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Com a recuperação de R$ 1,1 bi, GDF avança em obras, benefícios e geração de empregos

Demanda antiga da população, o Túnel de Taguatinga terá 1.010 metros de extensão e vai reduzir o trânsito na região | Foto: Paulo H. Carvalho/Arquivo-Agência Brasília

Governo do Distrito Federal destravou recursos locais e federais quase perdidos para construção de creches, viadutos e unidades de saúde. Conheça os projetos

Para tirar uma obra do papel, não basta ter só dinheiro. Também é necessário um projeto bem-estruturado. O Túnel de Taguatinga, o Complexo Viário Joaquim Domingos Roriz e o Hospital Oncológico Doutor Jofran Frejat, por exemplo, ficaram engavetados por anos, reféns de decisões judiciais.

O Governo do Distrito Federal (GDF) aceitou o desafio e, após intensas negociações, destravou R$ 1,1 bilhão, entre recursos locais e federais, para executar obras que estavam paradas há pelo menos quatro anos. Além de atender as necessidades da população, essas construções vão gerar mais de 9 mil oportunidades de emprego.

“O governador Ibaneis Rocha tem essa visão macro que eu costumo chamar de farol alto”José Humberto Pires, secretário de Governo

O secretário de Governo, José Humberto Pires, lembra que, ainda no período de transição de governo, foi montado um grupo de trabalho para a recuperação de investimentos e projetos. “O governador Ibaneis Rocha tem essa visão macro que eu costumo chamar de farol alto. Ele tem essa capacidade de olhar além do que está vivendo, pensando no futuro, e passa isso para sua equipe. Isso faz toda a diferença”, destaca.

Com investimento de R$ 550 milhões, o chamado Corredor Eixo Oeste é outro exemplo. O pacote de obras faz uma conexão de aproximadamente 30 km de extensão entre o Sol Nascente/Pôr do Sol e o Plano Piloto, passando pelas avenidas Hélio Prates e Comercial Norte, centro de Taguatinga e Estrada Parque Taguatinga (EPTG) – que se desmembra na Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) e na Estrada Setor Policial Militar (ESPM).

“Em dois anos e meio de governo, executamos e contratamos obras em torno de R$ 500 milhões”Luciano Carvalho, secretário de Obras

O projeto abrange a construção do Túnel de Taguatinga, as duas etapas da reforma da Avenida Hélio Prates, o Viaduto Luiz Carlos Botelho (na Epig) e as reformas da Epig e da ESPM – esta última também conta com a construção de dois viadutos. Já foram executados a pavimentação da rodovia VC-311, no Sol Nascente/Pôr do Sol, e o alargamento do viaduto da EPTG com a Estrada Parque Contorno (EPCT).

“Quando assumimos, apenas R$ 18 milhões estavam executados. Em dois anos e meio de governo, executamos e contratamos obras em torno de R$ 500 milhões”, lembra o secretário de Obras e Infraestrutura, Luciano Carvalho. “O objetivo principal desse projeto é a mobilidade urbana. Serão corredores exclusivos de ônibus e viadutos nos locais onde há engarrafamentos enormes.”

De acordo com o diretor-geral do DER, Fauzi Nacfur, para concluir o Complexo Viário Joaquim Roriz, foi preciso viabilizar os desembolsos do BNDES e do Banco do Brasil | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Arquivo-Agência Brasília

Uma das maiores obras viárias já feitas na história da capital foi inaugurada recentemente, ao custo de R$ 220 milhões: o Complexo Viário Governador Joaquim Roriz, que compreende o Trevo de Triagem Norte (TTN) e a Ligação Torto-Colorado (LTC). Melhorar a mobilidade de 100 mil motoristas que trafegam pela Saída Norte diariamente não seria possível se o governo local não tivesse colocado a obra como uma das prioridades. Com o trabalho integrado do GDF, foi possível agilizar os serviços, que estavam em ritmo lento há anos.

“Precisava de gestão, de programação e resolução de questões ambientais”, avalia o diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER), Fauzi Nacfur. “Conseguimos viabilizar o desembolso de recursos do BNDES [Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social] e do Banco do Brasil de forma mais rápida para concluir os serviços. São 23 viadutos, quatro pontes, 28 quilômetros de asfalto e 14 de ciclovia, que juntos reduzem cerca de 55% de tempo nas viagens.”

A Praça dos Direitos do Itapoã também é outro exemplo. Os serviços começaram em 2013, mas foram interrompidos em 2015 por problemas nos contratos. O espaço de 7.511,86 mpossui uma quadra poliesportiva coberta, um campo de futebol, vestiários femininos e masculinos, sala multiuso, pista de caminhada e corrida, beneficiando 70 mil pessoas. “O projeto foi recuperado, com foco em acessibilidade. É um local que causa grande impacto de crianças a idosos”, ressalta Luciano Carvalho.

