Início Site Página 2062

Senado aprova auxílio de R$ 125 bilhões para estados e municípios

O programa vai direcionar R$ 60 bilhões em quatro parcelas mensais, sendo R$ 10 bilhões exclusivamente para ações de saúde e assistência social (R$ 7 bi para os estados e R$ 3 bi para os municípios) e R$ 50 bilhões para uso livre (R$ 30 bi para os estados e R$ 20 bi para os municípios)

O Plenário do Senado aprovou na noite deste sábado (2) o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus (PLP 39/2020), que prestará auxílio financeiro de R$ 125 bilhões a estados e municípios para combate à pandemia da covid-19. O valor inclui repasses diretos e suspensão de dívidas. Foram 79 votos favoráveis e um voto contrário. O tema segue para a Câmara dos Deputados.

O programa vai direcionar R$ 60 bilhões em quatro parcelas mensais, sendo R$ 10 bilhões exclusivamente para ações de saúde e assistência social (R$ 7 bi para os estados e R$ 3 bi para os municípios) e R$ 50 bilhões para uso livre (R$ 30 bi para os estados e R$ 20 bi para os municípios). Além disso, o Distrito Federal receberá uma cota à parte, de R$ 154,6 milhões, em função de não participar do rateio entre os municípios. Esse valor também será remetido em quatro parcelas.

Além dos repasses, os estados e municípios serão beneficiados com a liberação de R$ 49 bilhões através da suspensão e renegociação de dívidas com a União e com bancos públicos e de outros R$ 10,6 bilhões pela renegociação de empréstimos com organismos internacionais, que têm aval da União. Os municípios serão beneficiados, ainda, com a suspensão do pagamento de dívidas previdenciárias que venceriam até o final do ano. Essa medida foi acrescentada ao texto durante a votação, por meio de emenda, e deverá representar um alívio de R$ 5,6 bilhões nas contas das prefeituras. Municípios que tenham regimes próprios de previdência para os seus servidores ficarão dispensados de pagar a contribuição patronal, desde que isso seja autorizado por lei municipal específica.

O auxílio foi aprovado na forma de um texto apresentado pelo relator, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), e que substitui a proposta original enviada pela Câmara (PLP 149/2019). Dessa forma, o Senado, como autor do projeto de lei (PLP 39/2020), terá a palavra final sobre o assunto — ou seja, caso os deputados promovam mudanças, elas terão que ser confirmadas pelos senadores.

Distribuição

A fórmula para repartir os recursos entre os entes federativos foi uma das grandes alterações promovidas por Davi Alcolumbre no seu texto substitutivo. A versão da Câmara usava como critério a queda de arrecadação dos impostos sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).

Em nota técnica publicada no último dia 24, a Instituição Fiscal Independente do Senado (IFI) observou que essa regra levaria a um impacto fiscal de maior risco para a União, além de criar incentivo para um relaxamento de controles fiscais por parte dos estados e municípios. Além disso, Davi esclareceu que o critério antigo trazia problemas de operacionalização e fiscalização e tenderia a favorecer os estados e municípios mais ricos.

Dos R$ 60 bilhões de auxílio direto aprovados neste sábado, R$ 50 bilhões poderão ser usados livremente. Essa fatia será dividida em R$ 30 bilhões para os estados e o Distrito Federal e R$ 20 bilhões para os municípios. Originalmente essa divisão era de metade para cada grupo de entes federativos, mas o Plenário reivindicou um aporte maior para os estados, o que foi acatado por Davi, presidente do Senado, que assumiu a relatoria e as negociações do texto junto à Câmara e ao governo federal.

O rateio por estado será feito em função da arrecadação do ICMS, da população, da cota no Fundo de Participação dos Estados e da contrapartida paga pela União pelas isenções fiscais relativas à exportação. Já o rateio entre os municípios será calculado dividindo os recursos por estado (excluindo o DF) usando os mesmos critérios para, então dividir o valor estadual entre os municípios de acordo com a população de cada um.

Um dispositivo acrescentado ao projeto durante a votação determina que estados e municípios deverão privilegiar micro e pequenas empresas nas compras de produtos e serviços com os recursos liberados pelo projeto.

Por sua vez, os R$ 7 bilhões destinados aos estados para saúde e assistência serão divididos de acordo com a população de cada um (critério com peso de 60%) e com a taxa de incidência da covid-19 (peso de 40%), apurada no dia 5 de cada mês. Os R$ 3 bilhões enviados para os municípios para esse mesmo fim serão distribuídos de acordo com o tamanho da população.

