Início Site Página 1931

Ações do GDF no combate ao coronavírus são destaque em agenda especial

0

Elaborado pelo Escritório de Assuntos Internacionais, material segue as diretrizes de publicação lançada por líderes mundiais durante encontro na ONU

Já se encontra disponível, na internet, a publicação GDF e a Agenda 2030: Desenvolvimento Sustentável em Tempos de Covid-19. Elaborado pelo Escritório de Relações Internacionais (EAI), o material foi lançado nesta sexta-feira (25), mesma data da primeira publicação, em 2015, da Agenda 2030 do Desenvolvimento Sustentável, produzida durante a reunião de líderes mundiais na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York (EUA), para discutir um plano de ação voltado a erradicar a pobreza, proteger o planeta e garantir que a paz e a prosperidade estejam ao alcance de todos. Considerada uma referência internacional, essa publicação original apresenta os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) discutidos durante aquela reunião internacional.

O lançamento da publicação do EAI tem como objetivo demonstrar o alinhamento do Distrito Federal com a agenda global para o desenvolvimento sustentável. São diretrizes que já estavam previstas no Planejamento Estratégico 2019-2060 do DF. “Para além de descrever as ações, o relatório é uma boa introdução à Agenda 2030 para quem ainda não teve contato com ela, pois lista e descreve os objetivos e serve como exemplo para a tomada de decisões e elaboração de políticas públicas”, destaca a chefe do EAI, Renata Zuquim.

As informações e imagens contidas na publicação foram compiladas a partir de material produzido pelos sites oficiais do GDF. O material elaborado pelo EAI ressalta o papel do GDF busca pelo cumprimento da Agenda 2030 da ONU. Após a introdução, que aborda os principais objetivos da agenda lançada em 2015, a publicação do EAI detalha todas as ações empreendidas pelo GDF com foco no combate ao coronavírus.

O download do material está disponível no site do EAI.

Caiado anuncia cronograma para nomeação de 100 delegados substitutos da Polícia Civil

Primeiros 20 aprovados serão chamados já no dia 1º de outubro. A cada mês, mais 20 delegados. Até 25 de janeiro, todos que fizeram o concurso estarão no cargo. Número de profissionais vai aumentar em 25%. “Goiás é um Estado que não passa a mão na cabeça de bandido. Aqui, pau que dá no Chico, dá no Francisco, não tem concessão a quem quer que seja”, diz governador

O governador Ronaldo Caiado anunciou, nesta sexta-feira (25/09), o cronograma de nomeação dos 100 delegados substitutos aprovados no último concurso da Polícia Civil. É a primeira contratação desde 2014. “São quase sete anos em que vivemos uma situação que já era calamitosa. Assumimos o governo com mais de uma centena de municípios sem delegados”, afirmou. Com a chegada dos novos integrantes da segurança pública, déficit que se acumulou ao longo das últimas duas décadas chega ao fim.

Os primeiros 20 aprovados serão chamados já no próximo dia 1º de outubro. São 20 delegados por mês até 1º de janeiro de 2021. Em 25 de janeiro, todos os 100 que fizeram o concurso estarão no cargo. Com o novo efetivo que ingressa nos quadros da Polícia Civil, o número de delegados vai aumentar em 25%.

“Goiás é respeitado, é um Estado que não passa a mão na cabeça de bandido. Aqui, aconteça o que acontecer, o pau que dá no Chico dá no Francisco, não tem concessão a quem quer que seja”, reforçou Caiado, acompanhado na solenidade pela coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais, primeira-dama Gracinha Caiado.

O governador foi enfático ao reforçar mensagem direcionada aos que já fazem parte e aos que passarão a integrar a segurança pública. “O Estado não pode se ajoelhar, se submeter, ser tutelado pela bandidagem. Não pode nomear e promover bandidos. Goiás não vai virar o Rio de Janeiro”, destacou.

A maioria dos novos profissionais será deslocada para o interior, principalmente para as regionais que mais precisam, como as de Luziânia, Posse, Porangatu, Uruaçu e Goiás. O governador Ronaldo Caiado ressaltou que, para cumprir o calendário de nomeação, foi necessário um encaixe no orçamento para não quebrar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). “Hoje, só de juros de dívida anterior, para vender a Celg, nós pagamos R$ 200 milhões por mês”, detalhou sobre a situação em que o Estado foi entregue a ele pelas administrações anteriores.

O titular da Secretaria de Segurança Pública, Rodney Miranda, informou que o Entorno de Brasília é uma das prioridades, já que alguns municípios não contam com delegado durante os plantões. “Quem precisar de apoio para fazer o bem para a nossa população terá total liberdade para trabalhar, logicamente dentro dos limites da lei. Não há direcionamento, não há interferência”, fez questão de registrar o titular da SSP.

