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Proposta do GDF é aprovada e orçamento para 2026 será de R$ 74,4 bi

Desse montante, R$ 45,9 bilhões virão do Tesouro Distrital e R$ 28,4 bilhões são originários do Fundo Constitucional do Distrito Federal; texto segue para sanção do governador Ibaneis Rocha

Os deputados distritais aprovaram, na última sessão legislativa de 2025, realizada na quarta-feira (10), a proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026. O texto fixa as receitas e despesas do Governo do Distrito Federal (GDF) para o próximo ano, no valor total de R$ 74,4 bilhões. Desse montante, R$ 45,9 bilhões virão do Tesouro Distrital e R$ 28,4 bilhões são originários do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF). O orçamento aprovado cresceu 11,71% em relação ao montante projetado para 2025, que foi de R$ 66,6 bilhões. O texto segue para sanção do governador Ibaneis Rocha.

De acordo com a proposta — que recebeu mais de 500 emendas —, as despesas com pessoal e encargos sociais somam cerca de R$ 46,5 bilhões. Já as despesas correntes alcançam R$ 20,5 bilhões, enquanto os investimentos ficam em R$ 1,9 bilhão, representando 2,67% do total.

Em relação aos recursos do fundo constitucional, a distribuição se concentrou em três áreas. A Segurança Pública receberá R$ 15,4 bilhões, enquanto a Saúde contará com R$ 7,89 bilhões e a Educação terá R$ 5,1 bilhões. O orçamento aprovado também traz estimativas de crescimento na arrecadação tributária, com destaque para o ICMS, ISS e imposto de renda.

Celina Leão dispara nas pesquisas com liderança folgada ao GDF

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Com 40% a 50% das intenções de voto na Real Time Big Data de dezembro, vice-governadora consolida favoritismo para vencer no primeiro turno, refletindo aprovação recorde de Ibaneis Rocha (63%) e o colapso da esquerda local em meio a rachas e escândalos

A corrida eleitoral pelo Governo do Distrito Federal em 2026 ganha contornos de inevitabilidade com a vice-governadora Celina Leão (PP) despontando como favorita absoluta, segundo as pesquisas mais recentes. O levantamento do Instituto Real Time Big Data, divulgado em 9 de dezembro, confirma sua liderança isolada em todos os cenários testados, variando entre 40% e 50% das intenções de voto – números que apontam para uma vitória tranquila no primeiro turno, sem necessidade de segundo round.

Essa folga não é mero acidente: ela atesta a satisfação do eleitorado brasiliense com a administração de Ibaneis Rocha (MDB), que, com 63% de aprovação na mesma pesquisa, pavimenta o caminho para seu próprio favoritismo ao Senado (35,6% nas intenções).

Enquanto isso, a esquerda em Brasília caminha para sua maior derrota histórica, afogada em rachas internos, denúncias de uso indevido da máquina pública e a rejeição a nomes como o radical Ricardo Cappelli (PSB) e Leandro Grass (PT), que mal pontuam nos cenários.

O estudo da Real Time Big Data, realizado com 1.200 eleitores entre 6 e 8 de dezembro (margem de erro de 3 pontos percentuais), testou dois cenários principais. No primeiro, com o ex-governador José Roberto Arruda (sem partido) incluído, Celina Leão surge com 40% – mais que o dobro dos 21% de Arruda, seguido por Grass com 13%, Cappelli e Paula Belmonte (PSDB) empatados em 6%.

No segundo, sem Arruda – inelegível por condenações na Caixa de Pandora –, a liderança explode para 50%, com Grass em 16%, Cappelli e Belmonte em 7% cada, e 11% optando por nulo ou branco.

Esses números, consistentes com pesquisas anteriores como a Paraná Pesquisas de outubro (37,2% para Celina), sinalizam um eleitorado pragmático, que valoriza resultados concretos sobre ideologias vazias.

A ascensão de Celina reflete diretamente o sucesso da gestão Ibaneis Rocha, cujo 63% de aprovação – com 43,3% classificando o governo como “ótimo” ou “bom” – é um dos mais altos entre governadores brasileiros.

