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Artigo | ERA TITE ACABOU…

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POR LUCIANO LIMA

Existe uma frase do escritor e ilustrador francês Antoine de Saint-Exupéry, o autor do clássico “O Pequeno Príncipe”, que diz o seguinte: “Há vitórias que exaltam, outras que corrompem; derrotas que matam, outras que despertam”.

A frase de Saint-Exupéry é perfeita para definir o técnico Adenor Leonardo Bachi, mais conhecido como Tite. Chega de enganação! As vitórias seguidas em amistosos com seleções de nível técnico duvidoso, assim como na campanha para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia, corromperam a verdadeira realidade do futebol brasileiro. Mas aí veio a Copa América 2020 (disputada em 2021) e não só despertou, mas mostrou como, de fato, se encontra verdadeiramente o atual futebol da seleção brasileira.

A era Tite acabou! Simples assim! Se os gestores que desorganizam o futebol brasileiro não entenderem o recado, que foi dado ainda após a copa da Rússia, o vexame em 2022, no Qatar, deixa de ser uma possibilidade e pode se tornar uma realidade.

A era Tite acabou! Tite é um técnico conservador e não quer mudar. Teve uma excelente oportunidade para usar a Copa América para testar alternativas de jogos e até ousar em algumas novas convocações e não o fez. O Brasil precisa urgentemente de um técnico mais ousado, criativo, inovador e que saia do lugar comum.

A era Tite acabou! Uma seleção brasileira com tantos e importantes valores individuais, alguns considerados os melhores do mundo em suas posições, não pode ter somente um jogador como protagonista, Neymar. Aliás, um protagonista que indiscutivelmente é um craque, mas que não amadureceu e não aprende que um esquema tático de sucesso prioriza a coletividade.

Todos os gestores, comissões técnicas e jogadores do futebol brasileiro tinham que ter como “castigo” assistir a todos os jogos da UEFA EURO. Lições importantes de organização, arbitragem e esquema tático seriam dadas.

A era Tite acabou…

*Luciano Lima é historiador, jornalista radialista e apresentador do programa É PAPO FIRME na Rádio Federal

Número crescente de obras reflete em mais vagas de empregos na construção civil

Setor oferta 37% das oportunidades das agências do trabalhador do DF. Salários variam de R$ 1,1 mil a R$ 3,5 mil

As agências do trabalhador estão com 286 vagas de emprego abertas para esta quinta-feira (1). Pouco mais de 37% delas são para profissionais da construção civil, com salários que variam entre R$ 1.177 e R$ 3,5 mil, mais benefícios.

Duas profissões estão com o maior número de vagas concentradas em uma única área: atendente de lanchonete e supervisor de manutenção de veículos de passeio, cada uma com 20 oportunidades. As remunerações são, respectivamente, R$ 5,50 a hora trabalhada e R$ 1,8 mil mensais, mais benefícios.

As vagas disponíveis são para ajudantes de obras, bombeiro hidráulico, carpinteiro, eletricista, ladrilheiro, pedreiro, pintor de obras e técnico de edificações

Outras áreas também ofertam acima de cinco vagas. entre elas estão açougueiro (5), auxiliar de marceneiro (6), churrasqueiro (7), costureira (7), frentista (8, exclusivas para pessoas com deficiência), marceneiro (5) e mecânico (12). As remunerações variam entre R$ 1,1 mil e R$ 3,2 mil, mais benefícios.

Para se candidatar a qualquer uma delas, basta ir a uma das 15 agências do trabalhador em funcionamento no DF, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Vale destacar que mesmo que nenhuma das vagas constantes na tabela do dia seja interessante para quem está em busca de emprego, a população pode deixar o currículo em uma das unidades ou cadastrar-se no aplicativo Sine Fácil. Assim que alguma oportunidade que se encaixe no perfil do candidato for lançada, o sistema cruza os dados e a pessoa é convocada para a entrevista.