O secretário disse que, independente da operação que seja deflagrada pelas polícias goianas, da menor até a mais complexa, sempre haverá o apoio do governador Ronaldo Caiado. Ele elencou as razões para que o cronograma de nomeação dos aprovados tenha saído neste segundo ano de gestão e pontuou as dificuldades financeiras, que se agravaram por conta da pandemia.

Anfitrião na solenidade, o delegado-geral da Polícia Civil, Odair José, sublinhou que os novos servidores tiveram a oportunidade de estudar numa das melhores escolas de formação do Brasil e que vão se alinhar a uma instituição que trabalha para satisfazer o interesse público. “Compromisso, em nosso Estado, nunca foi letra morta. Ele está inserido de forma cristalina nesse governo e é a todo momento ilustrado, de forma taxativa, na pessoa do nosso governador”, disse ele.

O vice-governador Lincoln Tejota assinalou que o Governo de Goiás é destaque em âmbito nacional em vários setores, inclusive na segurança pública. “Imprimimos uma forma diferente de administrar. Uma gestão voltada para resultados, com economicidade e, principalmente, com a qualificação dos gastos públicos”, enumerou. “As senhoras e os senhores serão instrumentos valorosos para que a gente possa construir esse momento”, acrescentou.

O secretário da Administração, Bruno D’Abadia disse que o serviço público goiano “passa por uma transformação e o governador Ronaldo Caiado traz princípios que nunca antes foram vistos em Goiás”. Ele garantiu que os aprovados terão todas as condições para prestar o melhor serviço público no Estado.
Participaram da solenidade os secretários de Estado Tony Carlo (Comunicação) e coronel Luiz Carlos Alencar (Casa Militar); o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Renato Brum; o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás, coronel Esmeraldino Jacinto de Lemos; a delegada-geral adjunta da Polícia Civil, Letícia Franco; a superintendente de Polícia Judiciária, Renata Chein; além dos presidentes Waldson de Paula Ribeiro (Associação dos Delegados de Polícia do Estado de Goiás – Adpego), Adriano Costa (Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de Goiás – Sindepol), Wânia Cristina (Sindicato dos Policiais Civis de Goiás – Sinpol), José Virgílio (União Goiana dos Policiais Civis – Ugopoci); e do superintendente da Polícia Técnico-Científica, Ricardo Matos.

Entrevista Ericka Filippelli | “Uma mulher que se sustenta, ela tem capacidade de escolha”

0

Secretária da Mulher, Ericka Filippelli, fala sobre a importância do empreendedorismo e da autonomia econômica para as políticas públicas desenvolvida

Por Flávio Botelho

De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) existem atualmente 9,3 milhões de mulheres à frente de uma empresa no Brasil, o que representa 34% de todos os donos e donas de negócios do país. Essas mulheres empreendem com o objetivo de terem uma outra fonte de renda ou para garantirem sua independência financeira, e é com essa perspectiva que a Secretaria da Mulher desenvolve e promove políticas públicas visando o empreendimento feminino.

Em entrevista à Agência Brasília, a titular da pasta, Ericka Filippelli, enfatizou a importância que a atividade empreendedora e a autonomia econômica tem para a sociedade feminina, destacando programas como o Oportunidade Mulher, o Empreende Mais Mulher e o Mulheres Hipercriativas, que planeja capacitar 4 mil mulheres por meio de 40 professoras-facilitadoras.

Confira abaixo a conversa com a secretária, que também abordou o Observatório da Mulher, a luta por igualdade e as eleições para o Conselho dos Direitos da Mulher.

Como você avalia a participação feminina na liderança de negócios e na atividade empreendedora no DF atualmente?

Uma das pautas dentro das políticas para as mulheres é a questão da autonomia econômica. Não só na importância da inserção das mulheres no mercado formal de trabalho, como também na atividade de empreendedorismo e na ascensão de suas carreiras. Isso tem sido um foco das nossas atuações e do nosso trabalho na Secretaria da Mulher. Hoje nós temos um grande desafio, que é permitir que elas sejam autônomas. A participação feminina no mercado de trabalho, assim como a ascensão das mulheres a cargos de liderança e chefia, são uma prioridade para nós. Tanto que temos uma área, chamada Subsecretaria de Promoção de Políticas para Mulheres, voltada para essas ações. A gente tem trabalhado intensamente nessas frentes. O mais importante a se avaliar hoje é a própria característica do DF: temos um setor de serviços muito forte, há uma participação efetiva das mulheres nos cargos públicos, mas a gente ainda precisa incentivar a inserção dessas mulheres no empreendedorismo, compreendendo que a autonomia econômica é fundamental para a mulher.