R$ 100 milhõesÉ o valor investido na construção do Hospital Oncológico Doutor Jofran Frejat

Saúde e educação

Ao mesmo tempo que o GDF destrava projetos, ele investe em saúde e educação. Após uma longa batalha judicial e negociação por parte do poder Executivo local, as obras de construção do Hospital Oncológico Doutor Jofran Frejat começaram em junho deste ano. A unidade é a primeira da especialidade no DF e vai transformar a capital em referência para todo o Centro-Oeste. O investimento é de cerca de R$ 100 milhões.

Na avaliação do secretário de Governo, José Humberto Pires, o investimento desse projeto foi um dos mais difíceis de se recuperar. “Os recursos estavam praticamente perdidos, mas graças ao trabalho integrado do governador Ibaneis Rocha com sua equipe, conseguimos destravar a obra junto ao governo federal e à Caixa Econômica Federal (CEF) e retornar o montante para os cofres públicos”, comemora.

A obra da Praça dos Direitos começou em 2013 e foi suspensa. Construção foi retomada e concluída nesta gestão | Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília

A unidade será erguida em um terreno de 41 mil m2, doa quais 31 mil m2 serão de área construída. O hospital terá 172 leitos disponíveis, sendo 20 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 152 de internação. A unidade contará ainda com consultórios multidisciplinares, alas para tratamento de quimioterapia, radioterapia, medicina nuclear, endoscopia e salas de cirurgia conjugadas, além de exames de imagem como mamografia, ultrassom e raios-X. Pela projeção da Secretaria de Saúde, o Hospital Oncológico de Brasília terá capacidade de oferecer até nove mil atendimentos por ano.

Já na área da educação, a recuperação de recursos vai desde a primeira infância até o ensino técnico. Em 2019, foram resgatados R$ 42 milhões para investir na construção de creches. O recurso, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), estava parado desde 2012 por falta de projetos. Agora, porém, cinco unidades já estão em fase de construção em Ceilândia, Gama, Planaltina, Recanto das Emas e Sol Nascente/Pôr do Sol. Outras estão em fase de complementação de projetos e licitação.

A Escola Técnica de Brazlândia também foi construída com recursos recuperados e tem capacidade para 2 mil alunos | Foto: Joel Rodrigues/Arquivo-Agência Brasília

Para atender 630 crianças, o governo entregou também o Centro de Ensino Fundamental (CEF) 01 da Vila Planalto. Foram mais de 30 anos de espera para que os alunos ganhassem um colégio totalmente reformado. Em Brazlândia, jovens e adultos receberam uma escola técnica este ano, também construída com recursos recuperados. A unidade tem capacidade para atender cerca de dois mil estudantes nos mais variados cursos. O GDF vai entregar ainda mais uma escola técnica em Santa Maria e duas escolas em Ceilândia e no Gama.

Segurança

Dentro da política de valorização das forças de segurança pública, o Distrito Federal vai ganhar um dos maiores institutos de medicina legal (IMLs) da América Latina, ao custo de cerca de R$ 34,8 milhões. A unidade atual, dentro do Parque da Cidade, foi construída em 1964 e está com a estrutura defasada para a demanda da capital.

O novo projeto, que será erguido dentro do Complexo da Polícia Civil (SPO SUL, Lote 23, Conjunto A), terá mais de 11,8 mil mde área construída e vai oferecer serviços essenciais, como cartório de registros públicos, assistência social e central de captação de órgãos. A nova estrutura é mais de três vezes maior que a atual.

Coluna do Fluminense | Obrigação parcialmente cumprida

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POR RAIMUNDO RIBEIRO

Fluminense recebeu o Criciúma precisando vencer com pelo menos dois gols de diferença para avançar na Copa do Brasil e receber R$ 3.450,000,00, já que tinha conseguido perder em Criciúma por 2×1. É isso mesmo: com R$ 3.450.000,00 e a continuidade na Copa do Brasil, o Fluminense conseguiu perder o primeiro jogo para um time da 3ª Divisão.

Começou bem e logo encontrou um gol, numa cabeçada de Manoel.

Após, passou o primeiro tempo marcando errado, não conseguindo se impor e para variar, Egídio tentou entregar o jogo pelo menos duas vezes, mas não conseguiu.

No segundo tempo, com o placar ainda desfavorável, levava a decisão para pênaltis, inexplicavelmente o Fluminense deu espaço ao Criciúma que pressionou por 5 minutos.

Aí o Fluminense fez o segundo gol e 2 minutos depois fez 3×0.

Com 10 minutos do segundo tempo, fatura liquidada, bastava tocar com objetividade e aguardar os espaços que naturalmente o Criciúma daria em busca desesperada para diminuir o placar.

Mas apesar do óbvio, o Fluminense repetiu os costumeiros erros e recuou chamando o Criciúma para nosso campo.