Davi Alcolumbre explicou que usou a taxa de incidência como critério para estimular a aplicação de um maior número de testes, o que é essencial para definir estratégias de combate à pandemia, e também porque ela serve para avaliar a capacidade do sistema de saúde local de acolher pacientes da covid-19. Já a distribuição de acordo com a população visa privilegiar os entes que poderão ter maior número absoluto de infectados e doentes. Davi observou que não adotou o mesmo critério para divisão entre os municípios porque é mais difícil medir a incidência em nível municipal e para não estimular ações que possam contribuir para espalhar mais rapidamente a covid-19, como a liberação de quarentenas.

Dívidas

A suspensão de dívidas abrangerá os pagamentos programados para todo o ano de 2020. Os valores não pagos serão incorporados ao saldo devedor apenas em 1º de janeiro de 2022, atualizados, mas sem juros, multas ou inclusão no cadastro de inadimplentes. A partir daí, o valor das parcelas que tiveram o pagamento suspenso será diluído nas parcelas seguintes.

Os valores pagos durante o período de suspensão serão atualizados e somados aos encargos de adimplência para abaterem o saldo da dívida a partir de janeiro de 2021. As parcelas anteriores a março de 2020 não pagas em razão de liminar da Justiça também poderão ser incluídas no programa. Também nesse caso não caberão juros e multa por inadimplência.

Em outra frente, o substitutivo permite a reestruturação das dívidas internas e externas dos entes federativos, incluindo a suspensão do pagamento das parcelas de 2020, desde que mantidas as condições originais do contrato. Nesse caso, não é necessário o aval da União para a repactuação e as garantias eventualmente oferecidas permanecem as mesmas.

Para acelerar o processo de renegociação, a proposta define que caberá às instituições financeiras verificar o cumprimento dos limites e condições dos aditivos aos contratos. Já a União fica proibida de executar garantias e contra garantias em caso de inadimplência nesses contratos, desde que a renegociação tenha sido inviabilizada por culpa da instituição credora.

Histórico

O PLP 149/2019 foi apresentado pelo governo à Câmara em junho para ajudar estados e municípios em situação financeira difícil a recuperarem o equilíbrio fiscal. Apelidado de “Plano Mansueto” (nome de seu idealizador, o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto de Almeida), o texto previa o refinanciamento de dívidas com a União e novos empréstimos, além de aumentar as exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101, de 2000) para que as contas públicas dos entes federativos permanecessem equilibradas a médio e longo prazos.

Com o agravamento da pandemia da covid-19, e como o projeto já estava pronto para ser votado pela Câmara, os deputados usaram o texto para propor um programa de socorro aos entes da Federação. O ponto central era a compensação por perdas de arrecadação causadas pela queda na atividade econômica. Aprovado em abril, o novo PLP 149/2019 foi enviado ao Senado.

O projeto da Câmara, no entanto, desagradou a área econômica do governo federal por obrigar a União a compensar toda a perda de arrecadação com o ICMS e o ISS de abril a setembro de 2020, sem contrapartidas ou valor fixo.

O governo fez então uma contraproposta. Em audiência pública no Senado, na última quinta-feira (30), o ministro da Economia, Paulo Guedes, explicou que a União se propunha a desembolsar cerca de R$ 120 bilhões para ajudar estados e municípios, por meio de auxílio direto, suspensão do pagamento de dívidas e reforço ao Sistema Único de Saúde (SUS) e ao Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Como contrapartida, os entes adotariam medidas de controle dos gastos públicos.

O tema já era tratado, no Senado, pelo PLP 39/2020, do senador Antonio Anastasia (PSD-MG), e, assim, os dois projetos passaram a tramitar em conjunto, cumprindo requerimento dos senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Esperidião Amin (PP-SC). Numa medida rara, a relatoria dos projetos foi entregue ao presidente Davi Alcolumbre, que fez a opção por dar preferência ao PLP 39/2020 para que o Senado pudesse tomar a frente nas negociações entre o Congresso e o Executivo. O parecer aprovado levou ao arquivamento do PLP 149/2020, que integrava o Plano Mais Brasil do governo federal.

Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus

RECURSOS

R$ 60,1 bilhões

de auxílio federativo

R$ 50,1 bilhões

para uso definido pelos estados, municípios e Distrito Federal

R$ 30 bi → estados

R$ 20 bi → municípios

R$ 154,6 mi → DF

R$ 10 bilhões

para saúde pública e assistência social

R$ 7 bi → estados

R$ 3 bi → municípios

R$ 49 bilhões

com a suspensão do pagamento de dívidas com a União em 2020

R$ 10,6 bilhões

com a renegociação das dívidas com organismos internacionais

R$ 5,6 bilhões

com a suspensão de pagamentos de dívidas previdenciárias dos municípios

CONTRAPARTIDAS

» Proibição de reajuste de salários e benefícios para servidores públicos até 2022, incluindo parlamentares, ministros e juízes, e excetuando servidores das áreas da saúde, segurança pública e das Forças Armadas
» Proibição de progressão na carreira para os servidores públicos, com exceção dos servidores dos ex-territórios e de cargos estruturados em carreira, como os militares
» Vedação de aumento da despesa obrigatória acima da inflação, exceto para covid-19
» Proibição de contratação, criação de cargos e concurso para novas vagas, exceto vagas em aberto e de chefia, e de trabalhadores temporários para o combate à covid-19