A Secretaria de Trabalho (Setrab) também disponibiliza o número de telefone para atendimento em caso de dúvidas referentes a qualquer um dos serviços prestados pela pasta, responsável pelas agências do trabalhador: (61) 99209- 1135

Empreendedores que desejam buscar profissionais também podem utilizar os serviços das agências do trabalhador. Além do cadastro de vagas, é possível usar os espaços físicos para seleção dos candidatos encaminhados. Para isso, basta acessar o site da Setrab e preencher o formulário na aba “empregador.”

Na Hora da Rodoviária será revitalizado

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Serviços da Caesb serão temporariamente suspensos

O posto de atendimento do Na Hora da Rodoviária do Plano Piloto será reformado. Para a execução das obras, será necessário interromper o atendimento dos órgãos no local a partir do dia 05 de julho (segunda-feira), o que inclui a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb). A previsão é de que as obras sejam finalizadas em outubro deste ano.

Os clientes da Caesb não precisam sair de casa para ter acesso ou se informar sobre os serviços prestados pela Empresa. A Caesb investe constantemente nos atendimentos digitais para facilitar o acesso dos usuários aos serviços prestados. Os serviços oferecidos pela Companhia podem ser solicitados nos meios virtuais, como site, aplicativo nos sistemas IOS e Android, central telefônica (telefone 115) e por meio da atendente virtual Iara, que está disponível no site da Caesb e auxilia nas demandas dos usuários.

Pelo aplicativo de autoatendimento, disponível para download nos sistemas IOS e Android, os usuários podem informar vazamento na rua, solicitar revisão ou segunda via de contas, alteração de titularidade e vencimento, desobstrução de esgoto, além de informações sobre consumo de água, consulta de protocolos, entre outras opções.

O site oficial da Caesb disponibiliza atendimento para parcelamento de débitos, 1ª ligação de água, autoleitura, religação de água, ressarcimento de danos, interferência de rede e situação de débito, entre outras opções.

A Central de Relacionamento com o Cliente, pelo telefone 115, é outro canal que pode ser utilizado.

O ouvidor da Caesb, Eduardo Soares, reforça que a Central 115 dispõe de uma série de autosserviços em modo digital, facilitando a vida do cliente que optar pelo contato telefônico. “Dentro da Central 115 existe uma ferramenta que facilita o acesso aos serviços, conhecida como URA – Unidade de Resposta Audível. Ao ligar para a Central, o usuário é atendido pelo robô que oferta serviços e informações diversas, como: consulta de débitos pendentes e segunda via de contas; revisão de contas; consulta de falta de água; solicitação de desobstrução de esgoto; solicitação de conserto de vazamento de água (no hidrômetro e na rua); consulta do andamento de protocolos; informações sobre tarifa social, alteração de titularidade e protesto de contas”, destaca Eduardo Soares.

Durante o ano de 2020, a Caesb registrou a mudança no comportamento dos brasilienses. Os atendimentos que eram realizados nos escritórios regionais e pela Central Telefônica migraram para o site e para o aplicativo da Companhia. As solicitações via chat e e-mail também apresentaram índices elevados.

Caso o cliente queira o atendimento presencial, a Caesb possui 13 escritórios e outros 4 postos “Na Hora” para recebê-lo. O atendimento presencial pode ser feito em qualquer posto, independente do endereço do imóvel, exceto para ligação de água e esgoto, parcelamento, alteração de titularidade e desmembramento de ligações, que devem ser solicitados no escritório correspondente à sua localidade. Para conferir qual é o escritório vinculado à sua localidade acesse: https://atlas.caesb.df.gov.br/portal/apps/MapJournal/index.html?appid=39f3636c10664dfabc3b05757e656acc

A Caesb também está presente nas redes sociais. Informações e dicas sobre os serviços da Empresa e temas relacionados ao saneamento são divulgados diariamente no Instagram.