Qual é a importância de se estimular a autonomia econômica para a sociedade feminina?

Uma mulher que se sustenta, ela tem capacidade de escolha. A gente fala muito dessa questão do enfrentamento à violência contra a mulher, mas a gente tem que olhar o que está por trás muitas vezes, e como podemos fazer para quebrar esse ciclo de violência, e a autonomia econômica é uma estratégia. Temos pesquisas, como da Secretaria de Segurança Pública (SSP/DF), que estuda todos os casos de feminicídio, identificando que a grande maioria das vítimas – e também identificamos isso nos nossos números – estão desempregadas, ou são estudantes, ou são do lar. Então a gente precisa incentivar essa atividade econômica, que elas possam empreender e conquistarem sua autonomia econômica, porque com certeza isso vai assegurar a possibilidade dela escolher qual o futuro dela, e não ser refém de uma situação.

Como a Secretaria da Mulher tem trabalhado para prover capacitação e empreendedorismo para as mulheres?

Desde o começo do governo, essa é a nossa prioridade aqui dentro da secretaria. Tanto é que, em julho do ano passado, nós criamos um espaço voltado para o empreendedorismo e para o acolhimento das mulheres em situação de violência. Temos dados dessa câmara técnica de monitoramento de feminicídios que mostram que a grande maioria das mulheres não buscaram as delegacias e os equipamentos de atendimento, então, tivemos que criar alguma estratégia. Também há essa carência com a inserção no mercado de trabalho e o incentivo ao empreendedorismo, então, surgiu essa necessidade de criar um espaço voltado para isso: nas Agências do Trabalhador, inauguramos o Empreende Mais Mulher, onde além de ter o espaço pro incentivo ao empreendedorismo e a capacitação, também temos atendimento psicossocial para mulheres em situação de violência. Durante a pandemia, tivemos que encerrá-lo temporariamente para não causar aglomerações, mas agora já reabrimos os espaços. E temos agora um programa novo, lançado em parceria com a Organização dos Estados Íbero-americanos, que é o Mulheres Hipercriativas. Vai ser a possibilidade que a gente vai ter de remunerar 40 professoras-facilitadoras para chegarmos a quatro mil capacitações.

E sobre o Oportunidade Mulher? Como é o projeto e como a Secretaria avalia o feedback que está recebendo sobre ele?

Também no contexto de pandemia, tivemos uma reunião com o governador Ibaneis Rocha e os secretários e ele entregou pra gente uma missão: ele estava muito preocupado com a questão da autonomia econômica das mulheres e da proteção delas. Pensando nisso, a gente criou um programa chamado Oportunidade Mulher: por que não ela aprender, empreender e se capacitar em tempos de crise? Esse é o objetivo desse programa, que as mulheres em casa pudessem ter acesso a conteúdos programáticos voltados para a capacitação. Buscamos parcerias com a Rede Mulher Empreendedora, Senac, Senai, Fecomércio, BRB, e temos oferecido cursos on-line e gratuitos, já foram mais de 80. Tem sido um processo muito bonito, mulheres contando seus casos, aprendendo, empreendendo, repensando seus negócios, abrir novas possibilidades. Estamos recebendo feedbacks muito positivos e gratificantes, mas ainda temos um desafio: nós abrimos essa possibilidade porque era o que nós tínhamos no momento, os cursos on-line e à distância, mas sabemos que existe uma lacuna, que é a situação de mulheres que não tem acesso à internet ou à tecnologia. Por isso estamos reabrindo os espaços Empreende Mais Mulher, e a ideia é que gente busque outros polos nas regiões administrativa, para podermos suprir essa carência.

Muitos dos projetos desenvolvidos para estimular a autonomia econômica feminina tem o apoio de outras secretarias. Como tem sido o diálogo com as outras pastas e qual a importância de realizar políticas públicas com parcerias?

Essa é uma característica do governador Ibaneis Rocha. Ele tem uma liderança e condução do governo sempre voltada para a integração das pastas. A Secretaria da Mulher trata de uma pauta transversal, então a gente tem ampla articulação com todas as demais secretarias. E claro que, quando a gente fala de autonomia econômica, estamos falando da Secretaria de Trabalho, de Empreendedorismo, de Desenvolvimento Econômico, são pastas muito importantes para nós. Além do BRB, que também é nosso parceiro e criou um cartão, chamado Sou Mais Mulher, que reserva um percentual para ser reinvestido em políticas para mulheres em situação de violência. Essa é a nossa forma de atuar, e tem sido bem exitoso e importante.