MUDANÇAS NA LRF

» Veto a aumento de despesas com pessoal no fim do mandato de titulares de todos os poderes e esferas
» Flexibilização para permitir transferências voluntárias, novos empréstimos, renegociação de dívidas, antecipação de receitas, aumento de despesas relativas à covid-19, gasto de receita vinculada a outros fins

Fonte: Agência Senado

Maçonaria distribui alimentos para moradores de rua do Distrito Federal

Doação é resultado do protocolo de intenções assinado entre instituições maçônicas e o programa Todos Contra a Covid

Por Livio Di Araújo

Feliz em poder ajudar, a líder comunitária Socorro Ramos atende 75 famílias do Sol Nascente e foi a responsável em chegar na cidade com as quentinhas. “É um trabalho social que faço e a comida de hoje vai fazer muitas famílias felizes. O que mais as pessoas têm me pedido nesse tempo de pandemia é comida. Praticamente triplicou a quantidade de pedidos”, contou.

Para a Estrutural, a fundadora da Creche Renascer, Sônia Macedo, se responsabilizou pela distribuição das marmitas. A instituição comandada por ela atende 250 crianças que, além da creche, contam, também, com um instituto de ação social, que atende as crianças no contraturno escolar.

O vice-governador, acompanhado de sua esposa, Ana Paula Hoff, acompanhou a distribuição das quentinhas. “Essa pandemia nos fez despertar uma coisa muito importante: o amor ao próximo. A solidariedade está fazendo com que toda a sociedade se movimente e todos estão unidos fazendo pelo outro. Vamos sair muito fortes de tudo isso”, frisou. Ana Paula lembrou da importância do uso das máscaras e da higienização das mãos.

Representante do grupo Expressando o Reino, que há quatro anos faz doações em Samambaia e Ceilândia, a voluntária Evelin Alves também ressaltou a importância de doar alimentos, principalmente no momento em que o DF passa pela pandemia do coronavírus. “Nós arrecadamos alimentos e distribuímos cestas básicas nas comunidades sempre, mas existem muitos moradores de rua que não têm o que comer nesses dias e que precisam muito de nós”, explicou.

Protocolo de intenções
No último dia 24 de abril, representantes da Maçonaria estiveram com o vice-governador Paco Britto. Eles trataram da assinatura de um protocolo de intenções para atuar, juntamente com a comissão, no fomento de ações solidárias neste momento. O intuito é arrecadar recursos que se transformem em alimentos e produtos de higiene para serem doados à população mais necessitada do DF.

O Grão-Mestre Distrital Reginaldo de Albuquerque, representante da Grande Oriente do Distrito Federal, ressaltou que é a primeira grande parceria feita entre a maçonaria e o governo no âmbito do DF. O protocolo de intenções contou com a assinatura do Grão-Mestre Distrital Armando Assumpção, representante da Grande Loja Maçônica do DF.

“É muito importante essa chancela que nos ajuda a ser solidários neste momento com todas as famílias brasilienses que tanto precisa de nós. A Maçonaria, uma organização milenar, enobrece qualquer atividade”, disse o vice-governador, que agradeceu o apoio em nome do GDF.

Doe para o comitê Todos Contra a Covid
Banco de Brasília (BRB) – 070
Agência: 0027
Conta Poupança: 0027.049528-2
CNPJ: 02.174.279/0001-55
Instituto BRB de Desenvolvimento Humano e Responsabilidade Socioambiental

ISOLAMENTO SOCIAL | Comércio do Distrito Federal segue fechado até o dia 10

0

Decreto publicado neste sábado (2) prorroga por mais uma semana o prazo de suspensão para atividades de parte dos estabelecimentos

Por Renata Moura

Com o registro de mais de 1,5 mil casos do novo coronavírus, o Governo do Distrito Federal segue com cautela antes de liberar a circulação em massa pelas ruas das 34 regiões administrativas. Neste sábado (2), em edição extra do Diário Oficial, foi publicado o Decreto nº 40.674, que determina a manutenção do fechamento de boa parte do comércio por mais uma semana.

O texto altera a redação do Decreto nº 40.583, publicado em 1º de abril, e amplia a suspensão da atividades dos estabelecimentos até o dia 10 de maio. A ideia é dar mais tempo aos empresários para executar a testagem de todos os empregados antes de colocá-los de volta à ativa.