Só aos 28 minutos, Roger trocou Fred por Abel, Biel por Kayke, Nenê por Ganso (?) e Luiz Henrique por Lucca (??), fazendo com que o Fluminense voltasse a frequentar o campo de ataque com Ganso perdendo um gol feito.

A falta de ambição do time aliado a ruindade do juiz que expulsou erradamente Manoel aos 41 minutos, recolocou o Criciúma no jogo, mas o time conseguiu suportar os ministros finais.

Uma Vitória que classifica com folga mas não convenceu.

Ganhar e classificar era obrigação, mas não cumpriu a obrigação de atuar de modo convincente porque o teimoso Roger insiste em cometer velhos erros.

Agora é rezar que Roger deixe de teimar, corrija os erros escandalosamente claros e vençamos de modo convincente o Cerro na próxima terça-feira.

Bora FLUZÃO🇧🇬🇧🇬🇧🇬

Raimundo Ribeiro é apaixonado por futebol e,naturalmente tricolor

Brasil vence Egito e vai à semifinal do futebol masculino olímpico

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(Foto Lucas Figueiredo/CBF)

Seleção decide vaga na final com México, que goleou a Coreia do Sul

O Brasil avançou à semifinal do torneio de futebol masculino da Olimpíada de Tóquio (Japão). Neste sábado (31), a seleção comandada por André Jardine derrotou o Egito por 1 a 0 no estádio de Saitama pelas quartas de final.

Na próxima terça-feira (3), os brasileiros decidem vaga na final contra o México, às 5h (horário de Brasília), no estádio de Kashima. Os mexicanos se classificaram ao golearam a Coreia do Sul por 5 a 2 na prorrogação, no estádio de Yokohama. No mesmo dia, às 8h, Japão e Espanha disputam a outra semifinal em Saitama.

Os brasileiros dominaram as ações ofensivas desde os primeiros minutos, apesar da boa marcação egípcia e da falta de pontaria. A insistência foi premiada aos 36 minutos. Richarlison avançou na esquerda e cruzou rasteiro para o também atacante Matheus Cunha, no meio da área, dominar e bater no canto do goleiro Mohamed El-Shenawy. Aos 45, o volante Douglas Luiz quase aumentou em cobrança de falta.

A pressão seguiu no segundo tempo, mas os erros de conclusão impediram que o Brasil ampliasse a fatura. A notícia preocupante ficou por conta da lesão de Matheus Cunha, que sentiu uma dor muscular na perna esquerda logo no início da etapa final e teve que ser substituído pelo atacante Paulinho.

Também na terça, às 8h, Japão e Espanha fazem a outra semifinal em Saitama. Neste sábado, os japoneses venceram a Nova Zelândia por 4 a 2 nos pênaltis, após empate sem gols no tempo normal em Kashima. Os espanhóis golearam a Costa do Marfim por 5 a 2 na prorrogação. A final olímpica será no próximo sábado (7), às 8h30, em Yokohama.

Em virada histórica, Stefani e Pigossi ganham bronze inédito no tênis

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As atletas Luisa Stefani e Laura Pigossi após a conquista da medalha de Bronze inédita. Foto:Rafael Bello/COB

Dupla feminina salva quatro match points para vencer parceria russa

As tenistas Luisa Stefani e Laura Pigossi fizeram história na Olimpíada de Tóquio (Japão). Neste sábado (31), as paulistas conquistaram a medalha de bronze das duplas femininas ao derrotarem Elena Vesnina e Veronika Kudermetova, do Comitê Olímpico Russo, por 2 sets a 1, com parciais de 4/6, 6/4 e 11.

É a primeira vez que o Brasil será representado no pódio olímpico do tênis. Nos Jogos de Atlanta (Estados Unidos), em 1996, Fernando Meligeni chegou à disputa do bronze, mas ficou na quarta posição. A medalha será entregue neste domingo (1º), após a decisão do ouro entre as tchecas Barbora Krejcíkova e Katerina Siniakova e as suíças Viktorija Golubic e Belinda Bencic, as algozes de Stefani e Pigossi na semifinal, em horário a ser definido.

As brasileiras tiveram a participação confirmada na Olimpíada faltando uma semana para o início, após várias desistências. Elas estrearam superando Gabriela Dabrowskim e Sharon Fichman, do Canadá, na primeira rodada. Em seguida, passaram pelas tchecas Karolina Pliskova e Marketa Vondrousova, de virada. Nas quartas, surpreenderam (também de virada) as favoritas Bethanie Mattek-Sands e Jessica Pegula, dos EUA, até a queda na semifinal para Golubic e Bencic.

“Não caiu a ficha do quanto é importante para gente essa medalha. Entramos aos 45 do segundo tempo na Olimpíada e só queríamos representar o Brasil da melhor maneira. Acreditem meninas, acreditem, sempre. Sonhem e trabalhem duro cada dia que vocês podem conquistar, é o meu recado. Escutei uma frase e escrevi no meu caderno antes de vir pra cá: ‘jogue pelo amor e não pelo resultado’. E foi assim, estamos muito felizes de trazer essa medalha para casa, para o tênis brasileiro”, celebrou Stefani, após o jogo, em comunicado à imprensa.