O GDF lançou recentemente o Observatório da Mulher. Qual a avaliação que você faz do projeto até o momento e quais os próximos passos para melhoria e desenvolvimento da ferramenta?

Observatório da Mulher tem sido buscado por vários Estados e é referência nacional, não existe nenhuma ferramenta no Brasil que reúna, num só portal, dados da mulher não só voltados para o enfrentamento da violência, mas também para assistência social, trabalho, educação, saúde, além dos próprios dados da Secretaria da Mulher. Ele mostra a visão do GDF de integração e também a visibilidade que a gente precisa dar pros dados voltados para a maior parte da população, que são as mulheres. Foi criado um Comitê Gestor, e a partir de agora vamos dar um passo além: fazer a análise dos dados e oferecer, para a população, não só os indicadores, mas também a avaliação e, com isso, os encaminhamentos para a criação de políticas públicas voltadas para a mulher. Além disso, queremos chamar também as organizações da sociedade civil e a área acadêmica.

O mês de agosto marcou a campanha Agosto Lilás, de conscientização e prevenção à violência contra a mulher. Qual é o maior desafio na busca pela igualdade de direitos para as mulheres?

Acho que o maior desafio que temos hoje ainda é a falta de oportunidade. Precisamos garantir e é por isso que o foco tem que ser a inserção das mulheres no mercado de trabalho, porque quando você fala na promoção e nesse movimento, você está dando a elas uma possibilidade imensa de ser autônoma economicamente e de promover o desenvolvimento. A mulher tem uma outra forma de atuar, que é promovendo a família, os filhos. E quando você promove a inserção dessas mulheres na economia, você vai ter um ganho com isso, existem pesquisas internacionais que comprovam esse argumento. Mas pra gente falar sobre essa política, a gente precisa também falar sobre outras questões, e aí que mora o desafio: garantir uma queda no índice de gravidez na adolescência, investir na qualificação, capacitação e oportunidade no mercado de trabalho para as mulheres, investir também na inserção das mulheres nas ciências exatas e tecnologia, que são altamente promissoras. São todas essas pautas que a gente trabalha aqui na Secretaria da Mulher, junto com a questão da autonomia econômica.

Este ano, as eleições para o Conselho dos Direitos da Mulher vão receber, pela primeira vez, candidaturas de representantes da sociedade civil para integrá-lo. Qual a importância deste movimento feito pelo GDF?

Isso é dar legitimidade a esse momento e poder abrir espaço para a participação da sociedade civil. A gente vive, além da pandemia do novo coronavírus, também uma outra, que é a questão da violência contra a mulher. A partir do momento que você abre a possibilidade para que não só o governo sozinho esteja à frente de políticas para mulheres, mas também as organizações da sociedade civil participarem – porque muitas vezes são elas que estão lá na ponta, vivendo essa experiência, atendendo e acolhendo mulheres em situação de violência -, com certeza se dá mais visibilidade para a pauta e traz, com isso, mais contribuições, fortalecendo essa política e um conceito, que o governador Ibaneis Rocha tem insistido: a violência da mulher não é só uma questão feminina, mas da sociedade como um todo. Quando o governo traz para si essa responsabilidade e traz as organizações da sociedade civil para perto, estamos dizendo o que? Que estamos também trabalhando no engajamento da sociedade, para melhorar nossos equipamentos, nossos serviços e, mais do que isso, ouvir as demandas e poder atendê-las.

Governo economiza R$ 1 bilhão com trabalho remoto de servidores

0
Foto Marcello Casal

Números foram divulgados nesta sexta-feira pelo Ministério da Economia

O governo federal já economizou cerca de R$ 1 bilhão com o trabalho remoto de servidores públicos durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19). Este valor considera a redução de R$ 859 milhões nos gastos de custeio e a diminuição de R$ 161 milhões nos pagamentos de auxílios para os servidores, entre abril e agosto de 2020. Os dados foram divulgados, hoje (25), em Brasília, pelo Ministério da Economia.

Segundo o ministério, a economia em 5 meses com diárias, passagens e despesas com locomoção chegou a R$ 471.251.670,72. Com serviços de energia elétrica, a redução de gastos foi de R$ 255.547.553,27. A economia com serviços de cópias e reproduções de documentos alcançou R$ 9.732.645,44. E a redução de gastos com serviços de comunicação em geral atingiu R$ 89.565.596,69 e com serviços de água e esgoto, R$ 32.942.306,94.