Testagem em massa

O executivo local também se empenha ampliando o número de exames de detecção da doença. Até o momento, segundo dados da Secretaria de Saúde, mais de 43,7 mil pessoas com sintomas do Covid-19 já foram testadas.

A partir de segunda-feira (4), novos pontos de testagem em massa serão abertos no Gama e Planaltina. Com isso, dez locais estarão disponíveis à população do DF para verificar possível infecção do vírus. (Confira a lista completa abaixo).

Distribuição de máscaras

Na quinta-feira passada (30/4), data em que o uso de máscaras passou a ser obrigatório em todo o DF, o governo iniciou a distribuição gratuita de mais de um milhão de equipamentos de proteção respiratória. Os modelos faciais começaram a ser entregues em terminais rodoviários e estações do metrô.

“Focamos agora no transporte público porque é um ponto de maior fluxo de pessoas. Mas há a possibilidade de, num segundo momento, levarmos a distribuição para outros locais”, afirmou o secretário de Governo, José Humberto Pires. “Não é, porém, para as pessoas irem buscar máscaras nesses locais. Nossa proposta é entregar para quem está desprotegido, transitando nesses pontos”, alerta.

As máscaras são “laváveis e reutilizáveis” e estão sendo entregues somente às pessoas que não tenham condições de acesso ao produto, limitado ao estoque disponível diariamente.

Lista dos dez pontos de testagem:

1. Para moradores de Águas Claras, Taguatinga, Vicente Pires e Arniqueiras:

– Unieuro

2. Moradores das asas Sul e Norte, Sudoeste, Cruzeiro/Octogonal e Noroeste:

– Estacionamento 13 do Parque da Cidade

3. Moradores do Lago Sul, São Sebastião, Itapoã, Paranoá, Jardim Botânico e Jardins Mangueiral:

– Paróquia São Pedro de Alcântara – St. de Habitações Individuais Sul EQI 7/9, Lago Sul

4. Moradores do Lago Norte, Varjão e Granja do Torto:

– Iguatemi Shopping

5. Moradores do Guará, Núcleo Bandeirante, Candangolândia e Park Sul:

– Park Shopping

6. Moradores de Ceilândia, Por do Sol e Sol Nascente:

– IESB Unidade Ceilândia

7. Moradores de Ceilândia e Taguatinga:

– JK Shopping

8. Moradores de Sobradinho I, II e Fercal:

– SESI – AE 03 – Lotes A/F – Q 13 – Parque dos Jequitibás, Sobradinho

9. Moradores de Planaltina:

– Loja Maçônica 7 de Setembro, próxima ao Hospital Regional de Planaltina

10. Moradores do Gama e Santa Maria:

– Estádio Bezerrão

Atividades suspensas até o dia 10 de maio:

– Eventos de qualquer natureza, que exijam licença do poder público;
– Eventos esportivos;
– Cinema e teatro;
– Academias;
– Museus;
– Zoológico;
– Parques recreativos, urbanos e vivenciais;
– Boates e casas noturnas;
– Shopping centeres;
– Igrejas;
– Bares e restaurantes (permitido apenas delivery);
– Salões de beleza;
– Foodtrucks;
– Comércio ambulante em geral.

Funcionamento permitido, atendendo às orientações sanitárias:

– Feiras permanentes e populares apenas para venda de produtos alimentícios;
– Clínicas médicas, laboratórios, consultórios e famárcias;
– Clínicas veterinárias, petshops e lojas de medicamentos veterinários;
– Supermercados, mercearias, hortifrutigranjeiros, açougues, peixarias, comércio de produtos naturais, comércio de venda de suplementos e formulas alimentares;
– Lojas de material de construção e lojas de eletrodomésticos;
– Postos de combustível;
– Comércio do segmento de veículos automotores;
– Empresas de tecnologia, exceto lojas de equipamentos e suprimentos de informática;

– Empresas envolvidas no combate à pandemia do novo coronavírus e/ou à dengue;
– Funerárias e serviços relacionados;
– lotéricas, agências bancárias e correspondente bancários.

Covid-19: Dois aviões da FAB chegam a Manaus com materiais de saúde

0

A informação foi divulgada pelo Ministério da Defesa

Dois aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) chegam hoje (2) à tarde a Manaus com grande quantidade de equipamentos de proteção individual e outros materiais de saúde para serem distribuídos para a rede hospitalar do estado. A informação foi divulgada pelo Ministério da Defesa. O pouso das aeronaves está previsto para as 14h40 e 15h10, respectivamente. A capital amazonense é uma das cidades brasileiras mais castigadas pela pandemia de coronavírus.

