cuidado animal

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Programas estruturados fortalecem atendimento veterinário e combate ao abandono

Brasília, 22 de março de 2026 — Ao longo dos últimos anos, a proteção animal no Distrito Federal deixou de ser pontual e passou a integrar de forma estruturada a política pública local. Um dos marcos dessa mudança foi a criação da Secretaria Extraordinária de Proteção Animal, oficializada em outubro de 2024, com o objetivo de organizar e ampliar a rede de atendimento.

Atualmente, as ações no DF envolvem serviços clínicos, controle populacional, identificação eletrônica, educação e resgate ambiental, formando um sistema permanente voltado ao bem-estar dos animais e à saúde pública. Segundo o secretário Cristiano Lopes da Cunha, a criação da pasta trouxe mais autonomia e consolidou programas contínuos na área.

Entre as iniciativas implementadas está o Programa de Apoio aos Protetores de Animais, sancionado pelo governador Ibaneis Rocha em 2025, além dos cartões Ração e Castração. A proposta reconhece e fortalece o trabalho de protetores independentes, abrigos e organizações que cuidam de cães e gatos em situação de abandono, oferecendo auxílio financeiro para aquisição de insumos.

No controle populacional, o destaque é o programa Castra DF, que já contabiliza mais de 80 mil animais castrados entre 2019 e 2025. A iniciativa inclui campanhas, atendimento a grandes grupos de animais e agendamento online. Também houve ações itinerantes que realizaram milhares de cirurgias, ampliando o alcance do serviço.

O atendimento veterinário público é outro pilar da política. No Parque do Cortado, funciona o Hospital Veterinário Público (Hvep), principal unidade fixa, que já realizou mais de 160 mil atendimentos desde 2019. Para expandir o acesso, o serviço conta ainda com uma unidade móvel, que percorre diferentes regiões administrativas.

Atendimento itinerante do Serviço Veterinário Público, o Hvep, no Itapoã, já passou por mais de 11 regiões no DF | Foto: Arquivo/Agência Brasília

A ampliação dos serviços é refletida no aumento da demanda: o número de atendimentos saltou de cerca de 13 mil, em 2019, para mais de 32 mil em 2025. A estratégia inclui não apenas o tratamento, mas também ações educativas voltadas à guarda responsável e ao combate aos maus-tratos.

Casos como o da cadela Maia, resgatada em estado grave durante a pandemia e tratada na rede pública, ilustram o impacto dessas políticas. Recuperada após atendimento especializado, ela hoje vive saudável com a tutora, que destaca a importância do serviço oferecido pelo governo.

A expectativa é que a política de proteção animal continue avançando, com maior integração entre governo e sociedade, buscando reduzir o abandono e garantir melhores condições de vida aos animais no Distrito Federal.

DF investe em inteligência para enfrentar sensação de insegurança

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Estudo aponta fatores além dos índices criminais e orienta políticas públicas

Brasília, 22 de março de 2026 — Apesar da queda contínua nos índices de criminalidade e de resultados históricos recentes, como o menor número de homicídios registrado em fevereiro deste ano, o Distrito Federal ainda enfrenta um desafio importante: a percepção de insegurança entre os moradores. Para enfrentar esse cenário, a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) recebeu os relatórios finais do projeto Cidade + Segura.

Desenvolvida ao longo de dois anos, a iniciativa contou com a parceria de instituições como a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal, a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos e a Universidade de Brasília, reunindo diagnósticos, pesquisas de campo e soluções tecnológicas para compreender o chamado “medo do crime”. O objetivo foi identificar por que a população ainda se sente insegura, mesmo diante da redução dos indicadores criminais.

Segundo o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, o desafio vai além das estatísticas. Ele afirma que é fundamental que a população se sinta segura no cotidiano, e que o projeto contribui para a formulação de políticas públicas mais precisas, baseadas em evidências.

Ao todo, foram produzidos quatro relatórios principais, incluindo um diagnóstico distrital sobre a percepção de insegurança, além de estudos específicos sobre o Setor Comercial Sul e o sistema de transporte coletivo. O material também apresenta recomendações práticas para intervenções urbanas e ações integradas.

Entre os fatores que influenciam a sensação de insegurança estão problemas como iluminação inadequada, infraestrutura precária, desordem urbana e experiências negativas vividas no dia a dia. A pesquisa também destaca a importância da presença institucional e da confiança nas autoridades.

O projeto utilizou conceitos como o Crime Prevention Through Environmental Design, que defende o planejamento urbano como ferramenta para reduzir riscos e fortalecer a segurança. A proposta inclui melhorias no ambiente urbano, como iluminação, limpeza e organização dos espaços públicos.

Coordenado pelo professor Arthur Trindade Maranhão Costa, o estudo também prevê novas coletas de dados no segundo semestre de 2026, o que permitirá avaliar os impactos das ações implementadas.

O estudo, realizado ao longo de dois anos, visa compreender um fenômeno central para a segurança pública contemporânea: o medo do crime

Além disso, a iniciativa resultou no desenvolvimento de uma ferramenta tecnológica capaz de identificar problemas urbanos que afetam diretamente a sensação de segurança, como acúmulo de lixo e falhas na iluminação, permitindo respostas mais rápidas do poder público.

A expectativa do governo é que os dados levantados contribuam para políticas públicas mais eficazes, voltadas não apenas à redução da criminalidade, mas também à melhoria da qualidade de vida da população.