Auxílios

Ainda em março, o Ministério da Economia informa que orientou os demais órgãos da Administração Pública Federal sobre a autorização para o trabalho remoto com a publicação da Instrução Normativa (IN) nº 28. A norma estabelece regras para a concessão do auxílio-transporte, do adicional noturno e dos adicionais ocupacionais aos servidores e empregados públicos que estejam executando suas atividades remotamente ou que estejam afastados de suas atividades presenciais.

Esta instrução gerou uma economia de R$ 161.452.701,82 aos cofres públicos entre abril e agosto deste ano. Entre os adicionais impactados pela medida estão os de insalubridade, irradiação ionizante, periculosidade, serviço extraordinário e noturno.

Teletrabalho

Para ampliar e normatizar a adoção do teletrabalho, a Secretaria de Gestão e Desempenho de Pessoal da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital (SGP/SEDGG) publicou, no fim de julho deste ano, a Instrução Normativa nº 65.

De acordo com o ministério, a norma estabelece orientações para a adoção do regime de teletrabalho nos órgãos e entidades integrantes do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal (Sipec), focando na entrega de resultados e reduzindo despesas administrativas. Atualmente, cerca de 200 órgãos fazem parte deste sistema.

A implantação do programa de gestão é facultativa aos órgãos e entidades da Administração Pública Federal e deve ocorrer em função da conveniência e do interesse do serviço. Além de servidores efetivos, poderão participar do programa ocupantes de cargos em comissão, empregados públicos e contratados temporários. Cada órgão definirá, a partir de suas necessidades, quais atividades poderão ser desempenhadas a distância. Caberá ao dirigente máximo de cada pasta autorizar a implementação do programa.

Agências do trabalhador têm maior número de vagas do ano

Com salários e até R$ 4 mil, as oportunidades contemplam 65 profissões e variados níveis de escolaridade

Em apenas uma semana, o número de vagas oferecidas por meio das agências do trabalhador do Distrito Federal subiu 50,42%. Nesta sexta-feira (25), são 704 oportunidades, com salários que chegam a R$ 4 mil, dando espaço para pessoas de qualquer nível de escolaridade.

A profissão com maior número de vagas abertas é a de açougueiro. São 63, com salários que variam entre R$ 1.140 e R$ 1,7 mil, mais benefícios. Para concorrer, é preciso ter experiência e nível fundamental de escolaridade.

Já os melhores salários são oferecidos a sete profissionais: chefe de serviço financeiro (2), com remuneração de R$ 4 mil; contador (10), que paga R$ 3,5 mensais; técnico em eletromecânica (15), com R$ 2.539,21 mensais; engenheiro civil (1) e técnico eletrônico de manutenção industrial (35), que poderão receber R$ 2,5 mil por mês; operador de equipamento de escavadeira (2), com salário de R$ 2,1 mil; e marceneiro (4), que paga R$ 2 mil mensais.

Pessoas com algum tipo de deficiência também são procuradas pelas empresas. São 13 vagas para auxiliar administrativo. Para concorrer, é preciso ter ensino médio completo e experiência profissional. Os salários oferecidos são de R$ 1.060 e de R$ 1,5 mil, mais benefícios, dependendo do contratante.

A área de serviços ainda segue sendo uma das que mais oferta vagas. Entre elas, as 20 reservadas para bikeboy, profissional responsável por levar encomendas e documentos usando a bicicleta. Quem quiser concorrer a uma delas, não precisa ter experiência nem é exigida escolaridade.

Ainda destacam-se 12 vagas para mecânicos, seis para esteticista corporal, quatro para montador, duas para costureira e uma para cortador de roupas. Para essas áreas, precisa ter experiência e ensino fundamental. Os salários vão de R$ 1.045 a R$ 1,6 mil.

Outras vagas em oferta englobam profissões das áreas de saúde, construção civil, supermercados, alimentação e administrativo. Na lista entram servente de pedreiro (15), serralheiro (24), repositor de mercadoria (22), motorista entregador (18) e padeiro (15). As remunerações oferecidas ficam entre R$ 500 semanais e R$ 2 mil.

Quem tiver interesse em concorrer a uma das vagas, basta procurar uma das agências do trabalhador, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Em razão da pandemia de coronavírus, 15 das 18 unidades estão fazendo atendimento presencial. Estão fechadas, temporariamente, as agências do Paranoá, Guará e da Câmara Legislativa. Outra possibilidade é o aplicativo Sine Fácil que, em virtude da pandemia de Covid-19, também disponibiliza o serviço.

