Início Site Página 1730

Adasa celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente

0

Celebrado desde 1974, o Dia Mundial do Meio Ambiente é um evento global criado com o objetivo de sensibilizar e promover ações ambientais em todo o planeta. Mais de 150 países participam todos os anos do movimento, por meio de lideranças que encorajam milhões de pessoas a conservar os recursos naturais.

No Distrito Federal, a Adasa incentiva o público infantil e juvenil por meio de ações ecopedagógicas, com projetos como o Adasa na Escola e Escola Sustentável, além de motivar produtores rurais na prática de ações de preservação ambiental que colaboram com a proteção de nascentes e cursos d’água.

Cuidar da saúde ambiental é preservar a saúde humana.

Podcast Comunicação positiva

0

Toda semana teremos um podcast sobre como melhorar sua comunicação e dicas para o seu dia a dia

Olá pessoal!

É muito bom estar aqui com vocês no Brasil 61 no nosso blog sobre Comunicação Positiva. Seja muito bem-vinda e seja muito bem-vindo.

Toda semana teremos um Podcast sobre como melhorar sua comunicação e dicas para o seu dia a dia. A ideia é ajudar você a estar cada vez mais consciente de como você se comunica para se tornar mais claro, assertivo e não violento.

Para você que é gestor, a comunicação é uma das ferramentas mais importantes para realizar transformações na sociedade. A comunicação – boa ou não –  está em tudo: nos serviços, políticas públicas, reuniões, votações. Precisamos da comunicação para evoluir.

O diálogo sadio e positivo auxilia as pessoas na resolução de conflitos. O contrário aumenta o confronto e a violência. O que queremos para nossa cidade, local de trabalho, escolas ou para nossos filhos? Tenho certeza que um ambiente conciliador em que a comunicação seja objetiva e generosa ao mesmo tempo.

 

Neste primeiro podcast desafio você a fazer um “raio x” na sua comunicação. Qual é o impacto que a sua fala tem nas pessoas?

Você já pensou na autorresponsabilidade do que você transmite?

Para qualquer gestor público esta autoanálise deve ser constante porque se alguém não te entende, a responsabilidade é sua. Você tem que se adequar ao seu público e não o contrário.

Espero que vocês gostem do podcast! E façam perguntas e sugestões! A sua participação é muito importante para mim.

Vamos juntos nesta jornada?

Fonte: Brasil 61

Artigo | Os ventos da primavera soprando no RJ

POR RAIMUNDO RIBEIRO

A revista Veja, detentora de pouca credibilidade no cenário atual, como de resto a imprensa liderada pela Globo desde quando introduziu a mentira como ferramenta de “trabalho “, editando, fraudando, falseando e escondendo notícias, além de inventá-las num verdadeiro roteiro draconiano, traz uma reportagem de múltiplas páginas relatando a atuação de Marcelo Bretas como juiz da lavajato no RJ.

Merece destaque a adoção do mesmo criminoso modus operandi de Moro em Curitiba, revelado pela vazajato e confirmado pelos instrumentos apreendidos por ocasião da prisão do hacker Delgatti.

Mas a situação de Bretas, se verdadeira a acusação, é pior pois são apresentados áudios onde ele fala de “acordos” passados, admite combinações ilegais e imorais com procuradores e promete “abrandar” penas, num comportamento próprio de quem se julga acima do bem, do mal e das leis.

Se tudo isso se confirmar, o Brasil novamente se verá na obrigação de mirar-se no espelho e a imagem não é boa, ao contrário é horrorosa e arranha mais um pouco e, injustamente, a credibilidade do Judiciário.

Para estancar essa sangria na credibilidade de um poder que não pode perder a sua credibilidade, sob pena de perder sua razão de existir, é necessário que o Poder Judiciário demonstre de modo irretorquível que a Justiça do Brasil não é a lavajato e que a lavajato não é o Poder Judiciário.

Essa confusão ainda povoa o imaginário popular e passa da hora de desfaze-la, como também passa da hora de mostrar que MP não é poder da República mas instituição, importante, mas ainda assim apenas instituição.

Que os ventos da primavera que sopraram em Curitiba, passando pelo Rio de Janeiro cheguem logo no DF para que os filhotes draconianos sejam revelados também para que a população, ou “jurisdicionado” volte a emprestar credibilidade aos seus juízes.

Raimundo Ribeiro é advogado da União aposentado, primeiro secretário de Justiça do DF e deputado distrital em duas legislaturas

Love Smash: a atração gastronômica promete uma comemoração caliente e afrodisíaca para o dia dos namorados

0
Foto Rebert Richards

Com a proximidade do dia dos namorados, a Chama Smash Burguer resolve inovar e lança o Love Smash, um burguer afrodisíaco que vai agradar o paladar e aguçar os sentidos dos casais apaixonados

Dia dos namorados, a data esperada que é celebrada pelos casais apaixonados não pode deixar de ter a romântica e famosa comemoração. Mas, para apimentar o clima e trazer aquele fogo da paixão de todo início de um relacionamento, a Chama Samsh Burguer resolveu apostar em combinações gastronômicas que vão agradar o paladar e as sensações dos casais.