Iniciativas como o PDOT aprovado na CLDF em novembro, que regulariza 28 áreas irregulares beneficiando 20 mil famílias, o investimento de R$ 23 milhões em dietas especializadas para pacientes domiciliares e a regularização de 554 templos evangélicos via Igreja Legal consolidam Ibaneis como líder incontestável.

Sua liderança ao Senado, empatado com Michelle Bolsonaro em 35,6%, atesta uma dupla imbatível: o eleitor vê em Celina a continuidade de uma administração que reduziu homicídios para o menor índice em 48 anos e prioriza inclusão social, como na capacitação em direitos do idoso (Resolução 56/2025).

Para a esquerda, o cenário é de colapso histórico. Com desaprovação de Lula em 59,7% no DF, o PT e PSB afundam: Grass, traído pela imposição de Cappelli, mal chega a 13-16%, enquanto o pré-candidato do PSB – acusado de usar a ABDI como QG eleitoral e multado por difamação – patina em 6-7%.

A “união” da extrema-esquerda com a “República dos Condenados” – Arruda com 21% mas rejeição de 53%, Gim Argello e Júnior Brunelli da “Oração da Propina” – só acelera o declínio, rejeitada por um eleitorado evangélico fechado com Ibaneis-Celina e horrorizado por escândalos nacionais como o Banco Master (R$ 1,9 bi em fraudes a fundos de pensão) e a CPMI do INSS.

O racha no PL-DF, com Bia Kicis questionando Flávio Bolsonaro em favor de Michelle, fragmenta ainda mais a direita radical, beneficiando o pragmatismo de Celina. A vitória projetada de Celina no primeiro turno – com 50% em cenários sem Arruda – não é só eleitoral; é um atestado de maturidade do brasiliense, que rejeita revanchismos como a prisão de Jair Bolsonaro.

Em um Brasil polarizado, o DF escolhe eficiência: pacificação via resultados, não ideologia. Para 2026, a esquerda colhe o que plantou – e Celina, com Ibaneis ao lado, planta um futuro de prosperidade.

 

Aceita que dói menos! Rejeição de 53% a Arruda é sentença de morte eleitoral

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A rejeição de 53% confirma que o DF não aceita o retorno de José Roberto Arruda, marcado por escândalos, prisão e inelegibilidade. A memória da Caixa de Pandora ainda pesa e impede sua volta ao comando do Buriti

Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (09) aponta rejeição recorde de 53% ao nome do inelegível e ex-governador José Roberto Arruda, o maior índice registrado entre todos os pré-candidatos ao GDF.

O número consolida um padrão: em todas as pesquisas divulgadas até agora, Arruda lidera o ranking de rejeição, entre todos os pré-candidatos ao governo do DF, comprovando que a população rejeita seu retorno ao poder

Mesmo após mais de uma década de sua saída traumática do Palácio do Buriti, Arruda supera em rejeição ex-governadores que também terminaram impopulares, como Agnelo Queiroz (PT) e Rodrigo Rollemberg (PSB).

A rejeição contra Agnelo o levou a derrota em 2014 diante do fosso da corrupção em torno da construção do Estádio Mané Garrincha, com consequências a sua prisão por malversação do dinheiro público.

O ex-governador petista até hoje não consegue voltar para a cena política, tendo o PT caído em desgraça eleitoral sem conseguir nunca mais chegar ao poder.

Já a rejeição de Rodrigo Rollemberg, estigmatizado como o “pior governador da história de Brasília”, contribuiu para que fosse abatido nas urnas em 2018.

Na prática, no caso do inelegível de Arruda, um índice de rejeição muito alto, especialmente acima de 50%, é sempre um empecilho quase intransponível para vencer uma eleição majoritária.

Se 53% dos eleitores dizem que jamais votariam em Arruda, seu teto máximo de votos no 1º turno é 47%.

Dados da pesquisa Real Time Big Data, aponta Arruda com uma estratosférica rejeição popular

Em eleições disputadas, isso costuma ser insuficiente para chegar ao 2º turno ou vencer diretamente.