Empresas

Empreendedores que desejam buscar profissionais também podem utilizar os serviços das agências do trabalhador. Além do cadastro de vagas, é possível usar os espaços físicos para seleção dos candidatos encaminhados. Para isso, basta acessar o site da Secretaria do Trabalho e preencher o formulário na aba empregador.

BRB firma convênio com TRT da 15ª Região

0
Paulo Henrique Costa

Parceria permite consignação em folha dos magistrados e demais servidores do tribunal

O BRB firmou nesta quinta-feira  (24) convênio com o Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas-SP) que permite consignação em folha de pagamento de magistrados e demais servidores, ativos e inativos, do tribunal.

O acesso ao crédito será por meio digital e é mais um passo que o Banco dá em direção à ampliação de sua base de clientes e ao planejamento estratégico de expansão. Para realizar as operações, a Financeira BRB, líder em consignado digital do mercado, vai disponibilizar toda a infraestrutura tecnológica para a viabilidade dos negócios.

“O BRB tem trabalhado para ser um Banco moderno, completo, ágil e inovador. E tem atuado em conjunto ao judiciário e associações para buscar compreender as verdadeiras necessidades dos servidores da Justiça. Nosso objetivo central é ampliar e diversificar nossa base de clientes, oferecendo acesso ao crédito e aos serviços bancários mais baratos do mercado”, afirmou o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

Ele esteve em Campinas, na tarde de hoje, para a assinatura do convênio na sede do TRT da 15ª Região. O documento também foi assinado pela desembargadora Gisela Rodrigues Magalhães de Araújo e Moraes e pelo diretor da Financeira BRB, Carlos Vieira.

Desde o fim do ano passado, o BRB tem firmado uma série de parcerias e convênios com entidades representativas do judiciário e oferecendo condições especais à categoria.

Assim, firmou convênio com a OAB nacional e DF e dois acordos de cooperação para construir benefícios exclusivos direcionados aos perfis dos associados à Anserjufe (Associação Nacional dos Servidores do Judiciário Federal e Estadual do Ministério Público da União e dos Estados) e à Anajustra (Associação Nacional dos Servidores da Justiça do Trabalho). Juntas, as duas entidades representam um universo de quase 50 mil associados.

O crédito consignado digital do BRB tem sido contratado em diferentes estados do País, com destaque para o Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul. “O BRB está expandindo sua marca. E, com o trabalho dos correspondentes digitais, e por meio da Financeira BRB, tem potencializado essa meta, ao levar produtos serviços para novas localidades estratégicas”, afirma o presidente.

A linha de crédito consignado digital estará disponível para os servidores que já são clientes do BRB e para os que queiram se tornar. Os interessados podem procurar os correspondentes digitais da Financeira BRB, os canais digitais do BRB – Mobile ou Internet Banking – ou ainda obter informações por meio da central 08000613030 (São Paulo e demais cidades do Estado).

ARTIGO | Fluminense eliminado

0

Por Raimundo Ribeiro

Na noite desta quinta-feira (25), o Fluminense conseguiu ser derrotado pelo Atlético/Go por 3×1 e com isso foi eliminado da Copa do Brasil.

Além de perder o jogo, deixou de ganhar R$ 2,6 milhões que certamente ajudariam a pagar os salários dos jogadores. Importante relembrar que domingo passado o Fluminense foi derrotado pelo Sport Recife tendo poupado 3 jogadores para o jogo contra o Atlético/GO. Como se vê, não adiantou.

Antes disso, o Fluminense foi eliminado da Sul americana pelo desconhecido Union Calera do Chile.

Nesse período jogou 6 vezes contra o rival Flamengo, ganhando 1, empatando outra e perdendo 4 vezes.

Esse treinador está no Fluminense há 10 meses e o time não tem padrão de jogo.

As substituições durante a partida são sempre erradas.

A insistência com profissionais que não sabem jogar futebol são constantes e após as partidas o treinador dá entrevistas “explicando” porque o time perdeu. Pior é ver o conformismo estampado no rosto do treinador que parece não ter ambição de ganhar dos adversários.

Os jogadores não conseguem um rendimento de times médio, ora porque o time não tem plano de jogo, ora em razão de suas limitações técnicas.

Mas o mais grave é que os jogadores não possuem ambição de ganhar e já entram em campo derrotados em função disso.

As atitudes são claras aparentando não se incomodarem quando perdem, empatam ou ganham.

A diretoria parece só se preocupar em vender(barato) os bons valores que brotam em Xerém, muitas vezes sem sequer fazer uma partida no time de profissionais.

Parece que “negociar” não é a praia da diretoria pois negocia mal depreciando a “mercadoria” produzida em Xérem.
Intrigante é que se desfaz dos novos jogadores e o clube não consegue ter dinheiro sequer para pagar salários (que estão sempre atrasados).