Por isso, a casa lança um burguer afrodisíaco. O Love Smah foi elaborado com um duplo blend de carne de 70 gramas cada, queijo cheddar, repolho roxo com creme mostarda e mel da casa, e o toque de uma afrodisíaca cebola caramelizada na catuaba e maionese defumada. O uso da bebida (catuaba), que tem suas propriedades afrodisíacas, promete aumentar o clima de paixão entre os pombinhos.

O novo prato, “um hambúrguer apaixonado de bom”, denominado pelo proprietário Rebert Richards é acompanhado de batata, refrigerante e a famosa sobremesa: uma mousse de Danoninho, criação exclusiva da hamburgueria. Tudo isso ao valor de R$31,00.

A nova sensação vai estar disponível a partir do dia 12 de junho e promete uma comemoração inovadora para os casais da Capital Federal.

A casa está aberta de terça a domingo, das 18 às 23h. As entregas estão disponíveis pelos aplicativos Ifood, Ubereats e 99 pop, além de entrega própria Os pagamentos podem ser efetuados com cartões de débito, crédito, ticket refeição alelo, sodexo e ticket restaurante, Picpay e PIX.

A Chama Smash Burguer chega ao mercado brasiliense seguindo todos os protocolos de higiene e segurança e promete trazer a melhor experiência gastronômica no segmento de hambúrgueres.

Serviço:

Love Smash: a atração gastronômica promete uma comemoração caliente e afrodisíaca para o dia dos namorados
Valor: R$31,00

Endereço: CSB 7 lote 02 loja 01 – Taguatinga Sul, Brasília

Contato: (61) 3033-7686

Cardápio: https://api.whatsapp.com/send/?phone=556130337686&text&app_absent=0

Dias e Horários de Funcionamento: Aberto de terça a domingo das 18 às 23h

Entregas pelos aplicativos Ifood, 99Food e UberEats e entrega própria com pedidos realizados pelo whatsapp (61) 3033 7686

A hamburgueria recebe os cartões das principais bandeiras, ticket refeição alelo, ticket restaurante, sodexo, Picpay, débito, crédito e PIX

Entrevista | ‘O diálogo entre Igreja e Estado é necessário na solução dos problemas’

Assessor especial para Assuntos Religiosos conta como o GDF se aproximou das igrejas no combate à pandemia e faz balanço das ações voltadas ao setor

Quando assumiu a responsabilidade de coordenar os assuntos religiosos na gestão Ibaneis Rocha – uma inovação –, o advogado Kildare Meira, especialista em direito tributário, tinha um desafio pela frente: o de estreitar a relação do GDF com entidades religiosas e organizações sociais. Em pouco mais de dois anos, a meta foi alcançada com sucesso.

“É uma parceria que vai além de uma relação meramente institucional”, define o assessor especial da Casa Civil para Assuntos Religiosos. “Passa para uma relação de confiança. Temos trabalhado com o diálogo; o grande trabalho nosso é de articulação.”

Em entrevista à Agência Brasília, ele traça um panorama das ações do GDF voltadas à regularização dos terrenos de igrejas e associações sociais. “Quando assumimos o governo, vimos a situação da questão fundiária desses espaços no DF, tanto que já foram 190 escrituras regularizadas”, relata. Meira lembra ainda a proximidade e o respeito do governo com o trabalho social desenvolvido por diversas denominações religiosas e destaca a parceria com as entidades no combate à pandemia do novo coronavírus.

Confira, abaixo, os principais trechos da entrevista.

Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília

Que balanço o senhor faz da atuação da Coordenação de Assuntos Religiosos nesses mais de dois anos de governo?

O balanço é muito positivo, tendo em vista a necessidade que existia da existência desse espaço institucional de diálogo entre governo e organizações religiosas, uma relação que é de ganhar e ganhar e onde quem mais ganha é a sociedade. É uma relação que veio para ficar e foi aperfeiçoada em um momento singular de temeridade, com a questão da pandemia, quando trabalhamos para tentar minimizar seus efeitos. Qualquer instituição, organização social ou religiosa do DF que surgir daqui para frente sempre vai pensar sobre isso: o diálogo entre Igreja e Estado é necessário para ajudar na solução dos problemas.

Quando assumiu essa responsabilidade, o senhor disse que um dos desafios era o de recuperar a credibilidade do governo junto às entidades religiosas. Esse canal de comunicação com o GDF foi restabelecido?

Com certeza. Hoje, além da Secretaria da Família, há diálogo com a Casa Civil. As igrejas, durante essa pandemia, têm nos procurado para tudo, tanto para se colocar à disposição do governo no sentido de ajudar com ações sociais quanto no cumprimento das regras sobre o protocolo de segurança ou para tirar dúvidas. É uma parceria que vai além de uma relação meramente institucional. Passa para uma relação de confiança. Temos trabalhado com o diálogo; o grande trabalho nosso é de articulação. Não somos uma secretaria com orçamento. Nossa função é fazer a boa política, unir os pontos, colocar a sociedade para dialogar com a Câmara Legislativa, com as secretarias devidas, e depois ficar em cima cobrando.