Conheça os canais de atendimento:

 – Site oficial: https://www.caesb.df.gov.br/autoatendimento

– Para baixar o aplicativo da Caesb no celular:

IOS: https://apps.apple.com/br/app/caesb-autoatendimento/id1003831993

Android: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.gov.df.caesb.mobile

– Central de Atendimento ao Cliente: 115

“Precisamos de um outro olhar sobre esse bioma que acolhe Brasília”, diz Ilka Teodoro em evento do CAU/DF

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Ilka Teodoro (Foto: Emanuelle Sena)

A administradora do Plano Piloto é uma defensora do uso de espécies nativas do Cerrado no paisagismo da cidade

A importância e possibilidades dos usos de espécies nativas do Cerrado para a criação de jardins e paisagismo urbano em Brasília, foram o tema da live “Jardins na Paisagem Urbana e Conservação da Biodiversidade”, promovida na noite da última quarta-feira (30), pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo do DF.

Defensora do uso das plantas nativas do Cerrado no paisagismo da cidade, a administradora Ilka Teodoro foi convidada para a mesa de abertura e falou sobre a experiência da Administração do Plano Piloto no uso, ainda experimental, dessas espécies.

“O Cerrado é o bioma que acolhe a cidade de Brasília, que é uma cidade reconhecida mundialmente como um patrimônio histórico, cultural e  arquitetônico, como assim, a nossa cidade não pode usar estas espécies nativas na sua estética urbana?”, disse Ilka.

Desde 2020, Brasília tem um “Jardim Piloto”, de espécies naturais do bioma Cerrado, num projeto feito em parceria com o programa Adote uma Praça, com mais de 500 mudas plantadas no local, planejado para resistir aos grandes períodos de seca do planalto central, sem a necessidade de uso de recursos públicos para regas, por exemplo.

“Temos trabalhado diversas iniciativas pensando em como ajustar essas espécies a esse paisagismo urbano, lembrando sempre que a beleza do Cerrado e as possibilidades do Cerrado, ainda pouco exploradas, são fundamentais para viabilizar esse projeto”, concluiu a administradora.

O evento contou com as apresentações da arquiteta Mariana Siqueira, com uma palestra sobre os “Jardins de Cerrado”, e do professor Dr. Júlio B. Pastore, sobre a experiência do “Jardim de Sequeiro do ICC”, que também usa espécies nativas do Cerrado no paisagismo da Universidade de Brasília.

Confira a íntegra do evento: https://youtu.be/enll6UlIOCo

GDF inaugura espaço de atendimento psicológico na Estrutural

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Os atendimentos no local, sediado na Paróquia Nossa Senhora do Encontro com Deus, próximo à Administração Regional da Estrutural, serão gratuitos, nas quartas-feiras, das 9h às 12h, e das 14h às 17h| Foto: Divulgação/SSP

Projeto Área de Segurança Prioritária (ASP), lançado pela SSP/DF na região, criou um local de estímulo à cidadania e ao cuidado com a saúde mental

O projeto Área de Segurança Prioritária (ASP), lançado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP/DF) na Cidade Estrutural, contempla uma programação específica para enfrentamento da violência doméstica e familiar. Dentro das ações, foi inaugurado, nesta quarta-feira (30), o Espaço de Escuta em Saúde Mental e Cidadania em Direitos.

O local funcionará na Paróquia Nossa Senhora do Encontro com Deus, próximo à Administração Regional da Estrutural. Serão oferecidos atendimentos em saúde mental com psicólogos e orientações jurídicas com advogados, sempre às quartas-feiras, nos períodos da manhã e da tarde, durante os três meses de vigência do projeto na região.

“Esta ação é parte da Aliança Distrital de Instituições religiosas e sociais, lançada em fevereiro deste ano, cujo objetivo é prevenir a violência e a criminalidade envolvendo crianças, meninas, mulheres e demais grupos vulneráveis, como o dos idosos. Estaremos neste período de três meses da ASP fazendo atendimentos de forma contínua, fazendo os encaminhamentos necessários e o acolhimento especializado dessas pessoas”, relata o secretário de Segurança Pública, delegado Júlio Danilo.