As aeronaves – modelo Embraer KC-390 Millennium – transportam cerca de 452 mil equipamentos de proteção individual (EPI’s), sendo 300 mil unidades de máscaras cirúrgicas, 17 mil unidades de máscaras N95, 130 mil unidades de luvas, 4.080 óculos e 1.300 aventais; além de 1.080 litros de álcool em gel doados pela Fundação Itaú para Educação e Cultura.

A ação é coordenada pelo Centro de Coordenação de Logística e Mobilização (CCLM), do Ministério da Defesa, em parceria com o Ministério Saúde, sendo executada pelo Comando Aeroespacial (COMAE), da Força Aérea Brasileira.

Distrito Federal terá dez pontos de testagem em massa a partir desta segunda

Confira as alterações planejadas para melhorar o fluxo de atendimentos em dez regiões administrativas

A partir desta segunda-feira (4), mudanças vão ocorrer em alguns pontos de testagem em massa para Covid-19 no Distrito Federal. O objetivo é melhorar o fluxo de atendimentos à população e acompanhar as alterações epidemiológicas dos casos de coronavírus. Ao todo, dez regiões administrativas terão postos em funcionamento (veja detalhes abaixo).

Em Águas Claras, os postos na Uniplan e na Residência Oficial do Governador serão desativados. Somente o estacionamento da Unieuro continuará disponível para testagens em massa dos moradores de Águas Claras, Taguatinga, Vicente Pires e Arniqueiras.

Em contrapartida, um dos postos desativados será deslocado para Taguatinga, no estacionamento do JK Shopping. Dessa forma, continuarão sendo atendidos os moradores dessa região administrativa e também os de Ceilândia.

De acordo com o secretário adjunto de Assistência à Saúde, Ricardo Tavares, mudanças como essa serão necessárias a cada semana, para melhor atender às regiões com novos casos de Covid-19.

“Fizemos uma varredura em Águas Claras e, agora, vamos expandir o atendimento para Taguatinga e Ceilândia”, explicou o gestor.

No Plano Piloto, os pontos disponíveis no Estádio Mané Garrincha e no Estacionamento 4 do Parque da Cidade serão transferidos para o Estacionamento 13 do parque, atendendo os moradores da Asa Sul e da Asa Norte, do Sudoeste, do Noroeste e do Cruzeiro/Octogonal.

“Dessa forma garantiremos uma melhor infraestrutura de atendimento, tanto para os usuários como para os servidores”, destacou Ricardo Tavares.

Novos pontos

Além disso, novos pontos de testagem em massa serão abertos no Gama e Planaltina a partir de segunda-feira (4). Com isso, dez locais, em dez regiões administrativas, estarão disponíveis à população.

Confira a lista completa:

1. Para moradores de Águas Claras, Taguatinga, Vicente Pires e Arniqueiras:

– Unieuro

2. Moradores das asas Sul e Norte, Sudoeste, Cruzeiro/Octogonal e Noroeste:

– Estacionamento 13 do Parque da Cidade

3. Moradores do Lago Sul, São Sebastião, Itapoã, Paranoá, Jardim Botânico e Jardins Mangueiral:

– Paróquia São Pedro de Alcântara – St. de Habitações Individuais Sul EQI 7/9, Lago Sul

4. Moradores do Lago Norte, Varjão e Granja do Torto:

– Iguatemi Shopping

5. Moradores do Guará, Núcleo Bandeirante, Candângolandia e Park Sul:

– Parque Shopping

6. Moradores de Ceilândia, Por do Sol e Sol Nascente:

– IESB Unidade Ceilândia

7. Moradores de Ceilândia e Taguatinga:

– JK Shopping

8. Moradores de Sobradinho I, II e Fercal:

– SESI – AE 03 – Lotes A/F – Q 13 – Parque dos Jequitibás, Sobradinho

9. Moradores de Planaltina:

– Loja Maçônica 7 de Setembro, próxima ao Hospital Regional de Planaltina

10. Moradores do Gama e Santa Maria:

– Estádio Bezerrão

GDF avança construção do viaduto da Ligação Torto-Colorado

Iniciada em 2014, obra conta com 100 servidores e tem investimento total estimado em R$ 90 milhões | Foto: DER/DF

Fundação com pilares e vigas de apoio já está pronta. Cerca de 20% da obra já foram executados

A construção do viaduto que ligará o final da Asa Norte à saída norte de Brasília segue em ritmo acelerado. Os serviços na obra de arte especial que integra a Ligação Torto-Colorado chegaram a 20% de execução.

Já foram finalizadas as fundações, os pilares e as vigas de apoio para as chamadas vigas longarinas (apoio da laje), que serão pré-moldadas e depois montadas sobre as vigas de apoio.