Na sua opinião, qual foi o ingrediente principal no fortalecimento dessa relação entre as igrejas e organizações sociais nesta gestão?

“O nosso trabalho tem sido de dialogar e informar o segmento religioso sobre como acessar a máquina do Estado. Nesse sentido, a gente conseguiu aproximar o governo das organizações religiosas”

O diálogo. A gente tem participado de reuniões de diversos clérigos, de diversas igrejas para tirar dúvidas, porque muito do nosso trabalho tem a ver com a informação. Quase toda semana, a gente está com um representante de uma religião diferente, tirando dúvidas de processos, seja na questão fundiária, seja na questão de segurança pública, quando acontece algum dano à igreja, ou mesmo no que diz respeito à situação de intolerância. Agora mesmo, com a pandemia e a aproximação do período junino, representantes de várias igrejas têm nos procurado para tirar dúvidas sobre os protocolos de segurança, informações sobre a legislação e restrições vigentes. Então, o estreitamento da relação do Estado com essas entidades religiosas e sociais tem se dado principalmente no campo da informação. As igrejas sabem a quem procurar no GDF, quais são os atores envolvidos no governo sobre suas demandas. Recebo telefonemas de todas as lideranças religiosas de todo DF, meu telefone não para. O nosso trabalho tem sido de dialogar e informar o segmento religioso sobre como acessar a máquina do Estado. Nesse sentido, a gente conseguiu aproximar o governo das organizações religiosas.

Esse diálogo e a aproximação com o setor foram importantes nesse momento de pandemia?

Muito. Tanto é que, nesse período de pandemia, houve tensões no Brasil todo, inclusive com ações no STF [Supremo Tribunal Federal] que julgavam a legitimidade dos decretos locais de outros estados que tratavam sobre o funcionamento ou não de templos. Aqui no DF não tivemos esse problema. Quando foi necessário, nós fechamos os templos e os limitamos às celebrações on-line. Quando possível, a gente liberou. Qual foi a diferença em relação aos decretos que foram feitos aqui e em outros lugares da Federação? Nenhuma. O diferencial foi o diálogo. Nada foi feito de cima para baixo, tudo foi feito entendendo a importância das igrejas, mas também dizendo para eles qual era a dificuldade que estávamos vivendo nesse momento. Diria que a grande prova da credibilidade que conquistamos foi construída nessa relação entre Igreja e Estado.

Na prática, como tem sido a atuação da Coordenação de Assuntos Religiosos durante a pandemia?

“Existe um número considerável de alunos na rede pública que têm dificuldade de acesso à internet, ao digital. Aproveitamos a capilaridade das igrejas para fazer a distribuição desses aparelhos nas comunidades por meio de três paróquias de Ceilândia Norte”

Não dá para esquecer que, nesse momento de pandemia, a fome e a miséria têm aumentado muito. As igrejas se importam com esse drama, estão preocupadas com os fiéis, com a vida. Durante esse período, fizemos um trabalho de mão dupla. As igrejas ajudaram o GDF a informar a comunidade sobre os protocolos de segurança, uso de máscara, álcool gel, a importância do distanciamento, e o GDF procura as igrejas em busca de suas ações sociais, fazendo a ponte com outros órgãos do GDF. No Natal de 2020, por exemplo, a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, dos Mórmons, doou à Secretaria de Desenvolvimento Social [Sedes] cinco mil cestas básicas – uma doação que nasceu dessa articulação feita com a gente.
Outro exemplo recente foi a intermediação na distribuição de computadores recuperados para a comunidade por meio de um programa da Secretaria de Ciência e Tecnologia [Secti]. Por conta da pandemia, fomos obrigados a viver de forma mais intensa com o mundo virtual. Existe um número considerável de alunos na rede pública que têm dificuldade de acesso à internet, ao digital. Aproveitamos a capilaridade das igrejas para fazer a distribuição desses aparelhos nas comunidades por meio de três paróquias de Ceilândia Norte.
Houve uma sensibilidade por parte do governo também. Atendendo um pedido do setor, [em 2020] o GDF suspendeu, por meio da Terracap, de abril até o final do ano passado, a cobrança das parcelas de financiamentos das igrejas que compraram dentro das condições apresentadas pela Lei Complementar 806/2009.

Como está a questão da regularização de terrenos das igrejas?