De acordo com o titular da pasta, outros dois espaços serão inaugurados nos próximos dias. “Nossas equipes fizeram a interlocução prévia com instituições religiosas que tinham interesse em oferecer esses serviços. A partir daí, fizemos as parcerias necessárias para que os atendimentos fossem iniciados”, completa.

Parcerias

A participação de entidades religiosas é ressaltada pelo secretário. “O combate à violência doméstica e familiar é uma determinação do governador Ibaneis Rocha e temos buscado constantemente parcerias e ações junto às forças e demais setores para o enfrentamento desses crimes. Precisamos da contribuição de todos e esta é mais uma oportunidade de darmos seguimento às nossas ações”, afirma.

Os atendimentos serão gratuitos, nas quartas-feiras nos períodos da manhã, das 9h às 12h, e da tarde, das 14h às 17h. Os interessados podem procurar o espaço e se inscrever. “Nos dias do atendimento, haverá psicólogos, advogados e voluntários da região, que serão responsáveis pelos agendamentos, terapia, encaminhamentos e marcação de retornos”, explica o subsecretário da Prevenção à Criminalidade, Sávio Ferreira.

A policial civil, psicanalista e diretora de Prevenção Social das Mulheres da Subsecretaria de Prevenção à Criminalidade (Suprec), da SSP/DF, Deise Lucy, explica a importância da ação continuada na região. “Poderemos contribuir de forma sistemática com aqueles moradores que buscarem nossos serviços. Além dos atendimentos individualizados, haverá terapias em grupo, quando indicado pelos psicólogos”, disse.

Artigo | Por que defendo o voto preferencial?

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POR RENATA ABREU
A eleição de Jânio Quadros para prefeito de São Paulo, com pouco mais de 1/3 dos votos dos eleitores, foi uma das justificativas que fez a Assembleia Nacional Constituinte de 1987-1988 instituir uma novidade para o procedimento jurídico eleitoral brasileiro: o de dois turnos nas eleições majoritárias. Um avanço no processo de democratização da sociedade brasileira.
O Brasil passou a adotar, a partir de 1989, o segundo turno para definir os eleitos à presidência da República e aos governos estaduais, do Distrito Federal e em cidades com mais de 200 mil eleitores. Um sistema consagrado, que objetiva dar mais governabilidade aos vencedores, mas que precisa agora ser aprofundado.
Como todos sabem, de acordo com o que rege a nossa Constituição Federal, para ser eleito não basta simplesmente obter mais votos do que seus concorrentes. É preciso conseguir mais da metade dos votos válidos (excluídos os votos em branco e os nulos). E, não tendo sido atingida a maioria absoluta por nenhum dos candidatos em primeiro turno, haverá a necessidade de segundo turno, concorrendo apenas os dois mais votados no primeiro turno.
Nas últimas eleições vimos a população votando em quem não queria para não correr o risco de que fosse eleito um desafeto, ou em quem tinha mais chance e não em seu preferido. Somando os milhões de eleitores que não compareceram às urnas aos milhões que votaram nos demais candidatos, constatamos um número elevado de eleitores que não se encaixou na polarização entre os dois colocados para o segundo turno, optando pelo voto útil para eleger o que eles entendiam, muitas vezes, ser os menos piores, mesmo com estes carregando altas taxas de rejeição popular.
A cada pleito, fica claro que a população não está satisfeita com isso. Eu também não! No momento em que discutimos a maior e mais impactante reforma político-eleitoral desde a redemocratização, devemos aproveitar para também debater métodos alternativos onde não se desperdicem votos. E para que a escolha do eleitor tenha mais peso no nosso processo democrático.
Já ouviu falar do voto preferencial que é adotado nas eleições provinciais e municipais do Canadá e Nova Zelândia e nas presidenciais da Irlanda? E para a escolha de governador e prefeito, respectivamente no estado de Maine e na cidade de São Francisco, nos Estados Unidos? E que neste ano será usado também na eleição para prefeito de Nova York?
Funciona assim: na urna eletrônica, cada eleitor pode votar em apenas um ou escolher múltiplos candidatos por nível de preferência, numerados do melhor para o pior. Quem receber 50% dos votos é eleito. Porém, se não houver vencedor majoritário, é feita nova contagem, eliminando o candidato menos votado. Os eleitores que colocaram o eliminado em primeiro lugar de suas listas terão suas segundas preferências consideradas. Assim, os candidatos que aparecem na sequência do ranking dos eleitores mantêm suas chances, porque o processo de recontagem continua até que haja um vencedor com mais da metade dos votos.
É como se fosse uma lista de preferências do vestibular, onde a primeira opção é o curso e universidade que você mais quer, sua prioridade, e as outras opções são a garantia de entrar no curso superior, mesmo que não seja a escolha favorita, mas que você cursaria tranquilamente.
Esse sistema de votação preferencial permite alcançar em uma eleição o que o duplo turno consegue em duas, o que significa economia de recursos.
E mais: estimula a participação política e previne as polarizações, já que os todos candidatos irão evitar campanhas negativas para não aumentar o índice de rejeição e trabalharão para subir no ranking dos eleitores de outros partidos. E o voto por convicção não será mais visto como desperdiçado.
Renata Abreu é presidente nacional do Podemos e deputada federal por São Paulo