Reserva para investimentos? Nem pensar.

Apesar de ter sido eleito com um vice-presidente (Celso Barros), o presidente Mário logo revelou-se despreparado quando o excluiu. Ora, presidir significa ter sabedoria para superar divergências em benefício do clube e não excluir quem pensa diferente.

Vale relembrar que foi a administração Celso Barros que nos permitiu ganhar uma copa do Brasil, 02 campeonatos brasileiro, vice campeão da libertadores e da Sul americana, o que convenhamos é muito pouco para a grandeza histórica do Fluminense mas é melhor do que NADA que essa administração Mario Bitencourt nos oferece.

Mas o pior legado não é a falta de títulos.

O pior é o conformismo inaceitável de quem dirige o Fluminense atualmente que nos apequena e contamina todos, da direção ao roupeiro passando pelos diretores, treinador e jogadores e cujo resultado é esse patético quadro acima descrito.

Quem escreve este desabafo é um tricolor mal acostumado pela máquina tricolor de Horta com Rivelino, PC caju, Pintinho, Edinho, Búfalo Gil, Doval, Manfrini, Marinho Chagas e tantas outras estrelas.

Mal acostumado pelo tricampeonato de Paulo Victor, Aldo, Duilio, Deley, casal 20, dom Romero e tantos outros, sob a batuta do tricolor Parreira.

Mal acostumado pelo time de Edevaldo, Tadeu, Rubens Galaxy, Gilberto, Cláudio Adão e tantos outros.

Mal acostumado por campeões como Deco, Conca, Washington, Gum, Mariano, Carlinhos e tantos outros.

Notem que ao longo da história, salvo alguns períodos de entresafra, o Fluminense sempre foi um time de primeira grandeza no futebol e como dizem, se você quiser saber o nosso futuro, vejam o nosso passado.

O Fluminense não faz história. Ele é a HISTÓRIA.

Diante disso, pedindo perdão antecipadamente, peço aos atuais dirigentes: saiam do Fluminense por favor, antes que consigam acabar com ele apagando e desonrando a nossa história.

  • Raimundo Ribeiro é um apaixonado torcedor do Fluminense

Paula Belmonte defende na Câmara a prisão em 2ª instância

Paula Belmonte defende na Câmara a prisão em 2ª instância

A prisão após condenação em segunda instância foi o assunto de seminário desta quinta-feira (24) da Frente Ética contra a Corrupção. O debate contou com a presença da presidente da Frente, deputada Adriana Ventura (Novo-SP), da integrante do grupo, Paula Belmonte (Cidadania -DF), do autor da proposta, deputado Alex Manente (Cidadania/SP), da ex-ministra do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Eliana Calmon, e do procurador Regional da República Fábio George Cruz da Nóbrega, presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República.

A deputada Paula Belmonte destacou que parte da população muitas vezes não confia na Justiça e acrescentou que “a frente tem feito um trabalho que traz esperança e procura restabelecer a confiança”. Segundo a deputada, muitas vezes o mau pagador e o malfeitor, pela sua condição financeira, são beneficiados pelos recursos que a Justiça proporciona.

A parlamentar falou também da importância do envolvimento do cidadão para que se possa conquistar mudanças. Segundo a parlamentar, “os deputados gostariam de fazer muito mais, mas não é possível por falta de envolvimento do cidadão”. Se as pessoas se mobilizam e fazem pressão sobre o Parlamento, “as coisas acontecem”.

Segundo a deputada, esse é um importante projeto para o país. “Essa PEC traz a oportunidade de se estabelecer que a impunidade não será uma regra geral. A maioria dos crimes que são discutidos no âmbito desta proposta são do colarinho branco, crimes de corrupção. Precisamos entender que esse tipo de crime deve ser severamente punido”, afirma.

Dos 193 países ligados à Organização das Nações Unidas (ONU), apenas o Brasil não prende em 1ª ou 2ª instância. Cerca de 196 mil pessoas estão presas sob regime cautelar, provisório ou prisão após condenação em segunda instância. “Nesse sentido, é muito importante estarmos fazendo esses debates e mostrando à população brasileira que podemos, com o apoio dela, fazer com que as coisas aconteçam e mudem a história do Brasil”, pontuou Paula Belmonte.

O evento da Frente Ética acontece na Câmara dos Deputados pode ser visto por meio do canal da Câmara no YouTube.