“A gestão Ibaneis já regularizou mais do que o dobro de todos os outros governos juntos, ou seja, 190 escrituras”

A pandemia parou o país, mas o GDF não ficou paralisado, e temos trabalhado para destravar o processo de regularização fundiária das organizações religiosas. É um assunto que avançou muito, sobretudo porque conseguimos novos instrumentos legais para destravar a questão fundiária com relação a esses espaços. Depois do programa Igreja Legal, uma parceria com a Câmara Legislativa do DF, que foi muito efetiva e rápida, aprovou a Lei Complementar 985/2021, texto que já foi sancionado pelo governador e modificou o prazo do marco temporário das entidades que teriam direito à regularização fundiária.
Os governos anteriores tinham fixado a regulamentação fundiária desses espaços, por meio da LC 806/2009, até 2006. De lá para cá, não foi feita nenhuma política pública para impedir o crescimento das ocupações irregulares. Quando assumimos o governo, vimos a situação. Tanto é que a gestão Ibaneis já regularizou mais do que o dobro de todos os outros governos juntos, ou seja, 190 escrituras. Então, usando o mesmo marco regulatório dos condomínios, a Lei Complementar 985/2021 estabeleceu um novo marco temporário de regulação, estendendo a regulamentação fundiária para espaços construídos no DF até 2016.
O outro ponto importante é que, com a Lei Complementar 985/2021, a gente permite transformar a correção monetária, que antes estava no IGP-M [índice também utilizado para reajuste anual dos contratos de  aluguel], lá nas alturas por causa da inflação, [trocando] pelo IPCA [Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo], facilitando o processo de regularização fundiária dessas entidades.

 

No mês dedicado à conscientização ambiental, Caesb reforça o seu papel na preservação do meio ambiente

0

Responsabilidade da Empresa vai além de saneamento básico

O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 5 de junho, todos os anos, desde 1972. A Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu a data com o objetivo de chamar a atenção das pessoas para a necessidade do cuidado com o meio ambiente. Apesar de haver um dia específico de comemoração, todo o mês de junho é dedicado ao assunto.

A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) tem um papel fundamental no cuidado com o meio ambiente. Em 2005, a Empresa ampliou sua área de atuação e incluiu em suas competências, além do fornecimento de água e coleta e tratamento de esgoto, a possibilidade de prestar serviços nas áreas de resíduos sólidos. A Companhia traz em seu próprio nome a responsabilidade que assume com o meio ambiente e em sua missão se compromete a desenvolver e implementar soluções e gestão em saneamento ambiental, contribuindo para a saúde pública, a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento socioeconômico.

Por isso, nesta data, a Caesb chama a atenção para a necessidade de mudança dos hábitos de vida da população, com o intuito de ajudar a preservar o meio ambiente. Uma das formas de mudar o comportamento diante do consumo é aplicar a política dos 5 Rs, que consiste em reduzir a geração de resíduos no planeta por meio de cinco palavras: repensar, recusar, reduzir, reutilizar e reciclar.

Esse conceito pode ser aplicado no uso consciente da água todos os dias. Ao reaproveitar a água da lavagem de roupas para lavar pisos e áreas externas, juntar várias peças de roupas sujas para usar a máquina apenas uma vez, verificar regularmente possíveis vazamentos em casa, irrigar as plantas com regador ao invés de mangueira, usar arejadores de torneira que consomem menos água, usar baldes para lavar o carro e janelas é possível ajudar a fazer uma verdadeira gestão sustentável deste recurso.

Além dessas ações, é preciso pensar na água invisível, usada para consumo de produtos e serviços, utilizada na produção de alimentos, na indústria, no comércio e lazer, por exemplo. É importante compreender que o cuidado e a responsabilidade com a água não se restringem apenas à água fornecida nas torneiras, mas em toda a cadeia de consumo.

A Caesb também chama a atenção para o descarte correto do óleo de cozinha. Esse resíduo é muito prejudicial para a rede de esgoto e não deve ser descartado no vaso sanitário ou na pia da cozinha, pois provoca o entupimento das redes, prejudica o tratamento de esgoto e pode contaminar a água e o solo. Uma destinação correta do óleo de cozinha é usá-lo para fazer sabão ou entregá-lo em algum Ponto de Entrega Voluntária (PEV) do Projeto Biguá, que a Caesb é responsável. Os endereços dos PEVs podem ser encontrados no link:  https://www.caesb.df.gov.br/projeto-bigua.html.

A analista da gerência de Gestão Ambiental Corporativa (RMAA) da Caesb, Karina Bassan Rodrigues, explica que uma parte do trabalho da Companhia é sensibilizar a população sobre a necessidade de cuidar do meio ambiente. “Com nossos projetos de educação ambiental, procuramos ajudar neste processo de construção de uma sociedade mais saudável e promover ações mais sustentáveis em nosso dia a dia. Um exemplo é o Expresso Ambiental: Uma Viagem pelo Ciclo do Saneamento, que realiza visitas em escolas em todo o DF e apresenta como funciona o ciclo do saneamento, desde a proteção dos mananciais, passando pelo tratamento e distribuição de água potável, coleta e tratamento de esgoto, gestão de resíduos sólidos e de águas pluviais” ilustra Karina Bassan. (O projeto encontra-se temporariamente suspenso em virtude da pandemia)

Ela defende que o importante é que todos que passarem pelo projeto conheçam melhor o território em que vivem, de onde vem a água e como o cidadão faz parte de tudo isso. “Somos cada vez mais habitantes de um planeta cujo tamanho é o mesmo, os recursos são os mesmos. Por isso, temos que ser mais responsáveis com tudo o que consumimos e com a forma como descartamos nossos resíduos”, finaliza a analista.