Congelamento de óvulos é boa opção para casais que desejam adiar a maternidade ou mesmo para mulheres solteiras que querem ser mães

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Trata-se de uma solução cada vez mais buscada nas clínicas de reprodução assistida

Com o objetivo de poder exercer plenamente a maternidade, muitas mulheres preferem adiar a gravidez por conta de projetos profissionais ou mesmo questões financeiras. Entretanto, com  o avançar da idade, o número e a qualidade dos óvulos diminui e as chances de gravidez também. Uma solução cada vez mais buscada nas clínicas de reprodução assistida é o congelamento de óvulos.

Segundo a Dra. Maria Augusta Engler Tamm Toppjian, especialista em reprodução assistida da clínica Huntington Medicina Reprodutiva, não existe idade mínima para o congelamento de óvulos. “Entretanto, se a paciente não tem planos de engravidar antes dos 35 anos, ela deve procurar um médico e iniciar o projeto independentemente da idade”, recomenda a ginecologista.

O primeiro passo para a mulher que deseja fazer o congelamento de óvulos é realizar os exames de avaliação da reserva ovariana, que auxiliam o médico a decidir qual o melhor protocolo para cada paciente. O início do processo, na maioria dos casos, se dá com o início do ciclo menstrual. São feitos exames hormonais no sangue e a ultrassonografia para contagem dos folículos daquele ciclo. “Estando tudo normal, as medicações podem ser começadas”, comenta Dra. Maria Augusta.

O tempo médio de aplicação das medicações é de 10 a 12 dias até a marcação da coleta dos óvulos, que ocorre em torno do décimo quarto dia. O número de óvulos a ser congelado varia de acordo com cada paciente, e até na mesma mulher pode variar de um ciclo para o outro. “O ideal é ter em torno de 15 a 20 óvulos congelados”, estima a médica.

De acordo com a especialista em reprodução assistida, houve um aumento em torno de 40% na procura por congelamento de óvulos na clínica Huntington, muito acima do esperado, segundo Dra. Maria Augusta. “A pandemia fez com que as pessoas ficassem mais tempo em casa e tivessem mais tempo para se cuidar. Muitas deixaram de viajar e as economias foram usadas para esse fim”, avalia. O custo do procedimento hoje está em torno de 15 mil reais com a medicação incluída. Após o processo, a paciente terá uma taxa anual próxima de mil reais para preservação dos óvulos.

Dra. Maria Augusta ainda ressalta que antes de decidir pelo procedimento, as mulheres precisam ter conhecimento sobre o assunto, pois “é algo que traz ainda mais segurança e independência”.