Na sequência será executada a terraplenagem, construído o tabuleiro da ponte (por circulam os veículos), a pavimentação asfáltica do viaduto e do encabeçamento, os guarda-corpos e, por fim, a sinalização horizontal e vertical.

A conclusão do viaduto está prevista para até o final do mês de julho deste ano.

“Quando estiver concluído, este viaduto vai fazer com que o motorista que vai em direção à saída norte não tenha mais que conviver com engarrafamentos gigantescos, principalmente nos horários de pico”, garante o engenheiro responsável pela obra, Jarbas Alessandro Martins.

Com o término deste trecho, que conta com o trabalho de 30 operários, o viaduto ligará o final da Asa Norte com a saída norte do Distrito Federal, sentido Sobradinho, Planaltina, Lago Oeste e Fercal.

O que falta

O conjunto da obra total da Ligação Torto-Colorado já atingiu 97% de conclusão. Entre os serviços que faltam resta executar os encabeçamentos dos dois viadutos na área do Balão do Torto e o encabeçamento desse último viaduto em construção.

Os encabeçamentos envolvem os serviços de terraplenagem, estrutura do pavimento, revestimento asfáltico, sinalização viária e dispositivos de drenagem pluvial nessa área.

Histórico da obra

Iniciada em 2014, a obra conta com 100 servidores e tem investimento total estimado em R$ 90 milhões. O DER/DF já finalizou as etapas de terraplenagem, drenagem, pavimentação, colocação de meio-fio e sarjeta, além da finalização de aproximadamente 5,2 quilômetros de ciclovias. Foi executada ainda a construção de uma ponte e dez viadutos.

Em setembro de 2019, parte da obra foi parcialmente liberada com três pistas de rolamento em cada sentido, inutilizando a operação de reversão de trânsito que acontecia no local no horário de pico da manhã.

A estimativa é que a população possa usufruir da obra a partir de julho. Em conjunto com a obra no Trevo de Triagem Norte (TTN), a conclusão do viaduto aliviará o trânsito de toda a saída norte do DF.

Secretaria de Saúde do DF divulga boletim epidemiológico semanal da dengue

Servidores da Saúde têm trabalhado para diminuir o número de casos, eliminando os focos do mosquito e orientando a população | Foto: Breno Esaki / Secretaria de Saúde

Até o momento foram registrados 22.090 casos prováveis da doença

A Secretaria de Saúde divulgou, nesta sexta-feira (1°), o boletim epidemiológico semanal da dengue. Até 18 de abril foram notificados 22.090 casos prováveis da doença, um aumento de 76,76% em comparação ao mesmo período do ano anterior, quando registraram 12.497 ocorrências. Ao todo, 14 óbitos foram confirmados.

Leia a íntegra do boletim semanal

Conforme o boletim, o Distrito Federal tem 22 regiões administrativas com alta incidência de dengue: Cruzeiro, Plano Piloto, Varjão do Torto, Candangolândia, Guará, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo I, Itapoã, Paranoá, São Sebastião, Fercal, Planaltina, Sobradinho I e II, Brazlândia, Ceilândia, Recanto das Emas, Samambaia, Taguatinga, Vicente Pires, Gama e Santa Maria.

A Região de Saúde Sudoeste apresentou 4.914 casos (22,2%), seguida da Sul, com 4.294 registros (19,4%), e da Norte, com 3.442 ocorrências (15,6%). Embora a Região Sudoeste tenha apresentado o maior número de casos, a Região Sul tem a maior taxa de incidência (1.573,13 registros por 100 mil habitantes).

De acordo com o subsecretário de Vigilância em Saúde, Eduardo Hage, o aumento da incidência no DF é esperado até meados de maio, devido ao período de chuvas acentuadas que, alternado com os dias de sol, propicia a proliferação do vetor.

“Além disso, no DF há a predominância da dengue tipo 1, que se espalha com mais intensidade. Porém, com menor letalidade”, explicou.

Ações

Para reduzir ainda mais a quantidade de óbitos, o subsecretário pontuou algumas das ações estruturadas pela Secretaria de Saúde nos últimos meses.

“Instalamos tendas de hidratação no DF e Entorno para agilizar os atendimentos. Ainda zeramos a fila de espera de leitos de UTI, não só para Covid-19 como outras doenças. Organizar a assistência garante o atendimento e reduz a letalidade”, afirmou.

A Secretaria de Saúde tem trabalhado para diminuir o número de casos, eliminando os focos do mosquito e orientando a população quanto aos cuidados que devem ser tomados. Diariamente, o carro fumacê (UBV) tem circulado pelas regiões administrativas no início da manhã e ao final do dia.

A contratação de 600 agentes também reforçou as ações de visita e mobilização da população, com vistoria em imóveis e orientações sobre como combater o mosquito. E a parceria com outros órgãos vem ajudando a manter a cidade livre de lixo, entulhos e carcaças, itens estes que servem de criadouro do mosquito.