A mesma opinião é compartilhada pela analista de Suporte ao Negócio da RMAA, Erika Radespiel Fernandes, que elucida que todos os programas e projetos educativos da Caesb propõem uma visão sistêmica da questão ambiental. “Não é só pensar na “economia” de água. Na Caesb, inclusive, nem utilizamos essa expressão, pois falamos em “uso consciente” da água”. Segundo Erika, o uso consciente é mais do que o simples economizar, é perceber o recurso natural como propriedade de todos e balizarmos o nosso comportamento para suprir nossas necessidades sem comprometer o acesso dos demais ao mesmo recurso. “Buscamos mais do que uma responsabilidade individual: uma consciência regional, global, universal”, conclui Erika.

Para ilustrar a aplicação da política dos 5 Rs, algumas dicas foram divulgadas pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) para descarte correto de materiais:

1. Medicamentos não utilizados ou vencidos devem ser entregues em uma farmácia. Jamais podem ser descartados no vaso sanitário, na pia ou no lixo, pois prejudicam o tratamento de esgoto e podem poluir o solo.

2. Sabe as embalagens de alimentos? O SLU dá dicas importantes para o descarte: caixas de pizza vão para o material reciclado, mesmo a parte suja de gordura, mas evite deixar restos de alimento para não atrair vetores, como roedores ou insetos. Isso vale para sacolas plásticas e embalagens de isopor e de alumínio. Os guardanapos sujos de gordura devem ir para o lixo comum. Quanto aos talheres, também são recicláveis, mas a melhor opção é andar com seu próprio talher, assim como caneca e copo.

3. Aquele cafezinho ficou pronto e você não sabe o que fazer com a borra nem com o filtro de papel? Ambos vão para os resíduos orgânicos. Mas se a sua composteira estiver pronta, o pó vai ajudar na qualidade do composto final, além de diminuir eventuais odores. Se usar cápsulas, elas podem ser entregues nos pontos de venda de algumas marcas, fortalecendo a logística reversa. Se quiser dar um passo adiante na relação com o Meio Ambiente, opte por filtros de tecido reutilizáveis ou cafeteiras como a italiana ou prensa francesa. E mais: pode adquirir seu café direto de produtores locais, com menos consumo de transporte, fomentando ainda a produção local.

4. Sabia que no DF os vidros podem ser enterrados? Uma empresa disponibilizou diversos pontos de entrega voluntária destes materiais. Eles enviam para empresas de reciclagem em São Paulo. Nunca misture porcelanas, louças, cerâmicas e similares com o vidro, já que esses materiais contaminam o vidro, já que não derretem, geram perdas de cacos e prejudicam a reciclagem. Esses materiais não devem ser incluídos nos recicláveis comuns.

5. Pilhas e baterias: são resíduos perigosos e, quando descartados de forma incorreta, podem acarretar danos à natureza e à saúde, pois carregam metais pesados como cádmio, chumbo e mercúrio. Na hora do descarte, procure um ponto de coleta da Logística Reversa, assim, esses materiais terão destino correto. Consulte os pontos de coleta da logística reversa: www.slu.df.gov.br/pontos-de-coleta-logistica-reversa

6. Eletrônicos: com a logística reversa, os fabricantes devem receber seus eletrônicos inservíveis novamente. No link www.slu.df.gov.br/pontos-de-coleta-logistica-reversa estão os pontos de entrega, basta clicar na faixa azul acima do mapa e escolher o tipo de resíduo, no ícone à esquerda.

7. Chapas de raio-X: são de material plástico, portanto, de difícil degradação. Além disso, contém prata, um metal pesado que pode contaminar a água e o solo. Estes materiais devem ser encaminhados para locais específicos que façam a recuperação e destinem o plástico para a reciclagem. Aqui no DF, há pontos de recolhimento: www.slu.df.gov.br/pontos-de-coleta-logistica-reversa.

 

Em 2 anos, GDF Presente muda a paisagem nas 33 regiões administrativas

Programa de obras diárias já recolheu quase 800 mil toneladas de entulho das ruas, limpou mais de 100 mil bocas de lobo e construiu 211 km de calçadas

Ao circular pelo Distrito Federal é comum encontrar uma plaquinha do GDF Presente acompanhada de operários e máquinas. Há exatos dois anos, completados em maio de 2021, o programa vem percorrendo todos os dias as 33 regiões administrativas da capital na execução de serviços de manutenção das cidades. São mais de mil trabalhadores e 500 equipamentos envolvidos em ações, que melhoram as condições de vida da população.

O programa também conta com a participação de até 15 internos do projeto Mãos Dadas, formado por voluntários da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap) – vinculada à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus).

Para se ter uma ideia da grandeza e da importância desse trabalho, em 24 meses foram 1,7 bilhão de metros quadrados de roçagem – o que equivale a 170 mil campos de futebol. Durante todos esses meses, 423 mil metros de calçadas e meios-fios foram construídos. É como se o governo tivesse construído um caminho de Brasília a Goiânia (211 km) só de passeios destinados a pedestres. E ainda tem muito mais.