A partida contra Vesnina e Kudermetova foi de superação a todo instante. Stefani e Pigossi viram as russas abrirem 4 a 1, buscaram o empate, mas cederam uma quebra de serviço e perderam o primeiro set por 6/4. Na parcial seguinte, o cenário se inverteu, com as brasileiras fazendo 2 a 0 e administrando a vantagem para fecharem o set, também em 6/4.

A medalha seria decidida no match tie-break (melhor de dez pontos, em que os tenistas se alternam no serviço a cada dois saques). As russas começaram melhor e abriram 9 a 5 no placar, com quatro chances de fechar a partida. As brasileiras não desistiram, salvaram os match points, viraram o marcador e venceram o jogo após um erro de devolução das rivais.

A conquista de Stefani e Pigossi foi celebrada em publicações de Bruno Soares e Marcelo Melo – que também integram a seleção brasileira de tênis em Tóquio – no Instagram.

 

Além deles, o ex-tenista Gustavo Kuerten, o Guga, ex-número um do mundo, também comemorou o feito da dupla feminina brasileira pelas redes sociais.

Posso doar sangue após tomar a vacina contra a Covid-19?

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Período varia de acordo com o tipo de tecnologia utilizada no imunizante e pode chegar a sete dias

É permitido doar sangue logo após tomar a vacina contra a Covid-19? De acordo com a Nota Técnica nº 12 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o período de inaptidão varia de acordo com o tipo de vacina.

  • Candidatos à doação de sangue que receberam vacinas de vírus inativado ou fragmento proteico sintético, como é o caso da Coronavac, devem aguardar 48 horas para fazer a doação.
  • Candidatos que receberam vacinas que utilizam vetores virais recombinantes não replicantes, como AstraZeneca/Butantan, Janssen e Sputnik V, devem aguardar sete dias para fazer a doação de sangue.
  • Candidatos à doação que receberam vacinas que utilizam RNA mensageiro ou DNA, como o imunizante da Pfizer, permanecem inaptos à doação de sangue por sete dias após a aplicação da vacina.

O pesquisador da Fiocruz Brasília, Sergio Nishioka, explica que essas recomendações são feitas por precaução. “Teoricamente, se uma pessoa doar sangue depois de vacinado, pode ter algum componente da vacina circulando, e quem receber a transfusão do sangue doado por ela pode desenvolver uma reação adversa.”

Sergio ressalta que o candidato à doação de sangue que não souber informar de maneira segura sobre o tipo de vacina que recebeu – portanto, não sendo possível identificar a tecnologia utilizada no imunizante – permanece inapto a doar pelo período de sete dias após a aplicação.

No caso de vacinas que necessitam de duas doses para garantir total imunidade, o intervalo de inaptidão para doar sangue está relacionado a cada uma das aplicações.

Recomendações

Para doar sangue é necessário ter entre 16 e 69 anos, sendo que menores de idade precisam da autorização de um responsável legal; pesar mais de 50 quilos e estar em boas condições de saúde.

No caso de doador que faz uso de medicações ou possui alguma doença, é importante verificar no site do hemocentro ou comparecer na triagem clínica para conferir se a condição é impedimento temporário ou definitivo para a doação.

A chefe da Seção do Ciclo do Doador da Fundação Hemocentro de Brasília, Anne Ferreira, dá algumas orientações pré e pós doação.

“Antes de realizar a doação de sangue é importante que o doador durma bem na noite anterior e beba bastante água. A doação de sangue não deve ser feita em jejum, então é importante que o doador se alimente evitando alimentos gordurosos, como leite e seus derivados e frituras. Após a doação, o doador recebe o atestado de doação justamente para que possa ficar em repouso, sem fazer atividade física por pelo menos doze horas após a doação.”

“Não se deve ingerir bebida alcoólica durante doze horas após a doação. Também se recomenda evitar o cigarro nas duas horas seguintes à doação, da mesma forma deve-se evitar o cigarro duas horas antes. Além disso, é importante beber bastante água para repor todo líquido que foi perdido durante a doação de sangue”, acrescenta.

Anne Ferreira destaca que a doação de sangue é um processo seguro. “Todos os materiais são estéreis e descartáveis. Com relação ao coronavírus, reforçamos que todos os hemocentros se adaptaram para poder oferecer um ambiente o mais seguro possível. É importante destacar que essa segurança depende também das ações de cada doador, de usar máscara e utilizar o álcool em gel.”

Vidas Salvas

O volume médio de sangue coletado em uma doação é de 500 ml, sendo 50 ml usados para exames laboratoriais. Esse volume pode salvar até quatro vidas, conforme explica o diretor do Serviço de Coleta do Hemocentro da Universidade de Campinas (Unicamp), Vagner de Castro.