População

Além disso, a atuação da população junto ao governo é essencial neste momento. Por isso é importante que as pessoas não joguem lixo na rua, principalmente materiais plásticos.

“Pedimos ainda que aproveitem o período de isolamento social e vistoriem os seus domicílios, para evitar os locais que poderiam se tornar possíveis criadouros do mosquito”, alertou Eduardo Hage.

Supremo suspende expulsão de 34 diplomatas venezuelanos do Brasil

Decisão do ministro Luís Roberto Barroso vale por dez dias

Por Welton Máximo

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a expulsão de 34 diplomatas venezuelanos do Brasil. Os representantes do regime de Nicolás Maduro teriam de deixar o país hoje (2), sob pena de serem declarados personas non gratas pelo governo brasileiro.

Barroso concedeu liminar pedida pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS) para suspender a ordem por dez dias, até que o presidente Jair Bolsonaro e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, prestem esclarecimentos sobre os motivos da expulsão.

Na decisão, Barroso considerou que pode ter ocorrido violação à Constituição brasileira, a tratados internacionais de direitos humanos e à Convenção de Viena, que rege as relações diplomáticas e consulares entre os países. O ministro também citou que os diplomatas, caso sejam expulsos, estarão expostos à covid-19 caso fiquem em locais fechados por longo tempo durante a viagem de volta à Venezuela.

O governo brasileiro não reconhece o regime de Nicolás Maduro e considera o líder oposicionista Juán Guaidó como presidente da Venezuela, assim como considera a advogada María Teresa Belandria como embaixadora do país vizinho. A advogada foi enviada por Guaidó como representante dos interesses dele no Brasil.

Barroso atendeu a recomendações do procurador-geral da República, Augusto Aras, que ontem (1º) encaminhou ofício ao Itamaraty recomendando suspender a expulsão dos diplomatas. No documento, Aras destacou que a logística para a viagem dos diplomatas do regime de Maduro deve levar em conta a epidemia de covid-19, a perspectiva humanitária e aos trâmites legais nacionais e externos.

Senado tenta votar neste sábado proposta de auxílio a estados e municípios

A sessão plenária virtual está marcada para as 16h

O plenário do Senado analisa neste sábado (2), em sessão deliberativa remota, texto alternativo à proposta de ajuda a estados e municípios. O Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus negociado entre parlamentares e a equipe econômica do governo estabelece repasse menor que a proposta já aprovada pela Câmara. Serão até R$ 60 bilhões, em quatro parcelas, para que governadores e prefeitos tomem medidas nas áreas de saúde e assistência social para a contenção da covid-19.

Segundo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), autor da proposta, os senadores poderão apresentar emendas ao relatório até as 10h deste sábado (2). O congressista apresentará parecer definitivo às 15h e a apreciação da proposta está marcada para as 16h. Esse é o único item da pauta de votação.

Proposta

Para receberem o auxílio, estados e municípios não poderão reajustar salários de servidores públicos até 31 de dezembro de 2021. Também será proibido “conceder a qualquer título, vantagem, aumento, reajuste ou adequação de remuneração de membros de Poder ou de órgão, de servidores e empregados públicos e militares, exceto quando derivado de sentença judicial transitada em julgado ou de determinação legal anterior à calamidade pública”.

A proibição também envolve criação de cargos, empregos e funções, bem como a alteração de estruturas de carreira, que impliquem aumento de despesas. A admissão de pessoal só será possível em “reposição de cargos de chefia e de direção que não acarretem aumento de despesa” ou quando houver vacância em cargos efetivos ou vitalícios.

Divisão de recursos

Na proposta do presidente do Senado, dos R$ 60 bilhões previstos a estados e municípios, R$ 10 bilhões serão reservados a ações na área da saúde e assistência social. Desse total, R$ 7 bilhões serão para os estados. O critério de divisão levará em consideração a taxa de incidência da covid-19 (60% de peso) e população (40% de peso). Os municípios receberão R$ 3 bilhões. O critério de distribuição será o tamanho da população.

Os R$ 50 bilhões restantes serão distribuídos metade para estados e o Distrito Federal e metade para os municípios.

Além desse repasse, a versão apresentada por Alcolumbre estabelece a suspensão do pagamento das dívidas contratadas entre União, estados, Distrito Federal e municípios e a restruturação das operações de crédito interno e externo dos entes junto a instituições financeiras.