Nos balanços de atividades, servidores registram ainda 91 mil toneladas de massa asfáltica utilizadas para garantir a manutenção de 50 km de vias. Em todas as regiões administrativas 760 milhões de toneladas de entulhos recolhidos; 103 mil bocas de lobos limpas, construídas ou reconstruídas; 140 mil árvores podadas. 26,1 mil redes de águas pluviais foram desobstruídas, construídas ou reconstruídas; 23,7 mil lâmpadas foram trocadas; 7 mil quilômetros de vias patroladas; 5, 2 mil placas instaladas; 3,8 mil viagens feitas para o transporte de cascalho e 3 mil faixas de pedestres pintadas (confira abaixo).

Responsável pela pasta que administra o GDF Presente, o secretário de Governo José Humberto Pires diz que o programa despertou o trabalho integrado de vários órgãos e empresas do governo no atendimento à população. “Eu gosto de dizer o que eu ouço nas ruas: [o GDF Presente] é a forma mais eficiente do governo chegar mais perto do cidadão atendendo as demandas que chegam na Ouvidoria do GDF e nas administrações regionais.”

Reforço

GDF Presente nasceu com oito polos de atuação e no começo deste ano saltou para 11: Central, Central I, Central II, Central III, Leste, Oeste, Oeste II, Norte, Sul, Sul II e Rural. O novo formato busca um trabalho mais ágil nas cidades, que segue um cronograma específico e quinzenal.

Uma das vantagens dessa ampliação é a redução no intervalo de tempo de trabalho entre as regiões. Um exemplo é o Polo Sul, que se desmembrou em dois. Na antiga formatação, gastava até 60 dias para fechar uma rodada de trabalhos entre o Gama, Santa Maria, o Recanto das Emas, o Riacho Fundo e o Riacho Fundo II. Dividido, o Polo Sul atende o Recanto das Emas, o Riacho Fundo, Riacho Fundo II, enquanto o Polo Sul II contempla o Gama e Santa Maria.

O coordenador do Polo Norte, Ronaldo Alves, é responsável pelas cidades de Planaltina, Sobradinho, Sobradinho II e Fercal. Ele participa do GDF Presente desde a criação do programa e conta que se reúne com antecedência com os administradores regionais para decidir o que será feito em cada região.

“Somos o braço de trabalho deles porque temos nas mãos um conjunto de ferramentas, máquinas e operadores para resolver os problemas da comunidade”, explica.

Outro papel do coordenador de polo é intermediar as soluções emergenciais com os órgãos parceiros. Além das administrações regionais, o GDF Presente conta com o apoio das companhias Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), de Saneamento Básico do DF (Caesb) e da Energética de Brasília (CEB); dos departamentos de Estradas de Rodagem (DER) e de Trânsito (Detran); do Serviço de Limpeza Urbano (SLU), entre outros.

Ilka Teodoro vê resultados positivos nessa parceria. Administradora regional do Plano Piloto, ela confirma que desde de que o programa foi lançado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) muita coisa passou a ser executada em menos tempo de trabalho. “O serviço acaba sendo otimizado com a presença e o apoio das equipes do programa.”

As equipes do GDF estão em todas as regiões, procurando atender rapidamente as emergências e o desgaste causado pelo tempo. “Durante muitos anos as cidades ficaram abandonadas, o que causou muitos desgastes nos equipamentos públicos.

Com o GDF Presente, as administrações regionais podem dar uma resposta rápida ao cidadão. Em Ceilândia, por exemplo, o trabalho é constante, recolhendo entulho, lixo, reparando vias, parques e revitalizando espaços. A aprovação é geral”, afirma Marcelo Piauí, administrador de Ceilândia.

 

Em época de seca, cuidado redobrado com a queima de lixo e poda de árvores

0
Plano de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (Ppcif) atua em operações e campanhas | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental

Temporada exige que população colabore na prevenção a incêndios florestais. GDF vai contratar 150 brigadistas para atuar no combate

Durante o período de seca, o risco de ocorrer incêndio florestal aumenta. Desde o começo deste ano, o Plano de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (Ppcif) – executado pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema) – está a todo vapor com diversas ações para evitar queimadas nas áreas verdes da capital.

A coordenadora técnica do Ppcif, Carolina Schubart, explica que o primeiro passo é conscientizar a população. “Devido à pandemia, não conseguimos fazer eventos presenciais, mas continuamos produzindo materiais educativos virtuais, como o Almanaque do Fogo – em parceria com a Sema e com o Brasília Ambiental – para que as pessoas entendam que queimar lixo e podas de árvores é crime”, alerta.

Segundo o Artigo 41 da Lei nº 9.605/1998 do governo federal, provocar incêndio em mata ou floresta é uma conduta e atividade lesiva ao meio ambiente. O ato é considerado crime ambiental, passível de pena de reclusão de dois a quatro anos, além da multa. As denúncias sobre incêndios florestais podem ser feitas pelo número 193, gratuitamente.