“Uma doação de sangue pode salvar de três a quatro vidas de pessoas com problemas distintos. Os glóbulos vermelhos servem para o paciente que tem anemia; as plaquetas que servem para quem tem problema de coagulação; o plasma fresco congelado que também serve para paciente que tem problema de coagulação. E do plasma, obtemos o crioprecipitado, que também são proteínas da coagulação.”

Roberto Carvalho Monteiro, brasiliense de 27 anos, foi uma das vidas salvas por um doador de sangue, quando ainda tinha sete meses de idade e contraiu meningite bacteriana.

“Fui internado e passei uma semana em coma. Como meu quadro não estava melhorando, os médicos resolveram fazer uma transfusão de sangue em mim. Ocorreu tudo bem e depois da transfusão eu comecei a ter uma melhora visível. Hoje em dia eu não tenho quase nenhuma sequela de meningite, mas eu sobrevivi e estou vivo até hoje graças à transfusão de sangue”, conta.

Roberto foi salvo por um doador de sangue como a Lorena Magalhães Dutra, analista de marketing, também moradora de Brasília. Doadora assídua, ela conta a experiência de doar um pouco de si pelo próximo.

“Eu sou doadora desde que completei dezoito anos. Como meu sangue é O+, o Hemocentro de Brasília sempre me liga quando completa os três meses [da última doação]. É um procedimento muito tranquilo, não demora. Você chega, faz a triagem e logo em seguida faz a doação. Não dói; comparando com o benefício que está levando para pessoas que precisam de transfusão de sangue, é uma picadinha”, relata.

“Todos os tipos sanguíneos são importantes, mas o mais importante é que as doações sejam regulares justamente para poder manter os hemocentros sempre abastecidos e que não falte para ninguém”, reforça Anne Ferreira.

Covid-19 e Doação

Para pessoas com sintomas gripais ou que tiveram contato com alguém que testou positivo para Covid-19, a orientação é aguardar 14 dias após o último sintoma ou contato para fazer a doação de sangue.

“Se a pessoa já teve o diagnóstico clínico ou laboratorial de Covid-19, ela será considerada inapta [a doar sangue] por um período de 30 dias após a completa recuperação da doença. Essas recomendações têm como base o princípio da precaução, pois ainda não há comprovação de transmissão do novo coronavírus por transfusão de sangue; e o risco de isso acontecer é considerado mínimo”, esclarece o pesquisador da Fiocruz, Sérgio Nishioka.

Fonte: Brasil 61

Já fez teste para hepatite? Previna-se contra esse mal

Na UBS 6 do Gama, ação desenvolvida dentro da programação do Julho Amarelo resultou em 106 testagens em um dia | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Saúde-DF

Rede Pública de Saúde do DF oferece à população exames diagnósticos e tratamentos. Vacina para algumas variações da doença também estão disponíveis

Doenças silenciosas em que os sintomas e sinais pouco aparecem. As hepatites virais podem levar à morte caso não sejam tratadas com antecedência. E para detectar qualquer uma delas, é necessária a realização de um simples teste rápido, oferecido na rede pública de saúde.

No Brasil, são transmitidas mais comumente pelos vírus A, B, C ou D. Todavia, as três últimas são as mais frequentes. No Distrito Federal, as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) oferecem os exames de diagnóstico e encaminham o tratamento.

Na UBS 6 do Gama, o amarelo (símbolo do combate à doença) tomou conta do posto de atendimento com balões e banners sobre a enfermidade. Conversas individualizadas dos agentes de saúde com usuários alertavam sobre as formas de contágio, como nas relações sexuais. O retorno, bem positivo: 106 testagens em um dia.

“Em julho, reforçamos as ações de vigilância, controle e prevenção da doença. E, com o auxílio do teste rápido, podemos detectar e cuidar do paciente na rede do SUS”Gisele Nunes, gerente das Áreas Programadas da Região de Saúde Sul

Já em Santa Maria, a receptividade na UBS 1 também agradou. Ao longo da semana passada, foram realizadas palestras e distribuídos folders de orientação. Em apenas um dia, 91 pessoas foram testadas. Populares, que passavam pela unidade para outros tratamentos saíam do posto orientados sobre as hepatites virais.

“Em julho, reforçamos as ações de vigilância, controle e prevenção dos vários tipos da doença. É uma forma de educar. E, com o auxílio do teste rápido, podemos detectar e cuidar do paciente na rede do SUS”, explica a gerente das Áreas Programadas da Região de Saúde Sul, Gisele Nunes. O Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), na Rodoviária do Plano Piloto, também realiza os exames.

Tipos mais comuns no DF

Entre 2016 e 2020, a Secretaria de Saúde contabilizou 2.290 casos confirmados de hepatites virais no DF. Desse total, as mais comuns na capital são as do tipo B e C. Foram 877 (38,3%) casos de hepatite B e 1.410 (61,6%) da modalidade C. Já a D, apresentou apenas três casos.