Sobre a Dra. Maria Augusta Tamm Toppjian

A especialista é formada pela Universidade de Ribeirão Preto. Fez residência em Ginecologia e Obstetrícia pelo Hospital Federal da Lagoa / Maternidade Escola – UFRJ. Tem título de especialista em ginecologia e obstetrícia pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO – TEGO/15); também é especialista em Medicina Reprodutiva pela Rede Latino americana de Reprodução Assistida (RedLara); possui capacitação em Reprodução Assistida pela SBRA e é mestranda em Reprodução Assistida pela Universidad de Barcelona. Para mais informações, acesse pelas redes @mariaaugustatamm

Artigo | Os caminhos futuros do dólar

POR STEPHANIE LOUISE LEIN

Há exatamente um mês, no fim de maio, deparávamos com o dólar em um patamar pouco acima da casa dos R$ 5,30. Bastaram 30 dias para que o mercado registrasse uma desvalorização da moeda norte-americana bem próxima dos 7% neste período, abaixo dos 5 reais. Foi o primeiro rompimento dessa margem em um ano.

Os motivos para a pressão negativa sobre o dólar são diversos, a começar pela ata do Comitê de Política Monetária (Copom), que não só voltou a elevar a taxa Selic em 0,75%, fazendo-a saltar de 3,5% para 4,25%, como também sinalizou que a inflação deverá ganhar força nos próximos meses. Estimativas sugerem uma taxa entre 6,5% e 7,5% no fim do ano, mais de três vezes os 2% que perduraram até março.

Na contramão, o Federal Reserve (FED), o banco central dos Estados Unidos, mantém suas medidas de contenção à inflação ante a pandemia, preservando a taxa de juros próxima de zero. E, pelas declarações do presidente do FED, Jerome Powell, há fortes indícios de que não haverá mudanças dessa política até o fim do ano.

Falando em política, acrescente a esses dois cenários, que já convergem contra o dólar, outros dois temperos vindos direto de Brasília: crescem as expectativas em torno da aprovação da reforma administrativa pelo Senado Federal até setembro, e a privatização da Eletrobras já está em contagem regressiva para acontecer.

Diante de tudo isso, a tendência ainda é de queda da moeda americana, ainda que, pelo menos por enquanto, seja discreta a fé dos economistas de que esse movimento se mantenha até o fim de 2021. A média das estimativas, no entanto, já sofreu ajustes: em maio estava em R$ 5,30. Nos primeiros dias de junho, as apostas quanto ao valor com que o dólar fechará o ano já haviam caído para R$ 5,20.

O fato é que a elevação dos juros no Brasil atrai investimentos em Real, como por exemplo, em renda fixa indexada à taxa Selic. Como a redução contínua dos juros nos últimos anos distanciou o investidor desses papéis, houve um esfriamento do mercado conservador que contribuiu para a desvalorização da moeda brasileira. Alguns economistas, aliás, atribuem a elevação do dólar às baixas taxas de juros adotadas pelo Copom.

Como tudo na Economia, há prós e contras no cenário de queda do dólar. O ponto positivo é a retomada de algumas aplicações, maior poder de compra e reaquecimento do turismo. O lado negativo é o aumento da concorrência do produto importado frente ao nacional, redução da competitividade brasileira no cenário estrangeiro e menor atração de capital externo no país.

Qual desses lados vai vigorar? Vai depender das respostas que o próprio mercado oferecerá e também do perfil do investidor. Como o ideal é tentar sempre que possível enxergar o copo meio cheio, diria que há boas oportunidades por trás dessa queda. Só o tempo dirá.

Stephanie Louise Lein é gerente de câmbio na Atrio Investimentos

Coluna do Fluminense | Time sem vergonha

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POR RAIMUNDO RIBEIRO

Essa frase define o time do Fluminense na tarde de hoje em Volta Redonda, enfrentando o Atlhetico Paranaense.
Nos primeiros 20 minutos parece que a história seria diferente.

Fizemos um gol logo no início e o time passeava em campo, criando pelo menos 3 situações para ampliar o marcador e liquidar o jogo.