Gama conquista bicampeonato do Campeonato Candango nos pênaltis

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Equipe alviverde empata em 0 a 0 no tempo normal contra o Sobradinho e vence a decisão por pênaltis para sagrar-se campeã do principal torneio de futebol do Distrito Federal pela segunda vez consecutiva

Da Redação

O Gama conquistou o título do Campeonato Candango 2026 ao vencer o Sobradinho nos pênaltis.

A final terminou empatada em 0 a 0 no tempo regulamentar e foi decidida na cobrança de penalidades máximas.

Com a vitória, o Gama garantiu o bicampeonato da competição, principal torneio de futebol do Distrito Federal.

 

PMDF garante segurança na final do Candangão entre Gama e Sobradinho

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Operação especial contou com reforço do efetivo e atuação integrada para garantir a segurança do público do início ao fim da partida na Arena BRB Mané Garrincha

Na tarde deste sábado (21), a Arena BRB Mané Garrincha foi palco da grande final do Campeonato Candango, entre Gama e Sobradinho. A partida, iniciada às 16h, reuniu grande público e mobilizou torcedores das duas equipes em um dos jogos mais aguardados do futebol local.

Para assegurar a tranquilidade do evento, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) executou uma operação especial de policiamento, com reforço do efetivo e planejamento estratégico em todas as fases do confronto.

A segurança da partida contou com diversas unidades especializadas da PMDF, que atuaram de forma integrada para assegurar um ambiente seguro | Foto: Divulgação/PMDF

Desde a abertura dos portões até a dispersão do público após o apito final, os policiais militares atuaram de forma preventiva e ostensiva, garantindo a preservação da ordem pública, a segurança dos torcedores e a proteção do patrimônio público e privado.

O policiamento foi intensificado em pontos sensíveis, como acessos ao estádio e áreas de maior concentração de público, além de momentos específicos, como o intervalo e o término da partida, o que proporcionou maior fluidez e segurança aos presentes.

A operação contou com o apoio de diversas unidades especializadas da PMDF, que atuaram de forma integrada para assegurar um ambiente seguro e propício à celebração esportiva.

A atuação da PMDF contribuiu para que o evento transcorresse de forma organizada e sem intercorrências relevantes, reforçando o compromisso da corporação com a segurança da população e a realização de grandes eventos na capital.

Coluna do Fluminense | São Fábio

POR RAIMUNDO RIBEIRO

O Fluminense recebeu o Atlético Mineiro precisando dos 3 pontos para continuar no G4.

Com mudanças na defesa (Guga/SX, Freytes/Ignacio e Arana/Rene), além de Castillo na vaga de JK, o time começou nervoso, errando passes e permitindo que o adversário levasse perigo ao gol de Fábio.

Aos poucos o time passou a ter maior posse de bola, mas Acosta sempre errava o penúltimo passe.

Aos 29 minutos Guga retoma a bola no meio campo, dá uma meia lua no adversário e toca para Canóbio que cruza para Castillo fazer 1×0.

A partir daí o time não recua, mas se acomoda e o adversário avança suas linhas em busca do empate, mas desperdiça as poucas chances que apareceram.

Voltamos para o segundo tempo e o Fluminense passou a ocupar mais o campo ofensivo levando perigo ao Atlético.

O treinador do Fluminense tá demorando a promover alterações para recompor a parte física.

A superioridade física do Atlético é visível, e só aos 40 minutos entram Ganso, Serna, Alisson e Soteldo, saindo Acosta, Canóbio, Hércules e Savarino.

Aos 50 minutos Fábio faz milagre.

Foi uma vitória no sufoco, mas o importante foi a conquista dos 3 pontos.Melhor em campo: Guga.

Na próxima quarta feira às 21:30 horas receberemos o Corinthians em busca de mais uma vitória.

Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺

Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

Ceilândia celebra 55 anos com programação cultural e esportiva

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Agenda gratuita inclui shows, grafite, esportes e atividades comunitárias

Brasília, 21 de março de 2026 – A Ceilândia comemora 55 anos no próximo dia 27 com uma programação diversificada que se estende até o dia 29. Organizada pela Administração Regional, em parceria com a Secretaria de Turismo do Distrito Federal e entidades culturais, a agenda reúne atividades gratuitas voltadas ao esporte, cultura e lazer.

A abertura oficial das comemorações ocorre neste domingo (22), a partir das 9h, com uma ação de grafite na sede da administração regional. A intervenção será conduzida pelos artistas Rivas e Elon, destacando a arte urbana como forma de expressão e valorização dos espaços públicos.

Um dos momentos mais aguardados será o tradicional corte do bolo, marcado para o dia 27, às 9h, na Praça do Trabalhador. Já no dia 28, a programação segue com desfile cívico-militar na Via M1, reunindo escolas, forças de segurança e moradores.

A agenda inclui ainda apresentações musicais com artistas locais e nacionais. Entre os destaques está a cantora Jú Marques, que retorna à cidade onde iniciou a carreira.

Além dos shows, a programação contempla campeonatos esportivos, batalhas de hip-hop, oficinas culturais, encontros automotivos e eventos comunitários. Entre as atividades estão competições de motocross, torneios de vôlei, beach soccer e boxe, além de ações culturais na Casa do Hip-Hop e as Olimpíadas de Ceilândia.

Segundo o administrador regional, Dilson Resende, a celebração busca valorizar a história, a identidade e o protagonismo dos moradores da cidade.