“A hepatite é ‘silenciosa’ e dificilmente se manifesta. Às vezes provoca um mal-estar, enjoo ou icterícia (pele amarela causada pelo acúmulo de bilirrubina no sangue)”, informa a gerente de Vigilância de Infecções Sexualmente Transmissíveis, Beatriz Maciel.

“Dessa forma, é muito importante o diagnóstico precoce para se buscar a cura”, explica a especialista. Já desenvolvida, a enfermidade ataca o fígado, podendo levar, em alguns casos, à cirrose ou ao câncer desse órgão.

Transmissão pelo sangue

A principal forma de transmissão das hepatites B, C e D é por meio do contato com sangue e hemoderivados. Podem também ser transmitidas por contato sexual e da mãe infectada para o recém-nascido (durante o parto ou no período perinatal).

“A vacina já é universal e disponível no SUS para todas as idades. É muito importante que as pessoas imprimam o seu calendário vacinal e façam a imunização disponível aqui nas unidades no DF”Beatriz Maciel, gerente de Vigilância de Infecções Sexualmente Transmissíveis

A infecção acontece, ainda, via compartilhamento de objetos contaminados, bem como em procedimentos cirúrgicos, odontológicos e endoscopia, quando não estão devidamente esterilizados. A transmissão da hepatite A se dá por meio do contato das fezes com a boca (fecal-oral).

Vacina é um bom caminho

Já existe vacina na rede para essa doença infecciosa. Aplicada há muito tempo em crianças e recém-nascidos, ela nem sempre é lembrada pelo público adulto. Os tipos A e B podem ser prevenidos por meio da imunização e, inclusive, a dose está prevista no calendário nacional de imunização.

“A vacina já é universal e disponível no SUS, para todas as idades, desde 2016. É muito importante que as pessoas imprimam o seu calendário vacinal e façam a imunização disponível aqui nas unidades no DF”, recomenda Beatriz Maciel.

Prevenção e tratamento

Para evitar a hepatite A, é recomendado lavar as mãos com água e sabão após ir ao banheiro ou trocar fraldas e antes de cozinhar ou comer. Também é indicado o uso de água tratada e higienização adequada dos alimentos. Já o tratamento desse tipo se resume a repouso e cuidados com a dieta do paciente.

As hepatites B e C podem ser prevenidas evitando-se o contato com o sangue contaminado, razão pela qual é recomendado usar preservativos nas relações sexuais; exigir materiais esterilizados ou descartáveis e não compartilhar itens, equipamentos ou utensílios de uso pessoal.

A hepatite B não possui cura, mas seu tratamento é feito com medicamentos específicos (alfapeginterferona, tenofovir e entecavir), com o objetivo de reduzir o risco de progressão da doença e suas complicações, especialmente a cirrose e o câncer de fígado.

No caso da hepatite C, a intervenção terapêutica é feita com os chamados antivirais de ação direta (DAA), administrados, geralmente, por 8 ou 12 semanas.

Distrito Federal vai receber mais de 200 mil doses de vacina neste sábado

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O DF já vacinou 1,3 milhão de pessoas com a primeira dose e mais de 560 mil com a segunda dose – ou dose única – do imunizante contra a covid-19 | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

Remessa é a maior enviada pelo Ministério da Saúde, em um mesmo dia, desde o início da campanha de vacinação

O Distrito Federal deverá receber 208.120 doses de vacina neste sábado (31), o maior número de doses enviadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, em um mesmo dia, desde o início da campanha de vacinação contra a covid-19.

Com este quantitativo, o Governo do Distrito Federal (GDF) pretende iniciar a vacinação das pessoas acima dos 30 anos, prevista para começar na próxima terça-feira (3/8), sem agendamento. Mais detalhes sobre o processo de vacinação serão definidos pelo Comitê Gestor de Operacionalização da Vacinação contra a covid-19 e divulgados à população.

De acordo com o compromisso confirmado pelo Ministério da Saúde serão enviadas 159.120 doses da Pfizer, todas destinadas para aplicação em primeira dose, e 49 mil da CoronaVac, para primeira dose, segunda dose e perda técnica. O quantitativo já inclui doses destinadas para reserva técnica.

Mutirão

Até o momento, o DF já vacinou 1,3 milhão de pessoas com a primeira dose e mais de 560 mil com a segunda dose – ou dose única – do imunizante contra a covid-19. No último fim de semana, após a pasta anunciar a vacinação por livre demanda e promover um mutirão de vacinação, foram aplicadas 138.807 doses em três dias, o que reforça a capacidade técnica e logística do DF em promover a vacinação em massa.