OPINIÃO | Recomposição salarial das forças de segurança, a política e a hierarquia

0
Ibaneis e Bolsonaro no ato de assinatura da MP da recomposição salarial das forças de segurança do DF

O filho é muito bonito para alguns que se julgam pais da criança. Quem acompanha a luta dos militares não cai em esparrela. A MP foi aprovada graças a iniciativa do presidente Jair Bolsonaro e o empenho do governador Ibaneis Rocha

Por Ricardo Callado

Foi uma corrida contra o tempo. A Medida Provisória 971 que permite a reposição concedida em julho deste ano, foi aprovada. A MP perderia sua validade no dia 22. E os militares seriam os mais prejudicados.

A recomposição salarial é uma luta de muitos anos. A aprovação é algo que se deve comemorar. É um filho lindo, como diz no popular. E atraiu muito “pais”. A imprensa foi bombardeada nas últimas semanas por informações que dariam a paternidade da aprovação a político A, B ou C.

O filho é muito bonito para alguns que se julgam pais da criança. Quem acompanha a luta dos militares não cai em esparrela. A MP foi aprovada graças a iniciativa do presidente Jair Bolsonaro e o empenho do governador Ibaneis Rocha. Foram muitas as reuniões entre Bolsonaro e Ibaneis, e equipes de ambos, para alinhamento na construção do texto da MP, desde 2019..

No Legislativo, destaque-se a colaboração de alguns parlamentares brasilienses na Câmara e no Senado. Como por exemplo os relatores Luis Miranda e Izalci Lucas.

É a coisa mais natural querer tirar uma casquinha da aprovação da MP. Afinal, 2022 bate à porta.

A hierarquia é a ordenada distribuição dos poderes com subordinação sucessiva de uns aos outros. É uma série contínua de graus ou escalões, em ordem crescente ou decrescente, podendo-se estabelecer tanto uma hierarquia social, uma hierarquia urbana, militar, eclesiástica etc.

E se tem quem entende de hierarquia são os militares. Na política também não é diferente. O presidente da República e o governador do DF podem dividir essa paternidade tranquilamente. O resto são secos e molhados. O natural marketing político. Nada que seja condenável. Mas que precisa ser explicado.

A MP concede reajuste para as forças de segurança pública do Distrito Federal e territórios. O reajuste é de 25% na Vantagem Pecuniária Especial (VPE) devida a policiais militares e bombeiros. Na Polícia Civil, o aumento é de 8%, linear, para todos os cargos.

Os militares tiveram perdas inflacionárias de aproximadamente 60% nos últimos anos. O que se fez foi corrigir uma injustiça e evitando na verdade uma redução na remuneração.

A MP 971 também corrige em 25% a tabela da VPE devida a PMs e bombeiros da ativa, inativos e pensionistas dos ex-territórios do Amapá, de Rondônia e de Roraima. Essas carreiras fazem parte de quadro de servidores da União, atualmente em extinção.

Caso a MP caducasse, os servidores teriam que devolver os valores devidos da recomposição. Os parlamentares foram importantes nesse caso. Pontos para Miranda e Izalci. Palmas para Bolsonaro e Ibaneis.

Até a eleição de 2022, outros personagens da política brasiliense vão querer faturar em cima da recomposição dos militares. Mas é bom lembrar que a MP 971 não dá espaço para os 171 da política. E os integrantes das forças de segurança sabem disso.

BRB lança nova versão do BRB Mobile

0

As transações no canal tiveram aumento de 56% nos últimos 12 meses

Já está disponível a nova versão do BRB Mobile. Com a mais moderna tecnologia disponível no mercado, a atualização do app pode ser baixada nas lojas da Apple e da Google, e tem como objetivo melhorar a usabilidade, disponibilidade e experiência dos clientes.

Com um design atual e amigável, o novo BRB Mobile permite ao cliente personalizar sua experiência nos acessos aos serviços de forma rápida e segura. A versão atualizada do Mobile também oferece novos atalhos para acesso rápido às transações favoritas do cliente.

“O BRB tem trabalhado para ser, cada vez mais, um banco moderno, ágil, completo e competitivo. A atualização do Mobile vem no sentido de melhorar os processos e a experiência dos clientes”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

Para colocar no ar o novo aplicativo, o BRB fez amplo estudo de mercado e pesquisa, que contou com a participação de correntistas e não correntistas nas etapas de concepção, prototipação e de piloto.

Crescimento

O uso dos canais digitais, em especial do Mobile, tem crescido substancialmente. As transações no canal tiveram aumento de 56% nos últimos 12 meses.

O cliente que baixar a versão atualizada do novo app do BRB Mobile vai acessar e movimentar sua conta com as mesmas senhas e credenciais já utilizadas. Não há necessidade, portanto, de solicitação de liberação.