A maioria que o rejeita não está em dúvida, está convicta. E convicção negativa não se reverte com marketing, slogans ou nostalgia por gestões passadas. Ela se cristaliza, se espalha e se impõe.

Arruda pode até insistir na narrativa de bom moço, mas números dessa magnitude não contam histórias de esperança, contam histórias de fim.

Ele representa um trauma coletivo ainda muito vivo na memória da cidade, apesar de seus apoiadores e ele próprio tentarem vender um produto difícil de ser comprado pelo eleitor.

*Toni Duarte é jornalista e editor/chefe o Radar-DF, com experiência em análises de tendências políticas e comportamento social da capital federal. Siga o #radarDF

Deputado afirma que Marconi Perillo ficou milionário com a política

Paulo Cezar Martins afirma ter convicção sobre o caminho eleitoral de 2026 e endurece as críticas à atuação do ex-governador: “Cresci com ele no MDB Jovem. Marconi é falso moralista”

O deputado estadual Paulo Cezar Martins afirma já ter uma definição clara sobre o posicionamento que adotará nas eleições de 2026. Recém-desfiliado do PL e prestes a se filiar ao MDB para concorrer à reeleição, o parlamentar descarta se alinhar ao ex-governador e pré-candidato Marconi Perillo (PSDB).

“É lógico que certamente do lado de lá eu nunca vou estar. Porque ele sempre retaliou o nosso povo do MDB, inclusive matando politicamente muitos companheiros do nosso partido”, declarou o deputado estadual, ao justificar a decisão de apoiar o projeto liderado pelo vice-governador Daniel Vilela (MDB). Em seguida, PC Martins, como é conhecido, reforçou as críticas ao tucano.

“Volto ao MDB porque te conheço, sei do seu amadurecimento, da sua história dentro do nosso partido e que você é trabalhador, além da minha convicção que nós temos condições de vencer o maior corrupto do Estado de Goiás”, concluiu.

Segundo ele, “Marconi é falso moralista. Cresci com ele no MDB Jovem e nós éramos pobres. Eu continuo pobre e ele ficou milionário. E eu não quero nunca entrar nesse comportamento de acompanhar e querer desperdiçar meu voto nele”, pontuou.

O deputado estadual declarou apoio integral ao nome do vice-governador Daniel Vilela, que assumirá o comando do Estado em abril com a desincompatibilização do governador Ronaldo Caiado (União Brasil), que disputará a presidência da República. “Tenho a certeza que eu não vou desperdiçar meu voto em você, Daniel, porque eu sei que você amadureceu e aprendeu muito com o Caiado”, afirmou.

Paulo Cezar Martins encerrou o discurso citando referências históricas do MDB e dizendo que Daniel Vilela reúne condições políticas para conduzir o Estado.

Sob coordenação de Eduardo Pedrosa, CLDF aprova LOA para 2026

Orçamento prioriza despesas com pessoal e Fundo Constitucional, enquanto investimentos ficam em R$ 1,9 bilhão; Segurança Pública recebe maior alocação do FCDF

Da Redação

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou, nesta semana, a Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2026, com valor total de R$ 74,4 bilhões, o que representa aumento de 11,71% em relação ao orçamento anterior. Do montante, R$ 45,9 bilhões provêm do Tesouro Distrital e R$ 28,4 bilhões do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF).

O texto foi construído sob coordenação do deputado Eduardo Pedrosa, presidente da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF), que conduziu as negociações e incorporou mais de 500 emendas parlamentares ao relatório final.

Pedrosa afirmou que o texto foi construído com responsabilidade e amplo diálogo. Segundo ele, “buscamos garantir transparência e atender as necessidades reais da população”.

A aprovação ocorreu com 17 votos favoráveis. As despesas com pessoal concentram R$ 46,5 bilhões, enquanto os investimentos somam R$ 1,9 bilhão. Entre as áreas prioritárias, a Segurança Pública receberá R$ 15,4 bilhões do FCDF, a Saúde R$ 7,89 bilhões e a Educação R$ 5,1 bilhões.

Pedrosa destacou o processo de elaboração com diálogo amplo e transparência, visando atender demandas da população. O orçamento segue agora para sanção do governador Ibaneis Rocha (MDB).