Dia do trabalho: diferentes profissionais se expõem durante pandemia

0

Veja relatos de quem tem dificuldades para trabalhar no dia a dia

Por Ludmilla Souza

Nesta sexta-feira, 1º de maio, comemora-se o Dia do Trabalho em diversos lugares do mundo. Diante do cenário delicado vivido em todo o planeta por conta da pandemia do novo coronavírus, muitas pessoas perderam seus empregos durante o isolamento social. Mas boa parte continua na ativa para que diversos setores continuem funcionando, mesmo com o temor de contaminação, como os profissionais da saúde, bombeiros e policiais. Mas há também os porteiros, caixas, cuidadores de idosos, veterinários, frentistas, bancários, taxistas, jornalistas, trabalhadores da construção civil e indústria, entre outros, quem mantêm os serviços funcionando.

É o caso da caixa de padaria Ângela Maria dos Santos Silva. Ela conta que está sendo um período bem difícil. “A gente fica com medo de se contaminar, mesmo usando máscara e álcool gel. O tempo todo limpamos a máquina de cartão e o balcão, mas a parte mais difícil tem sido lidar com os clientes que têm sido bastante ignorantes com a gente, sem paciência, porque não deixam a gente pegar nos produtos deles para fazer a leitura do preço, ou não deixam pegar no cartão. Tem que ter muita paciência e calma”, relata Ângela que trabalha há três anos na padaria que fica na zona leste de São Paulo. “Mas preciso trabalhar e ainda pegar o transporte público todo dia”, lamenta a caixa.

Entre os que continuam na ativa, há ainda os pequenos empresários, comerciantes e autônomos. É o caso do comerciante Mateus da Silva Oliveira, que tem uma loja de produtos agropecuários em Viçosa (MG), onde vende ração animal, insumos, e material hidráulico e elétrico. Ele ficou cerca de um mês com as portas fechadas, fazendo apenas entrega de produtos. Mas na semana passada a prefeitura autorizou a abertura das lojas, porém cercada de regras. A loja dele só pode atender três pessoas ao mesmo tempo e o atendimento foi dividido pelo final do CPF, sendo assim, não é toda a população que pode ser atendida todo dia, e é feito um rodízio para atendimento.

“Neste momento o movimento comercial está até melhor do que antes, porque teve comércio que não se adequou e não pode abrir. Estamos todos de máscara, na entrada da loja tem álcool em gel para quem entra e foi preciso colocar um vidro no caixa. Mesmo assim me sinto inseguro, mas tenho que trabalhar né?”, disse o comerciante. Ele disse ainda que a população está respeitando as regras. “Todos andam de máscara, aqui é obrigatório, além do álcool em gel que a gente sempre vê as pessoas com o próprio [vasilhame do produto]. Por enquanto só tivemos três casos, porque as pessoas têm respeitado as regras.”

Para o motorista de caminhão Leonardo Soares, que trabalha nas estradas há anos, o movimento está pior do que antes da pandemia. “O serviço deu uma boa parada, está bem difícil. Quando trabalho uso máscara, sempre levo álcool gel no caminhão, estão todos os caminhoneiros de máscara, mantendo a distância física, mas espero que isso passe logo, porque atrapalha muito a gente, dificulta mais o serviço e diminui a demanda, já que faço mais entrega de roupas”, lamentou Leonardo.

Já a locutora de rádio Elizabeth Silva, de Belo Horizonte, acredita que a data esse ano terá um novo significado. “Hoje quando se fala Dia do Trabalho se tem uma conotação nova, diferente, a gente reflete inclusive se vai ter trabalho amanhã. O que o trabalhador tem enfrentado é um desafio e tanto. Eu me desloco para o trabalho todos os dias e preciso pegar dois ônibus. Na volta, como saio de madrugada, volto com carros de aplicativo, então, não tem jeito o risco é iminente, estou exposta o tempo todo, o que me dá medo”, lamenta.

Ela diz que faz uso dos equipamentos de proteção, mas que ainda se sente insegura. “Vou de máscara, levo o álcool em gel, é o que dá para fazer. Seguro 100% a gente sabe que não está. E tem que se colocar em risco porque o seu trabalho é essencial, no meu caso comunicação faz parte da rotina das pessoas, também porque preciso trabalhar para me sustentar, mas agradeço porque ainda tenho um trabalho”, explica a locutora.

Ela conta que, apesar de manter o emprego, teve redução de jornada e salário.  “Passamos por reajustes, a empresa precisou diminuir o salário e fizemos um acordo pelo menos para os próximos três meses, reduziu-se a renda e a carga horária para poder manter o nosso trabalho, enfim, é a nossa luta, mas tenho certeza de que vamos passar por essa”, finalizou.

O descanso do feriado do Dia do Trabalho não será sentido e comemorado como nos anos anteriores, mas o esforço de quem ainda pode trabalhar para manter a sociedade ativa e daqueles que podem manter-se em isolamento colaboram para que, em 2021, a data possa ser celebrada de forma festiva.