Para receber alertas sobre baixa umidade do ar, envie SMS ao número 40199, com o CEP de sua residência

“Este ano, também fizemos cursos de capacitação com a equipe e inauguramos a nova base fixa da Diretoria de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais [Dpcif], no Parque Ecológico de Águas Claras”, informa. “A previsão é que no próximo mês sejam contratados 150 brigadistas. É uma forma de otimizar o trabalho. Às vezes não precisamos acionar o Corpo de Bombeiros, porque já conseguimos controlar a situação, principalmente em áreas rurais.”

Com esta nova base, a Dpcif vai passar a contar com três pontos fixos. Já existe um na sede do próprio órgão ambiental, na Asa Norte, e outro na Estação Ecológica de Águas Emendadas (Esecae), em Planaltina.

Seca

Alertas de baixa umidade do ar são emitidos pela Defesa Civil. Para receber, basta enviar um SMS com o CEP ao número 40199. É possível cadastrar mais de um local. “Dessa forma, o usuário vai receber orientações sobre os dias ou períodos mais secos e quais são as orientações para amenizar possíveis sintomas”, comenta o subsecretário do Sistema de Defesa Civil, coronel Alan Araújo.

Os alertas são emitidos em situações de emergência, seja no período de estiagem, chuvoso ou ainda perante situações que mereçam algum tipo de mobilização da população – como ocorre quando há abertura de comportas da Barragem do Paranoá. A Defesa Civil classifica os níveis de umidade em três tipos: estado de atenção, quando a umidade fica entre 20% e 30% por cinco dias consecutivos; estado de alerta, com umidade entre 12% e 20% por três dias consecutivos, e o estado de emergência, declarado quando esse índice fica abaixo dos 12% por, no mínimo, dois dias consecutivos.

Confira, abaixo, as orientações para dias de baixa umidade do ar:

  • Procure manter o corpo sempre hidratado. Portanto, beba bastante água, mesmo sem sentir sede. Na hora do lanche ou da sobremesa, dê preferência a frutas ricas em líquidos, como melancia, melão e laranja. Em especial, fique atento à hidratação das crianças, idosos e de doentes;
  • Aplique soro fisiológico no nariz e nos olhos para evitar o ressecamento;
  • Evite a prática de exercícios físicos ao ar livre entre as 10h e as 17h;
  • Use produtos para hidratar a pele do rosto e do corpo, pelo menos depois do banho e na hora de dormir;
  • Coloque chapéus e óculos escuros para proteger-se do sol;
  • Aproveite o vapor produzido pela água durante o banho para lubrificar as narinas;
  • Coloque toalhas molhadas, recipientes com água ou vaporizadores nos quartos de dormir;
  • Evite aglomerações e a permanência prolongada em ambientes fechados ou com ar-condicionado, pois o ressecamento das mucosas aumenta o risco de infecções das vias aéreas;
  • Mantenha a casa sempre limpa e arejada. O tempo seco aumenta a concentração de ácaros, fungos e da poeira em móveis, cortinas e carpetes;
  • Procure não usar vassouras que levantam o pó por onde passam. Dê preferência a aspiradores ou panos úmidos;
  • Ligue ventiladores de teto no modo “exaustor”, com ar direcionado para cima. Ligados para baixo, no modo “ventilação”, esses equipamentos levantam a poeira, que se mistura no ar;
  • Lave as mãos com frequência e evite colocá-las na boca e no nariz. Não esqueça de usar máscara de proteção individual, importante neste período para evitar o contágio pelo novo coronavírus.

Rivaldo: “Gabigol merece uma chance como titular na seleção brasileira”

0

Embaixador da Betfair.net também falou sobre os clubes brasileiros que se destacaram na fase de grupos da Libertadores, e apontou seu favorito no início do Brasileirão

As próximas semanas serão intensas para a Seleção Brasileira de Futebol – após duas partidas pelas eliminatórias da Copa do Mundo, a equipe participa da Copa América mais uma vez sediada no país. Em entrevista à Betfair.net, o craque Rivaldo falou sobre sua expectativa sobre a atuação do time.

“Antes do começo da Copa América – já no dia 13 de Junho – o Brasil terá duas partidas nas eliminatórias para a Copa do Mundo, e eu estou curioso por ver o Gabigol atuando como titular na seleção brasileira, já que tudo indica que o Tite vai lhe dar essa oportunidade contra o Equador”, disse o craque.

“Ele é um jogador que vem fazendo muitos gols no Flamengo e essa poderia ser uma boa oportunidade de ver se ele pode se firmar na Seleção e assim até aumentar os clubes interessados nele na Europa.”

“Sim, ele está num grande clube como o Flamengo, mas penso que Gabigol terá o desejo de provar que sua aventura frustrada na Inter de Milão ainda está em tempo de ser corrigida num eventual retorno para um bom clube europeu”, avaliou Rivaldo.

“Sua personalidade e confiança dentro de campo, além da muita qualidade do seu futebol são argumentos suficientes para poder singrar na Europa, então, talvez ele tente aproveitar esse momento na seleção brasileira para se mostrar novamente.