GDF lança nova edição do Preparação DF com mais de 6 mil vagas gratuitas

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Programa Preparação DF oferece aulas presenciais e benefícios aos estudantes

Brasília, 11 de dezembro de 2025 – A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal (Sedet-DF) iniciou nesta quinta-feira (11) as inscrições para a nova edição do Preparação DF, iniciativa gratuita voltada à qualificação de estudantes interessados no Enem, vestibulares e PAS. São disponibilizadas 6.200 vagas presenciais, além de outras 1.000 destinadas ao cadastro reserva. As inscrições seguem abertas até 13 de janeiro de 2026, exclusivamente pelo portal da secretaria.

Com carga horária de 240 horas, distribuídas em 30 horas semanais, os cursos serão ministrados nos períodos matutino, vespertino e noturno, em polos instalados em Ceilândia, Taguatinga, Plano Piloto, Planaltina e Gama. As aulas têm início previsto para 6 de fevereiro. Para participar, o candidato deve ter, no mínimo, 16 anos, estar cursando ou ter concluído o ensino médio e efetuar a inscrição on-line. Menores de idade precisarão apresentar autorização dos responsáveis.

A seleção ocorrerá em duas fases: a primeira consiste na análise e no ranqueamento das informações do formulário eletrônico; a segunda, se necessário, será um sorteio realizado pela plataforma E-Trabalho para desempate. O resultado final será divulgado no site da Sedet a partir de 14 de janeiro. Os selecionados devem se apresentar em uma Agência do Trabalhador ou em um dos polos do programa, entre 15 e 27 de janeiro, munidos de documento de identidade, CPF, comprovante de residência e comprovante de escolaridade.

Os estudantes receberão um conjunto completo de apoio, incluindo kit educacional com apostila e materiais de estudo, duas camisetas de uniforme, lanche diário, auxílio-transporte, seguro contra acidentes pessoais e certificado de conclusão, desde que cumprida a exigência mínima de 75% de frequência.

O secretário Thales Mendes destacou que o Preparação DF reafirma o compromisso do governo com a democratização do acesso à educação. Segundo ele, garantir gratuitamente materiais, transporte, alimentação e aulas qualificadas cria condições mais igualitárias para que jovens e adultos possam disputar vagas no ensino superior. Mendes reforçou que o programa busca reduzir desigualdades e ampliar oportunidades.

Todas as etapas devem ser acompanhadas pelo site da Sedet. Informações adicionais podem ser obtidas com a Subsecretaria de Fomento ao Empreendedorismo (Sufem), pelo telefone (61) 3773-9391.

Projeto Escola Acolhedora amplia suporte emocional a estudantes do DF

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Iniciativa leva atendimento especializado a quatro regiões administrativas

Brasília, 11 de dezembro de 2025 – O projeto Escola Acolhedora vai reforçar o cuidado integral com estudantes da rede pública do Distrito Federal, oferecendo acompanhamento emocional, neuropsicológico e ações de inclusão educacional em quatro regiões administrativas consideradas prioritárias: Guará, Ceilândia, Riacho Fundo e Taguatinga.

A iniciativa será executada por meio de parceria entre a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e o Instituto Gera Ação, formalizada pelo Termo de Fomento nº 15/2025, publicado nesta quinta-feira (11) no Diário Oficial do Distrito Federal.

Com investimento de R$ 3 milhões, repassados em duas parcelas, o projeto prevê a criação de espaços próprios para atendimento, voltados ao suporte psicológico e neuropsicológico, atuando na prevenção de vulnerabilidades, no fortalecimento do vínculo escolar e na construção de ambientes mais seguros, acolhedores e inclusivos.

De acordo com o extrato publicado, a parceria tem vigência até 10 de junho de 2026 e não inclui contrapartida financeira ou de serviços por parte da organização da sociedade civil. A Nota de Empenho referente ao valor total foi emitida em 3 de dezembro de 2025.

A ação integra as políticas públicas da Sejus-DF voltadas à proteção de crianças e adolescentes, ampliando o acesso a iniciativas de cuidado, acolhimento e garantia de direitos dentro das unidades escolares.