Mas aí é necessário relembrar que esse time de empresários, dirigido(?) por Mário Bitencourt fora do campo e Roger Machado dentro, não tem ambição de fazer gols bastando tentar lembrar qual foi a última goleada que o Fluminense aplicou em qualquer adversário.

A essa falta de vontade de fazer gols, se junta o vício da covardia que faz o time recuar e oferecer a iniciativa do jogo ao adversário, seja ele quem for.

Talvez isso explique o complexo de vira-latas que há 50 anos o saudoso Nelson Rodrigues se referia.

Ainda no primeiro tempo o Atlhetico empatou com Richard, o mesmo Richard que num passado recente desfilava suas limitações no nosso meio campo.

Deu um drible na pequena área em Nino, que até agora deve estar tentando colocar a espinha no lugar e Marcos Felipe frangou.

No segundo tempo parecia que só o Atlhetico tinha voltado, pois foi um baile em que o adversário dançava todos os ritmos e nosso time assistia a banda passar.

4×1 foi pouco para o que o Atlhetico fez e o Fluminense não fez.

Seria covardia falar da catastrófica atuação de TODOS os jogadores, pois a culpa não é deles mas de quem os contrata e de quem escala, mas em termos coletivos vale lembrar que enquanto todos os times marcam em cima do adversário, o que força o erro e não permite que se organize jogadas perigosas, nosso time deixa o adversário dominar a bola, pensar o que fazer e pior, isso dentro do nosso campo, próximo do nosso gol.

Além disso, não tem uma jogada de contra ataque apesar de ter jogadores velozes.

Enfim, o futuro parece sombrio, mas vamos torcer que até domingo o Roger assuma como treinador, escale um time que saiba marcar e atacar durante toda a partida e, no domingo possamos enfrentar e ganhar o FlaxFlu em São Paulo.
É isso mesmo, SP. Bem-vindos ao futebol brasileiro.

Bora Fluzão 🇧🇬🇧🇬🇧🇬

Raimundo Ribeiro é apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

Governo Ibaneis amplia vacinação para pessoas com 46 e 47 anos

Serão recebidas 31 mil doses da AstraZeneca para primeira dose e 25.740 da vacina Pfizer/BioNTech, também para primeira dose| Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde

Agendamento começa às 17h desta quarta-feira (30), para quem tem 47 anos, e abrirá na quinta (1º/7), às 14h, para quem tem 46

A Secretaria de Saúde abre, às 17h desta quarta-feira (30), agendamento da vacinação contra covid-19 para pessoas entre 47 e 59 anos. Quem está nesta faixa etária pode acessar o site vacina.saude.df.gov.br e agendar dia, horário e local para ser atendido. São 56 pontos de vacinação em todo o Distrito Federal com atendimento para pedestres e no modelo drive-thru.

Já nesta quinta-feira (1º/7), às 14h, será aberto agendamento para quem tem entre 46 e 59 anos. O avanço na vacinação por faixas etárias será possível com a previsão de entrega de 56,7 mil doses das vacinas AstraZeneca e Pfizer/BioNTech, que devem chegar à capital federal na noite desta quarta.

A vacinação para quem tem a partir de 47 anos começa na quinta-feira (1º/7). Já para quem tem 46 começará na sexta-feira (2/7).

Nova remessa

A distribuição dessa nova remessa ocorrerá da seguinte maneira: 46,5 mil vacinas para complementar as vagas para a faixa etária de 47 e 46 anos e gestantes e puérperas sem comorbidades; 6 mil vacinas para continuação dos professores da rede privada e 2.185 doses para os profissionais das Forças Armadas. Os professores da rede pública continuarão a ser imunizados com vacinas da farmacêutica Janssen tão logo a nova remessa chegue ao Distrito Federal, o que está previsto para o início da próxima semana.

Ao todo, serão recebidas 31 mil doses da AstraZeneca para primeira dose e 25.740 da vacina Pfizer/BioNTech, também para primeira dose.