Brasil é mais favorito na Copa América como anfitrião do torneio

O embaixador da Betfair.net também falou sobre o que espera ver na mais antiga competição do mundo entre seleções de futebol, disputada desde 2010. “Com as notícias dessa semana que confirmaram o Brasil como país anfitrião da Copa América em 2021, eu penso que a seleção brasileira fica um pouco mais favorita a levar o torneio”, opinou Rivaldo.

“Claro, o Brasil seria sempre um dos favoritos junto com a Argentina, porém com a transferência da competição da Argentina e Colômbia para o Brasil isso será uma vantagem extra para nosso time buscar novamente o título sul-americano.”

Final novamente brasileira na Libertadores é forte possibilidade

Outra competição sobre a qual Rivaldo falou na entrevista foi a Copa Libertadores, que entrará na fase de mata-mata. “Essa semana também tivemos o sorteio das Oitavas de Final da CONMEBOL Libertadores com seis times brasileiros conhecendo seus adversários e caminhada até uma possível final”.

“Claro, há times que poderão se sentir com mais sorte que outros após o sorteio, porém eu não gosto de fazer esse tipo de juízo pois todos os times ainda em competição querem muito seguir adiante na próxima fase.”

“Times como o Fluminense (vs Cerro Porteño), Inter (vs Olimpia), Flamengo (vs Defensa) ou Palmeiras (vs U.Catolica) sentirão que tiveram mais sorte do que o São Paulo ou o Atlético Mineiro, que enfrentam Racing e Boca Juniors respetivamente. No entanto, é dentro de campo que veremos quem se vai realmente dar bem”, afirmou o craque.

“De qualquer forma, com a forte presença de 6 times em 16 classificados é claro que os clubes brasileiros estão bem colocados para brigar novamente por uma final 100% brasileira tal como em 2020. Em minha opinião, existe sim uma chance de isso voltar a ocorrer em 2021.”

Eurocopa é uma mini Copa do Mundo

“Na próxima semana teremos o começo da Eurocopa e fica muito difícil mencionar quais os times mais fortes para levar esse troféu”, comentou Rivaldo à Betfair.net. “Na Europa, há muitas seleções fortes e isso se torna quase numa Copa do Mundo, tal é a quantidade de times com qualidade para brigar pelo troféu.”

“Eu vejo equipes como a Espanha, Portugal ou Alemanha bem colocadas para fazer bonito, mas há muitos outros concorrentes como a França, Bélgica e Inglaterra que com certeza não estão atrás daquelas que mencionei primeiro.”

“Será certamente um torneio muito emocionante e o melhor é relaxar e assistir a grandes jogos de futebol entre algumas das mais fortes seleções do mundo”, finalizou o craque Rivaldo, embaixador da Betfair.net.

Blefaroplastia não cirúrgica é tendência para melhorar aparência

0

Com o passar dos anos é natural que a pele comece a perder elasticidade. Isso ocorre porque há redução na produção de colágeno, responsável pela sustentação e, também, porque as células não se regeneram com a mesma facilidade de quando eram mais jovens.

Entre as áreas mais afetadas pelo envelhecimento está a região dos olhos, principalmente onde ficam as pálpebras. Na parte de baixo se forma uma espécie de bolsa de gordura, o que dá uma aparência de cansaço ao rosto.  Já na parte de cima, o excesso de pele pode fazer com que a pessoa tenha dificuldade para enxergar.

A blefaroplastia é um procedimento realizado para melhorar a aparência e evitar que o excedente de pele comprometa o campo da visão. Atualmente, o mercado oferece a possibilidade de fazer a correção sem ter que passar pela cirurgia: é a chamada tecnologia de plasma.

Especialista em pele há mais de 30 anos, o dermatologista Erasmo Tokarski explica como funciona o procedimento.

“Não é uma cirurgia mas sim um tratamento estético não invasivo. O plasma usado na blefaroplastia sem cortes é um gás ionizado formado pela ação de uma forte energia que promove a separação de íons e átomos. O aparelho utilizado no procedimento gera um plasma artificial que estimula a retração da pele das pálpebras sem cortes”, detalha.

De acordo com o profissional, o tratamento é feito com anestesia local e dura em média 30 minutos. Os resultados podem ser notados logo na primeira sessão.

“Por ser realizado de forma ambulatorial, o tempo de recuperação é de 8 a 10 dias, podendo ocorrer um pouco de inchaço, vermelhidão e algumas manchas, que desaparecerão com o tratamento . Os efeitos positivos do tratamento poderão ser evidentes logo após a primeira intervenção, porém, melhores resultados serão observados após três semanas. Para a aparência benéfica máxima, geralmente são necessárias 3 sessões com intervalos de 6 semanas. Mas não é regra. Os resultados variam de pessoa para pessoa”, ressalta Tokarski.

Confira outros benefícios da técnica:

  • Correção de imperfeições da pele e lesões benignas, incluindo verrugas, fibromas, pigmentação e manchas solares;
  • Melhoria na aparência de cicatrizes, incluindo cicatrizes pós-cirúrgicas, cicatrizes de acne e estrias;
  • Melhora as linhas de expressão e rugas ao redor da boca.