Ibaneis autoriza pavimentação de acesso à Escola Sítio das Araucárias

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Obra de R$ 5,8 milhões beneficiará estudantes e motoristas de Sobradinho

Brasília, 11 de dezembro de 2025 – O governador Ibaneis Rocha assinou, nesta quinta-feira (11), a ordem de serviço para iniciar a pavimentação das vias que levam à Escola Classe Sítio das Araucárias, localizada na VC-257, em Sobradinho. O investimento, superior a R$ 5,8 milhões, deverá melhorar a rotina dos cerca de 180 alunos da unidade e de aproximadamente cinco mil motoristas que utilizam o trecho diariamente.

Obras melhoram o acesso à escola e promovem benefícios para toda a comunidade | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Durante o anúncio, o governador destacou o compromisso do GDF em atender também as áreas rurais, reforçando que viveu de perto os desafios do campo. Ele elogiou as melhorias já realizadas na escola, como a nova cobertura e a instalação de um forno, além da satisfação relatada pelos professores.

A pavimentação integra o programa Caminho das Escolas, criado em 2019 pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) para garantir infraestrutura adequada nas vias que levam a escolas rurais. A empresa Costa Brava Projetos e Construções será responsável pela execução dos 3 quilômetros de obras, que incluem drenagem, terraplenagem, pavimentação, sinalização, plantio de grama, construção de ciclovia e elaboração do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS).

Segundo o presidente do DER, Fauzi Nacfur Júnior, a via onde a escola se localiza forma um trajeto em formato de ferradura, conectando-se à DF-440 por dois lados, o que facilita o acesso de crianças vindas de diferentes direções.

A diretora da unidade, Tainne Torres, celebrou o anúncio e afirmou que a pavimentação representa respeito e cuidado com a comunidade escolar. Ela lembrou os transtornos causados por buracos, lama e poeira, que prejudicam a rotina de servidores e alunos.

Artemilza Souza com o filho Pietro, elogia o serviço: “Às vezes o ônibus quebrava, não vinha, e não tinha aula. A gente pede muito, e agradece, porque vai melhorar para todos nós”

Moradora da região, Artemilza Souza, mãe de um estudante de 9 anos, contou que as condições precárias das estradas dificultavam o transporte e agravavam problemas de saúde do filho. Ela destacou que a obra deve trazer mais segurança e tranquilidade às famílias.

Desde o início do Caminho das Escolas, mais de 50 quilômetros já foram asfaltados, beneficiando diversas regiões rurais do DF. Em 2025, outras nove escolas foram atendidas, somando cerca de 20 quilômetros de vias pavimentadas e quase R$ 27,8 milhões investidos.

Baile da Melhor Idade leva cultura e integração ao Sol Nascente

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Evento gratuito atenderá 400 idosos com ações de lazer e convivência

Brasília, 11 de dezembro de 2025 — O Circuito Baile da Melhor Idade vai oferecer um dia de música, integração social e atividades culturais para 400 idosos da região, em uma edição totalmente gratuita voltada ao bem-estar e ao fortalecimento dos laços comunitários.

A realização do evento é fruto da parceria entre a Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) e o Instituto Sociocultural Comunitário (ISC). O acordo foi formalizado por meio do Termo de Fomento nº 17/2025, publicado nesta quinta-feira (11) no Diário Oficial do Distrito Federal.

O investimento total na ação é de R$ 302.365,00, sendo R$ 300 mil provenientes do orçamento do DF e R$ 2.365,00 oferecidos como contrapartida pelo ISC, em forma de serviços. Entre as atividades previstas estão uma palestra de 40 minutos, a entrega de uma cesta básica e a distribuição de um voucher aos participantes.

De acordo com o extrato oficial, o empenho inicial é de R$ 120 mil, registrado na Nota de Empenho nº 2025NE01801. A parceria terá vigência até 14 de janeiro de 2026 e integra as ações do programa Viver 60+, que incentiva o envelhecimento ativo, amplia o acesso ao lazer e promove a participação social das pessoas idosas em atividades culturais no Distrito Federal.