Armazenamento

Após o recebimento, as doses serão armazenadas e aclimatadas na Rede de Frio Central, onde serão contabilizadas, conferidas e distribuídas para as Regiões de Saúde. O local conta com uma capacidade de armazenamento de até 600 mil doses de imunobiológicos por mês, podendo chegar até um milhão de doses armazenadas nos meses de campanha.

Sua estrutura é composta de câmara frigorífica, câmaras frias verticais, freezers – sendo um de ultrabaixa temperatura –, aparelhos de ar-condicionado e gerador.

Mega-Sena pode pagar R$ 38 milhões neste sábado

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As apostas podem ser feitas até as 19h

A Mega-Sena pode pagar R$ 38 milhões neste sábado (31) ao apostador que acertar as seis dezenas do concurso 2.395. O sorteio será realizado a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo (SP), com transmissão ao vivo pelas redes sociais (perfil @LoteriasCAIXAOficial no Facebook) e pelo canal da Caixa no Youtube.

As apostas podem ser feitas até as 19h de hoje em qualquer lotérica do país, no portal Loterias Caixa e no app Loterias Caixa (disponível para Android e iOS). Clientes do banco também tem a opção de apostar por meio do Internet Banking Caixa.

O valor de uma aposta simples (6 dezenas) na Mega-Sena é de R$ 4,50.

Por se tratar de um concurso com final 5, o prêmio recebe ainda um adicional, conforme regra da modalidade.

Governador Ibaneis inaugura 1º terminal rodoviário de Santa Maria

Estrutura beneficia 120 mil pessoas e contou com investimento de R$ 4,8 milhões; comunidade também ganha uma frota de 75 novos ônibus

Os 120 mil habitantes de Santa Maria comemoram nesta sexta-feira (30) a entrega do primeiro terminal de ônibus da cidade, uma demanda aguardada há quase 30 anos. Localizado na Quadra 401, o espaço recebeu investimentos na ordem de R$ 4,8 milhões e gerou mais de 150 empregos. A cerimônia de inauguração do ponto de ônibus contou com a presença do governador Ibaneis Rocha, secretários, parlamentares e gestores do governo.

A rodoviária local será ponto de partida de linhas de ônibus circulares e linhas alimentadoras do BRT. A estrutura também poderá ser utilizada para fazer a integração com as linhas do semiurbano do Entorno do DF | Foto: Tony Oliveira / Agência Brasília

O Terminal Rodoviário de Santa Maria ocupa 2,5 mil metros quadrados dos 16 mil metros quadrados do terreno onde foi erguido. Ele tem dez boxes para embarque e desembarque de passageiros, 53 baias de ônibus e um estacionamento com capacidade para 60 veículos e 25 motocicletas, além de bicicletário e paraciclo.

Santa Maria ainda vai receber um frota nova de 75 ônibus

A estrutura ainda dispõe de banheiro com acessibilidade e lanchonete. Tudo que a população precisa para pegar o transporte público com conforto e comodidade. O governador Ibaneis Rocha destacou que a cidade recebeu em seu governo um investimento de R$ 130 milhões para melhorar a qualidade de vida na cidade.

“Quem merece nosso trabalho é o povo. É o povo que está aqui e vai usufruir desse terminal, que vai usufruir das escolas que nós reformamos. Mas há muito a se fazer e nós vamos fazer porque Santa Maria merece muito mais”, afirmou o governador Ibaneis Rocha durante a entrega do terminal.

A rodoviária local será ponto de partida de linhas de ônibus circulares e linhas alimentadoras do BRT. A estrutura também poderá ser utilizada para fazer a integração com as linhas do semiurbano do Entorno do DF. O secretário de Transporte Mobilidade (Semob), Valter Casimiro, disse que “é uma satisfação dar um pouco mais de conforto a quem utiliza o transporte público em Santa Maria”. Segundo ele, a cidade ainda vai receber um frota nova de 75 ônibus zero quilômetro.

O GDF já entregou um novo terminal em Sobradinho e iniciou as obras dos terminais do Varjão e do Itapoã

Líder comunitário de Santa Maria, Natan Rodrigues elogiou a entrega. “Foram 30 anos de espera e muitos anos de poeira e lama. A inauguração hoje desse terminal é muito importante para nós”, agradeceu.

Presente na cerimônia, a ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, lembrou de visitar a cidade com Ibaneis Rocha e a promessa de tirar a obra do papel. “Passei aqui em 2018 com o senhor e disse que nós ainda iríamos ver o terminal construído. Dois anos e meio depois estamos aqui graças ao empenho e ao esforço concentrado do governo junto da Câmara Legislativa”, recordou.

Ainda segundo a parlamentar, “a política quando feita de consenso, de ponte, de união e aproximação faz com que a população ganhe”.

Em sua fala, a deputada distrital Jaqueline Silva também elogiou o empenho do governo. “Hoje é um marco na história de Santa Maria. Ibaneis Rocha não está entregando um terminal, ele está entregando o melhor terminal rodoviário. Nós não tínhamos nem a área resolvida e nesse governo resolveram a questão da área, do projeto e da obra do terminal. É uma conquista para a comunidade”.

 

Mais entregas

A atual gestão já entregou um novo terminal em Sobradinho e iniciou as obras dos terminais do Varjão e do Itapoã. Ainda dentro do campo da mobilidade em Santa Maria, o GDF entregou, em janeiro de 2021, a pavimentação de 4,5 km na Vicinal 371, via que liga a DF-290 à BR-040/050 e beneficia diariamente mais de 30 mil motoristas.

Terminal Rodoviário de Santa Maria

• Localização: Quadra 401, lote 4, conjunto A – Santa Maria/DF

• 120 mil moradores beneficiados

• Mais de 150 empregos criados

• Investimento de R$ 4,8 milhões.

• Terreno de 16.015,43 m²

• Ponto de controle (partidas e chegadas) de 14 linhas de ônibus de ligação e circulares que alimentam o BRT de Santa Maria e atendem ao deslocamento interno da cidade.

• Pelo local passam 89 veículos que realizam 435 viagens em dias úteis, 318 aos sábados e 193 aos domingos.

• Estrutura

10 boxes para embarque e desembarque
53 vagas de ônibus
60 vagas estacionamentos para carros
25 vagas de estacionamentos para motos
Bicicletário
Banheiros com acessibilidade

Adasa doa eletrônicos para rede pública de ensino

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Com o objetivo de contribuir com a inclusão digital de crianças e adolescentes, a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) realizou, nesta sexta-feira (30/7), doação de equipamentos eletrônicos para sete escolas da Coordenação Regional de Ensino de Sobradinho.

Entre os itens doados, estão 52 desktops formatados com o pacote Windows, 49 monitores, 22 impressoras, além de teclados e mouses em perfeito estado de uso. Os equipamentos estavam ociosos devido à necessidade da agência em adquirir máquinas com novas funcionalidades.

Na opinião do diretor presidente da Adasa, Raimundo Ribeiro, a pandemia expos a desigualdade social e digital enfrentada por estudantes do DF. “Nossa intenção é promover o acesso à dispositivos e a conectividade nessas escolas. Por meio da doação, conseguimos reaproveitar os equipamentos que estavam em desuso da melhor maneira, gerando oportunidades iguais para esses alunos”, destacou.

A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, falou sobre as mudanças nas relações de trabalho e pedagógicas. “Tivemos de nos reinventar.  A educação nunca mais será a mesma. A tecnologia veio pra ficar. O sistema remoto vai fazer parte das nossas relações de trabalho para sempre, como uma ferramenta complementado o processo de ensino aprendizagem. Então, fico muito feliz de receber nesse momento a doação desses equipamentos”.

Segundo a coordenadora da Regional de Ensino de Sobradinho, Márcia Brants, os materiais chegam num momento muito importante, devido ao retorno das atividades presenciais. “Eles vão possibilitar que os professores atendam os alunos que optaram por não retornar às aulas. Em média, atenderemos mais de dois mil alunos nessa situação”, explicou.

O coordenador do Programa Reciclotech, Anderson Freire, que representou a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF (Secti), explicou como o projeto da pasta tem contribuído para diminuir o déficit de alunos sem acesso às aulas online. “Realizamos drive-thrus para recolher esses resíduos, que são recondicionados e distribuídos para escolas públicas, ONGs e entidades. Desse modo, conseguimos promover o descarte consciente do lixo eletrônico e a inclusão digital”.

Também estiveram presentes na ação, os diretores da Adasa Vinícius Benevides e Apolinário Rebelo, o Ouvidor da agência, Robinson Cardoso, o administrador de Sobradinho, Abílio Castro, o administrador de Sobradinho II, Osmar da Silva, e diretores dos colégios agraciados.

As instituições que receberão os equipamentos são os centros de ensino fundamental 05, 09 e 10 e escolas classe 14, 17, Lobeiral e Sonhem de Cima, todas em localizadas em Sobradinho.

Educação ambiental virtual 

O programa de educação ambiental da Adasa voltado para alunos dos ensinos infantil e médio do DF atuou de forma remota no primeiro semestre deste ano letivo. As ações do Adasa na Escola, que contam com apresentações sobre o uso racional da água e a destinação correta dos resíduos sólidos, foram adaptadas para as plataformas online utilizadas por escolas das redes públicas e privadas do DF.

Entre os meses de março e junho, o programa sensibilizou mais de 7.200 estudantes, de 28 instituições de ensino.

Com o retorno no formato híbrido nas escolas, a tendência é que o programa retorne gradativamente ao atendimento presencial.

A instituição que tiver interesse em conhecer mais sobre o Adasa na Escola e agendar uma apresentação, deve acessar o site www.adasanaescola.df.gov.br, onde também é possível baixar o material didático do programa.